Quando Moçambique celebrava, numa data como esta em 1982, os 18 anos da insurreição armada que conduziu à independência nacional, o casal Arminda Langa e Elias Salomão Gove, recebia em seus braços, duma só vez, três bebés frutos da mesma gestação e com incertezas em relação ao que lhes daria no meio da pobreza em que vivia.

Com sete crianças e quando acreditava ter terminado a procriação, o casal soube, no penúltimo mês de gestação, que esperava um trio que elevaria, de uma só vez, o agregado para 10 filhos.