Apesar da enorme decepção pela eliminação da selecção espanhola por 0-3, na disputa por pênaltis, após 0 a 0 no tempo normal e no prolongamento, o técnico Luís Enrique demonstrou cabeça fria na hora de encarar os jornalistas, depois da surpreendente queda.
O treinador fez questão de elogiar a lealdade dos marroquinos no jogo, cumprimentou os adversários e declarou que não mudaria nada na equipa, apesar de achar o resultado injusto.
“Dominámos o jogo durante 120 minutos contra um rival fechado ao máximo e com muita capacidade defensiva. Acabamos eliminados do Campeonato do Mundo, porque os jogadores do Marrocos foram melhores na hora da cobrança dos pênaltis”, disse.
Luis Enrique disse que os seus jogadores nunca desistiram de buscar a vitória e demonstraram muita disposição em campo.
“Eles representaram a minha filosofia de jogo. Tentamos de tudo, faltou-nos fazer o golo”, enfatizou.
“Tivemos até uma bola na trave, mas assim é o futebol. Agora, a vida continua. Espero que esta experiência possa servir, no futuro, aos meus jogadores”, atiçou.
Uma das coisas a melhorar, segundo ele, é o controlo emocional dos seus jogadores.
“Penalties não são uma loteria. Para convertê-los tem de controlar os nervos”, admitiu.
Na área de entrevistas dos jogadores, no Education City Stadium, o sentimento era de tristeza, mas sem choro ou revolta entre os espanhóis.
“Estamos frustrados”, falou o lateral Llorente.
“Dominámos o jogo, mas em 120 minutos não conseguimos fazer o nosso golo”, acrescentou.
Segundo ele, faltou sorte aos espanhóis nas finalizações e sobrou empenho e organização aos marroquinos.
“Eles estavam bem organizados e fortes atrás, aguentaram muito”, prosseguiu.
O atacante Ferrán Torres seguiu o mesmo discurso: “Atacámos muito, mas o Marrocos defendeu-se muito e nos penalteis mereceu, já que foi mais eficiente do que nós”, concordou.
O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, voltou a afirmar que não assina um Acordo de Paz com a Rússia, porque “Vladimir Putin está a violar o compromisso”.
Zelensky deu exemplo do Memorando de Budapeste de 1994, no qual a Ucrânia renunciou a ficar com armas nucleares da extinta União Soviética em troca de o Estado russo respeitar a soberania e o território da Ucrânia.
Segundo o Presidente ucraniano, a assinatura do referido tratado, a 5 de Dezembro, há 28 anos, “dá resposta a muitas das questões actuais” sobre a Rússia, razão que leva a Ucrânia a reiterar a sua recusa em “assinar algo com esses terroristas”, cujos militares voltaram a atacar o país na segunda-feira.
Uma vaga de mísseis russos atingiu na segunda-feira alvos em toda a Ucrânia, incluindo instalações de infra-estrutura de energia, forçando a empresa estatal Ukrenergo a realizar cortes de energia de emergência.
“Com o último ataque de mísseis, a Rússia marcou outro aniversário da assinatura do Memorando de Budapeste. Um documento cujo destino fornece respostas para muitas das questões actuais sobre a Rússia. Assinar algo com esses terroristas não traz a paz”, afirmou Zelensky na sua mensagem diária à população do país.
“Ceder quaisquer elementos de segurança à Rússia significará uma nova guerra (…) Só a libertação de toda a nossa terra e levar os assassinos à justiça pode trazer a paz”, acrescentou.
No Memorando de Budapeste, a Rússia, o Reino Unido e os Estados Unidos deram conjuntamente garantias de segurança à Ucrânia, à Bielorrússia e ao Cazaquistão em troca da renúncia a todas as armas nucleares da era soviética nos seus territórios.
Entre outras coisas, os signatários comprometeram-se a respeitar a soberania e as fronteiras existentes das três ex-repúblicas soviéticas.
Dois militares da Missão Militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SAMIM, sigla em inglês) morreram no acampamento instalado em Pemba, capital da província de Cabo Delgado, conforme anunciou ontem, em comunicado, fonte oficial.
O facto ocorreu quando um major decidiu disparar contra duas colegas, matando uma delas, antes de atirar mortalmente contra si próprio.
Um comunicado da SAMIM, citado pela AIM, refere que a militar ferida está actualmente a receber cuidados médicos no Hospital de 2.º Nível da SAMIM, instalado em Pemba. A nota acrescenta que a vítima “apresenta um quadro clínico estável”.
Os três membros são todos integrantes do Contingente do Botswana, da SAMIM, destacado em Pemba. O documento diz estarem em marcha investigações para apurar as circunstâncias que desencadearam o infausto incidente.
A Polícia da Reública de Moçambique deteve 15 jovens suspeitos de terem sido recrutados para grupos rebeldes que aterrorizam o Norte do país há cinco anos, anunciou, esta terça-feira, uma fonte da corporação.
Os 15 jovens, com idades entre 18 e 26 anos, foram encontrados com fardamento e algum material militar, reunidos numa casa no bairro Cariacó, na cidade de Pemba, referiu a Polícia.
“Eles alegam que estavam lá a praticar uma seita do islão, o que foi estranho para os vizinhos” que denunciaram o grupo, disse Mário Arnança, porta-voz da Polícia (PRM) em Cabo Delgado.
A residência onde os jovens se reuniam pertence a um antigo guarda penitenciário, detalhou a PRM, acrescentando que três dos detidos seguiriam depois para uma suposta formação na Tanzânia.
Mário Arnança agradeceu a colaboração da população e pediu que, além da cidade, toda a província denuncie situações suspeitas.
“Do mesmo jeito que o bairro Cariacó colaborou com a Polícia, gostaríamos que todos os nossos bairros se mantivessem em coesão com as autoridades”, disse o porta-voz da Polícia.
O Estádio 974 começou a ser desmontado, terça-feira, horas depois de ter sido palco do Brasil – Coreia do Sul (4-1), o sétimo jogo realizado no primeiro estádio desmontável da história dos Campeonatos do Mundo.
A obra teve um custo estimado de 300 milhões de euros. Agora, o estádio que foi construído a partir de 974 contentores marítimos – e que foi baptizado com o indicativo telefónico do país (00974) – vai dar lugar a zonas verdes e de lazer.Durante a manhã de ontem foram retiradas todas as lonas e grelhas que circundavam o estádio, enquanto eram limpas as zonas adjacentes, num processo que decorre antes mesmo do final do Mundial 2022.
O Estádio 974 é primeiro dos três da competição que vão desaparecer depois dos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo.
Com três defesas espectaculares, o guarda-redes marroquino Bounu foi o grande herói da histórica classificação da selecção africana no jogo dos oitavos-de-final com a Espanha, disputado ontem no Estádio Cidade da Educação em Qatar.
Na marcação de grandes penalidades, após o prolongamento terminado em zero bolas, Bounu impediu a concretização dos remates de Soler, Busquets e Saraiva e permitiu a presença de Marrocos pela primeira vez nos quartos-de-final após a vitória por 3-0.
O guarda-redes do Sevilha de Espanha juntou-se a uma lista de jogadores que salvaram as selecções com dois ou mais penalties no desempates de jogos dos Campeonatos Mundiais. Curiosamente, em Qatar, Livakovic foi o primeiro. Antes, em 2006 na Alemanha, destacou-se Ricardo e em 2018, na Rússia, brilharam Schmeichel, Subasic e Akinfeev.
Além de Bounu, a festa de Marrocos contou com nomes de Sabiri, Ziyech e Hakimi. Este último nasceu em Madrid e optou por Marrocos, após algumas convocações para as selecções de base de Espanha. O responsável pela cobrança de penaltie decisivo “não se sentia” em casa quando actuou pela La Roja, designação da selecção espanhola. Ontem, com muita frieza, bateu de cavadinha para a festa marroquina.
Com golo de Hakimi, Marrocos despachou a Espanha para casa e agrava a história dos europeus. Pela terceira vez consecutiva, “los hermanos” de Luis Enrique desconhecem a passagem aos oitavos de final, depois da conquista do Mundial de 2010 na África do Sul. Fica também o registo da primeira derrota com uma selecção africana.
Marrocos é a quarta selecção africana a atingir aos quartos de final, depois de Camarões (1990), Senegal (2002) e Ghana (2010). As três últimas estiveram próximas a constar do top-4 da competição. Agora, Marrocos tem a oportunidade de fazer história: jogar as meias-finais, se superar Portugal nos quartos-de-finais.
O juiz do “caso dívidas ocultas”, Efigénio Baptista, ditou, hoje, a sentença dos réus. As penas variam entre 10 a 12 anos de prisão maior e pagamento de multas. O juiz condenou 11 réus e absolveu oito.
O juiz Efigenio Baptista explicou a razão pela qual aplicou penas que podem ser entendidas como brandas alegando que estas são penas máximas possíveis e que resultam de alterações noo Código Penal havidas em 2014 e 2019.
Antonio Carlos do Rosário e Gregório Leão condenados a pena única de 12 anos;
Ângela Leão condenada a 11 anos;
Fabião Mabunda condenado a 11 anos de prisão maior e multa de 64.800 meticais;
Armando Ndambi Guebuza condenado a pena de 12 anos de prisão e a uma multa de 162 mil meticais de multa;
Teófilo Nhangumele foi condenado a 12 anos de prisão maior e multa de 162 mil Meticais; Bruno Langa foi condenado a 12 anos de prisão e multa de 252 mil Meticais.
Cipriano Mutota condenado a 10 anos de prisão e multa de 32.400 meticais; Maria Inês Dove foi condenada a 11 anos de prisão e 36 mil meticais; Sérgio Namburete foi condenado a 11 anos de prisão e 32.400 meticais de multa; Manuel Renato Matusse foi condenado a 12 anos e a uma multa de 35.100 meticais de multa.
Os réus do Caso das Dividas Ocultas irão conhecer, hoje, as penas a que foram condenados pelo juiz Efigénio Baptista pela prática de crimes diversos, com destaque para o peculato, associação para delinquir, branqueamento de capitais, chantagem, tráfico de influência, uso de documentos falsos, entre outros.
Antes, o juiz deverá proceder à leitura dos aspectos agravantes e atenuantes relativos à cada um dos réus .
Ainda hoje, deverá ser conhecido o desfecho ou rumo que deve tomar o processo civil promovido pela Procuradoria Geral da República (PGR) que pretende que os réus indemnizem ao Estado pelos prejuízos causados pela contratação indevida de dívidas que deram origem ao presente processo.
A seguir, deverá ser abordada a questão relativa ao arresto dos inúmeros bens adquiridos pelos réus.
Portugal goleou, esta terça-feira, a Suíça por 6-1, no Estádio Lusail (Lusail), com hat trick de Gonçalo Ramos e apurou-se para os quartos de final do Mundial de futebol no Qatar, num dia em que Cristiano Ronaldo viu o jogo a partir do banco.
Fernando Santos deixou de fora CR7, lançou Otávio e Gonçalo Ramos no onze e as apostas resultaram em pleno já que a Seleção portuguesa realizou uma exibição brilhante, que começou a ser construída aos 17 minutos no primeiro golo de Gonçalo Ramos. Estava a aberto o caminho que Pepe consolidou quando subiu ao céu de cabeça fez o 2-0.
Os suíços regressaram do intervalo com novo sistema tático, mas de nada lhes valeu porque a máquina lusa estava muitíssimo inspirada, principalmente Gonçalo Ramos que voltou a marcar e, poucos minutos depois, Raphael Guerreiro também fazia o gosto ao pé.
A vitória já não escapava a Portugal e nem o golo de Akanji para a Suíça punha em risco a passagem aos quartos de final. Mas ainda havia muito mais pela frente, com Gonçalo Ramos a assinar o hat trick, o primeiro deste Mundial, e no dia em que pela primeira vez foi titular na Seleção.
Já com Cristiano Ronaldo em campo (o público pediu e gritou muito pela presença do craque português) ainda houve tempo para novo golo, agora de Rafael Leão.
Portugal volta a jogar no sábado, pelas 17 horas, frente a Marrocos.
Marrocos bateu a Espanha por 3-0, nos penáltis, nos oitavos-de-final, esta terça-feira, no Mundial do Qatar e apurou-se para os quartos-de-final, depois do nulo no tempo regulamentar.
A partida foi marcada pelo equilíbrio, nenhum dos conjuntos levou a melhor durante os 90 minutos, nem no prolongamento.
Nos penáltis, a selecção marroquina foi superior tendo falhado apenas uma cobrança.
Coube ao jogador do PSG, Achraf Hakimi, nascido em Madrid, selar a vitória com um remate à ‘panenka’.
Este resultado é histórico para o conjunto do Norte de África que nunca tinha chegado aos quartos-de-final de um Mundial.
Os Leões do Atlas esperam agora por Portugal na próxima ronda.
O réu Cipriano Mutota antigo director de Estudos e Projectos dos Serviços de Informação e Segurança do Estado (SISE) está livre da condenação pela prática do crime de peculato, o mais grave do Caso das Dívidas Ocultas.
No entendimento do Juiz Efigénio Baptista, Mutota terá recebido 980 mil dólares sem deixar rastos que o liguem ao grupo Privinvest e a Jean Boustany. Parte do valor recebido por este réu veio na forma de camiões e outra por transferência bancária através de intermediários.
Cipriano Mutota escapa assim da condenação do crime mais temido por todos os réus por ter conseguido ocultar e dissimular a proveniência do valor”.
Assim Mutota aguarda pela pena que lhe vai ser aplicada pela prática dos crimes de branqueamento de capitais, associação para delinquir e falsificação de documentos.
Quinze jovens acabam de ser detidos pela PRM, em Pemba, capital de Cabo Delgado, por suspeita de ligação com o terrorismo.
De acordo com o Notícias Online, os jovens foram surpreendidos numa residência no bairro de Cariaco, em Pemba, onde alegadamente encontravam-se num processo de aprendizagem do alcorão.
Na sua posse, a PRM encontrou fardamento militar, livros de Alcorão, entre outros objectos que indiciam ligação com os terroristas.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar uma (1) Recepcionista/ Front Office. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente cinco (5) Representantes de Vendas Van. Saiba mais.
A Contact está a recrutar para o seu cliente uma empresa internacional com projectos no sector de energia, um (1) Gestor de Recursos Humanos. Saiba mais.
A ADPP Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Mobilização de Recursos para Programas de TB e HIV. Saiba mais.
A RH Resolve é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Assistente de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Direccione Consultants pretende recrutar para uma empresa que actua no sector de logística e distribuição, um (1) Administrativo e Gestor de Escritório. Saiba mais.
A N´weti – Comunicação para a Saúde pretende recrutar para seu qaudro de pessoal dois (2) Oficiais Provinciais de Mudança Social e de Comportamento. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Projecto da Bélgica, para Niassa. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente Representantes de Vendas Van. Saiba mais.
A RH RESOLVE é uma empresa moçambicana especializada em outsourcing de processos de gestão de RH pretende recrutar um (1) Gerente de Loja de Cosméticos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Administrativos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Informática. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Técnicos de Registo Académico. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Coordenadores Pedagógicos. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa um (1) Coordenador Administração/Finanças. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico e de Tecnologias (ISPOTEC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoa dois (2) Assistentes Financeiros. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para o seu cliente quatro (4) Representante de Vendas Van. Saiba mais.
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, deu entrada segunda-feira, no Tribunal Supremo do seu país, o pedido de anulação do relatório parlamentar que o acusa de ter violado a Lei Anti-Corrupção.
No documento, cuja cópia foi obtida pela AFP, o chefe de Estado sul-africano exige que o relatório apresentado ao parlamento seja “revisto, declarado ilegal e não levado em consideração”.
Entretanto, à Assembleia Nacional sul-africana vai à votação hoje, com os deputados a votarem a favor ou contra o impeachment do Presidente Ramaphosa.
Por outro lado, o presidente da Assembleia Nacional,Nosiviwe Mapisa-Nqakula, recusou um pedido do Movimento de Transformação Africano para que a votação fosse realizada em segredo, informou o Eye Witness News.
De acordo com outras fontes, durante o acto de votação o Presidente Ramaphosa não se fará presente no Parlamento.
“Foi decidido que Cyril Ramaphosa não deveria estar na reunião”, disse em conferência de imprensa, o porta-voz do ANC, Pube Mabe.
Dados avançados no final da semana passada pela Reuters, indicava que o Comité Executivo do ANC deveria discutir o relatório elaborado por uma comissão criada para investigar as acusações que pesavam contra o Presidente sul-africano que é acusado pela oposição de ter violado a Lei Anti-Corrupção.
A acusação baseia-se no facto de ter sido encontrado numa das suas fazendas, isso em 2020, mais de quatro milhões de dólares, guardados em caixas, que alegou ter adquirido através da venda de gado e búfalo.
O secretário de Estado no Niassa, Dinis Vilanculo, diz haver movimentações estranhas em alguns distritos daquela província, que podem ser de terroristas que fogem da vizinha província de Cabo Delgado, escreve a VOA.
Vilanculo, que falava no encontro do Conselho dos Serviços de Representação do Estado, afirmou que tais movimentações registam-se em pelo menos seis distritos do Niassa, incluindo Mecula, que nos últimos tempos tem sido alvo de ataques jihadistas, um dos quais, segundo a imprensa, foi a 29 de Novembro findo.
“Estamos preocupados com isso; temos que reforçar a vigilância, porque podem ser terroristas que vêm da província de Cabo Delgado”, afirmou aquele responsável.
Refira-se que o Conselho da União Europeia (UE) adoptou quinta-feira, 1, medidas de assistência militar, incluindo uma verba de 20 milhões, para a força de defesa ruandesa deslocada em Moçambique.
A verba destina-se a comparticipar a aquisição de equipamento e a cobrir custos com a manutenção de vias aéreas estratégicas para apoiar a deslocação ruandesa em Cabo Delgado.
Cristiano Ronaldo, o melhor marcador da história da Selecção portuguesa de futebol, ainda procura o primeiro golo em fases a eliminar de campeonatos do mundo, tendo na Suíça, uma das derradeiras possibilidades de poder facturar na competição.
Com 118 tentos assinados pela equipa das “quinas”, apenas oito foram alcançados na maior prova mundial de futebol, o último dos quais já no Qatar, frente ao Ghana (3-2), de grande penalidade, na estreia no Grupo H.
Mas, nenhum dos sete anteriores a esse foi apontado na fase a eliminar das edições em que participou com Portugal, nomeadamente 2006, 2010, 2014 e 2018, sendo que, em 2014, a selecção nacional nem foi além da fase de grupos.
Em 2006, na Alemanha, o então jovem jogador do Manchester United, com 21 anos, marcou um dos golos da vitória sobre o Irão (2-0), de penálti, na segunda jornada do Grupo D, e não voltaria a “facturar”, apesar de o conjunto liderado por Luiz Felipe Scolari ter atingido as meias-finais e terminado na quarta posição.
Nos oitavos de final, Maniche foi o protagonista do triunfo sobre os Países Baixos (1-0), enquanto nos “quartos” e nas meias-finais, a equipa nacional ficou em ‘branco’, primeiro eliminando a Inglaterra (0-0) no desempate por grandes penalidades e, depois, perdendo com a França (0-1).
A acabar, na partida de atribuição do terceiro e quarto lugares, perdida para a Alemanha (1-3), foi Nuno Gomes quem marcou o tento português.
O mesmo sucedeu em 2010, já com o estatuto de “capitão” de equipa, saindo da África do Sul com um golo, marcado na goleada à Coreia do Norte (7-0), na segunda ronda do Grupo G. Nos oitavos de final, o avançado, que alinhava no Real Madrid, ficou em “branco” na eliminação frente à Espanha (0-1).
Já no Rússia2018, a meio da troca do Real Madrid pela Juventus, ‘CR7’ entrou de ‘rompante’ na competição, assinando um ‘hat-trick’ ante a Espanha (3-3) e o golo que deu a vitória sobre Marrocos (1-0), ambos na fase de grupos, mas, tal como em 2006 e 2010, voltou a não “facturar” nos ‘oitavos’, em que Portugal foi eliminado pelo Uruguai (1-2), com Pepe a marcar o golo luso.
Em contraste, em campeonatos da Europa marcou em fases a eliminar de três das cinco edições em participou: no Euro2004, realizado em solo luso, contribuiu para a vitória sobre os Países Baixos (2-1) nas meias-finais, em 2012 assinou o tento do triunfo sobre a República Checa (1-0) nos “quartos” e em 2016 fez o segundo golo sobre o País de Gales (2-0), nas meias-finais.
Portugal e Suíça defrontam-se, hoje, às 21h00, no Estádio Lusail, em Doha, para o último desafio dos oitavos-de-final do Campeonato do Mundo de Futebol, que o Qatar organiza desde o dia 20 de Novembro passado.
Colocada entre as selecções candidatas à conquista do caneco, Portugal inicia esta noite à fase de jogos a doer da competição, depois da excelente prestação na fase de grupos, em que terminou na liderança, com seis pontos.
Apesar do favoritismo no confronto com a Suíça, a selecção das quinas não tem, para já, um jogo fácil diante dos rapazes de Murat Yakin. Os comandados de Fernando Santos têm de jogar ao melhor nível, uma vez que vão enfrentar um conjunto com algumas matreirices. Portugal tem de estar compenetrado e procurar fazer um jogo bem conseguido, caso queira transpor a próxima eliminatória da prova. Os tugas têm de encarar os suíços “olhos nos olhos”, bem como procurar jogar com os erros do adversário.
Depois do desaire na última jornada da fase de grupos, diante da Coreia do Sul, por 2-1, o combinado luso é obrigado a melhorar o seu desempenho ante o conjunto suíço, já que o treinador Murat Yakin fez muitas anotações no seu bloco de apontamentos, quando Portugal sucumbiu frente aos sul-coreanos. Fernando Santos tem de lançar para as quatro linhas uma equipa versátil e comprometida com a vitória.
A Suíça chega aos oitavos-de-final por mérito próprio, pois, partilhou com o Brasil a liderança do Grupo G, ambas as equipas com seis pontos.
A polícia sul-africana apreendeu 200 quilogramas de cocaína provenientes de Moçambique, na província de Mpumalanga, transportados num veículo pesado, anunciou fonte da corporação.
A droga, avaliada em 29,3 milhões de rands (106,7 milhões de meticais), foi interceptada na manhã de sábado, 3 de Dezembro, no posto de Lebombo, no lado sul-africano da fronteira de Ressano Garcia, salientou, em comunicado citado pela Lusa, o porta-voz Selvy Mohlala.
“O motorista do camião com matrícula de Gauteng, que atravessou a fronteira para a África do Sul a partir de Moçambique, declarou a sua mercadoria como sendo perucas”, explicou.
De acordo com o porta-voz da polícia sul-africana, o motorista do veículo pesado conseguiu fugir durante a inspecção dos funcionários alfandegários sob “pretexto de que iria contactar o proprietário do camião”.
“Ele, supostamente, desapareceu sem deixar rasto antes de as autoridades descobrirem os 200 quilos de cocaína escondidos no camião”, adiantou.
Selvy Mohlala referiu que a polícia apreendeu o veículo e a mercadoria para investigação, acrescentando que as buscas policiais para localizar o motorista e o proprietário do camião prosseguem, não tendo sido efectuada qualquer detenção até ao momento.
Algumas unidades sanitárias do país viram-se obrigadas a remarcar as consultas de pacientes externos programadas para ontem, face à greve dos médicos decorrente da insatisfação da aplicação da Tabela Salarial Única (TSU).
A título de exemplo, os hospitais gerais de Mavalane e José Macamo, bem como o Central de Maputo, na cidade de Maputo, tiveram alguns departamentos encerrados devido à falta de médicos, pelo que reagendaram as consultas dos utentes.
O ministro da saúde, Armindo Tiago, disse à margem da III Reunião do Comité Consultivo Técnico Regional do CDC África para África Austral, que o Governo recebeu o pré-aviso da Associação Médica de Moçambique (AMM) e manteve negociações com a organização.
“Como Governo, entendemos que fizemos a nossa parte e o nosso lema é que nas negociações todos devem ganhar. Se mesmo assim a associação convocou a greve, o nosso papel é continuar a garantir a prestação de serviços, é o que vamos fazer”, disse.
Refira-se que a paralisação resulta do alegado incumprimento das promessas feitas no contexto da Tabela Salarial Única.
Moçambique irá receber, no primeiro trimestre de 2027, um novo navio balizador avaliado em dez milhões de dólares, encontra-se actualmente em construção na Coreia...