O Presidente italiano Sergio Mattarella denunciou o “ataque cobarde” que custou a vida ao seu embaixador na República Democrática do Congo, ao soldado italiano Vittorio Iacovacci e ao seu motorista.

“A república italiana está de luto por estes servidores do Estado que perderam a vida no exercício das suas funções”, acrescentou Mattarella, lamentando o “ato de violência” perpetrado contra um comboio do Programa Alimentar Mundial (PAM) no leste da República Democrática do Congo.

A União Europeia também já reagiu e está a seguir “de perto” as “terríveis notícias” do ataque.

Durante a conferência de imprensa diária do executivo comunitário, o porta-voz da Comissão, Eric Mamer, referiu que tinha acabado de tomar conhecimento das “terríveis notícias” e adiantou que o assunto está já a ser debatido pelos ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, que se encontram reunidos presencialmente em Bruxelas.

De acordo com uma porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa, o Alto-Representante da UE, Josep Borrell, deu conta do sucedido no Conselho de Negócios Estrangeiros que decorre neste momento em Bruxelas, e “apresenta as suas condolências à Itália, às Nações Unidas e às vítimas da violência no Congo”.

Também o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, mostrou-se “chocado” com o ataque.

“Chocado pelo ataque a um comboio do PAM na República Democrática do Congo e pelas vidas perdidas, entre as quais a do embaixador de Itália e de um militar”, reagiu Charles Michel, através da sua conta oficial na rede social Twitter.