O Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM), acaba de confirmar que 4, dos 5 principais suspeitos da autoria do assassinato de Anastácio Matavel, ocorrido na segunda-feira (07), na cidade de Xai-Xai, em Gaza, são agentes da corporação, afectos em unidades especiais da Unidade de Intervenção Rápida (UIR).
Na sequência do sucedido, o comandante-geral da PRM, suspendeu em despacho, Alfredo Macuacuá, da posição de comandante da subunidade da UIR, na província, e Tudelo Guirrugo, das funções de comandante de companhia do Grupo de Operações Especiais (GOE) – Gaza.
Por outro lado, foi criada uma comissão de inquérito, para em 15 dias apresentar um relatório pormenorizado sobre o facto.
Milhares de indígenas chegaram a Quito, capital do Equador, para se manifestarem contra o fim dos subsídios que mantinham os preços dos combustíveis baixos, tendo o Governo decidido transferir-se para Guayaquil por questões de segurança.
Os confrontos no Equador intensificaram-se nas últimas horas, pelo que o palácio presidencial foi evacuado e a sede do governo transferida para Guayaquil, anunciou a presidência.
O país está a viver uma crise institucional e política desde a semana passada, na sequência do anúncio de uma série de medidas para “revitalizar a economia”, incluindo a suspensão dos subsídios ao combustível.
O anúncio feito pelo Presidente Lenín Moreno provocou uma greve dos trabalhadores dos transportes, que terminou poucos dias depois, mas os distúrbios têm-se multiplicado em todo o país e no fim de semana os indígenas — que representam 7% da população começaram a juntar-se aos protestos.
No sábado e no domingo, as estradas da serra Andina foram alvo de uma onda de saques e destruição, e na madrugada de hoje as ruas estreitas do centro histórico de Quito tornaram-se um campo de batalha entre manifestantes de diferentes grupos e a polícia.
Pneus queimados, pedras e cocktail molotov atirados e vários bens públicos destruídos era o cenário visível esta manhã na capital, avançou a agência de notícias espanhola Efe.
Quando os distúrbios chegaram à praça de Santo Domingo, a poucas centenas de metros da sede da presidência, a polícia teve de se retirar e as forças militares decidiram evacuar o Palácio Carondelet e transferir o Presidente Lenín Moreno para Guayaquil.
Já nessa cidade, o Presidente fez uma declaração na televisão e na rádio públicas para pedir calma e acusou o ex-Presidente Rafael Correa de uma “tentativa de golpe de Estado”.
“O que aconteceu não é uma manifestação social de protesto contra uma decisão do Governo. Foi uma demonstração política que visa acabar com a ordem democrática”, disse.
Existem “pessoas externas pagas e organizadas” para usar a mobilização dos povos indígenas com o objectivo de saquear e desestabilizar, acrescentou.
Na sua mensagem, Moreno apareceu ao lado do vice-presidente, Otto Sonneholzner, do ministro da Defesa, Oswaldo Jarrín, e de quatro generais em uniforme de combate.
O Presidente equatoriano instou a Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie) a iniciar “um diálogo sincero” e garantiu que “essa porta nunca se fechou”.
Pouco depois, os indígenas libertaram meia centena de polícias e militares retidos desde sábado, segundo o canal Ecuavisa, e a Conaie divulgou um comunicado no qual “rejeitou e repudiou” todos os distúrbios violentos, atribuindo-os à “infiltração de agentes provocadores e violentos” que querem “causar o caos” no país.
Dezenas de radicais religiosos uniram-se numa manifestação em Teerão contra a autorização do governo iraniano à abertura dos jogos de futebol às mulheres.
O Irão recebe o Cambodja na quinta-feira (10), num jogo a contar para o apuramento para o Mundial de 2022; um encontro que marca o fim de uma proibição com 40 anos.
Com cartazes e cânticos de protesto, dezenas de pessoas criticaram a medida, que surgiu após forte pressão da FIFA.
“Nós, enquanto mulheres xiitas, não estamos de todo satisfeitas com o que está a acontecer. Isto tem um grande impacto em todas nós. A dignidade das mulheres muçulmanas não se vai manter se elas puderem entrar num ambiente que é específico dos homens”, afirmou uma das manifestantes.
O regime iraniano garantiu recentemente à FIFA que iria fazer cumprir o fim da interdição que durava desde a Revolução Islâmica de 1979. Para tal, reservou secções do estádio Azidi para acolher o público feminino. Desde que os bilhetes foram postos à venda, as mulheres esgotaram os 3500 ingressos em poucas horas.
O levantamento da proibição tornou-se uma realidade depois de intensa pressão internacional, na sequência da morte de uma mulher, que se imolou publicamente em nome do direito das mulheres a assistir. A jovem tinha sido detida após tentar entrar num estádio para assistir a um jogo e foi mesmo ameaçada de prisão antes da sua morte.
O director-geral da LAM (Linhas Aéreas de Moçambique) disse à Lusa, em Lisboa, que a empresa está a tentar negociar com a TAP uma parceria que, para já, permita voos diários com aquele com o país.
“Queremos, se possível, fazer uma parceria com a TAP para servir um voo directo quase que diário, com alternativas, de forma a que cada pessoa possa ir num dia e vir no outro, ou daí por dois dias, e não ter de esperar dois três dias para que aconteça outro voo”, afirmou João Carlos Pó Jorge, em declarações à Lusa à margem da cerimónia que marcou na segunda-feira o lançamento do voo Lisboa-Maputo.
Uma cerimónia que assinalou o regresso da LAM ao espaço europeu.
“Estamos em conversa e a tentar repor uma relação que havia de longa data e que, tecnicamente, deixou de funcionar, há cerca de dois anos”, adiantou o responsável da companhia aérea moçambicana, explicando o objectivo imediato das negociações com a sua congénere portuguesa.
Manifestando um certo optimismo face à possibilidade daquela parceria vir a concretizar-se, o gestor disse: “Contamos que com algum trabalho e boa vontade de parte a parte conseguiremos pelo menos repor o que havia. Depois, com a introdução do novo voo [em Março], poderemos elevá-la a um patamar muito mais alto”.
Para esse horizonte, o director-geral da LAM foi claro nos objectivos: “a três quatro anos gostaríamos de ter voos diários entre os dois operadores, com ‘code share’ na rota, de forma a que uma pessoa possa comprar um voo desde o Porto até Nampula, por exemplo. Mas também vice-versa, que possa comprar desde Pemba até ao Porto, ou até Nova Iorque ou Londres”.
João Carlos Pó Jorge estima que o tráfego de passageiros entre Portugal e Moçambique vai crescer “bastante” nos próximos anos, graças também aos grandes projectos de petróleo gás a realizar naquele país de África.
“Os projectos de petróleo implicam muita movimentação, tanto em frequências como em volume de passageiros”, considerou, acrescentando que a LAM, ao ver que este mercado “está a crescer muito” e que “está a haver muito tráfego, que vai para outras rotas” quer posicionar-se.
Hoje a rota Maputo-Lisboa (origem e destino) tem cerca de 40 mil passageiros, a maior parte da TAP, mas também de outras companhias, via outros destinos, referiu.
Por isso, “queremos ver se acrescentamos algum mercado e se vamos buscar alguns [passageiros] que estão a ir via outras rotas”, adiantou o gestor.
As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vão, a partir de 31 de Março do próximo ano, voltar a efectuar voos directos para a Europa, via Lisboa, o que não acontecia desde 2011.
Os voos serão efectuados através de uma aeronave Airbus A340-300, com 260 lugares e mais de 40 toneladas de carga, e que vai ligar as duas capitais três vezes por semana: com trajecto Maputo-Lisboa na quarta-feira, sexta-feira e domingo, e Lisboa-Maputo na terça-feira, quinta-feira e sábado.
O retorno da LAM ao espaço europeu ocorre em cooperação com a companhia aérea privada portuguesa Hi Fly, proprietária da aeronave Airbus A340-300, e com qual foi acordado um período experimental de seis meses.
Para o novo voo, os objectivos são elevados: “Queremos transportar, no primeiro ano entre 12 a 14 mil passageiros. Mas obviamente que temos de ajustar a nossa oferta ao que veremos a acontecer no mercado”.
Para já, a base vai ser “o mercado étnico entre Moçambique e Portugal, a diáspora moçambicana, que foi na verdade quem fez muita pressão para que este voo acontecesse. E compreende-se, porque estavam a voar para Maputo via outros destinos, e obviamente que o voo directo é melhor”, afirmou o responsável da LAM.
“Mas também queremos ir buscar aquele grupo de pessoas que está cá, que saiu de Moçambique há muitos anos, e que pensamos que vai começar a voltar para visitar” o país, acrescentou.
E depois há o “corporate a começar a intensificar-se muito, por causa dos projectos grandes do petróleo e do gás, em que a portuguesa Galp é uma das empresas presente, e também por causa de algumas indústrias de transformação”, concluiu.
O WWF (World Wide Fund for Nature) Delegação de Moçambique, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Contratos e Subvenções. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador de Apadrinhamento de Crianças. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador de Apadrinhamento e DPI (Desenvolvimento da Primeira Infância). Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para o Apoio e desenvolvimento da Criança órfã, com sede em Maputo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Facilitador de Apadrinhamento e Educação. Saiba mais.
O Centro Médico e de Treinamento em Segurança e Saúde (CMTSS), Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Agentes de Farmácias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar dois (2) Docentes N1 na especialidade de Turismo – Orientação para Animação e Informação Turísticas. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar um (1) Docente N1 na especialidade de Engenharia e Gestão de TIC’s. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar um (1) Docente N1 na especialidade de Contabilidade e Auditoria/ Ensino de Matemática. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Gestão Financeira e Bancária. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
O avançado Haris Seferovic recebeu, na segunda-feira, o prémio de melhor jogador suíço do ano, após a excelente temporada que realizou ao serviço do Benfica, onde sagrou-se o melhor marcador da Liga e foi imprescindível para ajudar o clube a conquistar o título.
Seferovic bateu a concorrência de Shaquiri e Xhaka para receber este prémio.
Nove corpos de migrantes foram recuperados e 22 pessoas foram salvas após uma embarcação de madeira naufragar a seis milhas da costa da ilha italiana de Lampedusa, informou a guarda costeira italiana.
Aguarda costeira declarou que, durante a madrugada, foi avistada uma pequena embarcação de madeira com cerca de 50 migrantes, mas devido às más condições climáticas o barco virou-se durante a operação de aproximação.
As lanchas da guarda costeira e da guarda de finanças salvaram 22 migrantes e recuperaram dois corpos, enquanto a busca aérea pelos 20 desaparecidos continuou.
Posteriormente, a guarda costeira confirmou o avistamento de outros sete corpos de migrantes, elevando o número de mortes para nove.
Num outro incidente, a embarcação da organização não-governamental espanhola ‘Open Arms’, a única que se encontra no Mediterrâneo Central no momento, localizou no domingo à noite um outro barco de madeira com 40 migrantes, que acolheu, e aguarda agora a indicação de um porto para desembarcá-los.
No dia 2 de Outubro, o ‘Open Arms’ partiu do porto de Nápoles, no sul de Itália, para a sua 67.ª missão, depois de ter estado retido desde do dia 22 Agosto até o dia 21 de Setembro, no porto de Lampedusa, para solucionar irregularidades técnicas e operativas, detectadas numa inspecção do ministério de transportes italiano.
O líder dos Republicanos no Senado norte-americano, Mitch McConnell, preveniu que uma retirada “precipitada” da Síria poderá beneficiar a Rússia, o Irão e o regime de Bashar al-Assad.
“Uma retirada precipitada das forças americanas da Síria apenas poderá beneficiar a Rússia, o Irão e o regime de Al-Assad. E aumentaria os riscos que o [grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico] e outros grupos terroristas se reestruturem”, declarou em comunicado este apoiante de Donald Trump.
McConnell exortou ainda o Presidente norte-americano a “evitar um conflito importante” entre a aliada Turquia na NATO e os parceiros sírios locais “na luta contra o terrorismo”.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, justificou hoje a decisão norte-americana de retirar forças militares da Síria, dizendo que quer deixar aos protagonistas regionais a tarefa de “resolver a situação”.
O Governo dos Estados Unidos anunciou no domingo que não iria obstaculizar uma operação turca contra as milícias curdas, no norte da Síria, dizendo que retiraria o seu contingente militar de várias zonas deste país, para abrir espaço de manobra para o plano de Ancara.
“Turquia, Europa, Síria, Irão, Iraque, Rússia e curdos terão agora de resolver a situação”, disse hoje Donald Trump, na sua conta pessoal da rede social Twitter, na sua primeira reação a este tema.
No fim de semana, o Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, advertiu que está “iminente” uma intervenção militar em território sírio contra as milícias curdas sírias na zona leste do rio Eufrates, e sugeriu que Ancara não esperar pelo apoio dos EUA nesta operação.
O objetivo consiste em eliminar as milícias curdas sírias das Unidade de Proteção Popular (YPG), um dos mais próximos aliados de Washington no combate contra o EI, mas consideradas “terroristas” por Ancara devido aos seus vínculos com o banido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), a guerrilha curda ativa na Turquia.
Em comunicado, a Casa Branca anunciou que a Turquia passará a ser “responsável” por todos os combatentes do EI que se encontram no norte da Síria e forma capturados nos dois últimos anos, após o grupo ‘jihadista’ ter perdido o controlo territorial dessa região.
Desde há vários anos que o Governo turco exige uma “zona segura” no nordeste da Síria ao longo da fronteira comum, uma proposta que finalmente foi concretizada em 07 de Agosto com Washington, também com o objectivo de recolocar nessa região cerca de dois milhões de refugiados sírios que se encontram na Turquia.
Este território está controlado pelas milícias curdas da Síria, e a retirada militar norte-americana – cerca de dois mil militares que forneciam treino e apoio logístico às YPG – poderá permitir à Turquia concretizar uma das suas prioridades, através da ocupação do território do nordeste da Síria e expulsar os curdos.
O extremo Rafa (Benfica) foi na segunda-feira, dispensado dos trabalhos da Selecção Nacional por não se encontrar em condições.
O jogador irá assim falhar as partidas frente ao Luxemburgo, dia de 11 Outubro, às 19.45 horas, e Ucrânia, em Kiev, dia 14, às 19.45 horas, em jogos de qualificação para o Euro-2020.
O presidente da Renamo e candidato presidencial às eleições do dia 15, Ossufo Momade, desistiu de fazer campanha eleitoral na província moçambicana de Manica depois de uma ordem de encerramento de aeródromos e cancelamento do seu plano de voo pelas autoridades, informou o partido.
Alfredo Magumisse, disse que a Renamo foi “surpreendida” por uma ordem que impedia o seu candidato presidencial a aterrar, em campanha, nos distritos de Mossurize, Machaze, Sussundenga e Baruè, distritos com histórico de voto para a oposição.
“Contra todo o censo humano e politico ele foi impedido de viajar para todos estes distritos porque a aeronave que transporta ele e sua comitiva não foi autorizada a aterrar nas pistas destes distritos”, denunciou Magumisse, que concorre a governador de Manica pela Renamo.
A Renamo acusa a Frelimo, por partidarização dos aeroportos, ao ser instruídas para “desprogramar o sistema e o mapa dos aeródromos do país” e “particularmente de Manica”, alguns dias depois do seu candidato ter escalado as mesmas regiões.
O Instituto Nacional de Aviação Civil de Moçambique (INAC) ainda não se pronunciou nem o Governo.
O director executivo do Fórum das Organizações Não-Governamentais de Gaza (FONGA), Anastácio Matavel, foi crivado de balas, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, por cinco indivíduos, confirmou a Polícia.
Anastácio Matavel foi baleado em plena luz do dia, por volta das 11h30, no interior da sua viatura, e viria a perder a vida no Hospital Provincial de Xai-Xai, pouco minutos depois.
Testemunhas contaram que o dirigente daquela organização da sociedade civil, também membro da Sala da Paz, sofreu 10 tiros, o que o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) em Gaza, Edgar Juvane, não confirmou. “A balística ainda está a trabalhar (…)”.
Na altura dos factos, Anastácio Matavel acabava de participar de uma formação de observadores eleitorais, na cidade de Xai-Xai, onde residia.
Os autores dos disparos faziam-se transportar numa viatura com a matrícula ADE 127 MC. Consumado o crime, eles abandonaram o local, em alta velocidade, em direcção ao norte da cidade de Xai-Xai. Porém, a meio do percurso, foram interceptados por uma unidade da PRM.
Durante a perseguição, os supostos malfeitores envolveram-se num acidente de viação, tendo a viatura na qual fugiam capotado. Por conseguinte, dois elementos do grupo morreram no local, um ficou gravemente ferido e encontra-se internado no Hospital Provincial de Xai-Xai e outro está detido.
Edgar Juvane disse, em contacto telefónico com “O País”, que o quinto indivíduo dado como foragido está “na posse de um bem não identificado” de Anastácio Matavel.
A Polícia recuperou uma pistola, mas há informações que dão conta de que os suspeitos estavam igualmente munidos de AK-47.
O filho do ex-Presidente sul-africano Jacob Zuma desmentiu ontem, perante uma comissão de inquérito, ter participado em casos de corrupção imputados a uma família de empresários durante a presidência do seu pai.
Duduzane Zuma, de 35 anos, foi acusado de ter participado em Outubro de 2015 numa reunião na qual um membro daquela família, Ajay Gupta, teria proposto a elevação a ministro do então vice-ministro das Finanças, Mcebisi Jonas.
Em 2018, o próprio Jonas tinha declarado nesta comissão, designada Comissão sobre a Captura do Estado, dirigida pelo vice-presidente do Tribunal Constitucional, Raymond Zondo, que a pasta ministerial lhe tinha sido oferecida em troca da sua obediência às ordens dos Gupta e de 600 milhões de rands (38 milhões de euros).
O filho do ex-Presidente sul-africano afirmou hoje que “não foi feita qualquer oferta” durante esta reunião, confirmando o encontro, mas negando a presença dos Gupta.
Duduzane Zuma negou também que Mcebisi Jonas tivesse sido ameaçado de morte, depois de ter recusado a proposta de Ajay Gupta.
Antes, em Julho, fora o próprio Jacob Zuma a rejeitar as acusações de corrupção, que o levaram à demissão no início de 2018, aludindo a “calúnias” e a uma “conspiração” para o eliminar.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deve entregar suas declarações fiscais de 2011 a 2018 aos promotores de Nova York, decidiu um juiz federal na segunda-feira (07) depois de o republicano alegar que tinha imune relativa a seu cargo.
A decisão do juiz distrital Victor Marrero, em Manhattan, intensifica a batalha do presidente para manter suas finanças em sigilo, apesar de ter prometido na disputa pela Casa Branca em 2016 que divulgaria suas declarações de imposto de renda.
Marrero chamou a reivindicação de imunidade de Trump de “repugnante à estrutura governamental e aos valores constitucionais do país”. A defesa do presidente reagiu rapidamente e disse que entrou com uma notificação de apelação de emergência no tribunal federal de apelações de Manhattan.
Cyrus Vance, procurador do distrito de Manhattan, intimou Trump a entregar declarações de impostos pessoais e corporativas de 2011 a 2018 e outros registros da empresa de contabilidade Mazars USA, que gerencia as finanças do republicano há muitos anos, como parte de uma investigação criminal sobre o presidente e seus negócios familiares.
Os advogados de Trump argumentaram que o presidente estava imune a essa investigação enquanto estava no cargo e que a Constituição exigia que Vance esperasse até depois que Trump deixasse a Casa Branca.
A defesa do presidente não respondeu aos pedidos de comentário. Danny Frost, porta-voz de Vance, se recusou a comentar.
Em uma decisão de 75 páginas, Marrero se recusou a reivindicar jurisdição sobre a disputa, dizendo que Trump deveria ter levado seu caso a um tribunal do Estado de Nova York. Mas o juiz deixou claro que, se o tribunal de apelações discordasse dessa conclusão, Trump deveria perder.
“A extensa noção de imunidade constitucional invocada aqui para proteger o presidente do processo judicial constituiria e ultrapassaria o poder executivo”, escreveu Marrero. “Tal doutrina abrangente não encontra apoio no texto ou na história da Constituição”, completou o juiz, dizendo que acatar o pedido de Trump deixaria o presidente, sua família e seus negócios acima da lei.
Vance emitiu a intimação quatro semanas após a emissão de outra intimação para a Organização Trump para obter registros de pagamentos ocultos em dinheiro, incluindo a duas mulheres antes das eleições de 2016 que disseram ter tido relações sexuais com Trump, o que ele nega.
No passado, a Mazars havia declarado que cumpriria suas obrigações legais e, por uma questão de política, não comentaria seu trabalho para os clientes.
Em uma acção separada, o presidente tenta impedir o Deutsche Bank AG de entregar os registros financeiros, que o Banco disse incluir declarações fiscais, solicitadas por comissões da Câmara dos Deputados dos EUA.
Argumentos orais nesse caso foram ouvidos pelo tribunal federal de apelações em Manhattan em 23 de Agosto. Neste caso ainda não há uma decisão.
O cientista político Alexander Noyes defendeu que a intervenção militar musculada em resposta aos ataques armados em Cabo Delgado, norte de Moçambique, arrisca fazer escalar a ameaça e criar o próximo Boko Haram.
Especialista em questões de segurança e violência extremista em África e nos Balcãs, Alexander Noyes é formado em política pela Universidade de Oxford, Reino Unido, com um mestrado em Estudos Africanos.
Cientista político na organização sem fins lucrativos RAND Corporation, Noyes colabora também com o blog LawFare, onde em Setembro assinou, em parceria, um artigo sobre os riscos das operações militares de contraterrorismo naquela região moçambicana.
No mesmo artigo, Alexander Noyes deixa a questão: Estará Moçambique a criar o próximo Boko Haram? numa alusão ao grupo ‘jihadista’ que actua na Nigéria e cuja acção causou mais de 20 mil mortos e dois milhões de deslocados numa década.
Em declarações à agência Lusa, a propósito da passagem de dois anos do início dos ataques na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, Alexander Noyes responde à pergunta do artigo com um “ainda não”, mas deixa alertas.
“A actual abordagem de mão pesada do Governo é susceptível de levar a uma escalada da ameaça em vez de a neutralizar”, considerou.
Por isso, defendeu o especialista, “é necessária uma nova abordagem mais abrangente” do ponto de vista do Estado de direito e da governação.
“Os actores regionais e internacionais poderiam oferecer-se para formar e profissionalizar as forças de segurança moçambicanas, instando o Governo a respeitar os direitos humanos, a seguir o devido processo, a permitir o acesso dos jornalistas a Cabo Delgado e responsabilizar os membros das forças de segurança por abusos passados”, disse.
Alguns distritos da província de Cabo Delgado são alvo de ataques de grupos armados desde há dois anos, havendo relatos de violência quase todas as semanas.
De acordo com números recolhidos pela Lusa, a onda de violência já terá provocado a morte de pelo menos 250 pessoas, entre residentes, supostos agressores e elementos das forças de segurança.
As autoridades responderam com o reforço da resposta militar, mas os elementos das forças de defesa e segurança moçambicanas destacados para Cabo Delgado são oriundos de vários pontos do país e muitas vezes nem sequer falam a mesma língua dos residentes, o que dificulta as relações com as populações.
Os ataques ocorrem numa região onde operam várias multinacionais que irão explorar as reservas de gás natural nos próximos anos.
Apesar da informação escassa sobre os autores dos ataques, Alexandre Noyes subscreve a tese de que os atacantes terão ligações ao grupo al-Sunnah wa Jamaah (ASWJ) da Somália.
O grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico tem anunciado desde Junho estar associado a alguns destes ataques, mas autoridades e analistas consideram pouco credível que haja um envolvimento genuíno do grupo terrorista nos ataques.
“Sabemos que alguns membros parecem ser da Somália, Tanzânia e Sudão, mas o norte de Moçambique é um entreposto comercial e de migrações na região e, por isso, a multinacionalidade dos seus membros não é surpreendente, nem deve ser tomada como um sinal de que o ASWJ é um grupo islamita transnacional”, referiu.
O especialista apontou “a propensão para a violência contra civis” como uma marca do ASWJ e cita dados do Armed Conflict Location & Event Data Project (ACLED) para adiantar que “mais de 80% dos ataques do grupo foram dirigidos contra civis”.
Alexander Noyes, que trabalhou na U.S. Security Governance Initiative da Casa Branca e no Departamento de Defesa do Centro de Estudos Estratégicos para África, defendeu, por outro lado, que é necessário um diálogo com as comunidades para acalmar tensões e promover a discussão sobre “a distribuição justa da riqueza proveniente do ‘boom’ da exploração de gás natural”.
“O empobrecido norte de Moçambique precisa dos esforços focados no desenvolvimento. As multinacionais que operam na região podem ter um papel e ser encorajadas a envolverem-se com as comunidades locais através de programas de responsabilidade social e práticas laborais justas”, disse.
“Podem também usar a sua influência para pressionar o Governo na direcção certa”, acrescentou.
Isto porque Alexander Noyes acredita que a religião não é o único factor na origem do crescimento da revolta.
“Os esforços de recrutamento do ASWJ podem beneficiar do sentimento de frustração de muitos dos residentes locais quando confrontados com a possibilidade de a riqueza resultante dos recursos naturais da região não beneficiar as suas populações”, apontou.
Alegados abusos cometidos pelos seguranças das multinacionais, disputa de terras, desemprego jovem generalizado e altos níveis de desconfiança do Governo, são outros factores a ter em conta, segundo Noyes.
Dois anos passados sobre os primeiros ataques, Alexandre Noyes vê a situação a piorar e sustenta que “devido à gravidade do problema”, Moçambique deveria considerar pedir ajuda.
Para o futuro, Alexander Noyes estima que se a repressão continuar “a ameaça vai crescer e disseminar-se pela região e pelo país”, mas sustenta que se o Governo parar com a repressão, atender as queixas das populações e optar por uma abordagem mais abrangente poderá “atenuar a ameaça e caminhar para uma paz sustentável”.
O MDM assume que o seu primeiro objectivo é colocar a Frelimo na oposição para potenciar o desenvolvimento de Moçambique, para que os recursos naturais, que são muitos, sejam usados para melhorar a vida de todos e não apenas de alguns.
Lutero Simango, membro sénior do MDM, lembra que os recursos não duram para sempre, sendo por isso necessário” garantir que tais recursos sejam utilizados de forma inteligente e sustentável, isto é, aplicados na construção de infra-estruturas, formação do capital humano e também para colocar Moçambique na rota do desenvolvimento”.
Ainda no seu manifesto eleitoral, o MDM defende a despartidarização do Estado, a redução do número de ministérios e os poderes do Chefe de Estado.
Entre outras medidas, elenca ainda a redução dos impostos, em particular o Imposto sobre Valor Acrescentado, de 17 para 14 por cento, de modo a criar incentivos para que as pequenas e médias empresas se modernizem.
A transformação da agricultura, tornando-a mais competitiva e empresarial, é outra aposta do partido dirigido por Daviz Simango, que defendeu que “todos os que estão no mercado informal devem ser legalizados, aplicando, para essas pessoas, políticas fiscais de incentivos”.
No capítulo da defesa e segurança, o MDM fala da necessidade de existência, no país, “de forças que defendam o Estado e os cidadãos e não interesses partidários.
Fundado em 2009, o terceiro maior partido de Moçambique, tem 17 dos 250 assentos parlamentares, e apresenta-se, na corrida eleitoral, com um candidato presidencial, Daviz Simango.
Com mais de 500 mil membros, segundo o próprio partido, no dia 15 de Outubro, o MDM vai concorrer a todas as três eleições, presidenciais, legislativas e assembleias provinciais.
Foram recebidos em audiência, na manhã de segunda-feira (07), pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco. No total, são 61 observadores da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, SADC, que vão observar as eleições gerais de 15 de Outubro, em todas as províncias.
Os observadores acreditam que estão criadas as condições para que estas eleições decorram sem sobressaltos, entretanto, lamentam um aspecto: os ataques armados em Cabo Delgado, perpetrados por homens ainda desconhecidos, desde 2017.
“O relatório que recebemos foi, obviamente, muito positivo, de que Moçambique está pronto para disputar estas eleições. Mas é claro que temos algumas observações, tal é o caso de Cabo Delgado. Mas já recebemos a explicação no terreno. Esperamos, realmente, que o país realize eleições livres”, disse Oppah Mushinguiri, Ministra da Defesa, Segurança e Veteranos de Guerra do Zimbabwe, que lidera a Missão.
Para Moçambique, a missão é bem-vinda. O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação garantiu que tudo está acautelado.
“De uma forma geral, estão criadas todas as condições para que Moçambique realize eleições livres, justas e transparentes” afirmou Pacheco, ressaltando que quanto a Cabo Delgado os observadores que estiverem afectos nas zonas de risco, terão o reforço das Forças de Defesa e Segurança.
A missão de observadores da SADC estará no país até ao dia 21 de Outubro corrente.
Um homem foi preso após roubar um banco em Crockett, Texas, Estados Unidos. Segundo informações da polícia, Heath Edward Bumpous iria se casar no dia seguinte ao assalto e não tinha dinheiro para pagar pelas alianças e pela festa.
Por volta de 11h30 da última sexta-feira (04), ele se aproximou de um dos caixas, mostrou a arma e pediu o dinheiro.
“Ele disse para o caixa que iria se casar amanhã e que não tinha como pagar pelas alianças e a festa”, contou o xerife Woody Wallace em colectiva de imprensa. No entanto, as câmeras de segurança do local flagraram o rosto do rapaz e a polícia imediatamente publicou as fotos na internet.
E sabe quem reconheceu Heath nas fotos? A própria noiva, Dione Traylor. Imediatamente, ela pediu para que ele se entregasse à polícia. “A noiva falou com ele pelo telefone contou que viu a foto no Facebook. Ela sabia que era ele e o convenceu a ir até a delegacia”, explicou o xerife.
“Agora, ele está preso e vai responder por roubo. Vai aguardar o julgamento na cadeia”, disse Woody. Não se sabe se a noiva pretende continuar com o casamento após Heath sair da prisão.
O Presidente do Iraque, Barham Saleh, pediu que “parem os conflitos” depois de seis dias de manifestações e violência, que causaram cerca de 100 mortos e depois de o exército admitir o “uso excessivo” da força em Bagdade.
Desde o início, em 01 de Outubro, do movimento de contestação em Bagdade e em cidades do sul, para exigir empregos, serviços públicos e o fim da corrupção, cerca de 100 pessoas morreram, na sua maioria manifestantes, existindo ainda registo de cerca de seis mil feridos, segundo o mais recente balanço oficial.
Barham Saleh acusou os “inimigos do povo” de serem os responsáveis pelas mortes e apelou a todas as forças políticas iraquianas para que realizem um diálogo político “franco e completo, sem interferência estrangeira”, de modo a conseguirem satisfazer as exigências dos manifestantes, considerando que “não são impossíveis” de alcançar.
Após os violentos confrontos na noite de domingo na cidade de Sadr, a leste de Bagdade, em que 13 pessoas morreram, o comando militar admitiu o “uso excessivo da força” e anunciou que vai responsabilizar os oficiais que “cometeram erros”.
“A iniciativa é boa: todo o dirigente deve celebrar um casamento de modo a que tenha família legalmente constituída”, mas “em Moçambique, o casamento é um ato voluntário”, explicou Abel de Albuquerque, Director provincial de Justiça de Manica – o distrito e a província de que faz parte têm o mesmo nome.
Em causa está um aviso do governo distrital de Manica, datado de 18 de Setembro, intitulado “casamento colectivo”.
O documento, divulgado na Internet, anuncia que o executivo, por incumbência do administrador, “deliberou que todos os funcionários do Estado com cargo de direcção, chefia e confiança afectos ao distrito de Manica, devem realizar o matrimónio até ao dia 30 de Novembro de 2019”.
O documento não entra em detalhes sobre a razão, contexto ou âmbito de tal deliberação, acrescentando apenas que “para a materialização desta decisão, a Conservatória de Registo Civil e Notariado vai assegurar a cerimónia colectiva no dia 30 Novembro na sala de conferências do distrito, localizada no Bairro Nhanconza”.
Os membros do governo distrital “falharam naquilo que são os procedimentos legais para a implementação dessa proposta […] na medida em que estabelecia um prazo para a celebração do casamento”, referiu hoje Abel de Albuquerque.
Se é uma “celebração voluntária”, não se pode marcar um prazo, acrescentou.
Neste momento, “decorrem os procedimentos para anular a decisão”, disse o director provincial de Justiça de Manica.
Abel de Albuquerque admite que tenha “falhado a assessoria técnico-jurídica” ao executivo distrital” e escusa-se a referir se haverá alguma sanção por ter sido aprovada uma deliberação que viola a lei, pois essa é uma decisão que estará nas mãos do governo provincial.
Numa ronda da Lusa por serviços públicos da cidade de Manica, a maioria dos dirigentes públicos recusou-se a comentar o assunto.
Os que deram opinião, dividiram-se: houve quem apreciasse a ideia como forma de facilitar a realização de casamentos, mas houve também quem a visse como uma intromissão.
A Lusa tentou, sem sucesso, obter explicações do administrador distrital de Manica, Carlos Manlia.
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