As intensas chuvas que têm assolado o sudoeste e o centro da China resultaram em 22 mortes e pelo menos 20 pessoas desaparecidas, conforme relatado pela mídia estatal nesta quarta-feira. Milhares de cidadãos foram forçados a abandonar suas residências em virtude da catástrofe.
No condado de Shimen, na província de Hunan, foram confirmados cinco óbitos e 11 desaparecidos, segundo a agência de notícias Xinhua. O comité de resposta a emergências e segurança do trabalho do condado informou que 23 municípios e distritos foram afectados, impactando um total de 103.247 moradores.
A CGTN reportou que a China tem experimentado chuvas torrenciais generalizadas nos últimos dias, com algumas regiões registando níveis de precipitação que superam os recordes históricos. Em Jingzhou, na província de Hubei, a intensidade da chuva atingiu 90 mm em um único minuto, ultrapassando os índices históricos registados em 1953.
Além disso, as autoridades governamentais anunciaram a destinação de 120 milhões de yuans, aproximadamente US$ 17,6 milhões, em fundos de auxílio às vítimas do desastre. Este apoio foi confirmado na terça-feira, 19 de Maio, para beneficiar cinco regiões afectadas.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da nova inspectora-geral, Cramelita Namashulua, e dos seus adjuntos, Emanuel Mabumo e Laura Nhancale.
O evento decorreu na capital moçambicana e serviu como palco para um discurso em que Chapo destacou a importância da credibilidade do sistema inspectivo e fiscalizador do Estado.
Na sua allocução, o Chefe do Estado solicitou uma abordagem estratégica urgente para a operacionalização da IGE, sublinhando a necessidade de criar condições propícias para o seu pleno funcionamento, incluindo a digitalização dos processos. A implementação eficaz deste órgão é considerada crucial para a submissão de instrumentos de gestão aos organismos competentes, tornando a eficiência administrativa uma prioridade.
Chapo dirigiu, ainda, um apelo específico aos inspectores-gerais adjuntos, instando-os a proporcionar apoio efectivo à direcção, garantindo a coordenação e execução contínua das acções inspectivas nas áreas de actuação que dominam.
A cerimónia reafirma o compromisso do governo moçambicano em fortalecer as instituições do Estado, assegurando a sua transparência e eficiência na fiscalização.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre um novo surto da variante do vírus Ébola, conhecida como Bundibugyo, que já resultou na morte de 131 pessoas, sendo 129 na República Democrática do Congo (RDC) e duas no Uganda.
O surto tem se mostrado particularmente preocupante, com uma taxa de mortalidade próxima de 40% entre os infetados em apenas uma semana.
O primeiro caso documentado foi o de uma enfermeira que faleceu no dia 24 de Abril em Bunia, na província de Ituri, apresentando febre e hemorragias internas. No entanto, o resultado oficial só foi confirmado duas semanas depois, quando outras pessoas já haviam tido contacto com a enfermeira, cujo corpo foi repatriado para sua terra natal, Mongbwalujá. A variante Bundibugyo, já reconhecida desde 2007, não é detectada pelos testes rápidos disponíveis e, até o momento, não existem vacinas ou medicamentos eficazes para combatê-la.
A detecção tardia dos primeiros casos contribuiu para que o surto se tornasse incontrolável. Os resultados de um laboratório em Goma, localizado em uma zona controlada por rebeldes, chegaram quando a situação já estava crítica. Os hospitais na região, que são em grande parte sustentados por missões internacionais de médicos voluntários, começaram a receber um número crescente de pacientes com febres elevadas e hemorragias internas e externas incontroláveis.
A geografia da região de Ituri agrava ainda mais a situação. A área faz fronteira com o Uganda e o Sudão do Sul, e possui uma população altamente móvel, afectada por uma grave crise humanitária e de segurança nos últimos anos.
Casos também foram confirmados em Kampala, a capital do Uganda, que possui um aeroporto internacional e serve como um ponto de acesso ao resto do mundo. A combinação desses factores aumenta as preocupações sobre a propagação do vírus para além das fronteiras.
A Selecção Nacional de Futebol de Moçambique, os “Mambas”, foi sorteada no Grupo J para a qualificação do Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2027, a decorrer pela primeira vez em três países: Quénia, Uganda e Tanzânia.
O sorteio, realizado esta tarde no Cairo, Egipto, revelou que Moçambique enfrentará nas eliminatórias as selecções do Senegal, Sudão e Etiópia. Os primeiros dois jogos estão agendados para a Janela Internacional da FIFA, que terá lugar entre 21 de Setembro e 6 de Outubro de 2023. As jornadas 3 e 4 estão marcadas para o período de 9 a 17 de Novembro, enquanto as últimas duas jornadas ocorrerão de 22 a 30 de Março de 2027.
No total, 48 países estarão envolvidos no processo de qualificação, dos quais 45 competirão para garantir a sua presença no CAN. Os países anfitriões, Quénia, Uganda e Tanzânia, já têm o apuramento assegurado, participando apenas nas qualificações com o objectivo de manter o ritmo competitivo.
É importante salientar que a fase preliminar do apuramento já teve início, envolvendo selecções em posição de “ranking” mais baixa no continente. Os confrontos, disputados em duas “mãos”, resultaram na qualificação de Sudão do Sul, Burundi, Somália, Lesotho, Eritreia e Etiópia, que se juntam assim às 42 selecções melhores classificadas na fase de grupos.
As 48 equipas estão divididas em 12 grupos, com os dois melhores de cada grupo a serem apurados automaticamente para a fase final do torneio. Os co-anfitriões têm a sua presença garantida, o que implica que apenas uma equipa será apurada nos grupos onde participam.
No primeiro trimestre deste ano, dez agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), actuando no Comando Provincial da Zambézia, foram responsabilizados criminalmente por práticas de extorsão, abandono do posto de trabalho e consumo de bebidas alcoólicas durante o serviço.
A informação foi divulgada pelo comandante provincial da PRM na Zambézia, Marinho Muchanga, durante as celebrações dos 51 anos da corporação.
Marinho Muchanga afirmou que os agentes em causa já enfrentaram processos disciplinares, que foram posteriormente enviados ao Comando-Geral da PRM para a devida responsabilização. O comandante sublinhou a missão da PRM, que consiste em garantir a protecção de pessoas e bens, e fez um apelo à população para denunciar comportamentos desviantes por parte dos seus membros.
Neste mesmo período, 68 oficiais da PRM foram promovidos a diferentes categorias. Entre os promovidos, destacam-se três superintendentes principais, 12 superintendentes, 19 adjuntos de superintendentes e 12 inspectores principais. Adicionalmente, 22 membros transitaram para a reserva por conclusões de serviço.
O executivo moçambicano admitiu, na manhã de hoje, a existência de várias irregularidades no circuito de distribuição de combustíveis e no sector dos transportes semi-colectivos de passageiros. Esta crise, segundo as autoridades, evidencia fragilidades na fiscalização e no funcionamento do sistema.
Durante um briefing à imprensa, o porta-voz do governo, Inocêncio Impissa, informou que estão em curso investigações com o intuito de identificar as causas da escassez de combustíveis que afecta diversas regiões do país. Impissa revelou que existem tanto situações regulares como irregulares que contribuem para o problema.
O porta-voz destacou ainda que uma parte significativa dos transportadores opera fora da legalidade, o que dificulta o acesso ordenado aos subsídios governamentais destinados a mitigar o impacto da subida dos preços dos combustíveis.
“Um número considerável de transportadores exerce actividade sem o devido registo”, afirmou Impissa, reforçando que o suporte estatal tem como principal objectivo proteger a população face ao aumento do custo de vida.
Impissa sublinhou que a introdução de subsídios aos combustíveis visa o bem-estar dos cidadãos, e não beneficia directamente os operadores de transporte. Algumas autarquias estão, de acordo com o porta-voz, a implementar processos de regularização dos transportadores informais para assegurar um maior controlo sobre o sector.
Relativamente à crise de abastecimento, o governo considerou surpreendente que continuem a existir dificuldades no mercado interno, apesar das garantias de que existem reservas suficientes nos terminais oceânicos para abastecer o país durante dois a três meses.
“O problema reside em algumas fases da cadeia de distribuição”, explicou Impissa.
O Executivo mencionou que já foram adoptadas medidas disciplinares contra alguns operadores por práticas irregulares, incluindo a suspensão de licenças de distribuidores que estavam a actuar de forma irregular.
Além disso, o governo alertou para os riscos associados à venda e manuseamento impróprio de combustíveis, apelando a um respeito rigoroso pelas normas de segurança.
Imposta também confirmou que se encontram em curso averiguações relacionadas com actos de violência envolvendo activistas e cidadãos em diversas províncias. O governo repudiou qualquer forma de justiça privada e exortou as autoridades a identificarem e responsabilizarem os envolvidos.
Por último, em resposta às reacções públicas em relação às recentes nomeações de inspectores-gerais do Estado, Impissa afirmou que tal decisão é prerrogativa do Presidente da República, que tem a discrição de nomear aqueles que julga ter o perfil adequado para exercer funções de fiscalização do Estado.
Dois adolescentes, com idades de 16 e 17 anos, foram detidos pela Polícia da República de Moçambique (PRM) sob a acusação de homicídio.
Os jovens são suspeitos de terem atacado um jovem de 22 anos com uma faca, num incidente que ocorreu nas proximidades da Escola Secundária da Liberdade, na cidade da Matola.
Segundo a porta-voz da PRM, Carmínia Leite, o crime ocorreu durante uma altercação entre os envolvidos. Durante a discussão, um dos adolescentes, munido de uma faca de cozinha, entregou a arma ao seu cúmplice, que acabou desferindo vários golpes na vítima, atingindo-a na zona torácica.
A vítima, que foi prontamente socorrida e levada a uma unidade sanitária, não sobreviveu aos ferimentos graves e veio a falecer antes de receber a assistência médica adequada. Após o acto criminoso, ambos os adolescentes tentaram fugir. Um deles foi detido no bairro da Liberdade, enquanto o outro foi neutralizado na área de Tchumene.
A Polícia informou que o homicídio ocorreu nas imediações da Escola Secundária da Liberdade, e não dentro das instalações da escola. Adicionalmente, a PRM ainda não confirmou se os acusados são alunos daquela instituição de ensino.
O Ministro da Justiça de Moçambique, Mateus Saize, lançou, na última segunda-feira, em Maputo, uma nova colecção de legislação sobre Direito Penal Internacional.
Esta publicação é considerada um instrumento estratégico para fortalecer a luta contra o crime organizado transnacional, o terrorismo, a corrupção e o tráfico de drogas no país.
O ministro sublinhou que esta colecta representa um marco relevante para o fortalecimento do sistema de justiça moçambicano e para a consolidação do Estado de Direito, uma vez que “vai além da simples construção normativa”.
De acordo com Mateus Saize, tendo em conta a crescente sofisticação do crime internacional, é imperativo que os Estados adoptem respostas legais que estejam alinhadas com os compromissos internacionais, reforçando assim o sistema.
Este trabalho reúne 27 instrumentos legais internacionais adoptados no âmbito das Nações Unidas, da União Africana e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC). O objectivo é facilitar a consulta e aplicação prática dos mecanismos legais internacionais pelos operadores de justiça.
António De Vivo, representante da Unidade das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) em Moçambique, afirmou que a colecção representa mais um esforço para manter as questões da justiça criminal no topo da “agenda nacional”.
“Mais do que um compêndio normativo, trata-se de uma colecção concebida como uma ferramenta prática destinada a operadores de justiça, formuladores de políticas, investigadores académicos e outros intervenientes relevantes. Os instrumentos compilados constituem referências essenciais para a prevenção e combate a fenómenos criminosos que transcendem fronteiras e desafiam as capacidades nacionais”, declarou.
Michele Crimella, representante da União Europeia, afirmou que o lançamento da obra reflete “o compromisso de Moçambique com a justiça e a cooperação internacional para o Estado de Direito”.
“A regra do direito está sob ataque em muitos países. É dever de todos proteger os sistemas, instituições e princípios que garantem o bem comum e a coexistência social. Os desafios à justiça e segurança não conhecem fronteiras”, salientou. “O crime organizado transnacional, o tráfico de seres humanos e a corrupção são ameaças que exploram as fraquezas institucionais e promovem a impunidade”, acrescentou.
O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Metalomecânica e Energia (SINTIME) anunciou que cerca de 3.000 trabalhadores de empresas fornecedoras da Mozal, cuja operação se encontra suspensa desde Março, ainda não receberam as suas indemnizações.
A informação foi revelada pelo secretário-geral do sindicato, Américo Macamo, que está a intermediar as negociações para evitar possíveis conflitos laborais.
Macamo destacou que, entre as 20 empresas que prestavam serviços à Mozal, algumas já efectuaram os pagamentos devidos a seus colaboradores. No entanto, muitos trabalhadores permanecem sem receber, o que gera preocupações significativas.
A Mozal, uma das maiores fundições de África, situada nos arredores de Maputo, encerrou as suas actividades a 15 de Março devido a um conflito relacionado com as tarifas de energia. A empresa, que emprega directamente mais de 1.000 funcionários e gera cerca de 4.000 postos de trabalho indirectos, entrou em regime de manutenção e conservação durante este período.
Graham Kerr, director-executivo da South32, empresa mãe da Mozal, indicou anteriormente que, sem produção, a companhia enfrentará custos na ordem dos 60 milhões de dólares, que incluem rescisões contratuais e despesas anuais de cinco milhões de dólares apenas para a manutenção.
Actualmente, apenas oito das 20 empresas que colaboravam com a Mozal cumpriram na totalidade as obrigações financeiras com os seus trabalhadores, o que intensifica as lamentações sobre a situação dos restantes.
Moçambique recebeu um montante de 17 milhões de dólares dos recursos do Fundo Pandémico, destinado a responder a emergências de saúde pública e a fortalecer a capacidade do país na preparação, prevenção e resposta a epidemias e futuras pandemias.
Esta informação foi divulgada pelo ministro da Saúde, Ussene Isse, durante a sua intervenção na 79.ª Assembleia Mundial da Saúde, realizada em Genebra, Suíça.
Ussene Isse salientou que esta contribuição representa um avanço significativo para o sector da saúde em Moçambique, especialmente num contexto em que o país permanece vulnerável a eventos climáticos extremos e a crises de saúde pública.
A Assembleia Mundial da Saúde, promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é o maior fórum global de decisão em questões relacionadas com a saúde. O evento visa discutir o fortalecimento dos sistemas de saúde nacionais, a cooperação internacional no combate a pandemias, a inovação tecnológica e o combate a doenças transmissíveis.
Ao longo de seis dias, a delegação moçambicana participará em reuniões estratégicas focadas na arquitectura global da saúde, na angariação de fundos internacionais para a preparação e resposta a pandemias, no fortalecimento da Agência Africana de Medicamentos e na transformação digital do sector da saúde através da Inteligência Artificial.
No âmbito das actividades paralelas à Assembleia, Moçambique irá, na próxima sexta-feira, realizar o lançamento oficial do Plano Nacional de Eliminação da Cólera. Esta iniciativa estratégica visa acelerar a prevenção, o controlo e a erradicação da doença no país.
O Governo moçambicano anunciou que espera arrecadar, em 2023, aproximadamente 76,8 milhões de dólares provenientes das receitas da exploração de gás natural liquefeito. Destes, 30,7 milhões de dólares serão alocados ao Fundo Soberano de Moçambique (FSM).
A informação foi divulgada hoje pela ministra das Finanças, Carla Louveira, durante uma conferência de imprensa em Maputo. A governante esclareceu que o remanescente dos valores será destinado ao Orçamento do Estado (OE), com o intuito de financiar as despesas previstas no Plano Económico e Social e no Orçamento do Estado para 2026 (PESOE-2026).
Em 2025, o Estado já havia arrecadado 109.972.545,75 dólares provenientes da produção de gás. Louveira enfatizou que o sucesso do FSM não depende apenas da disponibilidade de recursos financeiros, mas também da robustez das instituições, da qualidade da governação e da confiança dos cidadãos.
A confiança em instituições públicas, conforme mencionado pela ministra, é construída através da transparência, prestação de contas e da participação activa da sociedade civil. A Lei do Fundo Soberano de Moçambique instituiu uma estrutura de governação que inclui supervisão parlamentar, auditoria independente e publicitação regular de informações sobre o desempenho do FSM.
Os recursos derivados do gás que serão inseridos no Orçamento do Estado estão sujeitos a mecanismos de prestação de contas, com relatórios trimestrais, semestrais e anuais a serem apresentados à Assembleia da República e ao Tribunal Administrativo.
A ministra reiterou que é fundamental que o FSM seja gerido com altos padrões de profissionalismo e responsabilidade, transformando-se num instrumento de estabilidade económica e desenvolvimento sustentável. Para Louveira, o FSM não deve ser visto apenas como uma reserva financeira, mas como um instrumento estratégico de política pública que pode impactar a credibilidade financeira do país e a resiliência da economia nacional face a crises internas.
Carla Louveira também enfatizou a importância do apoio do Governo da Noruega e das instituições parceiras que têm colaborado com Moçambique, partilhando experiências internacionais de relevância.
A monetização dos recursos de gás natural, segundo a governante, representa uma oportunidade histórica para acelerar o desenvolvimento económico e social do país.
Cláudio Mangue, assistente de direcção e coordenador do Banco de Moçambique, ressaltou a urgência na elaboração do plano director de investimentos do FSM, documento que será submetido ao Ministério das Finanças para aprovação. Mangue sublinhou que a falta deste plano pode levar à ociosidade dos recursos, sendo, portanto, necessário adoptar uma gestão proactiva.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) promoveu 42 oficiais a diferentes patentes orgânicas e colocou 25 membros em situação de reserva efectiva de serviço.
A cerimónia, que teve lugar no âmbito das comemorações do 51.º aniversário da PRM, foi presidida pelo comandante provincial da corporação, Assane Nyito.
Na sua intervenção, o comandante frisou que as promoções constituem um reconhecimento do compromisso dos agentes com a segurança pública e a estabilidade social. Dos oficiais promovidos, três ascenderam à patente de superintendente principal, 12 foram promovidos a superintendentes, 16 a adjuntos de superintendentes, seis a inspectores principais e cinco a inspectores da Polícia.
Assane Nyito reiterou a continuidade do processo de promoção, incentivando os membros que ainda não foram abrangidos a manterem um elevado nível de dedicação e zelo no desempenho das suas funções.
No mesmo evento, um número significativo de membros da corporação transitou para a situação de reserva, incluindo dois superintendentes, oito adjuntos de superintendentes e 15 inspectores.
O comandante destacou o valioso contributo dos agentes ao longo de mais de três décadas de serviço, reiterando a importância do apoio familiar nas missões da PRM.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Contabilista – Projecto baseado em: Nampula. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Comunicações (Matola). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar quatro (4) Oficiais de Educação (Manhica, Moamba, Matutuíne e Magude). Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial – Projecto – MNC – SC 01/26 – (Manica/ Machaze). Saiba mais.
O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil pretende contratar Serviços de Comunicação Estratégica, Posicionamento Institucional e Influência Cívica para a Transformação Social (Request for Proposal – RFP_ PRC_2026-PEC-009). Saiba mais.
Um incêndio florestal, apelidado de Sandy, está a ameaçar milhares de residências no condado de Ventura, próximo a Los Angeles, na Califórnia.
O fogo, que iniciou como um pequeno foco em vegetação rasteira nas proximidades do quarteirão 600 da Sandy Avenue, começou na segunda-feira (18), e desde então alastrou-se rapidamente, consumindo 1.364 acres, conforme relatado pelo Cal Fire, o Departamento de Protecção contra Incêndios da Califórnia.
As condições climáticas adversas, como altas temperaturas, baixa humidade e ventos fortes, têm dificultado os esforços para conter as chamas. “As condições continuam a ser desafiadoras, impulsionadas pelo terreno”, informou o Departamento de Florestas e Protecção contra Incêndios da Califórnia.
Na noite de segunda-feira, os bombeiros relataram uma diminuição significativa na actividade do incêndio, devido aos ventos mais calmos e à maior humidade. Actualmente, cerca de 750 bombeiros estão a trabalhar no combate às chamas, focando na construção de linhas de contenção ao redor do incêndio. Além disso, helicópteros de combate a incêndio estão a apoiar os esforços de supressão, atacando focos de incêndio e áreas de risco que possam reacender durante a noite.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou a disponibilização de uma bolsa auxílio para os afectados. “À medida que continuamos a mobilizar recursos para proteger as comunidades, exorto os californianos em áreas afectadas a seguirem as orientações das autoridades locais”, declarou em suas redes sociais.
A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, também se manifestou nas redes sociais, afirmando que o Departamento de Bombeiros de Los Angeles está a monitorar a situação e, por enquanto, não se espera que o incêndio chegue à cidade. “Por excesso de cautela, o LAFD posicionou recursos antecipadamente no Vale San Fernando e um Aviso de Evacuação foi emitido para porções de West Hills e Chatsworth. Sob um Aviso de Evacuação, os residentes não são obrigados a sair imediatamente, mas são incentivados a ficarem alertas e preparados para evacuar se as condições piorarem”, afirmou.
Um ataque a tiros no Centro Islâmico de San Diego, na Califórnia resultou na morte de pelo menos cinco pessoas. A informação foi confirmada pelo chefe de polícia local, Scott Wahl.
Entre as vítimas estão três homens adultos, além dos dois suspeitos que realizaram os disparos. Os atiradores foram identificados pela polícia como jovens de 17 e 19 anos.
O tiroteio aconteceu na maior mesquita do condado de San Diego, localizada no bairro de Clairemont, mobilizando um grande contingente policial ao longo do dia. Segundo o Departamento de Polícia, a situação foi considerada “activa, mas controlada” durante a operação.
Segundo Wahl, os dois suspeitos foram encontrados mortos dentro de um carro próximo à mesquita, e as autoridades acreditam que ambos morreram de ferimentos autoinfligidos. “O que sabemos, até o momento, é que três homens adultos faleceram e são considerados as vítimas presumidas. Em nome do FBI, expressamos nossas sinceras condolências às famílias e amigos das vítimas deste trágico incidente”, declarou Wahl.
Mark Remily, agente especial encarregado do FBI em San Diego, confirmou que os suspeitos eram adolescentes, mas não divulgou suas identidades.
Ainda segundo Wahl, uma das pessoas assassinadas era um segurança da mesquita, descrito pelas autoridades como peça “fundamental” na prevenção de um número ainda maior de mortos durante o ataque.
A polícia recebeu diversos chamados relatando a presença de um atirador activo no centro islâmico. Imagens exibidas pela afiliada da CNN Internacional, KFMB, mostraram pessoas sendo escoltadas para fora do prédio por agentes de segurança, enquanto dezenas de viaturas cercavam a área.
Durante a ocorrência, escolas nas proximidades foram colocadas em confinamento preventivo, e pais e familiares aguardavam informações do lado de fora da área isolada pela polícia.
Mais de 1.500 trabalhadores do Conselho Municipal de Quelimane iniciaram hoje uma greve por tempo indeterminado, reivindicando o pagamento de sete meses de salários em atraso.
A paralisação resultou no encerramento de vários serviços municipais, inviabilizando o atendimento ao público e forçando a edilidade a prestar atenção às exigências dos grevistas.
Celestino Albano, representante da comissão dos trabalhadores, afirmou que as atividades só serão retomadas quando as reivindicações forem atendidas. O porta-voz dos funcionários denunciou que tentativas de diálogo para resolver a crise salarial fracassaram, principalmente devido à ausência do presidente do município, Manuel de Araújo, nos encontros agendados.
O agravamento das condições de vida dos trabalhadores foi destacado por Albano, que mencionou dificuldades alimentares e familiares, citando o próprio caso em que seu filho sofre de anemia pela falta de alimentação adequada. Além disso, os grevistas acusam o governo municipal de má gestão das receitas, questionando a destinação dos valores arrecadados nos mercados e nos transportes públicos.
Os trabalhadores apelam agora à intervenção do Governo e do Gabinete Central de Combate à Corrupção para investigar o destino das receitas municipais provenientes dos transportes. O último pagamento aos funcionários foi realizado em Dezembro do ano passado, quando apenas dois meses de salários foram quitados.
Por sua vez, Carlos Jackson, chefe do Gabinete do Presidente do Município de Quelimane, minimizou a situação, considerando a manifestação dos trabalhadores como “normal” face às dificuldades. Ele justificou os atrasos salariais como consequência de uma demora no desembolso do Fundo de Compensação Autárquica pelo nível central. Sobre os trabalhadores sazonais, Jackson indicou que o problema está ligado à transição do sistema de pagamento do e-SISTAFE para o e-SISTAFE Municipal.
Na presente campanha de comercialização, os agricultores do distrito de Mecanhelas, localizado no sul da província do Niassa, poderão arrecadar cerca de 670 milhões de meticais através da venda de 7.550 toneladas de tabaco, uma das principais culturas de rendimento da região.
Para facilitar o escoamento da produção, a empresa Mozambique Leaf Tobacco (MLT) instalou quatro centros de comercialização: na vila-sede de Insaca, bem como nos povoados de Carronga e Chamba, e no posto administrativo de Chiúta.
Dário António, director do Serviço Distrital de Actividades Económicas (SDAE) de Mecanhelas, afirmou que o processo de comercialização está a decorrer de forma satisfatória, apresentando perspectivas promissoras para os agricultores. Até ao momento, já foram comercializadas 482 toneladas de tabaco, gerando aproximadamente 28 milhões de meticais e beneficiando cerca de 465 produtores envolvidos nesta campanha.
Na campanha anterior, o distrito havia alcançado uma produção de 6.133 toneladas, resultando em cerca de 666 milhões de meticais. Para este ano, as expectativas são ainda mais elevadas, graças à implementação de um novo modelo de comercialização pela MLT, focado na valorização do tabaco de melhor qualidade.
De acordo com Dário António, este novo sistema prioriza a compra do tabaco de categoria superior, o que poderá traduzir-se em melhores preços para os produtores e, consequentemente, num aumento significativo no volume de receitas.
O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, alertou para os desafios que o crescimento demográfico representa para a provisão de serviços essenciais, com ênfase na água e no saneamento.
Durante a cerimónia oficial de lançamento do Compacto Nacional de Segurança Hídrica 2026-2036, designado Pro-Águas, o chefe de Estado destacou que as projecções indicam que a população do país deverá atingir 45 milhões de habitantes até 2036.
Esse aumento populacional acentua a necessidade de desenvolvimento de infra-estruturas e da implementação de serviços que garantam o abastecimento sustentável de água potável. A iniciativa Pro-Águas visa a mobilização de recursos financeiros para o sector hídrico, com a meta de angariar aproximadamente 4 mil 593 milhões de dólares nos próximos dez anos.
O compromisso do governo centra-se na melhoria das condições de abastecimento de água e no reforço do saneamento, aspectos cruciais para o bem-estar da população e para o desenvolvimento socioeconómico do país.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve Sidone José, administrador do distrito de Quissanga, na província de Cabo Delgado, por suspeita de estar implicado no roubo de donativos destinados às vítimas do terrorismo islamista na região.
A detenção de José ocorreu na noite de quinta-feira, na cidade de Pemba, capital de Cabo Delgado, quando as autoridades interceptaram um veículo que transportava uma carga de alimentos de proveniência duvidosa. Dentro do veículo, foram apreendidos vários sacos de arroz e outros itens destinados à ajuda humanitária.
Para além de Sidone José, foram também detidas quatro outras pessoas, acusadas de partilhar no desvio dos donativos.
Fontes indicam que alguns dos produtos apreendidos tinham sido doados pelo Programa Mundial de Alimentos (PMA) com o objetivo de apoiar “pessoas deslocadas e famílias que estão a regressar a Quissanga, um dos distritos mais afectados pelo terrorismo.”
Em Fevereiro passado, as autoridades já haviam anunciado a detenção de altos responsáveis da Câmara Municipal de Xai-Xai, na província de Gaza, por estarem envolvidos em casos semelhantes de roubo de donativos, destinados às vítimas das cheias devastadoras que afectaram grande parte da cidade em Janeiro. Argelencia Unguana, uma das detidas, ocupava o cargo de administradora de Xai-Xai.
A Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), em colaboração com o Fundo Global de Engajamento e Resiliência da Comunidade (GCERF), iniciou uma formação que visa capacitar organizações da sociedade civil e técnicos do Governo Provincial em estratégias de prevenção e combate ao extremismo violento.
O evento, com duração de três dias, decorre na cidade de Pemba e reúne participantes dos distritos de Quissanga, Macomia, Chiúre, Metuge e Ancuabe.
Na sessão de abertura, Nocif Magaia, chefe do escritório da ADIN, sublinhou a importância da prevenção do extremismo violento no fortalecimento dos esforços de reconstrução, desenvolvimento e construção da paz na província. Magaia enfatizou que a iniciativa se destina a aumentar a resiliência das comunidades, assim como a capacidade das instituições em enfrentarem os impactos gerados por actos terroristas, que têm afectado Cabo Delgado nos últimos sete anos.
Manuel Sambo, representante do GCERF em Moçambique, ressaltou o papel vital das organizações da sociedade civil na prevenção do extremismo violento. Sambo defendeu a formação de quadros que possam analisar criticamente as causas deste fenómeno e desenvolver respostas adequadas e eficazes.
Por sua vez, Maria Tauabo, secretária permanente e representante da administradora do distrito de Pemba, comentou que a formação pode fortalecer a confiança entre as comunidades e as instituições do Estado, promovendo um ambiente mais seguro e participativo nas áreas impactadas pelo conflito.
O fortalecimento da indústria gráfica nacional tornou-se uma prioridade, conforme foi expresso ao Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, durante uma visita a...
A 61.ª edição da Feira Internacional de Maputo (FACIM) promete gerar pelo menos 7,5 mil milhões de dólares em negócios e exportações, conforme revelado...
O político moçambicano António Muchanga teceu críticas contundentes à governação do ex-Presidente Armando Guebuza, durante a sua participação no programa "Directo ao Assunto" da...
O XVI Festival Nacional dos Jogos Desportivos Escolares, que iniciou no passado sábado na província de Inhambane, regista o seu primeiro caso de falsificação...