O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Moçambique, Joaquim Mangrasse, garantiu que a situação na província de Cabo Delgado está sob controle, graças ao trabalho das Forças Armadas e ao apoio da população local.
Mangrasse fez esta declaração durante o encerramento da missão de treino da União Europeia, que teve lugar na quarta-feira (11).
Na cerimónia, foi hasteada pela última vez a bandeira da União Europeia, marcando o fim da Missão de Formação Militar deste bloco em Moçambique, iniciada em 2021.
O programa tinha como objectivo auxiliar no desenvolvimento de estratégias para combater o terrorismo na região. O Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas aproveitou a ocasião para avaliar a situação de segurança em Cabo Delgado.
Mangrasse destacou a importância do apoio da União Europeia para alcançar a actual tranquilidade na província. “O terrorismo é uma ameaça nova que não tem bandeira nem residência fixa. Estamos todos a enfrentar esse desafio e, neste momento, a situação em Cabo Delgado está controlada. Acredito que há uma grande tranquilidade, as actividades decorrem normalmente e estamos prontos para continuar a garantir a paz e segurança para Moçambique e para os moçambicanos”, afirmou o general.
Apesar dos relatos de funcionários públicos que continuam a abandonar algumas áreas afectadas, Mangrasse assegurou que a província está a avançar. “Como militar, a minha missão é conduzir as operações, e isso foi feito. Os ganhos operacionais que conseguimos permitir que o desenvolvimento continue e está a acontecer”, afirmou.
O Chefe do Estado-Maior General atribuiu parte da tranquilidade actual ao apoio prestado pela União Europeia, que treinou os militares moçambicanos para enfrentar o terrorismo. João Gonçalves, Comandante da Força de Treino da União Europeia em Moçambique, destacou a dificuldade do combate, que inclui o recrutamento de crianças pelos grupos terroristas. “O impacto foi positivo, pois preparámos melhor os soldados moçambicanos para enfrentar esta dura realidade, que não segue regras e não tem escrúpulos”, sublinhou Gonçalves.
Durante três anos, a missão da União Europeia treinou cerca de 1800 militares moçambicanos. Com o término do programa de treino, inicia-se agora uma nova fase de assistência militar.
Dmitry Medvedev, ex-presidente da Rússia e actual vice-presidente do Conselho de Segurança russo, recorreu às redes sociais para fazer uma série de ameaças à Grã-Bretanha.
Esta ação surge após o Reino Unido ter anunciado que reforçará o apoio à Ucrânia ainda este ano, permitindo o uso de mísseis de longo alcance ucranianos para atacar alvos no território russo.
Numa publicação na rede social X (antigo Twitter), Medvedev afirmou que o Reino Unido poderá “afundar” nos próximos anos, referindo-se à possibilidade de ataque com mísseis hipersónicos russos.
O ex-presidente russo acusou o ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, David Lammy, de estar a “mentir” ao afirmar que o apoio britânico à Ucrânia poderia durar mais de um século. Medvedev, no entanto, garantiu que a “chamada Ucrânia não sobreviverá mais 25 anos” e reiterou a ameaça de que os mísseis supersónicos russos “poderão intervir se necessário”.
Estas declarações seguem-se a uma conferência de imprensa conjunta entre David Lammy e o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, onde o Reino Unido anunciou que, em 2024, enviará à Ucrânia centenas de mísseis antiaéreos, dezenas de milhares de munições e veículos blindados.
Na mesma ocasião, Andrii Sybiga, o novo ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, apelou à remoção de quaisquer restrições ao uso de armas britânicas e americanas para atacar alvos militares legítimos em território russo.
Em resposta a este pedido, Blinken afirmou que levaria o assunto ao Presidente Joe Biden após regressar a Washington.
A escalada de tensão entre os dois países reflete o crescente envolvimento do Ocidente no apoio militar à Ucrânia, enquanto a Rússia reage com retórica cada vez mais agressiva.
Na província do Niassa, em Moçambique, técnicos contratados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) estão a denunciar atrasos significativos nos pagamentos das ajudas de custo a que têm direito.
Estes técnicos, responsáveis pela impressão dos cadernos eleitorais para as próximas eleições gerais, que acontecem em menos de um mês, alegam que ainda não foram ressarcidos pelas despesas relacionadas com transporte, alimentação e alojamento nos distritos onde desempenharam funções durante o processo de recenseamento eleitoral, tanto no ano passado como no presente ano. O montante total das dívidas não foi revelado.
Os técnicos queixam-se de que, apesar de já terem comunicado a situação ao STAE provincial, continuam sem uma resposta concreta. Taibo António, chefe adjunto do departamento de operação eleitoral de Niassa, explica que a situação se mantém indefinida, uma vez que há dúvidas sobre o conhecimento do director-geral do STAE em relação ao problema. “Descobrimos que todas as nossas reclamações não foram reportadas ao STAE central. O chefe financeiro da instituição assegurou que já tinha feito o levantamento das dívidas e as encaminhou para Maputo, mas isso foi apenas no mês passado, o que mostra a falta de transparência”, afirmou António.
Uísque Mário, um dos técnicos prejudicados, expressou a sua frustração, mencionando que o próprio director do STAE provincial se recusou a assumir qualquer responsabilidade pelas dívidas acumuladas. “A quem devemos recorrer? Ninguém quer falar sobre o assunto, com medo de possíveis represálias. Esta questão arrasta-se há muito tempo e é urgente que os nossos direitos sejam respeitados”, desabafou.
A DW tentou obter esclarecimentos junto do STAE da província de Niassa, mas não foi possível obter uma declaração oficial sobre as acusações nem sobre os motivos para o atraso no pagamento das ajudas de custo.
A comissão eleitoral local já apelou ao STAE para proceder com os pagamentos devidos, mas os técnicos continuam a aguardar uma solução.
O governo haitiano expressou veementemente o seu desagrado face às “declarações discriminatórias” feitas por responsáveis republicanos nos Estados Unidos, incluindo o ex-presidente Donald Trump.
Estes alegam que os migrantes haitianos em Ohio estariam a atacar cães e gatos para os consumir.
O Ministério dos Haitianos no Estrangeiro manifestou o seu descontentamento através de um comunicado publicado na terça-feira, destacando que “infelizmente, não é a primeira vez que os compatriotas no estrangeiro são vítimas de campanhas de desinformação, sendo estigmatizados e desumanizados para servir interesses políticos eleitorais”.
Desde segunda-feira, diversas figuras conservadoras, muitas das quais têm laços estreitos com Donald Trump, têm promovido uma alegação desmentida pelas autoridades: a de que os haitianos indocumentados em Ohio estariam a matar animais de estimação e patos em lagos para se alimentarem.
Essas alegações, que afirmam ter ocorrido em Springfield, Ohio, foram oficialmente refutadas pela polícia local. No entanto, o ex-presidente Trump reiterou essas acusações na terça-feira à noite durante um debate com a sua rival democrata Kamala Harris, transmitido para dezenas de milhões de telespetadores.
Trump afirmou: “Em Springfield, comem cães; as pessoas que vêm (migrantes, nota do editor) comem gatos. Comem os animais de estimação das pessoas.”
Além disso, o proprietário da rede social X, Elon Musk, também deu destaque a essas alegações, que rapidamente ganharam atenção num país onde dois terços das famílias possuem um animal de estimação.
O governo haitiano repudiou fortemente estas declarações, afirmando que “atentam contra a dignidade dos nossos compatriotas e podem pôr em perigo as suas vidas”.
A UNITA, o principal partido da oposição em Angola, anunciou ontem a possibilidade de levar o processo de destituição do Presidente João Lourenço para organismos judiciais regionais e internacionais.
O partido pretende solicitar uma resposta ao Tribunal Constitucional angolano sobre o seu “contencioso parlamentar” relacionado com esta ação.
Adalberto Costa Júnior, presidente da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), declarou que o processo de acusação e destituição de João Lourenço já se arrasta há um ano.
Costa Júnior afirmou que, se o Tribunal Constitucional não fornecer uma resposta em tempo hábil, a UNITA estará disposta a recorrer às instituições internacionais.
Em conferência de imprensa realizada em Luanda, o líder da UNITA expressou a expectativa de que o Tribunal Constitucional não demore excessivamente a responder, pois a UNITA precisa dessa resposta para esgotar todos os recursos legais disponíveis em Angola.
Caso todos os mecanismos internos de recurso sejam concluídos sem a resposta esperada, a UNITA avançará com opções externas.
A educação de mais de 100 mil crianças deslocadas no sul do Haiti está ameaçada devido ao aumento contínuo da violência, particularmente na capital, Porto Príncipe, e nas suas áreas circundantes, alertou a UNICEF.
Num comunicado emitido três semanas antes do início do próximo ano lectivo no Haiti, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) destacou que, para muitas famílias haitianas, o início do ano lectivo representa um momento de esperança e renovação.
Contudo, com mais de 270 mil pessoas a deslocarem-se para o sul, as famílias deslocadas enfrentam enormes dificuldades para garantir a educação dos seus filhos e filhas.
Os serviços locais estão a enfrentar dificuldades para acomodar o fluxo de crianças e adolescentes deslocados em idade escolar, revelou Bruno Maes, representante da UNICEF no Haiti, que está a visitar as famílias afectadas na região.
A chegada de 103 mil crianças e adolescentes deslocados em idade escolar ao Grande Sul está a exercer uma enorme pressão sobre os serviços educativos, com pelo menos 919 escolas encerradas nas regiões Ocidental e Artibonite, acrescentou Maes.
Aproximadamente 156 mil alunos foram afectados, e muitas crianças e adolescentes perderam uma parte significativa do ano lectivo devido a estes encerramentos e à violência contínua.
A UNICEF sublinhou no comunicado que está a trabalhar de forma intensa com o Governo haitiano para mitigar o impacto na educação. Entre os esforços estão a reabilitação de escolas danificadas, o fornecimento de materiais educativos essenciais e transferências de dinheiro às famílias afectadas para cobrir despesas escolares.
A pressão intensa sobre os serviços de educação no Grande Sul evidencia a necessidade urgente de mais financiamento e recursos. Maes apelou à comunidade internacional para fornecer o apoio necessário, a fim de responder a estas necessidades críticas e assegurar que todas as crianças tenham a oportunidade de regressar à escola e continuar o seu percurso educativo.
Para apoiar estes esforços, a UNICEF declarou que necessita urgentemente de 87 milhões de dólares para responder plenamente às necessidades de regresso às aulas decorrentes da crise. No entanto, até 1 de Agosto, foram angariados apenas cerca de 5,4 milhões de dólares, tornando crucial um maior apoio para expandir os esforços em todo o país.
O Haiti enfrenta uma profunda crise institucional há anos, exacerbada pelo assassinato do presidente Jovenel Moïse em Julho de 2021, e pela violência de gangues armados que controlam 80% da capital, Porto Príncipe.
O Tribunal de Justiça de Brasília condenou o Governo de Luiz Inácio Lula da Silva a pagar uma indemnização de 2.419 euros ao casal Jair e Michelle Bolsonaro por danos morais.
Esta decisão resulta das acusações falsas feitas pelo actual Presidente do Brasil, que alegou que o seu antecessor e a sua esposa haviam levado móveis e outros objectos de valor ao deixar o Palácio da Alvorada em Dezembro de 2022.
Quando Lula assumiu a Presidência em Janeiro de 2023, ele queixou-se publicamente de que teria de iniciar o seu terceiro mandato a viver num hotel em Brasília devido à falta de móveis no palácio.
O actual Presidente acusou Jair Bolsonaro e a esposa, Michelle, de terem removido os móveis da residência oficial. A primeira-dama, Janja, acusou os antigos ocupantes de levar não só a cama do quarto presidencial, mas também sofás, cortinas e objectos de decoração. Com isso, justificou a utilização de uma significativa quantia de dinheiro público para repor o mobiliário com peças de marcas de luxo.
Durante esse período, foi realizado um inventário que identificou a falta de 261 móveis, quadros e outros objectos.
O novo casal presidencial criticou duramente Bolsonaro, chamando-o de “ladrão”. No entanto, meses depois, funcionários descobriram todos os móveis desaparecidos em um depósito dentro do próprio Palácio da Alvorada. Apesar desta descoberta, nem Lula nem Janja publicaram um pedido de desculpas ou esclareceram a situação.
Esta omissão levou a Justiça a ordenar o pagamento da indemnização por danos morais ao casal Bolsonaro.
Após uma reunião do Conselho de Ministros, realizada na quarta-feira (11) no Palácio do Governo, em Bissau, o presidente da Guiné-Bissau anunciou que não pretende recandidatar-se a um segundo mandato presidencial.
O chefe de Estado revelou que a sugestão partiu da sua esposa, durante uma conversa a bordo do avião que os trazia de regresso de uma visita oficial à China.
Segundo Sissoco Embaló, após uma profunda reflexão sobre o conselho dado pela esposa, decidiu seguir a sua recomendação e não avançar com uma nova candidatura.
A decisão foi comunicada publicamente no final da reunião governamental, marcando o início de uma nova fase política no país.
O candidato presidencial Venâncio Mondlane anunciou que, se eleito, o seu governo adoptara uma abordagem sustentável na utilização dos recursos naturais para promover o desenvolvimento local.
Mondlane, que é natural da província do Niassa, destacou que pretende focar na exploração responsável e sustentável das riquezas naturais da região.
Em particular, o candidato fez referência ao potencial do ouro encontrado em Lupilichi, uma área rica em recursos minerais no Niassa. Além disso, Mondlane sublinhou a importância dos produtores agrícolas da província, que desempenham um papel crucial na economia local.
O seu plano visa não só a extracção eficiente dos recursos naturais, mas também garantir que esta exploração contribua para a melhoria das condições de vida dos habitantes da província e para o desenvolvimento económico sustentável da região.
O candidato presidencial da Renamo, Ossufo Momade, reafirmou o seu compromisso com a melhoria do sistema educativo em Moçambique, tendo destacado a necessidade de aumentar os salários dos professores como uma das medidas fundamentais.
Durante uma visita às localidades de Itenta e Mahetha, no distrito de Nacarôa, província de Nampula, Momade assegurou que, caso seja eleito, promoverá uma reforma profunda na educação, acompanhada de melhorias nas infra-estruturas e no sector da saúde.
Acompanhado pela sua comitiva, o líder da Renamo partiu de Nacarôa em direcção ao distrito de Memba, numa viagem marcada pela precariedade das estradas, com vários troços em péssimas condições de transitabilidade.
No percurso, Momade fez uma paragem no posto administrativo de Itenta, onde foi recebido por uma multidão de apoiantes. Diante deste público, o candidato apelou à participação massiva nas eleições, exortando os eleitores a comparecerem nas urnas no dia 9 de Outubro.
“Na data das eleições, ninguém deve ficar em casa. Todos devemos votar em Ossufo Momade e nos candidatos da Renamo à Assembleia da República e às assembleias provinciais, para podermos trazer mudanças concretas e melhorar a vossa vida”, incentivou Momade.
Após este discurso, o candidato presidencial retomou a sua viagem em direcção a Moma. No entanto, foi novamente interrompido em Mahetha, onde uma grande quantidade de habitantes aguardava a sua chegada. Durante a sua intervenção neste povoado, Momade voltou a reiterar as suas promessas, sublinhando que a Renamo trará melhorias significativas na educação e na saúde.
“Desde Nacarôa até aqui, não encontramos uma única casa de alvenaria. Tudo o que vemos são habitações construídas com material local. Queremos mudar esta realidade, começando pela educação, construindo escolas de qualidade com condições adequadas para as nossas crianças. Vamos garantir que os professores tenham salários dignos, para não precisarem recorrer a agiotas. Além disso, construiremos hospitais que ofereçam cuidados de saúde dignos ao nosso povo”, garantiu Momade.
Devido ao estado avançado de degradação das estradas na região, Momade assegurou ainda que, se for eleito Presidente da República, uma das suas prioridades será a reabilitação das vias de acesso, de modo a facilitar a circulação e promover o desenvolvimento local.
No distrito de Nampula, uma situação preocupante afecta mais de trinta mil alunos de 450 turmas em vários estabelecimentos escolares, que são forçados a estudar ao ar livre e sentados no chão.
A Escola Básica de Muthimacanha, localizada no bairro de Murrapaniua, enfrenta a situação mais crítica, com 163 turmas e mais de seis mil alunos a frequentar as aulas em condições precárias.
A Escola Básica de Muthimacanha não possui vedação, o que expõe as crianças a riscos significativos, incluindo a possibilidade de atropelamentos, uma vez que o recinto escolar é atravessado frequentemente por veículos e motorizadas.
Em resposta a esta situação, Silvério Canate, director distrital da Educação, informou que o sector está a procurar apoios de diversos parceiros para a construção de novas salas de aula.
Além disso, o director destacou a importância da coordenação entre as comunidades e as lideranças locais na busca de soluções práticas, utilizando materiais não convencionais sempre que possível.
Ele apelou ao envolvimento e apoio de toda a sociedade para a construção de mais infraestruturas escolares, especialmente em instituições com um elevado número de alunos a estudar sob árvores.
Silvério Canate também mencionou que, neste ano, foram concluídas mais de dez novas salas de aula, com outras em fase de construção e previstas para serem entregues em breve.
Actualmente, o distrito de Nampula dispõe de um total de 1.649 salas de aula, incluindo convencionais, mistas e precárias, que servem 401 mil alunos desde a 1.ª até à 12.ª classe.
Illia ‘Golem’ Yefimchyk, um renomado fisiculturista da Bielorrússia, faleceu aos 36 anos após sofrer uma paragem cardíaca. A sua morte foi anunciada pela esposa, Anna, e confirmada pelos meios de comunicação locais.
O incidente ocorreu na manhã do dia 6, quando Yefimchyk sofreu uma paragem cardíaca súbita. De acordo com informações do canal de notícias Nexta, o atleta foi imediatamente transportado de helicóptero para um hospital, onde os médicos conseguiram reanimá-lo. No entanto, dois dias após o episódio, os médicos declararam morte cerebral.
Yefimchyk, conhecido pela sua impressionante constituição física, pesava 160 quilos e media 1,85 metros de altura. Para manter a sua enorme musculatura, o fisiculturista seguia uma rigorosa e exigente rotina alimentar, consumindo cerca de 16.500 calorias por dia, distribuídas em sete refeições.
A sua trágica morte abalou a comunidade do fisiculturismo, que prestou homenagens ao atleta, recordando a sua dedicação ao desporto e o impacto que teve na área.
No seu terceiro dia de campanha em Cabo Delgado, Lutero Simango, candidato presidencial pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM), fez um apelo aos eleitores dos distritos de Mueda e Nangade para votarem nele nas próximas eleições.
Simango destacou que, se eleito, uma das suas principais promessas será o asfaltamento da estrada que liga Mueda à fronteira com a Tanzânia. Este projecto visa não apenas melhorar a infra-estrutura de transporte na região, mas também fomentar o desenvolvimento económico e social local.
Para além do asfaltamento da via, o candidato do MDM compromete-se a aproveitar o legado histórico e os recursos naturais da província para impulsionar o desenvolvimento de Cabo Delgado.
Simango sublinhou a importância de um desenvolvimento sustentável que respeite o património cultural e natural da região, com o objectivo de trazer benefícios a longo prazo para a população local.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) na cidade de Tete aproveitou o décimo nono dia da campanha eleitoral para substituir novamente as suas bandeiras de propaganda, que foram alvo de vandalismo ao longo da ponte Samora Machel, uma das infraestruturas mais importantes sobre o rio Zambeze.
Eusébio Machavane, director da campanha do MDM, revelou que esta é a terceira vez que o partido é obrigado a repor as bandeiras na mesma localização devido aos actos de vandalismo. Segundo Machavane, até ao momento, não foi identificado nenhum responsável pelos danos causados.
Apesar dos recorrentes incidentes, o partido mantém a sua postura firme em continuar a campanha, reforçando a sua presença ao longo da ponte.
O governador da Califórnia, Gavin Newsom, declarou o estado de emergência em Los Angeles e nas áreas circundantes em resposta aos incêndios florestais que ameaçam a cidade e já devastaram dezenas de residências.
A medida visa intensificar a resposta às chamas que se espalham descontroladamente na região.
Newsom anunciou a declaração de estado de emergência para as regiões de Los Angeles e San Bernardino, no combate ao “Bridge Fire”, e também para as áreas de Orange e Riverside, no enfrentamento do “Airport Fire”. A decisão foi comunicada na quarta-feira passada.
O “Bridge Fire” é um dos três incêndios descontrolados que afectam a segunda maior cidade dos Estados Unidos. Em apenas 24 horas, este incêndio já destruiu dezenas de casas e consumiu quase 20 mil hectares nas colinas acima de Los Angeles.
No norte da cidade californiana, os residentes das localidades de Wrightwood e Monte Baldy receberam ordens para evacuar suas casas.
Segundo as autoridades, pelo menos 33 casas e várias cabanas foram destruídas, e uma estância de esqui também foi devastada pelo fogo. Um jornalista da agência de notícias France-Presse que esteve em Wrightwood relatou a visão de edifícios em ruínas e veículos queimados.
O incêndio iniciou no domingo e, na terça-feira, já tinha consumido 1.600 hectares. No entanto, a área queimada expandiu-se rapidamente, alcançando 20 mil hectares na quarta-feira.
Ao nordeste de Los Angeles, um outro incêndio, denominado “Line Fire”, devastou 14 mil hectares. Os moradores das aldeias de montanha receberam ordens para deixar suas residências, e várias estradas foram fechadas. Um homem, com cerca de 30 anos e suspeito de ter causado o incêndio, foi detido na terça-feira, segundo documentos judiciais.
Gavin Newsom sublinhou que a Califórnia está mobilizando todos os recursos disponíveis para combater estes incêndios devastadores, após visitar um posto de comando do “Line Fire” na quarta-feira.
Mais de 5.700 pessoas foram mobilizadas para lidar com os três incêndios, conforme informações do gabinete do governador.
A sudeste de Los Angeles, um terceiro incêndio, o “Airport Fire”, já destruiu mais de 8.900 hectares. Sete pessoas ficaram feridas no incêndio ocorrido na segunda-feira, conforme os bombeiros locais.
A propagação dos incêndios foi exacerbada pela onda de calor que atingiu a região, com temperaturas a ultrapassarem os 43°C nos últimos dias. Contudo, as temperaturas começaram a baixar na quarta-feira.
Com o agravamento do aquecimento global, a parte ocidental da América do Norte tem sido cada vez mais afectada por fenómenos meteorológicos extremos, como ondas de calor, secas e incêndios florestais.
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) procedeu à detenção de dois homens suspeitos de estarem envolvidos em actividades de tráfico e consumo de drogas na cidade da Beira, localizada na província de Sofala.
Os detidos têm idades compreendidas entre os 25 e os 36 anos, e estavam na posse de aproximadamente três quilos de canábis sativa, vulgarmente conhecida como suruma. A quantidade de droga encontrada foi suficiente para a sua detenção em flagrante delito.
Segundo os próprios suspeitos, estes admitiram estar envolvidos no narcotráfico, revelando que, por cada operação de transporte da substância ilícita, recebiam entre mil e mil e quinhentos meticais, o que mostra que se dedicavam à prática de tráfico de forma recorrente.
A porta-voz do SERNIC em Sofala, Lurdes Cuchama, informou que a captura dos indivíduos foi realizada no momento em que praticavam o crime, tendo o processo sido imediatamente encaminhado para as autoridades judiciais competentes para a tomada das medidas legais subsequentes.
Alberto Fujimori, que liderou o Peru durante uma década, faleceu aos 86 anos, após enfrentar um câncer na língua, diagnosticado em Maio deste ano.
A notícia foi confirmada pela sua filha, Keiko Fujimori, na quarta-feira (11), em Lima, onde o ex-presidente vinha recebendo cuidados médicos em sua residência.
Fujimori governou o Peru de 1990 a 2000, período durante o qual sua administração ficou marcada por profundas controvérsias, incluindo acusações de corrupção, abuso de poder e graves violações dos direitos humanos. Em 2000, diante de uma crescente pressão pública e denúncias que afectaram gravemente a sua reputação, o ex-presidente fugiu para o Japão, país do qual também detinha nacionalidade. No entanto, em 2005, durante uma visita ao Chile, Fujimori foi detido e, dois anos depois, extraditado para o Peru, onde enfrentou diversos julgamentos.
Em 2009, Fujimori foi condenado por crimes contra a humanidade, devido ao massacre de 25 pessoas entre 1991 e 1992, perpetrado pelo grupo militar Colina, uma unidade secreta que operava sob seu governo.
Além disso, o ex-líder peruano foi responsabilizado pelo sequestro de duas pessoas. Essas acusações levaram à sua prisão, onde cumpriu pena até 2017, quando recebeu um indulto humanitário concedido pelo então presidente Pedro Pablo Kuczynski, devido ao seu delicado estado de saúde. No entanto, essa decisão judicial foi revogada posteriormente, e Fujimori voltou à prisão até que, em 2023, a justiça peruana restabeleceu o indulto, permitindo a sua libertação definitiva.
A figura de Alberto Fujimori sempre esteve envolta em controvérsias. Para muitos, ele representava uma liderança firme que combateu a guerrilha do Sendero Luminoso e estabilizou a economia do país, enquanto para outros, foi um símbolo de autoritarismo, com seu legado manchado pelos crimes cometidos sob o seu governo.
A Johanniter International Assistance (JIA) pretende recrutar dois (2) Planning, Monitoring, Evaluation, Accountability and Learning (PMEAL) Officer. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Embaixadoras da Juventude. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Monitoria e Avaliação-OVC. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Oficial Sénior de Monitoria e Avaliação – DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Especialista Técnico/a de Educação em Emergência e Escolas Seguras. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal duas (2) Supervisoras de Fortalecimento Económico. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Oficial de Projecto DREAMS. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Mentoras Líderes. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Técnico de HIV Pediátrico e Gestão de Casos. Saiba mais.
A Ovarelelana – Associação para o Fortalecimento Comunitário (AFOC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal nove (9) Oficiais de Campo DREAMS. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar dois (2) Coordenadores de Supply Chain. Saiba mais.
Recentemente, desconhecidos lançaram veneno numa lagoa situada na província do Niassa, resultando na morte de milhares de peixes. Esta situação representa um risco significativo de envenenamento para outros animais que possam beber da água contaminada.
A lagoa afectada está localizada na Coutada Oficial Marangira, uma área de conservação no interior da província do Niassa, no norte de Moçambique. Esta área de conservação faz fronteira com a Reserva Especial do Niassa, que tem sido alvo de caçadores furtivos utilizando diversos métodos para capturar animais de pequeno, médio e grande porte.
A situação escalou quando os caçadores furtivos recorreram à perigosa táctica de envenenar a água para atingir os seus objectivos. Carlos Queiroz, sócio da empresa concessionária da coutada, revelou à nossa reportagem, a partir de Portugal, que a situação foi detectada a 5 de Setembro. Ele relatou que foram observadas queimadas e movimentações suspeitas, o que levou ao envio imediato das equipas de vigilância.
Infelizmente, na madrugada de 6 de Setembro, confirmaram que uma enorme lagoa, que se encontra próxima a um rio crucial para a coutada, tinha sido envenenada. “Quando chegamos ao local, deparámo-nos com uma cena devastadora: centenas, para não dizer milhares, de peixes mortos devido ao envenenamento. A concessionária lançou imediatamente uma operação de vigilância e controlo para evitar que o peixe contaminado fosse recolhido e, eventualmente, chegasse às comunidades locais”, explicou Carlos Queiroz.
Na manhã de terça-feira, uma equipa do Serviço Provincial de Terra e Ambiente do Niassa deslocou-se ao local afectado. Espera-se que, na quarta-feira, a equipa possa fornecer mais informações sobre as constatações realizadas e as medidas adoptadas para mitigar o risco de envenenamento para pessoas e outros animais na área circundante.
As autoridades espanholas realizaram uma operação significativa em Ibiza, resultando na apreensão de mais de um milhão de comprimidos de ecstasy, a maior apreensão de droga sintética já registada em Espanha. No âmbito desta operação, foram detidas nove pessoas.
Segundo a Guardia Civil, citada pela Reuters, além dos comprimidos de ecstasy, foram confiscados 212 quilos de cetamina, 73 quilos de MDMA, 20 quilos de cocaína, 21 quilos de cocaína cor-de-rosa, 10 quilos de haxixe e 6 quilos de marijuana. O valor total estimado da droga apreendida é de 25 milhões de euros.
Entre os nove indivíduos detidos, encontram-se cidadãos italianos que residem na ilha espanhola.
Três pessoas morreram e outras cinco ficaram feridas após o desabamento de uma formação rochosa ("chaminé de fada") na região da Capadócia, na Turquia.
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