A Espanha estendeu até 29 de dezembro próximo as restrições à entrada no país de voos de nove países da África Austral, entre eles Moçambique, com o objetivo de travar a propagação da variante Ómicron da covid-19.
Segundo o Boletim Oficial do Estado (correspondente ao Diário da República em Portugal) publicado, são mantidas restrições aos voos da África do Sul, Botsuana, Essuatíni, Lesoto, Moçambique, Namíbia, Zimbabué, Maláui e Zâmbia para aeroportos espanhóis.
A medida, em vigor desde 02 de dezembro último, vai assim prolongar-se até às 24:00 de 29 de dezembro próximo (menos uma hora em Lisboa), período que poderá ser prolongado, se necessário, em função da evolução da pandemia e das decisões que possam ser adotadas de forma coordenada pela União Europeia.
A partir destes nove países, os voos para Espanha só podem ser feitos por cidadãos de Espanha ou de Andorra, bem como por residentes em ambos os países ou passageiros em trânsito internacional para um país não Schengen com uma escala inferior a 24 horas sem sair da zona de trânsito do aeroporto espanhol.
Estão isentos desta limitação os voos de aviões do Estado, serviços de busca e salvamento, voos com escala em território espanhol para fins não comerciais com destino a outro país, voos exclusivamente para carga, voos com fins posicionais e humanitários, médicos ou de emergência.
Esta restrição também não se aplica ao pessoal aeronáutico necessário para a realização de atividades de transporte aéreo.
Pelo menos 22 pessoas ficaram presas numa mina ilegal de carvão, em Xiaoyi, no centro da China.
O acidente ocorreu às 23:00 de quarta-feira (15:00 de quarta-feira em Lisboa) numa mina em Xiaoyi, na província de Shaanxi, onde estão já a trabalhar equipas de socorro.
Contudo, o trabalho de drenagem do local está a ser dificultado pela ausência de informações claras sobre o terreno da mina ilegal e pela descida das temperaturas, que vão cair hoje para menos 10º Celsius, de acordo com a CCTV.
A exploração mineira irregular continua a ser um problema persistente no país, apesar dos esforços, nos últimos anos, do Governo chinês para o erradicar.
Recentemente, a província de Shaanxi anunciou várias inspeções para pôr fim à mineração ilegal na região, um dos maiores produtores de carvão da China.
Estirpe, conhecida por ter uma propagação mais rápida em relação às outras variantes, acrescenta alguns sintomas à vasta lista de sintomas provenientes da infeção por Covid-19.
Um estudo feito na África do Sul, onde foram analisados cerca de 78 000 casos Ómicron, revela que os sintomas mais comuns associados a esta nova variante incluem, dores de costas, comichão na garganta, congestionamento nasal e tosse seca, segundo avança o jornal The Telegraph.
Este conjunto de dados revela ainda que os sintomas se agravam e prolongam em pessoas não vacinadas. As pessoas com duas doses da Pfizer-BioNTech, selecionadas nesta amostra, demonstram ter sintomas mais leves e têm sido também o grupo menos hospitalizado.
Estes resultados demonstram a eficácia da vacinação e segundo Ravi Gupta, Professor de microbiologia clínica da Universidade de Cambridge, “os números da rápida propagação podem sobrecarregar o sistema de saúde. Isto reforça a necessidade de três doses, especialmente no grupo de maior risco”.
Para prevenir a propagação da variante Ómicron, segundo o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, é preciso vacinar e continuar consistente no uso de máscaras, distanciamento social e cuidados habituais que temos vindo a implementar na nossa sociedade.
Mais de 200 agentes das forças públicas foram condenados com penas de até 28 anos de prisão na Venezuela por violações de direitos humanos, informou na quarta-feira (15) o procurador-geral do país, Tarek William Saab.
Foram proferidas penas contra “210 funcionários policiais e militares, agentes do Estado, que lamentavelmente cometeram violações de direitos humanos”, disse Saab ao oferecer um balanço da atuação do Ministério Público desde agosto de 2017. Na Venezuela, a pena máxima de reclusão é de 30 anos.
Saab avaliou que, em breve, serão apresentadas novas sentenças contra agentes do Estado envolvidos em violações de direitos humanos.
Quatro crianças morreram e várias outras ficaram gravemente feridas na Austrália depois de fortes ventos levantarem um castelo insuflável no ar durante as celebrações do fim do ano escolar, fazendo com que caíssem de cerca de 10 metros de altura.
Dois meninos e duas meninas no último ano da escola primária morreram no acidente em Devonport, no noroeste do estado da Tasmânia, por volta das 10 horas (hora local). Mais cinco crianças estavam no hospital, quatro em estado crítico, disseram as autoridades, citadas pela Reuters.
O incidente aconteceu na Escola Primária Hillcrest. Os alunos do último ano da escola primária, 6º ano, costumam ter 10 ou 11 anos. O acidente está entre os mais mortíferos da Austrália a envolver um brinquedo infantil.
O primeiro-ministro da Tasmânia, Peter Gutwein, disse que “é simplesmente inconcebível que esta tragédia chocante tenha ocorrido” e prometeu uma investigação completa.
Um número recorde de 488 profissionais de meios de comunicação social estão detidos em todo o mundo, divulgou a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), no relatório anual.
Por outro lado, o número de jornalistas mortos, 46, foi o mais baixo nos últimos 20 anos, sublinhou a organização não governamental (ONG) de defesa da liberdade de imprensa.
Por outro lado, a ONG indicou ter contabilizado um elevado número de mulheres jornalistas detidas, embora os homens continuem a representar a maioria dos repórteres presos em todo o mundo (87,7%).
A Bielorrússia foi o país que deteve mais mulheres jornalistas (17) do que homens (15).
Os cinco países com o maior número de jornalistas detidos em 01 de dezembro são a China (127), Birmânia (53), Vietname (43), Bielorrússia (32) e Arábia Saudita (31).
O número de jornalistas e de trabalhadores dos ‘media’ mortos, num total de 46, foi o mais baixo dos últimos 20 anos, disse. A RSF sublinhou que “65% dos mortos são deliberadamente visados e eliminados”.
O México e o Afeganistão continuaram, este ano, a ser os dois países mais perigosos para os jornalistas, com sete e seis mortos respetivamente, seguidos pelo Iémen e pela Índia, no terceiro lugar, com quarto jornalistas mortos em cada um.
A RSF também contou pelo menos 65 jornalistas e colaboradores de ‘media’ mantidos como reféns em todo o mundo, mais dois do que no ano passado.
O Presidente Filipe Nyusi vai à Assembleia da República prestar informação sobre a atual situação do país
Num discurso previsto para durar cerca de duas horas, perante os 250 deputados da AR, Nyusi fará a radiografia da situação política, económica, militar e social do país.
Este ano foi marcado pela entrada de forças militares do Ruanda e mais tarde da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) no combate aos grupos armados que desde finais de 2017 protagonizam o terror na província de Cabo Delgado, norte de Moçambique.
Como resultado da pressão militar que estão a sofrer em Cabo Delgado, insurgentes terão fugido para a província vizinha do Niassa, tendo já realizado ataques armados no distrito de Mecula, como reconheceu na semana passada o comandante-geral da Polícia da República de Moçambique (PRM), Bernardino Rafael.
O ponto de situação do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) de antigos guerrilheiros da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, também será um dos aspetos a serem abordados na mensagem do chefe de Estado.
Filipe Nyusi também vai debruçar-se sobre a luta que o país está a travar contra a pandemia de covid-19, numa altura em que aumentam os receios de uma nova vaga precipitada pela circulação já confirmada no país da nova variante Ómicron.
No plano económico, a chegada prevista para janeiro da plataforma flutuante que vai produzir gás natural liquefeito na bacia do Rovuma será uma das notas de maior realce no discurso sobre o estado da nação.
O discurso sobre a situação do país no parlamento moçambicano não dá lugar a perguntas dos deputados e em ocasiões anteriores a Renamo já abandonou a sala de sessões por não reconhecer legitimidade ao Presidente da República, cargo que foi sempre ocupado por figuras da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), partido no poder desde a independência do país, em 1975.
O discurso sobre o estado da nação vai marcar o penúltimo dia dos trabalhos parlamentares deste ano, uma vez que a instituição encerra as sessões plenárias na sexta-feira para o interregno da quadra natalícia.
Imagens e vídeos mostram que as Forças de Apoio Rápido sudanesas usaram meios antiaéreos para confrontar manifestantes desarmados. Autoridades militares podem ser acusadas de crimes contra a humanidade, dizem advogados.
As mortes de pelo menos 41 manifestantes desarmados no Sudão chamaram a atenção dos observadores internacionais, que condenaram o sucedido.
Apesar do corte da Internet ordenado pelo general Abdel-Fattah Burhan na sequência do golpe militar de 25 de outubro, os ativistas conseguiram documentar o uso de armas antiaéreas e de balas perfurantes.
Vídeos dos protestos mostram claramente que as Forças de Segurança Sudanesas e milícias como as Forças de Apoio Rápido (RSF) confrontaram os manifestantes com armas proibidas de utilizar contra civis e nas cidades.
Organizações não-governamentais e grupos de direitos humanos condenaram o uso de armas pesadas contra civis, uma clara violação dos acordos humanitários que apelam à proteção dos civis.
Uma jovem de 19 anos de idade perdeu a vida devido à Covid-19, segunda-feira, na cidade de Maputo, segundo dados partilhados pelo Ministério da Saúde (MISAU), que apontam ainda para o diagnóstico de 975 novos casos positivos.
O número de infectados de terça-feira para ontem mostra a tendência crescente de contágios desde o anúncio da circulação da nova variante do coronavírus em Moçambique. Nas anteriores 24 horas, as autoridades sanitárias anunciaram 733 casos positivos.
As contaminações resultam da testagem de 4053 indivíduos suspeitos e de contactos de casos positivos.
As estatísticas da Saúde indicam que mais de metade dos infectados estão na cidade e província de Maputo, com 723 casos, seguido-se de Gaza, com 113 episódios. Entre os contaminados, há um recém-nascido com um mês de vida.
No período em análise, 10 pacientes foram internados por complicações respiratórias associadas à doença e nove receberam alta hospitalar, encontrando-se neste momento 31 doentes a receber cuidados nos hospitais da capital e nas províncias de Inhambane e Manica.
Vinte e seis indivíduos foram declarados livres da doença, fixando em 3530 o número de casos activos, sendo que o cumulativo de óbitos é de 1946.
Enquanto isso, mais 119.583 pessoas tomaram a vacina, o que fez subir para 4.9 milhões o cumulativo de indivíduos que alcançaram a imunidade completa.
O Centro de Integridade Pública (CIP) prevê que o novo Gabinete de Combate à Criminalidade Organizada seja mais um “nado-morto”. Mais do que instituições para entreter o povo, Moçambique precisa de condições de trabalho.
A Assembleia da República de Moçambique aprovou, na segunda-feira (13.12), na generalidade, a criação do Gabinete Central de Combate à Criminalidade Organizada e Transnacional, com enfoque, entre outros crimes, no terrorismo e raptos.
De acordo com a ministra moçambicana da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Kida, o gabinete visa aprimorar o quadro legal e dar poderes ao Ministério Público para o combate aos vários tipos de crime.
Mas o pesquisador Baltazar Fael, do Centro de Integridade Pública (CIP), duvida que este gabinete tenha pés para andar, porque o combate à criminalidade organizada não se faz com a criação de várias instituições, mas sim com a criação de melhores condições de trabalho.
Um tribunal sul-africano considerou ilegal a liberdade condicional concedida em setembro ao ex-Presidente Jacob Zuma por motivos médicos e decidiu que o ex-chefe de Estado deve voltar à prisão e cumprir o resto da pena.A decisão, que é passível de recurso, foi emitida pelo Tribunal Superior de Gauteng Norte, com sede na cidade de Pretória.
O juiz Elias Matojane considerou que a decisão do comissário nacional de Serviços Penitenciários, Arthur Fraser, que já tinha reconhecido publicamente que a medida não tinha sido recomendada pelos médicos, foi um “exercício ilegal de poder público que prejudica” as ordens do supremo tribunal sul-africano.
A decisão surge na sequência de uma denúncia contra a libertação de Zuma feita pelo principal partido da oposição, a Aliança Democrática (AD), e outras instituições (como a organização da sociedade civil AfriForum), junto da justiça sul-africana.
Numa sessão em novembro o principal argumento contra a liberdade condicional médica foi que não estava cumprido qualquer dos requisitos previstos para este direito especial, nomeadamente o recluso estar em situação terminal ou incapacitado.
Seis membros da tripulação de um navio porta-contentores grego foram sequestrados na sequência de um ataque por piratas marítimos no Golfo da Guiné, revelou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia.
A Marinha dinamarquesa tinha divulgado esta semana que piratas sequestraram um total de seis pessoas que estavam a bordo do navio grego Tonsberg, que se encontrava em águas internacionais ao largo da ilha de Bioko, da Guiné Equatorial.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Polónia referiu hoje ter informações “sobre o sequestro de tripulantes do navio Tonsberg no Golfo da Guiné e confirmou que uma das vítimas é um cidadão polaco”.
A mesma fonte explicou, em comunicado, estar em contacto com diplomatas de “outros países” e também com o proprietário do navio para coordenar esforços e encontrar os sequestrados.
Segundo a Marinha dinamarquesa, uma das suas fragatas, a Esbern Snare, que patrulha aquela região desde novembro, perseguiu os piratas que abandonaram o navio num pequeno barco com os reféns a bordo.
Além dos seis reféns, um ferido foi resgatado pela fragata dinamarquesa e 14 outros tripulantes saíram ilesos e continuam a bordo do Tonsberg, revelou a agência de notícias da Dinamarca Ritzau, que cita um porta-voz da Marinha.
Uma “ação forte” é “urgente” diante do rápido avanço da variante ômicron, e “a vacinação sozinha não será suficiente” – alertou o Centro Europeu para Prevenção e Controle de Doenças (ECDC, na sigla em inglês), na quarta-feira (15).
“Na atual situação, a vacinação sozinha não permitirá impedir o impacto da variante ômicron, porque não há tempo para cobrir os déficits de vacinação existentes”, declarou a diretora do (ECDC), Andrea Ammon, em um comunicado.
A agência europeia também elevou em um grau sua avaliação de risco dessa variante, para um nível “muito alto”, e recomendou uma série de medidas. Entre elas, estão o retorno ao trabalho remoto e uma maior cautela nas comemorações e viagens de fim de ano.
Segundo o ECDC, é “muito provável” que a nova variante cause internações e mortes, para além das já previstas nas projeções anteriores concentradas na delta, até então dominante.
Para que a carga sobre o sistema de saúde continue sendo “administrável”, o ECDC reiterou seu apelo à “reintrodução rápida e do fortalecimento” das chamadas medidas “não farmacêuticas” contra a covid-19, um termo que engloba restrições em geral.
“É urgente que se adotem medidas enérgicas para reduzir a transmissão, reduzir a pesada carga sobre os sistemas de saúde e proteger os mais vulneráveis nos próximos meses”, acrescentou o ECDC, que abrange todos os 27 países da UE, Noruega e Islândia.
Para a comissária europeia da Saúde, Stella Kyriakides, este relatório evidencia que “os próximos meses serão difíceis”.
A Empresa MECO Empreendimentos pretende recrutar para os seu cliente que actua na área de Manutenção & Serviços um (1) Supervisor de Instalações. Saiba mais.
Uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Call Center. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
O MINEDH pretende recrutar para o seu projecto um (1) Consultor para a Assistência Técnica a contratação de um Especialista em Desenvolvimento de Infra -Estruturas. Saiba mais.
A AC Glamour uma pequena empresa de venda de Bolsas, perfumes entre outros artigos pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Vendedora. Saiba mais.
A GrandSYS, Lda, empresa no ramo das Tecnologias de Informação e Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Marketing e Comunicação. Saiba mais.
O Centro de Formação Profissional de Água e Saneamento (CFPAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Adjunto Pedagógico. Saiba mais.
O Centro de Formação Profissional de Água e Saneamento (CFPAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Adjunto Administrativo. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Logístico/ Servente. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação e Visibilidade. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Executivo. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Eléctrica/ Mecânica ou Arquitectura. Saiba mais.
O governo da cidade de Washington apresentou uma ação na terça-feira (14) contra dois grupos de extrema direita por seu papel na violenta invasão ao Capitólio, em 6 de janeiro, por partidários do então presidente, Donald Trump.
A ação civil acusa as organizações Proud Boys, Oath Keepers e mais de 30 pessoas associadas a estes grupos de “conspirar para aterrorizar” a capital americana, disse o procurador-geral do Distrito de Columbia, Karl Racine.
Tem com objetivo “desestimular futuros atos de violência” e compensar as vítimas, incluindo os policiais da capital americana, declarou.
Segundo os meios de comunicação locais, oito pessoas sofreram inalação de fumo, sendo transportadas para o Ruttonjee Hospital, Pamela Youde Nethersole Eastern Hospital e Queen Mary Hospital.
Mais de 300 pessoas ficaram presas na quarta-feira num centro comercial de Hong Kong, depois de um fogo ter brotado nos circuitos elétricos do World Trade Centre, mergulhando o edifício em fumo denso.
Segundo o South China Morning Post (SCMP), oito pessoas sofreram inalação de fumo, sendo transportadas para o Ruttonjee Hospital, Pamela Youde Nethersole Eastern Hospital e Queen Mary Hospital.
Os feridos até agora identificados têm entre os 31 e os 72 anos.
As autoridades revelaram que mais de 300 pessoas se encontravam no edifício, sendo que 160 já teriam sido evacuadas. Ainda assim, funcionários e pessoas que estavam nos restaurantes são alguns dos que ainda estão presos no edifício de 38 andares.
Os países pobres receberam até final de novembro apenas 0,6% das vacinas contra a covid-19 produzidas no mundo, revelou hoje a Organização Não Governamental (ONG) Human Rights Watch, que alertou para um acesso “extremamente desigual”.
Até 29 de novembro, os países pobres tinham recebido apenas 0,6% das vacinas mundiais e a grande maioria das vacinas produzidas pela Pfizer, Moderna e Janssen teve como destino países desenvolvidos, segundo dados recolhidos pela empresa de análises e informações cientificas, Airfinity, citados pelo grupo People’s Vaccine Alliance.
Em 12 de outubro, governos de países desenvolvidos comprometeram-se a doar 1,8 biliões de doses de vacinas, mas apenas 14% foram entregues, de acordo com os dados do Airfinity.
As previsões de uma produção global que previam que o mundo em breve teria uma quantidade suficiente de vacinas contra a covid-19 são enganadoras, alerta a ONG.
As previsões não têm em consideração as doses de reforço necessárias, a vacinação de crianças ou a vacinação contra as novas variantes, bem como aquelas que são perdidas em desperdícios.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os dias há seis vezes mais doses de reforço a serem administradas globalmente do que as primeiras doses em países pobres.
A “maioria das doações” de vacinas para África “têm sido ‘ad hoc’, fornecidas com pouca antecedência e com uma vida útil curta”.
No Cuando Cubango, mais de 150 pessoas enfrentam jacarés para alimentar-se de frutos silvestres impróprios até para o consumo dos animais.
Na província do Cuando Cubango, em Angola, a situação de fome é cada vez mais extrema. Para tentar comer e evitar a morte, as famílias da minoria étnica Khoisan, na localidade de Mbundo, a quase 90 quilómetros de Menongue, recorrem a frutos silvestres.
Na tentativa de encontrar frutos como vimbungo, meto e tcheketcheke, a comunidade corre o risco de ser atacada por jacarés, enquanto atravessam o rio naquela zona.
Pelo menos 445 mil bovinos deverão ser administrados a segunda dose da vacina contra a febre aftosa nos próximos dias, no quadro das medidas profilácticas para evitar o surgimento e alastramento da doença no país.
Trata-se de animais que receberam a primeira dose entre Maio e Julho últimos, o que, segundo as autoridades pecuárias, representa uma cobertura de 80 por cento do número previsto e um aumento em 100 por cento comparativamente ao ano anterior.
A campanha vai cobrir alguns distritos de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Tete e Zambézia, áreas que nos últimos anos registaram casos da doença, obrigando as autoridades a decretar restrições no movimento de gado.
A Direcção Nacional de Desenvolvimento Pecuário (DNDP) refere que no ano passado não houve vacinação contra a febre aftosa devido à falta de imunizantes e atraso no processo da sua aquisição, no Botswana.
Os progressos na imunização do gado bovino contribuíram para o relaxamento, recentemente, das medidas impostas para conter o alastramento da doença, com episódios registados na cidade de Tete e distrito de Magude.
Foram publicadas hoje, dia 06 de Agosto no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:
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O Tribunal Supremo de Moçambique condenou Fernando Francisco Tsucana, ex-Vice-Comandante Geral da Polícia da República de Moçambique, pela prática de dois crimes de difamação...