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Domingo, Outubro 18, 2026
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Pais enfrentam prisão perpétua após morte de filho de 7 anos que pesava 116 quilos

Um casal do estado de Michigan, nos Estados Unidos, enfrenta acusações formais de homicídio, tortura e abuso infantil que podem resultar em pena de prisão perpétua.

Damien O’Brien, de 40 anos, e Casper O’Brien, de 41 anos, foram detidos e aguardam julgamento no condado de Genesee, após serem responsabilizados pela morte do próprio filho de sete anos, que pesava 116 quilos.

A criança, que partilhava o nome com o progenitor, media apenas 1,28 metros de altura. O relatório do instituto médico-legal apontou que o menor faleceu devido a uma cardiomiopatia dilatada — uma patologia caracterizada pelo enfraquecimento e dilatação do músculo cardíaco, o que compromete gravemente a capacidade de o coração bombear sangue de forma eficiente. O documento pericial confirmou que o quadro de obesidade mórbida severa foi um factor determinante para o agravamento da doença e consequente desfecho fatal.

O óbito ocorreu em Novembro do ano passado, na residência da família, quando o menino entrou em paragem respiratória. Apesar de os serviços de emergência médica terem sido accionados, a equipa de socorro já encontrou a criança sem vida.

O procurador do condado de Genesee, David S. Leyton, classificou o episódio como um caso extremo de “negligência deliberada e intencional”. Em declarações ao jornal The New York Times, Leyton sublinhou que a conduta dos pais negligenciou profundamente o bem-estar e as necessidades médicas básicas da criança, resultando ainda no aparecimento de escaras graves e diversas erupções cutâneas pelo corpo antes da sua morte.

Por outro lado, a defesa dos arguidos apela à prudência. Elias Fanous, advogado do pai, relembrou o princípio da presunção de inocência até que a culpa seja provada em tribunal. De igual modo, Tracey Guisbert, advogada da mãe, descreveu o caso como uma “situação trágica” e observou que processos desta natureza tendem a desenvolver-se de forma lenta na justiça.

Mais de 50 moçambicanos perdem habitações em ataques xenófobos na África do Sul

Uma nova vaga de violência xenófoba na África do Sul resultou na destruição de residências e no saque de bens pertencentes a pelo menos 51 cidadãos moçambicanos na região de Mamelodi, em Pretória. 

Os ataques ocorreram esta terça-feira (30), coincidindo com o prazo estipulado por movimentos locais anti-imigração para a expulsão de estrangeiros sem documentação regularizada no país.

De acordo com um comunicado oficial emitido pelo Gabinete de Informação de Moçambique (Gabinfo), o clima é de extrema tensão. As vítimas afectadas pelos incêndios encontram-se temporariamente sob protecção da polícia sul-africana. Paralelamente, as autoridades moçambicanas já iniciaram as diligências necessárias para garantir o repatriamento seguro destes cidadãos.

A instabilidade estende-se a outras regiões da África do Sul, com relatos contínuos de intimidação e agressões físicas em Durban e áreas periféricas, forçando várias famílias moçambicanas a abandonarem as suas casas por motivos de segurança. O Gabinfo, citado pela SIC Notícias, detalhou que as manifestações se espalharam por províncias como Joanesburgo, Pretória, Cabo Ocidental, North West e KwaZulu-Natal, obrigando a um forte destacamento policial.

Embora a violência não tenha atingido a escala generalizada que inicialmente era temida pelas autoridades, o impacto no quotidiano das cidades foi imediato. Vários estabelecimentos comerciais optaram por manter as portas fechadas e a rede de transportes públicos operou de forma condicionada ao longo do dia.

Em resposta à crise, o governo sul-africano anunciou recentemente um endurecimento nas suas políticas migratórias e o reforço do policiamento. Enquanto a situação permanece volátil, as missões diplomáticas de Moçambique na África do Sul continuam a monitorizar os focos de conflito e a prestar assistência directa aos cidadãos afectados.

Mais de 34 mil alunos transitam de classe em Montepuez sem saber ler

O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia (SDEJT) de Montepuez, na província de Cabo Delgado, revelou dados profundamente preocupantes sobre a qualidade do ensino primário na região. 

Durante o ano lectivo de 2025, um total de 34.039 estudantes transitou para o ano letivo seguinte sem saber ler, expondo uma grave lacuna no aproveitamento qualitativo das escolas locais.

Os números foram apresentados por Zacarias Quiumbe, chefe da Repartição de Ensino Geral (REG), na VI Reunião Provincial de Planificação. Citado pela Rádio Zumbo, o responsável explicou que a incapacidade de dominar a leitura elementar afecta todos os anos do ensino primário, registando uma severidade muito mais expressiva nas fases iniciais do percurso escolar.

A análise detalhada por nível de escolaridade demonstra o impacto cumulativo do problema:

  • 1.ª Classe: Dos 19.750 alunos que avançaram, 9.841 revelam não possuir habilidades de leitura.
  • 2.ª Classe: Entre os 15.778 aprovados, 8.148 enfrentam a mesma barreira.
  • 3.ª Classe: Registaram-se 7.185 casos de alunos sem competências básicas num universo de 12.759 que transitaram.
  • 4.ª Classe: O défice arrastou-se para 4.665 estudantes de um total de 10.368 que progrediram.
  • 5.ª Classe: Num grupo de 8.128 promovidos, 2.956 passaram sem as ferramentas literárias adequadas.
  • 6.ª Classe: Dos 5.908 finalistas do ciclo que transitaram, 1.243 mantêm sérias dificuldades de leitura.

Para enquadrar a dimensão do desafio pedagógico, Quiumbe informou que o distrito contabilizou 89.261 matrículas totais no ensino primário em 2025, distribuídas entre o primeiro ciclo (59.685) e o segundo ciclo (29.576).

Em termos estatísticos globais, isto significa que aproximadamente 38% de todos os alunos promovidos em Montepuez não aprenderam a ler adequadamente, contrastando com uma taxa de reprovação que se fixou nos 18,6%.

Face a este cenário alarmante, as autoridades e especialistas do sector apontam para a necessidade imperativa de reavaliar os métodos pedagógicos vigentes. A prioridade imediata deverá passar pela intervenção precoce nas classes de base, assegurando que o domínio da leitura e da escrita seja efectivamente alcançado antes de se autorizar a progressão dos menores no Sistema Nacional de Educação.

Plataforma de irrigação promete transformar agricultura em Moçambique

O Governo moçambicano, em colaboração com parceiros de cooperação, está a desenvolver um modelo de irrigação agrícola adaptado às diversas realidades dos produtores locais, com o intuito de aumentar a eficiência, a sustentabilidade e a rentabilidade dos investimentos no sector agrícola.

Foi inaugurada em Maputo, a Plataforma de Irrigação de Moçambique (PIM), um espaço de diálogo permanente que reúne o Governo, sector privado, academia, sociedade civil e parceiros de desenvolvimento. Esta iniciativa visa repensar e coordenar as políticas e estratégias de irrigação no país.

Durante a cerimónia de lançamento, o Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Mito Albino, enfatizou a importância da plataforma para superar a fragmentação na gestão do subsector e promover uma melhor articulação entre todos os intervenientes. “A Plataforma de Irrigação de Moçambique é o espaço que o Ministério está criando para discutir os problemas de irrigação, construção, manutenção, operação e utilização”, afirmou o ministro.

Um dos principais desafios identificados refere-se à adequação dos modelos de irrigação às diferentes realidades da agricultura em Moçambique. O ministro questionou sobre o futuro financiamento dos projectos de irrigação, se eles devem focar nos pequenos produtores familiares ou nos agricultores comerciais emergentes.

Roberto Albino sustentou que os investimentos devem ser direccionados para soluções específicas, que atendam às necessidades dos pequenos, médios e grandes agricultores. Reforçou que a irrigação deve ser vista como um sistema integrado, que envolve não apenas a construção de infra-estruturas, mas também o uso eficiente da água. “O sucesso dos investimentos depende da tecnologia, do conhecimento técnico e da capacidade de gestão”, frisou o governante.

Adicionalmente, alertou para a viabilidade económica das culturas escolhidas, explicando que existem casos onde o investimento em irrigação não é justificável devido a margens de lucro reduzidas.

Num cenário de mudanças climáticas, o ministro assegurou que a gestão eficiente da água será crucial para o futuro da agricultura no país, afirmando categoricamente: “A agricultura não se faz com chuva, a agricultura faz-se com água”.

Representando os parceiros de cooperação, a Chefe da Missão Diplomática do Reino da Bélgica em Moçambique, Delphine Perremans, destacou a importância da plataforma para melhorar a coordenação dos investimentos e eficácia das intervenções no sector. “Mais do que infra-estruturas, o desafio da irrigação exige coordenação, instituições fortes e uma visão partilhada entre todos os intervenientes”, afirmou.

A Plataforma de Irrigação de Moçambique funcionará como um mecanismo permanente de concertação, visando aprimorar o planeamento, a coordenação e a sustentabilidade da irrigação no país. Esta iniciativa é financiada através do mecanismo STEM, do Governo da Bélgica, implementado pela sua agência de desenvolvimento.

Moçambique investe na formação de soldadores para fortalecer cadeia de valor local

Moçambique está empenhado em aumentar a participação das suas empresas na cadeia de valor dos grandes projectos, através da formação e certificação de profissionais na área da soldadura.

Esta iniciativa foi destacada na abertura da 4.ª Assembleia Anual e Conferência Internacional da Federação de Soldadura (TWF) 2026, que se realiza na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), de 22 a 24 de Junho, sob o tema “Manufactura Sustentável em África”.

O evento reúne empresários, académicos e especialistas do sector industrial de diversos países africanos para discutir os desafios e as oportunidades que o sector manufacteiro enfrenta no continente. Durante a conferência, Paulo Chibanga, presidente da Associação Industrial de Moçambique (AIMO), sublinhou a relevância da formação de soldadores qualificados, especialmente à medida que o país se prepara para novas fases dos seus projectos de gás natural e busca aumentar a participação nacional nas actividades de fabrico e construção.

Chibanga enfatizou que a soldadura é uma competência estratégica para promover o envolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME) moçambicanas nestes projectos de grande envergadura, considerando que esta área é fundamental para qualquer iniciativa industrial e energética.

“Investir nas nossas pessoas e fortalecer as nossas empresas são passos críticos para assegurar a participação crescente dos moçambicanos nas cadeias de valor dos grandes projectos”, afirmou o presidente da AIMO.

Ainda na conferência, Chibanga anunciou um programa que capacitará 20 jovens moçambicanos, oferecendo formação e mobilidade profissional, com certificações em soldadura e oportunidades de estágio em Portugal. Esta iniciativa resulta de uma parceria entre o Centro de Formação Profissional em Metalurgia e Mecânica (CFPM), a empresa portuguesa CSWind e instituições que contam com o apoio do Governo de Portugal.

Os participantes iniciarão a sua formação em Moçambique, com duração de três meses, seguida de um mês especializado em Portugal, antes de ingressarem no mercado de trabalho.

Capacitação em liderança transforma gestores públicos no Niassa

Cento e dezassete gestores públicos dos distritos de Lichinga e Chimbunila, no Niassa, estão a participar de um programa de capacitação em liderança e gestão de equipas na administração pública.

Este evento, que se prolonga durante dois dias, é promovido pelo Instituto de Formação em Administração Pública e Autárquica (IFAPA).

Os participantes, provenientes de 39 instituições, têm a oportunidade de aprimorar os seus conhecimentos sobre práticas de liderança, fundamentais para a melhoria da eficácia e eficiência nas suas funções. O curso visa dotar os gestores de ferramentas que lhes permitam enfrentar os desafios actuais da administração pública com maior competência.

Esta iniciativa é parte de uma estratégia mais ampla para reforçar as capacidades dos servidores públicos em Moçambique, assegurando que estejam bem equipados para servir as suas comunidades de forma eficaz.

Niassa produz mais de 170 toneladas de tilápia no primeiro semestre

Durante o primeiro semestre, os distritos de Mandimba e Majune, na província do Niassa, assistiram a uma produção de mais de 170,3 toneladas de tilápia. 

Esta iniciativa faz parte do Projecto de Desenvolvimento da Aquacultura de Pequena Escala (PRODAP), cujo objectivo é fortalecer a segurança alimentar, gerar rendimento e proporcionar oportunidades de emprego às comunidades da região.

A informação foi divulgada pela governadora do Niassa, Judite Massengele, na cerimónia que marcou o encerramento do PRODAP. O projecto recebeu financiamento do Governo moçambicano e da Agência Norueguesa para o Desenvolvimento, totalizando cerca de 1,2 milhões de dólares norte-americanos.

Judite Massengele enfatizou que, para alcançar os sucessos na produção, foram construídos e repovoados 768 tanques escavados com 256 mil alevinos, além da instalação de 49 gaiolas flutuantes. A formação em aquacultura e empreendedorismo beneficiou 42 jovens e mulheres da comunidade. Para apoiar a produção, foram ainda distribuídas 28 toneladas de ração aos produtores locais.

O projecto, que teve um impacto significativo na economia local, representa um passo importante em direcção à valorização da aquacultura em Moçambique, colocando as comunidades no centro do desenvolvimento.

Superlotação e condições desumanas preocupam PGR em Tete

A Procuradoria‑Geral da República manifestou preocupação face à superlotação e às condições descritas como desumanas na unidade prisional de Tete, que alberga cerca de 800 reclusos, apesar de ter capacidade para apenas 90 indivíduos.

Esta situação foi destacada pelo Procurador‑Geral da República, Américo Letela, durante uma visita de monitoria e assistência técnica realizada pelo Ministério Público na província.

A visita teve como objectivo avaliar o funcionamento institucional, a conformidade com as metas estipuladas a nível central e o nível de intervenção processual de cada magistrado. Letela informou que as inquietações identificadas serão encaminhadas à Comissão do Reforço da Legalidade, com a intenção de analisar medidas legais e administrativas que possam contribuir para a mitigação da crise.

O Procurador‑Geral sublinhou a importância da integridade institucional no combate à corrupção, apontando para a necessidade de aproximação do Ministério Público às comunidades. Defendeu ainda o reforço do diálogo com líderes comunitários, organizações da sociedade civil, sector empresarial, universidades e instituições religiosas, com vista a aumentar a eficácia nas acções de justiça.

Moçambique regista mais de 35 mil casos de crimes cibernéticos

Moçambique assistiu, no ano transacto, a um aumento significativo de crimes cibernéticos, contabilizando mais de 35 mil ocorrências, das quais se destacam burlas e fraudes electrónicas.

A revelação foi feita pelo ministro das Comunicações e Transformação Digital, Américo Muchanga, durante o 4.º Seminário sobre Cibercriminalidade, promovido pelo Ministério Público, realizado em Maputo.

O ministro sublinhou a necessidade urgente de uma resposta eficaz para garantir um ambiente digital mais seguro e confiável. Muchanga afirmou que a evolução da criminalidade no espaço digital é um reflexo do avanço tecnológico. “É preciso uma resposta firme, uma vez que a criminalidade no espaço digital não pode encontrar complacência. Deve ser investigada com rigor, pois o conhecimento, a inteligência e a capacidade técnica são cruciais para antecipar e neutralizar as ameaças”, enfatizou durante o evento.

As autoridades moçambicanas estão a trabalhar em estratégias que visam fortalecer a segurança digital no país, tendo em vista a necessidade de proteger os cidadãos e as instituições contra as novas formas de criminalidade.

Protesto no Malawi contra ataques xenófobos na África do Sul

Noventa e sete organizações da sociedade civil realizaram uma marcha até ao Alto-Comissariado da África do Sul na cidade de Lilóngwè, em uma manifestação condenatória contra os recentes ataques xenófobos.

Os protestos culminarão na entrega de uma petição ao Alto Comissariado da África do Sul, solicitando ao governo sul-africano a adopção de medidas urgentes para salvaguardar a segurança dos cidadãos malawianos e de outros estrangeiros que residem naquele país.

Esta mobilização surge em resposta a um contexto de crescente apreensão face a novas ameaças dirigidas a estrangeiros na África do Sul, após relatos de que grupos de vigilantes lançaram um ultimato para que todos os estrangeiros deixem certas comunidades até a próxima terça-feira, 30 de Junho.

A situação tem gerado inquietação junto da população e das autoridades, que temem pela integridade de vários cidadãos em território sul-africano.

Trump pressiona postos de combustível a baixarem preços da gasolina nos EUA

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu na segunda-feira (29), que os postos de combustíveis reduzam imediatamente o preço da gasolina no país. 

Em declarações feitas na rede social Truth Social, Trump advertiu que as empresas terão “grandes problemas” caso não atendam à sua demanda.

Trump justificou sua cobrança ao afirmar que a recente queda no preço do petróleo deve ser reflectida nos preços para os consumidores. “Os varejistas de gasolina devem reduzir seus preços imediatamente! Eles estão muito altos, considerando que o petróleo está agora a US$ 68 o barril e em queda”, escreveu.

O ex-presidente também lançou um alerta ao sector, sugerindo que, se os varejistas não agirem, “grandes problemas virão”. Ele recomendou que o preço da gasolina se aproximasse de US$ 2,50 por galão.

A pressão de Trump ocorre poucos dias após ele ter anunciado que solicitou ao Departamento de Justiça a abertura de uma investigação contra empresas do sector de combustíveis.

Segundo o mandatário, as distribuidoras e varejistas não estariam ajustando os preços nas bombas na mesma proporção da queda do petróleo bruto, o que, segundo sua análise, configura um abuso na formação dos preços.

Vagas de emprego do dia 01 de Julho de 2026

Foram publicadas hoje, dia 01 de Julho no site MMO Emprego as seguintes oportunidades de emprego em Moçambique:

Clique aqui para baixar a edição em PDF.

Vagas de emprego abertas para hoje:

1. Vaga para Senior Structural Engineer

A McDermott International pretende recrutar um (1) Senior Structural Engineer. Saiba mais.

2. Vaga para Electricista de Máquinas de Mineração

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Electricista de Máquinas de Mineração. Saiba mais.

3. Vaga para Mecânico de Carros de Perfuração

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Mecânico de Carros de Perfuração. Saiba mais.

4. Vaga para Coordenador – Educação em Emergência (Gaza)

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Educação em Emergência – (Gaza – Xai-Xai). Saiba mais.

5. Vaga para Gestor – Projecto (Formador Nacional e Supervisor) – Cabo Delgado

A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Gestor – Projeto (Formador Nacional e Supervisor) – Cabo Delgado – Pemba (com viagens regulares para as Províncias de Nampula e Zambézia). Saiba mais.

6. Vaga para Oficial de Monitória e Avaliação

A N´weti, Organização Nacional não Governamental Moçambicana, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitória e Avaliação. Saiba mais.

Vagas de emprego ainda abertas

1. Vaga para Mecânico de Escavadoras de Mineração

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Mecânico de Escavadoras de Mineração. Saiba mais.

2. Vaga para Serralheiro Mecânico Máquinas de Mineração

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Serralheiro Mecânico Máquinas de Mineração. Saiba mais.

3. Vaga para Técnico de Conteúdos Digitais e E-learning

A Transcom pretende recrutar um (1) Técnico de Conteúdos Digitais e E-learning. Saiba mais.

4. Vaga para HR Expat Coordinator

A McDermott International pretende recrutar um (1) HR Expat Coordinator. Saiba mais.

5. Vaga para Auditor/ Gestor Senior

A EY pretende recrutar um (1) Auditor/ Gestor Senior. Saiba mais.

6. Vaga para Logistics Technical Trainee

A AB InBev pretende recrutar um (1) Logistics Technical Trainee. Saiba mais.

7. Vaga para Procurement Intern

A DP World pretende recrutar um (1) Procurement Intern. Saiba mais.

8. Vaga para Cash and Voucher Specialist

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Cash and Voucher Specialist Mozambique Pemba. Saiba mais.

9. Vaga para Senior Security Specialist

A McDermott pretende recrutar um (1) Senior Security Specialist. Saiba mais.

10. Vaga para Gestor Comercial Sénior

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Comercial Sénior. Saiba mais.

11. Vaga para Chefe de Operações

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Operações. Saiba mais.

12. Vaga para Procurement Officer

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Procurement Officer. Saiba mais.

13. Vaga para Analista Financeiro

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista Financeiro. Saiba mais.

14. Vaga para Assistente de Marketing

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Marketing. Saiba mais.

15. Vaga para Técnico Superior de Recursos Humanos

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico Superior de Recursos Humanos. Saiba mais.

16. Vaga para Chefe de Cozinha Executivo

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Cozinha Executivo. Saiba mais.

17. Vaga para Chefe de Cozinha a la carte

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Chefe de Cozinha a la carte. Saiba mais.

18. Vaga para Empregado de Mesa Gourmet

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Empregado de Mesa Gourmet. Saiba mais.

19. Vaga para Pasteleiro Gourmet

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Pasteleiro Gourmet. Saiba mais.

20. Vaga para Barista Latte

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Barista Latte. Saiba mais.

21. Vaga para Sushi Chef

O Grupo CB pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Sushi Chef. Saiba mais.

22. Vaga para Supervisor/a de Saúde e Nutrição

A Action Contre La Faim pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor/a de Saúde e Nutrição. Saiba mais.

23. Vaga para Consultor(a) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem do Projecto LAGO

O CESC – Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil é uma organização moçambicana, sem fins lucrativos pretende recrutar um/a (1) Consultor(a) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem do Projecto LAGO. Saiba mais.

24. Vaga para Completions Field Engineer/Specialist – Sand Control

A SLB pretende recrutar um (1) Completions Field Engineer/Specialist – Sand Control. Saiba mais.

25. Vaga para Education Programme Development Manager

A Norwegian Refugee Council (NRC) pretende recrutar um (1) Education Programme Development Manager Mozambique Pemba. Saiba mais.

26. Vaga para National Agronomist

A FAO Mozambique pretende recrutar um (1) National Agronomist. Saiba mais.

27. Vaga para Specialized Operator

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Specialized Operator. Saiba mais.

28. Vaga para Country Coordinator, Mozambique, CRVS

A Vital Strategies pretende recrutar um (1) Country Coordinator, Mozambique, CRVS. Saiba mais.

29. Vaga para Territory Manager Nampula

A Vodafone pretende recrutar um (1) Territory Manager Nampula. Saiba mais.

30. Vaga para Cluster Supervisor Niassa

A Vodafone pretende recrutar um (1) Cluster Supervisor Niassa. Saiba mais.

31. Vaga para Workshop Supervisor

A Mota-Engil pretende recrutar um (1) Workshop Supervisor. Saiba mais.

32. Vaga para Estagiários(as)

A PANGARA, S.A., empresa sediada na Cidade de Maputo, pretende recrutar Estagiários(as). Saiba mais.

33. Vaga para Oficial Técnico de Governação Inclusiva

A Handicap International/Humanity & Inclusion (HI) pretende recrutar um (1) Oficial Técnico de Governação Inclusiva. Saiba mais.

Seminário busca unir forças contra cibercrime em Maputo

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deu início a mais uma edição do seminário sobre cibercriminalidade, que se prolongará até quarta-feira, na cidade de Maputo.

Este evento destina-se a magistrados do Ministério Público e dos tribunais, investigadores do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), assim como representantes de entidades reguladoras, instituições de crédito, empresas de telecomunicações, organizações da sociedade civil e instituições de ensino superior.

O seminário procura fortalecer a capacidade do Ministério Público e dos agentes envolvidos na detecção, prevenção, investigação e repressão de burlas e fraudes electrónicas. A articulação interinstitucional e a cooperação internacional são temas centrais nas discussões programadas.

De acordo com um comunicado obtido pelo “Notícias Online”, o evento visa ainda propor medidas que visem o aperfeiçoamento do quadro jurídico e institucional, tendo em conta os desafios tecnológicos que emergem continuamente. A utilização ética e responsável das tecnologias de informação e comunicação no combate a estas práticas criminosas será igualmente abordada.

O encontro decorre sob o lema “Por Uma Acção Firme Contra a Burla e Fraude Electrónica: Investigação, Cooperação e Responsabilização”.

Moçambique precisa de 80 mil milhões de dólares para a transição energética até 2050

A concretização da Estratégia de Transição Energética (ETE) de Moçambique exige um investimento superior a 80 mil milhões de dólares até ao ano de 2050. Este montante é considerado essencial para que o país se torne um dos principais pólos energéticos da região.

Os dados foram apresentados em uma sessão de análise que teve lugar recentemente em Maputo, conduzida por Isabel de Abreu, directora-executiva da Associação Lusófona de Energias Renováveis. Durante o evento, foram discutidos os desafios e as oportunidades que a transição energética nacional irá enfrentar.

Segundo o referido estudo, a maior parte dos recursos financeiros deverá ser direccionada para o desenvolvimento de projectos de geração de energia hídrica, solar e eólica. Além da geração, haverá também necessidade de investir na expansão e modernização da rede nacional de transporte e distribuição de electricidade, fundamentais para garantir a sustentabilidade do sistema energético do país.

Keiko Fujimori vence eleição presidencial no Peru

Keiko Fujimori, candidata do partido Fuerza Popular, é a virtual vencedora da eleição presidencial no Peru após um segundo turno acirrado contra o candidato de esquerda, Roberto Sánchez. 

Com 100% das atas apuradas, o Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE) anunciou na segunda-feira (29), que a candidata obteve 50,135% dos votos válidos, embora o resultado ainda precise ser oficialmente homologado.

A contagem dos votos, que se prolongou por 23 dias desde o segundo turno realizado em 7 de Junho, resultou em Keiko conquistando 9.223.396 votos. Por sua vez, Roberto Sánchez ficou com 49,865% dos votos, totalizando 9.173.755. Com esta vitória, Fujimori se torna a nona pessoa a assumir a Presidência do país em apenas uma década.

Keiko, que é herdeira política do ex-presidente Alberto Fujimori, apresentou propostas focadas na restauração da ordem e segurança no Peru. Suas promessas incluem incentivos ao sector empresarial, como isenção de impostos e taxas, além de reformas tributárias e trabalhistas.

Esta foi a quarta vez que Keiko, de 51 anos, concorreu à Presidência do Peru. Em suas tentativas anteriores, em 2011, 2016 e 2021, ela foi derrotada no segundo turno.

Roberto Sánchez contestou o resultado da eleição, alegando, sem apresentar provas concretas, a ocorrência de supostas irregularidades durante a votação. O candidato de esquerda também solicitou uma recontagem dos votos.

Nampula: Sete professores detidos por tráfico de drogas nas escolas

Este ano, as autoridades da província de Nampula detiveram cerca de sete professores por envolvimento em actividades de venda e consumo de drogas nas escolas.

O governador da província, Eduardo Abdula, está a liderar uma intensa campanha de combate à produção, consumo, tráfico e venda de substâncias ilícitas, mostrando firmeza contra os infractores.

Na II Reunião Provincial de Planificação da Educação 2025-2029, que decorreu sob o lema “Educação, Investigação e Cultura: Vectores Fundamentais para o Desenvolvimento Sustentável”, Eduardo Abdula apelou aos gestores escolares para intensificarem os esforços na identificação e responsabilização de docentes implicados nestas práticas.

De acordo com dados da Direcção Provincial de Educação, as detenções ocorreram nos distritos de Erati, Memba e Nampula. O governador descreveu como vergonhoso o envolvimento de alguns educadores nestas actividades, sustentando a sua posição de tolerância zero.

Eduardo Abdula expressou a sua indignação, afirmando: “Não vamos tolerar esta situação, a escola é um espaço de saber, disciplina e futuro, não de vícios e crimes. É inaceitável que alguns utilizem o ambiente escolar para prejudicar a vida dos nossos alunos.”

O governante sublinhou a necessidade de vigilância e denúncia por parte da comunidade escolar e anunciou a colocação de polícias em algumas instituições educativas para assegurar a segurança e a integridade das escolas.

Ainda durante a reunião, Abdula reconheceu os desafios persistentes no sector da educação, mencionando que muitas crianças enfrentam longas distâncias para chegar à escola e que as condições de aprendizagem são frequentemente precárias, devido à falta de infraestruturas, equipamentos, mobiliário e recursos humanos adequados.

O Director Provincial da Educação de Nampula, Williamo Tunzine, confirmou que processos criminais e disciplinares estão em curso, o que pode resultar na expulsão dos docentes infractores. “A nossa meta é eliminar a venda e o consumo de drogas nas escolas da província de Nampula e estamos a colaborar com as autoridades locais para resolver esta situação”, disse Tunzine.

Kenmare enfrenta desafios com nova Lei de Minas em Moçambique

A Kenmare, reconhecida como um dos casos de sucesso do investimento estrangeiro no sector mineiro moçambicano, poderá estar a atravessar uma fase crítica, à medida que novas regulamentações entram em vigor.

Em Junho de 2026, o Governo de Moçambique promulgou a nova Lei de Minas, que impõe uma participação mínima do Estado de 15% nos projectos mineiros, por intermédio da Empresa Nacional de Minas.

Esta alteração legislativa é vista como uma mudança significativa na política de recursos naturais do país, sinalizando uma transição de uma fase de atracção de investimento para uma fase que enfatiza a redistribuição dos benefícios gerados pelos recursos naturais. Para a Kenmare, cujos activos estão quase exclusivamente concentrados no projecto de areias pesadas de Moma, esta nova exigência poderá afectar substancialmente sua avaliação a longo prazo.

A lei estipula que a participação do Estado deve ser considerada não diluível e sem encargos, o que levanta questões sobre o futuro das relações de trabalho entre a empresa e o Governo. Os investidores questionam se a aplicação da nova legislação resultará em renegociações contratuais que possam restringir ainda mais os lucros dos accionistas estrangeiros. Actualmente, a Kenmare ainda se encontra em fase de renegociação do seu Acordo de Implementação, que expirou no final de 2024. As negociações têm-se arrastado, sem ainda se ter chegado a uma solução.

Adicionalmente, a empresa tem enfrentado riscos significativos, incluindo a possibilidade de eliminação de benefícios fiscais, restrições nas isenções de direitos aduaneiros e disputas em curso sobre o IVA. Este contexto de incerteza agrava a percepção de risco entre os investidores, especialmente com a entrada em vigor da nova Lei de Minas, que visa aumentar o processamento de minerais em Moçambique e limitar a exportação de minerais de baixo valor acrescentado.

Embora estas medidas possam beneficiar a economia local, impõem também riscos adicionais à Kenmare, que já se vê pressionada a aumentar a sua compra a fornecedores locais e expandir o emprego na região. As expectativas de custos operacionais mais elevados podem comprometer o fluxo de caixa da empresa, que é conhecida pela sua forte geração de rendimentos.

A concentração da Kenmare num único activo, a mina de Moma, expõe-a a um risco elevado. A dependência de um único projecto torna a empresa vulnerável a alterações no ambiente regulatório, diferentemente das grandes multinacionais que operam em múltiplas jurisdições.

O mercado tem mostrado sinais de preocupação desde o início de 2026, com relatos de que a Kenmare pondera a possibilidade de recorrer à arbitragem internacional. Por outro lado, o Governo manifesta a intenção de assegurar uma distribuição mais justa dos benefícios gerados pelos recursos naturais, evidenciando uma divergência nas interpretações sobre o que constitui uma partilha equitativa dos ganhos.

A era dos dividendos elevados que atraiu investidores à Kenmare poderá estar a chegar ao fim. A empresa já suspendeu parte dos dividendos e implementou medidas de contenção de custos, incluindo cortes de pessoal que podem atingir cerca de 15% dos trabalhadores. Com a carga fiscal a aumentar e as despesas de capital a expandir, o modelo de dividendos enfrenta desafios significativos, refletindo um ambiente operacional em evolução que poderá marcar o início de uma reavaliação estrutural e de longo prazo da Kenmare.

Coreia do Sul lança plano de 1 trilhão de euros para semicondutores e IA

O Governo sul-coreano revelou na segunda-feira um ambicioso plano de investimento para a próxima década, avaliando-se em mais de um bilião de euros, com o objectivo de desenvolver fábricas de semicondutores e centros de dados destinados à inteligência artificial (IA).

Segundo o ministro da Indústria, Kim Jung-kwan, o primeiro projecto, que ascende a 800 biliões de wons (aproximadamente 455 mil milhões de euros), contempla a construção de quatro fábricas de semicondutores. Destas, duas serão erigidas pela gigante Samsung Electronics e as restantes duas pela sua concorrente SK hynix. O plano inclui ainda a realização de outras infraestruturas essenciais.

Adicionalmente, um segundo projecto, estimado em 568 mil milhões de euros, prevê a criação de novos centros de dados dedicados à IA até ao ano de 2035. Este investimento visa aumentar a capacidade total do país para 10 gigawatts (GW), como foi destacado pelo ministro da Ciência, Bae Kyung-hoon, durante a conferência de imprensa que marcou o anúncio.

Este é já o terceiro mega-investimento em IA anunciado na Coreia do Sul em menos de um ano, sendo o mais significativo até à data.

O montante do investimento revela-se consideravelmente superior aos 450 biliões de wons (256 mil milhões de euros) prometidos pela Samsung, assim como aos 125 biliões de wons (71 mil milhões de euros) anunciados pela Hyundai Motor para o final de 2025.

Este desenvolvimento ressalta a determinação da Coreia do Sul em afirmar-se como um líder global nas áreas da tecnologia e inovação.

Estudantes moçambicanos em segurança após terramoto na Venezuela

O Governo moçambicano anunciou através de uma nota oficial, que os 15 estudantes moçambicanos presentes em Caracas, a capital da Venezuela, não foram afectados pelo terramoto ocorrido a 24 de Junho.

A missiva assegura que todos os estudantes se encontram em segurança e fora de perigo. O Executivo moçambicano está a monitorizar a situação e mantém contacto com as autoridades venezuelanas e com as representações diplomáticas competentes, com o intuito de prestar todo o suporte necessário.

Dados sismológicos indicam uma probabilidade de ocorrência de réplicas nos dias subsequentes, que poderão alcançar até cinco graus na escala de Richter. O Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, George Rodrigues, avançou com um balanço preliminar de 920 mortos, além de cerca de três mil pessoas feridas e entre 30 a 40 mil desaparecidas.

O primeiro abalo sísmico registou-se na cidade de Yaraquai, com uma magnitude de 7,2 durante aproximadamente 39 segundos. O segundo terramoto, de magnitude 7,5, afectou particularmente as áreas mais vulneráveis, incluindo Caracas.

Governo de Moçambique reafirma compromisso de combater terrorismo em Cabo Delgado

O Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou o empenho do governo em erradicar os ataques terroristas na região de Cabo Delgado e consolidar a paz em Moçambique. As declarações ocorreram durante um comício realizado hoje no distrito de Montepuez, no âmbito da sua visita à província.

Chapo salientou que a administração prioriza uma governação próxima dos cidadãos, com o objectivo de responder de forma eficaz aos desafios que o país enfrenta. O foco, segundo o Chefe de Estado, está em garantir um desenvolvimento sócio-económico sustentável para a população moçambicana.

O Presidente assegurou ainda que o governo continuará a envidar esforços para promover o acesso a serviços básicos na região, ressaltando a importância de uma resposta sólida às necessidades das comunidades afectadas pelo conflito.

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