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Segunda-feira, Abril 13, 2026
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Guebuza comemora hoje o 70º aniversário

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O Presidente Armando Guebuza celebra hoje o seu 70º aniversário natalício.
Nascido a 20 de Janeiro de 1943, no distrito de Murrupula, província de Nampula, Guebuza ingressou na Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) em 1963.

Para além de ter participado activamente na Luta Armada de Libertação Nacional, onde chegou a ocupar o cargo de Comissário Político Nacional, Armando Guebuza desempenhou, após a independência nacional, vários cargos de governação até à sua eleição para a Chefia do Estado em Outubro de 2004, missão para o qual foi reeleito em 2009.

Intitulada “70 Anos com Moçambique no Coração”, a exposição fotográfica, patente na Mediateca do BCI, é organizada pela Sociedade do Notícias, SA, e reúne retratos da colecção familiar e outras da autoria do fotógrafo Armando Munguambe, que servem para homenagear o estadista moçambicano pelos seus 70 anos de vida.

São ao todo 70 fotografias a preto e branco e a cores que retratam o percurso de Armando Guebuza desde a sua infância, o casamento dos pais, os primeiros anos de escola, o seu engajamento na luta armada de libertação nacional, o seu papel no período de Governo de Transição (1974-1975) e nos anos que seguiram à independência nacional, preenchidos pelo desempenho de vários cargos de responsabilidade no Governo tanto durante a direcção do país pelo falecido Presidente Samora Machel como no de Joaquim Chissano. A iniciativa conta também com fotografias mais actuais, que reflectem a sua governação nos dias que correm.

Acidente de viação mata dois chineses em Xai-Xai

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Dois cidadãos de nacionalidade chinesa, trabalhadores da empresa agrícola Wambao, perderam a vida ontem em Xai-Xai, localidade de Chicumbane, no Baixo Limpopo, na sequência do despiste  e capotamento da viatura em que se faziam transportar em plena actividade no regadio do Baixo Limpopo.

De acordo com Sílvia Paulo, chefe das Relações Públicas no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique em declarações ao nosso Jornal, o acidente teria eventualmente tido como causa o estado lamacento da via provocado pelas chuvas intermitentes que fustigam Gaza.

Malawi e Moçambique com novo acordo de fornecimento de energia eléctrica

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O Malawi e Moçambique reviram o acordo de fornecimento de energia eléctrica a fim de conseguir uma solução benéfica para ambos os países, informou quarta-feira em Lilongwe o secretário para a Energia, citado pela imprensa local.

De acordo com o secretário Winford Masanjala, nos termos da nova redacção do acordo ambos os países podem tanto importar como exportar energia eléctrica em função da produção e das necessidades de consumo.

Até á data, o Malawi podia apenas importar energia eléctrica de Moçambique, estando impedida de exportar eventuais excessos de produção, embora continue impedida de o fazer pela simples razão que apresenta um défice energético de cerca de 100 megawatts face a um consumo de 300 megawatts.

Tanto o Malawi como Moçambique fazem parte da “Southern African Power Pool”, um acordo de cooperação entre os empresas nacionais de energia sob os auspícios da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral.

Angola e Marrocos repetem "nulo" de jogo inaugural da CAN

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Ainda não há golos na fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN-2013). Depois do empate entre África do Sul e Cabo Verde (0-0), no jogo de abertura, Angola também não foi além de um nulo diante de Marrocos, no outro jogo do Grupo A. Concluída a primeira ronda, tudo na mesma, com quatro selecções com um ponto.

Cabo Verde empata na estreia

Os «palancas negras», com Manucho e Mateus no ataque, entraram no jogo a defender, com Marrocos a tomar conta do meio-campo no Soccer City. Praticamente sem oportunidades na primeira parte, a equipa de Gustavo Ferrin podia ter ganho vantagem no início da segunda, depois de um «brinde» do guarda-redes de Marrocos que Guilherme não conseguiu aproveitar.

Angola só voltou a ter oportunidades perto do final do jogo, mas Manucho não conseguiu ser o autor do primeiro golo da actual edição da CAN que, pela primeira vez, não contou com golos no dia inaugural.

Angola entrou em campo com a seguinte equipa: Lamá; Lunguinha (Marco Airosa , 78m), Dani, Mingo Bile (Guilherme, 46m) e Bastos; Miguel, Pirolito e Dédé; Geraldo (Gilberto, 82m); Mateus e Manucho.

Após a greve dos médicos: Vida normaliza-se nos hospitais gerais

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Dados que nos foram chegando dos hospitais de Mavalane, José Macamo e de Chamanculo indicam que as consultas e outros serviços suspensos devido à ausência de parte dos seus quadros foram ontem retomados.

Leila Monteiro, directora-geral do “José Macamo”, disse que, durante a greve, a unidade tinha uma média de 10 médicos escalados que não comparecia, o que prejudicava seriamente o funcionamento daquele hospital, embora estando na cidade de Maputo, a sua localização faz com que seja bastante usado também pelos cidadãos de Matola.

“Voltaram todos e tudo está agora normalizado”, disse a médica, explicando que em alguns dias faltavam oito médicos e noutros 11 ou 12.

Cenário semelhante verificou-se no Hospital Geral de Chamanculo, onde dos seis médicos afectos apenas a dentista é que não se apresentou ontem.

A respectiva directora, Maria dos Anjos, disse a meio da manhã que não tinha ainda recebido nenhuma justificação da médica ausente, pelo que desconhecia as razões que ditaram a sua não ida ao local de trabalho.

Por sua vez, Elisabeth Mulhovo, directora clínica de “Mavalane”, garantiu que todas as actividades de rotina foram retomadas na sequência do retorno, ontem, de todos os médicos que estavam em greve.

O Hospital Geral de Mavalane, que possui 14 centros de Saúde, tem pouco mais de 20 médicos e nos primeiros dias da paralisação das actividades, o número de profissionais ausentes chegou a cerca de 10.

Como consequência, a unidade sanitária, uma das mais procuradas da cidade de Maputo, só garantia serviços mínimos, o que implicava o cancelamento de consultas e de parte de outros serviços.

O esforço da Direcção Clínica foi de garantir o funcionamento dos serviços de urgência, maternidade e cirurgia, que pelo menos houvesse um médico para a ronda matinal por cada enfermaria, bem como o atendimento a doentes crónicos.

Os médicos moçambicanos, em greve desde o passado 7 de Janeiro, voltaram aos seus postos de trabalho na sequência dos consensos alcançados entre a classe desavinda e o Governo sobre os pontos da discórdia.

Três pontos constituíam o caderno reivindicativo dos profissionais filiados na Associação Médica de Moçambique (AMM), concretamente a questão das casas, estatuto médico e a necessidade de ajustamento dos salários.

PR comemora 70º aniversário

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Nascido a 20 de Janeiro de 1943, no distrito de Murrupula, província de Nampula, Guebuza ingressou na Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) em 1963.

Para além de ter participado activamente na Luta Armada de Libertação Nacional, onde chegou a ocupar o cargo de Comissário Político Nacional, Armando Guebuza desempenhou, após a independência nacional, vários cargos de governação até à sua eleição para a Chefia do Estado em Outubro de 2004, missão para o qual foi reeleito em 2009.

Ladrões saqueiam Movitel em Pemba

Segundo Malva Brito, porta-voz do Comando Provincial da PRM, os intrusos terão se feito às instalações da loja depois de inicialmente espancarem gravemente um dos guardas que neste momento se encontra sob cuidados intensivos no Hospital Província de Pemba.

Malva Brito disse que um outro guarda, que também se encontrava de serviço na mesma noite, está a contas com a corporação para averiguações.

Areias pesadas – Anulado concurso restrito para Chibuto

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Em 2011 o Ministério dos Recursos Minerais havia lançado o concurso restrito tendo em 2012 sido abertas as propostas que culminaram com o apuramento da empresa vencedora.

Em conformidade com os requisitos do concurso, a empresa seleccionada deveria negociar e assinar até à data-limite de 3 de Dezembro de 2012 um acordo para a implementação de um projecto para o desenvolvimento dos jazigos de areias pesadas de Chibuto.

Em comunicado, o MIREM informa que devido ao incumprimento dos prazos acima estabelecidos a Ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, determinou por despacho a anulação do Concurso Restrito lançado em 2011.

Esta não é a primeira vez que o Ministério dos Recursos Minerais recorre a medidas administrativas sobre o processo de concessão das areias pesadas de Chibuto.

Inicialmente o projecto, cujas actividades de prospecção e pesquisa iniciaram em 1997, esteve concessionado à BHP Billiton, que viu a sua licença cancelada devido ao incumprimento do calendário pré-estabelecido com o Governo moçambicano para o arranque da exploração.

Mais tarde foi a vez de uma outra companhia canadiana ver o processo de concessão da licença a ser cancelado depois de vencer o concurso lançado para o efeito alegadamente por falta de cumprimento de prazos.

Os estudos realizados até agora mostram haver em Chibuto mais de 72 milhões de toneladas de iliminite cuja exploração levaria pelo menos 30 anos. A zona, calculada em 10.840 hectares,  possui igualmente 2,6 milhões de toneladas de reservas provadas de zircão e 0,4 milhão de toneladas de rutilo.

Ao recorrer ao concurso para solicitar propostas para a exploração daqueles recursos o Governo pretende seleccionar uma companhia que de acordo com os termos de referência tenha linhas orientadoras e critérios de avaliação e que apresente o melhor plano para o desenvolvimento do depósito das areias pesadas de Chibuto, incluindo o desenvolvimento de infra-estruturas associadas ao projecto.

A reactivação do projecto das areias pesadas de Chibuto é aguardada com muita expectativa, sobretudo, por se acreditar que para além de contribuir para aumentar a receita para o Estado o seu desenvolvimento pode ajudar a resolver o défice dos postos de emprego naquela região, e na província de Gaza, no geral.

Trajectória da vida do estadista em imagens

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Intitulada “70 Anos com Moçambique no Coração”, a mostra é organizada pela Sociedade do Notícias, SA, e reúne retratos da colecção familiar e outras da autoria do fotógrafo Armando Munguambe, que servem para homenagear o estadista moçambicano pelos seus 70 anos de vida.

São ao todo 70 fotografias a preto e branco e a cores que retratam o percurso de Armando Guebuza desde a sua infância, o casamento dos pais, os primeiros anos de escola, o seu engajamento na luta armada de libertação nacional, o seu papel no período de Governo de Transição (1974-1975) e nos anos que seguiram à independência nacional, preenchidos pelo desempenho de vários cargos de responsabilidade no Governo tanto durante a direcção do país pelo falecido Presidente Samora Machel como no de Joaquim Chissano. A iniciativa conta também com fotografias mais actuais, que reflectem a sua governação nos dias que correm.

Na abertura da exposição, várias foram as mensagens que enalteceram o percurso político de Guebuza durante os seus 70 anos de vida, em que foi na maioria deles um actor importante na interpretação e na construção deste Moçambique.

Armando Emílio Guebuza nasceu em Murrupula, província de Nampula, a 20 de Janeiro de 1943. Entretanto, passou grande parte da sua infância no Chamanculo, um dos bairros pobres da então capital Lourenço Marques (actual Maputo), em virtude da transferência em 1948 de seu pai, Miguel Guebuza, que exercia a função de enfermeiro.

A exposição “70 Anos com Moçambique no Coração” poderá ser vista até ao próximo dia 24.

Chuvas no país – Cenário preocupante mas ainda controlável

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Dados fornecidos pela Ministra da Administração Estatal, Carmelita Namashulua, momentos depois do encontro orientado pelo Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, indicam que até ao momento foi registado um total de 35 óbitos, dos quais 13 no período de Janeiro a esta parte. De igual modo, foram contabilizados perto de 26 mil afectados.

De acordo com a avaliação mais recente, há um abrandamento das chuvas no centro e norte, enquanto no sul há a probabilidade da ocorrência de chuvas em regime moderado a forte a partir de hoje, facto que faz com que as autoridades estejam em prontidão para atender a possíveis afectados.

A maior preocupação presentemente tem a ver com a cidade de Maputo, onde ainda prevalecem situações de aflição geradas pelas chuvas da última terça-feira. O Conselho Coordenador orientou, neste sentido, para que todas as pessoas fossem evacuadas das zonas de risco de forma a prevenir a ocorrência de desastres que possam resultar em mortes.

A Unidade de Protecção Civil (UNAPROC) foi mobilizada já para proteger os bens das pessoas, tanto nas zonas afectadas assim como nos locais para onde serão destinadas.

No quadro do acompanhamento da situação, o Primeiro-Ministro, Alberto Vaquina, que é igualmente Presidente do Conselho Coordenador da Gestão das Calamidades, desloca-se a partir de amanhã, domingo, às zonas afectadas nas províncias da Zambézia, Sofala, Manica, Tete e Inhambane.

Com relação às chuvas, fonte do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) deu conta que um total de 16 distritos da zona sul poderá registar entre hoje e segunda-feira chuvas em regime moderado a forte, chamando-se, por isso, atenção à população para a tomada de medidas de precaução face à possibilidade da ocorrência de inundações localizadas, particularmente nas grandes cidades, e erosão de solos nas encostas.

Estas chuvas ocorrem menos de uma semana depois de a cidade de Maputo ter sido sacudida por precipitação na ordem de 157.8 milímetros de que a urbe ainda não está refeita.

Um alerta lançado ontem pelo INAM dá conta para a ocorrência de aguaceiros e chuvas em regime moderado a forte (30 a 50 milímetros em 24 horas) acompanhadas de trovoadas para toda a zona sul do país.

Segundo o alerta lançado pelo INAM, nos distritos de Magude, Moamba, Boane e Manhiça, em Maputo, Mapai, Chicualacuala, Chigubo, Massingir, Chibuto, Guijá, Xai-Xai e Bilene, em Gaza, e Mabote, Homoíne, Panda e Funhalouro, em Inhambane, as chuvas deverão ocorrer em regime muito forte, o que significa mais de 75 milímetros em 24 horas. A maior intensidade deverá registar-se amanhã, domingo.

Entretanto, devido ao agravamento da situação hidrológica a montante a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) irá proceder a partir de hoje à abertura gradual de uma comporta, o que deverá representar um incremento das descargas das anteriores 1900 para 3500 metros cúbicos por segundo.

Como consequência, as autoridades da HCB esperam uma ligeira subida do nível hidrométrico, pelo que se recomenda aos utilizadores e à população em geral, ao longo do rio Zambeze, para que tomem as devidas medidas de precaução face à possibilidade do agravamento do cenário das inundações.

Neste momento o rio Zambeze regista altos volumes de escoamento particularmente no baixo Zambeze (Mutarara, Caia e Marromeu), onde os níveis mantêm-se acima do alerta e continuam a subir como resultado das chuvas ocorridas ao longo da bacia.

O Conselho Coordenador de Gestão das Calamidades, reunido ontem em Maputo, decidiu activar o alerta vermelho, atendendo ao agravamento da situação, particularmente na bacia do Zambeze, Save, Messalo, Licungo, Púnguè e Inhanombe.

Mineiros moçambicanos na África do Sul contribuem com 50 milhões USD/ano

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Moçambique tem pelo menos 30 mil trabalhadores nas minas da África do Sul, que contribuem com cerca de 50 milhões de dólares norte-americanos por ano para a balança de pagamentos através de transferências salariais em divisas.

As reivindicações dos trabalhadores sul-africanos nas minas da África do Sul leva a que cerca de 700 moçambicanos que trabalham na mina sul-africana de Kusasalethu poderão perder emprego em breve devido ao iminente encerramento da companhia pelo Grupo “Harmony Gold”, proprietário da companhia.

O despedimento de 700 mineiros de Kasasalethu afectará Moçambique não só porque reduzirão as remessas de divisas pesando na balança de pagamentos, por um lado, como fará com que aumente o número de famílias carentes que dependam das economias dos seus familiares.

“Harmony Gold” é o terceiro maior produtor sul-africano de ouro e emprega cerca de 1.800 trabalhadores moçambicanos.

Carvão contribuiu para o aumento do PIB em 2012

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A produção do carvão mineral na província central de Tete proporcionou um acréscimo de 0,8% no Produto Interno Bruto de Moçambique em 2012, de acordo com resultados preliminares do governo sobre a produção global do país em 2012.

No período em análise, a produção do carvão foi de cerca de cinco milhões de toneladas, de acordo com o mesmo balanço que destaca que o sector de extracção de carvão está a ganhar força em Moçambique, como reflexo do investimento directo estrangeiro em vastos depósitos na província carbonífera de Tete, segundo reporta o jornal Correio da Manhã.

A produção passou de pouco mais de 500 mil toneladas, em 2011, para quatro milhões de toneladas nos primeiros nove meses de 2012, segundo ainda o governo moçambicano, que realçou que o investimento directo estrangeiro no sector dos recursos naturais, principalmente carvão e gás, proporcionou o “rápido crescimento das exportações.”

A situação está ainda a concorrer para o fortalecimento das reservas externas líquidas moçambicanas e na revisão em baixa do défice da conta corrente, além de contribuir para o aumento das exportações.

Este ano, a produção de carvão e das exportações dos grandes projectos deverão contribuir para fazer com que o crescimento da economia venha a situar-se em 8,4%, adianta o documento, que acrescenta dever ser intensificado o programa de criação de facilidades para o transporte de carvão destinado à exportação através do porto da Beira.

Vaquina confrontado com mau ambiente na TVM

Alberto Vaquina na TVM

O primeiro-ministro moçambicano, Alberto Vaquina, foi ontem confrontado com um ambiente de crispação entre a massa laboral e o presidente do Conselho de Administração da Televisão de Moçambique (TVM).

O primeiro-ministro tem estado, desde terça-feira, a visitar diferentes órgãos de informação, tendo estado já na Rádio Moçambique e na Agência de Informação de Moçambique. Ainda ontem, esteve nos jornais Notícias, Domingo e Zambeze.

Durante a visita, Vaquina reuniu-se com os respectivos trabalhadores tendo, na altura, sido lida uma mensagem por um dos representantes do Comité Sindical local, o jornalista Cremildo Lipangue, na qual se diz que os trabalhadores da TVM exigem a exoneração do seu presidente do Conselho de Administração (PCA), Armindo Chavana, por alegada má gestão daquela empresa pública.

“Senhor primeiro-ministro, pedimos gestores capazes para rentabilizar a TVM, empresa que, mesmo tendo mudado a face dos timoneiros, está nas mãos das mesmas pessoas já há bastante tempo”, refere a mensagem, citada pela AIM.

“Agradecemos a vinda do senhor primeiro-ministro e esperamos que esta visita marque o fim da tirania que vivemos aqui, bem como das atrocidades cometidas na gestão da empresa”, lê-se na mensagem do Comité Sindical, que manifesta a sua indignação pela forma com os gestores da empresa têm tratado os assuntos referentes aos direitos dos trabalhadores.

 Nos últimos dois anos, disse Lipangue, a direcção da empresa não cumpriu as tabelas de reajustamento salarial aprovadas pelo governo.

Lipangue afirma que, em 2012, o reajustamento salarial foi de seis por cento para todos os trabalhadores, contra os 17 por cento fixados pelo governo para o sector de que a empresa faz parte. No ano anterior, o reajustamento foi escalonado, tendo variado entre oito e 12 por cento, contra os 17 por cento fixados pelo governo.

O Comité Sindical da TVM diz que a empresa também não está a pagar subsídios de férias previstas no regulamento interno da instituição há cerca de 11 anos.

Contudo, com a pressão da organização dos trabalhadores, o Conselho de Administração decidiu unilateralmente introduzir, em 2012, um valor fixo de três mil meticais (cerca de cem dólares) para todos os trabalhadores.

Para o Comité Sindical, esta medida fere o regulamento interno, que prevê o subsídio de férias como sendo o salário base do trabalhador. Com essa nova decisão, enquanto para uns os três mil meticais representam 90 por cento, para outros trabalhadores isso constitui cinco ou dois por cento.

Por outro lado, os funcionários da TVM reclamam o pagamento de subsídio de isenção de horário de 20 por cento, de acordo com o regulamento interno, mas que desde 2006 se encontra estático e apenas pago um valor correspondente a 10 por cento.

“O PCA diz que a TVM está nos seus melhores momentos, mas não temos meios para trabalhar”, disse Lipangue, acrescentando que “os gestores escondem as reais dificuldades da empresa ao governo para não serem mal vistos e isso afunda a TVM que tem este 2013 e 2014 desafios eleitorais”.

Esta mensagem foi assumida por todos os funcionários que também intervieram na reunião bem como pelo administrador Bento Neves, membro do Conselho de Administração eleito pelos trabalhadores.

Na sua intervenção, Neves disse haver “problemas sérios de ambiente de trabalho” e as decisões que deviam ser tomadas ao nível colegiais são tomadas pelo presidente de forma unilateral. A título de exemplo, Neves disse que ele é confrontado com notícias de exoneração de directores no corredor da instituição.

“Precisamos de seguir a legislação e melhorar as relações de trabalho. Não podemos trabalhar de forma aleatória”, disse Neves.

Outras preocupações apresentadas na ocasião têm que ver com o corte de assistência médica a que os funcionários tinham direito; casos de perseguição do PCA aos funcionários que não concordam com algumas das suas decisões; entre outros problemas.

Cinco óbitos, 309 casas totalmente devastadas e 486 parcialmente destruídas…

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O  presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango, diz que o número de óbitos devido às enxurradas subiu para cinco na capital do país. São quatro crianças e um adulto. Mais; 309 casas foram totalmente devastadas e 486 tiveram uma destruição parcial, sendo que 1 192 casas estão totalmente inundadas.

Em consequência, 222 pessoas estão, desde ontem, nos centros de acomodação temporária. São, no total, cinco centros de alojamento que se encontram espalhados nos bairros 25 de Junho, Laulane, Escola Secundária Força do povo, entre outros.

O presidente do município descreve a situação como grave e pede a compreensão de todos, tendo em contas que a queda de chuva não terminou, já que ainda se está numa época chuvosa.

Neste momento, David Simango diz que a prioridade é salvar vidas. E, por isso, o município está a trabalhar com o governo da cidade e o Central no sentido de garantir que as pessoas que estão nos centros de alojamento tenham as mínimas condições de vida.

O edil da capital diz que, além das vítimas humanas, houve danos materiais avultados. O sistema de abastecimento de água do FIPAG foi arrasado, os postes da EDM também não escaparam, incluindo a linha-férrea dos CFM.

A linha-férrea dos Caminhos de Ferros de Moçambique foi afectada em três pontos, nomeadamente, na zona do mercado vulcão, no bairro do Aeroporto, dois pontos na zona do Costa do Sol, na zona da ex-rua Dona Alice.

Para já, a linha do limpopo encontra-se encerrada. Os CFM, tal como disse Simango, garantem que, até sexta-feira, o comboio voltará a apitar nos locais em causa.

As águas de Moçambique também já restabeleceram o abastecimento de água nalgumas zonas, mas no distrito municipal Kamavota, concretamente nos bairros de Laulane, Ferroviário, Costa do Sol, ainda não foi possível, não só devido à gravidade dos danos lá provocados, como também e, sobretudo, porque alguns pontos ainda se encontram alagados, não sendo por isso aconselhável fazer a ligação da água.

O mesmo cenário acontece com a electricidade de Moçambique (EDM). A empresa teve que romper o fornecimento de energia eléctrica como forma de evitar danos maiores.

Algumas estradas em número não especificado também foram penalizadas. Buracos agravaram-se. A transitabilidade tornou-se complicada. Simango diz que há empresas que já se prontificaram para dar apoio no tapamento dos buracos bem como a limpeza da areia que se acumulou no meio de alguns troços.

Mugabe e Tsivangirai chegam a acordo sobre nova Constituição

Mugabe e Tsivangirai chegam a acordo sobre nova Constituição

O presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, e o primeiro-ministro Morgan Tsvangirai anunciaram nesta quinta-feira (17) um acordo para a adopção de uma nova Constituição no país e disseram que em breve convocarão um referendo sobre a nova Carta, que abrirá caminho para eleições neste ano.

Mugabe, que é presidente desde a independência, em 1980, e Tsvangirai são rivais declarados, mas formaram uma coligação depois das contestadas eleições de 2008, tendo a redacção de uma nova Constituição como prioridade antes da realização de um novo pleito.

Os dois políticos passaram quase quatro horas reunidos na residência oficial de Mugabe para resolver as últimas divergências a respeito da Constituição, mas o presidente negou a dar detalhes.

Mugabe disse que um texto será agora redigido para ser levado a referendo. “Vamos estipular o nosso mapa e declarar quando um referendo será realizado, e isso ditará também quando as nossas eleições serão realizadas”, afirmou.

Tsvangirai confirmou o acordo, dizendo que o fim do impasse foi um “momento definidor”.

Problemas de financiamento e constantes atritos entre os partidos da coligação vinham adiando a adopção de uma nova Constituição, que inicialmente estava prevista para ser concluída em 2010.

Festival da Marrabenta junta-se a festa do Gwaza Muthini

Festival da Marrabenta junta-se a festa do Gwaza Muthini

A VI edição do Festival Marrabenta será um dos atractivos das comemorações do Gwaza Muthini, que se assinala este sábado na vila-sede do distrito de Marracuene, na província de Maputo.

Gwaza Muthini é uma cerimónia que evoca a resistência anticolonial que resultou na célebre batalha de Marracuene de 1895 que opôs os guerreiros do Império de Gaza comandados por Ngumgunhane ao exército colonial português.

Segundo os promotores do evento, para além de Gwaza Muthini, o VI Festival da Marrabenta, a decorrer de 01 a 03 de Fevereiro próximo, vai escalar o Centro Cultural de Matalane, também no distrito de Marracuene, e o Centro Cultual Franco-Moçambicano, na cidade de Maputo.

Sob lema central “Integração de Gerações e Internacionalização do Festival”, a presente Edição do Festival Marrabenta tem como o convidado especial o compositor e intérprete Sam Mangwana, cuja produção artística tem como base de inspiração sons de países tão diversificados como Angola, Moçambique, Cabo Verde e Congo.

Sam Mangwana, artista que se popularizou entre os moçambicanos na década 80/90 com os temas Marrabenta – Vamos para o campo (Marracuene) e Tio António, vai actuar no festival juntamente com os músicos nacionais Neyma, Cheny Wa Gune, Dilon Djindji, Childo Tomas, Roberto Chitsonzo, Alberto Mula (Manjacaziano) e Xidimingwana.

Actuarão igualmente no Festival a Orquestra Djambu, Makwaela dos TPM e Radio Marrabenta.

Nascido em Kinshasa (Republica Democrática do Congo) de pais angolanos, Sam Mangwana é considerado um dos principais cantores e inovadores de rumba congolesa, uma forma musical que tem dançarinos animados e ouvintes da mesma forma em todo o continente Africano.

Vulgarmente conhecida como Soukous, rumba congolesa combina hip-balançando ritmos com guitarras e vocais líricos para criar uma música cujo impacto continua atrair a atenção de pessoas de várias gerações.

Por questões de agenda, o artista congolês é esperado na capital moçambicana no próprio dia do arranque do Festival, 01 de Fevereiro.

Associado ao programa do Festival, estão programados alguns concertos (da Marrabenta) a terem lugar de 19 a 31 de Janeiro corrente, em diferentes centros cultuais da cidade de Maputo e arredores.

INGC diz que a situação está controlada e ainda não é alarmante

As chuvas abrandaram nos últimos dois dias na província de Sofala, contudo, as consequências das mesmas ainda se fazem sentir, com destaque para as regiões da zona norte, onde as águas de vários “braços” do grande Zambeze inundaram várias áreas e estão a dificultar a circulação rodoviária.

INGC diz que a situação está controlada e ainda não é alarmante

Na região centro de Sofala, devido às chuvas, no distrito de Nhamatanda, as águas do rio Metuchira galgaram a ponte com o mesmo nome e dificultam a transitabilidade. Para além de Nhamatanda, no distrito de Machanga, isto já na região sul de Sofala, a circulação também está a ser efectuada de forma condicionada, pois a ponte que liga a sede daquele distrito à estrada nacional número um está igualmente submersa.

Para além desta situação, os rios Ripembe e Múari também transbordaram, mas sem criar transtorno na circulação rodoviária, isto ao longo da EN1, entre a ponte Save e a região de Muxúnguè, a cerca de 300 quilómetros da cidade da Beira.

Chemba isolado

O posto administrativo de Chiramba, distrito de Chemba, província de Sofala, encontra-se, há sensivelmente quatro dias, isolado da respectiva sede distrital, na sequência da invasão das águas do rio Zambeze, que inundaram e fizeram transbordar o rio Mpompõe( um dos seus braços), impedindo a circulação de viaturas, pessoas e bens.

Ainda em Chemba e de acordo com o administrador local, Joaquim Arota, as águas do grande Zambeze estão a invadir alguns troços da estrada principal da vila sede, para além de ter invadido parte significa de campos de milho, localizados nas zonas baixas e que são dados como perdidos.

Para além de ter isolado Chiramba do resto do país, o rio Zambeze inundou a região de Mulima, impedindo a circulação entre o distrito de Chemba e Marínguè, norte de Sofala, há cerca de quatro dias.

Marromeu em alerta

O distrito de Marromeu, localizado igualmente a norte da província de Sofala, está em alerta máxima, pois a bacia do rio Zambeze, que passa por aquela região, está, desde a manhã de ontem, a cerca de um metro acima do nível de alerta.

Simões Zalambessa, administrador do distrito, garantiu à nossa reportagem que, apesar do rio Zambeze estar acima do nível de alerta, a situação não é ainda alarmante. “Estamos a monitorar a evolução das águas do rio Zambeze. estamos a usar a Rádio Comunitária local para sensibilizar a população que ainda se encontra nas zonas de risco, para a sua retirada”.

Erosão ameaça destruir casas em Namutequeliua

20 casas estão na iminência de ficarem destruídas em virtude da erosão que ameaça os residentes do quarteirão 4, na Unidade Comunal Marian Nguabi, concretamente no bairro de Namutequeliua, arredores da cidade de Nampula. A situação constitui um autêntico risco para a população local.

Erosão ameaça destruir casas em Namutequeliua

No ano passado, sete residências desabaram por causa da erosão que, a cada dia que passa, tira o sono aos moradores daquele quarteirão.

Anita Fernando, de 38 anos de idade, é chefe de família desde o ano de 2010, altura em que o seu marido faleceu. Ela é uma das vítimas da erosão que em 2012 desalojou sete famílias.

Perante os estragos causados por este fenómeno, os desafios de continuar a viver condignamente eram bastante complexos, uma vez que todos os bens foram destruídos, incluindo objectos de uso doméstico e produtos alimentares.

Os seus vizinhos mudaram-se para outros bairros, onde vivem em casas arrendadas. A erosão naquele bairro, que, paulatinamente, se agrava, surgiu em 2011.

Daí seguiram-se prejuízos enormes, como é o caso do desabamento de residências e infra-estruturas sociais. Além de destruir casas, soubemos que já arrastou, mais de duas vezes, a linha férrea dos Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM).

Mas desde essa altura nada é feito para rectificar os estragos agravados também pela chuva sempre que esta cai.

A direcção dos CFM em Nampula apenas se tem desdobrado em trabalhos de reabilitação, mas a intervenção não resolve o problema. A situação repete-se todos os anos.

Há vezes em que o comboio de cargas que faz o troço cidade de Nampula a Nacala-Porto fica impedido de chegar a algumas estações em Nampula devido à erosão.

Não existem informações sobre o descarrilamento de locomotivas, mas receia-se que um dia tal possa ocorrer caso o problema persista a avaliar pelos danos até aqui causados.

As autoridades comunitárias do quarteirão 4, na Unidade Comunal Marian Nguabi, mostram-se preocupadas.

O secretário do quarteirão 4, Aquimo Achamo, disse que por várias vezes reportou o problema à Direcção Social do Posto Administrativo de Muhala na expectativa de vê- -lo resolvido e ter algum apoio para as pessoas afectadas.

De acordo com nosso entrevistado, a população está a fazer um grande esforço para resolver o problema, mas faltam condições para enfrentá-lo. Para tapar as crateras existentes, usa-se lixo, uma medida que apenas minimiza a situação, mas no período chuvoso o drama é maior. A saúde pública fica em xeque.

Mais três raptores apresentados pela Polícia

Os três jovens são acusados de terem raptado quatro empresários moçambicanos de origem asiática. Da lista das vítimas consta o dono da padaria Lofões e o proprietário da Jomofi Construções.

Mais três raptores apresentados pela Polícia

A Polícia da República de Moçambique (PRM) apresentou, ontem, três indivíduos acusados de terem raptado quatro empresários moçambicanos de origem asiática. Dos raptados, constam o proprietário da padaria Lofões e o dono da Jomofi Construções. Os supostos raptores foram encontrados na posse de 52 mil dólares americanos e uma arma de fogo.

O acto da sua apresentação foi dirigido pelo porta-voz da polícia a nível do Comando-Geral, Pedro Cossa, e teve lugar no Comando da Cidade, onde os presumíveis criminosos se encontram detidos.

Além dos supostos criminosos, a polícia apresentou as casas onde os três jovens mantinham em cativeiro as suas vítimas. Uma delas está localizada no bairro 25 de Junho; a segunda está no bairro de Magoanine; e outra no Laulane, todas na cidade de Maputo.

A polícia diz que o dono da padaria Lofões, por exemplo, foi mantido em cativeiro em duas casas: primeiro, foi na de Laulane e, depois, na do bairro 25 de Junho.

Os indiciados negam, entretanto, o seu envolvimento no crime e trocam acusações. Um deles, identificado apenas pelo nome de Jafar, por sinal dono da casa de Magoanine, uma das que eram usadas como cativeiro das vítimas, diz que nem sabe porque está detido. Jafar atira a culpa a um dos seus comparsas que diz ser um dos clientes na sua oficina localizada na Matola Rio.

O acusado, por sua vez, aponta um dos membros do grupo como sendo o responsável pelo crime.

Embora os supostos malfeitores gozem do princípio de presunção de inocência, a polícia diz estar convencida do seu envolvimento no crime.

Os três jovens foram ainda encontrados na posse duma viatura de marca Toyota Land Cruiser V8, pertencente ao terceiro elemento do grupo que se diz ser um personal treiner.

Escolas em Maputo ainda não organizaram alunos nas turmas

Muitas escolas da cidade de Maputo e província ainda não divulgaram as listas de distribuição de alunos por turmas, apesar de o ano lectivo já ter oficialmente começado.

Escolas em Maputo ainda não organizaram alunos nas turmas

Esta situação está a prejudicar muitos alunos que se vêem privados de assistir às aulas, alegadamente porque não conhecem suas turmas. A mesma situação poderá comprometer o calendário académico para as referidas escolas.

Esta situação verifica-se nalgumas escolas secundárias da cidade de Maputo, nomeadamente Josina Machel, Francisco Manyanga, Lhanguene, e a nível de Maputo-província, nas escolas secundárias da Zona Verde, de Khongoloti e da Liberdade. Nossa fonte foi informada disso, mas há informações que dão conta da existência de muitas escolas, incluindo do ensino primário, que ainda não divulgaram as listas de distribuição de alunos por turmas.

A demora na divulgação das listas resulta do facto de muitas dessas escolas, sobretudo as secundárias, não terem conseguido matricular os alunos dentro do prazo determinado pelo Ministério da Educação, situação que os obrigou a ter que prorrogar unilateralmente o processo de matrículas. Esta situação acabou por suscitar uma sucessão de atrasos entre os quais no processo de divulgação das listas.

As direcções de algumas escolas secundárias onde ocorrem os casos de falta de divulgação de listas reconhecem a situação e prometem resolver até hoje este problema, para que na próxima segunda-feira os alunos possam assistir normalmente às aulas o que não poderá suceder enquanto não souberem em que turma serão colocados.

Orlando Dima, director da Escola Secundária Francisco Manyanga, reconheceu o problema e disse que o atraso deveu-se ao facto de muitos alunos não terem acorrido aos locais a tempo e horas.

Dima disse ainda que a maioria das listas já foram afixadas, sendo que a maioria dos alunos já estão a assistir às aulas. Em relação às restantes listas, ele disse que as mesmas listas serão afixadas ao longo da semana. Acrescentou que o problema será com aqueles alunos que ainda não conseguiram fazer matrículas porque de atrasaram a fazê-lo.

Segundo o seu director, a Escola Francisco Manyanga conseguiu matricular dentro do prazo cerca de 90 por cento dos alunos previstos, num universo de cerca de 2300 alunos, sendo que os restantes, devido ao atrasado, deverão esperar até que o Ministério da Educação se pronunciar sobre o assunto.

Gabriel Sopia, chefe da secretaria da Escola Secundária de Lhanguene, revelou que a maioria das listas que ainda não foram afixadas, são referentes aos alunos dos novos ingressos, sendo que a dos que vêm do ano anterior já estão afixados.

Sopia justifica que o atraso das listas dos novos ingressos resulta do facto de a maioria dos alunos não terem efetuado matrículas dentro do prazo previsto.

Refira-se que devido ao incumprimento de metas de alunas a matricular, muitas escolas foram obrigadas a prorrogar o processo de matrículas e consequentemente esta situação está a criar transtornos na afixação das listas dos alunos.

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