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Quarta-feira, Abril 8, 2026
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Falta de água está em vias do fim em Quelimane

Falta de água está em vias do fim em Quelimane
O problema da falta de água que preocupa os citadinos de Quelimane poderá ser ultrapassado, até Dezembro próximo, com a conclusão da construção de novos centros abastecimento deste líquido naquela em curso nesta parcela do país.

Em Quelimane, segundo escreve o Diário da Zambézia, a crise de água tem sido a principal dor de cabeça. Em alguns bairros, diga-se, as torneiras ficam meses sem jorrar água, para além de percorre-se longas distâncias a para consegui-la.

A delegada do Fundo de Investimento do Património de Abastecimento de Água (FIPAG) em Quelimane, Katia Zacarias, disse que os depósitos existentes já não têm capacidade para responder à demanda dos clientes que diariamente procuram ter água nas suas residências.

Os dados avançados pela interlocutora indicam que a FIPAG, neste momento, só consegue abastecer 4.700 metros cúbicos de água por dia, o que não satisfaz as necessidades dos consumidores.

A resolução deste problema, de acordo com Katia Zacarias, depende da conclusão dos depósitos de água que estão em construção na zona de Sampene, arredores de Quelimane.

“Assim que as infra-estruturas estiverem prontas, Quelimane terá água em quantidade, mas isso só a partir de Dezembro próximo. Bairros como Namuinho, Aeroporto, Icidua e outros poderão ter água 24h por dia”, prometeu.

O governo de moçambicano, acrescentou a fonte, aprovou recentemente um projecto para expansão de água na cidade de Quelimane. Espera-se que esta actividade inicie em Outubro próximo.

Governo pode banir a cultura do algodão em Nampula

Governo pode banir a cultura do algodão em Nampula
As autoridades governamentais, na Província de Nampula, não descartam a possibilidade dos produtores abandonarem o cultivo do algodão, caso persista a falta de seriedade por parte das empresas fomentadoras daquela cultura de rendimento.

O director provincial da agricultura em Nampula, Pedro Dzucule, disse que uma outra razão que concorre para o abandono da cultura do “ouro branco”, é a queda dos preços de venda, o que desanima os produtores. Ocorre também a alocação tardia de insumos agrícolas para as posteriores sementeiras.

Aquelas autoridades suspeitam-se que as empresas que fomentam a cultura do algodão estejam a falir, presumivelmente, devido à crise económica e financeira que assola a maioria dos países do mundo, desde 2008.

Pedro Dzucule falava a jornalistas no final da 14ª Sessão Ordinária do Governo Provincial, encontro realizado esta Quarta-feira (29). Acrescentou que os produtores de alguns distritos, em Nampula, já estão a apostar nas culturas de rendimento consideradas estratégicas como é o caso da soja e do gergelim.

A esse respeito, referiu que as comunidades tendem a dominar os conhecimentos relacionados com os ciclos de produção das culturas de rendimento e os respectivos benefícios.

“Uma cultura de rendimento, viável para o crescimento da economia do país, deve obedecer os seguintes critérios: benefícios económicos, ambientais e uma aceitação social”, explicou a fonte.

Sem avançar dados comparativos com as anteriores actividades, aquele dirigente disse que na presente campanha foram comercializadas 30 mil toneladas de algodão-carroço. E estão disponíveis, nos armazéns, 37 mil toneladas de castanha de caju. Porém, foram cumpridas as metas da sua comercialização devido às más condições climatéricas.

Num outro desenvolvimento, Pedro Dzucule, disse que a província de Nampula está a receber vários projectos de investimento para o sector agrícola com o propósito de impulsionar o aumento dos níveis de produção de alimento com recurso a tecnologia.

Para o efeito, os governos distritais estão a identificar as áreas prioritárias para as quais direccionar-se-á tais investimentos.

Inspecção detecta várias irregularidades no sector da Saúde em Inhambane

Inspecção detecta várias irregularidades no sector da Saúde em Inhambane

Um relatório da Inspecção Provincial da Saúde (IPS) de Inhambane reporta um mar de irregularidades no sector da Saúde, desde mau atendimento dos utentes das unidades sanitárias, roubo de medicamentos nos hospitais e nas farmácias públicas, corrupção nos centros de formação de saúde, passando pelo desvio de dinheiro nos cofres do Estado, até a ratos que roem medicamentos nos armazéns.

O relatório foi elaborado pela Inspecção Provincial de Saúde de Inhambane e entreguem ao Director Provincial do pelouro, Naftal Matusse. O Canalmoz está na posse de uma cópia.

O documento de 24 paginas traz as “principais constatações das actividades inspectivas da IPS no período 2011 a primeiro semestre de 2012”.

Nas unidades sanitárias

Nas unidades sanitárias, o relatório destaca o mau atendimento aos doentes, furto de medicamentos com envolvimento dos funcionários, falsificação de receitas médicas para  desvio de medicamentos nas farmácias até a situações de doentes mandados capinar nas unidades sanitárias.

Nos centros de formação

Aqui os inspectores dizem que “não há observância dos critérios de admissão, falta cumprimento dos planos de estudo, há incumprimentos da carga horária, falta acompanhamentos dos alunos no campo de estágio, não há confirmação dos certificados de habilitações e falta clareza nos processos da atribuição de bolsas de estudos”.

Nas farmácias

As inspecções constataram casos de não preenchimento das fichas de controlo da saída de medicamentos, falta de higiene e limpeza nos depósitos de medicamentos, falta de sistemas de frio, existência de ratos nas farmácias, alguns medicamentos mal conservados, adulteração do preço de venda de medicamentos, consumo de cigarros no interior das farmácias, entre outras irregularidades.

Área financeira

Na área financeira, o trabalho da inspecção apurou existência de despesas sem autorização do ordenador, despesas pagas em numerário, má gestão de fundos, pagamentos de ajudas de custos sem realização da actividade, pagamento de produtos não fornecidos, despesas feitas sem proposta nem requisição, uso de bens do Estado para fins pessoais, desvio de bens, aquisição de bens em nome do Estado para fins pessoais, uso indevido de viaturas, destruição de viaturas do Estado, abastecimento de viaturas não pertencente ao Sistema Nacional de Saúde.

Ainda no sector financeiro o documento diz que cerca de 359.056,95 meticais foram desviados dos cofres do Estado no período entre 2011 e primeiro semestre de 2012.

Renamo dá ultimato ao Governo

Renamo dá ultimato ao Governo
A Renamo, principal partido da oposição em Moçambique, deu um ultimato ao Governo até domingo, para a retirada da polícia das imediações da sede do movimento em Nampula, disse hoje o porta-voz desta formação política.

A Força de Intervenção Rápida (FIR) mantém um contingente nas redondezas da sede da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) na província de Nampula, norte do país, desde março passado, quando esta polícia antimotim invadiu as instalações durante um confronto com antigos guerrilheiros do partido.

No confronto, um polícia morreu e 27 membros do principal partido da oposição foram detidos, dos quais a maioria foi libertada, enquanto alguns ainda aguardam julgamento.

Em declarações à Lusa em Maputo, o porta-voz da Renamo, Fernando Mazanga, disse que o partido comunicou ao Governo da província de Nampula que a polícia tem até domingo para se retirar da sede.

“O partido vai esperar até domingo e depois vai organizar uma manifestação de repúdio contra o cerco à sede. A FIR é para impor a lei e ordem e não para montar cercos a partidos políticos”, disse o porta-voz da Renamo.

A Renamo, assinalou Fernando Mazanga, não espera “nenhum banho de sangue” na manifestação que poderá realizar-se contra a presença da polícia na sua sede, mas faz depender as consequências dessa ação à postura da polícia.

“Acreditávamos que os contactos entre o presidente da Renamo (Afonso Dhlakama) e o chefe de Estado (Armando Guebuza) resolveriam a questão, mas isso não aconteceu e já não é possível controlar a irritação dos membros do partido com a situação”, acrescentou Fernando Mazanga.

O porta-voz da Renamo desmentiu que as mudanças na direcção do partido em Nampula tenham a ver com uma nova postura que esta formação política quer impor na resolução do diferendo com a polícia.

“São mudanças necessárias para lubrificar a máquina partidária. Se (José) Mourinho entendesse que (Cristiano) Ronaldo não joga, não joga”, enfatizou o porta-voz da Renamo, defendendo as competências de Afonso Dhlakama para restruturar a direção do partido.

No âmbito das mudanças anunciadas esta semana, Afonso Dhlakama exonerou Lúcia Afate do cargo de delegada da Renamo em Nampula e nomeou para o posto Júlia Sebastião e exonerou António Nihórua do posto de chefe de mobilização, não tendo ainda indicado o novo titular.

Tolerância de ponto para Mueda e vila de Ancuabe

Tolerância de ponto para Mueda e vila de Ancuabe
A Vila municipal de Mueda, sede do distrito do mesmo nome, na província de Cabo Delgado, completa 45 anos no próximo domingo desde que ostenta esta categoria.

Com efeito, o Ministério do Trabalho concede tolerância de ponto a todos os trabalhadores e funcionários públicos residentes durante o dia de segunda-feira próxima, 3 de Setembro. Entretanto, ainda na mesma província, a vila de Ancuabe observa, amanhã, tolerância de ponto, pelos seus 41 anos de elevação a esta categoria. As tolerâncias não abrangem àqueles trabalhadores cuja natureza da actividade não pode ser interrompida no interesse público.

Açúcar de Mopeia para União Europeia

Açúcar de Mopeia para União Europeia
Uma nova fábrica de produção de açúcar deverá ser construída a partir de 2014, no distrito de Mopeia, província central da Zambézia, graças ao investimento a ser feito por empreendedores sul-africanos em montante ainda não revelado.

Parte da produção será exportada para o mercado da União Europeia, que é o destino do açúcar produzido pelas quatro fábricas de Moçambique, nomeadamente, de Mafambisse, Xinavane, Maragra e Marromeu.

O empreendimento estará concebido para empregar directa ou indirectamente cerca de 3500 pessoas, segundo João Manuel Zamissa, administrador do distrito de Mopeia, falando, esta Terça-feira (28), ao Correio da manhã, em Maputo, onde se encontra em formação sobre administração pública, gestão dos recursos humanos, boa governação e políticas de descentralização.

Zamissa revelou, entretanto, que cerca de 400 mil dólares deverão ser aplicados em trabalhos de plantação da cana sacarina a partir dos finais deste ano de 2012, numa área que faz parte dos cerca de 25 mil hectares que se estendem pelo regadio de Mopeia destinado para produção de várias culturas alimentares.

O sistema de regadio está a ser recuperado de modo a produzir arroz e outras culturas, esperando-se posteriormente mobilizar mais investimentos para a montagem da fábrica de processamento daquele cereal.

Produção de açúcar deverá aumentar 21% em 2012

rodução de açúcar deverá aumentar 21% em 2012
A produção de açúcar pelas quatro açucareiras moçambicanas deverá aumentar em cerca de 21%, ao longo do presente ano de 2012, devido ao melhoramento de rendimento agrícola em 2% e aumento da área de produção de cana em 11%.

Concretamente, na presente safra agrícola, as açucareiras de Mafambisse, Xinavane, Maragra e de Marromeu deverão produzir pouco mais de 470 mil toneladas de açúcar e 154.680 toneladas de melaço, a partir de uma área de colheita de mais de 47.268 hectares, segundo o Centro de Promoção Agrária (CEPAGRI) do Ministério da Agricultura.

A mesma instituição indica, por outro lado, que a indústria açucareira emprega actualmente 28.152 trabalhadores, entre permanentes e sazonais, o correspondente a 23.727 postos de trabalho a tempo inteiro, sem contar com trabalhadores empregues por empresas contratadas por três das quatro açucareiras moçambicanas para corte, recolha e transporte de cana e assalariados empregues por canavieiros independentes.

As empresas que se dedicam ao corte e transporte da cana e os canavieiros independentes têm uma massa laboral estimada em cerca de três mil pessoas entre permanentes e sazonais.

Exportações & importações

Cerca, entretanto, de 25,5 milhões de dólares foram encaixados por Moçambique durante o primeiro semestre de 2012, correspondentes à exportação de 53.583 toneladas de açúcar para os mercados da União Europeia.

Até Dezembro próximo, a indústria espera exportar 250 mil toneladas de açúcar, das quais cerca de 13 mil toneladas para o mercado dos Estados Unidos da América (EUA) e para os dois mercados da União Europeia, esperando-se que o Estado arrecade uma receita de 119 milhões de dólares.

Já nas importações, o Centro de Promoção Agrária realça apenas o facto das mesmas virem a aumentar significativamente fruto das importações a serem feitas pela Distribuidora Nacional de Açúcar (DNA), no âmbito da operação de Toll Refining, que consiste em exportar açúcar amarelo para a África do Sul, recebendo em troca açúcar refinado mediante pagamento do custo de refinação.

Moçambique fica com prata no torneio de vela na Tanzânia

Moçambique fica com prata no torneio de vela na Tanzânia
Moçambique conquistou, recentemente, em Dar-es-Salam, Tanzânia, uma medalha de prata na competição por equipas no 10º Torneio do Campeonato Africano de Vela na classe de “Optimist”.

Na avaliação geral, a prova foi ganha pelo sul-africano David Wilson, ao somar sete vitórias em 12 corridas. Esta foi a segunda participação moçambicana no campeonato em alusão. Em comparação com as edições anteriores, o país tem vindo a melhorar nesse tipo de competições em África.

Participaram do campeonato 12 países africanos, um europeu e outro asiático. Estes dois últimos como convidados.

A próxima edição realizar-se-á em 2013 na África do Sul. A Federação Moçambicana de Vela e Canoagem (FMVC) já pensa nessa edição e nos Jogos Olímpicos de 2016, no Brasil.

Acidentes de viação matam três pessoas em Nampula

Acidentes de viação matam três pessoas em Nampula
Três pessoas morreram na província de Nampula na sequência de sete acidentes de viação ocorridos esta semana.

O porta-voz da Policia da Republica de Moçambique PRM em Nampula, Inácio Dina, disse que em comparação com a semana passada houve uma subida do número de acidentes em cinco casos.

Porém, a corporação, nesta parcela do país, diz não estar preocupada com a situação. Justifica que reduziu o número de vítimas mortais.

No período em alusão, a Polícia fiscalizou igualmente 2.430 viaturas, das quais multou 300 por diversas irregularidades cometidas sobre o novo código de estrada.

Como forma de disciplinar os automobilistas, a Polícia de Trânsito levou a cabo campanhas e palestras de educação cívica. Abrangeu também motociclistas e peões.

Assaltantes com novas artimanhas em Nampula

Assaltantes com novas artimanhas em Nampula

Assaltantes na cidade de Nampula adoptaram novas estratégias para continuarem a realizar as suas actividades criminosas, começando por trabalhar em grupos que usam variados instrumentos contundentes como catanas, facas, machados, e, em alguns casos mesmo armas de fogo, para intimidar as vítimas.

A Polícia da República de Moçambique (PRM), pela voz de Inácio Dina, disse que a corporação está apreensiva com estas novas estratégias e por isso reforçam o patrulhamento na via pública.

Em resultado dessas acções anunciou a detenção, semana passada, de cinco indivíduos que na altura estavam na posse de catanas, facas e machados.

A fonte revelou, ainda, que no período em alusão foram detidas outras catorze pessoas nas diversas subunidades policiais indiciadas no seu envolvimento em 16 casos criminais registados na província.

Trata-se de crimes do tipo furto qualificado, roubo e assalto à residências e, neste momento, decorrem os processos crimes para a sua responsabilização.

Por outro lado, Inácio Dina disse que a corporação recuperou nas mãos dos supostos assaltantes duas viaturas, uma motorizada, sete televisores e um número não quantificado de DVD´s.

Namacurra vai ter porto de águas profundas em 2014

Namacurra
O sector de geografia e cadastro na Zambézia confirmou os pedidos de concessão, requeridos por investidores, para a implantação de serviços de actividades económicas no posto administrativo de Macuze, distrito de Namacurra. Em Namacurra vai ser construído, em 2014, um porto de águas profundas.

O chefe dos serviços provinciais de Geografia e Cadastro na Zambézia, Lázaro Titos Maslava, disse que os projectos propostos por investidores incluem um complexo ferro-portuário e um parque industrial.

O complexo ferro-portuário provém de uma proposta da empresa mineradora Rio Tinto, que explora o carvão de Moatize.

“Há possibilidade para fazer reassentamento, no caso de retirar alguma população que está junto do local onde vai ser erguido o porto, e se não houver essa possibilidade de reassentamento, qual é o outro sítio alternativo para indicarmos os técnicos que vão trabalhar, incluindo a autoridade local e o Governo do distrito, para identificarem as famílias que vão trabalhar, identificarem se são zonas seguras para a vida das comunidades, e se não forem zonas seguras procurarem outros sítios que possam ser alternativos, para serem submetidos aos estudos”, afirmou Lázaro Titos, citado pela Rádio Moçambique.

Arrumadores de carros queixam-se do patronato

Arrumadores de carros do Estacionamento Rotativo e Remunerado, na Cidade de Maputo, queixam-se de desmandos protagonizados pelo patronato.

Os desmandos vão desde os atrasos salariais, falta de contratos, excesso da carga horária até aos despedimentos sem respeitar a lei do trabalho.

São, ao todo, cerca de 150 jovens que trabalham para a ACSG-Associação, Consultoria  e Serviços Gerais, empresa que gere o Estacionamento Rotativo e Remunerado na Cidade de Maputo. Com apenas um ano de existência, a empresa já colecciona problemas. Os trabalhadores acusam o patronato de tratar os trabalhadores sem correcção e urbanidade, para além de violações grosseiras à Lei do trabalho.

O  director dos Recursos Humanos da ACSG, Mequitar  Pedro, desmente algumas acusações, mas assume que, neste momento, há atrasos salariais, uma situação que a instituição promete corrigir.

Botswana pretende formar seus oficiais das forças armadas em Moçambique

Botswana pretende formar seus oficiais das forças armadas em Moçambique
O Botswana está a ponderar a possibilidade de formar oficiais das suas forças armadas na Academia Samora Machel, em Nampula, no norte de Moçambique, disse na terça-feira um responsável militar moçambicano.

De acordo com a Agência Angolana de Informação, Angop, as autoridades militares daquele país “estão muito interessadas em enviar os seus efectivos para frequentarem a Academia Marechal Samora Machel”, disse o vice-chefe do Estado-maior das Forças Armadas moçambicano, Olímpio Camboina, após uma visita àquele país.

“As autoridades tswanas estão apenas à espera da formalização da questão, porque é do seu interesse que seus militares frequentem a Academia Militar Marechal Samora Machel, em Nampula”, acrescentou, citado pelo “Diário de Moçambique”, da Beira.

O militar adiantou que a Academia Samora Machel tem condições para acolher outros alunos oriundos de Estados-membros da SADC.

Seis reclusos fogem da Cadeia Central da Beira

O director da cadeia, Fernando Meliço
Mais seis reclusos evadiram-se das celas da Cadeia Central da Beira, na madrugada de última terça-feira, depois de terem arrombado as grades de uma casa de banho. Dos seis reclusos ora em parte incerta, cinco estavam na situação de detidos por furto e o sexto condenado por homicídio voluntário.

Esta é a segunda fuga este ano. A primeira ocorreu no passado mês de Abril, na qual fugiram 10 reclusos, dentre eles perigosos cadastrados, e, tal como neste caso, também fugiram por uma janela.

O director da cadeia, Fernando Meliço, explicou que os ora fugitivos se aproveitaram da distracção de cinco guardas prisionais que estavam em serviço naquela madrugada para lograr os seus intentos. “Na base das primeiras investigações levadas a cabo por peritos, deduzimos que os fugitivos danificaram a janela da casa de banho e, de seguida, usando o tecto do sector administrativo, que estava próximo da janela, caminharam cerca de 30 metros até encontrarem um edifício comercial contíguo à cadeia. O muro da cadeia está reforçado com arame “escorpião”, mas na junta entre os dois edifícios o mesmo não estava fixo. Acreditamos que foi daí por onde saíram. Até agora não temos pista”, referiu Meliço.

Mulher morre depois de ser atacada por cães da filha

Mulher morre depois de ser atacada por cães da filha
Uma mulher uruguaia morreu após ser atacada por dois cachorros da raça rottweiler que pertencem à sua filha, informaram fontes policias nesta terça-feira (28).

A vítima, identificada pela polícia como S.B.P.B, de 66 anos, morreu em sua casa, na zona rural do departamento de San José, a cerca de 100 quilómetros de Montevidéu.

De acordo com relatos, a filha deixou os cães trancados na cozinha e saiu. Ao voltar para casa, encontrou o corpo de sua mãe com várias mordidas no rosto, nas pernas e nos braços.

A polícia iniciou uma investigação para determinar o que provocou e como aconteceu o ataque dos cachorros. 

Argentino é preso por matar 3 membros da família de ex-companheira

Argentino é preso por matar 3 membros da família de ex-companheira
Um jovem de 24 anos foi detido nesta segunda-feira (27) nos arredores de Buenos Aires acusado de assassinar a apunhaladas a filha, a irmã e a avó de sua ex-companheira, de acordo com fontes da polícia local.
As três vítimas, de 6, 16 e 76 anos, foram encontradas mortas em uma casa da cidade de Benavídez, na província de Buenos Aires, para onde o acusado foi para conversar com a ex-companheira, a quem não encontrou, segundo as fontes.
A mulher, identificada como Romina Martínez, de 26 anos, tinha decidido separar-se do homem após quatro anos de relação e uma filha em comum e há uma semana teria deixado a casa onde viviam.
O detido, identificado como Juan Carlos Cardozo, de 24 anos, e que tem antecedentes de violência doméstica, teria se enfurecido ao não encontrar a ex-companheira e por isso assassinou as três mulheres.
As vítimas foram identificadas como Nilda Ludovica Ham, de 76 anos, sua neta Maria Florença Martínez, irmã de Romina, de 15, e sua bisneta, Marisol Martínez, filha de Romina, de outra relação, de seis.
As três mulheres foram encontradas com múltiplos ferimentos de faca de cozinha, em um corredor de sua casa, depois que um vizinho escutou os gritos das vítimas e alertou à polícia. 

Ametramo confisca material de curandeira confusa em Maxixe

Ametramo confisca material de curandeira confusa em Maxixe
A Associação dos Médicos Tradicionais de Moçambique, delegação da Maxixe, em Inhambane, confiscou o material de uma curandeira, alegadamente por esta fomentar a intriga no seio das famílias, que desembocam em violência doméstica e homicídios.

O material ora confiscado é constituído por cabaças, vulgo Magona, em língua local, incluindo ossadas usadas para as adivinhas. Adivinhas que, segundo a Ametramo, incitam a violência, cujas vítimas são pessoas da terceira idade, acusadas de feiticeiras.

Isabel Fernando, curandeira famosa na cidade da Maxixe, viu o seu material de trabalho a ser apreendido pela Ametramo depois de muitas queixas de familiares e residentes, sobre a sua má actuação.

Além de cobranças de elevadas somas em dinheiro aos clientes, ela aponta nomes dos supostos feiticeiros, semeando confusão nas famílias.

Na cidade da Maxixe, por exemplo, muitas idosas que deambulam pelas ruas pedindo esmola, foram expulsas do convívio familiar por acusações de feitiçaria, imputada pela curandeira Isabel.

Os familiares desta praticante da medicina tradicional também estão revoltados pois, desde que abraçou esta carreira, não há sossego e para acabar com esta anarquia exigem mesmo a destruição do seu material de trabalho, que já foi recolhido para a sede da Ametramo, na cidade da Maxixe.

Para amealhar dinheiro, aquela curandeira responsabilizava algumas pessoa da zona e não só pelo insucesso da vida dos seus clientes.

O presidente da Ametramo em Inhambane, Bernardo Carlos, disse que a agremiação que dirige não pactua com este tipo de comportamento, daí que decidiu suspender as actividades da sua associada e chama a atenção a outros para não trilharem por este caminho.

Multas da Polícia Municipal totalizaram perto de 200 mil meticais na cidade de Maputo

A Polícia Municipal da cidade de Maputo refere que as multas aplicadas por irregularidades em diversos sectores de actividade no município de Maputo, na semana passada, de 20 a 25 de Agosto em curso, resultaram em cerca de 195.200,00 meticais.
O chefe da Repartição de Educação Cívica na Polícia Municipal de Maputo, o sub-inspector, Enoque Safrão, precisou nesta terça-feira em declarações exclusivas ao Canalmoz que no período em análise, a Polícia Camarária aplicou 22 multas por desvio e encurtamento de rotas por parte dos transportadores semi-colectivos.
Enoque Safrão acrescentou que outras 235 multas foram aplicadas por falta de pagamento de Imposto Autárquico de Veículos (IAV), 113 multas por diversas irregularidades e 10 ao abrigo da portaria 17548, referente à poluição sonora e porta aberta.
De acordo com o porta-voz da Polícia Municipal da cidade de Maputo, ao longo dos dias 20 a 25 de Agosto, a corporação camarária parqueou 135 veículos, tendo acompanhado 1 obra e 46 descargas.
Sobre os documentos retidos, a nossa fonte precisou que 22 cartas de condução e 147 livretes foram apreendidos pela Polícia Municipal da cidade de Maputo.
No total, ainda de acordo com Enoque Safrão, foram fiscalizadas 2559 viaturas em seis dos sete distritos municipais, na Direcção Municipal de Mercados e Feiras, na Praça dos Combatentes, também conhecido por Xiquelene e na reserva do Comando da Polícia Municipal.
No concernente ao Piquete, também conhecido por gabinete de permanência ou oficial dia, o nosso entrevistado disse que foram atendidos 99 casos, contra 109 da semana anterior, sendo 86 casos apresentados por homens e outros 13 por mulheres.
Por outro lado, o oficial de permanência da Polícia Municipal registou 20 casos de denúncias, dentre os quais 2 casos sobre transportadores de passageiros e um de perca de carteira de uma mulher que, segundo Enoque Safrão, continha 2 mil meticais.
O chefe da Repartição de Educação Cívica na Polícia Municipal precisou que no distrito municipal de Nhlamankulo foram encerradas ao longo do período em análise 27 barracas, no KaMpfumo 05 barracas, no distrito de KaMaxaqueni 41 barracas e 7 multas.
Outras seis barracas foram fechadas segundo as autoridades no distrito municipal de KaMavota onde igualmente uma multa foi aplicada ao abrigo da porta aberta. E no distrito municipal de KaMubukwana, 19 barracas foram encerradas e 2 aplicadas multas.
Esses dados, segundo a nosso interlocutor, representam uma tendência de diminuição em comparação com os períodos anteriores, isso graças ao trabalho de sensibilização que tem sido levada a cabo pela Polícia Municipal de Maputo.
Campanha de fiscalização de licenças
Sobre a campanha de fiscalização de licenças aos transportadores semi-colectivos que arranca em Setembro, a fonte disse não ter sido decidida até agora “a data exacta para o arranque da operação”. “Nós ainda continuamos a apelar as pessoas para aderirem ao licenciamento que já decorre há 3 meses, porque não gostaríamos de apanhar as pessoas em contra pé”, disse o chefe da Repartição de Educação Cívica na Polícia Municipal.

Chapeiros e Polícia desentendem-se em Massinga

“Chapeiros” fazem braço-de-ferro com a Polícia Camarária e prejudicam passageiros
s proprietários dos transportes semi-colectivos de passageiros, vulgos “chapas”, que operam na rota Massinga-Maputo, Massinga-Maxixe, paralisaram a sua actividade esta segunda-feira, alegadamente porque o Conselho Municipal local os mandou usar o novo terminal (praça) localizado a quilómetros da Estrada Nacional.

No tal novo local (próximo ao aeródromo) não estão criadas as condições para os passageiros esperarem pelo transporte.

Ao paralisar a sua actividade muitos utentes viram prejudicados os seus programas. Estudantes não foram a escola, trabalhadores não foram aos seus postos de trabalho ou atrasaram.

Por volta das 7 horas quando os passageiros começaram a chegar à paragem, depararam-se com uma situação estranha. Nenhum dos automobilistas estava a carregar.

Segundo alguns entrevistados, o problema está no facto de a edilidade forçar a saída dos “chapeiros” para um terminal onde não existem mínimas condições para os passageiros esperarem pelo transporte. Ademais, a referida praça está muito longe da Estrada Nacional, e não só: a estrada que dá acesso ao tal terminal está muito degradada.

Estêvão Salomão, estudante na Universidade Sagrada Família, sedeada na Maxixe, vive na Massinga e diariamente faz o trajecto Maxixe-Massinga. Disse que o braço-de-ferro entre a edilidade e os “chapeiros” está a prejudicar muita gente.

Olinda Nuvunga, funcionária pública na Direcção da Educação Juventude e Tecnologia da cidade de Maxixe, vive na Massinga e também trabalha na Maxixe. No período nocturno frequenta a Faculdade de Biologia na Universidade Pedagógica da Massinga, facto que a faz utente por excelência da via. Lamentou o facto de a tal nova paragem para onde a edilidade está a mandar os “chapeiros” não ter mínimas condições.

Município diz que a medida vai continuar

O Canalmoz ouviu o presidente do Município de Massinga, Clemente Boca, que disse que a medida é irreversível mesmo sabendo que está a prejudicar a população. O município diz que a disposição do actual terminal dificulta o trabalho do Conselho Municipal, nomeadamente o controlo.

Direcção da Indústria e Comércio prova a ministra da Função Pública que o Estado está partidarizado

Direcção da Indústria e Comércio prova a ministra da Função Pública que o Estado está partidarizado
Depois de a ministra da Função Pública, Vitória Diogo, ter dito a uma agência portuguesa de notícias que a partidarização do Estado é uma invenção e “discurso propositado de pessoas”, tendo, na ocasião, exigido provas, eis que a Direcção da Indústria e Comércio da cidade de Maputo trouxe as provas desmentindo total e completamente a ministra.

Num anúncio de necrologia publicado na edição de 23 de Agosto do corrente ano do jornal Notícias, a Direcção da Indústria e Comércio da cidade de Maputo prova a ministra que a partidarização do Estado não é “invenção” muito menos “discurso propositado de pessoas”, mas, sim, uma prática do seu partido Frelimo.

No referido anúncio, os membros e simpatizantes do Comité de Círculo do partido Frelimo da Direcção da Indústria e Comércio da cidade de Maputo informam a morte do seu ex-secretário, Cautela Jorge Munjovo, ocorrida no dia 19 de Agosto do corrente ano.

Refira-se que esta não é a primeira vez que prova inequívoca da partidarização do Estado é colocada em público. Por várias vezes a Imprensa já publicou provas de funcionamento de células do partido Frelimo nas instituições do Estado e reuniões marcadas em plena hora de trabalho. Mais recentemente, em várias partes do país, muitos funcionários públicos foram descontados seus salários para custear as despesas da realização do congresso da Frelimo que terá lugar em Setembro.

Mas na sua entrevista e na tentativa de justificar que o Estado não está partidarizado a ministra afirmou que “um Estado partidarizado é aquele que a sua estrutura está partidarizada e em termos de procedimentos e normas tem implicitamente que conduzam a uma definição com base na filiação partidária”, disse a ministra. É, na verdade, uma definição que coincide com o funcionamento do Estado moçambicano, segundo vários estudos.

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