O Ministério da Saúde de Angola anunciou que o país ultrapassou a alarmante marca de 10.000 casos de cólera desde o início do surto, registando um total de 386 mortes até à data.
Nas últimas 24 horas, foram reportadas 119 novas infecções e três óbitos, destacando a gravidade da situação.
Segundo o comunicado oficial, desde o início do ano, foram identificados 10.084 casos de cólera, com a província de Luanda a ser o epicentro da epidemia, contabilizando 4.494 casos. Além de Luanda, outras províncias como Bengo, Icolo e Bengo, Cuanza Norte, Benguela, Malanje, Cabinda, Namibe, Huambo, Zaire, Cuanza Sul, Uíje, Huíla, Cubango, Bié, Cunene e Lunda Sul também foram afectadas. No entanto, quatro províncias permanecem livres do surto.
As mortes registadas desde Janeiro foram maioritariamente concentradas em Luanda e Bengo, com 164 e 105 óbitos, respectivamente. Nos últimos dias, três novas mortes foram confirmadas, ocorrendo nas províncias de Luanda, Cuanza Norte e Icolo e Bengo. Além disso, 102 pessoas receberam alta hospitalar, enquanto 406 permanecem internadas em diversas unidades de saúde.
A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) anuncia que está à espera da chegada de novas aeronaves ainda este mês, como parte de um esforço para reforçar a sua frota, que actualmente conta com apenas quatro aviões dedicados aos voos domésticos.
Uma fonte da LAM, que preferiu permanecer anónima, não revelou o número exacto de aeronaves que deverão ser recebidas, mas confirmou a intenção da companhia em adquirir um total de oito novos aviões.
A empresa lançou, em Janeiro deste ano, um concurso público internacional com o objectivo de contratar o fornecimento de aeronaves Embraer ERJ190 e Boeing 737-700, destinadas ao transporte de passageiros.
“Pedimos ao fornecedor seleccionado no concurso para que, de facto, entregue os aviões, se possível o quanto antes. A LAM precisa de aviões como o pão para a boca, mas há que ter critério. O estabelecido neste momento transmite confiança, por isso espera-se ansiosamente pelos oito aviões mencionados”, afirmou a fonte.
Recentemente, a LAM também anunciou a suspensão de voos para Harare (Zimbabwe), Lusaka (Zâmbia) e Lisboa (Portugal), justificando a decisão com a falta de retorno financeiro. A companhia tem agora concentrado a sua atenção nos voos domésticos e há indicações de que os voos para Cape Town, que também têm causado prejuízos, serão interrompidos a partir do próximo dia 08.
A empresa Altona Mining, que se dedica à exploração de matérias-primas críticas em África, anunciou a descoberta de concentrações significativas de gálio no Monte Muambe, um vulcão inactivo situado na província de Tete.
Segundo a informação divulgada pela Altona aos mercados, foram identificados níveis de até 232 gramas de gálio por tonelada de mineral, sublinhando a importância deste metal, que é considerado estratégico e raro. O gálio é amplamente utilizado em aplicações electrónicas e de alta tecnologia, incluindo radares, díodos de luz e semicondutores.
O Monte Muambe ergue-se a 780 metros de altura, localizando-se a leste de Moatize. Com um diâmetro externo de seis quilómetros, a sua caldeira possui cerca de 200 metros de profundidade, sendo composta por carbonatitos ricos em fluorita azul e amarela, que, por sua vez, contêm gálio.
Actualmente, o preço do gálio ronda os 250 dólares por quilograma, conforme mencionado pela Altona, cotada na bolsa de Londres. A empresa atribui o aumento recente do preço a factores como a guerra comercial entre a China e os Estados Unidos.
A extensão total da mineralização de gálio no Monte Muambe ainda é desconhecida e será analisada nas futuras campanhas de trabalho de campo, onde a empresa visa verificar a possíveis métodos de recuperação do gálio. A Altona também informou que está à espera dos resultados de amostras retiradas do local, que foram enviadas para análise no Zimbabwe. Este processo, no entanto, enfrentou dificuldades logísticas devido à instabilidade pós-eleitoral em Moçambique, situação que, segundo a empresa, tem sido normalizada.
O governo dos Estados Unidos anunciou o envio de um grupo de porta-aviões em direcção ao Oriente Médio, numa altura em que o presidente Donald Trump intensifica as suas ameaças contra o Irão.
A informação foi divulgada pelo Departamento de Defesa, que destacou a movimentação como um meio de aumentar a presença militar na região, já marcada por elevados níveis de tensão.
O Carl Vinson Carrier Strike Group, que até então operava nas proximidades das Filipinas, será agora colocado sob o comando do Comando Central dos EUA (CENTCOM), responsável pelas operações militares americanas no Médio Oriente. Esta manobra militar visa promover a “estabilidade regional, deter agressões e proteger o livre fluxo de comércio na área”, segundo declarações do Pentágono.
Além do destacamento dos navios de guerra, que incluem porta-aviões e contratorpedeiros, o Pentágono também anunciou a mobilização de esquadrões adicionais e outros meios aéreos, reforçando assim as capacidades de apoio aéreo defensivo na região.
Esta movimentação surge semanas após Trump ter dado início a um ataque “decisivo e poderoso” orientado contra os Houthis, no Iémen. O aumento da presença militar dos EUA no Médio Oriente ocorre num contexto de pressão crescente sobre o Irão, que tem sido instado a negociar um acordo nuclear com Washington.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar dois (2) Assistentes Comunitários. Saiba mais.
A Fundação Wiwanana, uma organização nacional que trabalha no âmbito da promoção de saúde comunitária, pretende contratar um (1) Oficial de Projecto. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Director de Programa EmpowerED. Saiba mais.
Dois funcionários do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) da província de Inhambane foram suspensos das suas funções, após serem indiciados por um alegado desvio de mais de cinco milhões de meticais dos cofres do Estado.
Os suspensos são E. Xadreque, ex-chefe dos Recursos Humanos, e A. Cidumo, que se encontrava no sector de Contabilidade.
Segundo informações apuradas pelo jornal “Notícias”, os técnicos terão utilizado esquemas fraudulentos para retirar um montante total de cinco milhões e quinhentos mil meticais entre os anos de 2023 e 2024. O desvio foi detectado em Novembro de 2024, quando uma discrepância foi identificada durante a confrontação de dados entre o sistema e o mapa de funcionários, revelando inconsistências nos números.
César da Silva, director provincial do STAE, confirmou que, após a detecção do desfalque financeiro, foram accionados os mecanismos necessários, resultando na suspensão imediata dos envolvidos. Neste momento, aguarda-se a decisão do Tribunal Administrativo sobre o caso. Os acusados encontram-se em liberdade, enquanto o processo criminal prossegue.
A investigação, liderada pelo Gabinete Provincial de Combate à Corrupção, revelou que os valores eram subtraídos mensalmente na rubrica de pessoal. Da Silva detalhou que a astúcia dos implicados tornou a fraude difícil de detectar, uma vez que os mapas de pagamento estavam formalmente correctos, com alterações apenas nos totais, que não correspondiam aos dados do sistema E-SISTAFE, acessível à contabilidade.
A queda da ponte metálica pedonal que era erguida sobre o rio Ivagalane, no distrito de Quelimane, deixou a população local em estado de apreensão.
O incidente ocorreu na última segunda-feira, poucas semanas antes da cerimónia de entrega oficial da infraestrutura, que deveria ligar os bairros de Sangarivera e Ivagalane.
As autoridades municipais ainda não se pronunciaram sobre as causas do desabamento. As obras da ponte, iniciadas no ano passado, faziam parte de um projecto mais amplo que incluía também as construções em Namuinho, Inhangome, Icidua e Ilalane, todas financiadas pelo Banco Mundial em colaboração com o Governo, num total estimado de mais de 178 milhões de meticais. Contudo, a construção da ponte de Ivagalane já tinha enfrentado diversas interrupções devido a problemas logísticos e técnicos.
No local do acidente, a equipa do “Notícias Online” constatou que um dos suportes da ponte havia sofrido um desligamento, o que resultou no colapso da estrutura metálica. O desabamento agrava a situação dos moradores do bairro Ivagalane, que agora se vêem obrigados a utilizar barcos de madeira para atravessar o rio e aceder a serviços sociais na zona cimentada da cidade.
Margarida Abdul, residente no bairro Sangariveira, expressou a sua perplexidade face ao sucedido e levantou questões supersticiosas, sugerindo que o desabamento poderia estar relacionado com a morte de duas cobras por parte dos empreiteiros durante as obras. Alexandre Ibrahimo, morador do bairro Ivagalane, manifestou a sua preocupação, afirmando que o desabamento prolongará o sofrimento da comunidade, até que uma solução viável seja encontrada.
Em resposta à situação, a população solicita a implementação de medidas eficazes que evitem a repetição de eventos semelhantes no futuro. O director de Estradas e Pontes das autoridades municipais foi contactado e prometeu uma declaração nas próximas horas, esclarecendo os aspectos técnicos que levaram ao desabamento da ponte.
O Governo moçambicano anunciou a intenção de estabelecer novas regulamentações para a utilização dos recursos minerais e energéticos do país, com o objectivo de assegurar que estes recursos beneficiem, em primeiro lugar, a população e as comunidades locais.
Esta afirmação foi feita pelo ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estêvão Pale, durante a abertura de um retiro dedicado ao debate da legislação do sector.
“Neste momento, não há dúvidas para nenhum moçambicano de que Moçambique possui recursos de índole mundial. Chegou o momento de impor regras na sua utilização, de modo a garantir um maior benefício para o país, para os moçambicanos e para as respectivas comunidades”, afirmou o ministro.
O retiro, que reúne quadros do sector, visa discutir a legislação vigente e explorar formas de “libertar” áreas que são actualmente consideradas “ociosas”, permitindo assim uma exploração mais eficaz e responsável dos recursos disponíveis. Esta iniciativa surge num contexto em que o Governo se compromete a maximizar os ganhos sociais e económicos provenientes da riqueza natural do país.
Os recursos minerais e energéticos de Moçambique, reconhecidos internacionalmente, apresentam um potencial significativo para o desenvolvimento económico. O Governo, ao propor estas novas regras, demonstra a sua determinação em assegurar que a exploração destes recursos seja feita de forma sustentável e que traga benefícios tangíveis para as populações locais.
A administração do Presidente Donald Trump está a efectuar uma intensa operação de detenções e deportações, que já resultou na expulsão de 100 mil imigrantes dos Estados Unidos, de acordo com uma fonte da Segurança Nacional.
Esta informação foi divulgada pelo diário New York Post, que destaca o cumprimento da promessa de campanha do Presidente de implementar deportações em massa.
Desde a posse de Trump, em Janeiro deste ano, o número total de imigrantes detidos ascendeu a 113 mil. A travessia da fronteira sul, por sua vez, apresenta uma diminuição drástica, passando de 53.858 em Setembro de 2024 para apenas 7.000 em Março de 2025, o que levanta questões sobre a eficácia e os métodos utilizados na gestão das fronteiras.
Ainda não se conhece o perfil dos detidos, nem a sua origem, mas a fonte do Departamento de Segurança Nacional indica que a maioria dos deportados foi enviada para o México. Nos primeiros 50 dias do segundo mandato de Trump – que iniciou a 20 de Janeiro – foram detidos 32 mil imigrantes.
Além disso, parte dos imigrantes detidos está a ser remanescida para uma mega-prisão em El Salvador, reforçando a política de deportações mesmo em desobediência a ordens judiciais que visavam suspender tais acções. Este quadro preocupante levanta questões sobre a legalidade e a ética das práticas de deportação em massa, bem como o tratamento dos imigrantes nas instalações de detenção.
O Governo norte-americano continua a justificar estas operações como uma medida necessária para garantir a segurança nacional e combater a imigração ilegal e a actividade de gangues.
Contudo, a abordagem tem gerado críticas tanto dentro dos Estados Unidos como no âmbito internacional, com defensores dos direitos humanos a alertar para as possíveis violações dos direitos dos imigrantes.
O Presidente da República de Moçambique deu início a um inovador projecto habitacional direccionado especialmente para os jovens, no bairro da Costa do Sol, na cidade de Maputo.
A iniciativa visa a construção de edifícios que incluirão infraestruturas essenciais, como vias de acesso, sistemas de distribuição de água e energia, além de drenagem de águas pluviais e saneamento.
Este projecto é resultado de uma parceria estratégica entre o Governo moçambicano e o sector privado e tem como principal objectivo proporcionar moradias de qualidade à população, face à crescente demanda por habitação adequada e sustentável. Segundo o Presidente Daniel Chapo, esta iniciativa também se destina a promover o desenvolvimento socioeconómico do país.
“O projecto de apartamentos para jovens, que estamos a lançar hoje e que será implementado pela empresa Fenex International Group, com sede em Hong Kong, insere-se na política de habitação que prometemos aos jovens de Rovuma a Maputo durante a nossa campanha eleitoral. Prometemos e estamos aqui para cumprir. Este é um marco no lançamento de um projecto de dimensão nacional”, afirmou o chefe de Estado.
O programa contempla a construção de cerca de 6 mil habitações, com diversas tipologias, permitindo assim que cada indivíduo encontre uma casa condigna ao seu alcance financeiro. O Presidente Chapo reconheceu as limitações do Estado em garantir habitação digna para todos, mas reafirmou o compromisso assumido durante a campanha eleitoral e na sua investidura, em Janeiro, de transformar a habitação em Moçambique como um dos pilares para a redução da pobreza, especialmente entre a juventude.
Além da capital, o projecto será expandido para outras províncias do país. A política habitacional em vigor propõe a promoção e facilitação de investimentos, tanto nacionais quanto estrangeiros, para a construção de complexos habitacionais acessíveis a todos os segmentos da população, incluindo as camadas de baixa renda. “Este é apenas o ato de lançamento do projecto na nossa capital, mas a nossa visão é replicar este modelo de habitação viável, adaptando-o ao poder de compra local em todo o país, ao longo deste quinquénio que o povo moçambicano nos confiou para governar”, concluiu o Presidente.
O Ministério da Saúde de Moçambique anuncia a implementação de uma nova tecnologia de rastreio de medicamentos, com o objectivo de assegurar uma distribuição eficaz e abrangente nas unidades sanitárias do país.
A informação foi revelada ontem pelo ministro da Saúde, Ussene Isse, durante uma visita ao Hospital Central de Nampula.
O ministro destacou a actual crise de falta de medicamentos nos hospitais, que se deve, em parte, ao roubo e descaminho perpetrado por alguns funcionários do sector para fins pessoais. Com a nova iniciativa, que conta com o apoio de uma empresa sul-coreana, espera-se uma melhoria significativa na prestação de serviços de saúde.
O sistema a ser introduzido consiste num software de monitoramento em tempo real, que permitirá acompanhar a trajectória dos medicamentos desde o armazém central até à sua distribuição nas unidades hospitalares. Esta medida visa garantir um controlo rigoroso dos “stocks” e da distribuição, facilitando a identificação imediata de irregularidades e a adopção de medidas correctivas em caso de desvios.
Ussene Isse acredita que esta inovação tecnológica será um marco na gestão eficiente dos recursos do Serviço Nacional de Saúde (SNS), além de promover um melhor acesso a medicamentos essenciais pela população. O ministro fez estas declarações enquanto liderava uma cirurgia bem-sucedida a uma paciente de 32 anos, que há cinco anos lidava com um tumor no pescoço, conhecido como bócio.
As autoridades de Saúde na província de Manica manifestaram recentemente a sua preocupação com a crescente ausência de alguns profissionais nas unidades hospitalares públicas, o que tem resultado em numerosas queixas por parte dos pacientes, que denunciam a deterioração da qualidade do atendimento.
Firmino Jaqueta, director provincial da Saúde, declarou que alguns trabalhadores têm abandonado os pacientes para atender a compromissos pessoais durante o horário de trabalho. Esta situação levanta sérias preocupações não apenas em relação à segurança dos doentes, mas também à qualidade do serviço prestado nas instituições de saúde.
A falta de profissionais tem gerado um clima de insatisfação entre os utentes, que esperam cuidados adequados e assistência contínua nas unidades de saúde. As autoridades apelam à responsabilidade e à ética dos trabalhadores da saúde, sublinhando que a prioridade deve ser sempre o bem-estar dos pacientes.
Em resposta a este problema, o director provincial da Saúde destacou a importância de implementar medidas que garantam a presença e a dedicação dos profissionais durante o horário de trabalho. O que se espera é que a situação melhore, assegurando que todos os pacientes recebam o tratamento adequado e necessário.
A província de Gaza enfrenta uma grave crise, com o avanço de elefantes e leões a provocar o pânico entre as populações locais.
O fenómeno, que tem afectado particularmente as localidades de Chigubo e Mapai, está a agravar-se, com cerca de 25 mil pessoas em risco de fome devido à destruição de 7 mil hectares de terras cultiváveis.
António Chaúque, um residente da região, manifestou a sua preocupação ao jornal “O País”, afirmando que a recente movimentação dos paquidermes fez soar alarmes em Mangaze, levando centenas de famílias a abandonarem as suas casas. “Como sabem, a chuva não tem caído como deve ser, e o pouco que conseguimos cultivar foi destruído pelos elefantes”, lamentou.
Além dos danos causados às áreas de cultivo, os leões também têm contribuído para a crise, com um registo alarmante de cerca de 180 cabeças de gado devoradas nos parques de Banhine, Limpopo e Zinave. Este problema, embora não seja recente, intensificou-se nos últimos três meses, criando um ambiente de tensão que preocupa as autoridades comunitárias.
De acordo com dados da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), aproximadamente 26% do território nacional é constituído por áreas de conservação, que servem como habitat para diversas espécies de fauna e flora com valor ecológico significativo. No entanto, a coexistência entre a vida selvagem e as comunidades locais continua a ser um desafio persistente.
Um incidente alarmante ocorreu nas águas da Tailândia, quando um barco com 36 pessoas a bordo, incluindo 31 turistas, deflagrou em chamas.
O sinistro teve lugar nas proximidades da ilha de Maiton, uma zona popular situada perto da famosa província de Phuket.
De acordo com informações avançadas pelo Metro britânico e outros meios de comunicação internacionais, os turistas envolvidos no acidente são, na sua maioria, de nacionalidade russa e cazaque. Das 36 pessoas a bordo, pelo menos seis sofreram ferimentos, embora as circunstâncias exactas do incidente ainda estejam a ser investigadas.
A embarcação, identificada como Tana Marine 555, estava a apenas 50 metros da costa quando se registou uma explosão que deu origem ao incêndio. As autoridades locais estão a trabalhar para apurar as causas que levaram a este trágico acontecimento, que, felizmente, não resultou em vítimas mortais.
As operações de socorro foram prontamente activadas, com serviços de emergência a responderem rapidamente ao chamado. A situação está a ser monitorizada de perto pelas autoridades tailandesas, que pretendem garantir a segurança de todos os turistas na região.
Na sequência de intensas reivindicações por parte dos transportadores de semi-colectivos de passageiros, a Polícia da província de Manica decidiu desmantelar os postos de fiscalização rodoviária que haviam sido instalados ao longo da Estrada Nacional Número Seis (EN6).
A informação foi avançada por um transportador que afirmou: “Chegamos a um acordo, onde alguns postos não vão fiscalizar. Por isso, nós estamos aqui para retomar as nossas actividades”, conforme noticiado pelo jornal O País.
A suspensão das actividades de transporte de passageiros em Manica, que ocorreu na última segunda-feira, foi um reflexo do descontentamento da classe, que classificou como excessivo o número de postos de fiscalização existentes na estrada. Apesar da polícia ter justificado a presença destes postos como necessária para o controlo de parâmetros como velocidade e lotação, o diálogo com os transportadores culminou na sua remoção.
É importante frisar que a decisão da polícia em retirar alguns postos de fiscalização surge após um trágico acidente de viação no distrito de Gondola, onde 23 pessoas perderam a vida. Na semana passada, as autoridades já haviam sinalizado a intenção de reaver os postos de fiscalização “onde se faz necessário”, numa clara tentativa de equilibrar a segurança rodoviária com as necessidades dos transportadores.
Um outro transportador, no entanto, alertou que, apesar do acordo, a classe de motoristas tem a obrigação de respeitar a lotação dos veículos. Este ponto de vista, contudo, não é unânime entre os transportadores. Assim, está agendada uma reunião entre as partes para a próxima quinta-feira, onde se espera que sejam discutidas e definidas novas directrizes que satisfaçam ambas as partes.
Pelo menos 186 migrantes foram resgatados ao largo das Ilhas Canárias, numa operação efetuada pelo Serviço de Salvamento Marítimo espanhol.
As autoridades locais confirmaram que os migrantes, que se encontravam a bordo de três embarcações, desembarcaram em segurança na ilha de Lanzarote.
O serviço de resgate recebeu alertas na noite de terça-feira sobre a presença de embarcações em dificuldades próximo de Lanzarote. Em resposta, o navio Salvamar Talía foi mobilizado para a operação de resgate, conseguindo abordar as três embarcações que transportavam, respectivamente, 54, 68 e 64 pessoas, entre as quais se incluíam sete mulheres e uma criança.
Segundo informações do Salvamento Marítimo espanhol, todos os migrantes desembarcaram em boas condições de saúde, o que foi um alívio para as equipas de resgate. Esta operação destaca a contínua luta pela segurança de pessoas que tentam atravessar o Mar Mediterrâneo em busca de melhores condições de vida.
As equipas de resgate da China conseguiram resgatar uma mulher com vida após ela ter permanecido presa sob os escombros do Great Wall Hotel, em Mandalay, durante quase 60 horas, após um forte terremoto que atingiu a região na passada sexta-feira (28).
A operação de resgate, que durou cerca de cinco horas, foi marcada por momentos de emoção, com testemunhas aplaudindo ao ver a mulher ser retirada dos escombros e transportada em uma maca. Segundo informações da embaixada chinesa, a vítima encontra-se em estado estável.
As operações de busca estão a ser realizadas não apenas pelas forças públicas, mas também por voluntários que, mesmo sem equipamentos adequados, dedicam dias a tentar localizar e salvar pessoas que ficaram soterradas nos edifícios que desabaram em consequência do violento tremor. Até ao momento, o terremoto causou a morte de mais de 2 mil pessoas em Mianmar, além de pelo menos 18 vítimas no país vizinho, Tailândia.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos estima que o número de mortos em Mianmar poderá ultrapassar os 10 mil, e o impacto económico das perdas poderá exceder a produção anual do país.
A assistência internacional começou a chegar a Mianmar no fim-de-semana, após um pedido de ajuda da junta militar que governa o país. Entre os países que responderam ao apelo encontram-se a China e a Rússia, aliados do regime, que enviaram ajuda e pessoal. Além destes, a Índia, Tailândia, Malásia e Cingapura também contribuíram com assistência humanitária.
Os Estados Unidos prometeram um auxílio de 2 milhões de dólares, que será canalizado através de organizações de assistência humanitária presentes em Mianmar.
O director da Escola Primária Eduardo Mondlane, situada no distrito de Meconta, na província de Nampula, foi julgado e condenado a 13 meses de prisão por desvio de 57 sacos de arroz, óleo, sal destinados a lanches escolares e material informático da instituição.
A decisão judicial surge em resposta a um processo criminal que visava responsabilizar o acusado pelos actos de corrupção.
Melchior Focas, administrador do distrito de Meconta, foi citado pela Revista Lusófona e esclareceu que, além da condenação criminal, está a decorrer um processo administrativo ou disciplinar contra o director, que poderá resultar na sua demissão ou até expulsão do aparelho do Estado. “Já está a decorrer o processo disciplinar contra o director dessa escola e isto, provavelmente, vai culminar com a sua cessação ou demissão, dependendo da matéria do processo, ou, na última das hipóteses, expulsão do aparelho de Estado”, afirmou Focas.
Enquanto o resultado do processo disciplinar não é conhecido, o administrador sublinhou que o director e os demais funcionários envolvidos no furto são obrigados a retomar as suas actividades.
Este caso é considerado singular no distrito de Meconta, e Focas fez um apelo aos gestores escolares para que evitem comportamentos corruptos. “Um dirigente de uma escola deve ser exemplar”, concluiu o administrador, enfatizando a importância da ética e da responsabilidade na gestão de instituições educativas.
A Polícia da República de Moçambique anunciou a detenção de uma adolescente de 17 anos, acusada de ter roubado um recém-nascido no Hospital Provincial de Xai-Xai, localizado na província de Gaza.
De acordo com relatos da imprensa local, a jovem confessou ter levado a bebé para casa por ter sentido uma forte simpatia por ela.
No entanto, ao chegar à sua residência, a adolescente foi confrontada pela sua família e pela comunidade, que a repudiaram pela ação. Diante da pressão social e da reprovação, a jovem decidiu devolver a criança à mãe. A Polícia informou que a adolescente encontra-se sob custódia na 2ª Esquadra da PRM (Polícia da República de Moçambique).
As autoridades revelaram que a jovem havia sofrido recentemente um aborto espontâneo e temia comunicar ao pai da bebé sobre a perda, o que poderá ter contribuído para o seu comportamento impulsivo.
A escassez de gasolina persiste na cidade de Tete, causando um cenário caótico na capital provincial. Há uma semana, a situação agravou-se, resultando em longas filas e desordem na única bomba de combustível que ainda disponibiliza o recurso na urbe.
Uma ronda realizada hoje pelo “Notícias Online” revelou que a oferta de combustível tem sido intercalada, com cada dia a ver a disponibilidade de gasolina limitando-se a uma bomba específica. Este estado de coisas tem imposto constrangimentos significativos aos automobilistas, muitos dos quais se viram obrigados a solicitar dispensa no serviço. Além disso, o problema tem impactado negativamente os negócios de moto-taxistas e “txopelistas”, que dependem do combustível para o exercício das suas actividades.
Embora a Importadora Moçambicana de Petróleos (IMOPETRO) tenha garantido que não existe falta de combustível em todo o país, os gestores das bombas de combustível que falaram com o “Notícias” apontaram a escassez a registar-se no Porto da Beira, na província de Sofala, de onde provêm os carregamentos de gasolina. Esta situação levanta preocupações sobre a logística e a distribuição de combustíveis, que pode estar a comprometer a estabilidade do mercado local e a qualidade de vida dos cidadãos.
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