Um trágico acidente envolvendo um autocarro turístico em Itália resultou na morte de uma pessoa e deixou 25 outras feridas, incluindo duas em estado grave.
O incidente ocorreu quando o veículo se despistou pouco antes da portagem de Arezzo, na estrada Autosole, que liga Roma a Florença, conforme relatado pelo jornal Corriere della Sera.
Todas as vítimas são de nacionalidade chinesa, segundo as autoridades. Em resposta ao acidente, a estrada foi imediatamente encerrada para facilitar as operações de socorro. No local, encontra-se já o helicóptero de resgate regional Pegaso e o helicóptero Drago dos bombeiros de Bolonha, que estão a prestar assistência às vítimas e a coordenar as acções de emergência.
O capotamento do autocarro, que levava turistas a bordo, lança um alerta sobre a segurança nas estradas italianas, especialmente nas rotas frequentemente utilizadas por veículos turísticos.
Florencia Gallo, uma programadora argentina, recorreu às redes sociais para descrever a drástica medida que tomou após ser despedida da empresa onde trabalhava há dois anos e meio. Sentindo-se injustiçada, a jovem decidiu vingar-se ao apagar toda a base de dados da companhia.
Tudo começou quando Florencia decidiu pedir um aumento salarial, uma solicitação que, segundo ela, foi mal recebida pelos seus empregadores. Como resposta, a empresa optou por dispensá-la dos seus serviços.
Num vídeo partilhado online, Florencia explica que, ao ver-se sem o seu ganha-pão, tomou uma decisão extrema para demonstrar a importância do seu trabalho. “Se o meu trabalho não é importante, já vão perceber o quanto custa digitalizar e tornar tudo automático”, afirmou, antes de apagar completamente os dados que mantinham o funcionamento da empresa.
A programadora justifica a sua ação como uma reacção desesperada a um tratamento que considerava injusto, sublinhando que, apesar da sua dedicação ao longo dos anos, foi recompensada com o desemprego.
Um homem foi vítima de rapto em plena luz do dia, em frente ao Hotel Terminus, localizado na cidade de Maputo. Testemunhas que estavam no local relataram que a vítima estava prestes a sair do seu carro quando foi surpreendida por um grupo de criminosos.
Os raptores forçaram o indivíduo a entrar no veículo em que se faziam transportar, desaparecendo rapidamente do local.
Marta Pereira, porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) na cidade de Maputo, confirmou o incidente e assegurou que mais informações serão divulgadas nas próximas horas.
A situação ocorre numa altura em que o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) e a PRM têm intensificado as operações contra o crime organizado, tendo recentemente desmantelado duas casas que, supostamente, serviam como cativeiros para vítimas de raptos na região.
Li Hui, enviado especial de Pequim para os assuntos euro-asiáticos, revelou que a proposta chinesa para terminar o conflito na Ucrânia conta com o apoio de 110 países. Li Hui esteve recentemente no Brasil e na África do Sul, como parte da sua quarta missão de paz desde Maio do ano passado.
A China tem procurado adoptar uma postura neutra no conflito ucraniano, que já se prolonga por três anos, apesar de sua crescente aproximação com Moscovo. Pequim tem enfrentado críticas por supostamente apoiar a Rússia e apresentou, no ano passado, um plano de 12 pontos para resolver o conflito, recebido com cepticismo por parte do Ocidente.
Na África do Sul, Li Hui afirmou que a China está disposta a fortalecer a comunicação e a coordenação com o país africano e a criar uma “base comum mais ampla” para reunir um consenso internacional baseado em “seis entendimentos comuns”, conforme indicado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da China em um comunicado.
O mesmo comunicado revelou que a proposta chinesa obteve “respostas positivas” de mais de 110 países. Tal como a China, a África do Sul não condenou a Rússia pela invasão da Ucrânia e manteve um relacionamento activo com Moscovo durante a guerra. Joanesburgo também se empenhou em buscar uma solução para o conflito, liderando uma delegação africana de paz a Kyiv no ano passado.
A África do Sul foi uma das muitas nações em desenvolvimento, incluindo o Brasil, que não assinou o comunicado final da cimeira de paz apoiada pela Ucrânia, realizada na Suíça em Junho passado. A China não participou da reunião, defendendo a “participação igualitária” da Rússia e da Ucrânia, enquanto a Rússia não foi convidada para o encontro.
Após a cimeira, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou Pequim de tentar minar a reunião, que tinha como objectivo angariar mais apoio internacional para uma solução baseada numa fórmula de paz de 10 pontos proposta por Kyiv. O plano de paz da Ucrânia exige a retirada total das tropas russas dos territórios ocupados, incluindo a Crimeia e partes de quatro províncias do leste da Ucrânia.
Apesar das tensões, surgem sinais de que a Ucrânia e a Rússia estão abertas ao diálogo. No final do mês passado, o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, durante a sua primeira visita à China desde o início da guerra, expressou a disposição de Kyiv para negociar, desde que Moscovo agisse de “boa-fé”. A Rússia, por sua vez, afirmou estar aberta a conversações, mas exige que a Ucrânia abandone sua candidatura à NATO e retire-se das quatro províncias mais a leste.
Durante a sua visita ao Brasil, Li Hui afirmou que a integridade territorial de cada país deve ser respeitada, mas considerou as exigências para que a China pressione a Rússia a terminar a guerra como “irrealistas”. Li destacou que a China não é parte do conflito e a Rússia é um membro soberano do Conselho de Segurança da ONU.
Ele também mencionou que não há uma “solução simples” para o conflito, mas que China e Brasil desejam promover um consenso de seis pontos a ser adoptado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas ainda este ano, para servir como proposta oficial para levar ambos os lados à mesa de negociações.
Desde a invasão russa em 24 de Fevereiro de 2022, a Ucrânia tem recebido apoio financeiro e militar dos aliados ocidentais, que também impuseram sanções a sectores chave da economia russa, na tentativa de reduzir a capacidade de Moscovo de financiar o esforço de guerra. A ofensiva russa tem mergulhado a Europa na crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
Nos primeiros seis meses deste ano, o Serviço Nacional de Migração (SENAMI) em Sofala efectuou o repatriamento de 30 estrangeiros através do Aeroporto Internacional da Beira e encaminhou outros 241 indivíduos de diversas nacionalidades para Tete, devido à imigração clandestina.
Além disso, foram recusadas a entrada em Moçambique de oito estrangeiros por não apresentarem justificativas válidas para a sua presença no país.
As acções de fiscalizações realizadas pelo SENAMI resultaram num aumento de 34% em relação ao período homólogo. No total, foram realizadas 1023 fiscalizações de controle da legalidade de cidadãos estrangeiros na província de Sofala, comparadas com as 622 fiscalizações realizadas no primeiro semestre de 2023.
João Ngonhamo, director provincial do SENAMI em Sofala, partilhou estes dados, destacando o crescimento como um reflexo do trabalho diligente e colaborativo para reduzir as irregularidades nos movimentos migratórios na província.
Ngonhamo também mencionou que um dos desafios para os próximos meses será intensificar os serviços de fiscalização, especialmente para combater o incumprimento dos procedimentos migratórios. Este esforço incluirá um foco particular nas entradas ferroviárias, que são frequentemente utilizadas por migrantes malawianos que viajam de Tete para a cidade da Beira.
O Governo de Moçambique já saldou mais de 70% da dívida acumulada com as gasolineiras, que totaliza cerca de 400 milhões de dólares.
Esta dívida foi contraída no âmbito da implementação do subsídio aos combustíveis, uma medida que visava proteger os consumidores do impacto do aumento do preço do barril de petróleo no mercado internacional.
Michel Ussene, presidente da Associação Moçambicana de Empresas Petrolíferas (AMEPETROL), revelou que o pagamento começou a ser efectuado em meados do ano passado através de um mecanismo denominado “componente de estabilização”. Este sistema permite que as empresas fornecedoras de combustíveis recuperem o montante da dívida à medida que vendem combustíveis nas bombas.
De acordo com Ussene, a expectativa é que a dívida seja totalmente liquidada ainda este ano, com a quitação dos restantes 30% nos próximos meses. No entanto, algumas gasolineiras ainda não conseguiram recuperar o valor total da dívida devido ao baixo volume de vendas.
“A cada litro de combustível vendido nos postos de abastecimento, é debitado 1,25 metical, acrescidos de 0,75 metical a cada três meses, destinados ao pagamento da dívida. As gasolineiras que não registam grandes vendas ou que possuem um elevado montante de dívida por recuperar são as ainda em processo de pagamento”, explicou Ussene. Ele destacou que “este resultado positivo demonstra que o mecanismo implementado pela Autoridade Reguladora de Energia (ARENE) e pela AMEPETROL para a liquidação da dívida está a funcionar”.
Não obstante, Ussene acrescentou que a AMEPETROL tem mantido conversações com o Governo para que, após a quitação da dívida, se implemente plenamente o Decreto 89/2019. Este decreto estabelece, entre outras disposições, a correcção mensal do preço do combustível, conforme a variação do preço do barril no mercado internacional.
“O objectivo é garantir que, se o preço do combustível aumentar, essa variação se reflita nos consumidores. O mesmo deve ocorrer em caso de diminuição dos preços. Esta oscilação de preços em Moçambique, conforme o decreto, deverá ocorrer na terceira quinta-feira de cada mês, com ajustes positivos ou negativos no mercado nacional”, concluiu.
O Bangladesh está a atravessar uma crise política, marcada por violentos protestos antigovernamentais que têm deixado um rasto de destruição e morte.
Na segunda-feira, o país acordou com o acesso à internet cortado, uma medida que, segundo os órgãos de vigilância, visa conter a escalada de violência que tem assolado esta nação do sul da Ásia.
A organização de monitorização de rede, NetBlocks, alertou para um “impacto significativo nas redes móveis”, afectando milhões de cidadãos que agora estão privados de comunicação online. Esta ação coincide com a previsão de uma declaração ao país por parte do chefe do exército, o general Waker-uz-Zaman, cujo conteúdo é aguardado com grande expectativa e preocupação.
O domingo anterior foi um dos dias mais sangrentos desde o início das manifestações, com pelo menos 77 pessoas mortas em confrontos ferozes entre opositores da primeira-ministra Sheikh Hasina, forças policiais e apoiantes do partido governante. Entre as vítimas, estão pelo menos 14 polícias, conforme relatado por Kamrul Ahsan, porta-voz da polícia, à agência France Presse (AFP).
A capital, Daca, com os seus 20 milhões de habitantes, tornou-se o epicentro das hostilidades. Em várias cidades, os confrontos espalharam-se rapidamente, levando um antigo chefe do exército a apelar à retirada das tropas das ruas para evitar um maior derramamento de sangue.
Em resposta à violência, milhares de manifestantes reuniram-se numa das praças centrais de Daca, exigindo a demissão da primeira-ministra Sheikh Hasina. Estes protestos, que começaram há mais de um mês com reivindicações contra as quotas de emprego na função pública, têm-se intensificado, culminando num apelo à desobediência civil por parte da coligação de estudantes conhecida como Estudantes Contra a Discriminação.
Imagens divulgadas nas redes sociais, verificadas pela AFP, mostram manifestantes agitando a bandeira nacional sobre veículos blindados, enquanto soldados observam a cena com atenção. A situação no Bangladesh continua a ser extremamente volátil, com o país a segurar a respiração perante os próximos desenvolvimentos.
Seis indivíduos foram detidos na província de Tete, suspeitos de envolvimento na pesca ilegal de espécies de peixe em risco de extinção. As detenções ocorreram nos distritos de Cahora Bassa e Magoe, no decurso de uma operação destinada a combater crimes ambientais na região.
Os suspeitos foram apanhados a operar em áreas não autorizadas e sem as devidas licenças de pesca. Durante a ação das autoridades, foram apreendidas quantidades significativas de peixe ameaçado, assim como utensílios de pesca considerados nocivos para o ambiente.
Ercília da Graça, administradora marítima da província de Tete, destacou que, além das detenções, dezasseis embarcações semi-industriais foram confiscadas e as respectivas multas aplicadas no primeiro trimestre deste ano, devido à sua operação em zonas proibidas.
As declarações foram feitas durante a cerimónia de entrega de duas viaturas e motorizadas ao Instituto Nacional de Administração Marítima (INAMAR) e ao Projecto SUSTENTA, por parte da Secretaria de Estado em Tete.
Uma tragédia abalou a cidade de Maryland, nos Estados Unidos, na última sexta-feira. Uma criança de apenas 5 anos morreu depois de um brinquedo inflável, popularmente conhecido como pula-pula, ter sido violentamente arremessado por uma rajada de vento.
O incidente ocorreu nas proximidades do estádio de beisebol Regency Furniture, onde uma partida estava prestes a começar.
Poucos minutos antes do início do jogo, o brinquedo inflável foi levantado a mais de 4 metros de altura pela força do vento, resultando em um desfecho trágico para a criança que se encontrava a brincar no local.
A fatalidade gerou comoção entre os presentes e levantou questões sobre a segurança na instalação e ancoragem de estruturas infláveis em eventos públicos.
O chefe do exército do Bangladesh, Waker-Uz-Zaman, anunciou a formação de um governo interino após a renúncia da primeira-ministra Sheikh Hasina, que deixou o país em meio a semanas de violência nas ruas, que resultaram em centenas de mortos.
Numa declaração transmitida ao vivo pela televisão bengali, Waker-Uz-Zaman afirmou: “Será formado um governo provisório, que ficará encarregado de todas as actividades do país”. Além disso, o militar apelou ao fim da violência e garantiu que “os assassinos” e os responsáveis pelas “injustiças” cometidas contra os estudantes durante os protestos serão levados à justiça.
Zaman destacou ainda a importância da confiança da população no exército, afirmando: “Por favor, continuem a confiar no exército. Assumo toda a responsabilidade por salvar vidas e proteger as propriedades”.
A declaração oficial veio momentos após a agência noticiosa local Prothom Alo relatar que Sheikh Hasina havia deixado o Bangladesh a bordo de um helicóptero militar por volta das 14:30 (09:30 em Lisboa), acompanhada pela sua irmã mais nova, Sheikh Rehana. Fontes locais indicam que ambas viajaram para a Índia.
Milhares de manifestantes reuniram-se hoje em frente à residência oficial da primeira-ministra, Ganabhaban, em Daca. Com a confirmação da saída de Hasina, muitos invadiram o edifício, conforme transmitido por vários canais de televisão. As imagens mostravam pessoas carregando mobiliário, frigoríficos e até loiças, celebrando o momento como uma vitória após meses de protestos.
Os manifestantes desafiaram o recolher obrigatório imposto pelo governo na noite anterior, que foi uma tentativa de conter mais um dia de violência desencadeada pelos protestos estudantis. Estes protestos, que começaram de forma pacífica há cinco semanas, intensificaram-se com denúncias de repressão policial excessiva.
Cerca de 300 pessoas, em sua maioria estudantes e civis, morreram durante os confrontos que mergulharam o Bangladesh num estado de caos. O movimento estudantil, que inicialmente exigia o fim das quotas discriminatórias no emprego público, evoluiu para um pedido de demissão da primeira-ministra e do seu governo, após a morte de manifestantes.
Sheikh Hasina estava no poder desde Janeiro, exercendo o seu quarto mandato consecutivo, após vencer eleições boicotadas pela oposição.
A primeira-ministra do Bangladesh, Sheikh Hasina, renunciou ao cargo e fugiu do país. Hasina partiu de helicóptero para a Índia, onde desembarcou na cidade de Agartala.
Em resposta à crise política, o chefe do exército do Bangladesh, Waker-uz-Zaman, anunciou que será formado um governo interino.
Waker-uz-Zaman comunicou à nação, através da televisão, que já iniciou conversações com a oposição política e que se reunirá com o presidente Mohammed Shahabuddin para estabelecer um governo interino ainda no decorrer do dia.
A decisão de Sheikh Hasina de abandonar o Bangladesh segue uma onda de protestos violentos que tomou conta de Daca, a capital do país. Nos últimos 30 dias, os distúrbios causaram cerca de 300 mortes. Na segunda-feira, manifestantes invadiram e saquearam a residência oficial da primeira-ministra, em Daca. Imagens divulgadas pelo Canal 24 do Bangladesh mostram dezenas de pessoas a entrar no edifício, levando móveis, electrodomésticos e utensílios, enquanto o serviço de internet foi interrompido em todo o país.
Os protestos começaram devido a controvérsias sobre as quotas para empregos na função pública, mas rapidamente se transformaram em um movimento nacional de oposição ao governo, exigindo a renúncia de Sheikh Hasina.
Venâncio Mondlane, que tem a candidatura às eleições presidenciais apoiada pela Coligação Aliança Democrática (CAD), afirmou que não recuará após a decisão do Conselho Constitucional de Moçambique que excluiu a CAD das eleições gerais de 9 de Outubro.
O político declarou-se como “candidato do povo” e prometeu avançar apesar do revés judicial.
No domingo (04), Mondlane chegou ao Aeroporto Internacional de Maputo depois de uma viagem pela Europa. Foi recebido por uma multidão de apoiantes que ocupou o aeroporto durante mais de três horas. Enquanto aguardavam a chegada do candidato, entoaram cânticos como: “Trufafa Trufafa, o Presidente está a chegar”.
“Quero deixar claro que não vou recuar. Sou um sobrevivente, assim como muitos de nós aqui presentes”, declarou Mondlane à sua base de apoio.
O Conselho Constitucional decidiu, na quinta-feira (01), excluir a Coligação Aliança Democrática das eleições gerais. Venâncio Mondlane usou a ocasião para criticar a decisão, chamando-a de “sepultura da justiça e da democracia”. Ele assegurou que continuará a sua candidatura às presidenciais, representando todas as camadas sociais e partidos políticos.
Mondlane acusou o Conselho Constitucional de ser um órgão político alinhado com a Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e a Resistência Nacional Moçambique (RENAMO), partido do qual se distanciou recentemente devido a divergências com a liderança.
O candidato fez um apelo para que os seus apoiantes realizem manifestações na próxima quarta-feira, em ruas e praças de todo o país, com as mãos pintadas de preto como símbolo do “funeral da justiça e da democracia”.
Centenas de manifestantes de extrema-direita lançaram uma onda de violência ao tentar invadir um hotel em Rotherham, no Norte de Inglaterra, que servia de alojamento para requerentes de asilo.
Este episódio, ocorrido no domingo, destaca-se como um dos mais violentos nas manifestações anti-imigrantes que têm assolado o país, especialmente após o trágico ataque em Southport, onde três crianças, incluindo uma de nacionalidade portuguesa, morreram.
Desde as primeiras horas da manhã, os manifestantes começaram a concentrar-se nas imediações do hotel, onde foram confrontados por dezenas de contramanifestantes que entoavam palavras de ordem como “os refugiados são bem-vindos”.
A intervenção policial, que inicialmente conseguiu separar os dois grupos, tornou-se insuficiente quando os contramanifestantes se retiraram do local. A partir daí, os extremistas, muitos deles mascarados, passaram a apedrejar o edifício e envolveram-se em confrontos violentos com as forças de segurança.
Em meio ao caos, alguns dos manifestantes conseguiram forçar a entrada por uma saída de emergência, tendo incendiado caixotes de lixo próximos a uma das fachadas do hotel.
A situação só foi controlada após a intervenção mais enérgica da polícia, que resultou na detenção de vários indivíduos. Durante os tumultos, pelo menos um agente ficou ferido.
Este ataque em Rotherham segue-se a uma noite de distúrbios em várias outras cidades do Reino Unido, como Liverpool, Manchester e Belfast, onde extremistas atacaram as forças de segurança, saquearam lojas e atearam fogos.
O Primeiro-Ministro, Keir Starmer, condenou veementemente as acções dos extremistas, afirmando que “estes violentos não representam o país” e assegurou que todos os envolvidos serão responsabilizados perante a Justiça.
As autoridades portuguesas continuam sem pistas sobre o paradeiro de Joaquim Tomás Guambe, um homem de 29 anos de nacionalidade moçambicana, que desapareceu na tarde da última quinta-feira, enquanto praticava stand up paddle no rio Arade, em Portimão.
No domingo, a Autoridade Marítima Portuguesa intensificou as buscas, utilizando patrulhas terrestres e marítimas. Os esforços incluíram o uso de motas de salvamento marítimo, patrulhas do projecto ‘Seewatch’, e o envolvimento do piquete do comando local da Polícia Marítima. Apesar das intensas operações, ainda não há informações sobre o paradeiro de Joaquim Tomás Guambe.
Conforme as autoridades, o desaparecido terá enfrentado dificuldades enquanto praticava stand up paddle na zona de dragados do rio Arade, situada a sul da Doca Pesca. As buscas continuam na esperança de encontrar novas pistas que possam levar ao seu resgate.
Na passada segunda-feira, milhares de judeus ultraortodoxos manifestaram-se frente a um centro de recrutamento militar em Israel, contestando a obrigatoriedade de alistamento nas Forças Armadas. O protesto foi marcado por vários confrontos entre os manifestantes e a polícia, que tentava dispersar a multidão.
A legislação israelita impõe que todos os cidadãos, a partir dos 18 anos, cumpram um serviço militar obrigatório, com uma duração que varia entre 24 a 32 meses. No entanto, desde há mais de duas décadas, os judeus ultraortodoxos estavam isentos deste serviço, uma isenção revogada em Abril deste ano.
A pressão para que os ultraortodoxos se integrem no serviço militar é crescente em Israel, especialmente num contexto em que as forças armadas estão sobrecarregadas devido aos conflitos em várias frentes, incluindo a guerra com o Hamas em Gaza e o Hezbollah no Líbano.
Os judeus ultraortodoxos constituem aproximadamente 13% da população israelita.
A cidade de Maputo foi palco de mais um incidente de rapto na manhã desta Segunda-feira, quando o filho de um empresário de origem asiática foi sequestrado em frente à sua residência. O sequestro ocorreu na Avenida Francisco Manyanga, uma via movimentada da capital, e marca o quarto caso semelhante registado no último mês.
De acordo com testemunhas no local, quatro homens fortemente armados realizaram o rapto em plena luz do dia, criando um cenário de terror para os que presenciaram o incidente. A ação dos raptores foi rápida e coordenada, e, apesar da movimentação na zona, a operação foi executada sem qualquer obstáculo significativo.
Uma das testemunhas relatou que, enquanto estava na área onde realiza trabalhos, observou a movimentação suspeita. “Vi um carro suspeito que parou nas proximidades, e quando me aproximei, percebi que estava ligado ao rapto. O jovem estava prestes a entrar no carro quando os raptores chegaram,” contou a testemunha.
O jovem sequestrado, cuja identidade ainda não foi revelada, tentou fugir dos raptores. Ele entrou num táxi que estava por perto na esperança de escapar, mas os raptores não hesitaram em seguir o táxi, forçando-o a sair do veículo. Durante a tentativa de fuga, o taxista também se distanciou, e os raptores conseguiram retirar o jovem à força, colocando-o na bagageira do carro em que haviam chegado.
Os populares que se encontravam nas imediações, mesmo com a presença do pai do jovem e os seus gritos de socorro, não conseguiram intimidar os raptores. A situação agravou-se quando um indivíduo armado apareceu no local e começou a apontar a arma para os presentes. A intervenção das forças de segurança foi tardia, com o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) chegando ao local cerca de duas horas após o ocorrido.
Testemunhas descreveram os raptores como indivíduos bem treinados e preparados, que agiram com precisão e sem qualquer receio de serem interrompidos. A viatura utilizada pelos raptores saiu do local de forma tranquila, como se nada tivesse ocorrido, causando uma sensação de impunidade e desespero entre os presentes.
O SERNIC e outras autoridades estão a investigar o caso, e apelam à colaboração da população para qualquer informação que possa ajudar na identificação e captura dos responsáveis. Enquanto isso, a cidade permanece em alerta, com a comunidade preocupada com a crescente onda de sequestros na capital.
O MyBucks Banking Mozambique, SA com visão de ser prestador de serviços financeiros de escolha para os Moçambicanos, pretende recrutar um (1) Contabilista Sénior. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Oficial de Finanças. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador de Educação em Emergências. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador – Proteção à Criança. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Elaboração de Planos de uso de Solo para Agricultura e Pastagem. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos está a recrutar para seu cliente dois (2) Representantes de Vendas a Van. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Pemba, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Coordenador de Projeto. Saiba mais.
A Fundação AVSI, para o fortalecimento da sua equipa de Ancuabe, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Oficial de Engajamento Comunitário. Saiba mais.
A Associação dos Educadores dos Consumidores de Água (AMASI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Gestão de Dados. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Director(a) do Projecto. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Supervisor(a) DREAMS. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico e GC para Boane. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Monitoria & Avaliação – Gestão de Casos. Saiba mais.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza anunciou que o número de mortos no território palestiniano subiu para 39.550 desde o início do conflito com Israel, que já se aproxima do décimo mês de duração.
Nas últimas horas, pelo menos 70 pessoas morreram, de acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério da Saúde e citado pela agência de notícias France-Presse (AFP). Desde o início da guerra, o número de feridos atingiu os 91.280.
O conflito em Gaza, desencadeado por um ataque sem precedentes do grupo islamita palestiniano Hamas em território israelita a 7 de Outubro, resultou na morte de cerca de 1.200 pessoas e na captura de mais de duas centenas de reféns, conforme relatado pelas autoridades israelitas.
Em resposta ao ataque do Hamas, Israel lançou uma ofensiva massiva na Faixa de Gaza, que até agora provocou a morte de mais de 39 mil pessoas, a maioria das quais civis, além de ter gerado uma catástrofe humanitária que abala toda a região do Médio Oriente.
O Hamas, que governa a Faixa de Gaza desde 2007, é classificado como uma organização terrorista por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
Um menino de 11 anos foi detido sob suspeita de ter incendiado um carro da polícia durante os tumultos ocorridos em Teesside, no Norte de Inglaterra.
A polícia de Cleveland acredita que a agitação e os actos de vandalismo estão relacionados com os protestos que surgiram após um ataque brutal em Southport, Merseyside, que resultou na morte de três crianças.
De acordo com informações da BBC, o chefe da polícia, David Felton, afirmou que “este tipo de desordem não será tolerado” e garantiu que as autoridades estão a trabalhar para identificar todos os responsáveis pelos distúrbios. Até ao momento, doze pessoas foram detidas, sendo o menino de 11 anos o mais jovem entre os detidos.
Durante os protestos, que envolviam várias centenas de pessoas, os manifestantes lançaram barris de cerveja e outros objectos contra a polícia. A força policial também foi alvo de projécteis enquanto tentava controlar a situação.
A presidente da câmara de Sunderland expressou o seu “choque” face às cenas de violência, enquanto um deputado local condenou os eventos como “actos criminosos”.
Aos protestos juntaram-se centenas de apoiantes da Liga de Defesa Inglesa (EDL), um grupo de extrema-direita e anti-islâmico. Este aumento de tensão foi alimentado por rumores e especulações online sobre a religião, identidade ou origem do autor dos ataques.
O atacante, Axel Rudakubana, de 17 anos, foi detido e enfrenta acusações de homicídio e tentativa de homicídio após ter atacado várias crianças com uma faca. Entre as vítimas do ataque estava Alice da Silva Aguiar, uma menina portuguesa de 9 anos que vivia em Inglaterra com a sua família.
A pugilista moçambicana Alcinda Panguana viu o seu sonho de avançar para os oitavos de final dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 ser interrompido, após uma derrota no torneio de boxe feminino.
Num combate disputado na noite de ontem, Panguana enfrentou a adversária chinesa Yang Liu, uma das mais temidas na modalidade, sendo a actual campeã mundial na categoria dos 66 kg. A lutadora moçambicana deu o seu melhor no ringue, mas acabou por ser superada pela experiência e habilidade técnica da pugilista chinesa, o que resultou na sua eliminação precoce da competição.
Apesar da derrota, Alcinda Panguana deixa os jogos com a honra de ter representado Moçambique numa das mais prestigiadas competições desportivas do mundo.
Neymar Júnior anunciou a sua despedida da selecção brasileira, encerrando uma trajectória marcada por conquistas, mas sem o sonho de levar para casa o...
O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), em colaboração com o Gabinete Central de Prevenção e Combate à Droga (GCPCD), realizou a incineração de...