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Quinta-feira, Abril 9, 2026
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Mulher queima mão da filha por ela ter comido carril do jantar

Mulher queima mão da filha por ela ter comido carril do jantar
Uma mãe queimou a mão da filha por ela ter comido o carril que ela havia preparado para o jantar.

Anita Albino natural da província da Zambézia diz que teria escolhido este método para “ameaça-la” porque na sua localidade é proibido bater em crianças.

A mulher encontra-se detida acusada de violência doméstica e aguarda julgamento.

UniLúrio gradua realiza primeira graduação

UniLúrio gradua realiza primeira graduação
Criada em 2007, a Universidade Lúrio (UniLúrio) gradua, desde ontem, os seus primeiros licenciados. A primeira cerimónia, que culminou com a entrega de diplomas a um total de 123 licenciados, teve lugar na manhã de ontem, na faculdade de ciências naturais e engenharia, no campus de Chuíba, na cidade de Pemba. 35 dos graduados e que são de Pemba – 22 licenciados em ciências biológicas e 13 em Engenharia Informática – receberam os seus diplomas.

A cerimónia foi dirigida pelo chefe do Estado moçambicano, Armando Emílio Guebuza, que hoje faz o mesmo na cidade de Nampula, na sede da Unilúrio, onde serão graduados 88 licenciados, sendo 30 em medicina dentária, 31 em farmácia e 27 em nutrição.

Em notas introdutórias no início da cerimónia de ontem, o reitor daquela universidade, Jorge Ferrão, recordou aos presentes que os cursos de ciências biológicas e engenharia informática, que ontem colocavam oficialmente os seus graduados no mercado, iniciaram em 2008, um ano depois da abertura oficial da Universidade Lúrio. Na altura, o Campus de Pemba, que iniciou com 59 estudantes nos dois cursos, representava o primeiro pilar do plano estratégico e do desenvolvimento da Unilúrio, segundo referiu o reitor.

O País

Família sequestra agente da polícia que baleou jovem na Beira

Família sequestra agente da polícia que baleou jovem na Beira
Um agente da Força de Intervenção Rápida foi mantido em cárcere privado pela família de um jovem que foi baleado pelo mesmo na cidade da Beira.

A família diz que ficou indignada ao descobrir que o agente da polícia que baleou mortalmente seu ente querido de 22 anos, estava a responder o processo em liberdade.

O agente encontrava-se fardado quando foi interpelado pela família no Bairro da Manga.

A família decidiu mais tarde entregar o agente às mãos da polícia, porém este tentou fugir o que gerou algumas dúvidas por parte das pessoas que assistiam a “troca”.

Restabelecido funcionamento da máquina de Raio-X no HCM

Restabelecido funcionamento da máquina de Raio-X no HCM
Está, temporariamente, ultrapassado o problema de exames TAC e serviços de Raio-X no Hospital Central de Maputo (HCM). A direcção da maior unidade sanitária do país garantiu que a máquina TAC foi reparada enquanto se aguarda por uma solução definitiva.

Há dois meses, a direcção do Hospital Central de Maputo veio a público colocar as dificuldades com que a maior unidade hospitalar do país se debatia, no tocante aos serviços de exames TAC e Raio-X, mas hoje já não se pode dizer o mesmo. A direcção do hospital afirma que a paralisação das máquinas tinha que ver com a falta de manutenção das mesmas, devido a uma dívida com a Siemens, empresa encarregue de efectuar a intervenção no equipamento, facto ultrapassado entre as partes: “A Siemens teve um contrato com o Ministério da Saúde e houve alguns valores por pagar, mas este pendente já foi ultrapassado. A esta altura, este trabalho é feito directamente entre a direcção do Hospital Central de Maputo e a agência responsável pela manutenção do equipamento”, disse Zacarias Zindoga, administrador do Hospital Central de Maputo.

O País

Médicos abandonam Serviço Nacional de Saúde

Médicos abandonam Serviço Nacional de Saúde
Há cada vez mais médicos a abandonar o serviço nacional da saúde (SNS), em busca de melhores condições salariais no sector privado.

Esta informação foi revelada ontem, em Maputo, no decurso de um encontro que juntou técnicos de formação do Ministério da Saúde, que tinha em vista discutir a Estratégia de Formação Contínua dos quadros do sector de saúde.

A fuga de médicos do Serviço Nacional da Saúde tem sido notória no país e, segundo a directora nacional adjunta para a área de formação no Ministério da Saúde, Luísa Panguene, as formações contínuas do pessoal médico nem sempre chegam a beneficiar o Serviço Nacional de Saúde, uma vez que estes tendem a abandoná-lo, preferindo as Organizações Não-Governamentais e o sector privado que oferecem melhores condições salariais.

“A classe dos médicos talvez seja a que tem maior oportunidade de formação. E se eles saem do Serviço Nacional da Saúde é porque estão devidamente capacitados. Nenhum profissional ou nenhuma Organização Não-Governamental vai recrutar um médico não capacitado, daí que abandonam porque estão bem capacitados”, disse a fonte.

A escassez de oportunidades de formação para os técnicos de saúde das zonas rurais constitui também  preocupação para o Ministério da Saúde. Este e outros assuntos dominaram o debate, num encontro promovido pelo Ministério da Saúde (MISAU) com vista a encontrar formas de melhorar o desempenho dos técnicos de saúde, sobretudo, no atendimento ao público.

O País

Populares marcham até EDM da Matola para exigir ligação da corrente eléctrica

Populares marcham até EDM da Matola para exigir ligação da corrente eléctrica
Os residentes duma parte do bairro do Intaka, no município da Matola, província de Maputo, organizaram uma marcha, ontem, para a sede provincial da empresa Electricidade de Moçambique, EDM, para exigir a ligação da energia eléctrica da rede pública na sua zona.

Os populares que levavam consigo dísticos com dizeres de indignação com a EDM chegaram à sede da empresa e manifestaram-se, pedindo que a empresa ligue a corrente nas suas residências.

Explicaram que já lá vão muitos anos que estão atrás do assunto. Ou melhor, desde o ano 2000, quando muitas famílias se instalaram naquele bairro, sendo que, há cinco anos, a empresa prometeu que resolveria o problema, mas de lá para cá nada aconteceu.

A última vez, tal como explicam alguns funcionários da empresa Electricidade de Moçambique explicaram aos residentes que deviam fazer uma contribuição para a compra do material necessário para a ligação da corrente, e um dos funcionários fez a cotação do tal material.

Assim, concluiu-se que cada família deve contribuir com um valor aproximado a 140 mil meticais, proposta que foi contestada pelos populares, por considerarem o valor bastante exorbitante.

Na verdade, o que mais indigna é que as referidas residências estão numa espécie de “ilha”, já que todas as zonas circunvizinhas estão iluminadas, sendo apenas alguns quarteirões que continuam às escuras.

Aliás, uma parte da zona afectada localiza-se, exactamente, próximo do local onde está a nascer a cidade de Goji, no famoso projecto das cinco mil casas, duma empresa chinesa em parceria com o Fundo do Fomento de Habitação e o Conselho Municipal da Matola, sendo que o mesmo está iluminado.

O País

Chissano burlou Dhlakama na assinatura do Acordo Geral de Paz

Chissano burlou Dhlakama na assinatura do Acordo Geral de Paz
O antigo Presidente moçambicano Joaquim Chissano revelou ter “fintado” Afonso Dhlakama ao não assumir na altura a autoria dos três últimos protocolos que provocaram impasse para a assinatura do Acordo Geral de Paz, em 1992, exigidos pela Renamo.

Durante as negociações, na capital italiana, Roma, que puseram termo ao conflito armado entre o Governo da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) e o antigo movimento rebelde moçambicano, o líder da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) exigiu esclarecimentos sobre três pontos.

A assinatura do acordo de paz foi inicialmente marcada para o dia 01 de outubro, mas, antes, a Renamo quis saber como seriam geridos os protocolos sobre a administração das zonas anteriormente sob sua responsabilidade, sectores de informação e da polícia.

“É uma proposta que veio da Renamo à última da hora e eu próprio elaborei três protocolos e um deles era sobre a administração. Todos foram aceites pelos mediadores e estes não chegaram a informar a contraparte da Renamo de que os protocolos eram da nossa autoria (Governo). Se tivessem o dito, a Renamo teria rejeitado”, disse Joaquim Chissano.

A Renamo aceitou a proposta sem questionar. Contudo, nos últimos 20 anos de paz, tem denunciado a suposta violação do memorando assinado em Roma no que diz respeito à integração dos seus homens na polícia.

Numa entrevista à Rádio Moçambique, o ex-chefe de Estado moçambicano reconheceu ter havido pontos de discórdia que provocaram sucessivos impasses, nomeadamente sobre quem passaria a governar as “ditas zonas libertadas”.

Foram estes os pontos que levaram a que o acordo não fosse rubricado a 01 de outubro, data inicialmente prevista para terminar com a guerra civil dos 16 anos, que se saldou em mais de um milhão de mortos.

Hoje, Moçambique vive diversas manifestações de conflito e muitas vezes violento, como é o caso dos assaltos à mão armada a cidadãos, raptos, violação de mulheres, violência doméstica e a própria pobreza, referiu.

Mas, ao tentar debelar estes conflitos, os moçambicanos dão sinal de que todos se interessam pela paz, acrescentou Joaquim Chissano.

“Temos que ter em atenção outras formas de conflito e que são também difíceis de vencer e que muitas vezes começam com o conflito individual. Cada um de nós vive com os seus conflitos e que, às vezes, geram conflitos com outras pessoas e com comunidades. Temos que começar por nós e depois irmos para outros, incluindo ao mundo”, disse.

A 04 de outubro de 1992, Joaquim Chissano assinou o acordo de paz com o líder da Renamo, um processo iniciado ainda na altura do seu antecessor Samora Machel, primeiro Presidente de Moçambique.

“Não há dúvida nenhuma que a parte mais intensa da busca da paz, depois de todo o historial iniciado por Machel, foi feita por mim. As novas estratégias aplicadas também foram pensadas por mim e a própria negociação foi orientada por mim. O camarada Armando Guebuza (atual Presidente) era o mediador principal, o chefe da mediação, mas teve orientação e retaguarda feitas por mim”, reclamou Joaquim Chissano.

Para o alcance da paz, as forças beligerantes e os mediadores fizeram “convergir tudo”, afirmou Chissano, assinalando que enquanto se combatia e para não deixar que a guerra continuasse a matar gente, as partes encontraram “formas de exercer a diplomacia para que todas as forças internacionais convergissem na busca da paz”.

O Acordo Geral de Paz foi assinado com a forte intervenção do Governo italiano, as confissões religiosas moçambicanas e a Comunidade italiana Sant`Egídio.

Lusa/NMO

Bakhir Ayoob foi solto

O empresário Mohamed Bakhir Ayoob que fora detido na sexta-feira 21 de Setembro, acaba de ser restituído à liberdade, por ordens do Tribunal Judicial da Machava, para onde foi encaminhado o caso.
Bakhir Ayoob foi solto

A juíza do caso, cujo nome não conseguimos apurar, não encontrou provas que justificassem a prisão de Bakhir. Segundo soubemos de fontes próximas do processo, na acusação apresentada pela Polícia de Investigação Criminal (PIC) ao tribunal, só havia provas da participação de Bakhir em casinos sul-africanos e da oferta de viaturas à amigas,.

Entretanto, o Canalmoz contactou há momentos o porta-voz do Comando Geral da PRM, Pedro Cossa, para confirmar a soltura de Bakhir e ouvir a opinião da Polícia sobre o caso. Pedro Cossa disse que não é ele que deve confirmar isso ‘por não ser o porta-voz do tribunal’. Aliás, disse que nada tinha a comentar e que jamais iria comentar o assunto. Repisou apenas que ‘as decisões dos tribunais são de cumprimento obrigatório’, fazendo entender que nada a Polícia poderia fazer se o tribunal decidiu pela soltura do jovem empresário.

Recorde-se que a prisão de Bakhir foi a meio de secretismo. Nenhuma fonte policial quis falar publicamente do caso. O Canalmoz contactara o comandante geral da PRM, Jorge Khalau, para pronunciar-se sobre o assunto, mas disse, na altura, que ‘nada tinha a comentar’.

Assim sendo, mais uma vez parece que a Polícia se precipitou em deter este cidadão, antes de investigar o suficiente para convencer a o tribunal a legalizar a prisão. Há quem fala de que possa ter havido corrupção para libertar Bakhir, mas nenhuma fonte policial já abordou isto oficialmente…

Canal Moz

Califórnia proíbe terapias para curar a homossexualidade

A Califórnia tornou-se no primeiro estado norte-americano a proibir expressamente as chamadas “terapias para reparar a homossexualidade”, consideradas “não científicas” e um risco de “perigosos danos emocionais” em adolescentes homossexuais e lésbicas.
“Essas ‘terapias’, sem quaisquer bases científicas nem clínicas, têm empurrado jovens para a depressão e mesmo o suicídio, e são agora remetidas para o caixote das charlatanices”, frisou o governador Jerry Brown, em defesa da lei promulgada no sábado e que entra em vigor a 1 de Janeiro de 2013.

A nova legislação prevê que “nenhum prestador de assistência clínica mental” pode administrar a menores terapias que visem alterar a orientação sexual destes, incluindo quaisquer esforços para “mudar comportamentos ou formas de expressão do género, ou eliminar ou reduzir atracções e sentimentos de natureza sexual ou romântica em relação a indivíduos do mesmo sexo”.

Alguns terapeutas e líderes religiosos conservadores, defensores de métodos que dizem reduzir o “desejo homossexual”, manifestaram-se contra a aprovação desta lei. Consideram que a mesma é uma violação da liberdade de escolha individual. Argumentam ainda que tal medida irá levar mais pessoas “em busca de ajuda” junto de “amadores sem treino”, na tentativa de lutarem contra as atracções homossexuais.

Várias associações médicas e de psicólogos, assim como grupos de defesa dos direitos dos homossexuais, condenam veementemente aqueles métodos de “reparação” da orientação sexual. Em defesa da nova lei aprovada na Califórnia, antigos pacientes daquelas terapias descreveram as “cicatrizes emocionais” com que afirmam ter ficado ao serem obrigados pelos pais a submeterem-se àquelas terapias.

Ao longo das últimas três décadas, tem vindo a desenvolver-se uma teoria entre alguns psicólogos, a “terapia de reparação”, que interliga os desejos homossexuais em nexos de causalidade com sofrimentos experimentados na infância e, em alguns casos, a abusos sexuais sofridos enquanto criança. Estes psicólogos – que formaram uma associação médica em 1992, na Califórnia – dizem que, com tratamento adequado, milhares de pessoas conseguiram reduzir a sua atracção homossexual e fortalecer o seu desejo heterossexual.

Os métodos usados pelos terapeutas – e que têm vindo a ser adoptados por muitos líderes religiosos nas suas comunidades – são porém criticados por activistas homossexuais, apontando que esta terapia conduz a sentimentos de culpa, desesperança e raiva.

Público

Soltura de suposto violador de menores gera pânico em Inhagoia

Soltura de suposto violador de menores gera pânico em Inhagoia
Moradores do bairro Inhagoia “A”, na cidade de Maputo, aglomeraram-se, na manhã deste domingo, defronte do posto policial, para protestar contra a atitude da Polícia da República de Moçambique (PRM), por alegadamente ter solto um suposto violador de uma criança de sete anos de idade.

O que deixou os populares ainda mais indignados foi o facto de o pai biológico da vítima ter perdoado o suposto violador. Entretanto, os populares acreditam que o chefe daquele posto policial terá sido subornado pelo criminoso.

Segundo os residentes de Inhagoia “A”, esta não é a primeira vez que o suposto malfeitor se envolve neste tipo de casos.

A menor de apenas sete anos idade já era abusada sexualmente pelo padrasto, há bastante tempo, e que, neste momento, está em parte incerta.

O País

Dhlakama afirma que só voltará a Maputo como Presidente ou Morto

Dhlakama afirma que só voltará a Maputo como Presidente ou Morto
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, declara que só volta a viver na cidade de Maputo depois de ascender a Presidente da República ou quando morto. Em caso de morte, o seu sonho é ser sepultado em Nampula junto dos seus cunhados, com quem travou combates contra a Frelimo na guerra que devastou o país durante 16 anos.

Dhlakama realiza desde esta segunda-feira (01), na província da Zambézia, encontros com políticos, académicos, membros da sociedade civil e outros grupos sociais para falar dos 20 anos da paz em Moçambique. O objectivo é consciencializar a população local sobre a importância de preservar a democracia e exigir do Governo a prestação contas.

Os referidos encontros vai decorrer durante todo o mês de Outubro. Servem também para publicitar actividades partidárias.

A Verdade

Inicia trabalho da comissão de inquérito ao massacre na mina de Marikana

Inicia trabalho da comissão de inquérito ao massacre na mina de Marikana
A comissão de inquérito nomeada pelo presidente sul-africano, Jacob Zuma, para investigar o massacre de 34 mineiros pela na mina de platina em Marikana, começou hoje os trabalhos.

Pretende-se, com esta comissão, que seja apurado o papel da polícia, da gestão da mina, dos sindicatos e do Governo neste caso.

O tiroteio ocorreu a 16 de agosto, altura em que cerca de 3.000 mineiros realizavam greve para exigir melhores salários. Os manifestantes, que empunhavam catanas, paus e outras armas rudimentares, foram abatidos a tiro pela polícia.

A comissão, presidida pelo juiz Ian Gordon Farlam, está agora encarregada de «inquirir sobre as questões de interesse público nacional e internacional relacionadas com os incidentes trágicos da mina de Lonmin, em Marikana», findo o qual será elaborado um relatório.

Lista dos ministros do novo governo de Angola empossados por José Eduardo dos Santos

Lista dos ministros do novo governo de Angola empossados José Eduardo dos Santos
José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola, que preside também ao Conselho de Ministros, empossou hoje o novo Governo, que resulta das eleições gerais de 31 de agosto último. Dos 35 ministros, destaque para oito mulheres e 14 novas caras.

Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil – Edeltrudes Gaspar da Costa

Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança – Manuel Vieira Dias Jr.

Ministra dos Assuntos Parlamentares – Rosa Luís Micolo

Ministro das Relações Exteriores – Georges Chicoti

Ministro da Economia – Abrahão Gourgel

Ministro das Finanças – Carlos Alberto Lopes

Ministro da Defesa – Cândido Van-Dúnem

Ministro do Interior – Ângelo Tavares

Ministra do Comércio – Rosa Pacavira de Matos

Ministra da Indústria – Bernarda Henriques da Silva

Ministro dos  Petróleos – José Botelho de Vasconcelos

Ministro da Geologia e Minas – Francisco Queiroz

Ministro da Agricultura – Afonso Canga

Ministro da Hotelaria e Turismo – Pedro Mutinde

Ministro da Saúde – José Van-Dúnem

Ministro da Justiça e Direitos Humanos – Rui Mangueira

Ministro da Administração do Território – Bornito Diogo

Ministro do Planeamento e Desenvolvimento Territorial – Job Graça

Ministro da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social – António Pitra Neto

Ministra das Pescas – Victória Barros Neto

Ministro do Urbanismo e Habitação – José da Conceição e Silva

Ministro do Educação – Mpinda Simão

Ministro do Ensino Superior – Adão Nascimento

Ministro da Ciência e Tecnologia – Maria Cândida Teixeira

Ministro da Construção – Fernando da Fonseca

Ministro da Energia e Águas – João Baptista Borges

Ministro dod Transportes – Augusto da Silva Tomás

Ministro das Telecomunicações e Tecnologias da Informação – José Carvalho da Rocha

Ministra do Ambiente – Maria de Fátima Jardim

Ministra da Cultura – Rosa da Cruz e Silva

Ministra da Família e Promoção da Mulher – Maria Filomena Delgado

Ministro da Assistência e Reinserção Social – João Baptista Kussumua

Ministro da Juventude e Desportos – Gonçalves Muandumba

Ministro da Comunicação Social – José Luís de Matos

Praia da Costa do Sol já conta com 12 salva-vidas

Os 12 nadadores salva-vidas formados há dias, na cidade de Maputo, já podem actuar na praia da Costa do Sol, onde se espera que venham a contribuir para a redução das mortes por afogamento que se registam naquela zona, principalmente no Verão.
Praia da Costa do Sol já conta com 12 salva-vidas

O grupo, constituído por moradores do bairro da Costa do Sol e pescadores que operam naquela zona costeira, demonstrou, na tarde de sexta-feira, estar em condições de intervir em diferentes formas de salvação.

A iniciativa, orçada em 300 mil euros, é da Cruz Vermelha de Moçambique (CVM) em parceria com o Conselho Municipal da Cidade de Maputo e visava também capacitar 25 voluntários em primeiros socorros para intervir na mesma área.

Segundo Paqui Milan, da CVM espanhola, o objectivo do programa é criar um dispositivo de emergência em resgate aquático na praia da Costa do Sol, que engloba ainda a instituição de um módulo de atendimento a vítimas de incidentes tais como cortes e ferimentos.

“Este trabalho é resultado da gemelagem entre o município de Maputo e sua congénere de Barcelona, na Espanha e surgiu da necessidade de reduzirmos as mortes por afogamento nas praias da capital”, disse.

Milan disse ainda que, em caso de mau tempo e pessoas que tenham consumido álcool, a equipa irá sensibilizar sobre os riscos do mergulho e impedir que estes possam terminar vitimadas pelas águas da praia.

“A ideia é que sempre que haja mau tempo os nadadores informem as pessoas sobre os riscos que isso acarreta, e impedir que pessoas que estejam sob efeito de álcool mergulhem”, explicou.

Para Juca Guibango, líder comunitário do bairro Costa do Sol, a criação deste mecanismo reveste-se de extrema relevância para os frequentadores daquele local, uma vez que pode reduzir as mortes que se testemunham na estação que se avizinha.

“A iniciativa é bem-vinda ao nosso bairro e à nossa praia porque quando chegasse esta altura do ano ficávamos preocupados com as mortes que se davam por afogamento”, elogiou o líder.

O início de actividade do corpo de resgate aquático está previsto para Dezembro altura em que a praia regista maior afluência e trabalhará aos fins-de-semana e feriados.

Incêndio na 24 de Julho destrói duas viaturas

Um incêndio de grandes proporções consumiu por completo uma viatura de marca VW e parcialmente uma outra Toyota Regius, na manhã de ontem, em plena Av. 24 de Julho, próximo ao Mercado da Malanga, cidade de Maputo.
Incêndio na 24 de Julho destrói duas viaturas

O sinistro que causou queimaduras ligeiras ao condutor de um dos veículos deu-se quando a viatura de marca VW com a chapa de inscrição MLW 69-87, pegou fogo em plena marcha. Apercebendo-se de algo estranho na viatura, o condutor de nome Mahamad Abdul imobilizou a viatura em plena faixa de rodagem. Quando tentou perceber o que acontecia abrindo a porta frontal onde se localiza o motor, as chamas já não podiam ser controladas.

Em fracção de minutos o fogo alastrou-se por todo o veículo vindo a atingir um outro de marca Toyota Regius, com a matrícula MMF 39-51 que na altura estava estacionada em frente ao prédio 4170.

“Não posso dizer ao certo o que teria acontecido. Acredito que tenha havido um curto-circuito na viatura”, fez notar Mohamad Abdul, condutor da VW.

 “Pedi ajuda às pessoas que estavam próximo para chamar o proprietário do outro veículo (Toyota Regius) para ver se o mesmo escapava das chamas, o que não foi possível”, explica Abdul a lamentar os prejuízos que advêm do incêndio.

“Não sou dono da VW e não tenho como arcar com os prejuízos. Se tivesse queimado apenas a viatura que conduzia (cujos danos estão avaliados em 200 mil meticais) era ao menos”.

Falando ao “Notícias”, o proprietário da Toyota Regius, Adilson António, disse que não foi a tempo de tirar o carro antes de pegar fogo porque, na altura do incidente, não se encontrava em casa.

Mesmo com a intervenção do Corpo Nacional de Salvação Pública não foi possível salvar as viaturas do fogo.

Entretanto, no sábado, o Hospital Geral José Macamo registou dois óbitos e a transferência de duas pessoas para o Hospital Central de Maputo devido a complicações de saúde. No mesmo dia, 19 pessoas deram entrada naquela unidade sanitária vítimas de acidentes de viação e outras 27 por agressão física, para além de duas pessoas violadas sexualmente, sendo uma de cinco e outra de 17 anos.

Suspensos 25 trabalhadores indianos ilegais da S&S Cimentos

Suspensos 25 trabalhadores indianos ilegais da S&S Cimentos
A Inspecção-Geral do Trabalho (IGT) suspendeu, em 24 de Setembro último, com efeitos imediatos, 22 cidadãos estrangeiros que trabalhavam ilegalmente no país, mais concretamente na empresa S&S CIMENTOS, Limitada, localizada na Avenida da União Africana, na zona de Língamo, cidade da Matola, província de Maputo, no culminar de mais uma acção inspectiva.

Todos os visados são de nacionalidade indiana, informou o MITRAB.
“A decisão surge por se ter constatado que foi violado o disposto nos nºs 4 e 5 do artigo 31, da Lei nº23/2007, de 1 de Agosto (Lei do Trabalho), bem como nos termos do nº1 do artigo 22, do Regulamento relativo aos Mecanismos e Procedimentos de Contratação de Cidadãos de Nacionalidade Estrangeira, aprovado pelo Decreto nº55/2008, de 30 de Dezembro. Para além da suspensão dos trabalhadores, em consequência do emprego de mão-de-obra estrangeira ilegal, a empresa foi devidamente autuada nos termos legais”, explica o MITRAB numa nota enviada ao Canalmoz.

Ficam, igualmente, suspensos outros 38 trabalhadores indianos da mesma empresa, admitidos pela Direcção Provincial do Trabalho de Maputo no regime de trabalho de curta duração, em 02 de Agosto deste ano, uma vez que o trabalho nesse regime deve ter o prazo de 30 dias, segundo preconiza o Decreto atrás referenciado, no seu nº1 do artigo 12 e, para o caso vertente, o prazo já expirou no dia 02/09/2012, disse o MITRAB.

Chuvas amenizam seca em Gaza

Chuvas amenizam seca em Gaza
As recentes chuvas que em Setembro último caíram um pouco por toda a província de Gaza, renovaram as esperanças da população daquele ponto do país e, em particular, dos produtores agrícolas dos distritos de Massangena, Chigubo, Mabalane e Chicualacuala que vinham enfrentando uma seca severa

Apenas 4,3% dos moçambicanos têm acesso à internet

Apenas 4,3% dos moçambicanos têm acesso à internet
O acesso a internet, em Moçambique, ainda continua muito baixo, se comparado com os outros países do mundo, segundo o relatório 2012 sobre o estágio mundial de banda larga e inclusão digital, lançado semana passada, em Nova Iorque, Estados Unidos de América, aquando da realização da 67ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

De acordo com o documento, no país apenas 4,3 por cento da população é que tem acesso a internet. Estes dados colocam Moçambique no 155º lugar, entre os 177 países avaliados no domínio de acesso a internet por parte das respectivas populações.

Ao nível da região austral de África, Moçambique supera o Lesoto (156º) e Malawi (159º). Na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa está acima de Guiné-Bissau (163) e Timor Leste, último classificado. Nestes Estados só 2,7 e 0,9 por cento da população, respectivamente, é que tem acesso a internet.

Ao nível do continente africano o país melhor posicionado é Marrocos, na 57ª posição, onde mais da metade da população tem acesso aos serviços de internet.

O ranking global é liderado pela Islândia, com 95 por cento da população com internet disponível, seguido da Noruega, com 94 por cento, Holanda (92 por cento), Suécia (91 por cento).

Na cauda, para além de Timor, estão Myanmar no 176º lugar, Etiópia (175º)e Burundi, 174 lugar.

Iniciam matrículas da primeira classe

Iniciam matrículas da primeira classe
Têm início hoje, em todo o território nacional, devendo prolongar-se até ao mês de Dezembro, as matrículas para os novos ingressos da primeira classe do Sistema Nacional de Educação, correspondentes ao ano lectivo de 2013.

A medida visa permitir que os pais e encarregados de educação tenham tempo suficiente para inscrever os seus educandos.

16 alegados rebeldes talibãs mortos nas últimas 24 horas

16 alegados rebeldes talibãs mortos nas últimas 24 horas
Pelo menos 16 alegados insurgentes talibãs foram mortos, nas últimas 24 horas, em operações militares no Afeganistão.

Segundo fonte do ministério do Interior a polícia nacional afegã em conjunto com os serviços de inteligência e as forças da coligação lideradas pela NATO lançaram dez operações de «limpeza» em simultâneo em várias províncias do país. Destas operações a par dos 16 mortos, outras 22 pessoas acabaram detidas e 10 ficaram feridos.

Foram ainda apreendidas várias armas.
13:20 – 30-09-2012

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