O Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE) solicitou à Procuradoria Geral da República (PGR) a abertura de um inquérito para investigar as graves denúncias de desvios de fundos e sabotagem nas Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).
O IGEPE, como representante do Estado na LAM, instruiu a FMA e a LAM a apurar os factos e encaminhar as suspeitas às autoridades competentes.
Uma solicitação de investigação foi formalmente apresentada à Procuradoria da República da Cidade de Maputo.
O IGEPE reitera seu compromisso com a ética, transparência e legalidade na gestão de recursos públicos e se coloca à disposição para colaborar com as investigações.
No dia 12 de fevereiro, o diretor de reestruturação da LAM denunciou um esquema de desvio de dinheiro nas lojas de venda de bilhetes, utilizando máquinas de pagamento automático (POS) que não pertencem à companhia.
O escândalo gerou grande repercussão e o primeiro-ministro, Adriano Maleiane, se manifestou sobre o caso, afirmando que se as denúncias forem confirmadas, os responsáveis serão responsabilizados.
A investigação da PGR poderá confirmar ou desmentir as denúncias de desvio de fundos e sabotagem na LAM.
Caso as denúncias sejam confirmadas, os responsáveis podem ser responsabilizados civil e criminalmente.
O IGEPE e outras entidades competentes podem tomar medidas para prevenir futuros casos de corrupção e sabotagem na empresa.

















