Mais de 20 pessoas morreram nas Filipinas, na sequência da passagem do tufão mais forte do ano, disseram hoje as autoridades, que relataram uma “destruição alarmante” nas ilhas do centro e sul do país.
Mais de 300 mil pessoas foram obrigadas a fugir de casa, desde quinta-feira, à passagem do super tufão Rai, com ventos de 195 quilómetros por hora (km/h), quando tocou terra na ilha turística de Siargao, de acordo com a agência de catástrofes das Filipinas.
Na sexta-feira, a velocidade do vento tinha baixado para 155 km/h, indicou a agência meteorológica filipina.
Mais de 18 mil militares, polícia, guarda costeira e bombeiros vão juntar-se aos esforços de busca e salvamento nas áreas mais atingidas, disse o porta-voz da agência de catástrofes Mark Timbal.
Pelo menos três pessoas morreram e dezenas ficaram feridas em Surigao, disse à televisão ABS-CBN o presidente da câmara da cidade, Ernesto Matugas, elevando o número total de mortos na catástrofe para 21.
O Rai passou pela parte norte da ilha de Palawan, um destino turístico popular, no final da tarde de sexta-feira, antes de seguir para o mar do Sul da China em direção ao Vietname.
As autoridades marítimas de França resgataram 138 migrantes que se encontravam em dificuldades no estreito de Pas-de-Calais, enquanto tentavam atravessar o Canal da Mancha para chegar a Inglaterra em barcos improvisados.
De acordo com um comunicado da Autoridade Marítima do Canal da Mancha e do Mar do Norte, foram detetados muitos barcos em dificuldades a tentarem cruzar o canal na quinta-feira, após um alerta recebido pelo centro operacional de vigilância e salvamento (CROSS) de Gris-Nez.
Dois navios da Marinha francesa e duas embarcações da Sociedade Nacional de Resgate no Mar (SNSM), de Boulogne-sur-Mer (Pas-de-Calais) e Dunquerque (Nord), respetivamente, foram destacados e resgataram os 138 migrantes.
Os náufragos foram socorridos pela polícia de fronteira (PAF) dos portos de Gravelines, Calais e Boulogne-sur-Mer e pelos bombeiros.
Foto de ilustração sobre a variante Ômicron do coronavírus
11/12/2021 REUTERS/Dado Ruvic
O risco de reinfecção com a variante Ômicron do coronavírus é mais de cinco vezes maior e ela não dá sinais de ser mais amena do que a Delta, mostrou um estudo do Imperial College de Londres enquanto os casos disparam em toda a Europa e ameaçam as festividades do final de ano.
Os resultados se basearam em dados da Agência de Segurança da Saúde e do Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido a respeito de pessoas que tiveram diagnósticos positivos de Covid-19 em um exame de PCR na Inglaterra entre 29 de novembro e 11 de dezembro.
O Centro Internacional Para Saúde Reprodutiva em Moçambique (ICRHM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Técnico. Saiba mais.
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A Empresa MECO Empreendimentos pretende recrutar para os seu cliente que actua na área de Manutenção & Serviços um (1) Supervisor de Instalações. Saiba mais.
Uma Empresa Moçambicana, de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Call Center. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Motorista. Saiba mais.
O MINEDH pretende recrutar para o seu projecto um (1) Consultor para a Assistência Técnica a contratação de um Especialista em Desenvolvimento de Infra -Estruturas. Saiba mais.
A AC Glamour uma pequena empresa de venda de Bolsas, perfumes entre outros artigos pretende recrutar para seu quadro de pessoal uma (1) Vendedora. Saiba mais.
A GrandSYS, Lda, empresa no ramo das Tecnologias de Informação e Comunicação, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Marketing e Comunicação. Saiba mais.
O Centro de Formação Profissional de Água e Saneamento (CFPAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Adjunto Pedagógico. Saiba mais.
O Centro de Formação Profissional de Água e Saneamento (CFPAS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Adjunto Administrativo. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Logístico/ Servente. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Comunicação e Visibilidade. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Facilidade – Iniciativa para Cidadania e Desenvolvimento Sustentável, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Executivo. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Eléctrica/ Mecânica ou Arquitectura. Saiba mais.
Frascos rotulados como de vacina contra Covid-19 em frente ao logo da Johnson and Johnson em foto de ilustração
09/02/2021 REUTERS/Dado Ruvic
A taxa de coágulos no sangue após imunização com a vacina contra Covid-19 da Johnson & Johnson parece ser maior do que o estimado anteriormente, disse um subcomitê do painel de especialistas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC) na quinta-feira.
Casos de trombose com síndrome de trombocitopenia, que envolve coágulos sanguíneos acompanhados por baixas contagens de plaquetas, já foram relatados anteriormente em quem tomou a vacina da J&J.
A Alemanha diagnosticou, nas últimas horas, mais 50.968 novos casos de infeção pelo coronavírus e 437 mortes atribuídas à Covid-19, de acordo com a atualização feita esta sexta-feira pelas autoridades sanitárias alemãs.
Foi registada uma ligeira diminuição no número de casos, que ontem eram 56.677. O mesmo aconteceu com o número de mortes, tendo em conta que ontem foram registadas 522 mortes por Covid-19.
No total, o país acumula 6.721.375 contágios e 107.639 mortes relacionadas com a doença causada pelo SARS-ScoV-2. A incidência voltou hoje a descer. Ontem situava-se nos 340,1 casos por 100 mil habitantes e hoje fixa-se nos 331,8.
A pandemia de covid-19 já provocou 225.591 mortos em África, onde foram registados 9.049.217 casos, dos quais 8.270.074 recuperaram da doença, segundo dados oficiais regionais ontem divulgados.
De acordo com o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana (África CDC), na última semana o número de novos casos ultrapassou a barreira dos nove milhões.
A África Austral continua a ser a região mais afetada do continente, com 4.323.480 casos e 112.572 óbitos associados à covid-19. Nesta região, encontra-se o país mais atingido pela pandemia, a África do Sul, que contabiliza 3.231.031 casos e 90.226 mortos.
O Norte de África, que sucede à África Austral nos números da covid-19, atingiu os 2.679.762 infetados e 74.125 óbitos associados à doença.
A África Oriental contabiliza 4.323.480 infeções e 112.572 mortos e a região da África Ocidental regista 680.110 casos e 10.366 mortes.
A África Central é a região do continente com menos casos de infeção e de mortes: 283.850 casos e 4.126 mortes, respetivamente.
A Tunísia, o segundo país africano com mais vítimas mortais a seguir à África do Sul, regista 25.443 mortes e 720.143 infetados, seguindo-se o Egito, com 21.203 mortes e 371.698 casos, e Marrocos: 14.802 mortes e 952.189 infetados.
A Etiópia contabiliza 6.846 óbitos e 373.860 casos desde o início da pandemia, enquanto a Argélia regista 6.165 mortes, dos 213.533 infetados.
Em relação aos países de língua oficial portuguesa, Moçambique contabiliza 155.495 casos e 1.946 mortes, sendo seguido de Angola que registou 65.565 infetados e 1.737 óbitos.
Cabo Verde regista 351 mortes associadas à doença e 38.527 infeções, a Guiné Equatorial 175 óbitos e 13.617 casos, a Guiné-Bissau contabiliza 149 mortos e 6.452 infetados e São Tomé e Príncipe 57 óbitos e 3.773 infeções.
Relatório conjunto aponta escalada de detenções em massa, assassinatos de civis e expulsões de moradores de cidades do Tigray. Conselho de Direitos Humanos da ONU convoca reunião de emergência para avaliar situação.
Um relatório conjunto da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch denuncia uma “nova onda” de detenções em massa, assassinatos e expulsões forçadas de habitantes do Tigray, região do norte da Etiópia.
As duas organizações não-governamentais entrevistaram 31 pessoas, por telefone, incluindo 25 testemunhas e sobreviventes, bem como familiares de detidos e expulsos, que descreveram uma onda de abusos por parte das forças de segurança e milícias na região de Amhara.
Devido aos combates em curso, centenas de milhares encontraram refúgio em cidades mais ao sul. Muitos residentes desejam regressar à casa, mas alguns não dispõem de meios para o fazer. Outros sabem que já não têm para onde voltar.
A Região Metropolitana do Grande Maputo continuará a registar aumento significativo de infecções por Covid-19 nos próximos dias, havendo necessidade de reforçar as medidas de prevenção e aprimoramento das acções de controlo.
O alerta é da delegada do Instituto Nacional de Saúde (INS) na capital, Edna Viegas, realçando que a aproximação da quadra festiva, caracterizada por grande mobilidade de pessoas, concorrerá para o efeito.
Para Viegas, é preciso que todos os intervenientes tomem as medidas necessárias para evitar impacto no Serviço Nacional de Saúde devido à possibilidade de aumento da demanda por internamentos.
Explicou que a entrada e circulação da variante Ómicron, com 17 casos já confirmados no país, poderá impulsionar o aumento da transmissão do novo coronavírus, à semelhança do que está a acontecer na vizinha África do Sul.
Entre quarta-feira e ontem, o país registou 1234 casos positivos da Covid-19, dos quais 841 são da cidade e província de Maputo. Dados do sector da Saúde indicam que as infecções resultam da testagem de 4462 casos suspeitos e contactos destes, o que representa uma positividade de 27.62 por cento.
No mesmo intervalo, houve dois óbitos (um na cidade de Maputo e outro no distrito da Massinga, em Inhambane), o que elevou para 1948 o cumulativo de vítimas mortais. Catorze indivíduos foram internados com complicações ligadas à doença, enquanto outros seis tiveram alta, permanecendo sob cuidados médicos 29 pacientes.
Claude Muhayimana, de 60 anos, foi considerado culpado por cumplicidade no genocídio e em crimes contra a humanidade. Justiça francesa define pena após quatro semanas de julgamento, que envolveu cerca de 50 testemunhas.
Um tribunal francês condenou na quinta-feira (16) um antigo motorista de hotel a 14 anos de prisão por cumplicidade no genocídio do Ruanda em 1994. Ele teria transportado milicianos hutu que massacraram centenas de tutsis.
O cidadão franco-ruandês Claude Muhayimana, de 60 anos, foi considerado culpado por cumplicidade no genocídio e em crimes contra a humanidade. O veredicto no julgamento foi conhecido após quatro semanas de procedimentos que envolveram cerca de 50 testemunhas, algumas das quais vieram do Ruanda.
Muhayimana, que os investigadores dizem também ter escondido tutsis em risco de morte e ajudado alguns a escapar, fugiu após o genocídio e ganhou nacionalidade francesa em 2010. Durante o julgamento, o promotor tinha pedido 15 anos de prisão, descrevendo Muhayimana como “um oportunista” e acusando-o de contribuir para o genocídio “ao conduzir e transportar os assassinos durante três meses”.
Muhayimana, que na altura era casado com uma mulher tutsi, negou as acusações. Cerca de 800 mil pessoas morreram entre abril e julho de 1994, quando o regime extremista hutu tentou exterminar a minoria tutsi do Ruanda, causando um dos maiores massacres do século XX. O julgamento de Muhayimana é o terceiro em França relacionado com o genocídio.
Moçambique foi considerado como um país com capacidades inadequadas de governação onde os terroristas fizeram local de abrigo, num relatório dos Estados Unidos da América (EUA) publicado, que refere a morte de 1.500 pessoas em 2020.
Um relatório sobre terrorismo publicado pelo Departamento de Estado dos EUA inclui Moçambique numa lista de “portos seguros para terroristas”, definidos como áreas físicas “onde os terroristas são capazes de se organizar, planear, arrecadar fundos, comunicar, recrutar, treinar, transitar e operar com relativa segurança, devido à capacidade inadequada de governação, falta de vontade política ou ambos”.
Segundo o relatório, a violência causada pelo grupo terrorista ISIS-Moçambique resultou na morte de cerca de 1.500 pessoas e na deslocação de mais de 500.000 pessoas no ano de 2020, em que se verificou também um aumento de 130% do número de ataques em comparação com 2019.
Os EUA sublinham que na província de Cabo Delgado, o grupo terrorista “assumiu o controlo de quantidades significativas de território” e “teve uma liberdade de movimento considerável ameaçando valiosas instalações de gás natural”, com múltiplos ataques em quase todas as semanas do ano passado.
O relatório norte-americano indica que “tanto o Governo moçambicano como os parceiros regionais tiveram dificuldades em responder eficazmente à ameaça” e, no final de 2020, o ISIS-Moçambique “estava efetivamente à rédea solta em grande parte de Cabo Delgado”.
Entre os piores atentados em Moçambique em 2020, enumeram-se ataques em 24 de janeiro em Mbau (Mocímboa da Praia), em que morreram 22 pessoas, a ocupação da capital do distrito Quissanga em 25 de março, a decapitação de entre 50 a 70 civis em 08 de abril em Xitaxi, distrito de Muidumbe, a ocupação de Mocímboa da Praia entre 09 e 11 de agosto, ou ainda os ataques de 31 de outubro a 08 de novembro em aldeias do distrito de Muidumbe, onde terão sido decapitadas cerca de 50 pessoas?
Os Estados Unidos consideram que “Moçambique não tem uma estratégia de contraterrorismo para orientar as operações, e as agências carecem de treino, equipamento e capacidade, de uma forma geral, para detetar, impedir ou prevenir atos de terrorismo de forma proativa”.
Falta ainda um plano de ação do Governo contra o extremismo violento, mas já existe o reconhecimento das autoridades moçambicanas da “necessidade de uma resposta holística à violência terrorista que inclua o envolvimento da comunidade, além da atividade de segurança”.
O Departamento de Estado dos EUA indica, porém, que o Governo moçambicano executou operações de segurança, procedeu à detenção de vários suspeitos de terrorismo e teve um “maior alcance com parceiros bilaterais para assistência”, além de “alguns relatos” de ter contratado companhias militares privadas da África do Sul.
Segundo o relatório, os Estados Unidos “ajudaram por meio do fornecimento de atividades de treino” e reforço de capacidades, além de ajudar a delinear iniciativas “destinadas a aumentar a capacidade do governo moçambicano para abordar questões de direitos humanos”.
A segurança de fronteiras é um dos grandes desafios de Moçambique, principalmente sendo a fronteira com a Tanzânia um dos pontos de passagem e recrutamento de terroristas.
O relatório acrescenta que 516 pessoas foram extraditadas da Tanzânia para Moçambique, por alegado envolvimento em ataques terroristas em Cabo Delgado, no âmbito de um memorando de entendimento.
Segundo o projeto “Armed Conflict Location & Event Data Project” (ACLED), citado pelo relatório, desde 2017 que se reportaram 697 eventos violentos em Cabo Delgado e 2.393 fatalidades associadas ao ISIS-Moçambique.
O documento divulgado ontem pelos EUA concluiu que “a pandemia global de covid-19 complicou o cenário terrorista”, pois as organizações terroristas “adaptaram as suas abordagens e apelos” e usaram a Internet para “continuar a radicalizar, incitar à violência e inspirar ataques”.
A nível geral e internacional, “apesar dos importantes sucessos do contraterrorismo, os grupos terroristas continuam a ser uma ameaça persistente e generalizada em todo o mundo”, desafios que “exigem um compromisso e investimento contínuo nos esforços globais de contraterrorismo”.
Mais de 7 milhões de doses de vacina foram administradas na faixa etária dos 5 aos 11 anos. Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) não confirma se casos de inflamação cardíaca estão relacionados com a vacina.
Foram relatados oito casos de miocardite, um tipo de inflamação cardíaca, em crianças dos 5 aos 11 anos que receberam a vacina da Pfizer contra a Covid-19. O anúncio foi feito na quinta-feira pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.
A CDC não avançou, no entanto, se estes casos estarão relacionados com a vacina Covid. Mais de 7 milhões de doses da vacina foram administradas na faixa etária dos 5 aos 11 anos, 5,1 milhões das quais com primeiras doses e 2 milhões de segundas doses.
A NATO alertou na quinta-feira a Rússia que uma nova agressão contra a Ucrânia terá “consequências maciças” e um “preço alto” e apelou que Moscovo proceda a uma “redução imediata” da tensão com Kiev.
Em comunicado divulgado, os países da Aliança Atlântica referiram que estão “gravemente preocupados com a substancial, não provocada e injustificada” concentração militar russa na fronteira com a Ucrânia.
A Aliança Atlântica apelou, desta forma, à Rússia para uma “redução imediata” da tensão com Kiev.
Os aliados enfatizaram ainda o apoio à integridade territorial e à soberania da Ucrânia e pediram a Moscovo para “retirar” as suas forças naquele país, pode ler-se na nota de imprensa citada pela agência de noticias EFE.
Esta organização militar referiu também que está a analisar “seriamente” as implicações que a atual situação tem para a Aliança e garantiu que “responderá sempre” com firmeza e tomará “todas as medidas necessárias” para garantir a segurança e defesa de todos os seus membros.
Os países que compõe a NATO acreditam também que esta reação irá “coordenar-se estritamente” com atores relevantes como a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) ou a União Europeia (UE).
E exortaram ainda a Rússia a “seguir as vias diplomáticas” e cumprir os compromissos internacionais sobre “transparência nas atividades militares”.
Complexo da Christian Aid Ministries nos arredores de Porto Príncipe, no Haiti
18/10/2021
REUTERS/Ralph Tedy Erol
Os últimos 12 missionários canadenses e norte-americanos de um grupo sequestrado em outubro no Haiti foram libertados, anunciou a polícia na quinta-feira, encerrando um episódio que voltou as atenções do mundo ao problema crescente de sequestros por gangues no país caribenho.
O grupo, que foi raptado por uma gangue conhecida como os 400 Mawozo após visitarem um orfanato, era originalmente de 17 pessoas em uma viagem organizada pela organização Christian Aid Ministries (CAM), sediada no Estado norte-americano do Ohio.
Cinco dos reféns já haviam sido libertados nas últimas semanas, e os últimos 12 foram encontrados pelas autoridades em uma montanha chamada Morne à Cabrit, afirmou o porta-voz da polícia Garry Derosier. Ele se recusou a oferecer mais detalhes sobre o caso.
A gangue 400 Mawozo, que controla o território ao leste da capital Porto Príncipe, havia dito que queria 1 milhão de dólares para soltar cada um dos missionários.
O líder da gangue, conhecido pelo apelido Lanmo Sanjou e que apareceu em vídeos na Internet utilizando uma máscara do Homem-Aranha, disse que estava disposto a matar os reféns.
O Ministério Público de Odemira deduziu acusação contra sete militares da GNR, que prestavam serviço no posto de Vila Nova de Milfontes, por 33 crimes, entre os quais se destacam sequestro, abuso de poder e ofensas à integridade física.
A acusação é baseada no relatório final da responsabilidade da PJ de Setúbal. Vídeos gravados pelos próprios arguidos enquanto maltratam e torturam imigrantes, todos do Hindustão que trabalham na agricultura.
Os sobreviventes de um tornado que destruiu uma fábrica de velas no Kentucky, nos Estados Unidos, causando a morte a oito trabalhadores, apresentaram uma queixa contra a empresa, por recusar a saída destes antes da intempérie.
O processo, que deu entrada num tribunal estatal na noite de quarta-feira, acusa a empresa de violar os padrões de segurança e saúde no local de trabalho, ao manter os funcionários em serviço apesar do risco de morte ou ferimento.
Os trabalhadores que apresentaram queixa pedem indemnizações e uma condenação para a Mayfield Consumer Products.
O porta-voz da empresa da cidade de Mayfield, no Estado do Kentucky, referiu que os funcionários eram livres de saírem do emprego a qualquer momento e negou que tenham sido ameaçados de retaliações caso deixassem a fábrica.
Em comunicado divulgado na quarta-feira, o CEO da empresa, Troy Propes, revelou que será contratada “uma equipa de especialistas independentes” para rever as decisões tomadas por gerentes e funcionários até ao momento em que o tornado atingiu a fábrica.
O responsável manifestou ter confiança que “os líderes da equipa de trabalho agiram de maneira totalmente adequada e foram heroicos nos esforços para salvar os funcionários”.
Segundo é relatado no processo, a fábrica teve “até três horas e meia antes que o tornado atingisse o local de trabalho para permitir que os funcionários saíssem, como medida de segurança”.
Os trabalhadores sobreviventes acusam a empresa de uma “evidente indiferença aos diretos” dos trabalhadores ao recusar a permitir a saída atempada, pode ler-se.
Mais de 100 pessoas estavam a trabalhar em encomendas de velas quando o tornado destruiu as instalações e devido aos danos, inicialmente pensou-se que pudessem ter havido mais mortes do que as oito que se registaram.
Pelo menos 89 pessoas morreram nos vários Estados norte-americanos devastados por tornados na sexta-feira.
Comunidades inteiras encontram-se de luto devido às mortes e as autoridades referiram que 74 pessoas morreram no Estado do Kentucky.
Israel vai doar um milhão de doses de vacina contra a covid-19 a países africanos, as quais deverão chegar a cerca de um quarto dos Estados no continente.
Em comunicado, a representação diplomática indicou que o envio das vacinas, que decorrerá através do mecanismo Covax, que visa a aquisição e distribuição de vacinas contra a covid-19 para países mais pobres, deverá acontecer nas próximas semanas.
Sobre a Covax, um mecanismo global de distribuição de vacinas centrado em Genebra, para a aquisição e distribuição equitativa de vacinas conta a covid-19, Israel considera-o “produto de uma extraordinária cooperação global”.
Morreu na quinta-feira (16) Sérgio Vieira, vítima de doença, na África do Sul. A figura histórica contribuiu para independência de Moçambique e foi central no formação do primeiro Governo do país.
Inicialmente, Sérgio Vieira foi governador do Banco de Moçambique e ministro da Administração Interna. Para além da política esteve envolvido no mundo das artes, onde fez poesia.
Apesar do valioso contributo que deu ao seu país, Vieira era visto com muita suspeita. Isso se deveu a sua participação ativa na inteligência nos primeiros anos de Moçambique independente.
Nos últimos anos de vida notabilizou-se por criticar o Governo liderado pelo partido que ajudou a fundar, a FRELIMO. As suas entrevistas, onde deixavam transparecer bastante descontentamento, causavam bastante polémica.
Cerca de 12 mil de um universo de 20 900 mineiros e agricultores, trabalhadores na vizinha África do Sul (RSA), poderão regressar à Moçambique durante a quadra festiva.
Segundo a Directora Nacional do Trabalho Migratório, Emília Munguambe, dos 17 200 mineiros contratados na RSA, está prevista a entrada ao país de 10 mil trabalhadores, a partir desta quinta-feira.
Para evitar a propagação da Covid-19, Emília Munguambe garantiu que os mineiros serão testados e vacinados com dose única a nível das fronteiras de Ressano Garcia, província de Maputo e Pafur, na província de Gaza.
Emília Munguambe afirmou que deste grupo 3 217 agricultores não tomaram a vacina contra a Covid-19. No entanto, garantiu que cerca de 1 600 trabalhadores serão vacinados ao nível das fronteiras.
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