O marido de Isabel dos Santos, SindikaDokolo morreu, na quinta-feira (29), no mar no Dubai. A notícia do óbito foi avançada por jornais internacionais, especialmente congoleses, e confirmada pela Lusa junto de fonte ligada à família. O colecionador de arte tinha 48 anos.
A imprensa do país adianta que SindikaDokolomorreu no Dubai, enquanto praticava mergulho. Outras fontes angolanas indicaram que a causa da morte foi uma embolia.
Dokolo nasceu em Kinshasa, na República Democrática do Congo, em 1972. Casou com Isabel dos Santos em 2002.
O marido da mulher mais rica de África, filha de José Eduardo dos Santos, tinha uma das mais importantes coleções de arte contemporânea africana, com mais de 3 mil peças.
Isabel dos Santos não confirmou a morte do marido mas publicou, esta quinta-feira, uma fotografia com SindikaDokolo e o filho na rede social Twitter. O post não contém qualquer legenda.
Deputados brasileiros e ativistas pediram na sexta-feira (30) à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão a abertura de uma investigação contra o Presidente, Jair Bolsonaro, por uma declaração de cariz homofóbico.
O pedido foi entregue por deputados do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), ativistas de direitos humanos e da comunidade LGBT (sigla de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros), e endereçada ao procurador Carlos Alberto Vilhena, do Ministério Público Federal.
Em causa está uma declaração feita por JairBolsonaro na quinta-feira, no estado do Maranhão (nordeste), ao tomar uma bebida tradicional local, denominada “guaraná Jesus”, de tonalidade cor-de-rosa.
“Agora virei ‘boiola‘ [termo pejorativo em referência aos homossexuais], igual ao ‘maranhense‘, é isso? O guaraná cor-de-rosa do Maranhão, quem toma esse guaraná vira maranhense. Guaraná cor-de-rosa no Maranhão, que ‘boiolagem‘ isso aqui”, disse o chefe de Estado, entre risos.
Os deputados da oposição e os ativistas pedem agora a investigação do caso e a aplicação de sanções por suposto crime de responsabilidade.
De acordo com o documento, citado pelo portal de notícias G1, a atitude do chefe de Estado “fere os limites da liberdade de expressão e incentiva o ódio, o preconceito e a discriminação contra os homossexuais e toda a comunidade LGBTI+”.
“Em termos de extensão do dano, lembre-se que o representado é o Presidente da República, tendo assim utilizado o seu cargo e a sua voz para propagar verdadeiro discurso de inferioridade (racista), neste caso, contra os homossexuais e contra o povo do estado do Maranhão”, acredita o texto.
Ainda na noite de quinta-feira, Bolsoanro aproveitou a sua habitual transmissão em direto na rede social Facebook para se desculpar pela sua polémica declaração.
“Pessoal, fiz uma brincadeira. Se alguém se ofendeu, me desculpa aí, do Guaraná Jesus, tendo em vista a cor dele, cor-de-rosa […]. Estou com a camisa do Sampaio Corrêa [clube de futebol maranhense], em homenagem ao estado do Maranhão, onde fui tratado de forma muito carinhosa, estou muito feliz, estou emocionado, mando um abraço a todos os maranhenses“, disse o mandatário.
JairBolsonaro acumula declarações polémicas em torno da temática da homossexualidade ao longo de toda a sua carreira política.
Um desses exemplos ocorreu em setembro 2011, em entrevista à revista Playboy, quando o atual chefe de Estado brasileiro declarou que preferia ver um filho seu morto do que a assumir a homossexualidade, o que gerou controvérsia, principalmente durante a corrida às presidenciais de 2018.
Um recém-nascido do Hospital Universitário San Jorge de Huesca, em Espanha, apresentou anticorpos contra a Covid-19 após a realização de um teste serológico.
Segundo a imprensa espanhola, o recém-nascido chegou a testar positivo para a Covid-19 num primeiro teste PCR, o teste rápido, mas depois deu negativo num segundo exame.
Após ser respeitado o protocolo de 48 horas para a realização de um novo teste PCR, o novo diagnóstico, desta vez negativo, leva a crer que que o bebé pode ter adquirido os anticorpos através da placenta da mãe. Esta é, pelo menos, a hipótese que está a ser avaliada pelos médicos.
Segundo o município de Aragão, o bebé nasceu na sexta-feira passada e realizou o teste PCR depois de a mãe ter testado positivo quando deu entrada no hospital.
O bebé pode ter contraído os anticorpos através da placenta, sendo este um dos poucos casos conhecidos de anti-corpos contra a doença no mundo.
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas renovou hoje por mais 12 meses a sua missão no Sara Ocidental (MINURSO, na sigla em Inglês) e apelou “à designação urgente” de um novo enviado pessoal do secretário-geral.
O último titular desta função, o ex-presidente alemão Horst Köhler, saiu do cargo há 17 meses.
Com 13 votos a favor e duas abstenções, a proposta, avançada como de costume pelos EUA, foi aprovada sem alterações substanciais em relação às anteriores.
A Alemanha manifestou-se satisfeita com a renovação da missão, que qualificou como “um instrumento para criar confiança no conflito do Sara Ocidental”, realçando que “é urgente designar um novo enviado do secretário-geral o quanto antes”.
Por seu lado, os EUA também mostraram preocupação com “a prolongada ausência de um enviado pessoal” de António Guterres para mediar as partes em conflito.
Enquanto a Frente Polisário defende que a MINURSO deve concluir o objetivo principal da sua missão, que é a organização de um referendo de autodeterminação do povo sarauí, Marrocos propõe a criação de uma região autónoma, plano que conta com o apoio de Washington que hoje voltou a classificá-lo de “sério, credível e realista”.
Antes da discussão e aprovação da resolução, Guterres apresentou um relatório sobre a situação no Sara Ocidental, e 23 de setembro, em que reafirmou o seu entendimento que “uma solução da questão do Sara Ocidental é possível, apesar da pausa no processo político desde a resignação” de Köhler, em maio de 2019.
O Ministério da Saúde (Misau) vai contratar 122 técnicos para o reforço das equipas médicas envolvidas no combate à covid-19, anunciou o ministro do pelouro, Armindo Tiago, citado pelo diário Notícias.
Armindo Tiago avançou que 96 novos profissionais serão colocados no Hospital Geral da Polana Caniço, em Maputo, onde está instalada a maior unidade de tratamento de doentes de covid-19 em Moçambique.
No Hospital Central de Maputo (HCM), o maior do país, serão afetos 26 novos técnicos, acrescentou Tiago.
A contratação dos novos profissionais visa responder ao aumento da propagação da pandemia de covid-19 na capital, sustentou Armindo Tiago.
Armindo Tiago não especificou as especialidades nem o tipo de técnicos que serão contratados.
Moçambique contabiliza 12.525 casos de infeção pelo novo coronavírus e 91 óbitos.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O Fórum de Monitoria do Orçamento (FMO), uma coligação da sociedade civil moçambicana, considerou na sexta-feira (30), “precipitado” o alívio de algumas medidas impostas face à covid-19, devido à alegada impreparação do Sistema Nacional de Saúde e das escolas.
Em declarações à Lusa, o coordenador do FMO, Adriano Nuvunga, considerou “precipitado e apressado” o alívio das restrições, principalmente na cidade e província de Maputo, onde o número de infeções não para de aumentar.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, anunciou na quinta-feira o levantamento de algumas restrições impostas no âmbito da prevenção e combate à pandemia de covid-19.
“O levantamento de restrições está em contramão com a realidade no terreno, porque o que temos é o aumento acentuado de casos de covid-19”, declarou Adriano Nuvunga.
Nuvunga criticou em particular a retoma das aulas dos alunos do 7º ano, considerando que o Governo não criou condições de segurança sanitária apropriadas para a retoma da atividade letiva.
“Este Governo não pode conseguir em menos de seis meses o que não conseguiu em décadas, que é criar condições de segurança e higiene nas escolas”, afirmou o coordenador do FMO.
O coordenador do FMO defendeu que o ano letivo de 2020 devia ser anulado, para que o Governo tivesse mais tempo para a organização das escolas face ao risco de infeção pelo novo coronavírus.
Adriano Nuvunga manifestou-se contra a decisão do executivo de declarar a passagem automática dos alunos das classes sem exame, assinalando que a decisão vai agravar a “mediocridade” dos alunos moçambicanos.
“Sou professor e vivo o desinvestimento que está a acontecer na educação. Sem passagens automáticas já está pior, com passagens automáticas, é uma catástrofe”, sustentou.
Para o coordenador do FMO, a decisão do Presidente da República de intensificar o alívio das medidas contra a pandemia é mais política do que técnica.
“Agora é que o Sistema Nacional de Saúde está mesmo em risco de colapsar, anulando o discurso de que era necessário proteger o setor devido à covid-19”, referiu Adriano Nuvunga.
Além de declarar o reinício das aulas do 7º ano, na comunicação à nação que fez na quinta-feira, o Presidente moçambicano anunciou também a retoma da emissão de vistos de turismo e o fim da necessidade de quarentena para quem chega com teste negativo ao país, que, apesar dos alívios, mantém-se em “situação de calamidade pública”.
Filipe Nyusi avançou que a validade do teste exigido para sair e depois regressar ao país (múltiplas entradas) passa a ser de 14 dias a partir da data da colheita da amostra.
As crianças, até aos 11 anos estão isentas de apresentar testes à covid-19 ao entrarem em Moçambique, avançou o Presidente.
Por outro lado, o chefe de Estado anunciou o reinício, sem a presença do público, de todos os campeonatos nacionais a partir de 15 de novembro, bem como a retoma de treinos das seleções nacionais e modalidades individuais que têm compromissos internacionais.
Moçambique contabiliza 12.525 casos de infeção pelo novo coronavírus e 91 óbitos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 44,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) aplaudiu na sexta-feira (30), o fim da quarentena para quem chega ao país com um teste negativo para a covid-19, anunciou em comunicado.
“A obrigatoriedade de quarentena constituía empecilho à retoma adequada da atividade económica”, nota a associação empresarial, realçando que, “com esta medida, os viajantes que apresentarem teste negativo com 72 horas, não precisam cumprir a quarentena”.
A medida foi divulgada na quinta-feira pelo Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, numa comunicação à nação em que anunciou a retoma da emissão de vistos turísticos.
Adicionalmente, as crianças até 11 anos estão isentas de apresentar teste para entrar no país.
Filipe Nyusi anunciou que a validade do teste exigido para sair e depois regressar ao país (múltiplas entradas) passa a ser de 14 dias a partir da data da colheita da amostra.
Apesar do alívio gradual das restrições relativas à covid-19, o chefe de Estado moçambicano pediu que o país mantenha as medidas de prevenção, alertando que as autoridades moçambicanas foram instruídas a reforçar a fiscalização.
Moçambique mantém, no geral, as restrições que o país adotou nos últimos seis meses, com destaque para o uso obrigatório de máscaras e a proibição de aglomerações.
Desde o anúncio do primeiro caso, em 22 de março, o país registou um total de 12.525 casos, 91 óbitos e 10.001 (79%) pessoas são dadas como recuperadas.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal de Moçambique (Sernic) incinerou na quarta-feira (28), na cidade da Beira pouco mais de seis quilos de drogas, entre heroína, cocaína e canábis, disse na sexta-feira (30) à Lusa fonte policial.
Parte da droga tinha sido apreendida recentemente no porto da Beira, num navio de carga que se dirigia para o Quénia, a cinco indivíduos detidos para investigações adicionais, explicou Alfeu Sitoe, porta-voz da Sernic em Sofala.
“Confirmamos a incineração de três quilos de cocaína encontrada no navio, 3,20 quilos de canábis que vínhamos apreendendo desde Agosto e 205 gramas de heroína aprendidas nos últimos três meses”, declarou.
As drogas foram destruídas no incinerador de resíduos do Hospital Central da Beira (HCB).
Moçambique é apontado por várias organizações internacionais como um corredor para o tráfico internacional de estupefacientes.
As autoridades do Quénia e Tanzânia, países a norte de Moçambique, aumentaram a vigilância nos últimos anos, empurrando os traficantes para sul, em direção à costa moçambicana, “em busca de novas rotas e novos mercados”, referiu César Guedes, representante do Escritório das Nações Unidas para a Droga e Crime Organizado (UNODC) em Moçambique, numa entrevista à Lusa, em junho.
Além da apreensão de heroína, com origem próxima, do outro lado do Índico, outros estupefacientes passam por Moçambique.
Há duas semanas, a polícia confiscou 343 quilos de heroína e ‘crack’ (subproduto da cocaína) em Nampula, no norte do país, apreensão recorde na província.
A Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade (CACDL) da Assembleia da República de Moçambique disse na sexta-feira (30), que ouviu testemunhos de “atos macabros e indescritíveis” supostamente praticados pelos grupos armados que atuam no norte do país.
As constatações da comissão fazem parte do relatório do inquérito que a CACDL realizou junto das vítimas do conflito armado na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, e que ainda vai entregar à Comissão Permanente da Assembleia da República.
Em declarações hoje à Televisão de Moçambique (TVM) sobre os resultados preliminares do inquérito, o presidente da comissão, António Boene, avançou que as populações deslocadas pelos confrontos relataram “atos macabros e indescritíveis” praticados pelos grupos armados.
“Na conversa que tivemos, os populares relataram situações de violação grave dos direitos humanos por parte dos terroristas, atos macabros e indescritíveis”, afirmou António Boene.
Boene adiantou que as vítimas do conflito armado em Cabo Delgado precisam de apoio psicossocial, devido ao trauma infligido pela violência armada.
“Há ali situações difíceis de acreditar que estão a acontecer no nosso país”, declarou.
O presidente da CACDHL apontou que as vítimas sofrem com falta de comida e de alojamento.
A equipa da CACDHL mandatada pela Comissão Permanente da AR é constituída pelos deputados da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder, e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceiro maior partido.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, boicotou o inquérito, defendendo que o mesmo devia ser realizado por uma comissão criada apenas com o propósito de apurar a situação dos direitos humanos em Cabo Delgado.
A província de Cabo Delgado, norte de Moçambique, é palco há três anos de ataques armados desencadeados por forças classificadas como terroristas.
Há diferentes estimativas para o número de mortos, que vão de mil a 2.000 vítimas.
O primeiro-ministro moçambicano disse quarta-feira no parlamento que “as ações terroristas estão a criar centenas de milhares de deslocados internos, cujo número se situa, atualmente, em mais de 435 mil pessoas”.
Carlos Agostinho do Rosário avançou que mais de 10 mil pessoas que fugiram do conflito armado em Cabo Delgado chegaram à capital da província, Pemba, nos últimos dias.
O Ministério da Educação (Mined), garantiu que mais de 532 mil alunos da 7.ª classe regressam na segunda-feira 02 de Novembro às aulas presenciais, após sete meses de interrupção devido à pandemia de covid-19
Entretanto, os alunos que se encontram nas zonas assoladas pelo terrorismo e pelos taques armados não poderão frequentar as aulas, por enquanto.
Com a interrupção de aulas, devido à COVID-19, houve reajuste dos programas de ensino da 7ª classe e do segundo ano de educação de jovens e adultos. Foi ainda reajustado o regulamento de avaliação e as direcções provinciais da Educação estão ao corrente das mudanças.
De acordo com o porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, Feliciano Mahalambe, os alunos que se encontram nas zonas de conflito e na condição deslocados não terão o mesmo tratamento.
“Nestes distritos” assolados pelo conflito armado, nas províncias de Cabo Delgado, Manica e Sofala, “a população, de uma forma geral, está deslocada e, neste momento, o que estamos a fazer é recolher e registar as crianças” em idade escolar, no sentido de “enquadrá-las nas escolas” das zonas onde se “encontram refugiadas, para garantir que elas retomem às aulas”, explicou Feliciano Mahalambe.
Ainda nas zonas onde há violência armada, em relação aos alunos da 12ª e 10ª classes, cujas aulas iniciaram a 01 e 19 de Outubro, respectivamente, Mahalambe disse que ao todo 1.400 e já estão a estuda.
“Em Cabo Delgado, nos registámos” alunos e professores deslocados. “Temos registo, neste momento, de todas as crianças que se deslocaram para Pemba e outros distritos” cujos pais e encarregados de educação “consideram seguros”. Eles “já estão enquadrados noutras escolas e há também registo de professores que já estão a trabalhar nesses sítios”, avançou o porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano.
A instituição faz balanço positivo da retoma das aulas presenciais da 12ª e 10ª classes, referindo que ainda não houve registo de casos de contaminação pela COVID-19 nas escolas.
Até 29 de Outubro corrente, do total de 476 escolas que lecionam a 12ª classe, 90 por cento já se encontram em actividades. Dos 618 estabelecimentos que leccionam a 10ª pelo menos 70 por cento já retornam às aulas.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano apela aos pais e encarregados de educação a estimularem os alunos de modo a assistirem às aulas.
A Nova Zelândia aprovou, em referendo, a eutanásia voluntária com cerca de 65% dos votos. Por outro lado, o país rejeitou a legalização da marijuana para uso recreativo com 53% dos votos contra.
O ministro da Justiça neozelandês, Andrew Little, citado pelo Observador, declarou que a lei eleitoral de Fim de Vida vai entrar em vigor no dia 6 de Novembro de 2021, um ano após os resultados oficiais serem publicados.
Little acrescentou ser muito improvável que os resultados preliminares da votação sobre a legalização da marijuana recreativa mudem durante a recontagem dos votos especiais, ou seja, os que são emitidos do estrangeiro ou fora do distrito eleitoral.
“A probabilidade é tão baixa que é praticamente improvável”, disse, em uma conferência de imprensa transmitida pela Radio New Zealand.
A Direcção Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Engenharia Civil/ Hidráulica. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Engenharia Civil/ Sanitária. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Médio de Informática. Saiba mais.
A Direcção Nacional de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Contabilidade. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro pessoal (1) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
O Movimento de Educação Para Todos (MEPT) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal (1) um Produtor de um Spot Televisivo Animado e um Radiofónico. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes N3 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes N4 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Biologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – História. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Português. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Vendedor de Van. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de Vendas. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Assistente Distrital de Operações para Província de Gaza. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Motoristas de Tractores. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Aterro. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Auxiliar Administrativo. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Supervisores de Campo de Pesquisa. Saiba mais.
A Associação de Iniciativa Para o Desenvolvimento da Comunidade (AIPDC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Pontos Focais das Unidade Sanitárias. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) vendedor de Van. Saiba mais.
O FIPAG – Área Operacional da Maxixe tem em aberto um concurso externo para o provimento de dois (2) vagas de Técnicos Operadores de Bombas. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.
Presidente angolano diz esperar que jornalistas não venham a ser detidos, mas adverte que autoridades vão manter a ordem.
O Presidente angolano responsabilizou a UNITA por um possível aumento de casos da Covid-19 no país e condenou aqueles que, segundo ele, violam as normas do estado de calamidade, embora reconheça o direito à manifestação.
Para João Lourenço, “o envolvimento directo da UNITA e seus deputados à Assembleia Nacional, devidamente identificados, é reprovável e deve merecer o mais veemente repúdio da sociedade angolana, que não pode permitir que partidos políticos com assento parlamentar incitem os jovens e a população à desobediência civil”.
Na abertura de mais uma reunião do Comité Central nesta sexta-feira, 29, em Luanda, o Presidente acrescentou que “a UNITA deve assumir todas as consequências dos seus actos de irresponsabilidade, que podem contribuir para o aumento acentuado de novos casos de contaminação por covid-19″.
Depois de referir-se aos investimentos feitos pelo Governo na luta contra a pandemia, Lourenço responsabilizou o principal partido da oposição se o país voltar ao estado de emergência, o que, sublinhou, todos gostaríamos de evitar, pelas consequências graves na vida familiar, social e profissional das pessoas e na economia do país”.
“A estratégia de tornar o país ingovernável, para forçar negociações bilaterais, no actual contexto político, em que as instituições democraticamente instituídas funcionam em pleno, não é concretizável”, advertiu Lourenço, dois dias depois de ter recebido em audiência o antigo presidente da UNITA, Isaías Samakuva, que pediu que ele dialogue com aquele partido.
Direito à manifestação” condicionado”
Embora tenha defendido o direito dos cidadãos a se manifestarem, o líder do MPLA destacou que “o seu pleno usufruto fica temporariamente condicionado”, através do Decreto Presidencial do estado de calamidade pública, para evitar a “grave ameaça” de propagação e contaminação de Covid-19.
Ele advertiu ainda que, frente à eventualidade de replicas de manifestações noutros pontos do país, as autoridades vão estar atentas.
Para Lourenço, os jovens devem evitar ser manipulados “por aqueles que não têm a condição de resolver os vossos problemas de educação, saúde, habitação e emprego, porque estes problemas já estão sendo resolvidos, à medida do possível, pelo Executivo e seus parceiros, o sector empresarial privado”.
Sem se referir directamente à prisão dos activistas e ao processo judicial em curso, o Presidente angolano lamentou a detenção de jornalistas “devidamente credenciados e no pleno exercício das suas funções, situação que espero não volte a acontecer”.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, expressou hoje a sua solidariedade com a França e condenou o ataque terrorista “intolerável” que matou três pessoas numa igreja em Nice, no sudeste de França.
“Estamos de todo o coração com os franceses. A América está ao lado do nosso mais antigo aliado nesta luta”, escreveu Trump na sua conta pessoal da rede social Twitter.
“Estes ataques terroristas por radicais islâmicos devem terminar imediatamente”, avisou o Presidente norte-americano.
“Nenhum país, seja a França ou qualquer outro, pode tolerar (os ataques) por mais tempo!”, concluiu Trump na sua mensagem na rede social.
Três pessoas foram esfaqueadas até à morte, hoje numa igreja em Nice, por um tunisino de 21 anos que chegou à Europa pela ilha italiana de Lampedusa, no final de setembro, e a França no início de outubro.
Nos últimos dias têm-se multiplicado reações do mundo muçulmano contra a França e o seu Presidente, depois de Emmanuel Macron ter declarado que continuaria a defender a liberdade de expressão, incluindo a publicação de caricaturas, durante uma homenagem nacional a um professor, decapitado na região parisiense depois de ter mostrado caricaturas de Maomé numa aula sobre liberdade de expressão.
Dois soldados foram mortos e cinco ficaram feridos num confronto entre uma patrulha das forças armadas peruanas e a Polícia Nacional com terroristas ligados ao tráfico de droga, na região de Ayacucho, uma zona de selva de difícil acesso.
Apatrulha conjunta estava a cargo da Operação “Ojo de Aguila” no setorBanderita do distrito de Canayre, quando as tropas pisaram minas colocadas pelos terroristas, que explodiram, na quinta-feira.
Após a explosão, a patrulha militar envolveu-se num confronto armado com os terroristas que circulam naquela área do Vale dos Rios Apurímac, Ene e Mantaro (VRAEM), uma região de selva inacessível onde também se cultiva a folha de coca.
“Neste momento, as patrulhas continuam com a operação militar na região supracitada”, diz o comunicado oficial.
O Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM) anunciou na quinta-feira 29, a data limite de 6 de novembro para registo dos subscritores de cartões de redes móveis, sob pena de serem desligados.
A autoridade reguladora “apela aos subscritores de cartões SIM não registados ou com registos irregulares que regularizem a sua situação até ao dia 06 de novembro, sob pena de bloqueio do número e interrupção de acesso a todos os serviços”, lê-se no aviso divulgado na Internet.
O pedido do INCM está alinhado com a lei (decreto nº 18/2015), nota o organismo.
O regulamento visa eliminar das redes subscritores não registados.
Ao mesmo tempo, a autoridade reguladora “está a desenvolver plataformas para a receção, tratamento e encaminhamento de denúncias de fraudes, difamações, entre outros crimes perpetuados através do telemóvel”, acrescentou.
Os casos têm provocado “enormes prejuízos financeiros e morais aos cidadãos, instituições e outras entidades”, justifica.
Três operadoras móveis funcionam em Moçambique: Vodacom, Movitel e a estatal Tmcel.
A Renamo diz que não vai dialogar com a Junta Militar, apesar da trégua de uma semana decretada pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, para dar lugar a uma aproximação entre as partes.
Segundo o porta-voz do partido, José Manteiga, devido as recorrentes ameaças de Mariano Nhongo contra a integridade de Ossufo Momade, a Renamo entende que não há condições para o diálogo.
José Manteigas falava, na quinta-feira (29), em conferência de Imprensa, em Maputo.
Para a Renamo, os actos praticados pela Junta Militar põe em causa a segurança do estado,, sendo responsabilidade deste, repor a ordem.
Contudo, a Renamo saúda o Presidente da República pela decretação da trégua de uma semana, considerando que a mesma tem um poder persuasivo para chamar a razão aos integrantes da Junta Militar.
O maior candidato da oposição na Tanzânia, Tundu Lissu, declarou, que não vai aceitar os resultados das eleições presidenciais realizadas esta quarta-feira (28), para a sucessão do actual Presidente John Magafuli.
Segundo Tundu Lissu, antes mesmo de serem anunciados os resultados do escrutínio, já existem muitas evidências que mostram que o processo foi fraudulento.
A posição de Tundu Lissu é apoiada por outros candidatos da oposição que juntaram-se na capital Dar-es-salaam, num encontro com jornalistas.
Entretanto na quarta-feira última, o Chefe da Comissão Nacional de Eleições, da Tanzânia, rejeitou todas as alegações de fraude eleitoral.
A República Democrática do Congo (RDC) e os Estados Unidos da América assinaram ontem um acordo para retoma da cooperação militar, após 30 anos de interrupção e de acusações norte-americanas contra generais que mantinham ligações a milícias activas.
O ‘Memorando de Entendimento para a Cooperação Militar Américo-Congolesa’ foi assinado pelo ministro da Defesa da RDC, Aimé Ngoy Mukena, e pelo embaixador norte-americano em Kinshasa, Mike Hammer, na sede da Presidência deste país africano.
A cooperação militar entre os dois países estava interrompida desde 1990, quando a RDC estava sob o regime de Mobutu Sese Seko.
O acordo agora assinado abrange quatro pilares: “Formação no domínio da engenharia militar, da logística, formação do pessoal civil que trabalha no Exército e acesso à língua inglesa”, afirmou o embaixador norte-americano, citado pela agência France-Presse.
Através deste acordo, “os Estados Unidos apoiam um plano abrangente para combater a multitude de grupos armados que aterrorizam a população no leste da RDCongo”, sublinhou o diplomata.
Com a assinatura do acordo, o Exército congolês deve procurar “quebrar os laços que alguns oficiais criaram com alguns destes grupos”, desenvolvidos a troco de “ganhos financeiros pessoais”, acrescentou.
“Os pilares escolhidos são o motor do Exército”, defendeu o ministro da Defesa da RDC.
O investigador Thierry Vircoulou, do Instituto Francês de Relações Internacionais (IFRI), considera que os Estados Unidos da América “optaram por temas simples” porque “sabem que esta cooperação está condenada ao fracasso”.
Durante quase 30 anos, a região oriental da RDC tem sido afetada por violência, com várias dezenas de grupos armados locais e estrangeiros a atacarem civis ou em confrontos com as forças de defesa e segurança por razões étnicas, territoriais ou económicas.
O Bayern prossegue sem conseguir chegar a acordo para renovar com David Alaba, que está final de contrato, pelo que essa situação está a despertar o interesse dos responsáveis do Real Madrid e do Barcelona.
De acordo com o «Kicker», o Bayern esteve recentemente reunido com o agente do jogador, mas não chegaram a um entendimento e estariam mesmo afastados em termos dos valores oferecidos e aquilo que o defesa pretende.
O internacional austríaco, de 28 anos, poderá a partir do mercado de inverno negociar com outros clubes.
Na última sessão do Conselho de Ministros, o Governo moçambicano aprovou o Regulamento de Exploração e Prática dos Jogos de Fortuna ou Azar, através...