Foram recebidos em audiência, na manhã de segunda-feira (07), pelo ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco. No total, são 61 observadores da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral, SADC, que vão observar as eleições gerais de 15 de Outubro, em todas as províncias.

Os observadores acreditam que estão criadas as condições para que estas eleições decorram sem sobressaltos, entretanto, lamentam um aspecto: os ataques armados em Cabo Delgado, perpetrados por homens ainda desconhecidos, desde 2017.
“O relatório que recebemos foi, obviamente, muito positivo, de que Moçambique está pronto para disputar estas eleições. Mas é claro que temos algumas observações, tal é o caso de Cabo Delgado. Mas já recebemos a explicação no terreno. Esperamos, realmente, que o país realize eleições livres”, disse Oppah Mushinguiri, Ministra da Defesa, Segurança e Veteranos de Guerra do Zimbabwe, que lidera a Missão.

Para Moçambique, a missão é bem-vinda. O Ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação garantiu que tudo está acautelado.
“De uma forma geral, estão criadas todas as condições para que Moçambique realize eleições livres, justas e transparentes” afirmou Pacheco, ressaltando que quanto a Cabo Delgado os observadores que estiverem afectos nas zonas de risco, terão o reforço das Forças de Defesa e Segurança.
A missão de observadores da SADC estará no país até ao dia 21 de Outubro corrente.

O País