A cidade da Beira enfrenta um grave problema de gestão de resíduos sólidos, com apenas metade do lixo produzido diariamente a ser recolhida.
A escassez de meios e o congestionamento na única via de acesso à lixeira municipal estão a contribuir para a acumulação de montanhas de lixo em várias zonas da urbe, levantando sérias preocupações de saúde pública.
Diariamente, a cidade produz cerca de mil toneladas de lixo, mas o Conselho Municipal da Beira consegue remover apenas cerca de 500 toneladas para a lixeira da Munhava, a única existente no Chiveve.
Esta situação é particularmente visível no posto administrativo de Inhamizua, o mais populoso e que engloba cinco bairros, onde os amontoados de lixo são uma realidade preocupante.
A vereação de Higiene e Salubridade reconhece a justificação dos munícipes, admitindo uma “crise de meios circulantes” para a recolha dos resíduos.
Pelo menos sete pessoas morreram e trinta ficaram feridas na sequência do desabamento de uma ponte sobre uma linha férrea no sudoeste da Rússia.
O incidente, que ocorreu no sábado, provocou o descarrilamento de um comboio perto da fronteira com a Ucrânia, conforme anunciado pelas autoridades russas.
Entre os feridos, encontram-se duas crianças, uma das quais em estado grave.
O governador regional, Alexandre Bogomaz, utilizou a plataforma de mensagens Telegram para dar conta da situação: “O colapso de uma ponte sobre uma linha férrea causou sete mortos. Trinta vítimas, incluindo duas crianças, foram transportadas para centros médicos na região de Briansk. Duas das vítimas feridas, incluindo uma criança, encontram-se em estado grave”.
As causas do colapso da ponte e do consequente descarrilamento do comboio ainda não foram detalhadas pelas autoridades, que deverão iniciar uma investigação para apurar as circunstâncias exactas da tragédia. As equipas de socorro e de emergência foram mobilizadas para o local para prestar assistência às vítimas e iniciar as operações de recuperação.
A Ucrânia realizou um ataque de drones em “grande escala” contra diversas bases aéreas militares russas, localizadas a milhares de quilómetros do seu próprio território.
Segundo uma autoridade de segurança ucraniana, que falou sob condição de anonimato, a incursão visou bombardeiros estratégicos, atingindo mais de 40 aeronaves de guerra.
Caso as informações se confirmem, este ataque representa a operação de drones mais devastadora da Ucrânia desde o início da guerra, marcando uma escalada significativa nas incursões transfronteiriças. Esta ação ocorre um dia antes das negociações de paz planeadas para segunda-feira em Istambul.
A mesma fonte referiu que “os serviços de segurança ucranianos estão a realizar uma operação especial em larga escala com o objectivo de destruir bombardeiros inimigos longe da frente de batalha, na Rússia”. O ataque simultâneo atingiu quatro bases aéreas militares russas, incluindo a base aérea de Belaya, onde foi reportado um incêndio.
As aeronaves visadas incluíam bombardeiros Tu-95 e Tu-22, modelos que a Rússia tem utilizado para disparar mísseis de longo alcance contra alvos ucranianos.
Este ataque ucraniano surge após a Força Aérea Ucraniana ter afirmado que a Rússia lançou 472 drones durante a noite de sábado, no maior ataque nocturno da guerra até o momento, além de sete mísseis.
A intensidade e a profundidade dos ataques de drones ucranianos evidenciam uma capacidade crescente de projectar força para além das linhas da frente de combate.
As autoridades da Arábia Saudita estão a intensificar a fiscalização contra viagens ilegais a Meca para a peregrinação anual Hajj, na sequência do elevado número de mortes registado no ano passado devido ao calor extremo do verão.
Até ao momento, cerca de 269.678 peregrinos sem autorização foram impedidos de entrar na cidade sagrada.
O Governo saudita atribui a sobrelotação verificada no Hajj, e o consequente aumento das mortes por calor extremo, aos participantes não autorizados. Esta medida de repressão visa garantir a segurança e o bem-estar dos milhões de fiéis que anualmente se deslocam a Meca.
O elevado número de expulsões sublinha tanto a dimensão das peregrinações não autorizadas como a intensa procura para participar no Hajj.
Actualmente, estima-se que pelo menos 1,4 milhões de muçulmanos já se encontrem em Meca, com a previsão de que mais peregrinos cheguem nos próximos dias.
A justiça brasileira pronunciou uma sentença pesada contra Paulo Cupertino, o comerciante acusado de assassinar o jovem actor Rafael Henrique Miguel, na altura com 22 anos, e os seus pais em 2019.
A Primeira Vara do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou Cupertino a 98 anos de prisão no final da noite da passada sexta-feira, após um julgamento tenso de dois dias. Os sete jurados consideraram-no culpado pelo triplo homicídio.
A sentença foi proferida pelo juiz António Carlos Pontes de Souza, que validou as provas apresentadas durante o processo. Paulo Cupertino foi consistentemente descrito como um indivíduo extremamente violento e possessivo, conhecido por sufocar e agredido a sua filha, Isabela, e a sua mulher, Vanessa, ao longo da vida.
Pelo menos 22 pessoas, a maioria atletas, perderam a vida num trágico acidente de autocarro no norte da Nigéria. O veículo, que transportava uma delegação desportiva, caiu de uma ponte numa auto-estrada perto da zona de Gadar Yankifi, no estado de Kano.
As vítimas eram naturais de Kano e regressavam de um campeonato de atletismo realizado no estado de Ogun, no sudoeste do país.
“Com profundo pesar recebi a trágica notícia do infeliz incidente que levou a vida de 22 cidadãos inocentes e deixou vários feridos”, afirmou o governador de Kano, Abba Yusuf, num comunicado citado por meios locais. O responsável expressou ainda as suas “mais sinceras condolências às famílias dos falecidos” em nome do governo regional.
A delegação oficial de Kano que participava no Festival Nacional de Desportos de Ogun incluía atletas, treinadores e funcionários estatais. O Órgão Federal de Segurança Rodoviária da Nigéria (FRSC) informou que o autocarro transportava 32 pessoas (31 homens e uma mulher). A FRSC sugere que o acidente “pode ter ocorrido como resultado da fadiga e do excesso de velocidade após uma longa viagem nocturna”.
O Presidente da Nigéria, Bola Ahmed Tinubu, lamentou o ocorrido, classificando a tragédia como “um golpe devastador para a nação”.
O Festival Nacional de Desportos é um evento multidesportivo de grande relevância na Nigéria, que congrega atletas de diversas regiões do país com o objectivo de promover a união, o desenvolvimento desportivo e a excelência atlética.
Um incêndio deflagrou no hospital de Hamburgo pouco depois da meia-noite local, resultando na morte de pelo menos três pessoas e deixando 34 feridos.
A gravidade dos ferimentos varia, sendo que um dos sinistrados corre risco de vida, 18 apresentam ferimentos graves e 15 são considerados feridos leves.
A maioria dos doentes feridos foi tratada no próprio hospital, sendo que apenas dois foram transferidos para clínicas próximas para receberem cuidados especializados. Uma secção do hospital teve de ser evacuada na sequência do incidente.
As chamas tiveram início num quarto da ala geriátrica, localizada no rés-do-chão do edifício, e rapidamente alastraram para a fachada do piso superior, conforme avançado pela Associated Press. O fumo denso espalhou-se pelos quatro andares do edifício, complicando as operações de resgate e afectando mais pessoas.
Apesar da rápida propagação, os bombeiros conseguiram extinguir o fogo em cerca de 20 minutos. As causas do incêndio são ainda desconhecidas e estão a ser investigadas pelas autoridades competentes.
Testemunhas oculares relataram que as forças israelitas dispararam contra multidões a cerca de um quilómetro de um local de assistência gerido por uma fundação apoiada por Israel.
O governo de Gaza, controlado pelo Hamas, reagiu de forma veemente, declarando que “as forças de ocupação israelitas cometeram um novo massacre contra civis esfomeados que se tinham reunido em pontos designados para a distribuição da chamada ‘ajuda humanitária'”.
A Defesa Civil de Gaza informou que as equipas de socorro não conseguiram aceder ao local do ataque “devido ao perigo extremo”, dado que as forças israelitas abriam fogo nas zonas próximas dos centros de distribuição.
“Está provado pelo sangue, por testemunhas oculares, por relatórios de campo e até por avaliações internacionais que o projecto de ‘distribuição de ajuda humanitária através de zonas tampão’ é uma iniciativa falhada e perigosa”, acrescentou o governo do Hamas, em clara crítica à abordagem da distribuição de ajuda.
Por sua vez, as Forças de Defesa de Israel (IDF) afirmaram que “não têm conhecimento de ferimentos causados por fogo militar israelita no local de distribuição de ajuda humanitária”.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) voltou a impedir no sábado, uma manifestação em Nampula contra a persistente crise de combustível que afecta a província, bem como o silêncio das autoridades governamentais sobre a escassez que já se prolonga há mais de dois meses.
Apesar de os organizadores garantirem o cumprimento da lei, a PRM justificou a sua intervenção alegando, uma vez mais, a falta de condições para a realização do evento.
A manifestação, que foi amplamente divulgada nas redes sociais ao longo da semana, havia sido convocada por um grupo de jovens activistas sociais e defensores dos direitos humanos. O protesto estava previsto para a manhã de sábado, com início no mercado grossista do Waresta, o maior estabelecimento comercial do norte de Moçambique. O percurso incluía várias ruas da cidade e culminaria com a entrega de um pedido formal de esclarecimento ao executivo provincial.
No entanto, tal como aconteceu com a primeira tentativa de manifestação, frustrada no início do mês de Maio, a Polícia bloqueou novamente a iniciativa. Agentes da PRM foram destacados para o mercado Waresta, onde estabeleceram barreiras e impediram a concentração dos manifestantes que se mobilizavam para iniciar a marcha.
O comportamento pacífico e ordeiro dos organizadores e participantes foi crucial para evitar confrontos e detenções, apesar de a força policial se encontrar preparada para reagir a eventuais distúrbios. Sismo Muchaiabande, activista social e defensor dos direitos humanos, que liderava a manifestação, expressou o seu lamento perante o impedimento.
“O que nos espanta é que dirigimos a carta ao município, não à PRM. Esperávamos uma resposta do município, a quem nos dirigimos. A PRM apenas foi informada. No terreno, havia pessoas prontas para marchar, mas, sem condições, ficaram isoladas”, lamentou Muchaiabande, criticando como o direito à manifestação está a ser cerceado.
A mineradora australiana Syrah Resources retomou a produção de grafite na sua mina em Balama, província de Cabo Delgado, após vários meses de paralisação.
A retoma das operações, que estavam suspensas devido a um impasse com as comunidades locais, só foi possível graças à intervenção das Forças de Defesa e Segurança (FDS).
As comunidades de oito aldeias, que vinham exigindo compensações consideradas justas pelos desalojamentos decorrentes do projecto em Setembro passado, foram expulsas do local pela UIR (Unidade de Intervenção Rápida).
Uma fonte citada pela Carta de Moçambique indicou que as actividades foram retomadas há cerca de duas semanas. Contudo, a produção está a decorrer com metade da capacidade normal, devido aos trabalhos de limpeza e reparação de equipamentos que estavam inoperacionais desde Outubro. Apesar de os manifestantes já não estarem a actuar, uma parte da empresa continua sob fortes medidas de segurança.
A fonte revelou ainda que a intervenção da UIR foi robusta: “Os trabalhos na mina já tinham começado, mas, por motivos de força maior, os manifestantes foram expulsos. A Unidade de Intervenção Rápida (UIR) teve de intervir, recorrendo a veículos blindados, gás lacrimogéneo e outras formas de perseguição”. Adicionalmente, os 12 membros da comunidade que tinham sido detidos foram libertados, mas encontram-se sob vigilância das autoridades locais.
As operações da África Mining, uma empresa de capitais chineses que explora areias pesadas na localidade de Malema, distrito de Pebane, província da Zambézia, permanecem suspensas.
A paralisação ocorre há aproximadamente cinco meses, desde que as suas infraestruturas foram invadidas por membros da população local.
Coutinho Eugénio, representante da África Mining em Pebane, fez um apelo urgente à intervenção do governo moçambicano para ser possível a retoma das actividades da empresa.
A população da localidade de Malema tem impedido o reinício dos trabalhos da África Mining, alegando que a empresa não tem cumprido as suas obrigações de responsabilidade social para com a comunidade. Este impasse sublinha as crescentes tensões entre as comunidades locais e as empresas extrativistas em Moçambique, frequentemente ligadas a questões de compensação, desenvolvimento local e impacto ambiental.
Um trágico incidente chocou o bairro 25 de Junho, na cidade de Maputo, no último sábado, quando um jovem de 18 anos perdeu a vida, alegadamente envenenado pelo próprio pai. A Polícia da República de Moçambique (PRM) já está a investigar o caso.
Segundo informações avançadas pelo jornal Notícias, a mãe da vítima revelou que o crime terá sido motivado por vingança. A progenitora suspeita que o pai terá agido após o filho o ter denunciado por alegadamente ter violado a própria irmã, filha do acusado.
As autoridades ainda não divulgaram detalhes sobre o andamento das investigações, mas o caso levanta sérias preocupações sobre violência doméstica e o ambiente familiar que terá levado a esta tragédia. A comunidade aguarda por mais informações e pelo desfecho da investigação policial.
A província de Nampula dá início esta segunda-feira, à primeira ronda de vacinação contra a poliomielite, que visa imunizar cerca de 3.618.100 crianças na faixa etária dos zero aos dez anos.
Esta campanha nacional decorrerá até 6 de Junho, abrangendo todas as 250 unidades sanitárias e locais de grande afluência de pessoas nos 23 distritos da província.
Segundo Geraldino Avalinho, chefe do Departamento de Saúde Pública do Serviço Provincial de Saúde, foram mobilizadas mais de 4.263.752 doses da vacina contra a pólio para assegurar a cobertura total.
A logística da campanha conta com 3.909 equipas e diversos meios de transporte, incluindo motorizadas, barcos (para as ilhas) e viaturas, garantindo o acesso às comunidades, mesmo as mais remotas.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Estudo sobre a Economia Politica do Endividamento Público em Moçambique (1994-2024). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para Estudo sobre Mobilização de Receitas Próprias (Fiscais e Não Fiscais) do Estado, com Foco nas Provincias de Niassa e Nampula. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende contratar um/a (1) Consultor(a) para realização de Estudo/Rastreio de Receitas destinadas às Comunidades em resultado da Exploração de Recursos Naturais. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI), uma organização humanitária sem fins lucrativos com seu enfoque virado ao bem-estar da criança, está a recrutar um (1) Coordenador/a – Empoderamento e Inclusão de Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
Uma trabalhadora de sexo, que operava em vários pontos da cidade de Nampula, foi detida pela Polícia da República de Moçambique (PRM), sob a acusação de furtar bens dos seus clientes.
A porta-voz do Comando Provincial da PRM em Nampula, Rosa Chaúque, explicou que a suspeita “aproveitava-se das suas vítimas no momento das suas incursões e, uma vez embriagados, furtava os seus bens”. A polícia foi notificada e deslocou-se ao local de trabalho da indiciada, onde foi possível neutralizá-la para que fosse responsabilizada criminalmente.
Por sua vez, a detida confessou o crime e admitiu que não é a primeira vez apanhada pela polícia por furto. Descreveu um dos seus actos criminosos: “Eu saí com um senhor até à casa dele, fiquei com a pessoa, depois disso, acabei levando os pertencentes dele, um telefone e computador. O computador vendi por 8 mil meticais”.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo decidiu libertar, por falta de provas, uma jovem de 29 anos que havia sido detida na semana passada. Ela era acusada de tentar traficar a sua afilhada e a sua própria filha de apenas seis anos.
De acordo com uma publicação da TV Miramar, a indiciada alega ter sido coagida a aceitar as acusações e a prestar um depoimento falso sob tortura. A jovem relatou que “foi armado um plano” que envolveria um suposto agente do Serviço Nacional de Investigação (SERNIC), em conluio com a sua amiga e a afilhada.
A defesa da mulher apresentou ao tribunal provas contundentes, incluindo registos de conversas telefónicas e hematomas no seu corpo, alegadamente resultantes da tortura sofrida. Com base nestes elementos, o tribunal optou pela sua libertação.
A família da acusada salienta ainda que, no fim-de-semana anterior ao desenrolar dos acontecimentos, a afilhada pernoitou na casa da madrinha, onde consumiram bebidas alcoólicas e ambas dormiram juntas. A família argumenta que, se houvesse qualquer intenção de sequestro, essa teria sido uma oportunidade.
A madrinha e a sua família exigem justiça, dado que a jovem foi presa, torturada e o seu nome foi manchado na sociedade. A situação levanta sérias questões sobre os procedimentos de investigação e os direitos dos detidos em Moçambique.
O Ministro da Saúde de Moçambique, Ussene Isse, assegurou que o executivo continua empenhado no diálogo com os profissionais de saúde, visando solucionar as questões pendentes, nomeadamente o atraso no pagamento de horas extraordinárias.
Durante a sua intervenção no Parlamento, o governante reiterou que não há necessidade de recorrer a greves no sector da saúde, sublinhando que todos os esforços estão a ser feitos para dar resposta às preocupações expressas pelos profissionais.
A posição do Ministro surge num contexto em que o sector da saúde tem enfrentado greves e paralisações devido a reivindicações relacionadas com salários e condições de trabalho.
Na mesma ocasião, Ussene Isse garantiu que as unidades sanitárias do país dispõem de um stock suficiente de rolos de gesso. O Ministro informou que o país tem actualmente cerca de 43 mil rolos de gesso, o que assegura as necessidades para os próximos dois meses.
O diálogo contínuo visa evitar interrupções nos serviços de saúde, cruciais para a população. A expectativa é que as conversações resultem em soluções que satisfaçam os profissionais e, ao mesmo tempo, garantam a qualidade e a continuidade da assistência médica em Moçambique.
O Ministério da Saúde (MISAU) assegura que dispõe, neste momento, de 143 mil rolos de gesso, quantidade suficiente para garantir a assistência aos doentes durante os próximos dois meses.
A expectativa é que, até Julho, o ministério receba mais 369 mil rolos, assegurando assim o abastecimento para a totalidade do ano.
Esta informação foi avançada pelo Ministro da Saúde, Ussene Isse, em resposta a questões de insistência apresentadas ao Governo durante o segundo e último dia da “prova oral” no Parlamento, segundo reportado pelo jornal “Notícias”.
A epidemia de cólera em Angola continua a agravar-se, tendo o país ultrapassado as 700 mortes desde o seu início em Janeiro deste ano.
Segundo os dados divulgados na sexta-feira pelo Ministério da Saúde, nas últimas 24 horas foram registados mais dez óbitos e 248 novos casos da doença.
O mais recente “Ponto de Situação do Surto de Cólera”, referente a quinta-feira, detalha que os dez óbitos foram distribuídos pelas províncias do Namibe (2), Cuanza Sul (4), Huíla (3) e Luanda (1). Quanto aos novos casos, a província do Namibe registou o maior número, com 115 infecções, de um total de 248 em todo o país.
Desde Janeiro de 2025, quando a epidemia de cólera iniciou em Luanda, a capital, Angola acumula um total de 709 óbitos e 23.674 casos de infecção, o que corresponde a uma taxa de letalidade de 3%.
A província de Luanda continua a ser a mais afectada, somando o maior número de casos (6.733) e óbitos (217). Segue-se a província de Benguela, com 4.681 casos e 107 mortes. A doença já se propagou por 18 das 21 províncias angolanas, demonstrando a sua vasta abrangência geográfica no território nacional.
As autoridades de saúde angolanas continuam a monitorizar a situação e a implementar medidas para conter a propagação da doença e mitigar o seu impacto na população.
A Electricidade de Moçambique (EDM) efectuou mais de 150 mil novas ligações eléctricas em todo o país durante o primeiro trimestre deste ano.
Estas ligações fazem parte do ambicioso programa “Energia Para Todos”.
Este número representa 26% da meta anual estabelecida, que prevê a realização de 600 mil novas ligações até Dezembro de 2025. Os dados foram divulgados durante um encontro alusivo ao Dia Mundial da Energia, celebrado hoje.
No entanto, para garantir o cumprimento da meta de electrificação universal até 2030, a Directora Nacional de Energia do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, Marcelina Mataveia, lançou um desafio à EDM e ao Fundo de Energia (FUNAE).
Mataveia apelou para que ambas as entidades reforcem o combate ao roubo e à vandalização de infraestruturas eléctricas, acções que comprometem significativamente o progresso da electrificação no país.
Na última sessão do Conselho de Ministros, o Governo moçambicano aprovou o Regulamento de Exploração e Prática dos Jogos de Fortuna ou Azar, através...