Um recenseamento eleitoral de raíz arranca hoje, em todas as 53 cidades e vilas autárquicas de Moçambique com vista às eleições municipais deste ano.
Espera-se que sejam recenseados 8.5 milhões de potenciais eleitores.
As opiniões, entretanto, divergem-se quanto à pertinência de um recenseamento de raiz, sempre que se pretenda entrar num ciclo eleitoral, havendo sugestões de que se pode usar o Bilhete de Identidade e outros no sentido de se manter o actual modelo, porque os partidos da oposição não confiam nos órgãos eleitorais.
Algumas correntes de opinião defendem uma simples actualização porque desta forma o país iria poupar dinheiro, para além de que muitas das poucas pessoas que se recenseiam não votam.
O sociólogo Francisco Matsinhe discorda deste ponto de vista e diz que a oposição não confia nos órgãos eleitorais.
Entretanto, o analista Manuel Alves defende que tendo em conta o facto de que existem pessoas que anualmente atingem a idade para votar devia-se optar por uma simples actualização, que é menos onerosa.
Por seu turno, Moisés Mabunda é defensor da ideia de que o Bilhete de Identidade pode servir também para o processo de votação, como acontece noutros países mais ricos que Moçambique.
De acordo com director do Departamento Angola da instituição financeira internacional, Ricardo Velloso, a valorização dos preços do petróleo no mercado internacional faz com que Angola não necessite de solicitar um programa de assistência financeira ao Fundo Monetário Internacional (FMI), escreve o Macauhub.
Ricardo Velloso admitiu não haver necessidade de um programa de assistência financeira da instituição, dada a valorização do petróleo, que eleva o fluxo de receitas para os cofres públicos angolanos.
O economista defendeu um redimensionamento do sector empresarial do Estado, com a redução do fardo do Tesouro Nacional e o aumento da eficiência económica por via do encerramento das companhias estatais insolventes e a reestruturação ou a privatização das que forem ineficientes, mas viáveis do ponto de vista económico.
A missão do FMI manteve consultas em Angola, de 1 a 15 de Março, tendo concluído que a economia angolana “está a observar uma ligeira recuperação económica”.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, comemorou neste domingo (18) sua vitória nas eleições presidenciais em um grande ato ao ar livre perto do Kremlin.
“A Rússia está fadada ao sucesso. Devemos manter a unidade”, disse Putin perante milhares de pessoas reunidas na praça Manezh, apesar dos 12 graus negativos marcados pelos termómetros.
Putin, de 65 anos, agradeceu às dezenas de milhões de pessoas que votaram nele e lhe permitiram ser reeleito para outro mandato de seis anos.
“Muito obrigado pelo apoio. Muito obrigado pelo resultado. Vocês são nossa equipe e eu sou membro da equipe de vocês e todos os que votaram hoje formam nosso grande time nacional”, destacou.
Segundo a Comissão Eleitoral Central (CEC), Putin obteve mais de 75,01% dos votos, após a apuração de 50% dos votos emitidos.
Putin interpretou esses resultados como “o reconhecimento de tudo o que foi realizado durante os últimos anos em condições muito difíceis” e “da confiança e da esperança” no futuro.
“O êxito nos espera. É muito importante atrair para o nosso lado aqueles que podem ter votado em outros candidatos. Necessitamos dessa unidade para avançar. E para avançar devemos sentir o ombro de cada cidadão deste país”, comentou.
De acordo com a CEC, em segundo lugar aparece o candidato comunista, o milionário Pavel Grudinin, com 13,39%, muito à frente do líder ultranacionalista Vladímir Khirinovski, na terceira posição com 6,34%.
Em quarto lugar aparecia a única mulher candidata, a jornalista Ksenia Sobchak, com 1,42%, enquanto os outros quatro candidatos não conseguiram sequer 1%.
O julgamento do jornalista angolano Rafael Marques, acusado dos “crimes de injúrias e ultraje a órgão de soberania”, iniciou hoje no tribunal de Luanda, depois de ter sido suspensa a primeira sessão, inicialmente agendada para 05 de Março.
Neste processo, Rafael Marques está a ser julgado devido a um artigo publicado em Outubro de 2016, no seu portal de investigação jornalística “Maka Angola”, em que levanta suspeitas de corrupção contra o então Procurador-Geral da República, João Maria de Sousa.
No artigo, o jornalista e ativista angolano denuncia o negócio alegadamente ilícito, realizado pelo ex-PGR de Angola, envolvendo um terreno de três hectares em Porto Amboim, província do Cuanza Sul, para a construção de um condomínio residencial.
O jornalista disse à imprensa, a 05 de Março, após um primeiro adiamento do julgamento a pedido da acusação, que vai reafirmar em tribunal “a corrupção do ex-Procurador-Geral da República e provar em tribunal que é corrupto”.
“Como é que eu, tendo denunciado um caso de corrupção, sou acusado de cometer crimes contra a segurança do Estado? Isto é um abuso!”, considerou Rafael Marques.
Na passada terça-feira, instado pela Lusa a comentar o processo, João Maria de Sousa disse que pretende ver em tribunal “até onde chega a coragem” do jornalista Rafael Marques, que o acusou de corrupto.
“Vamos ver até onde é que chega a coragem, até porque uma coisa são as convicções que determinada pessoa tem e outra coisa é a realidade factual e jurídica relacionada com a questão”, disse João Maria de Sousa.
Segundo João Maria de Sousa, o caso tem a ver com a sua intenção de adquirir os direitos de superfície de uma determinada parcela de terreno na província do Cuanza Sul, que “enquanto cidadão, como qualquer outro cidadão, tem direito”.
João Maria de Sousa questionou a razão de o jornalista “de repente” lhe atribuir o “título de corrupto, pelo facto de ter requerido aquele espaço”.
O magistrado afirmou que neste processo, que envolve ainda um outro jornalista angolano, Mariano Brás, por ter republicado o mesmo artigo no seu jornal O Crime, está apenas a defender o seu bom nome, a sua honra e dignidade.
O início do julgamento previsto para as 09:00, na sede do Tribunal Provincial de Luanda.
Perto de 90 casas foram destruídas pelos violentos incêndios que atingiram o sudeste da Austrália, intensificados pelas temperaturas elevadas e ventos fortes, mas que já estão entretanto controlados, segundo as autoridades.
A pitoresca aldeia de Tathra, na costa sul do estado de Nova Gales do Sul, foi devastada pelas chamas, que destruíram cerca de 70 habitações.
Perto de 600 bombeiros continuavam a combater as chamas esta segunda-feira.
“Houve uma coincidência dramática de circunstâncias no domingo à tarde para a população de Tathra, dominadas por este ar muito quente e muito seco e estes ventos muito violentos”, declarou à cadeia Sky News Australia o responsável dos bombeiros deste estado australiano, Shane Fitzsimmons.
No sudoeste do estado vizinho de Victoria, atingido no fim de semana por dezenas de incêndios, as chamas destruíram 18 habitações, matou gado e deixou perto de 40 mil casas sem electricidade.
“Com a dimensão deste incêndio, a sua intensidade, a sua velocidade, temos muita sorte de não estarmos a falar de feridos ou mortos”, disse o primeiro-ministro, Daniel Andrews, à imprensa.
O sudeste da Austrália regista por estes dias temperaturas anormalmente elevadas.
Segundo especialistas, estes incêndios demonstram o alargamento da época dos fogos florestais, que ocorre normalmente durante o verão naquela região, entre Dezembro e Fevereiro, devido às alterações climáticas.
Os piores incêndios na Austrália nas últimas décadas ocorreram em Fevereiro de 2009, em Victoria, e provocaram 173 mortos e 414 feridos. Destruíram ainda uma superfície de 4.500 quilómetros quadrados.
Uma jovem de 17 anos de idade foi agredida fisicamente, forçada a ter relações sexuais com os seus ofensores e de seguida assassinada, na semana passada, no bairro de Ndlavela, município da Matola.
Os malfeitores ainda não foram identificados e os moradores contaram que é a segunda vez que uma mulher é estuprada e morta em menos de um mês.
O corpo da vítima foi descoberto na última sexta-feira (16), num quintal alheio, para onde a jovem foi supostamente arrastada antes da consumação do crime.
São escassas as informações sobre o caso e a Polícia de Protecção, que esteve no local, remeteu explicações ao Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que não foi possível ouvi-lo.
Todavia, os moradores de Ndlavela, lamentam a suposta ausência da lei e ordem face ao que consideram recrudescimento da criminalidade na via pública e em residência.
Algumas pessoas já foram assassinadas a tiro nas suas próprias casas por presumíveis bandidos que até hoje não foram descobertos e levados à justiças, o que também inquieta os residentes. Eles disseram que vivem em constante medo.
Um homem de nacionalidade tanzaniana está a contas com a Polícia da República de Moçambique (PRM), na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, indiciado de posse ilícita de 21,5 quilogramas de ouro não processado.
Trata-se de 4,5 barras e 216 unidades em formato de moeda do referido metal precioso, cujos dados preliminares sugerem que está avaliado em 400 mil dólares.
Durante a investigação, a corporação descobriu que o cidadão – de idade não revelada – escalou a cidade de Maputo, depois de ter passado por Nairobi, até ser detido no Aeroporto Internacional de Pemba. Curiosamente, o tanzaniano consegui ludibriou os fiscais presentes naquele aeroporto e a sua bagagem passou despercebido do scanner quando procedia ao check in.
A sua detenção aconteceu depois de ter embarcado no avião. Segundo a Polícia naquele ponto do país, a tripulação da aeronave desconfiou da mochila que parecia ter peso superior ao permitido para viagens.
O acusado admitiu que não era a primeira vez que transportava ouro de Moçambique para fora sem o conhecimento das autoridades. Porém, as quantidades encontradas em sua posse pertenciam a um amigo que pediu para transportar em seu nome.
A queda de um helicóptero militar no sul do Senegal provocou na quarta-feira à noite seis mortos e 14 feridos, dois dos quais graves, informou o governo em comunicado.
Segundo a agência France Press, o helicóptero, com 20 pessoas a bordo, incluindo quatro tripulantes, despenhou-se ao largo de Missirah, numa zona pantanosa.
“De acordo com as últimas informações fornecidas pelos serviços de socorro enviados imediatamente para o local, seis pessoas morreram no acidente”, refere o comunicado.
O governo senegalês anunciou a criação de uma comissão de inquérito para determinar as circunstâncias do acidente.
O físico Stephen Hawking morreu, na quarta-feira (14), aos 76 anos. A morte do estudioso foi comunicada pelos filhos Lucy, Robert e Tim em nota à imprensa. “Estamos muito tristes que nosso amado pai se foi. Ele foi um grande cientista e homem extraordinário, cujo trabalho e legado irão viver por muitos anos”, diz o comunicado.
Os filhos ainda destacaram algumas características de Stephen Hawking. “Sua coragem e persistência aliado ao brilhantismo e humor inspiraram as pessoas pelo mundo. Uma vez, ele disse: ‘Não seria muito um universo se não fosse a casa das pessoas que você ama’. Vamos sentir falta dele para sempre”, conclui a nota.
Hawking nasceu em 8 de Janeiro de 1942, exactamente 300 anos após a morte de Galileu. O astrofísico se despediu da vida no mesmo dia do nascimento de Albert Einstein.
Aos 21 anos, Hawking descobriu ser portador de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa rara. Ao ser diagnosticado, os médicos tinham dado a ele menos de dois anos de vida. No entanto, a forma que a doença progrediu no físico foi mais devagar. Ele conviveu por mais de 50 anos com a condição.
Hawking teve como principais campos de pesquisa a cosmologia teórica e a gravidade quântica. O físico entrou para a University College, em Oxford, Inglaterra, em 1959. Sete anos depois, obteve doutorada na área pela Trinity Hall, em Cambridge.
Entre os trabalhos, Hawking provou, ao lado de Roger Penrose, teoremas de singularidade, ligados ao espaço-tempo. Além disso, propôs quatro leis da mecânica de buracos negros e demonstrou a existência de miniburacos negros.
“Hawking publicou 14 livros sobre física. O primeiro, Uma Breve História do Tempo, de 1982, vendeu mais de 10 milhões de cópias. Outra publicação de bastante sucesso foi O Universo Numa Casca de Noz, de 2011. A última obra dele foi Minha Breve História, de 2013”.
Vários títulos e prémios foram concedidos ao físico. Entre eles, destacam-se a Medalha Albert Einstein, o Prémio Príncipe das Astúrias (pela contribuição à paz), o titulo de Companheiro de Honra da Rainha Elizabeth II, e, em 2012, o Fundamental Physics Prize, um dos mais importantes da física.
Cinco mulheres que se encontravam privadas de liberdade, algumas das quais, acusadas de assassinato, evadiram-se da cadeia distrital de Sussundenga, na província de Manica, sem deixar rastos e a Polícia está, neste momento, no encalço das mesmas.
Uma das cinco mulheres em causa chegou àquele estabelecimento penitenciário por supostamente ter morto o seu próprio filho deficiente.
Sobre este homicídio, o @Verdade apurou da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Manica, que cidadã alegou que o seu descendente era um estorvo e empatava-lhe a vida.
Na altura em que as reclusas escapuliram, os guardas prisionais estavam a fazer a habitual ronda no perímetro da cadeia, que não tem muro de vedação há bastante tempo.
O que não se sabe certo, é como é que as cinco reclusas conseguiram abrir a cela a e colocarem-se ao fresco.
O governo britânico anunciou na quarta-feira (14), a expulsão de 23 diplomatas russos e a suspensão dos contactos bilaterais com Moscou. A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, afirmou ainda que a Rússia é “culpada” pela tentativa de assassinato do ex-espião russo Serguei Skripal.
“Moscou não admite as acusações sem provas e não verificadas, e a linguagem dos ultimatos”, afirmou o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, antes de acrescentar que “espera que o bom senso prevaleça”. “A Rússia não tem qualquer relação com o que aconteceu no Reino Unido”, insistiu.
Na segunda-feira (12), a primeira-ministra britânica, Theresa May, declarou que é “muito provável que a Rússia tenha sido responsável” pelo envenenamento de Serguei Skripal e de sua filha, Yulia, no dia 4 de Março com um agente neurotóxico, na cidade inglesa de Salisbury.
May deu um ultimato, até a noite de terça-feira (13), para que Moscou fornecesse explicações à Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq). O chanceler russo, Serguei Lavrov, respondeu à medida da premiê dizendo que seu país é “inocente”.
Diante da falta de explicações por parte de Moscou, May reunirá seu Conselho de Segurança Nacional nesta quarta-feira (14) e é possível que adopte sanções. “Esperamos que se imponha o bom senso e que outros países pelo menos se questionem se existe, ou não, uma prova, e se as condenações contra Moscou são justificadas”, disse o porta-voz do Kremlin.
Uma das sanções contra a Rússia pode ser o fechamento da emissora de televisão RT, considerada um instrumento de propaganda pró-Kremlin e na mira do órgão britânico regulador do sector de mídia. “Qualquer acção ilegal contra um veículo russo no Reino Unido levará a medidas de represália com base na reciprocidade”, advertiu Peskov.
Moscou planeia pedir acesso consular para poder visitar Yulia, que está hospitalizada em estado grave junto ao seu pai desde que foram envenenados. “A Embaixada da Rússia em Londres pedirá acesso consular à filha do ex-coronel do Serviço de Inteligência Militar GRU Serguei Skripal, que é cidadã russa”, apontou a agência de notícias Interfax.
Segundo o porta-voz do Kremlin, a Rússia segue disposta a cooperar com a investigação sobre as causas do incidente, mas “infelizmente não vemos a mesma disposição por parte do Reino Unido”.
O partido Frelimo, em Nampula, classifica os pronunciamentos do líder da Renamo, de intimidatório aos eleitores. Além disso, o partido de Amisse Cololo entende que o líder da Renamo fez campanha no dia de votação, o que é proibido por lei.
Dhlakama disse, mais cedo, que houve recrutamento de membros da Frelimo de outras províncias do país para a cidade de Nampula com o objectivo de votarem a favor de Amisse Cololo. O líder da Renamo avançou em contacto telefónico com ‘O País’ que não gosta da situação e que a mesma pode comprometer a paz.
Sobre o assunto, a Frelimo, na voz Leonel Namuquita, Primeiro Secretário da Cidade de Nampula, diz não haver problemas de eleitores que vivem fora da cidade de Nampula irem votar, desde que os mesmos tenham recenseado na cidade em 2013 ou 2014.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) recomendou a Moçambique que estude a possibilidade de liquidar as três empresas que contraíram empréstimos sem os publicitar, depois de passar os seus activos para o Estado e defende que o Executivo deve apoiar o processo de responsabilização e resolver a questão dos empréstimos não divulgados das referidas empresas.
Alguns analistas não concordam com a ideia defendida pelo FMI de liquidar as empresas Ematum, MAM e ProIndicus, que contraíram as dívidas escondidas porque os activos e passivos dessas empresas serão acarretados pelos moçambicanos.
O economista Constantino Marrengula não vê com bons olhos esta posição do FMI porque, no seu entender, essas empresas foram constituídas dentro do contexto da descoberta de gás e provavelmente petróleo.
Além disso, sublinhou, Moçambique tem uma costa bastante extensa, onde se localiza a parte importante da riqueza do país, pelo que não faz muito sentido não proteger o património nacional.
“A questão que me parece fundamental é que se as empresas surgiram dentro desse contexto, parece razoável mantê-las do ponto de vista económico, porque há que proteger os recursos”, defende Marrengula.
Entretanto, o jurista José Machicame entende que a liquidação dessas empresas tem consequências, porque a constituição e liquidação de qualquer empresas são feitas através de um acto jurídico.
Sendo o Estado moçambicano avalista dos encargos financeiros assumidos pelas três empresas, e não podendo serem respeitados por essas mesmas empresas, esses encargos serão imputados ao Estado, sendo essa a consequência mais imediata, tanto mais que a Assembleia da República inscreveu esses encargos na Conta Geral do Estado.
Diversas organizações da sociedade civil não concordam que sejam os moçambicanos a pagarem essas dívidas, mas as pessoas responsáveis pela sua contratação.
O antigo Presidente da Coreia do Sul Lee Myung-bak admitiu, durante uma audiência sobre acusações de corrupção, ter recebido 100 mil dólares de um fundo secreto dos serviços de inteligência, noticia a agência Yonhap.
De acordo com esta agência de notícias sul-coreana, citada pela francesa AFP, o antigo chefe de Estado voltou hoje para casa, depois de ter sido ouvida durante mais de 21 horas pelas autoridades do país, acusada de aceitar milhões de dólares em subornos.
Myung-bak negou a maioria das acusações de corrupção, mas admitiu ter recebido fundos secretos por parte dos serviços de informação secretos do país, de acordo com uma fonte do Ministério Público.
“O Presidente Lee nega a maioria das acusações”, disse esta fonte à Yonhap, sublinhando, no entanto, que “ele admitiu ter recebido 100 mil dólares”.
No total, a acusação afirma que o antigo chefe de Estado recebeu 1,6 milhões de dólares.
De acordo com a Yonhap, é provável que a acusação peça a um tribunal para emitir um mandado de prisão contra o antigo Presidente do país nos próximos dias.
O Candidato da Renamo à presidência do Conselho Municipal de Nampula, Paulo Vahanle, ganhou a segunda volta da eleição intercalar realizada na quarta-feira, com 58% dos votos. O candidato da Frelimo, Amisse Cololo, obteve 42% dos votos. A participação dos eleitores aumentou para 32%, contra 25% da primeira volta.
Na primeira volta, realizada a 24 de Janeiro último, o candidato da Frelimo obtivera 44% dos votos, acima dos demais 4 candidatos, mas foi insuficiente para ser declarado vencedor, uma vez que o sistema eleitoral moçambicano é de maioria absoluta (50%+1).
Entretanto, a plataforma da sociedade civil Votar Moçambique emitiu o seu relatório sobre o processo de votação que levanta as seguintes questões críticas à organização e condução do processo eleitoral:
– Atrasos de até 3 horas por falta de alguns materiais tais como tinta indelével e cadernos eleitorais em algumas mesas. Estes casos aconteceram, por exemplo, na EPC Nthota, EPC de Apea e EPC de Murrapaniua;
– Ainda sobre o inicio tardio do processo de votação, destaque para uma mesa em que tal sucedeu por se ter encontrado boletins de voto da primeira volta;
– Registo de casos de falta de nomes de eleitores nos cadernos, embora alguns tenham votado nas mesmas mesas na primeira volta e ainda serem portadores dos seus cartões. Em alguns casos os técnicos do STAE não conseguiram resolver estas situações, o que impediu parte dos eleitores de votarem;
– Um indivíduo identificado como secretário do Partido Frelimo foi encontrado na posse de 40 boletins de simulação de voto nas proximidades das mesas da Assembleia. Interpelado, o referido indivíduo não conseguiu explicar porque razão ele estava no local com aquele material, tendo sido neutralizado e entregue às autoridades. O mesmo individuo foi flagrado com boletins de voto preenchidos numa barraca denominada “O Cantinho da Lola”, que se situa nas proximidades do local de votação da EP1 Nthota;
– Simpatizantes dos dois partidos exibiram material de campanha durante o processo de votação.
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Uma empresa de direito moçambicano que tem como objecto o desenvolvimento de actividades no domínio da Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Cenografista (M/F). Saiba mais.
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O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar trinta (30) Estagiários. Saiba mais.
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O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
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O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar quinze (15) Estagiários. Saiba mais.
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O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dezasseis (16) Estagiários. Saiba mais.
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A Novos Horizontes Ltd, líder na produção de frango de corte na região norte de Moçambique, contrata um (1) Operador de Caldeiras para integrar a equipa da produção de rações. Saiba mais.
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O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar vinte e cinco (25) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar cinquenta (50) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dez (10) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar quinze (15) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar quinze (15) Estagiários. Saiba mais.
O Instituto do Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ) – Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende recrutar dezasseis (16) Estagiários. Saiba mais.
A Novos Horizontes Ltd, líder na produção de frango de corte na região norte de Moçambique, contrata um (1) Operador de Caldeiras para integrar a equipa da produção de rações. Saiba mais.
Ashwini, de onze anos, surpreendeu os médicos ao expelir 60 formigas mortas pelo olho esquerdo. Os insectos foram descobertos após a menina indiana ser transportada para o hospital com fortes dores e inflamação na visão.
De acordo com o The Sun, a primeira formiga foi descoberta pelos pais de Ashwini quando tentavam remover do olho da menina “o que pensavam ser um lixo”.
Apesar da situação ser caricata, o pai da jovem desvalorizou o sucedido. As dores continuaram e Ashwini foi transportada para o hospital onde os médicos conseguiram remover mais uma dezena de insectos.
A jovem foi aconselhada a usar umas gotas para ajudar com a irritação ocular e a matar as formigas, que os médicos acreditavam ter entrado no corpo da menina através dos ouvidos.
O tratamento não resultou e Ashwini é a nova celebridade da sua cidade. Expele entre cinco e seis formigas por dia e o vídeo do “talento” está a ser notícia por todo o mundo. Após serem retiradas 60 formigas do olho esquerdo da jovem, os professores decidiram levar a adolescente ao hospital novamente.
Os médicos afirmam que nada podem concluir quanto às razões da infestação e que não há certezas de quando o fenómeno irá terminar.
Um homem jogou ácido em sua esposa por ela ter dado à luz uma menina, e não um menino como ele queria. O ataque aconteceu nessa quinta-feira (08), quando o mundo celebrava o Dia Internacional da Mulher.
A jovem de 25 anos, identificada como Farah, ficou com queimaduras graves depois de ser atacada com ácido enquanto dormia na casa onde vive com toda a família do marido, Siraj, de 32 anos, em Moradabad, na Índia. O agressor, também conhecido como Bhura, justificou o ataque afirmando que a esposa “não valia o dinheiro que ele gastou com seu dote, por só gerar filhas mulheres”.
De acordo com o Daily Mail, depois das denúncias de Farah, descobriu-se que Siraj é procurado pelas autoridades indianas por ter protagonizado acidentes durante uma perseguição policial. Entretanto, o rapaz ainda não foi detido pelos crimes.
Agressões e pressão familiar
Levada ao hospital pela irmã Nusrat Jahan, a esposa do agressor recebeu auxílio médico, ficando em estado grave por conta das queimaduras no rosto, mãos e abdómen. Segundo Janah, a jovem se casou com o indiano há oito anos, mas começou a sofrer agressões no ano passado, quando a primeira filha do casal nasceu.
Farah afirmou que a família de Siraj passou a persegui-la, chegando a castigá-la e agredi-la pelo nascimento de uma mulher.
“Tenho passado por tempos difíceis desde que minha primeira filha nasceu. Meu marido e meus sogros têm me culpado e cobrado o meu dote. Eles me dizem que eu não tenho valor por não ter lhes dado um herdeiro homem”, contou.
A mulher ainda contou que, no ano passado, sofreu ameaças da família de Siraj, sendo obrigada a voltar para a casa dos seus pais para buscar dinheiro. O montante serviria para ela “se desculpar por não ser capaz de dar a vida a um homem”.
“Eles começaram a me bater depois que me recusei a ir para a casa de meus pais buscar o dinheiro que tanto queriam. Siraj se tornou um homem agressivo, mas pensei que conseguiria suportar as torturas diárias pelo bem-estar de minhas filhas. Nunca imaginei que ele me atacaria com ácido. Nunca mais vou perdoá-lo”, concluiu.
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