Um homem morreu depois de ter sido queimado com recurso a petróleo. O crime foi protagonizado pela própria esposa que depois pôs-se em fuga.
As roupas denunciam o ataque brutal contra Sérgio Mawaie, Pedreiro de 35 anos, queimado pela própria esposa, Gilda de 31 anos, com recurso a petróleo que estava nesta garrafa que ainda contém o combustível. Consta que o casal vivia em brigas e desta vez começou na barraca e veio a agudizar-se em casa. Depois, o homem tentou descansar mas acordou em chamas.
Não se conhece o motivo das brigas mas o que se sabe é que Gilda era consumidora de bebidas secas, como mostram as imagens de algumas caixas ainda a espera do consumo.
Senhor Matias vive na Província de Gaza e conta que nunca chegou a conhecer a nora. Sabe que não terá o filho de volta mas pede justiça.
Gilda e Sérgio tinham 2 filhos de anteriores relacionamentos. Os vizinhos falam de uma mulher de difícil trato mesmo por conta do vício.
Um facto confirmado também pela família.
A família conta que comunicou a Polícia em Beleluane mas que ainda não se fez presente na casa. E a mulher em parte incerta. O Porta-voz da Polícia na província promete se pronunciar brevemente.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Sénior de Transportes. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador de Viagens e Transportes. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Viagens. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Sénior de Segurança. Saiba mais.
A Eni Rovuma Basin B.V., Mozambique Branch Operadora Offshore da Área 4, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Administrador de Contratos. Saiba mais.
A Creative Associates International pretende recrutar dois (2) Assistentes para apoiar na preparação, organização do Seminário sobre desenho do programa. Saiba mais.
A Creative Associates International pretende recrutar um (1) Tradutor para apoiar na interpretação oral e/ou escrita de inglês para português e vice-versa. Saiba mais.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de três (3) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
PACT Saúde, LDA – Organização para Programas de Avaliações, Comunicação e Treino em Saúde está a recrutar cinquenta (50) Inquiridores – Assistentes de Pesquisa (m/f). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal três (3) Operadores de Máquinas (Forklift). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal cinco (5) Assistentes de Operação. Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar dois (2) Oficiais de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A NOBRIN está a recrutar como tem feito tradicionalmente em cada edição do Programa Jovens Visionários, candidatos para profissionais para diversas áreas. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e cinquenta e dois (752) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e setenta e seis (476) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e sessenta e quatro (264) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e trinta e seis (736) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e setenta e seis (576) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trezentos e quarenta e quatro (344) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Água, Saneamento e Higiene. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Água. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Saneamento. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Secretaria Recepcionista. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar catorze (14) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
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O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e setenta e dois (272) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar sessenta e seis (66) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setenta (70) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinquenta e quatro (54) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e seis (36) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar vinte e dois (22) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinco mil e quinhentos e cinquenta e oito (5558) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e quarenta e quatro (1344) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar seiscentos e dois (602) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e cinquenta e um (1351) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e setenta e oito (1078) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e sessenta (560) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e vinte e um (721) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e cinquenta e cinco (455) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral pretende recrutar quatrocentos e trinta e dois (432) Formadores Provinciais de Membros da Mesa de Votos. Saiba mais.
Uma falha técnica numa máquina de ondas no parque aquático Shuiyun, na China, originou na segunda-feira um tsunami de três metros, provocando ferimentos a 44 pessoas.
Segundo informações das autoridades e dos funcionários do parque em declarações ao Daily Mail, várias vítimas foram transportadas para o hospital devido à gravidade das lesões.
A piscina foi temporariamente encerrada para inspecção.
O antigo autarca de Teerão Mohammad Ali Najafi foi condenado à morte após ter sido considerado culpado pelo assassínio da sua mulher, informou o porta-voz da Autoridade Judiciária iraniana, após um longo julgamento que foi acompanhado pelos media.
Figura do movimento reformista, Najafi, de 67 anos, foi considerado culpado de matar a tiro a sua segunda mulher, Mitra Ostad, em sua casa, na capital iraniana, em 28 de maio, relatou o porta-voz Gholamhossein Esmaili.
O corpo da vítima, bastante mais jovem que o marido, foi encontrado na banheira de uma das casas de banho da residência.
Najafi entregou-se à polícia no mesmo dia e admitiu ter atirado sobre a sua mulher.
“A acusação inclui homicídio premeditado, agressão e posse ilegal de uma arma de fogo”, disse Esmaili, citado pelo Mizan Online, a agência de notícias da Autoridade Judiciária.
“O tribunal estabeleceu que o assassínio foi premeditado e ordenou a pena de morte”, acrescentou.
Najafi foi absolvido das acusações de agressão, mas foi condenado a dois anos de prisão por posse ilegal de arma de fogo, segundo o porta-voz.
“Esta não é a sentença final, pois pode ainda ser enviado um recurso ao Supremo Tribunal”, disse Esmaili.
A família da vítima exigiu a aplicação da lei islâmica “qesas” (a lei da retaliação), que prevê a pena de morte neste caso.
O estatuto de Najafi e o escândalo em torno do seu segundo casamento, que ocorreu sem o divórcio da sua primeira mulher — num país onde a poligamia é mal recebida — ajudaram a despertar um grande interesse no Irão para este caso.
O seu julgamento foi amplamente divulgado nos media, num país em que escândalos relacionados com políticos raramente são mencionados na televisão.
Brilhante matemático e professor universitário, Najafi foi conselheiro económico do Presidente Hassan Rohani e ministro da Educação.
Najafi foi eleito autarca de Teerão em Agosto de 2017, mas renunciou em Abril de 2018, após ser criticado pelos conservadores por participar numa apresentação de dança numa escola.
Alguns ultraconservadores referiram que o julgamento demonstrou a “bancarrota moral” dos reformistas.
Os reformistas acusam a televisão pública, dominada pelos conservadores, de cobrir o caso de uma forma tendenciosa com fins políticos.
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) revogou na quarta-feira a decisão da Confederação Africana de Futebol (CAF) de mandar repetir o jogo da segunda mão da Liga dos Campeões entre o Esperance de Tunes e o Wydad Casablanca.
O TAS entende que o comité executivo da CAF não é “competente” para tomar essa decisão e que compete aos “órgãos competentes” do organismo a análise dos incidentes na segunda mão da final, em 31 de maio, em Marrocos.
O jogo esteve suspenso mais de uma hora, depois de um lance em que o Wydad marcou, mas que não foi validado pelo árbitro, que não consultou o vídeoárbitro (VAR), devido a uma avaria no sistema.
O golo, que daria o empate ao Wydad, que não passou do 1-1 em casa na primeira mão, foi invalidado pelo árbitro à passagem da hora do jogo, por alegado fora de jogo, e provocou ainda confrontos nas bancadas que motivaram a intervenção da polícia.
Para o TAS, têm que ser outros órgãos da CAF a tomar uma decisão e não o comité executivo do organismo.
Uma mulher, em Inglaterra, afogou os dois filhos bebés depois de o casamento com o pai das crianças ter terminado.
Samantha Ford, de 38 anos, matou os filhos Jack e Chloe, de 23 meses, no ano passado depois de o pai das crianças, Steven Ford, a ter deixado.
Segundo escreve a BBC, um psiquiatra explicou, em tribunal, que a mulher assassinou as duas crianças num acto de “retaliação e de vingança” contra o pai, pouco depois de este ter pedido o divórcio.
Samantha e Steven viveram durante dez anos no Qatar, levando uma vida de luxo, antes de regressar ao Reino Unido.
A mulher sempre foi contra o regresso ao país de origem e tentou convencer o marido a voltar ao país árabe. O casamento deteriorou-se e os dois separaram-se em Novembro, tendo Samantha ficado a viver com os filhos numa casa alugada em Castle Drive, a cerca de 130 quilómetros de Londres.
Separação leva a depressão grave e a “crime hediondo”
Pouco depois do divórcio, Samantha passou por uma grave depressão e, de acordo com fontes judiciais, a mulher usou a Internet para procurar vários métodos de suicídio. “Ela ficou muito perturbada com a separação e não gostava da ideia de ser mãe solteira”, disse, citado pela BBC, Tom Kark, procurador responsável pelo caso.
No dia 27 de Dezembro, a polícia foi chamada para um acidente. Samantha tentou o suicídio, batendo contra um camião a mais de 100 km/h, conduzindo sem cinto de segurança. “Acabei de matar os meus filhos. Deixem-me morrer”, disse a mulher aos agentes que chegaram ao local. “Eu mergulhei-os na banheira. Nós temos que estar juntos”, disse.
“Este foi o acto mais hediondo e maldoso contra duas crianças inocentes. Não tenho dúvidas que ela fez isto para me punir”, explicou o marido. A leitura da sentença está agendada para o dia 16 de Agosto.
“Hoje estou de joelhos. Mas vou levantar-me novamente porque estou mais forte do que ontem”, escreveu Steven no Facebook, poucos meses depois da tragédia.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) apresentou, membros que tinham abandonado o partido, a favor da Renamo. É o caso do antigo chefe da bancada na Assembleia municipal de Maputo, Ismael Nhacucué.
Foram experimentar outros ares políticos, mas não conseguiram respirar. O Movimento Democrático de Moçambique fala de perto de 40 membros, que depois de desertarem, estão de volta. Trata-se da comitiva que seguiu Venâncio Mondlane, do galo à perdiz. Entre as principais figuras, constam Ismael Nhacucué, o antigo chefe da bancada do MDM na Assembleia Municipal de Maputo e Rui Munona, outro membro considerado “activo” no seio do partido, nos tempos idos.
Os dois membros, agora de volta ao MDM, teriam sido apresentados junto de Venâncio Mondlane, no dia 29 de Junho de 2018, como os novos rostos que passavam a integrar a Renamo. “Não temos outra alternativa, senão juntarmo-nos à Renamo, que é de facto, neste momento, o único partido da oposição com capacidade real de ganhar as eleições e governar Moçambique”, disse Nhacucué no dia da sua apresentação pública, trajado de camiseta da perdiz.
No entanto, em menos de dois anos, é vista a metamorfose destes membros “de volta à casa”. Tal como teriam sido publicamente apresentados como os novos membros da Renamo, pela mesma moeda o MDM devolveu, os apresentou igualmente, em hasta pública.
Como que a cumprir a parábola do filho pródigo, em jeito de quem está arrependido, os membros estiveram esta terça-feira junto de quadros do partido, na cidade de Maputo, confessando o regresso. “A nossa saída do MDM para a Renamo, tinha como epicentro, a candidatura de Venâncio Mondlane para a Assembleia Municipal de Maputo. Portanto, nós acreditamos no projecto de Mondlane e que era possível ganhar as eleições” confessou ao “O País” Ismael Nhacucué.
Por outro lado, Nhacucué mostrou-se desiludido pelo que encontrara na Renamo, alegadamente “completa desorganização e falta de estrutura política” que caracteriza o partido.
Sérgio Dick, outro membro que desertara, afirmou “ter sido enganado, por isso decidiu voltar à casa”.
Enganados, ou iludidos, a verdade é que os dois membros e comitiva voltaram ao MDM, numa espécie de ping-pong, que ainda que não encontre enquadramento lógico, tem caracterizado a política no país.
As alegações da falta de democratização no seio do partido e projectos concretos para governar, bem como o apoderamento do poder de forma absoluta da família Simango, que apresentaram a quando do abandono do MDM, ficam para já enterradas. O que lhes resta é mesmo, a sorte que o futuro poderá ditar.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) em Nampula deteve um cidadão de 60 anos de idade acusado de ter burlado mais de duzentas pessoas aquém cobrava dinheiro com promessas de emprego.
Na posse do detido foram apreendidos diferentes documentos exigidos para a alegada admissão.
As vítimas entre homens e mulheres dirigiram-se a terceira esquadra da polícia da República de Moçambique em Nampula, onde foi conduzido o cidadão acusado de ludibriar os cidadãos.
A PRM apela a população a evitar meios fraudulentos para conseguir emprego.
Pelo menos 15 migrantes morreram de fome e de sede depois da embarcação em que viajavam ter avariado e ter ficado à deriva vários dias no mar entre o Djibuti e o Iémen, divulgou na terça-feira a ONU.
“Os migrantes estavam a viajar do Djibuti para o Iémen quando a embarcação de traficantes avariou. Aqueles que estavam a bordo relataram que vidas foram perdidas por causa da fome, sede e de casos de afogamento intencional, enquanto alguns morreram no Iémen porque não conseguiram chegar a tempo a unidades de saúde”, anunciou, na terça-feira à noite, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) numa sequência de mensagens publicada na rede social Twitter.
Em outra mensagem, a agência da ONU chefiada por António Vitorino precisou que mais de 90 migrantes oriundos da Etiópia ficaram retidos durante uma semana na embarcação avariada, sem comida e sem água, situação que provocou a morte de pelo menos 15 pessoas.
A OIM informou ainda que as suas equipas de saúde e de protecção estão já no terreno para prestar toda a ajuda necessária aos sobreviventes, especificando o caso concreto de uma pessoa.
No entanto, a agência da ONU admitiu que o paradeiro da maioria dos sobreviventes é, neste momento, desconhecido.
Os migrantes oriundos de países do Corno de África, como Etiópia, Quénia, Somália, Sudão ou Uganda, passam pelo Djibuti antes de avançarem para a perigosa travessia marítima em direção à cidade de Aden, no sul do Iémen.
Já em Aden, os migrantes tentam geralmente ir para os países ricos do Golfo à procura de trabalho. Alguns não sobrevivem à travessia, enquanto outros ficam em acampamentos.
Segundo a ONU, mais de 150 mil migrantes chegaram ao Iémen durante o ano passado apesar do conflito civil que afecta o país.
O Iémen é palco de uma guerra desde 2014, entre os rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão, e as forças do Presidente Abd Rabbo Mansur Hadi.
Os rebeldes controlam vastas áreas nas regiões oeste e norte do país, incluindo a capital iemenita, Sanaa.
Desde Março de 2015, as forças governamentais são apoiadas por uma coligação militar internacional árabe, cujos principais pilares são a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos.
Pelo menos 28 pessoas morreram e outras 10 ficaram feridas após a explosão de uma mina que foi activada pela passagem de um autocarro numa estrada nacional na província de Farah, no oeste do Afeganistão.
A explosão ocorreu por volta das 06:00, quando o autocarro “cheio de passageiros” accionou a mina ao passar num trecho da estrada que liga as províncias de Herat (oeste) e Kandahar (sul), disse o porta-voz da polícia de Farah, Muhibullah Muhib, à agência de notícias espanhola EFE.
“De acordo com a informação inicial, 28 passageiros morreram, a maioria mulheres e crianças”, além de 10 feridos, disse o porta-voz, acrescentando que o número de vítimas pode aumentar, já que ainda não receberam informações de algumas das vítimas que foram transportadas para centros médicos na província vizinha de Herat.
O número de vítimas civis em quase duas décadas de conflito no Afeganistão continua extremamente alto, com 1.366 mortos e 2.446 feridos somente no primeiro semestre de 2019, informou na terça-feira a Missão da ONU no Afeganistão (UNAMA) no seu mais recente relatório.
Segundo a UNAMA, o objectivo de “zero vítimas”, acordado este mês em Doha, durante as negociações entre os representantes dos Estados Unidos, a sociedade afegã e os talibãs, ainda está longe de ser alcançado.
Dos mortos em 2019, o maior número, 717, deveu-se a acções das forças afegãs e internacionais e 531 a grupos extremistas como os talibãs e o Estado Islâmico, uma situação sem precedentes desde que esses dados começaram a ser colectados em 2009.
Entre os motivos para a diminuição do número de vítimas pelas acções insurgentes está a redução no uso de engenhos explosivos, que ainda representam 28% do total, com 206 mortos e 859 feridos, segundo o relatório.
Após quase duas décadas de conflito, o Afeganistão está num estágio de optimismo devido ao progresso das negociações entre os representantes dos Estados Unidos e os talibãs, que insistem na necessidade dos norte-americanos retirarem as suas tropas o mais rápido possível do país para que o diálogo de paz atinja uma nova fase.
O Governo anunciou na terça-feira a intenção de se opôr ao recurso do ministro da Justiça sul-africano e do Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO) e insistir no pedido de extradição do ex-ministro Manuel Chang para Maputo.
Em carta enviada na tarde de ontem às três partes envolvidas no caso de extradição do ex-ministro das Finanças, a que a Lusa teve acesso, o executivo do Presidente, Filipe Nyusi, instruiu o escritório de advogados Mabunda Incorporated, em Bedfordview, Joanesburgo, a intervir em nome do Estado moçambicano no sentido de persuadir Pretória a reconsiderar a extradição de Manuel Chang para o seu país.
“Recebemos instruções para intervir em nome do Governo moçambicano para opôr o pedido apresentado pelo Fórum de Monitoria do Orçamento, o pedido do ministro da Justiça e Serviços Correcionais, e submeter um novo pedido para a extradição do Sr. Chang para Moçambique”, lê-se na carta de duas páginas enviada por email aos advogados de Manuel Chang, do FMO e do Estado sul-africano.
“Alternativamente, que a decisão de extraditar o Sr. Chang (…) seja remetida ao ministro da Justiça e Serviços Correcionais para reconsideração e determinação com base na informação e factos recentes que serão apresentados e argumentados na audiência e/ou posteriormente à audiência ao invés da informação apenas disponibilizada ao anterior ministro quando tomou a decisão”, adianta a nota.
Os advogados mandatados pelo executivo moçambicano argumentam também que “a preparação do processo tem demorado mais tempo do que o previsto porque os representantes governamentais são falantes de português (…) e encontram-se actualmente no estrangeiro a atender assuntos urgentes do Governo”.
“Por isso, a documentação só poderá ser finalizada na próxima semana”, refere a carta.
Na missiva, os advogados sul-africanos informam que o Governo de Maputo pretende “solicitar ao vice-juiz presidente que considere alocar uma nova data à audiência do caso”, propondo nesse sentido a data de 03 de Setembro de 2019.
O Tribunal Superior de Gauteng, em Joanesburgo, agendou para 13 de Agosto a audiência sobre o caso de extradição do ex-ministro das Finanças de Moçambique Manuel Chang, disse à Lusa Denise Namburete, coordenadora do Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), plataforma que agrega 21 organizações da sociedade civil moçambicana.
Manuel Chang está detido desde 29 de Dezembro do ano passado na África do Sul, por fraude e corrupção a pedido da justiça norte-americana, que pretende julgar o ex-governante pelo seu papel no escândalo das dívidas ocultas.
Chang é também alvo de um pedido de extradição da justiça moçambicana, que também quer ouvir o ex-ministro das Finanças no referido caso.
O Governo do Zimbabué anunciou na terça-feira que distribuiu mais de 190 mil toneladas de milho por casas em áreas rurais e urbanas, sendo que esta foi a primeira iniciativa de distribuição de alimentos em cidades.
“Há uma fome crescente tanto em áreas rurais como urbanas”, disse esta terça-feira aos jornalistas a ministra do Serviço Público, Trabalho e Bem-estar Social, Sekai Nzenza.
A seca no país e uma crise económica que nem o actual presidente, Emmerson Mnangagwa, ou o seu antecessor, Robert Mugabe, conseguiram combater têm provocado uma carência alimentar no país que atinge milhões de pessoas.
Segundo um relatório do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas publicado no início deste mês, cerca de 5,5 milhões de zimbabuanos estão em situação de insegurança alimentar, ou seja, mais de metade da população.
A mesma publicação refere que são necessários cerca de 218 milhões de dólares (195 milhões de euros) e perto de 820 mil toneladas de cereais para apoiar a população zimbabueana a chegar às colheitas do próximo ano.
Um enfermeiro é suspeito de ter assassinado uma mulher no distrito de Vandúzi, em Manica. A contas com a polícia o indiciado nega as acusações que recaem sobre si e diz que a finada foi morta por bandidos.
A vítima que em vida respondia pelo nome de Flora Razão, de 28 anos de idade, terá sido assassinada pelo enfermeiro que jurou dar valor a vida. Ou seja, o suspeito do acto macabro é um enfermeiro afecto no Hospital Distrital de Sussundenga, que na última sexta-feira terá convidado Flora para uma sessão de bebedeira, e aquela não mais regressou ao convívio familiar, depois de ter sido desferida golpes fatais.
Um ano após ter sido decretado pelo então ministro da Saúde da República Democrática do Congo (RDCongo), o surto de Ébola no país evoluiu para epidemia e é já o segundo mais mortífero da história, contabilizando mais de 1.700 mortos.
Em 01 de Agosto de 2018, pouco dias após decretar o fim de um surto de Ébola no país, o então ministro da Saúde da RDCongo, Oly Ilunga, anunciava a detecção de quatro casos positivos de pacientes infectados com o vírus na província de Kivu Norte (leste) — uma região com forte presença de grupos e conflitos armados.
As autoridades de saúde da RDCongo acreditam que a origem deste surto — a cerca de mil quilómetros a leste do que acabara dez dias antes — esteve na morte e sepultamento irresponsável de uma mulher de 65 anos em 25 de Julho, poucos depois de sete familiares próximos terem morrido infectados pelo vírus da febre hemorrágica.
Uma semana depois, o Ministério da Saúde congolês afirmava ter registado 16 casos confirmados, incluindo sete mortes, levando o Governo da RDCongo a iniciar uma campanha de vacinação contra o vírus.
As autoridades de saúde passaram então a administrar a vacina rVSV-ZEBOV, da farmacêutica alemã Merck, da qual dispunham de 3.000 doses.
No dia 20 de Agosto, com o número de mortos a alcançar os 55, o Governo congolês decretou a gratuitidade dos cuidados de saúde durante um período de três meses, num esforço para limitar o contágio.
O crescimento do vírus e o perigo de contágio levou os países vizinhos a tomarem medidas. O Presidente da República de Angola, João Lourenço, anunciou então que o país estava a “tomar medidas preventivas” caso o vírus ultrapassasse a fronteira entre os dois países.
No início de Setembro, já com o registo de 85 mortes registadas na RDCongo — 54 das quais confirmadas em laboratório — o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) anunciou que a campanha de consciencialização sobre o vírus alcançara cerca de 2,5 milhões de pessoas.
Esta foi, e continua a ser, uma das principais dificuldades enfrentadas pelas autoridades de saúde, que além de estarem presentes numa região que abriga vários grupos armados violentos, enfrentam a resistência da população em receber os tratamentos médicos.
De resto, a violência nas principais regiões afectadas — Kivu do Norte e Ituri — levou mesmo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a suspender as suas actividades em Beni (Kivu Norte) no final de Setembro de 2018. Da mesma maneira, dois voluntários da Cruz Vermelha foram “gravemente feridos” durante uma agressão num funeral de uma vítima do vírus, no início de Outubro.
A meio deste mês, com o número de mortos a chegar aos 135, a OMS reuniu-se pela primeira vez para analisar a situação epidémica e discutir uma possível categorização da epidemia como “emergência global de saúde pública”, algo que viria a rejeitar.
Em Novembro, o Governo da RDCongo anunciou que a epidemia de Ébola passara a ser a maior da história do país relativamente ao número de contágios.
“[Este surto] acaba de ultrapassar o da primeira epidemia registada na história [da República Democrática do Congo] em 1976 em Yambuku, na província [noroeste] do Equador”, afirmou então o ministro da Saúde congolês, Oly Ilunga.
Nesse mesmo mês, a OMS previa que a epidemia pudesse durar “pelo menos mais seis meses antes de ser declarada extinta”.
Em 17 de Julho de 2019, durante a quarta reunião entre a OMS e o Comité de Emergência desde o início do surto, o director-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus, decretou o estado de Emergência Internacional na RDCongo.
A decisão foi tomada depois de se confirmar que a doença já tinha chegado a Goma, a cidade mais povoada, com dois milhões de pessoas, e também a mais estratégica de todas as afectadas até então, localizada a 20 quilómetros da fronteira com o Ruanda, o que aumentava o risco de uma propagação da epidemia.
Poucas semanas antes, uma família deslocara-se do Uganda até à RDCongo, sendo que, no regresso, pelo menos três pessoas morreram infectadas pelo vírus, já em solo ugandês.
Agora, um ano depois de as autoridades de saúde congolesas terem anunciado o início do surto, foram administradas mais de 171.000 doses da vacina rVSV-ZEBOV, com a Merck a ter já anunciado que irá utilizar as suas fábricas na Alemanha e nos Estados Unidos da América para aumentar a sua produção.
A farmacêutica diz ter 245.000 doses de um mililitro, mas que este número poderá aumentar para 900.000 no próximo ano e meio. A dose aplicada na RDCongo é de 0,5 mililitros, o que se traduz num aumento da quantidade de inoculações disponível.
A norte-americana Johnson & Johnson disponibilizou uma outra vacina às autoridades congolesas, mas Oly Ilunga foi perentório a rejeitar a oferta, argumentando que a introdução de outra vacina aumentaria a confusão entre a população.
Em 20 de Julho de 2019, o Presidente congolês, Félix Tshisekedi, assumiu a supervisão do combate ao Ébola na RDCongo, levando a que o ministro da Saúde apresentasse a sua demissão do cargo.
A RDCongo (ex-Zaire) foi palco de dez epidemias de Ébola desde 1976, mas esta é a primeira vez que o vírus ataca numa zona de conflito armado, densamente povoada e com grandes movimentos de população.
Segundo o mais recente boletim oficial do Ministério da Saúde da RDCongo, datado de 22 de Julho, as autoridades sanitárias congolesas detectaram 2.592 casos, sendo que, destes, 1.743 morreram.
As principais áreas afectadas no Kivu Norte são Katwa (638 mortos), Beni (526 mortos), Mabalako (369 mortos), Butembo (258 mortos), Kalunguta (143 mortos) e Vuhovi (106 mortos), ao passo que dos 257 casos mortais registados em Ituri, a maioria foi na zona de Mandima (197).
Desde o início das actividades de controlo, 140 agentes sanitários foram infectados pelo vírus, tendo morrido 41 desde 01 de Agosto de 2018.
Este surto, o segundo mais mortífero na história, é apenas ultrapassado pela epidemia que entre 2014 e 2016 atingiu a África Ocidental e que matou mais de 11.300 pessoas.
Mais nove insurgentes foram condenados a penas de 16 anos de prisão maior por estarem envolvidos nos ataques armados em Cabo Delgado, onde cometeram vários crimes entre os quais homicídio qualificado e instigação à desobediência colectiva.
A sentença foi apresentada hoje pelo Tribunal Judicial da província de Cabo Delgado, e entre os condenados contam cidadãos de nacionalidade Tanzaniana.
Dos 17 arguidos acusados no processo 68/2018, relacionado com os ataques armados em Cabo Delgado, o Tribunal condenou 9 insurgentes, absolveu 3 por insuficiência de provas e outros 5 ainda vão a instrução contraditória devido alguns problemas registados na fase de instrução preparatória.
Com esta sentença, eleva-se para quatro, o número de processos relacionados com os ataques armados julgados pelo Tribunal Judicial da província de Cabo Delgado.
O Ministério Público e a defesa não se pronunciaram sobre a sentença, no entanto, segundo apurou a nossa reportagem, entre os acusados no processo 68/2018, consta uma mulher que foi absolvido alegadamente por ter sido detida apenas por ser esposa de um dos elementos do grupo armado que há cerca de 2 anos assassinam civis e militares na zona norte de Cabo Delgado.
Uma criança de 3 anos despencou do sexto andar de um prédio na cidade de Chongqing, China, e foi salva por vizinhos que estenderam um lençol.
Segundo informações a imprensa local, o menino teria acordado e ido atrás da avó, que seria a responsável por cuidar dele naquele horário. No entanto, ela não estava em casa.
O menino, então, foi até a varanda e subiu em uma pia que fica no local. Momentos depois, estava pendurado do lado de fora. Vizinhos viram a cena, chamaram o serviço de emergência, mas resolveram agira para evitar o pior. “Ele estava chutando o ar em uma tentativa de voltar para dentro de casa. No entanto, não conseguiu e caiu”, disse um dos moradores, identificado apenas como Liu, ao jornal Shangyou News.
Com um lençol, os vizinhos conseguiram amortecer a queda do menino e salvá-lo. De lá, ele foi levado para o hospital, mas não apresentava qualquer ferimento. A polícia chinesa vai investigar o caso.
O presidente Filipe Nyusi anunciou ontem que vai assinar um acordo para a cessação definitiva das hostilidades militares com o líder da Renamo, Ossufo Momade, na serra da Gorongosa.
Nyusi discursa esta quarta-feira no Parlamento sobre a situação geral da nação, a última vez que o fará no actual mandato, que termina em Janeiro de 2020.
O chefe de Estado dirige-se ao país, a partir da sede do Parlamento em Maputo, três dias após o início voluntário do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) dos guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição.
O DDR resulta dos entendimentos entre o Governo e a liderança da Renamo, no âmbito das negociações de paz, a principal causa que Filipe Nyusi assumiu no seu discurso de tomada de posse em Janeiro de 2015.
Na altura, Filipe Nyusi prometeu “tudo fazer” para que “nenhum irmão moçambicano volte a pegar em arma para matar outro irmão moçambicano”.
No plano económico, os investimentos anunciados este ano para o arranque dos projectos de gás natural liquefeito na Bacia do Rovuma, norte do país, era também apontado como tema central da intervenção de hoje.
A informação sobre a situação geral da nação não é sujeita a perguntas dos deputados, desde que a interpelação ao chefe de Estado pelos parlamentares foi abolida no país por razões que nunca foram explicadas.
Filipe Nyusi é candidato às eleições presidenciais de 15 de Outubro pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, que vão decorrer em simultâneo com as legislativas e assembleias provinciais, que pela primeira vez vão eleger governadores das 10 províncias do país.
A Assembleia da República é dominada pela Frelimo, com uma maioria de 144 deputados, seguida pela Renamo, principal partido da oposição, com 89 deputados, e depois pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), com 17 deputados.
Especialista em TI é presa após divulgar crime na internet. Vazamento expôs dados de mais de 100 milhões de clientes do Capital One, um dos maiores bancos do país.
O banco americano Capital One reconheceu na segunda-feira (29) ter sido vítima do roubo de dados de mais de 100 milhões de clientes. No mesmo dia, o Departamento de Justiça dos EUA comunicou que o FBI prendeu a suspeita de cometer o crime.
A suposta hacker, Paige A. Thompson, é uma especialista em TI de 33 anos e foi presa em Seattle, no estado de Washington. Ela pode ser condenada a até cinco anos de prisão.
De acordo com o FBI, foi a própria Thompson que divulgou o roubo através da plataforma de desenvolvimento colaborativo GitHub, de propriedade da Microsoft. O Capital One afirmou acreditar ser improvável que a informação vazada tenha sido usada para fraudes, mas que continuará a investigar.
Um usuário do GitHub alertou a Capital One do vazamento, e o banco comunicou o caso ao FBI no último dia 19.
O banco Capital One é a 10ª maior instituição financeira dos EUA e o sétimo maior banco privado do país, com activos de 373,6 bilhões de dólares.
“Ainda que seja grato que o autor tenha sido preso, lamento profundamente o que aconteceu”, disse em nota o CEO do Capital One, Richard D. Fairbank. “Eu sinceramente peço desculpas pela compreensível preocupação que este incidente deve estar causando aos afectados e eu me comprometo a consertá-lo.”
De acordo com o banco, com sede em McLean, no estado da Virgínia, Thompson acessou os dados de cerca de 100 milhões de pessoas nos Estados Unidos e outras 6 milhões no Canadá que adquiriram produtos associados a cartão de crédito ou solicitaram cartão bancário do Capital One entre 2005 e 2019.
Na grande maioria dos casos, foram afectados dados pessoais, como nomes, endereços, números de telefone, datas de nascimento ou renda, além de histórico de crédito.
Mas Thompson também obteve os números da Previdência Social de 140 mil pessoas nos EUA e 1 milhão no Canadá. Também teve acesso a números de conta bancária de 80 mil pessoas, conforme reconhecido pela entidade.
No comunicado, a Capital One estima o prejuízo entre 100 milhões e 150 milhões de dólares, a serem gastos com advogados, segurança cibernética e serviços bancários aos afectados.
A Assembleia da República aprovou por consenso e na especialidade o projecto de lei que aprova a revisão pontual da lei orgânica da Comissão Nacional de Eleições.
O documento que prevê a prorrogação do mandato dos actuais membros da CNE até Abril de 2020, foi viabilizado pelas Bancadas Parlamentares da FRELIMO e MDM e a RENAMO votou contra.
Uma vez que o mandato de alguns membros da Comissão Nacional de Eleições que tomaram posse em 2013 terminou em Maio passado, sendo este um ano eleitoral a primeira comissão da Assembleia da República submeteu ao debate o projecto de lei que prevê a prorrogação do mandato destes até Abril de 2020. O objectivo é evitar que a CNE funcione em condições irregulares, assim como evitar perturbar o processo eleitoral.
Analisado o documento, as bancadas parlamentares da FRELIMO e MDM aprovaram a lei e defenderam a manutenção da actual estrutura da CNE até Abril de 2020.
A Renamo através do deputado António Muchanga explicou porque os 60 deputados presentes no parlamento esta terça-feira votaram contra.
O mandato dos membros da CNE é de seis anos e os mesmos cessam com a tomada de posse de outros membros. A revisão pontual da lei orgânica da Comissão Nacional de Eleições foi aprovada com 135 votos das bancadas da FRELIMO e do MDM.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de três (3) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
PACT Saúde, LDA – Organização para Programas de Avaliações, Comunicação e Treino em Saúde está a recrutar cinquenta (50) Inquiridores – Assistentes de Pesquisa (m/f). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal três (3) Operadores de Máquinas (Forklift). Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal cinco (5) Assistentes de Operação. Saiba mais.
A Associação de Mulheres para o Desenvolvimento Comunitário (AMPDC) pretende recrutar um (1) Oficial de Advocacia do Grupo de Trabalho da Rede de Recursos Naturais. Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar dois (2) Oficiais de Monitoria, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem (MEAL). Saiba mais.
A NOBRIN está a recrutar como tem feito tradicionalmente em cada edição do Programa Jovens Visionários, candidatos para profissionais para diversas áreas. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e cinquenta e dois (752) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e setenta e seis (476) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e seis (136) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e sessenta e quatro (264) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e trinta e seis (736) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e setenta e seis (576) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trezentos e quarenta e quatro (344) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos (200) Membros de Mesa da Assembleia de Voto. Saiba mais.pretende recrutar Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Água, Saneamento e Higiene. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Água. Saiba mais.
A Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (IFRC/FICV) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Saneamento. Saiba mais.
A Direcção Nacional da Aldeias de Crianças SOS Moçambique, com sede em Maputo, deseja recrutar um (1) Oficial de Desenvolvimento de Parcerias Institucionais e de Angariação de Fundos. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Secretaria Recepcionista. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar catorze (14) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatro (4) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar dois (2) Formadores Nacionais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar duzentos e setenta e dois (272) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar sessenta e seis (66) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setenta (70) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinquenta e quatro (54) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e dois (32) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar trinta e seis (36) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar vinte e dois (22) Formadores Provinciais de Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar cinco mil e quinhentos e cinquenta e oito (5558) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e quarenta e quatro (1344) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar seiscentos e dois (602) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e trezentos e cinquenta e um (1351) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar mil e setenta e oito (1078) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quinhentos e sessenta (560) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar setecentos e vinte e um (721) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) pretende recrutar quatrocentos e cinquenta e cinco (455) Membros de Mesas das Assembleias de Voto. Saiba mais.
O Secretariado Técnico da Administração Eleitoral pretende recrutar quatrocentos e trinta e dois (432) Formadores Provinciais de Membros da Mesa de Votos. Saiba mais.
O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativa do Projecto. Saiba mais.
O Governo de Moçambique está actualmente em discussões sobre a digitalização das plataformas comerciais, com o objectivo de fortalecer a economia nacional.
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