A subsidiária europeia do banco Credit Suisse, que se admitiu como culpada no caso do escândalo das dívidas ocultas de Moçambique, aceitou pagar 22,6 milhões de dólares a 18 investidores norte-americanos defraudados.
De acordo com as agências internacionais, os procuradores dos Estados Unidos solicitaram ao juiz que acompanha o caso em Nova Iorque, William Kuntz, para obrigar o banco a pagar 22,6 milhões de dólares a 18 investidores, e no próprio pedido os procuradores escrevem que o Credit Suisse já aceitou pagar este montante.
Os montantes agora requeridos como restituição devido à má utilização dos fundos, que deveriam ter ido para o financiamento de uma frota pesqueira e de segurança em Moçambique, são o resultado do acordo feito pelo Credit Suisse no ano passado.
Nessa acordo com a Justiça norte-americana, em outubro de 2021, o banco aceitava a responsabilidade por ter defraudado os detentores norte-americanos de títulos da Ematum, e concordava em pagar uma restituição aos investidores.
De acordo com os documentos jurídicos entregues pelos procuradores norte-americanos, o fundo de investimento NWI Management vai receber quase 5 milhões de dólares, enquanto 4,3 milhões de dólares, irão para a gestora de fundos AllianceBernstein.
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