A empresa mineira australiana Syrah Resources anunciou ontem (22) o reinício de atividade da mina de grafite de Balama, no norte de Moçambique.
“A produção foi temporariamente suspensa em março de 2020 devido aos impactos da covid-19” com restrições de viagens, limitando a mobilidade dos trabalhadores e também devido à queda na procura.
A Syrah referiu ontem que, apesar de ainda haver restrições à mobilidade, estas já permitem a reabertura da mina e que “as condições de mercado são favoráveis ao reinício da produção”.
“A Syrah irá progredir no recrutamento de mão de obra necessária para reiniciar as operações em Balama, com a primeira produção prevista para daqui a dois a três meses”, sublinhou.
A grafite é usada em baterias para automóveis e o impacto da pandemia “prejudicou as vendas de veículos elétricos”, lê-se no mesmo comunicado.
Em julho de 2020, a Syrah anunciou uma reestruturação laboral em Balama e “outras ações para preservar a liquidez durante o período de suspensão, mantendo capacidade operacional e de comercialização para reiniciar a produção”.
A mina de Balama iniciou a produção comercial há quatro anos empregando cerca de 650 trabalhadores, quase na totalidade moçambicanos.
A China é o seu grande mercado e no final de 2019 a grafite passou também a abastecer uma fábrica da empresa nos EUA.
Moçambique tem um total acumulado de 595 mortes e 55.643 casos, dos quais 63% recuperados e 233 internados, 187 em Maputo.
Moçambique recebeu 661 milhões de dólares de apoio para enfrentar a covid-19 durante o ano de 2020, dos quais já utilizou 68%, segundo o mais recente relatório do Governo.
Do total de 700 milhões de dólares que Moçambique pediu há cerca de um ano, o desembolso de 661 milhões por parte de parceiros corresponde a 94% das necessidades.
O Governo moçambicano já distribuiu boa parte das ajudas.
No total, até 31 de dezembro, 450,5 milhões de dólares tinham sido entregues a diferentes setores necessitados e o remanescente, cerca de 210 milhões de dólares, permanece numa conta de emergência “aberta no Banco de Moçambique e será canalizado de acordo com a programação para a emergência covid-19”.
O mais recente relatório (o quinto) sobre apoio dos parceiros para enfrentar a pandemia foi publicado na sexta-feira no portal do Ministério da Economia e Finanças (MEF) moçambicano da Internet e consultado hoje pela Lusa.
O documento elenca três áreas principais onde foram utilizados os 450,5 milhões: apoio ao Orçamento do Estado (OE) para cobrir a perda de receita resultante da queda do Produto Interno Bruto (PIB), prevenção e tratamento da covid-19 e apoios diretos às famílias
Em relação a estes três pontos, Moçambique recebeu 511 milhões de dólares dos parceiros para apoiar o OE: 309 milhões do Fundo Monetário Internacional (FMI), 101,5 milhões do Banco Mundial, 60,6 milhões da União Europeia (UE) e 40 milhões do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD).
Do dinheiro recebido, foram usados 300 milhões de dólares, a maioria (183 milhões de dólares) pela tesouraria do Ministério da Economia e Finanças.
Seguem-se as infraestruturas escolares (47 milhões de dólares), o fundo de energia (15 milhões de dólares), apoio à tesouraria de pequenas empresas através do Banco Nacional de Investimento (BNI) (15 milhões de dólares), saúde (12,6 milhões de dólares).
Outros setores são a agricultura (10 milhões de dólares), ação social (8,3 milhões de dólares), intervenção de emergência na educação (4,7 milhões de dólares) e abastecimento de água (quatro milhões de dólares).
Noutro ponto, dos 100 milhões de dólares que o Governo precisava para a prevenção e tratamento, foram desembolsados pelos parceiros 111,4 milhões de dólares, quase 72 milhões em numerário e 39,4 em espécie.
O setor da saúde recebeu os cerca de 72 milhões de dólares em numerário, dos quais 60% ficou sobre gestão dos parceiros, para pagamentos diretos de acordo com lista de necessidades do Misau.
Num terceiro ponto, os parceiros desembolsaram 39 milhões de dólares para transferência às famílias, sendo que o Governo “procedeu ao pagamento de subsídios a todos beneficiários existentes nos programas de proteção social e iniciou-se o pagamento de subsídios aos novos beneficiários identificados no âmbito da covid-19”.
Moçambique tem um total acumulado de 595 mortes e 55.643 casos, dos quais 63% recuperados e 233 internados, 187 em Maputo.
O Presidente italiano Sergio Mattarella denunciou o “ataque cobarde” que custou a vida ao seu embaixador na República Democrática do Congo, ao soldado italiano Vittorio Iacovacci e ao seu motorista.
“A república italiana está de luto por estes servidores do Estado que perderam a vida no exercício das suas funções”, acrescentou Mattarella, lamentando o “ato de violência” perpetrado contra um comboio do Programa Alimentar Mundial (PAM) no leste da República Democrática do Congo.
A União Europeia também já reagiu e está a seguir “de perto” as “terríveis notícias” do ataque.
Durante a conferência de imprensa diária do executivo comunitário, o porta-voz da Comissão, Eric Mamer, referiu que tinha acabado de tomar conhecimento das “terríveis notícias” e adiantou que o assunto está já a ser debatido pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, que se encontram reunidos presencialmente em Bruxelas.
De acordo com uma porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa, o Alto-Representante da UE, Josep Borrell, deu conta do sucedido no Conselho de Negócios Estrangeiros que decorre neste momento em Bruxelas, e “apresenta as suas condolências à Itália, às Nações Unidas e às vítimas da violência no Congo”.
Também o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, mostrou-se “chocado” com o ataque.
“Chocado pelo ataque a um comboio do PAM na República Democrática do Congo e pelas vidas perdidas, entre as quais a do embaixador de Itália e de um militar”, reagiu Charles Michel, através da sua conta oficial na rede social Twitter.
O embaixador italiano em Kinshasa, Luca Attanasio, foi morto a tiro na segunda-feira (22) num ataque armado a um comboio do Programa Alimentar Mundial (PAM), durante uma visita perto de Goma, no leste da República Democrática do Congo, segundo fontes diplomáticas.
O embaixador Luca Attanasio, de 43 anos, “morreu em consequência dos ferimentos” no hospital depois da comitiva das Nações Unidas em que seguia ter sido atacada perto de Goma, disse à agência AFP uma fonte diplomática em Kinshasa.
Neste ataque foram também mortas outras duas pessoas, de acordo com o porta-voz do exército na região do Kivu Norte, major Guillaume Djike, que segundo várias fontes trata-se do condutor e do guarda-costas do embaixador.
A morte do diplomata foi já confirmada pelo Ministério italiano dos Negócios Estrangeiros.
“É com profunda tristeza que o Ministério dos Negócios Estrangeiros confirma a morte, hoje em Goma, do embaixador italiano na República Democrática do Congo, Luca Attanasio, e de um soldado”, refere-se num comunicado. O ministro Luigi di Maio expressou ainda “grande consternação e imensa dor” pelas mortes.
“Não serão poupados esforços para esclarecer o que aconteceu”, acrescentou.
Luca Attanasio, embaixador na República Democrática do Congo desde início de 2018, foi “baleado no abdómen” e transportado “em estado crítico” para um hospital em Goma.
O ataque aconteceu por volta das 10h15 locais (menos duas horas em Portugal continental) e acredita-se que terá sido uma tentativa de sequestro, segundo oficiais do Parque Nacional de Virunga.
Desconhece-se a autoria do ataque. Vários grupos armados e milícias que operam operam nas imediações da cidade de Goma, a leste da República Democrática do Congo, onde as Nações Unidas lutam para manter a paz desde 1999. Esta é uma das maiores missões da ONU no mundo, com 17 mil pessoas no terreno.
O ataque ao comboio do PAM aconteceu na capital da província do Kivu Norte, que tem sido flagelada pela violência de grupos armados há mais de 25 anos. O exército congolês confirmou, entretanto, que “as Forças Armadas Congolesas estão a tentar descobrir quem são os agressores”.
Esta região, que acolhe o Parque Nacional da Virunga, uma joia natural, turística e em perigo de extinção, é também o cenário de conflito no Kivu Norte, onde dezenas de grupos armados lutam pelo controlo da riqueza do solo e subsolo. Criado em 1925, o Parque Nacional de Virunga é Património Mundial da UNESCO. Estende-se por 7.769 km2, desde Goma até ao território de Beni, entre montanhas e florestas.
Um polícia foi alvejado durante um confronto no McDonald’s de Arkansas, nos EUA, quando um homem tentava raptar uma jovem de 14 anos.
Segundo a ABC News, dois agentes da polícia confrontaram o condutor de uma carrinha, que estava estacionada junto ao restaurante de fast food. O veículo estava relacionado com um caso de rapto na Carolina do Norte.
O homem saiu do veículo e começou a disparar, tendo ferido um dos agentes, que se encontra hospitalizado.
O suspeito – William Robert Ice, de 38 anos – colocou-se depois em fuga na carrinha e deu azo a uma perseguição policial. A carrinha acabou por ficar imobilizada na neve e a jovem raptada conseguiu fugir, sendo protegida por um agente da polícia.
O suspeito viria a ser encontrado com um ferimento de arma de fogo, sendo que terá sido ele a disparar contra si próprio. Acabou por morrer no hospital.
De acordo com a Polícia Estatal do Arkansas, William Ice era também procurado pelas autoridades da Pensilvânia em ligação com outros casos de abuso infantil.
O Comité Internacional Da Cruz Vermelha pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Tecnologia de Comunicação e Informação. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Especialista em Cuidados Alternativos. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Pesquisa, Aprendizagem e Gestão do Conhecimento. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Gestor/a de Programas de Educação em Emergências. Saiba mais.
A Venyl Connection Services E.I pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Médio de sistemas elétricos/Engenheiros Eléctrico. Saiba mais.
A Venyl Connection Services E.I pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos Médio de Sistemas Elétricos/Engenheiros Eléctrico. Saiba mais.
A Direcção de Pessoal e Formação do Comando-Geral da PRM pretende recrutar dois mil e quinhentos (2500) Polícias de Fronteira e Unidade de Intervenção. Saiba mais.
A Associação Megafauna Marinha (AMM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitorização, Avaliação, Responsabilização, Aprendizagem e Relatórios. Saiba mais.
O Presidente do Movimento Democrático de Moçambique e do Município da cidade da Beira, Daviz Simango, perdeu a vida, esta segunda-feira (22), vítima de doença, na vizinha África do Sul.
A saúde do edil da cidade da Beira teve complicações no sábado (13.02), quando foi transferido de helicóptero para tratamento no país vizinho a Moçambique.
Na semana passada, fontes do MDM divulgaram que o estado de saúde de Simango evoluía bem, sendo esperada alta médica “a qualquer momento”. No entanto, na manhã desta segunda-feira, o líder do MDM acabou por não resistir.
Cinco pessoas morreram e outras duas ficaram feridas em três explosões de minas que abalaram Cabul no sábado (20). De acordo com a polícia local as vítimas são das forças de segurança afegãs e civis.
“Houve três explosões de minas” em três bairros diferentes de Cabul, e “cinco pessoas foram mortas, e outras duas, feridas”, disse à AFP o porta-voz da polícia da capital, Ferdaws Faramarz.
O saldo foi confirmado pelo porta-voz do Ministério do Interior, Tariq Aryan. Nenhum grupo assumiu as explosões até o momento. Ainda segundo a polícia, uma investigação foi aberta. Esse tipo de ataques se tornou quase diário na capital afegã.
A violência no Afeganistão aumentou nos últimos meses, apesar das negociações de paz iniciadas em setembro entre os talibãs e o governo afegão. Até agora, não houve nenhum avanço significativo.
Os Estados Unidos e o governo afegão atribuem aos talibãs os assassinatos cada vez mais frequentes de jornalistas, defensores dos direitos humanos, juízes e políticos em Cabul. O grupo nega qualquer envolvimento nos ataques.
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson prometeu que todos os adultos receberão primeira dose da vacina contra a covid-19 antes do final de julho, acelerando assim o cronograma planejado, pouco antes de anunciar uma saída “prudente” do confinamento na segunda-feira.
Até agora, a meta do governo era imunizar a população adulta antes do final de setembro, tendo sido um dos primeiros países ocidentais a lançar a campanha de vacinação em massa em dezembro.
Até 15 de fevereiro, uma primeira dose da vacina já foi administrada a 15 milhões de pessoas, incluindo aqueles com mais de 70 anos e profissionais de saúde. Desde então, outros 2,2 milhões de pessoas suplementadas foram vacinadas com a primeira dose.
O Reino Unido é um dos países mais afetados pela epidemia, com mais de 120.000 mortos pelo vírus, embora o confinamento decretado no início de janeiro tenha reduzido o número de casos e internações.
O líder conservador planeja anunciar ao parlamento na segunda-feira um roteiro para sair do confinamento, e a prioridade será a reabertura das escolas progressivamente a partir de 8 de março.
Johnson advertiu, em qualquer caso, que a saída do confinamento será “prudente e progressiva”.
O novo investimento no negócio de gás natural foi anunciado hoje pelo Ministério dos Recursos Minerais e Energia, em representação do Governo e pela petrolífera sul-africana Sasol.
Com o valor, pretende-se desenvolver reservatórios adicionais de gás natural que se encontram ao redor dos campos de Inhassoro e Temane, no distrito de Inhassoro, província de Inhambane, no âmbito do Contrato de Partilha de Petróleo que teve o Plano de Desenvolvimento revisto pelo Governo em Setembro de 2020.
A Decisão Final de Investimento foi tomada na última sexta-feira, refere uma nota do Ministério dos Recursos Minerais e Energia.
Segundo o documento, o investimento vai permitir, por um lado, a produção de 23 milhões de giga joules de gás natural por ano, que serão usados para a produção de 30 mil toneladas de gás de cozinha por ano, naquela que será a primeira unidade do género no país. Por outro lado, irá permitir a geração de 450 megawatts (MW) de electricidade na Central Térmica de Ciclo Combinado de Temane, que serão injectados na rede nacional para a eletrificação do país.
Com a produção das 30 mil toneladas por ano de gás de cozinha (GPL), Moçambique deixa de importar cerca de 75% do produto, assegura o Ministério dos Recursos Minerais e Energia.
O FC Porto visita hoje o Marítimo, invulgar lanterna-vermelha da I Liga de futebol, em busca de manter o segundo lugar e os 10 pontos de atraso para o Sporting, antes de receber os ‘leões’ no Dragão.
No encerramento da 20.ª jornada, os ‘azuis e brancos’ apresentam-se num estádio tradicionalmente complicado para as suas aspirações, mas proibidos de perder mais pontos, se quiserem continuar a alimentar a ilusão de renovação do título.
A equipa de Sérgio Conceição entra em campo com 41 pontos, a 13 pontos do Sporting e a dois do Sporting de Braga, que no domingo venceu o Tondela por 4-2: falhando o título, o segundo lugar é importante pela entrada direta na Liga dos Campeões.
O Benfica empatou 0-0 na visita ao Farense e está a dois pontos do FC Porto e com somente um de vantagem para o Paços de Ferreira, que venceu o Vitória de Guimarães por 2-1 e conseguiu uma almofada de seis pontos para o seu quinto lugar frente ao rival direto.
O Marítimo vem de uma série de cinco derrotas consecutivas no campeonato, porém um triunfo permite-lhe deixar o último lugar e ultrapassar cinco adversários, garantindo pequena folga ao treinador Milton Mendes.
O Facebook removeu hoje da sua plataforma a página principal do exército de Myanmar (antiga Birmânia) por não cumprir os requisitos de não incitação à violência, indicou um porta-voz da rede social.
“De acordo com as nossas políticas globais, eliminámos a página Tatmadaw True News por repetidas violações dos nossos padrões, que proíbem o incitamento à violência”, precisou um porta-voz do Facebook numa declaração enviada à agência Efe, referindo-se à página principal do exército birmanês nesta plataforma.
Esta decisão da empresa liderada por Mark Zuckerberg surge um dia depois de as forças de segurança terem disparado sobre manifestantes que protestavam contra a junta militar na segunda maior cidade do país, matando duas pessoas.
Após esta carga policial em Mandalay, os protestos alargaram-se hoje a todo o país.
Na sexta-feira, os birmaneses receberam a notícia da morte de Mya Thwate Thwate Khaing, uma jovem de 20 anos, baleada na cabeça no dia 09 deste mês durante um protesto, tornando-se a primeira vítima mortal desde o golpe de Estado em 01 de fevereiro.
Israel pagou à Rússia 1,2 milhões de dólares para fornecer à Síria vacinas contra a Covid-19, alegadamente em troca da libertação de uma jovem israelita detida em Damasco.
O negócio, realizado em segredo na semana passada com medição de Moscovo, foi revelado agora pela imprensa e está a causar grande polémica em Israel. Muitos criticam o secretismo do negócio e também o facto de o Estado judaico ajudar um país inimigo, ao mesmo tempo que recusa distribuir vacinas nos territórios palestinianos sob controlo israelita.
A ONU tinha já frisado que é responsabilidade de Israel vacinar os palestinianos nos territórios ocupados. Acresce que ninguém sabe como o regime de Bashar al-Assad distribuirá as vacinas.
O PM de Israel, Benjamin Netanyahu, assegurou que “nenhuma vacina israelita” esteve envolvida no negócio e recusou mais explicações, alegando que a Rússia pediu secretismo. A identidade da israelita libertada está envolta em mistério, bem como as razões que a levaram a entrar na Síria.
Além das vacinas, Israel trocou a jovem por dois pastores sírios capturados nos Montes Golã, anexados por Israel na guerra de 1967. Desde essa altura, Israel e a Síria continuam oficialmente em estado de guerra.
O ex-padre norte-americano, que vai ser julgado em Timor-Leste por abuso sexual de menores, entre outros crimes, é procurado pelos Estados Unidos que pediram à Interpol a detenção por suspeitas de fraude.
Na página digital da Interpol pode ler-se que Richard Daschbach é procurado pelas autoridades dos Estados Unidos por pelo menos “três acusações de fraude bancária”, sem apresentar quaisquer dados do processo em causa.
A “notificação vermelha” da Interpol, com o número 2019-112634, refere que Dashbbach é natural da Pensilvânia, completou 84 anos no final de janeiro e tem nacionalidade indonésia e norte-americana.
A proteção civil moçambicana encontrou, durante o fim de semana, os corpos de dois militares, desaparecidos na quarta-feira (17) durante um naufrágio, num rio que transbordou com a chuva.
Os corpos foram encontrados no sábado e no domingo, no local onde se deu o incidente, no rio Incomáti, distrito da Manhiça, Maputo, disseram as autoridades.
A embarcação virou devido ao vento e chuva forte na rota usada para auxiliar a população de Calanga, depois de a subida do rio ter submergido as vias de acesso, acrescentaram.
As duas vítimas prestavam apoio à população durante as cheias no sul de Moçambique e seguiam no barco com outras duas pessoas, entretanto resgatadas com vida pela população.
O rio Incomáti é um dos que transbordou no sul de Moçambique nas últimas semanas.
O país atravessa a época chuvosa e ciclónica, que ocorre entre os meses de outubro e abril, com ventos oriundos do Índico e cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.
Este ano milhares de pessoas já foram afetadas pelas intempéries.
As mais graves foram a tempestade Chalane, no final do ano, e o ciclone Eloise, em janeiro, com um balanço oficial total de 19 mortos. Relatos de autoridades locais apontam para o dobro.
No último fim de semana, o ciclone Guambe passou ao largo da costa moçambicana e afetou vários distritos da zona sul.
O Monaco colocou, no domingo (21), ponto final na série de vitórias consecutivas do Paris Saint-Germain (eram já cinco, a última das quais na visita ao Barcelona, por categóricos 4-1), e foi ao Parque dos Príncipes vencer, por 2-0.
O conjunto do principado deu o primeiro ‘tiro’ nas aspirações dos homens de Mauricio Pochettino aos 6 minutos, por intermédio de Sofiane Diop, e o segundo já aos 51, por Guillermo Maripán.
Danilo Pereira foi o único jogador português em campo, tendo entrado para o lugar de Leandro Paredes já no segundo tempo. Já do lado dos monegascos, nem Florentino Luís nem Gelson Martins constaram entre as opções de Niko Kovac.
O Paris Saint-Germain ‘cai’, assim, para a terceira posição da Ligue 1, com 54 pontos, menos quatro do que o líder o Lille (que bateu o Lorient) e menos um do que o segundo classificado, o Lyon (que venceu o Brest). Logo atrás segue o Monaco, com 52 pontos
Jorge Jesus, treinador do Benfica, diz que o desgaste físico a que os jogadores foram sujeitos no encontro da Liga Europa com o Arsenal, na passada quinta-feira (18), em Roma, «não serve de desculpa» para o empate sem golos com o Farense, na jornada 20 da Liga.
«A equipa joga de três em três dias. Fiz seis alterações [em relação ao jogo com o Arsenal], mesmo assim a equipa apresentou-se com intensidade do ponto de vista físico e criou oportunidades de golo. Entraram alguns jogadores que não têm jogado tanto, na segunda parte também já se notava alguma falta de intensidade. Também por isso é que fui mudando, fiz cinco alterações para refrescar a equipa ofensivamente», explicou, em conferência de imprensa.
«O Arsenal obrigou-nos a correr muito no jogo em Itália e tudo isto tem influência no rendimento da equipa, mas não serve de desculpa porque ela teve dez finalizações na área e não conseguiu fazer um golo», vincou.
O YouTube já permitia assistir vídeos em 4K em dispositivos iOS mas, infelizmente, os detentores de telemóveis Android têm continuado limitados a uma resolução de 1440p. Pois bem, há boas novidades para partilhar.
Conta o site Android Police que os utilizadores do YouTube no Android podem finalmente assistir a vídeos em 4K e em HDR. Naturalmente, o vídeo que pretende ver nesta qualidade tem de ser obrigatoriamente carregado com esta qualidade.
Se assim for, a possibilidade surgirá entre as opções de visualização do YouTube.
Barcelona desde ontem (21) mais calma do que nas cinco noites anteriores, já que a manifestação convocada ontem em apoio ao ‘rapper’ Pablo Hasél decorreu sem incidentes graves, exceto atos isolados de vandalismo e alguns confrontos no final do protesto.
De acordo com um balanço das autoridades, às 22:00 locais, tinham sido detidas oito pessoas, cinco por roubo numa loja de roupa e três por desordem pública.
Várias centenas de pessoas concentraram-se em frente à estação de metro de Sants por volta das 19:00 locais, onde as esperava um forte contingente policial, e, depois de alguns breves discursos, em que vários manifestantes justificaram a necessidade de defenderem a liberdade de expressão, iniciaram uma marcha em direção à Praça de Espanha.
A polícia condicionou o acesso à estação de Sants e fechou as entradas da rede do metro para evitar perturbações dentro da infraestrutura.
Foi formado um cordão policial, que impediu a passagem dos manifestantes para a Praça de Espanha, pelo que cerca de um milhar de manifestantes, segundo as autoridades locais, iniciaram uma marcha pacífica pelo centro da cidade, durante a qual alguns encapuçados atiraram objetos como pedras, contentores, sacos do lixo e garrafas de vidro contra a polícia.
O ‘rapper’ Pablo Hasél, detido na passada terça-feira na Universidade de Lérida (Catalunha), tornou-se um símbolo da liberdade de expressão em Espanha, depois de ter sido condenado a nove meses de prisão por, segundo a acusação, insultar as forças de ordem espanholas, glorificar o terrorismo e injuriar a monarquia.
O Governo da Venezuela denunciou ontem (21) atos de violência cometidos contra a sua embaixada no Peru durante uma manifestação ocorrida em Lima no sábado à noite, que incluiu o arremesso de pedras àquela representação diplomática.
O executivo de Nicolás Maduro “denunciou os atos de violencia registados (…) perante a atitude contemplativa e inação das forças de segurança, contrária à Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas e Consulares”, referiu, em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da Venezuela.
Caracas exigiu que as autoridades peruanas garantam a integridade do pessoal diplomático e consular da Venezuela, bem como a segurança das suas sedes e instalações.
“Do mesmo modo, recorda a necessária adesão e cumprimento dos compromissos internacionais adquiridos pelo estado peruano com as populações migrantes e exige pleno respeito pela integridade dos cidadãos venezuelanos que dão vida a esse país”, continua a carta.
No documento, a Venezuela reiterou a sua rejeição às “inaceitáveis campanhas de discriminação e xenofobia contra a comunidade venezuelana no Peru, exige o seu fim e rejeita a divulgação de mensagens anti-venezuelanas para obter ganhos eleitorais por alguns setores políticos daquele país”.
Nas últimas semanas tem crescido a animosidade entre um grupo de venezuelanos e peruanos, após eventos violentos que foram amplamente divulgados nas redes sociais e que resultaram na morte de um cidadão de cada país.
Num primeiro momento, circulou um vídeo que mostrava o assassinato de um venezuelano no Peru, alegadamente após ter-se recusado a pagar uma extorsão, e depois surgiu outro em que se via um peruano a ser atirado de uma ponte, um crime supostamente cometido por venezuelanos na Colômbia.
Depois disso houve o protesto em Lima que terminou com o ataque à embaixada, onde os manifestantes gritaram palavras de ordem contra a presença dos venezuelanos naquele país.
No final de janeiro, o governo peruano posicionou as forças armadas na fronteira com o Equador para dissaudir a imigração ilegal, que teria aumentado nas últimas semanas com a chegada clandestina de cidadãos estrangeiros, principalmente venezuelanos, através do país vizinho.
O Peru é, a seguir à Colômbia, o segundo país que alberga mais venezuelanos, com mais de um milhão de entradas desde 2016, segundo dados do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), que estima em 5,4 milhões o êxodo migratório na Venezuela.
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