O Comité Internacional de Salvamento (IRC) avisou este domingo que um quarto das crianças da capital libanesa está em risco de ficar sem escola, após a explosão no porto de Beirute no início de agosto.
“Com 163 escolas danificadas na explosão de Beirute, pelo menos uma em cada quatro crianças da cidade está agora em risco de ser privada de escolaridade”, apontou o IRC numa declaração.
“Mais de 85.000 estudantes foram inscritos nas escolas danificadas e levará até um ano a reconstruir os edifícios mais destruídos”, acrescentou a organização não-governamental.
O esqualeno, um óleo produzido pelo fígado dos tubarões, está a ser utilizado no desenvolvimento das vacinas contra a Covid-19. Shark Alliens, uma associação que protege a espécie explica que se cada pessoa no mundo receber uma dose da vacina contra o novo coronavírus, que contenha o óleo de fígado, será necessário matar 250 mil tubarões.
Se cada pessoa precisar de duas doses, como alguns cientistas falam, então estaríamos a falar na morte de meio milhão desses animais.
Atualmente o produto é utilizado em várias vacinas, suplementos alimentares e produtos de cosmética. É o caso da farmacêutica GlaxoSmithKline que, segundo a SkyNews, usa o esqualeno em vacinas contra a gripe e em maio disse que iria fabricar um bilião de doses desse produto em vacinas contra a Covid-19.
A diretora da Shark Allies, Stefanie Brendl, disse à SkyNews, que há demasiadas incógnitas sobre o tempo que esta pandemia irá durar e a quantidade de vacinas que serão necessárias “e que se continuarmos a usar tubarões, o número da espécie capturada para este produto pode ser muito alto, ano após ano. Colher algo de um animal selvagem nunca será sustentável, especialmente se for um predador de topo que não se reproduz em grandes números.”
Os cientistas estão agora a testar uma alternativa ao esqualeno. Essa opção passa por uma versão sintética feita através de cana-de-açucar fermentada.
O Cadrasto de pessoas para o pagamento do subsídio, que durante seis meses vai beneficiar 63.857 agregados vulneráveis residentes na cidade da Beira, iniciou esta semana nesta urbe no âmbito dos esforços do Governo para a mitigação do impacto da pandemia do novo coronavírus.
De acordo com o delegado do Instituto Nacional de Acção Social (INAS), Abdul Razak, os beneficiários irão receber um valor total de nove mil meticais repartidos em três tranches de três mil cada, o equivalente a 1500 meticais mensais através de sistemas electrónicos como M-Pesa, com vista a garantir o distanciamento social para a prevenção e controlo da Covid-19
Centenas de angolanos marcharam em Luanda contra as políticas económicas do governo. No país onde quase um terço da população está desempregada, exigem mais trabalho, uma das promessas eleitorais de João Lourenço, que assinala agora três anos à frente da presidência de Angola.
“O presidente João Lourenço prometeu 500 mil empregos. É sabido que o nosso país é maioritariamente jovem e é essa juventude que está sem emprego, mais de 80% dessa juventude está sem emprego. E, no entanto, dessa promessa eleitoral, até hoje, nada se materializou”, afirmou um dos manifestantes em declarações à RTP.
“80% dos jovens passam os dias nas casas de Angofoot, a jogar jogos contra a justiça só para conseguir ter pelo menos uns 500 kwanzas, ou mil kwanzas diários para poder sustentar as famílias. Nós não queremos mais isso, nós queremos só que cumpram as promessas para podermos parar com as manifestações”, alegou outro dos participantes na marcha.
Entre os gritos de protesto, foram sobressaindo “João Lourenço se prepara” e “2022, vais gostar”, numa alusão às eleições gerais marcadas para esse ano.
Alguns manifestantes tentaram furar a barreira policial, mas a ordem acabou por ser resposta com a ajuda da organização do protesto. De acordo com as autoridades, vários jovens foram levados para a esquadra para serem identificados.
Um juiz norte-americano decidiu no domingo manter a aplicação TikTok nas plataformas de download de aplicações móveis nos Estados Unidos, suspendendo assim a ordem dada pela administração de Donald Trump.
Poucas horas antes da decisão entrar em vigor, o magistrado Carl Nicholas decidiu a favor do TikTok.
O juiz federal do distrito de Columbia deferiu assim o pedido dos advogados da firma chinesa, que pretendia um bloqueio temporário da possível proibição enquanto as duas partes se enfrentam em tribunal.
A decisão da Nichols é mais um episódio de uma disputa que começou em agosto, quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva ameaçando banir o TikTok dos EUA, caso a empresa que a detém, a China ByteDance, não vendesse o seu negócio no país a empresas norte-americanas.
Segundo o presidente dos EUA, o facto de a empresa ser propriedade de uma empresa chinesa constitui uma ameaça à segurança nacional devido às ligações na China entre o setor privado e o Partido Comunista Chinês.
Após semanas de negociações, a ByteDance chegou a um acordo inicial com a Oracle e Walmart, que receberam aprovação preliminar da Casa Branca, mas nos últimos dias as conversações não estavam a dar frutos e havia uma possibilidade real de Trump levar a cabo a sua ameaça de proibição de downloads da aplicação já este domingo.
Algumas horas antes da decisão, no domingo de manhã, a Nichols realizou uma audiência para ouvir os argumentos do governo, que alegou que o TikTok é uma ameaça porque recolhe dados sobre os seus utilizadores e, sendo uma empresa chinesa, coopera com os serviços secretos chineses.
Argumentos da aplicação chinesa
Os advogados da TikTok negaram que a empresa partilhe dados com as autoridades chinesas e argumentaram que o objetivo de Trump é, na realidade, restringir a liberdade de expressão.
“Este caso é sobre liberdade de expressão e liberdade de comunicação. É inerente ao negócio que tem sido visado. TikTok é uma aplicação, mas é muito mais. É uma versão moderna da comunicação na era eletrónica que ganhou popularidade especialmente na pandemia”, disse um dos advogados da empresa, Alexander Berengaut.
Se o juiz não tivesse concordado com a ByteDance e a Casa Branca tivesse decidido avançar com a sua ameaça, a Google e a Apple, que controlam as duas principais lojas on-line de telemóveis, teriam sido obrigadas a retirar a TikTok dessas lojas nos Estados Unidos, em conformidade com a ordem presidencial.
O TikTok, que tem 100 milhões de utilizadores nos EUA e 700 milhões em todo o mundo, é uma das redes sociais com crescimento mais rápido nos últimos anos.
Casa Branca recorre da decisão
A Casa Branca disse que vai respeitar a ordem judicial que impede a proibição da aplicação TikTok nas plataformas de descarregamento de aplicações móveis nos Estados Unidos, mas anunciou que vai recorrer da decisão.
As autoridades norte-americanas indicaram em comunicado que se trata de “uma injunção preliminar” e asseguraram que vão recorrer da decisão.
“O governo cumprirá a ordem judicial e tomou medidas imediatas para o fazer, mas pretende defender vigorosamente a ordem executiva” que ordenou a proibição, pode ler-se na nota oficial, divulgada no domingo.
O secretário do Comércio, Wilbur Ross, acrescentou que vai continuar os seus “esforços para a implementação” da decisão de Trump.
A ordem executiva é “totalmente coerente com a lei e promove interesses legítimos de segurança nacional”, insistiu.
Moçambique pecou e precisa pedir perdão a Deus. É o que o Conselho das Religiões de Moçambique, a Sociedade Civil e outras forças da Sociedade defenderam, numa oração onde clamavam pela Paz no país.
Os eventos ciclónicos, cheias, secas, conflitos armados no Centro e Norte do país e a pandemia da COVID-19, que assolam Moçambique, são considerados pelas religiões como punição de Deus pelos pecados dos homens.
É que, segundo defende o Padre Maurício Munguni, da Visão Mundial, uma organização da Sociedade Civil, mesmo com os esforços feitos pelo Governo e a sociedade em geral para o crescimento do país, o mal tende aumentar. Por isso, defende que é preciso “fortalecer as comunidades, fortalecer a população vulnerável, de modo a que este povo ou esta população, por um lado, possa conseguir compreender e obedecer todas as medidas de prevenção da COVID-19 e, por outro lado, para que este povo, neste momento em que vivemos conflitos armados no Norte e Centro, possam buscar a face de Deus”, destacou o padre.
Segundo o reverendo Albino Mussuei, buscar a face de Deus é a única solução para o país, que segundo ele está amaldiçoado, por ter pecado e ter-se esquecido de Deus.
“Mas isto significa que Moçambique precisa de se arrepender, precisa de voltar para Deus, com arrependimento, jejum e toda humildade. Só assim Deus voltará para nós e vai curar a doença de Moçambique que se chama pecado”, declarou Mussuei, do Conselho das Religiões de Moçambique
Em representação aos partidos políticos, Daviz Simango, presidente do MDM concordou que os problemas do país foram causados pelo próprio homem, que desde sempre “usou a força das armas como solução dos conflitos”.
“Nós fomos falhando ao longo dos anos nas nossa intervenções económicas, sociais, políticas e culturais e nessas populações onde há recursos, os recursos devem beneficiar as populações locas em primeiro lugar, no entanto, não é o que fazemos, precisamos parar de agir assim”, disse Simango, para depois acrescentar que urge a criação de condições iguais para as populações e o diálogo para a solução dos problemas. O Governo, por seu turno, garante que para além de recorrer à ajuda divina, continua com os esforços para acabar com os males que assolam o país, segundo explicou o Vice-Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Filimão Suazi,
“Compreendemos que a par dos esforços que são feitos pelo Governo para garantir a paz e tranquilidade pública nos teatros de operações no Centro e Norte do país a igreja é um grande aliado para fazer esta aproximação a Deus”, disse o governante.
Os Intervenientes falavam na manhã deste sábado durante uma cerimónia denominada “Clamor por Moçambique”, com objectivo de orar pela paz, pela cura da COVID-19 e pelo fim dos desastres naturais.
O agravamento dos preços de material de construção compromete o sonho de quem ter uma casa condigna para si e sua família. O cimento que devia custar 455 chega a ser vendido por 480 ou 520 meticais o saco de 50 quilogramas, na cidade e província de Maputo. O preço de blocos também regista uma ligeira subida.
Em todas as ferragens e/ou estaleiros os preços de material de construção estão lá bem expostos, mas ninguém se aproxima e ninguém os quer ver. Todavia, todos têm o sonho de construir uma habitação, o que não passa de uma utopia porque os valores são demais para o bolso cidadão.
Felismina Parruque nasceu e cresceu numa casa de construção precária. Aos 70 anos de idade, ela nunca desiste do sonho de ter uma habitação condigna, mas parece que não é desta que tal vai se concretizar. O culpado, desta vez, é o novo Coronavírus.
“Achei que fosse tentar construir, mas parei por falta de material. Não tenho cimento. Tinha iniciado a obra para realizar o desejo de sair da casa de construção precária e os meus dias de vida chegariam ao fim numa habitação condigna, mas não consegui”, lamentou Felismina Parruque, com um olhar fixo na sua obra paralisada.
Felismina dedicou a vida inteira à terra (machamba) e a partir dela não conseguiu muito para ter a casa dos seus sonhos. Juntou um pouco de dinheiro, com o qual apenas fez fundações do seu pequeno castelo e uma quantidade significativa de blocos. Os seus olhos vencidos pela idade ainda não enxergam um horizonte promissor.
“Dói-me o coração, mas o que posso fazer?”, questionou retoricamente Felismina, num tom de quem está resignada. Recorrendo à sua situação, a senhora deu um exemplo com a seguinte metáfora: “sou como um pássaro com asas molhadas e não tem como voar. Não há mais nada e estou à espera de Deus para que da mesma forma que me deu no passado, dê-me novamente. Já não há nada que possa fazer. O meu filho não trabalha”, contou a nossa entrevistada.
Com o filho desempregado e Felismina sem fonte de renda, os blocos amontoados no quintal são usados, aos poucos, para fins que não precisam de dinheiro: improvisar uma cozinha. “Não sei qual é o plano ou como é que farei, mas estou disponível a ajudar minha mãe a ter uma casa condigna. Devo isso a ela. E vou conseguir”, disse Ilídio dos Santos, filho de Felismina, determinado e esperançoso.
Adelina Macarringue já tem um local para dormir, pese embora a obra não esteja ainda concluídas. “Construímos a casa até aqui [inacabada] com o dinheiro de “xitique” (poupança entre pessoas que se juntam para esse fim). Conseguíamos edificar, aos poucos mas agora que temos o Coronavírus interrompemos as obras porque o dinheiro” praticamente já não existe, queixou-se Adelina Macarringue, residente de Marracuene.
Mãe de dois, a mulher de 40 anos está desempregada, o xitique suspenso e a única pessoa que suporta a casa é o marido, através de pequenos trabalhos que faz na vizinhança. Entretanto, o valor que o homem recebe sempre que faz pequenos trabalhos remunerados é insignificante para concluir a obra.
“Para concluir a casa falta varanda e acabamentos na sala. Gostaria, também, de ter um outro quarto, uma vez que tenho três filhos e, por fim, a casa de banho”, enumerou Adelina Macarringue, mergulhada num mar de dúvidas em relação a quando o seu desejo poderá acontecer porque as “coisas estão difíceis” nos dias que correm.
Estas dificuldades são as mesmas que Amélia Machava enfrenta. Mãe de seis filhos, ela gostaria de ampliar a sua casa, que tem apenas dois compartimentos para um total de oito pessoas, mas não há dinheiro.
“Por estes dias, é difícil construir. Não aguentamos. Para piorar, não há trabalhos e vivemos um dia de cada vez. Mesmo para comer é um problema”, revelou Amélia Machava.
Este problema pode ter sido agravado pela COVID-19 que fez subir os preços de material de construção. Ora vejamos: antes da pandemia, um saco de cimento custava entre 390 e 450 meticais. Mas agora os preços rondam entre 440 e 455 meticais. Tanto no mercado formal e informal há quem chega a vender a preços especulativos que variam de 480 até 520 meticais.
Os blocos, que têm no cimento a matéria-prima, também registaram agravamento de preços. Um bloco de tamanho 10 centímetros, que antes era vendido a 19, passou a custar 20 meticais. O de 15 centímetros passou de 21 para 23 meticais.
O ferro de construção sofreu aumento. O de tamanho 10 milímetros, custava 170 meticais, agora está 23. O de oito milímetros era comercializado a 110 meticais mas actualmente está nos 135 meticais.
O economista Elcídio Bachita explica que os preços de material de construção, cada vez mais caros, variam em função da taxa cambial do metical face às moedas dos países de onde é importada a matéria-prima para a sua produção.
“O metical tem registado uma grande depreciação em relação ao dólar americano e ao rand sul-africano. Isso faz com que a importação destas matérias-primas sofra algum agravamento e os custos de produção influenciem na venda do produto final por parte das empresas que produzem”, explicou Elcídio Bachita.
Já o material de construção adquirido, internamente, nomeadamente areia e pedras, tende a manter ou a registar uma ligeira descida de preços.
O líder da Renamo, Ossufo Momade, diz que urge reestruturar o seu partido como forma de assegurar vitória nos próximos pleitos eleitorais.
Segundo o Jornal O País, Ossufo Momade avança que para tal todos os membros devem começar a trabalhar nas bases para a conquista do eleitorado.
O Presidente da Renamo está na província de Manica desde esta quinta-feira. Ossufo Momade dirigiu um encontro com membros e simpatizantes do seu partido na cidade de Chimoio, onde falou na necessidade da Renamo trabalhar duro para que a vitória não passe de um sonho nas próximas eleições.
De acordo com o Jornal O País, Ossufo Momade diz não ter dúvidas que nas eleições de 2023 e 2024 o partido Renamo seja o grande vencedor.
Após uma primeira jornada onde bateu a sua ‘besta negra’ do ano passado no estádio do Dragão, o FC Porto viajou este sábado até ao estádio do Bessa para um sempre ‘quentinho’ dérbi da Cidade Invicta.
Sem público nas bancadas, a primeira parte foi morna, com um lance de Uribe, que atirou ao poste, a ser o grande lance de um primeiro tempo que foi uma espécie de ensaio para o segundo.
No lançamento da partida, Sérgio Conceição tinha revelado que, pelas muitas mudanças no plantel do seu adversário, poderia haver algum fator de surpresa, mas depois de 45 minutos de ‘ensaio’, os dragões acabaram a golear.
Primeiro com a vertigem de Corona, os dragões inauguraram o marcador, depois ampliaram-no com um lance de felicidade de Sérgio Oliveira, que de livre direto viu a bola resvalar na baliza antes de bater Léo Jardim.
Depois seria a vez de Marega. Tendo ficado em branco na primeira jornada, o maliano vingou-se frente às panteras negras, carimbando um bis e vendo ainda Luís Díaz sair do banco para ampliar o marcador para 5 e o fechar.
Com uma goleada de mão cheia, com 45 minutos de muita ‘potência’ e criatividade, os azuis e brancos voltam a voar para liderança da tabela classificativa, a par de Benfica e Santa Clara.
O primeiro-ministro do Líbano, Mustapha Adib, renunciou ao cargo neste sábado, 26, um mês após ter sido empossado no lugar de Hassan Diab, que apresentou a sua demissão, juntamente com o seu Governo, após as explosões no Porto de Beirute que deixaram cerca de 200 pessoas mortas e milhares feridas.
Ele justificou a sua decisão com o fato de o Executivo que ele queria formar estar “destinado a fracassar”.
“À medida que os esforços para formar um Governo chegavam às últimas etapas, ficou evidente que não existia um consenso pelo qual esperava e pelo qual aceitei esta missão nacional nestas difíceis circunstâncias da História do Líbano”, afirmou numa mensagem ao país.
Adib, que pretendia formar um Governo de tecnocrata e especialistas para, segundo ele “resgatar o país”, que se encontra numa grave crise política e económica, acrescida das consequências humans e financeiras da explosão de agosto, esbarrou com a intenção dos principais grupos xiitas, o Hezbollah e o Amal, que insistiam em manter o controlo do Ministério das Finanças, cujo papel é crucial na definição do plano de recuperação económica.
“Inferno” à vista, alerta o Presidente
Aqueles grupos também insistiram em nomear os ministros xiitas e se opuseram à proposta de Adib, que não os consultou para o efeito.
“Estava muito otimista, sabendo que os pormenores específicos tinham sido acordados pelos principais partidos no Parlamento e que estes se tinham comprometido com o Presidente francês, Emmanuel Macron, o autor da iniciativa de um possível resgate internacional para o país”, lamentou o agora antigo primeiro-ministro.
Ele voltou a defender o plano de Macron que lançou uma conferência internacional para obter fundos financeiros para apoiar o país.
A renúncia de Adib surge dias depois de o Presidente ter alertado que o país iria para o “inferno” caso não fosse constituído rapidamente um novo Governo.
Michel Aoun criticou o Hezbollah e o Amal, seus aliados políticos, por insistirem em manter a pasta do Ministério das Finanças em qualquer novo Executivo, mas apontou responsabilidades a Mustapha Adib por tentar impor nomes para o Governo sem contatar aqueles grupos.
O cidadão paquistanês Ali H., de 18 anos de idade, principal suspeito do ataque ocorrido na sexta-feira, 25, contra dois jornalistas que trabalham na produtora Premières Lignes, confessou o ataque com um machadinho, pensando que tinha agredido elementos da revista Charlie Hebdo, que republicou, no passado dia 2, as caricaturas do profeta Maomé, divulgadas em 2015 e que provocaram a ira dos radicais islâmicos.
No primeiro interrogatório nas instalações da seção anti-terrorismo da brigadea criminal de Partis, Ali H., nascido em Islamabad, disse “não ter suportado” a republicação de imagens do profeta Maomé.
Os dois jornalistas foram barbaramente feridos na cabeça, no rosto e no tórax quando fumavam na calçada.
Levados ao hospital, foram submetidos a cirurgias e não correm risco de morte.
Investigação
A prisão temporária do suspeito foi prolongada por 24 horas e outros seis homens estão a ser interrogados.
Ontem, o ministro francês do Interior, Gérald Darmanin, já tinha admitido que o ataque tinha todos os indícios de um atentado terrorista de radicais islâmicos.
Ali H. chegou à França há três anos enquanto menor desacompanhado e foi acolhido pelos serviços sociais na região metropolitana de Paris, mas até agora, segundo as autoridades, não tinha dado qualquer sinal de radicalização.
A Arménia declarou a lei marcial e mobilização militar total depois de confrontos com forças do Azarbeijão no enclave de Nagorno-Karabakh, anunciou neste domingo, 27, o primeiro-ministro arménio, Nikol Pashinyan.
O chefe do Governo arménio apelou aos cidadãos para se “prepararem para defender o país”.
Os dois países noticiaram violentos combates em redor do enclave controlado pela Arménia e situado em território azeri.
A Arménia acusou o Azarbeijão de ter atacado localidades civis na região.
“A nossa resposta será proporcional e a liderança politico-militar do Azarbeijão tem resposabilidade total pela situação”, disse o ministério da defea arménio numa declaração.
O ministério disse que tropas arménias tinham abatido quatro helicóptetros militares, 15“drones” e 10 tanques azeris depois de forças do Azarbeijão terem começado a bombardear posições no enclave incluindo a capital Stepanakert.
Contudo o ministério da defesa do Azarbeijão disse ter lançado uma operação militar ao longo “da linha de contacto” entre os dois países “para suprimir actividade de combate e garantir a segurança da população”.
O ministério confirmou que um dos seus helicópteros tinha sido abatido mas acrecentou que a tripulação sobreviveu. As autoridades azeris dizem ter capturado sete aldeias algo negado por Nagorno-Karabakh.
Apelos à suspensão dos combates
Os confrontos provocaram de imediato uma intensa actividade diplomática para se tentar impedir a intensificação do conflicto entre a Arménia de maioria cristã e o Azarbeijão de maioria muçulmana.
Oleodutos e gaseodutos transportando petróleo e gaz do Azarbeijão passam perto de Nagorno-Karabakh e em Julho durante confrontos na fronteira o Azarbeijão ameaçou atacar um complexo de energia nuclear na Arménia.
O ministro dos negócios estrangeiros russo Sergei Lavrov falou hoje pelo telefone com os seus homólogos na Arménia e Azarbeijão.
A Turquia disse que a Arménia deve imediatamente cessar o que chamou de hostilidade para com o Azarbeijão
Os co presidentes do Grupo de Minsk da Organização de Segurança e Cooperação Europeia (Igor Popov da Rússia, Stephane Visconti da França e Andrew Schofer dos Estados Unidos) expressaram “profunda preocupação” sobre “as acções miitares em grande escala na Linha de Contacto na zona de conflito de Nagorno- Karabakh”.
“Condenamos em termos fortes o uso da força e lamentamos a perda de vida sem sentido , incluindo civis”, disseram aqueles diplomatas que apelaram às duas partes para “imediatamente porem fim às hostilidades e recomeçarem negociações para se encontar uma solução sustentável do conflicto”.
Os três países pediram às partes em conflicto pata tomarem “as medidas ncessárias para estabilizar a situação no terreno” acrescentando que não há alternativa a uma solução negociada do conflito”.
Negociações de paz medidas pelo “Grupo de Minsk” fracassaram em 2010.
Após o colapso da União Soviética em 1991 separatistas arménios capturaram Nagorno-Karabakh ao Azarbeijão depois de um guerra em que morreram 30.000 pessoas.
A Arménia capturou também território ligando o país ao enclave.
A sociedade moçambicana está revoltada com um vídeo posto a circular no qual um polícia é visto a violar sexualmente uma menor de 13 anos de idade completamente dopada.
A revolta, segundo ativistas sociais que pedem a responsabilização do agente e sua expulsão da corporação, é maior porque o polícia continua solto, sem qualquer acusação e tem feito ameaças na vizinhança da casa da menor, dizendo que tem poder para tal.
O ato ocorreu a 12 de setembro, mas só agora veio a público e o seu protagonista é um membro dos Serviços Nacionais de Investigação Criminal (Sernic).
O Centro de Integridade Pública (CIP) exige a responsabilização do agente e Inocência Mapisse considera que o fato de o indivíduo continuar a circular livremente põe em risco a segurança da vítima.
“Este agente do Sernic continua a circular de forma livre, inclusive nas redondezas da casa da vítima, e profere, de acordo com a nossa investigação, ameaças tanto à família como a qualquer que queira ouvir na via pública que estará livre porque tem poder suficiente para isso”, afirma Mapisse, acrescentando que ele ainda “goza do privilégio de achar que é impune porque tem alguém da família, que aparentemente é a sua mãe, que é inspetora no Sernic.
Tanto Inocência Mapisse, do CIP, como Aida Macuácua, da Associação Mulher, Lei e Desenvolvimento (Muleide), pedem justiça, a começar pela responsabilização do agente e sua expulsão da polícia.
“Há uma necessidade de intervenção do Ministério Público para que haja uma investigação isenta”, sublinha Malate.
Recorde-se que há semanas, um instrutor e um agente da Escola Prática da Polícia, que engravidaram duas alunas, foram alvo de medidas disciplinares.
“Então, o apelo do Papa é para que todos rezemos pelos deslocados; que tenhamos essa sensibilidade de, no domingo, em todas as nossas celebrações, lembrarmos desse tema dos deslocados.
Eu gostaria de até dizer que o Papa colocou como tema esse aqui que é: forçados como Jesus Cristo a fugir. E o Papa nos lembra quatro verbos que deve iluminar o nosso trabalho com os deslocados e também com os refugiados: acolher, proteger, promover e integrar os deslocados internos. Eu convido toda a igreja de Moçambique, todas as comunidades, para rezarmos, domingo, pelos deslocados.”
Dom Luíz Lisboa, Bispo da Diocese de Pemba. Pemba, a capital de Cabo Delgado, província que, desde Outubro de 2017, sofre ataques protagonizados por grupos terroristas. Ataques que já fizeram várias vítimas mortais e provocaram mais de 360 mil deslocados internos.
“Imagina pessoas morarem no quintal, vivendo de favor de uma família… Imagina pessoas, famílias inteiras, ocupando uma tenda. Se fosse a família inteira já seria muito ruim, os pais dormindo junto com os filhos…mas o que tem acontecido, em alguns acampamentos, duas famílias ocupando a mesma tenda… sem contar pessoas idosas, crianças que estão dormindo ao relento.”
E, desde o primeiro momento, a Igreja Católica tem procurado ajudar os deslocados internos. Neste momento, para além de comida e outros bens essenciais, a Igreja tem dado apoio psico-social. Trabalho feito por cerca de 50 pessoas, entre padres, religiosos e leigos, que foram preparados para lidar com a situação dos deslocados internos.
“Esse trabalho tem tido um efeito muito positivo. Nós já estamos fazendo em 3 acampamentos, lá em Metuge, e a intenção é ir para dois outros acampamentos e começar esse trabalho nos bairros aqui também de Pemba e dos outros distritos. Temos duas irmãs que são psicólogas.
“Já foram fazer esse treino também em Chiure, vão ainda a Montepuez, e, também a pedido do arcebispo de Nampula, vão a Nampula, preparar pessoas para que possam fazer esse trabalho com os deslocados. E esse trabalho tem sido tão importante quanto levar comida, porque as pessoas precisam, sim, de comida, de abrigo, mas também precisam quem sente e as oiça; que elas possam contar, compartilhar o seu sacramenta.”
O Bispo de Pemba diz que a Igreja Católica está pronta a auxiliar as autoridades no que for necessário. Diz que é importante acabar com os ataques terroristas e que se deve encontrar respostas de curto, médio e longo prazos para a população sofrida de Cabo Delgado. Respostas que, no seu entender, passam pela educação e pelo emprego.
A Igreja, segundo Dom Luíz Lisboa, tem sonhos e projectos de construção de escolas, sobretudo de escolas técnico-profissionais para a formação de jovens.
O Bispo de Pemba está preocupado com o que pode acontecer nos próximos meses, uma vez que vai começar a época chuvosa e as doenças de origem hídrica poderão ser um grande problema para os deslocados internos
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imóveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Encarregado de Obras. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Dragagens – Empresa Pública – EMODRAGA EP, com sede na Cidade da Beira pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Direcção. Saiba mais.
A Contratuz, Lda uma empresa operando nas indústria transformadora e turística pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Mecânico. Saiba mais.
A Contratuz, Lda uma empresa operando nas indústria transformadora e turística pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Turismo. Saiba mais.
A Ajuda Popular da Noruega (APN) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Consultor Externo para a elaboaração do plano estratégico 2020-2024 em Moçambique. Saiba mais.
A General Steel Work, Lda empresa sediada na cidade de Maputo que opera na área de serralharia e construção civil está a contratar decorador para o escritório em Maputo. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Ponto Focal Clínico da Unidade Sanitária, para Gaza. Saiba mais.
Uma empresa do Grupo A, com sede em Maputo, que actua na área de Limpezas e Manunteção, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico de RH. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imoveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão Patrimonial. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar um(a) Gestor(a) de Direito à Educação & Ambiente Sem Violência e Programas Locais de Direito (PLDs). Saiba mais.
A On Time Investment “Viva Táxi”, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Multimédia Designer. Saiba mais.
A On Time Investment “Viva Táxi”, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Comercial. Saiba mais.
A On Time Investment “Viva Táxi”, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Marketing. Saiba mais.
A Food For The Hungry Association pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-Representante de Vendas . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Ciências de Informação Geográfica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes – Economia/ Gestão e Relações Internacionais. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Termotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes – Engenharia Civil/Construção Civil. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A” pretende admitir para o quadro de pessoal em Tete, um (1) Técnico de Sheq. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir onze (11) Assistentes, para o preenchimento do quadro de pessoal em Maputo. Saiba mais.
Três pessoas morreram, na madrugada desta sexta-feira, na cidade da Matola, província de Maputo, em consequência de um choque entre carros. O excesso de velocidade e a tentativa de ultrapassagem irregular são apontados pela Polícia da República de Moçambique (PRM) como prováveis causas do acidente.
Envolveram-se no acidente, ocorrido por volta das 4h30, uma viatura ligeira e outra pesada que carregava inertes.
Os dois carros seguiam o mesmo sentido, Moamba/cidade da Matola. Chegados a um entroncamento conhecido por “ Tricamo”, na Estrada Nacional número quatro (EN4), o condutor da viatura ligeira ensaiou uma ultrapassagem ao camião e embateu violentamente na parte traseira do mesmo.
Duas pessoas perderam a vida no local do sinistro. O terceiro ocupante – o motorista – perdeu a vida no Hospital Central de Maputo, para onde tinha sido socorrido.
O motorista da mesma viatura, Martinho Dinis, contou ao “O País” que, de repente, ouviu um estrondo e imediatamente imobilizou o camião. “Vi o carro [ligeiro] em baixo” do camião. “Recuei para ver se conseguia aliviar” e permitir que as vítimas fossem socorridas, mas essa tarefa não foi fácil.
“Nesse momento, ouvi uma voz que pedia socorro, era o motorista que ainda estava vivo. Apareceu um colega que tentou ajudar, mas os dois ocupantes do carro já estavam mortos”, disse a fonte.
O chefe do Departamento de Relações Públicas do Comando da PRM na província de Maputo, Juarce Martins, disse que houve poucos danos no veículo pesado.
O acesso a espaços para habitação, falta de emprego e exiguidade de instituições de ensino superior são as principais inquietações dos jovens do distrito de Marracuene, província de Maputo.
As preocupações foram apresentadas quarta-feira ao governador Júlio Parruque, num encontro que manteve com este grupo, no decurso da sua visita àquele ponto da província. Na ocasião, disseram que em várias ocasiões submeteram pedidos de concessão de parcelas, mas não foram respondidos.
O facto deixa os jovens frustrados, que chegam a constituir as suas famílias a viverem em casa dos pais.
HÁ cada vez mais mulheres a fazerem o rastreio de cancros do colo do útero e da mama no país, apesar de ainda existir um número considerado de pacientes que buscam cuidados de saúde num estágio avançado da doença.
Celeste Moreira Amado, médica afecta ao Departamento de Controlo de Doenças Não Transmissível (DNT) no Ministério da Saúde associa o crescimento à expansão da oferta de serviços de testagem destas patologias nas unidades sanitárias, sobretudo as de nível primário.
Quando Moçambique celebrava, numa data como esta em 1982, os 18 anos da insurreição armada que conduziu à independência nacional, o casal Arminda Langa e Elias Salomão Gove, recebia em seus braços, duma só vez, três bebés frutos da mesma gestação e com incertezas em relação ao que lhes daria no meio da pobreza em que vivia.
Com sete crianças e quando acreditava ter terminado a procriação, o casal soube, no penúltimo mês de gestação, que esperava um trio que elevaria, de uma só vez, o agregado para 10 filhos.
Vários líderes africanos pediram durante o terceiro dia do encontro anual de líderes das Nações Unidas, ajuda para a sobrevivência das suas economias à pandemia de Covid-19.
Vários líderes africanos pediram esta quinta-feira, que foi o terceiro dia do encontro anual de líderes das Nações Unidas, ajuda para a sobrevivência das suas economias à pandemia de covid-19, que um chefe de Estado apelidou de “quinto cavaleiro do apocalipse”.
Durante as suas intervenções, chefes de Estado africanos destacaram a necessidade da libertação de recursos — em particular o cancelamento de dívidas — para combater a doença e o coronavírus que a provoca (SARS-CoV-2), assim como os seus efeitos em países afetados por condições endémicas, como a malária e o VIH.
Os países africanos estimam necessitar de 100 mil milhões de dólares (85,65 mil milhões de euros) anuais durante os próximos três anos e apontam que o valor é uma fração dos biliões de dólares que alguns países estão a utilizar para a recuperação das suas economias.
“Precisamos única e simplesmente de cancelar estas dívidas”, afirmou o Presidente do Níger, Issoufou Mahamadou, citado pela agência noticiosa Associated Press (AP).
O Presidente da Costa do Marfim, país que apresentava um dos maiores crescimentos económicos no mundo antes da pandemia, pediu uma extensão das moratórias para as dívidas, assim como a emissão de direitos de saque especiais junto do Fundo Monetário Internacional.
“Apelo a todos os parceiros de África para que tomem medidas mais arrojadas”, disse Ouattara, assinalando que o combate à covid-19 e aos seus efeitos económicos representa 5% do Produto Interno Bruto (PIB) do seu país.
Os onze alunos da Escola Comunitária Santa Montanha, afectados por um spray paralisante, encontram-se fora de perigo. O incidente ocorreu quando uma estudante trouxe...
Um total de 2.266 operadores do transporte público de passageiros em Moçambique recebeu a primeira prestação da compensação destinada a mitigar os efeitos do...
Residentes do Bairro 25 de Junho, localizado no Distrito Municipal de Kamubucuane, participaram numa sessão pública promovida pela Comissão Técnica para a Materialização do...