HÁ cada vez mais mulheres a fazerem o rastreio de cancros do colo do útero e da mama no país, apesar de ainda existir um número considerado de pacientes que buscam cuidados de saúde num estágio avançado da doença.

Celeste Moreira Amado, médica afecta ao Departamento de Controlo de Doenças Não Transmissível (DNT) no Ministério da Saúde associa o crescimento à expansão da oferta de serviços de testagem destas patologias nas unidades sanitárias, sobretudo as de nível primário.