Um indivíduo que responde pelo nome de José António está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM) em Manica, acusado de abusar sexualmente e assassinar uma jovem de 33 anos de idade.
António citado pela nossa fonte, disse que “Eu ameacei a senhora e disse para me dar dinheiro, 350 meticais”, disse o indiciado e acrescentou que acabou arrancando o valor recorrendo à violência. Em seguida, ele tapou a boca e o nariz da jovem e abusou-a sexualmente. “Eu matei mesmo aquela senhora”.
Segundo a Polícia, a vítima e o homicida são vizinhos. Para aliciar a senhora, José convidou-a para supostamente acompanhá-lo a um lugar.
O corpo da malograda foi encontrado parcialmente enterrado ao lado de um forno destinado à queima de carvão. O cadáver apresentava sinais de estupro e outros maus-tratos.
O candidato à Casa Branca, Donald Trump, disse na quarta-feira (10), que o Presidente norte-americano, Barack Obama, é “o fundador” do grupo terrorista Estado Islâmico, ou Daesh.
Trump criticou a resposta de Obama ao terrorismo internacional e considerou que o Presidente é “o fundador” do Daesh e que Hillary Clinton, sua rival nas eleições presidenciais deste ano, é a “co-fundadora”.
“Ele é o fundador do ISIS”, disse Trump, usando uma das designações por que é conhecido o Daesh.
“E eu diria que a co-fundadora é Hillary Clinton”, acrescentou, durante um comício na Florida. Segundo Trump, o Estado Islâmico “respeita” Obama.
Trump é o candidato à Casa Branca do Partido Republicano e vai disputar a eleição com Hillary Clinton, candidata do Partido Democrata.
As eleições presidenciais norte-americanas serão em Novembro.
As eleições presidenciais na Zâmbia, que definem o chefe de Estado dos próximos cinco anos, serão disputadas hoje após, uma campanha presidencial marcada por actos de violência e intimidação.
Dentre os nove candidatos, destacam-se três. Pela Frente Patriótica (PF), o candidato é Edgar Lungu, 59, eleito presidente em Janeiro de 2015 para terminar o mandato de Michael Sata, falecido no cargo em Outubro de 2014, de uma doença não revelada.
O seu principal rival é Hakainde Hichilema, 54, do Partido da Unidade Para o Desenvolvimento Nacional (UPND), que tenta chegar à presidência pela pela quinta vez. A única mulher na disputa é Edith Nawakwi, do Fórum Pela Democracia e Desenvolvimento, que ficou em terceiro lugar nas eleições de Janeiro de 2015, por uma diferença de apenas 0,9 por cento.
A campanha eleitoral foi tensa devido a denúncias de actos de violência cometidos por partidários do presidente Edgar Lungu contra seguidores de Hichilema. Comícios da oposição foram cancelados pelas autoridades, e material publicitário dos demais candidatos foram removidos.
Além disso, conforme noticiou a nossa fonte, um dos principais jornais críticos ao governo foi fechado.
A votação também inclui referendos sobre questões como o banimento do casamento entre homossexuais e o direito ao aborto.
A Zâmbia é considerada uma das democracias mais estáveis do continente, tendo realizado eleições sem interrupção desde 1991, com alternância de poder. A disputa deste ano será a primeira na qual está prevista a possibilidade de uma segunda volta, caso o candidato mais votado não consiga ao menos 50 por cento dos votos.
Pouco mais de 3750 quilogramas de produtos diversos foram recolhidos no Maputo Shopping Centre, por estarem em condições inadequadas ao consumo humano.
Trata-se concretamente de bolachas, flocos, arroz, farinha, bacalhau, leite e respectivos derivados como iogurtes, queijo e manteiga, produtos considerados pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) como estando “avariados”, ou seja fora do prazo, sem rótulos de validade, deteriorados e/ou em mau estado de conservação.
Virgínia Muianga, porta-voz da INAE, disse que brigadas da instituição estão a trabalhar em todo o centro comercial, que tem quatro andares, e devem terminar as verificações hoje.
Acrescentou que os produtos já detectados foram incinerados ontem, mas a inspecção continua, podendo vir a recolher-se mais itens, cuja comercialização e consumo pode pôr em risco a saúde pública.
Fora os produtos inadequados ao consumo, os técnicos da INAE constataram que, no geral, as diversas lojas daquele que é um dos maiores centros comerciais da capital atropelam a lei no que tange à fixação de preços.
As brigadas estão também atentas a questões de higiene e legalidade dos operadores, pelo que se exige alvarás e cartões de importadores aos que trazem artigos de fora do país, segundo a explicação de Virgínia Muianga.
É expectativa da INAE que, doravante, as lojas do centro comercial mudem de postura quanto aos aspectos incorrectos que estão a ser detectados e que mesmo os estabelecimentos como salões de beleza indiquem os preços dos seus serviços de forma bem visível.
O Maputo Shopping Centre é composto por restaurantes, bares, cafés, mercearia, lavandaria, lojas de roupa e de electrodomésticos, livraria, farmácia, cinema, ginásios, “car-wash”, entre outros.
Questionada sobre as implicações legais das violações detectadas, a fonte disse ser prematuro avançar qualquer medida, uma vez que o trabalho está ainda em curso e que alguns casos terão que ser devidamente analisados antes de se emitir qualquer juízo.
De salientar que os proprietários do centro comercial prometeram contactar o nosso Jornal na sequência da notícia da venda de bolachas infestadas por insectos no Hiper Maputo, a principal mercearia do espaço.
Um cidadão cuja identidade não apurámos, com menos de 30 anos de idade, precipitou-se de um prédio, no bairro de Chaimite, na cidade da Beira, província de Sofala, e morreu no local.
Não se sabe o que é que levou o indivíduo a atirar-se do nono andar. Segundo apurámos, o malogrado frequentava o edifício constantemente, garantia a limpeza do mesmo e vigiava alguns apartamentos.
Entretanto, poucas pessoas conhecem a casa do finado. Algumas pessoas chamavam-no de Tony e alegam que não tinha lugar fixo de residência.
O líder da Renamo Afonso Dhlakama, enviou uma carta ao Presidente Filipe Nyusi, respondendo à exigência do Governo de cessação imediata das confrontações militares, informou fonte do maior partido de oposição.
Falando à imprensa momentos após uma reunião da Renamo com os mediadores internacionais das negociações de paz, o chefe da delegação do maior partido de oposição, José Manteigas, disse que está à espera de uma resposta do chefe de Estado moçambicano, escusando-se de avançar pormenores sobre o conteúdo da carta.
“Neste momento, o que podemos dizer é que nós estamos à espera da resposta do Presidente da República sobre o documento que enviámos“, afirmou José Manteigas.
As autoridades moçambicanas acusam a Renamo de uma série de ataques nas últimas semanas em localidades do centro e norte de Moçambique, atingindo postos policiais e também assaltos a instalações civis, como centros de saúde ou alvos económicos, como comboios da mineira brasileira Vale.
A Renamo acusa por sua vez as forças governamentais de bombardeamentos na serra da Gorongosa, onde se presume que se encontre o líder da oposição, Afonso Dhlakama.
A cessação imediata das hostilidades é um dos quatro pontos de agenda em discussão entre Governo e Renamo, que retomaram na segunda-feira as negociações de paz, após uma interrupção ocorrida a 27 de Julho.
A primeira fase das conversações tem sido, porém, dominada pela exigência da Renamo em governar nas seis províncias do centro e norte do país onde reivindica vitória nas eleições gerais de 2014.
José Manteigas disse que o seu partido reiterou hoje aquela exigência, considerando que esse ponto é “muito sensível”.
O representante da Renamo disse que a exigência do maior partido da oposição ainda está em debate e os mediadores estão a analisar as posições das duas partes para uma posterior reunião da comissão mista.
As negociações de paz em Moçambique foram suspensas a 27 de julho e os mediadores internacionais deixaram uma proposta a ser analisada pelas delegações do Governo e da Renamo, cujo conteúdo não foi revelado
Na terça-feira, um dia após a retomada das negociações, os mediadores internacionais reuniram-se à porta fechada.
Falando aos jornalistas, à margem do encontro, Angelo Romano, da Comunidade de Santo Egídio, um dos mediadores indicados pela União Europeia (UE), disse que se tratou de “uma reunião interna”, sem avançar pormenores sobre a agenda em debate.
As conversações estão focadas no primeiro ponto da agenda, sobre a exigência do principal partido de oposição de governar nas seis províncias onde reivindica vitória nas eleições gerais de 2014.
Além da exigência da Renamo em governar em seis províncias e a cessação imediata dos confrontos, a agenda de negociações integra a despartidarização das Forças de Defesa e Segurança, incluindo na polícia e nos serviços de informação, e o desarmamento do braço armado do maior partido de oposição e sua reintegração na vida civil.
A região centro de Moçambique tem sido atingida por episódios de confrontos entre o braço armado da Renamo e as Forças de Defesa e Segurança, além de denúncias mútuas de raptos e assassínios de dirigentes políticos das duas partes.
O Presidente da República tem feito apelos sucessivos à paragem dos ataques da Renamo, mas Afonso Dhlakama condiciona um cessar-fogo à interrupção de alegadas investidas das Forças de Defesa e Segurança na Gorongosa.
A delegação da Renamo na comissão mista de preparação do encontro entre o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, e o líder do principal partido da oposição, Afonso Dhlakama, não compareceu na tarde de ontem ao encontro que estava previsto com os mediadores do diálogo político para a paz.
Pelo menos até ao fecho da presente edição, eram desconhecidas as razões da ausência da delegação da Renamo. O encontro estava previsto para as 16 horas de ontem e o Padre Ângelo Romano, que integra a equipa dos mediadores, disse a jornalistas que a qualquer momento se aguardava a comparência da Renamo para a entrega do documento contendo a sua fundamentação relativamente à exigência de governar as seis províncias do país onde diz ter ganho nas eleições gerais de 2014.
Segundo Ângelo Romano, logo que a Renamo procedesse à entrega do documento em causa, os mediadores teriam um encontro de concertação entre si e que a auscultação à delegação deste partido sobre os fundamentos nele arrolados estaria marcada para a manhã de hoje.
Na manhã de ontem, a equipa indicada pelo Presidente da República para a comissão mista defendeu junto dos mediadores os argumentos contidos na sua proposta para se ultrapassar as diferenças de posições quanto à governação pela Renamo das seis províncias. À saída do encontro, tanto os mediadores como a delegação governamental não falaram à comunicação social.
A proposta do Governo contém “fundamentação adequada”, tanto para a sua posição em relação ao assunto “governação das seis províncias”, como para os restantes três pontos que constituem a agenda acordada para o encontro entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama.
Um dos argumentos do Executivo é que, efectivamente, a Renamo não ganhou nas seis províncias como alega, a exemplo de Nampula.
O Governo sustenta ainda que o processo de descentralização poderá ser aprofundado, visando a acomodação da eleição directa ou indicação de governadores provinciais. Entretanto, segundo defende, este exercício implicaria a alteração de alguns comandos da Constituição da República, da lei dos órgãos locais do Estado, da lei de organização e funcionamento da Administração Pública, da lei das finanças provinciais, entre outras.
Este processo seria levado a cabo até às próximas eleições e a sua implementação no próximo mandato.
No que diz respeito à cessação de hostilidades militares, sabe-se que a Renamo impõe como condição a retirada das Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Gorongosa, onde se encontra o seu líder.
O ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, pediu ao presidente americano, Barack Obama, a devolução de US$ 2 bilhões em fundos congelados nos Estados Unidos em uma carta publicada na segunda-feira (08).
Ahmedinejad disse que, apesar das promessas do presidente americano para melhorar os laços com o Irã, “prosseguiu com as mesmas políticas hostis e o mesmo tom de inimizade”.
O ex-presidente fez referência aos US$ 2 bilhões que a Suprema Corte dos EUA decidiu deduzir no fim de Abril dos fundos iranianos congelados no país para compensar as milhares de vítimas e familiares americanos de atentados fomentados ou apoiados pelo Irã.
Teerã recorreu desta decisão ante a Corte Internacional de Justiça.
“Aconselho-o ardorosamente a não deixar que esta histórica difamação e amargo incidente levem o selo de seu nome”, escreveu Ahmadinejad.
A carta coincide com os rumores de que o controverso ex-presidente, que dirigiu o país entre 2005 e 2013, estaria trabalhando para se apresentar às eleições presidenciais do próximo ano no Irã.
Nas últimas semanas, ele protagonizou múltiplas aparições públicas, embora ainda não tenha anunciado formalmente se pensa em se apresentar a um novo mandato.
O governo de Inhambane ordenou, o encerramento do Instituto Politécnico de Saúde, que funcionava, na cidade da Maxixe, sem autorização.
O secretário permanente do governo de Inhambane, Ricardo Nhacoongue, disse que para reiniciar as actividades, aquela instituição de ensino deve reunir os requisitos exigidos.
O Instituto Politécnico de Saúde da Maxixe que funcionava desde o início deste ano nas instalações da Wenela, lecciona os cursos de Enfermagem Geral, Nutrição, Saúde Materno Infantil e Medicina Preventiva.
Dois membros de uma quadrilha de assaltantes a mão armada foram linchados por populares no distrito de Nacala-Porto, na província de Nampula, norte de Moçambique.
Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM) o incidente ocorreu semana passada quando a população local decidiu invadir a casa onde os supostos malfeitores se encontravam refugiados, que não conseguiram escapar da fúria da multidão.
Eles faziam parte de uma quadrilha que a polícia está no encalço desde há muito tempo e dedicam-se ao roubo de motorizadas, assalto a estabelecimentos comerciais e residências com recurso a armas de fogo, explicou o porta-voz da PRM em Nampula, Zacarias Nacute, durante o briefing à imprensa sobre as principais ocorrências da semana passada.
Nacute deplorou a atitude dos populares, que decidiram fazer justiça com suas próprias mãos, e advertiu que os mentores poderão responder pelos seus actos.
No mesmo dia, a PRM recuperou uma arma de fogo nas mãos de um suposto criminoso, que foi abatido quando tentava fugir.
A polícia surpreendeu o individuo durante a sua acção criminosa. Ele quis empreender uma fuga, o que obrigou nosso agente disparar contra ele e veio perder a vida a caminho do hospital, explicou o porta-voz.
A polícia também reportou a ocorrência de um homicídio, perpetrado por uma quadrilha de quatro indivíduos, registado num estabelecimento comercial no bairro de Carupeia na cidade de Nampula.
Quando chegaram no local fizeram-se passar por clientes. E no acto de atendimento ameaçaram a proprietária, e depois saquearam 350 mil meticais da caixa, assim como apoderaram-se do telefone celular dela, disse a fonte.
Asseverou que a PRM já está a trabalhar para neutralizar os criminosos.
Durante o período em revista destaca-se ainda a morte de pelo menos uma pessoa e outra desaparecida na sequência de naufrágio de um pequeno barco de pesca, com três pessoas a bordo, ocorrido em Mucoroge, no distrito costeiro de Moma.
Suspeita-se que o mau tempo que se fazia sentir na região esteve na origem do naufrágio.
As autoridades continuam a conduzir operações de busca para tentar localizar o pescador desaparecido, disse o porta-voz.
No mesmo período, foram reportados dois afogamentos, o primeiro numa represa no bairro de Muahivire e o segundo no rio Mutomonte, ambos na cidade de Nampula.
Em relação a sinistralidade, foram registados quatro acidentes de viação do tipo atropelamento, registados na cidade de Nampula e distrito de Ribaué, que resultaram em cinco óbitos e dois feridos graves.
Quatro indivíduos, dois dos quais a monte roubaram com recurso a uma arma de fogo, quatro viaturas no banco de sangue no Hospital Geral de Mavalane, em Maputo.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) conseguiu recuperar três das quatro viaturas estando neste momento a trabalhar no sentido recuperar a outra.
Trata-se de uma viatura toyota IST com chapa de inscrição AEV 356 MC, toyota Vitz ABD 139 MP e um Noah com matrícula ADI 653 MP.
Setenta e nove milhões e trinta mil meticais foram desviados dos cofres do Estado, nos últimos seis meses, em vários esquemas de corrupção, informou, o Gabinete Central de Combate à Corrupção.
Do valor, apenas 14 milhões de meticais foram recuperados, num universo de 52 casos de desvio de fundos registados no período. Os restantes 65 milhões desapareceram e há pouca esperança de recuperação do montante.
O Gabinete de Combate à Corrupção não entende como o e-Sistafe (sistema informático usado para o pagamento de despesas do Estado) pode estar a ser usado para o desvio de dinheiro sem que os gestores públicos tenham conhecimento.
“Esses casos chamam-nos atenção e já aconselhámos o Ministério das Finanças, para que possa aprimorar os seus mecanismos de controlo interno. O e-Sistafe é operado por vários funcionários, cada um com as suas funções, e não se entende como fraudes acontecem sem que os gestores se dêem conta”, deplorou Eduardo Sumana, acrescentando que, em alguns casos, as entidades lesadas foram atempadamente informadas sobre as irregularidades.
Refira-se que os 79.030 milhões de meticais desviados seriam suficientes para construir dois postos de saúde, bastante necessários nas zonas recônditas do país.
O judoca Marlon Acácio e o nadador Igor Mogne estrearam-se nos Jogos Olímpicos que decorrem na cidade brasileira do Rio de Janeiro, nesta terça-feira(09), e em 3 minutos despediram-se da mais importante competição desportiva do planeta.
Durou menos de 2 minutos o combate de Marlon contra o brasileiro Victor Penalber na primeira ronda da categoria até 81kg.
Penalber, número 12 do ranking mundial, aplicou um golpe e conseguiu um wazari. Antes que o moçambicano, número 77 do ranking, pudesse respirar o brasileiro segurou-o tatame e o árbitro iniciou a contagem. Marlon Acácio só se levantou já derrotado.
Igor vence eliminatória mas não se qualifica
Ainda no início da tarde desta terça-feira Igor Mogne nadou e venceu a 2ª eliminatória da primeira ronda dos 100 metros livres, todavia os 50 segundos e 65 décimos foram insuficientes para garantir o apuramento para as meias-finais.
O moçambicano de 20 anos de idade fez o 45º tempo, entre 59 nadadores que disputaram a eliminatória, acima da sua melhor marca na especialidade e muito longe dos 47 segundos e 90 décimos do melhor tempo de qualificação que foi obtido pelo australiano Kyle Chalmers de 18 anos de idade.
Estes dois desaires para o nosso País juntam-se a eliminação da nadadora Jannah Sonnenschein que no sábado foi sétima classificada na 2ª eliminatória dos 100 metros mariposa.
Restam ainda três representantes de Moçambique na Olimpíada do Rio de Janeiro os canoístas Joaquim Lobo (vai competir nas provas de Canoa individual 200m no dia 17 e de Canoa dupla 1.000m no dia 19) e Mussá Chamaune (vai disputar as provas de Canoa individual 1.000m no dia 15 e de Canoa dupla 1.000m no dia 19) e o corredor Kurt Couto (vai disputar os 400 metros barreira no dia 14).
Os senadores brasileiros decidiram hoje, por 59 votos contra 21, levar a Presidente com mandato suspenso, Dilma Rousseff, a julgamento, num processo que poderá afastá-la definitivamente da Presidência do Brasil.
A maioria dos senadores seguiu o parecer do relator António Anastasia, do Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB), favorável à continuidade do processo e cujo relatório tinha antes sido aprovado pela comissão especial do ‘impeachment’ (destituição) de Dilma Rousseff na quinta-feira.
Dilma Rousseff é acusada de ter cometido crime de responsabilidade ao praticar manobras fiscais com a intenção de melhorar as contas públicas e assinar decretos a autorizar despesas que não estavam previstas no orçamento.
A polícia apresentou o ponto de situação da criminalidade na capital do país, durante a semana passada. Um dos casos mais relevantes é o de um grupo de sete homens que roubou seis viaturas num parque, na Cidade de Maputo.
A polícia já conseguiu recuperar metade dos carros e parte dos criminosos estão detidos na 12ª esquadra. Na mesma ocasião, foi apreendida uma arma de fogo usada pelo grupo durante o assalto.
“A maior parte dos meliantes são trabalhadores da empresa de segurança do parque. Boa parte deles já foi detida, mas dois ainda estão a monte”, disse o porta-voz da polícia na Cidade de Maputo, Orlando Mudumane.
Os indiciados que negam as acusações que pesam sobre eles, também são acusados de ter vendido uma viatura que tinha um número não especificado de tintas de impressora.
Matchedje de Chimoio, venceu sábado último por duas bolas a uma, ao 16 Cracks também de Chimoio e alcança a primeira vitória, no Campeonato Provincial de Futebol em Manica, passadas treze jornadas.
Numa partida caracterizada por equilíbrio absoluto, os militares entram a marcar no primeiro minuto, por intermédio de Julinho, num pontapé de canto e a bola foi direitinho para dentro da baliza, a guarda de Ramos.
Ao meio da segunda parte, Conai recebe a bola do seu colega da direita e atira forte para o ângulo superior esquerdo da baliza protegida por Ramos, que não teve hipóteses de defesa e estava feito o segundo golo, a favor dos militares.
O golo dos talentosos, foi obtido na transformação de grande penalidade, que deixou dúvidas aos assistentes, por intermédio de Mussa.
No fim da partida, Castelo António, treinador dos 16 Cracks disse, que a falta de atenção da sua rapaziada, ditou na derrota.
Já António Ndevo, timoneiro militar, era um homem feliz com a primeira vitória e avançou que objectivo segundo a qual preparou para a partida, foi concretizado.
Outras partidas a contar para a jornada treze do Campeonato Provincial de Futebol em Manica, forneceram o seguinte quadro de resultados; Pipeline da Maforga recebeu e venceu o Textáfrica de Chimoio, por duas bolas a zero, UP um Atlético de Gondola zero, Desportivo de Manica perdeu na recepção ao Agua Vumba, a tangente um zero, Sussundenga Futebol Clube um, Desportivo de Chibata zero.
Os prisioneiros no distrito de Chókwè, província de Gaza, sul de Moçambique, são forçados a percorrer vários quilómetros à pé até a cadeia distrital de Guijá, onde vão cumprir as suas penas, devido a falta de meios de transporte.
O facto foi revelad, sexta-feira, pelo procurador distrital de Chókwè, Hélio Mugabe, explicando que, além da caminhada, outros condenados chegam ao estabelecimento penitenciário na boleia de singulares.
Aliás, um comunicado de imprensa da Assembleia da República (AR), o parlamento moçambicano, recebido hoje na Redacção da AIM refere que a Procuradoria Distrital funciona apenas com um oficial de diligências, bem como poucos agentes da Polícia de Investigação Criminal (PIC) para instruir processos.
A Procuradoria do Distrito de Chókwè, além de não possuir um edifício próprio, não possui nenhuma cadeia. Os detidos e condenados no distrito são encaminhados à cadeia distrital de Guijá, diz o comunicado, citando Mugabe.
Segundo o informe apresentado por Mugabe aos deputados da Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade (CACDHL) da AR, a penitenciária de Guijá alberga reclusos de quatro distritos da província, o que provoca uma superlotação.
Por seu turno, o juiz presidente do Tribunal Judicial de Chókwè, Justino Bungane, revelou, durante um encontro com os parlamentares, que uma das causas da superlotação das cadeias é a dificuldade que os condenados enfrentam em converter as penas de prisão em multas à uma taxa mínima de cinco porcento do salário mínimo do país, actualmente fixado em 2.500 meticais.
Bungane apelou aos deputados para que tomem em consideração este aspecto durante a revisão do Código do Processo Penal, actualmente em curso, pois muitos cidadãos não conseguem pagar esta taxa. Por isso, são recolhidos às cadeias, facto que contribui para a superlotação das mesmas.
A visita dos parlamentares é parte integrante dos trabalhos de fiscalização das actividades do Governo.
A Polícia de São Paulo, no Brasil, foi surpreendida este domingo pelo passageiro inesperado que se escondia no carro de um grupo de criminosos. Depois de uma perseguição automóvel precedida de um assalto a um supermercado, a polícia acabou por descobrir um menino de dois anos, levado pelos pais para o assalto.
O insólito caso aconteceu na noite deste domingo no Jardim Palmares, bairro no extremo sul da capital paulista. Os pais da criança, que já têm cadastro policial, foram os responsáveis pelo carro usado no roubo ao estabelecimento.
Dois cúmplices entraram no supermercado, fizeram os funcionários e clientes reféns, intimidaram todos dando tiros para o ar e fugiram com o equivalente a 371 euros. O casal ficou no veículo, pronto para fugir a alta velocidade assim que os cúmplices voltassem, tendo a mulher ficado com o filho ao colo.
Cercados pouco depois na Avenida Nossa Senhora do Sabará, os assaltantes renderam-se sem oferecer resistência. A polícia ficou incrédula e chocada com a presença do bebé, entregue horas depois pela justiça ao avô paterno. O casal alegou não ter onde deixar a criança, levando-a para uma situação onde poderia ter havido troca de tiros, habitual em perseguições.
O partido de Madiba perdeu as eleições municipais nas principais cidades da terra do rand. Ontem foram anunciados os resultados das eleições municipais mais “aguerridas” da África do Sul e os resultados não fogem muito das projecções e dos resultados preliminares.
A maior novidade está na disposição do número de assentos conquistados pela Aliança Democrática, um partido que surpreendeu nestas eleições e corroeu as forças do ANC. Em sete das oito principais cidades sul-africanas, a Aliança Democrática (DA) conseguiu conquistar um número global de 1723 assentos, contra os 5.080 do Congresso Nacional Africano (ANC).
No tocante a conquistas territoriais, dos 213 municípios disputados, o ANC venceu em 161 municípios, enquanto que a Aliança Democrática garantiu sua gestão em 19 municípios:
Partidos têm 20 dias para formar coligação
Os partidos políticos nos municípios metropolitanos e autarquias na Africa do Sul, onde nenhum partido conseguiu ultrapassar a marca de 50% nas eleições autárquicas de Quarta-feira, têm um prazo de duas semanas para formar uma coligação sob pena de verem a sua autoridade assumida pelo governo provincial ou nacional.
Por isso, o ministro para governação cooperativa e assuntos tradicionais Rooyen, advertiu, Sábado, os partidos políticos para que comecem a trabalhar no sentido de estabelecerem rapidamente um governo municipal.
Existem quatro municípios metropolitanos onde nenhum partido conseguiu atingir a maioria simples, nomeadamente Joanesburgo, Tshwane e Ekurhuleni de East Rand, na província de Gauteng, e Nelson Mandela Bay, na província de Eastern Cape.
Existem mais uma dúzia de autarquias, na mesma situação, e que também têm 12 dias para formar uma coligação.
A legislação vigente exige que todos os municípios reúnam-se para eleger um presidente, vice-presidente e presidente da assembleia municipal até às 18h de 20 de Agosto corrente.
Van Rooyen explicou que a Constituição sul-africana contém uma provisão que prevê a intervenção dos governos provinciais e nacionais nos municípios não-funcionais.
No Domingo, a liderança do ANC em Gauteng reuniu-se para decidir sobre medidas que deverá tomar depois que o partido perdeu a maioria em três municípios metropolitanos.
Em Joanesburgo, o ANC conquistou apenas 121 dos 136 assentos necessários para obter a maioria. A Aliança Democrática (DA), o maior partido da oposição conquistou 104 assentos, enquanto o Combatentes para Liberdade Económica (EFF), o segundo maior partido da oposição, assegurou 30 assentos.
O cenário repete-se em Tshwane e Ekurhuleni, onde nem o ANC ou a DA conseguiu a maioria necessária para governar sozinho. Por isso, ambos são obrigados a formar coligações se quiserem governar aqueles municípios.
A grande incógnita é o EFF, de Julius Malema, cujo papel poderá ser determinante na eleição da cúpula nos municípios onde o ANC ou a DA conseguiram conquistar a maioria simples.
Por um lado, Malema afirma que o ANC precisa ser penalizado e, por outro, acusa a DA de continuar a proteger os capitais dos brancos.
Refira-se que o ANC viveu Sábado um revés histórico nas eleições municipais ao perder na capital, Pretória, frente a DA.
O partido também registou um recuo histórico nas restantes regiões do país, perdendo a maioria que detinha nas cidades mais importantes.
Aliás, esta é a primeira vez que o ANC conquista um número tão baixo de votos (53,9 por cento) desde a sua ascensão ao poder, após a queda do regime do apartheid e o advento da democracia em 1994.
Noventa e um tractores de um total de quinhentos a serem adquiridos pelo governo moçambicano no âmbito da mecanização agrícola, já se encontram nos centros de prestação de serviços agrários da região centro do país.
O equipamento foi adquirido pelo Fundo de Desenvolvimento Agrário, orçado em cerca de noventa e sete milhões de dólares norte-americano e será alocado as províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia na região centro do país, num programa de âmbito nacional.
O delegado da região centro do fundo de desenvolvimento agrário, Alcides Nhamatate, disse que os equipamentos agrícolas vão permitir o aumento da produção e da produtividade agrícola aos camponeses da região.
Entretanto, vinte e três gestores de prestação de serviços agrário na região centro, beneficiaram no entanto de uma capacitação para o uso racional das máquinas.
José Massola e André Simango, gestores dos distritos de Buzi em Sofala e Gondola na província de Manica, disseram que os conteúdos transmitidos vão permitir o aumento dos seus rendimentos e transmitir aos demais.
De referir que a capacitação dos gestores de prestação de serviços agrário na região centro do país, teve a duração de quatro dias.
Apenas três dias após a cerimónia oficial de entrega de 190 novos autocarros para a Área Metropolitana de Maputo, surgiram preocupações acerca do estado...
As basquetebolistas moçambicanas Chanaya Pinto e Célia Sumbane, que vestem as cores da equipa Quinta dos Lombos, alcançaram a posição de vice-campeãs da I...