Um avião, proveniente de Daca, que se despenhou num aeroporto no Nepal, causou 50 mortos, noticia a Reuters. Problemas de comunicação entre a torre de controlo e os pilotos terão estado na origem do acidente.
Pelo menos 50 pessoas morreram depois um um avião da companhia aérea US-Bangla se ter despenhado no aeroporto de Katmandu, no Nepal, segundo a Reuters, que cita fonte militar.
No avião, estavam 67 passageiros e quatro tripulantes. Após o acidente, 17 pessoas foram levadas para os hospitais mais próximos, tendo algumas acabado por morrer.
As equipas médicas e os bombeiros estão no local, a vasculhar os destroços à procura de sobreviventes.
O avião descolou de Daca, no Bangladesh, e quando estava a aterrar no aeroporto e de Katmandu incendiou-se, acabando por cair. Uma investigação preliminar à queda do avião avança que na origem do acidente estará um problema de comunicação entre a torre de controlo e os pilotos.
As equipas de resgate chegaram ao local em que despenhou a aeronave, que em grande parte ficou reduzida a cinzas e de ferro retorcido pelo fogo, conseguindo resgatar pelo menos trinta dos ocupantes do aparelho.
O director do aeroporto internacional Tribhuvan, Raj Kumar Chhetri, confirmou à EFE que pelo menos nove dos resgatados faleceram no hospital.
As autoridades nepalesas ainda não informaram sobre as possíveis causas do acidente.
O tráfego aéreo no aeroporto, que havia sido interrompido, já foi reaberto.
Os passageiros eram na sua maioria nepaleses e bangalis, mas as agências de notícias ainda estão a dar informações desencontradas sobre as nacionalidades.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) está a preparar um estudo que vai abordar a falência de empresas no país e pretende estudar com as autoridades a criação de apoios à recuperação do sector privado.
“Nós estamos agora a terminar o estudo e queremos lançar o número no mercado, não para criar pânico, mas para encontrar soluções”, referiu Agostinho Vuma aos jornalistas, à margem da XV Conferência Anual do Sector Privado (CASP), em Maputo.
O líder da CTA falava depois de ter feito um discurso em que alertou o Governo e o banco central para a situação de “sufoco” e “falência em massa” de empresas no país.
Questionado pela Lusa sobre quantas seriam essas empresas, Vuma remeteu para um trabalho de pesquisa que começou em 2017 com o objectivo de apurar a dívida do Estado para com o sector privado.
“Começámos a liderar, com uma empresa de consultoria, um levantamento de informação que vai permitir actualizar essa informação e, por outro lado, quantificar o número de empresas [que estão] a encerrar”, referiu.
O presidente da CTA acredita que muitas “estão ainda a fazer uma gestão” de situações de negócio difíceis, razão pela qual “consideram que partilhar essa informação com o público pode ser prejudicial”.
Agostinho Vuma considera que o importante é resolver os problemas e descobrir qual o “programa de recuperação em termos de incentivos que o Governo poderá oferecer”, concluiu.
Ledrika Ford, de 27 anos, foi detida, depois de o seu filho, de apenas nove meses, ter sido apanhado a gatinhar sozinho na rua, em Utica. Nova Iorque.
A mulher foi detida depois de desconhecidos terem filmado o momento em que encontraram uma criança a gatinhar sozinha na rua. No vídeo, ouve-se depois a mulher a gritar: ‘É o meu bebé!’.
Ao tomar conhecimento do mesmo, a polícia decidiu investigar, tendo chegado ao contacto com a mulher que disse não saber como é que a criança fugiu sozinha.
Segundo a progenitora, a criança seguia no banco traseiro da viatura que Ledrika conduzia. Quando se deu conta, a criança já não estava no mesmo local.
Segundo o New York Daily News, o bebé foi levado para o hospital para avaliação e a mulher detida.
O vídeo foi partilhado na internet e tornou-se viral.
Na presença de autoridades de toda a América Latina, o empresário Sebastián Piñera, de 68 anos, assume a presidência do Chile no domingo (11), no mandato que vai até 2022.
Ele venceu as eleições presidenciais em Dezembro do ano passado, no segundo turno, e agora substitui a socialista Michelle Bachelet.
Piñera já foi presidente entre 2010 e 2014. Com seu retorno, encerram-se os 20 anos de governos de centro-esquerda no país, já que possui um direccionamento mais conservador. Durante a campanha eleitoral do ano passado, o empresário prometeu trazer “eficiência na gestão”, “uma reforma económica”, além de afirmar que irá “posicionar o Chile no caminho do crescimento e do progresso”, discurso, aliás, bastante semelhante ao que usou para vencer as eleições de 2009.
Apesar disso, o presidente chileno promete “ser bastante diferente do que no primeiro mandato”, sendo agora “mais experiente e sossegado”.
A cerimónia de posse neste domingo é realizada na cidade de Valparaíso e conta com a presença dos chefes de Estado de toda a América Latina, entre eles o presidente do Brasil, Michel Temer, e o chanceler brasileiro Aloysio Nunes.
Centenas de pessoas tiveram dificuldades de fazer a travessia entre Maputo e Ka Tembe. Um cenário que se repete, muitas vezes, já que, há cerca de seis meses, que os trabalhadores queixam-se de atrasos no pagamento de salários.
O facto é que os trabalhadores voltaram a paralisar actividades, impedindo a circulação da principal embarcação denominada Mpfumo, em protesto contra a demora no pagamento de salário de seis meses, bónus e revisão dos honorários.
A situação deixou vários passageiros agastados, na medida em que as suas agendas ficaram comprometidas.
Horas depois da paralisação, o Secretário Permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações tentou convencer os trabalhadores a voltarem as suas actividades, alegando que o pagamento seria para breve ou seja assim que o funcionário responsável pelo processo voltar da China, país onde está a trabalho.
A justificação não agradou os grevistas que prometeram continuar com a paralisação da embarcação que está sob gestão da empresa Transmarítima.
A Inspecção Nacional das Actividades Económicas de Moçambique (INAE) apreendeu, na última semana, 55 toneladas de derivados de carne suspeitos de contaminação com listeriose, disse na segunda-feira à Lusa fonte da instituição.
As autoridades de saúde moçambicanas recomendaram no dia 5 a eliminação de carnes processadas como salsichas e outros enchidos provenientes de fábricas na África do Sul das marcas Enterprise e Rainbow Chicken Limited, na sequência do surto de listeriose naquele país.
Em comunicado, o Governo moçambicano referiu que a bactéria tinha sido identificada e isolada nas carnes oriundas daquelas unidades de produção.
Segundo fonte da INAE, das 55 toneladas, cinco foram apreendidas em supermercados das cidades de Maputo e Matola e as restantes são oriundas do resto do país.
O processo de apreensão continua e os produtos, que estão a ser armazenados em locais isolados, serão incinerados numa data a anunciar.
A listeriose é particularmente perigosa para grupos de alto risco como mulheres grávidas, bebés, idosos com mais de 65 anos e doentes crónicos com o sistema imunitário fraco. Na África do Sul, o surto de Listeriose já matou 180 pessoas.
Um passageiro bêbado foi preso após atacar de forma violenta um motorista de ônibus. De acordo com o portal britânico Daily Mail, a vítima teve o rosto mordido e recebeu tapas após pedir ao homem para pagar a tarifa do transporte. O caso aconteceu na última quarta-feira (07) na província de Shaanxi, na China.
“Três homens estavam embarcando no ônibus quando eu parei no portão norte de Xingqinggong Park às três horas da tarde. Eles entraram sem passar seus cartões na catraca”, explicou Zhang, o motorista que sofreu o ataque. Ele parou no próximo ponto e lembrou os passageiros de pagar a passagem, quando neste momento, começou a ser agredido.
Um dos homens começou a gritar e a bater no motorista, o que é possível ver nas imagens gravadas pelo circuito de segurança interno do veículo, que também mostram que o condutor não revidou aos ataques. Outro passageiro também ficou ferido ao tentar apartar a situação.
O agressor e um de seus amigos foram presos, enquanto o terceiro envolvido fugiu do local assim que a polícia chegou. Zhang, que ficou com graves ferimentos no rosto, foi levado ao hospital mais próximo, onde continua sob observação. O caso está sendo investigado.
Vários partidos da oposição da RDCongo formaram na África do Sul uma coligação e escolheram Moise Katumbi como candidato comum para concorrer contra o Presidente Joseph Kabila nas sucessivamente adiadas eleições presidenciais congolesas, marcadas agora para Dezembro.
Reunidos num complexo hoteleiro em Muldersdrift, nos arredores de Joanesburgo, os delegados decidiram avançar com a candidatura de Katumbi, obrigado a deixar o país em 2016 devido a problemas de ordem judicial, que o próprio disse terem sido “inventados” por Kabila para o impedir de lutar politicamente contra o regime.
Segundo a imprensa local, citada pela agência Associated Press (AP), Katumbi defendeu que a República Democrática do Congo (RDCongo), liderado pelo clã Kabila desde 1997 (Laurent-Desiré Kabila, pai, 1997/2001, e Joseph Kabila, desde 2001), deve organizar eleições “transparentes e credíveis” e para evitar que Kabila entre na corrida a um terceiro mandato, a que está constitucionalmente impedido.
Apesar de ser um dos mais proeminentes líderes da oposição no antigo Zaire — país que, até 1997, foi liderado pelo ditador Mobutu Sese Seko, Katumbi conta com as “grandes preocupações locais” quanto à possibilidade de poder regressar à RDCongo para iniciar a campanha eleitoral.
Em 2016, Katumbi foi condenado à revelia a três anos de prisão sob a alegação de fraude no sector imobiliário, tendo Kabila insistido na ideia de que o agora candidato presidencial deve ser detido e cumprir a pena.
A oposição acusa o Governo de atrasar propositadamente as eleições presidenciais para manter Kabila no poder, embora o regime o negue, argumentando ser necessário mais tempo para as organizar.
As eleições presidenciais na RDCongo deveriam ter-se realizado inicialmente em Dezembro de 2016, mas, depois de um acordo entre Governo e oposição, decidiu-se adiá-las por 12 meses, para Dezembro de 2017.
Kabila acabou por adiar unilateralmente a data das eleições, que foram agora marcadas para 23 de Dezembro deste ano, o que desencadeou viva contestação política e social.
Na semana passada, o Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou a violência no país, de cerca de 80 milhões de habitantes.
A violência provocou mais de 4,5 milhões de deslocados e centenas de milhar de refugiados em países vizinhos, havendo mais de dois milhões de crianças subnutridas e em perigo de vida, segundo dados da ONU.
Uma mulher de nacionalidade liberiana encontra-se detida, desde a semana finda, em Maputo, acusada de tráfico de drogas cujo tipo ainda não foi apurado pela Polícia, mas acredita que se tratar de estupefaciente pesado.
À semelhança das declarações do vietnamita detido semana passada, no mesmo aeroporto, na posse de pouco mais de sete quilogramas de cornos de rinoceronte, a liberiana alegou que a mala não era sua, mas sim, de um amigo que pediu para que ela levasse para onde pretendia viajar.
A referida droga, detectada quando ela fazia check in, devia ser depois transportada para Freetown, capital e maior cidade da Serra Leoa, segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM).
A cidadã foi detida no Aeroporto Internacional de Maputo, após desembarcar de um voo ido de Nairobi, capital, cidade mais populosa e principal centro financeiro, económico, corporativo e cultural do Quénia.
A referida droga estava escondida na mala em alusão, em furos aparentemente preparados para o efeito.
A mulher, cuja identidade não apurámos, disse ainda que não sabia que a mala continha droga e não verificou o que tinha no interior porque confiava no dono, por sinal seu amigo. Porém, ela alegou que desconhece o paradeiro e a identidade do visado.
Refira-se que Moçambique é, muitas vezes, usado como corredor de passagem da droga para vários países, o que tem deixado as autoridades em alerta.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Cenografista (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Iluminação (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Realizador (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Grafista (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Realização (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Editor de Vídeo (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Editor de Áudio (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano, baseada em Maputo, que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Designer (M/F). Saiba mais.
Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Conta (M/F). Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar trinta (30) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar cinquenta e quatro (54) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar vinte e cinco (25) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar cinquenta (50) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar quinze (15) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar quinze (15) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dezasseis (16) Estagiários. Saiba mais.
A Novos Horizontes Ltd, líder na produção de frango de corte na região norte de Moçambique, contrata um (1) Operador de Caldeiras para integrar a equipa da produção de rações. Saiba mais.
Marlene Postell Johnson, de 66 anos, foi condenada nos Estados Unidos pela morte de Shirley Goodnight Pierce, de 62 anos.
Marlene, conta o Mirror, estava casada com Ervin, o diretor de uma empresa têxtil em Tuscarora Yarns, na Califórnia do Sul.
O início do caso remonta a 2011, quando Shirley era secretária do marido de Marlene.
Durante dois anos, Marlene seguiu o marido, desconfiada de que este mantinha uma relação com Shirley. Marlene seguiu também a secretária, tendo recolhido imagens suas em casa e no trabalho, numa incessante procura por provas que confirmassem os seus ciúmes.
Marlene chegou a confrontar publicamente Shirley e acabou mesmo por levar ao fim da sua relação com o marido. Já Shirley tinha uma ordem judicial que obrigava Marlene a manter-se afastada. A obsessão de Marlene pela secretária do marido, porém, manteve-se.
Em julho de 2013, numa altura em que Shirley estava noiva, o prazo de funcionamento da ordem judicial chegou ao fim.
Marlene, provou-se em tribunal, entrou em casa de Shirley e acabou por assassiná-la.
O golpe dado com uma arma branca foi tal que a lâmina se partiu, tendo ficado no interior do corpo da vítima. O noivo de Shirley encontrou a companheira morta na banheira de casa.
Várias testemunhas confirmaram em tribunal o comportamento persecutório e ameaçador que Marlene manteve, ao longo dos anos, em relação a Shriley.
Em entrevista ao semanário Sol, a empresária angolana e filha mais velha de José Eduardo dos Santos critica a gestão de Carlos Saturnino na Sonangol, o sucessor que Isabel dos Santos chegou a demitir.
A empresária angolana e filha mais velha do ex-Presidente José Eduardo dos Santos, Isabel dos Santos, criticou a actual gestão da petrolífera estatal angolana, a Sonangol, cujo conselho de administração presidiu até ser exonerada pelo actual Presidente, João Lourenço.
Em entrevista ao semanário Sol, a empresária teceu várias críticas ao actual presidente do conselho de administração da Sonangol, Carlos Saturnino, homem que Isabel dos Santos chegou a demitir, em Dezembro de 2016, quando mandava na petrolífera. “Ficou demonstrado o espírito de revanche que anima o actual Conselho de Administração da Sonangol, após a sua apresentação do balanço dos 100 dias, na qual o único foco foi o ataque pessoal aos administradores anteriores. Carlos Saturnino é um homem emotivo, vingativo e demonstrou pouca ética profissional”, disse Isabel dos Santos.
A decisão tomada em Novembro pelo Presidente de Angola, João Lourenço, de exonerar Isabel dos Santos da liderança da Sonangol coincidiu com a mesma medida para outros filhos de José Eduardo dos Santos. Nesse mês, também o contrato da Semba Comunicações, produtora de Tchizé dos Santos e José Eduardo Paulino dos Santos, foi cancelado por ordens superiores. Mais tarde, já em Janeiro de 2018, também José Filomeno dos Santos foi exonerado do cargo de chairmando Fundo Soberano de Angola.
Apesar destas decisões, Isabel dos Santos recusou haver estabelecer uma relação entre o facto de serem todos filhos do ex-Presidente e a tomada de posse de João Lourenço, que escolheu pessoas da sua confiança para alguns sectores-chave da economia estatal angolana. “Ficaria muito surpreendida se houvesse alguma contra alguém, como eu, que tanto acredita e investe no nosso país”, disse.
O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) recuperou mais de 393 milhões de meticais que tinham sido descontados nos salários de trabalhadores e não canalizados ao sistema de segurança social, durante o ano transacto, foram recuperados, na cidade de Maputo.
De acordo com um comunicado enviado à nossa redacção, valor foi recuperado através de cobranças extra-judiciais, acordos de amortização da dívida, via juízo de execuções fiscais, entre outras formas previstas na legislação laboral.
O edil da Matola, Calisto Cossa, diz que todas as casas construídas em locais que impedem a passagem de água das chuvas serão removidas e não há espaço para negociação, porque os proprietários não tiveram autorização do Município para erguer as casas.
Calisto Cossa reafirma que o Município da Matola está a trabalhar para, dentro de 15 dias, encontrar zonas seguras, onde vai instalar as mais de duas mil pessoas afectadas pelas inundações.
As chuvas que vêem caindo nos últimos dias obrigaram a que famílias afectadas pelas inundações fossem alojadas temporariamente para centros de acolhimento.
Um homem foi detido no Paquistão por atirar um sapato ao ex-primeiro-ministro Nawaz Sharif, acertando-lhe no peito, um dia depois de o ministro dos Negócios Estrangeiros ter sido atingido por tinta negra.
A polícia disse desconhecer o motivo que levou Abdul Ghafoor a atirar o seu sapato ao político que foi três vezes primeiro-ministro e que acabou por ser declarado inapto em Julho pelo Tribunal Supremo, devido a um caso de corrupção.
Nawaz Sharif foi atingido pelo sapato quando ia começar um discurso numa madrassa, uma escola islâmica, de Lahore, a segunda cidade do Paquistão.
A Polícia deteve Abdul Ghafoor e “está a decorrer uma investigação”, disse um oficial da autoridade policial local, Muhammed Junaid.
“O sapato atingiu-o [Nawaz Sharif], mas não o feriu”, acrescentou.
Depois de atirar o sapato, o atacante fez o símbolo de vitória com as duas mãos, tendo de seguida sido imobilizado por vários presentes na sala, como demonstram as imagens emitidas por um canal televisivo.
Recomposto do susto, o ex-primeiro-ministro iniciou o seu discurso.
No sábado, um homem atirou tinta negra ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Khawaja Asif, durante um evento político da Liga Muçulmana do Paquistão-N, em Sialkot, no nordeste do país.
Os dois incidentes foram condenados pelos partidos da oposição.
Em algumas culturas, como a árabe, atirar um sapato é uma das maiores ofensas que se pode fazer a alguém.
Em 2008, o jornalista iraquiano Montazer al Zaid atirou os seus sapatos ao então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, pelo que foi condenado a um ano de prisão, mas o seu ato transformou-o num herói nacional.
A campanha eleitoral para a segunda volta da eleição intercalar par a presidência do Conselho Municipal de Nampula, está a decorrer num clima de acusações.
A Renamo diz que o candidato da Frelimo está a usar espaços públicos para campanha, enquanto Frelimo refuta as acusações e afirma que membros da Renamo destruíram material de propaganda eleitoral.
O porta-voz do candidato da Renamo, Ossufo Ulane, acusou o candidato da Frelimo de usar espaços públicos para fazer campanha e apresentou como exemplo a escola de Muegane, palco de uma reunião com professores.
Para além disso Ulane disse, sem avançar números, que há na cidade de Nampula eleitores provenientes de outros distritos para votar no candidato da Frelimo.
“Também há idosos que foram ameaçados de corte da pensão do Instituto de Segurança Social caso não votarem no candidato da Frelimo”, denunciou.
Aquele dirigente da Renamo ainda revelou que essas irregularidades vão manchar a eleição do dia 14.
Entretanto, o partido garante que a sua máquina de fiscalização da votação está preparada e em casos de alguma irregularidade não vai se responsabilizar por aquilo que acontecer.
Por seu lado, a Frelimo nega as acusações e diz que em caso de alguma irregularidade, a Renamo deve devem dirigir-se ao órgão competente.
A porta-voz do candidato da Frelimo, Lucinda Malema, referiu que o seu partido conhece a lei e a respeita e diz que a Renamo não tem fundamento.
A Frelimo desafia também a Renamo a apresentar a lista das pessoas vindas de outros distritos e dos idosos ameados de perder a sua pensão caso não votarem em Amisse Cololo.
Entretanto, um militante da Frelimo, Sérgio Manuel, acusou ontem membros da Renamo de queimarem a bandeira do seu partido na zona de Natikiri.
Recorde-se que, no primeiro dia da campanha eleitoral, um membro da Renamo foi detido por ter destruído panfletos eleitorais do candidato da Frelimo, mas já foi solto.
A Comissão Nacional de Eleições informou, entretanto, que a Renamo não apresentou qualquer queixa das irregularidades.
Daniel Ramos, presidente da Comissão Provincial de Eleições, deu a conhecer que o material da votação já se encontra na cidade de Nampula e que decorre a credenciação dos participantes.
Fundo Monetário Internacional recomenda ao país que estude a possibilidade de liquidar as empresas públicas que contraíram empréstimos sem os publicitar, depois de passar os activos dessas empresas para o Estado.
No âmbito das Recomendações Conjuntas do Fundo e do Banco Mundial sobre a economia moçambicana, feitas ao abrigo do Artigo IV do FMI, os técnicos defendem que o Executivo deve “apoiar o processo de responsabilização e resolver a questão dos empréstimos não divulgados da EMATUM, ProIndicus e MAM”.
Estas empresas contraíram dívidas, com aval do Estado, que estavam escondidas da contabilidade oficial, uma situação que colocou o país no centro de uma crise financeira devido à falta de capacidade de pagar essas verbas, conduzindo à quebra de confiança dos mercados.
No documento, a que a agência Lusa teve acesso, os analistas preconizam que esta acção inclui, entre outras medidas, a definição de que partes dos empréstimos vão ser incluídos no Orçamento e que parte fica nas empresas, e a disponibilização de “informação clara, abrangente e credível sobre o uso efectivo das verbas dos empréstimos e as práticas de preços exagerados”.
Por outro lado, os técnicos defendem também que o Governo deve garantir “a transferência para o Estado dos activos de segurança das três companhias e considerar a viabilidade destas três empresas, estudando a possível liquidação depois da reestruturação dos empréstimos”.
Dívida Insustentável
Este conjunto de recomendações surge na sequência da divulgação das análise anual da economia de Moçambique feita pelo FMI ao abrigo do Artigo IV, e inclui um conjunto de recomendações para melhorar a governação económica e reduzir o valor da dívida pública, considerada insustentável face à trajectória recente.
Entre as principais recomendações está ainda, neste âmbito, a “introdução de uma moldura de responsabilização orçamental e a gestão eficiente da riqueza proveniente dos recursos naturais”, bem como a audição prévia do Banco de Moçambique sempre que uma empresa pública queira contrair um empréstimo acima de um determinado valor.
As contas das empresas públicas, aliás, são um dos maiores focos das recomendações, que defendem também a divulgação de relatórios trimestrais sobre os activos, os empréstimos e as contas não só das empresas públicas, mas também daquelas em que o Estado detenha participações e que podem afectar as contas públicas.
A história de como terminou a relação entre uma jovem americana de 20 anos e a metanfetamina, droga sintética que pode provocar episódios psicóticos, tem chocado pessoas do mundo inteiro.
Kaylee Muthart, moradora do estado da Carolina do Sul, contou sua história à revista People esta semana, depois de passar quase um mês entre hospitais e clínicas psiquiátricas. O motivo: ela teria tentado arrancar os próprios olhos durante um surto, sob efeito da substância.
O incidente aconteceu em 6 de fevereiro, do lado de fora de uma igreja. Ela foi contida por locais e encaminhada a um hospital. Coube à equipe de urgência que a atendeu comunicar aos seus pais que, por causa do surto, a menina tinha ficado completamente cega. Mesmo sem a visão, no entanto, Kaylee contou à revista que está animada com a nova fase, longe das drogas.
“É a mesma vida, mas estou aprendendo tudo de novo, de outra maneira. A vida é mais bonita agora do que quando eu usava drogas. Aquele é um mundo horrível para se viver”, reflectiu.
Ela disse que o episódio fatídico que a deixou cega aconteceu numa recaída. A jovem começou a usar metanfetamina por influência de um colega de trabalho e chegou a ficar três dias sem dormir por causa da droga. A menina chegou a gravar um vídeo de si mesma sob efeito da substância. “Eventualmente me levaram para casa, fiquei sóbria e assisti as filmagens. Então, decidi afastar aquele colega da minha vida e parei de usar drogas”, contou a americana.
O reencontro com a metanfetamina se deu depois de um período de isolamento e solidão. Dias antes de se internar em uma clínica de reabilitação, ela voltou a usar a droga e teve alucinações sobre sua relação com Deus – o que a levou à porta da igreja, onde se agrediu.
Pensei que todos que tinham morrido estavam presos em suas covas, que Deus estava sozinho no céu, e que eu tinha que sacrificar alguma coisa importante em nome de ‘libertar’ todos os mortos e levá-los a Deus.
Quase um mês depois do episódio, ela diz que se sente apta finalmente a “ser Kaylee de novo”. “Prefiro ser cega do que ser Kaylee drogada. E eu realmente sinto isso com meu coração”.,
A menina deve encarar outra rodada de reabilitação, por mais quatro semanas. Depois, ela espera levantar 50 mil dólares para ter acesso a um cão-guia e se voluntariar como porta-voz de uma instituição americana para cegos.
O Incêndio aconteceu em Angoche, Nampula, na casa do proprietário do camião-cisterna, que continha 20 mil litros de combustível, dos quais dez mil de gasolina, cinco de gasóleo e cinco mil de petróleo para iluminação.
Segundo o proprietário do camião-cisterna, Ali Macatila, a viatura acabava de estacionar na sua residência, onde também tem um alpendre de vendas de combustíveis. “Quando estava a tirar um dos tanques de gasolina que se encontrava no alpendre, nesse processo de descarga, segundo ele, acabou descobrindo chamas provenientes de um combustível que estava a derramar. A partir dali tentou pôr o carro a funcionar de modo que as chamas não atingissem a viatura, o que não foi possível. A partir daí o incêndio começou a ganhar outras proporções”, explicou Gastão Sousa, Comandante Distrital da PRM.
No incêndio, que aconteceu no sábado (10), não houve danos humanos. Único dano que o proprietário teve foi o alpendre destruído, o qual continha alguns tambores com combustíveis.
Uma casa vizinha teve danos avultados no quarto principal. Mas a situação, em geral, ficou controlada com o apoio da comunidade, que usou areia para debelar o fogo que durou algum tempo.
O próximo passo, agora, é recorrer à perícia, de modo que se avalie as reais causas do acidente e os danos em termos de valores, afirmou o Comandante.
Ali Macatila acabava de voltar de Nacala Porto, onde adquiriu o combustível.
O Governo norte-americano “não fará concessões” nas negociações com a Coreia do Norte de Kim Jong-un, e coloca como condições o fim das provas de mísseis e o início da desnuclearização, disse o director da CIA.
“Não se enganem. Apesar de estas negociações se realizarem, não se farão concessões”, afirmou o director da CIA, Mike Pompeo, num programa da cadeia televisiva conservadora Fox.
A Coreia do Norte deverá oferecer, segundo o responsável da CIA, “provas verificáveis, completas e irreversíveis” de que os ensaios de mísseis acabaram e os Estados Unidos vão manter as sanções económicas a Pyongyang.
No sábado à noite, o Presidente norte-americano, Donald Trump, previu que as conversações com Kim Jong-un serão um “êxito tremendo”. Dias antes, tinha revelado ter aceitado o encontro que, a realizar-se, seria a primeira reunião da história entre os líderes dos EUA e da Coreia do Norte.
“O Presidente [dos EUA] tomou a decisão, este é o momento adequado para se reunir com Kim [Jong-un]”, acrescentou Mike Pompeo.
Embora tenha chegado a ser apontado o mês de maio como a data para ter lugar o encontro, a porta-voz presidencial, Sarah Sanders, disse que ainda não havia “nem lugar nem data fixados”.
A aproximação entre EUA e Coreia do Norte ocorre depois de um ano de crescentes tensões entre os dois países, insultos recíprocos e ameaças militares.
Donald Trump chamou “maníaco” a Kim Jong-un, enquanto este classificou o Presidente dos EUA de “mentalmente desequilibrado”.
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