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Segunda-feira, Maio 4, 2026
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EUA: Polícia que matou Michael Brown em Ferguson demite-se

Demitiu-se o agente da polícia de Ferguson que esteve no centro de várias manifestações nos Estados Unidos.

Darren Wilson foi o responsável pela morte do jovem negro Michael Brown durante uma interpelação por alegado roubo numa loja de conveniência no início de Agosto.

A demissão surge poucos dias depois do ‘grande júri’ de St. Louis ter decidido não avançar com um processo judicial contra o agente.

O veredicto reavivou a fúria popular em Ferguson e protestos solidários noutros pontos do país de pessoas que consideram que a morte do jovem foi provocada pelo abuso de poder do agente, motivado por questões de raça.

O polícia sempre defendeu ter sido autodefesa. Demitiu-se alegando o perigo para os colegas da polícia de Ferguson.

Papa visita “irmão” Bartolomeu na Turquia

Sob apertadas medidas de segurança e olhares curiosos, o Papa Francisco visitou a Mesquita Azul e a Hagia Sophia em Istambul. Mais tarde visitou o patriarcado. Com estas visitas o Papa deseja melhorar o dialogo entre o Islão e o cristianismo e também o relacionamento com a igreja ortodoxa grega”, diz o correspondente da Euronews na Turquia.

Em Istambul, Francisco realizou uma oração ecuménica com o patriarca ortodoxo Bartolomeu I, líder espiritual de 300 milhões cristãos ortodoxos em todo o mundo.

O patriarcado ortodoxo de Constantinopla está sediado no antigo bairro grego de Istambul, o Fanar, apesar de na Turquia existirem apenas alguns milhares de cristãos ortodoxos.

Não houve distúrbios nas ruas de um país em que 99% da população é muçulmana.

“O Papa é um mensageiro da paz dos cristãos para outras religiões. Isso é muito bonito, muito bonito velo a visitar uma mesquita, tal como nós que visitámos uma mesquita, os muçulmanos também visitam as nossas igrejas”, diz uma turista.

O objetivo principal do Papa é aprofundar o relacionamento entre as duas correntes cristãs. Este domingo o Papa realizou uma cerimónia conjunta com o líder ortodoxo de forma a renovar o compromisso do dialogo inter-religioso.

Mais de 52 mil mulheres frequentam Ensino Superior em Moçambique

Cerca de 52.537 mulheres que frequentavam o ensino superior em Moçambique em 2013, contra um total de 41.553 mulheres que frequentavam o ensino superior em 2010. Neste intervalo de tempo, a percentagem de mulheres a frequentarem o ensino superior foi de 39 porcento em 2010 e 41 porcento em 2013.

Este aumento proporcional da população estudantil feminina no ensino superior, visa educar e formar este grupo social maioritário do nosso país e melhorar as condições de vida dos moçambicanos diante dos novos desafios económicos e sociais.

Estes dados  foram revelados na manha desta quinta-feira, pelo vice-ministro da Educação Arlindo Chilundo à margem da Conferência sobre Equidade de Género no Ensino Superior que se realiza sob o lema “Por um Ensino Superior de Qualidade e Relevante para Todos”.

A conferência tem como objectivo, examinar em termos de género o acesso dos estudantes ao Ensino Superior, identificando as diferenças existentes entre homens e mulheres na percepção das suas escolhas de formação e profissionais, assim como os factores escolares e sociais que influenciam estas escolhas;

Segundo Chilundo, a participação feminina no ensino superior continua a ser um desafio premente e comum para o país, cuja efectivação conta com as iniciativas interinstitucionais e constantes reflexões para encontrar respostas mais ajustadas a cada momento.

“A realização desta conferência sobre a Equidade de Género no Ensino Superior é uma sublime oportunidade que o Ministério da Educação identificou para partilhar experiências e visões sobre o desenvolvimento desta abordagem no ensino em Moçambique”, disse.

Ainda de acordo com Chilundo as instituições de ensino superior têm a missão de formar técnicos com elevado grau de qualificações em diferentes áreas de conhecimento sem discriminação nenhuma, daí que a cooperação e o intercâmbio devem constituir prioridades para a resolução de problemas a que a sociedade está exposta, decorrentes das rápidas mudanças sociais, económicas, políticas e ambientais.

“Assim, espera-se que este encontro ofereça uma contribuição em ferramentas necessárias para aglutinar todos os saberes e experiências, visando consolidar os trabalhos já iniciados e em curso no âmbito das reformas do ensino superior no nosso país, na região e no mundo”, referiu.

Por seu turno, a Embaixadora do Reino dos Países Baixos em Moçambique, Frédérique de Man, reconheceu a crescente participação da mulher no ensino superior, mas chamou atenção para a necessidade de se continuar a desenvolver esforços visando suprir as barreiras que as raparigas enfrentam no ensino secundário, apesar da paridade atingida no nível primário.

Dentre as barreiras, de Man apontou a distância casa-escola-casa, o ambiente na escola que pode reduzir o interesse da rapariga em estudar, o assédio sexual, a gravidez precoce, o casamento prematuro, entre outras.

Segundo a diplomata, somente 20 por cento das raparigas completam o ensino secundário, o que significa que “as fragilidades estruturais a nível primário e secundário condicionam directamente a participação da mulher no nível superior”.

De Man considera que o maior desafio vai ser o de trazer soluções de como o ensino superior pode contribuir para a equidade do género.

Para tal, desafiou o ensino superior a formar decisores, líderes e gestores dotados e mais conscientes com relação às desigualdades de género.

AR: Sessão Extraordinária gera contradição entre bancadas parlamentares

A Renamo tentou sem sucesso, submeter mais dois pontos na agenda para a V sessão extraordinária da Assembleia da República (AR), situação esta, que acabou por gerar contradição de opiniões entre as bancadas parlamentares. Por outro lado, os seis pontos em analise da apontados, não foram decididos por consenso pelos três partidos no parlamento.

A Renamo queria que nos seis pontos que já tinham sido agendados para a V Sessão Extraordinária, fossem acrescentados e debatidos mais dois pontos referentes ao Código do Processo Penal e ao Governo de Gestão.

Aliais, os seis pontos em discussão na plenária, não foram fixados por consenso por parte das três bancadas, através das comissões permanentes da AR. Questão pela qual,  levou o maior partido da oposição, a pedir para que, submete-se os dois pontos.

Entretanto, a inclusão acabou por ser chumbada pela AR, com voto da Frelimo contra, da Renamo e o MDM, a favor.

Segundo o deputado da Frelimo, Manuel Katupha, “a Bancada parlamentar da Frelimo, votou contra a inclusão dos dois novos pontos pela bancada da Renamo, na agenda dessa sessão extraordinária, por este procedimento, exorbitar fora da esfera regimental”, justificou.

Contrariamente, ao partido no poder, Frelimo, o MDM, comungou com o densejo  da Renamo, mas puxando para a matéria ligada com a Gestão do Governo. “Esta matéria, é de imperativo nacional, dado os resultados fraudulentos das últimas eleições. Estamos interessados em perceber como é que vai funcionar o Governo de Gestão, queremos evitar que este ponto seja levado ao parlamento paralelo, concretamente, no diálogo politico militar entre o governo e a Renamo”, referiu o deputado do MDM, James Njinji.

E por sua vez, o partido Renamo, justificou a sua votação a favor da inclusão, com o facto de o país se encontrar numa situação de suspense e incerteza, perante os resultados eleitorais anunciados pela Comissão Nacional das eleições (CNE). “No processo eleitoral, houve graves violações, fraudes, prisões arbitrárias, actos de imparcialidade, e estes resultados criarão grande convulsão social, caos, ingovernabilidade, devido a insatisfação dos votantes”, concluiu o deputado da perdiz, José Carlos Palaco, enfatizando que, foram os mesmos motivos que levaram o país numa situação de violência “quem avisa amigo é”, disse.

Quanto as questões atinentes a agenda fixada para a sessão extraordinária, a AR, aprovou ontem, na Especialidade, o Projecto de Lei do direito à Informação, por consenso e em definitivo.

Ministro do Interior: criminalidade não é apenas um caso isolado para Moçambique

O Ministro do Interior, Alberto Mondlane, afirmou nesta quarta-feira (26), que quanto mais os crimes ocorrerem, e serem esclarecidos, a policia estará mais habilitada para combate-lo. E ao tempo, referiu que o crime não é apenas um caso isolado para Moçambique,  pois é uma preocupação para todo o mundo.

O ministro falava ontem, em entrevista, diante a V sessão extraordinária, como convidado do Governo ao parlamento. No entanto, para o alto dirigente do pelouro, a polícia tem estado sempre a trabalhar em prol da soberania e tranquilidade pública nacional.

Numa altura em que, a onda do crimes, sobretudo, dos raptos, que hoje, ocorrem em plena luz do dia, vem ganhando cada vez mais espaço no país.

Para o ministro, Alberto Mondlane, quanto mais casos se registarem e serem esclarecidos, haverá mais competência por parte da corporação para lidar com os mesmos.

Segundo Alberto Mondlane, “as autoridades policiais estão a trabalhar. O que é preciso, é chegar perto do alvo, e no devido momento, vão trazer os resultados. O que nós podemos fazer, é apelar aos cidadãos para que colaborarem com a polícia, dando toda a informação possível, para chegarmos o mais cedo possível.”

Questionado sobre o receio por parte dos cidadãos, em colaborar com a polícia, Mondlane, desmentiu a existência de receio destes, afirmando que, tem havido cruzamento de informações entre as partes.

“A polícia sempre combateu os crimes, há resultados, o que nos preocupa como autoridades, é continuar a haver casos, e mais do que isso, temos que continuar a lutar para que, estes casos sejam esclarecidos, e mais do que isso, futuros casos estejam prevenidos”, concluiu o ministro enfatizando que, o crime não é um caso isolado para Moçambique.

Para o Mondlane, o problema da criminalidade é uma preocupação mundial, e todos os polícias colaboram sempre, disse explicando que, recentemente, as autoridades policiais mundiais, estiveram reunidas, através da Interpol, e a preocupação sobre os raptos foi apresentada”, disse.

Para o caso dos raptos, sobretudo, do empresário Momade Bachir, o ministro garantiu que, a polícia está a investigar todos os casos ocorridos, e estes, constituem uma preocupação para as autoridades, “temos que encontrar as pessoas que fizeram isso, temos que resgatar as vítimas sãs para voltarem ao gozo do convívio familiar”, concluiu.

Ben e Otis brilham no centro cultural universitário

Com uma exibição que durou cerca de uma hora e meia, o saxofonista, Otis acompanhado pelo músico Pedro Ben, ambos moçambicanos radicados em Portugal, encantaram os espectadores e fãs no concerto realizado na última sexta-feira (21) no Centro Cultural Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, na cidade de Maputo, inserido no âmbito do verão Amarelo levado a cabo pela Mcel.

Apesar de o público não ter preenchido totalmente os assentos no local do show, não deixou de ser uma grande exibição de talento das duas grandes figuras que levam Moçambique além fronteira através da música, e que ao mesmo tempo, possuem uma longa carreira e larga experiência nos palcos.

Ambos tocaram os temas mais conhecidos do seu repertório, incluindo alguns dos seus primeiros álbuns, e os espectadores corresponderam ao calor dos artistas. A figura de cartaz do espectáculo, Otis, uma emblemática figura na arena musical, mostrou competência no saxofone. Os espectadores não ficaram adormecidos, acompanharam a marrabenta do Ben, que também não se fazia presente no país, há muitos anos.

Para os participantes, foi um dos espectáculos mais esperados de sempre, visto que as figuras encontravam-se fora dos palcos nacionais há bastante tempo. Sendo que no fim, além do concerto, houve venda de CD’s dos artistas e sessão de autógrafos.

Remoção de areia cria zonas perigosas na Praia da Costa do Sol

Depois dos quatro óbitos por afogamento, registados no último domingo, na praia da Costa da Sol, foram ontem (24) apontadas mais três ocorrências, desta vez envolvendo menores de idade.

Os dois menores identificados pelos nomes de Jossias José e Rosa Carlos de 9 e 14 anos respectivamente, foram resgatados com vida, pela equipa de protecção aos banhistas. O terceiro caso ocorreu numa zona distante dos salvadores públicos, que estavam divididos em dois grupos e, até então, decorrem buscas no sentido de encontrar o corpo deste indivíduo não identificado.

Por esta razão, o Corpo de Salvação Pública (CSAP) veio a público apelar aos banhistas a terem cuidado ao se fazerem às praias e mergulharem nas zonas protegidas, permanecendo atentos aos sinais de perigo “estamos em tempo de férias escolares e os pais e encarregados de educação não devem permitir que os menores vão à praia sem acompanhamento de um adulto”, disse Gregório Estêvão, porta-voz do CSAP, enumerando um rol de precauções que os banhistas devem considerar.

Gregório Estêvão apela igualmente às empresas de construção a não removerem areia das praias porque isto constitui um perigo para as pessoas, “caso tirem, que ao menos coloquem uma sinalização, porque a remoção da areia de uma zona torna-se automaticamente numa zona perigosa” advertiu.

Separatistas pedem ‘capacetes azuis’ para o Leste da Ucrânia

No Leste da Ucrânia, a trégua não passou do papel, um cessar-fogo virtual onde as duas partes trocam permanentemente acusações e os civis continuam a morrer.

Esta terça-feira, o parlamento rebelde de Donetsk emitiu um comunicado em que apela às Nações Unidas para enviar capacetes azuis, “uma força de manutenção de paz, que inclua representantes russos”, de forma a evitar o que classifica de “catástrofe humanitária”.

Entretanto, próximo do aeroporto de Donetsk, controlado pelas tropas fiéis a Kiev, uma zona residencial voltou a ser atingida por bombas, mas ninguém sabe ao certo quem as lançou.

Uma vítima do bombardeamento afirma apenas que ainda não sabe como sobreviveu depois de ter ficado no meio dos escombros a olhar para o “buraco” provocado pelo impacto do projétil que atingiu a sua casa.

Os combates pelo aeroporto de Donetsk, que ainda está nas mãos de Kiev, atingem frequentemente os bairros residenciais à volta.

Para o exército ucraniano, “os terroristas estão, ativamente, a recorrer a novas tácticas de bombardeamentos sequenciais. Primeiro disparam contra as posições” das tropas fiéis a Kiev “e depois começam a disparar contra áreas residenciais”.

O governo da Ucrânia renovou as acusações de que a Rússia está a apoiar os separatistas, afirmando que mais armas e veículos de transporte blindados entraram no país esta semana.

Segundo os últimos dados da ONU, o conflito já matou mais de 4300 pessoas e fez perto de 1 milhão de refugiados.

UP e UniZambeze assinam memorando de entendimento

A Universidade Pedagógica (UP) assinou na manhã desta terça-feira em Maputo um acordo de parceria com a Universidade Zambeze (UniZambeze) com o objectivo aliar os esforços das duas instituições na execução das suas missões.

Falando momentos após a assinatura do acordo, o Reitor da UniZambeze, Nobre dos Santos disse que é com satisfação que é firmada a parceria uma vez que a UP tem a história e a experiência acumulada ao longo dos anos sobretudo na área académica.

“Esperamos que ao assinar o acordo, o espírito que nos motivou a rubricar prossiga e se reflicta na materialização dos compromissos plasmados no contrato”, disse.

Segundo dos Santos, o grande desafio da UniZambeze é a formação de quadros jovens como forma de consolidar e melhorar a educação do país.

Por seu turno, o Reitor da UP, Rogério Uthui, afirmou que a assinatura deste memorando serve de meio para outras actividades futuras que possam servir de benefício para as duas instituições.

“Este memorando serve para outras atividades e necessidades futuras que possam surgir e que beneficiarão as duas instituições”, sublinhou Uthui.

Ainda segundo Uthui testemunha-se um momento importante para as duas Universidades.

Papa evitou temas polêmicos nas “orientações” aos eurodeputados

Pela segunda vez na história, um Papa visitou o Parlamento Europeu, tendo Francisco aproveitado o convite para apelar a uma política mais humanista.

Na sessão plenária em Estrasburgo, esta terça-feira, o Papa alertou contra o risco de exploração e marginalização em que vivem muitos europeus.

Francisco disse que “os grandes ideais que inspiraram a Europa parecem ter perdido força atrativa, em favor dos tecnicismos burocráticos”.

A Europa tenta debelar uma crise econômica, mas não pode querer progresso a qualquer preço, defendeu o Papa.

Numa alusão às receitas da austeridade e ao flagelo do desemprego, o Santo Padre disse que “é preciso encontrar novas formas de combinar a flexibilidade do mercado com a necessidade de estabilidade e de segurança nas perspetivas de emprego, que são essenciais para o desenvolvimento humano dos trabalhadores.”

O líder espiritual dos católicos falou também do problema da imigração, sobretudo dos que fogem da guerra e da pobreza no Médio Oriente e em África.

“É intolerável que o mar Mediterrâneo se tenham tornado num grande cemitério. Nesses barcos que chegam todos os dias às costas europeias, há homens e mulheres que precisam de ajuda e de hospitalidade”, disse o Sumo Pontífice, que recebeu um forte aplauso neste momento.

A seguir ao discurso no Parlamento Europeu, o Papa terminou a visita no Conselho da Europa, uma organização de defesa dos direitos humanos com 47 países-membros, incluindo os 28 da União Europeia.

Neste segundo discurso, o Papa adovogou maior colaboração entre esta instituição e a Igreja Católica.

Sócrates sob julgamento indiciado de fraude fiscal

O antigo primeiro ministro socialista, José Sócrates foi detido na última sexta feira (21), no Aeroporto de Lisboa, indiciado de fraude fiscal e branqueamento de capitais e ainda corrupção.

Depois de permanecer Lisboa, o ex-primeiro Ministro português, compareceu nesta segunda-feira, no tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), acompanhado do seu advogado  de defesa, João Araújo, que disse aos jornalistas: “a decisão é profundamente injusta e injustificada” e que irá “interpor recurso”.

Segundo o advogado do ex-primeiro-ministro português, João Araújo, o interrogatório, no Tribunal Central de Instrução Criminal, “está a correr muito bem”.

O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho disse que a detenção de Sócrates “cabe à Justiça e não à política”.

Já os investigadores acreditam que o antigo chefe do governo socialista já sabia que ia ser detido à chegada ao aeroporto.

José Sócrates foi o primeiro ex-chefe de governo a comparecer perante um juiz. O antigo líder dos socialistas está a ser investigado num caso de alegada corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

Nascido a 6 de Setembro de 1957, José Sócrates é engenheiro de formação, diploma que não o isentou de uma grande polémica.

É Membro do Partido Socialista desde 1981, aos 30 anos foi eleito deputado e, em 2004, Secretário-geral do partido.

Tornou-se Primeiro-ministro em 2005. Renovou o mandato mas acabou por demitir-se do cargo face aos sucessivos planos de austeridade a que foi obrigado, por causa da crise. Perdeu as eleições antecipadas de Junho de 2011.

Ao longo dos anos o nome de Sócrates esteve envolto em polémica, uma delas, relativa ao período em que foi ministro do ambiente. O inquérito sobre o “Freeport”, construído numa zona protegida, acabou por ser arquivado em 2010.

Depois de estar afastado da vida pública, a estudar filosofia em Paris, desde 2011, José Sócrates regressou às luzes da ribalta na RTP, o canal público de televisão, primeiro como entrevistado, depois como comentador semanal.

Família de artesãos encontra sustento na palha de milho

Matéria-prima abundante, de renovação natural e multiplicidade de aplicações, constitui o principal atractivo para Augusto Luís Macandze e sua família no empreendedorismo baseado na confecção de produtos derivados de palha.

Trata-se de um grupo de jovens que se deslocou de Inhambane para Maputo, em busca de melhores condições de vida e o destino reservara para eles a criação de uma mini associação de artesãos, que pode ser encontrada ao longo da avenida da Zâmbia, na intersecção com a 24 de Julho, na zona da Versalhes.

“Vim para a capital a procura de emprego e cheguei a trabalhar na secção de carpintaria, numa empresa de construção civil. Findo o contrato, não consegui outro emprego até que me juntei ao meu irmão mais novo nesta arte”, explica Augusto Macandze, mestre dos artesãos.

Com o passar do tempo, os dois irmãos viram necessidade de alargar a equipa para atender a demanda que crescia dia após dia e, numa primeira fase, ensinaram o artesanato a um grupo de amigos que fizeram em Maputo.

“Demos continuidade com um grupo de amigos, mas acabamos percebendo que esta sustentabilidade seria a curto prazo, uma vez que, à medida que ganhavam experiência, estes abandonavam-nos e faziam conta própria”.

Foi então que os irmãos Macandze decidiram chamar os seus sobrinhos de Inhambane para se juntarem à equipa e transformarem aquela arte num negócio de família.

“Trouxemos cinco sobrinhos que também estavam desempregados e ensinamos a trabalhar com palha. Agora somos uma associação familiar e capitalizamos todos os recursos para auto-sustentar-nos e ajudar aos membros da família que estão na nossa terra natal”.

Nesta época festiva que se aproxima, esta associação já tem parcerias com algumas empresas que produzem e comercializam cabazes de natal. Cabe-lhes a missão de fornecer cestos e objectos de decoração natalícia.

Concorrência Desleal

“Por vezes faltam clientes, mas nestes doze anos no mercado já temos aqueles que consideramos clientes da casa e requisitam os nossos serviços principalmente na época das festividades”, frisou o mestre Macandze e acrescentou que “o negócio é rentável, mas a concorrência cresce a cada dia e por vezes é desleal. Sobretudo a concorrência chinesa que oferece produtos sofisticados e de produção tecnológica e não manual”.

Macandze diz que o seu público aprecia o preço oferecido por esta associação e por isso tem tendência a fidelizar-se. Por exemplo, o preço dos cestos por eles fabricados varia de 100 a 250.00Mt.

Estes artesãos fazem todo tipo de mobiliário e fornecem produtos como camas, sofás, poltronas, estantes, guarda-fatos, mesas e cadeiras.

“É o nosso contributo na luta contra a pobreza. Sabemos que o governo gostaria de poder criar empregos para todos os moçambicanos, mas como sabemos, isso é humanamente impossível. Nessa dificuldade de arranjar emprego, optamos pelo auto emprego e o nosso sonho é criar, construir infra-estruturas e fazer crescer o nosso negócio.”

Criado o primeiro carro que não suja para ajudar a economizar água

A falta de água de algumas cidades brasileiras motivou a Nissan a criar o primeiro “auto-limpante”, que irá ajudar a economizar cerca de 500 litros de água desperdiçados na lavagem de carros.

A empresa é a primeira a fabricar esse tipo de carro, chamado Europe Nissan Note, ele recebeu um tratamento com Nano tinta – material que repele sujidade e o pó, o tratamento é industrial e usa o Ultra Ever Dry –  é um revestimento de água e hidrocarboneto que repele líquidos a base de óleo e água. E assim faz com que o carro rejeite todo tipo de líquidos.

Testes indicaram grande eficiência do veículo em situações de água parada, geladas, lama e chuva.

Dlhakama vai “explicar” ao povo sobre o processo eleitoral

O Presidente do partido Renamo, Afonso Dlhakama, vai dirigir comício a partir de amanha nas cidades da Beira, Chimoio e Tete com o objectivo de fazer o rescaldo das eleições que segundo a perdiz foi marcada por ambiente fraudulento.

Em conferência de imprensa, o porta-voz da Renamo, António Muchanga, disse aos jornalistas nesta segunda-feira (24), que o seu líder, Afonso Dlhakama, vai efectuar nos próximos dias, um comício popular para todo o país, para explicar ao seu eleitorado como o processo eleitoral decorreu.

BCI e ENM firmam parcerias para promoção da música moçambicana

Escola Nacional de Musica (ENM) e o Banco Comercial de Investimento (BCI), firmaram nesta quinta-feira (20) um parceria que visa apoiar jovens estudantes da Música e suprimir algumas necessidades logísticas da ENM.

A parceria tem como objectivo aprofundar o envolvimento como actores efectivos da promoção dos mais nobres valores da Identidade Moçambicana, e do vasto e rico património cultural e de talento de milhares de jovens.

O BCI considera que faz todo o sentido contribuir para a melhoria das condições de ensino da ENM, permitindo deste modo a emergência de novos talentos musicais no País.

De acordo com o Administrador do BCI Dr. José Furtado “Em uma primeira abordagem pretendemos contribuir para o suprimento de um conjunto de necessidades logísticas da Escola, com aquisição de diversos instrumentos musicais para os alunos e a reparação parcial das instalações”.

O acordo permitirá também considerar um apoio sustentável e de longo prazo, de modo a conceder aos estudantes bolsas de estudo para a Formação destes, cuja selecção será feita com base no talento e que não disponha de meios para suportar os custos inerentes a frequência do curso.

Segundo a Directora da Escola Nacional de Música Isabel Mabote falando no âmbito da parceria “O acordo trará uma outra visualidade a instituição, assim como ao público em geral, pois estamos convictos que ao estabelecer parcerias é possível fortalecer a identidade cultural. É por via desta que a ENM rubrica este acordo com o BCI, que abre novos caminhos que irão permitir uma qualidade desejada, melhorando cada vez mais a eficácia e desempenho.”

Moreira Chonguiça, Saxfonista e patrono da Escola Nacional de Música, falando na ocasião, mostrou-se satisfeito com o acordo ali rubricado.

“É um dia especial, eu como patrono, entrei com 7 anos nessa instituição, tenho 37 anos, isso quer dizer que tenho 30 anos de relação com esta Escola. Naquela época ser músico era baseado em estereótipos negativos. E ter uma instituição financeira seria como o BCI a contribuir e começa a criar um certo tipo de sensibilização para o setor privado e para a sociedade que vai começar a olhar para essa instituição e consequentemente para os músicos de outra maneira ”.

Mais de 500 empresas já são beneficiários do financiamento externo

Mais de  500 empresas beneficiaram este ano de um financiamento externo e  cerca de 126 mil Pequenas e Médias Empresas estão registadas pelo  Instituto para a Promoção de Pequenas e Médias Empresas (IPEME).

A informação foi revelada nesta quinta-feira em Maputo, pelo Director do IPEME, Claire Zimba a margem da 4ª edição da conferência “Conheça e use o financiamento PME” que abarca programas de financiamentos externos como alternativa para as Micro, pequenas e Medias Empresas nacionais.

O evento visa, entre outros objectivos, divulgar e facilitar as oportunidades e facilidades de financiamento existentes para PME’s, expor produtos e serviços financeiros dos fundos para este grupo, e discutir, sistematizar e propor medidas para melhoria e facilitação do acesso ao financiamento dos fundos existentes.

Segundo Zimba, a conferência como o instrumento de assistência as PME’S no processo de acesso ao financiamento vai trazer aquilo que de ponto de vista de programas e produtos de financiamento adequado as PME’S eram pouco conhecidas.

“Entendemos que há um esforço que o Governo tem estado com recurso dos seus contribuintes a colocar em programas de soluções de financiamento orientadas para PME’S mas que por motivos diversos acaba contribuindo para que o acesso a essas comissões que tem o apoio externo sejam pouco captadas pelas PME’S que são representativas no país”, explicou.

Por sua vez, o vice-ministro da Indústria e Comércio Kenneth Marizane disse que para o Governo as PME’S são um instrumento importante para o combate a pobreza.

“Representa um momento onde teremos a oportunidade de ouvir os esforços de políticas e programas de facilitação de acesso ao financiamento é um veículo para a partilha de dos resultados que o mecanismo de subsídio empresarial representou para o fortalecimento da capacidade competitiva das PME’S nacionais”, referiu.

 Por outro lado, segundo Marizane maior número das Micro, Pequenas e Médias Empresas tem sérias dificuldades de acesso ao crédito devido ao desconhecimento aos programas de assistência e financiamento existente.

“Um dos principais problemas enfrentados pelas PME’s está ligado às dificuldades de acesso ao crédito devido ao desconhecimento das oportunidades de financiamento existentes; à complexidade de procedimentos exigidos; aos problemas colaterais proibitivos, nomeadamente, garantias reais, carências estruturais, como é o caso da preparação e idoneidade empresarial, e às elevadas taxas de juros praticadas pelos bancos comerciais”, explicou.

José Sócrates detido por suspeita de fraude fiscal

O ex-primeiro-ministro português José Sócrates foi detido, esta sexta-feira, no âmbito de um processo em que se investigam crimes de fraude fiscal, refere uma nota da Procuradoria-Geral da República. Deverá ser presente, este sábado, ao juiz de instrução criminal.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) refere que, além do antigo primeiro-ministro, foram detidas nos últimos dias outras três pessoas, que compareceram na sexta-feira perante o juiz de instrução.

Na nota, a PGR precisa que este inquérito, que “investiga operações bancárias, movimentos e transferências de dinheiro sem justificação conhecida e legalmente admissível, se encontra em segredo de justiça” e que “é independente do denominado inquérito Monte Branco, não tendo tido origem no mesmo”.

A notícia, avançada pela edição online do semanário “Sol”, cita fontes conhecedoras do processo e refere que Sócrates é suspeito de corrupção, fraude fiscal agravada, branqueamento de capitais e falsificação de documentos

A Sic Notícias adiantou que a detenção do ex-primeiro ministro ocorreu cerca das 22.30 horas, à chegada ao Aeroporto de Lisboa proveniente de Paris, onde tem residência.

O juiz Carlos Alexandre esteve a acompanhar as diligências deste processo.

O semanário “Sol” acrescenta que os crimes terão ocorrido durante os dois mandatos de José Sócrates à frente do Governo.

JN

FNI quer instaurar financiamento a longo prazo na investigação

O Fundo Nacional de Investimento (FNI) quer implementar o sistema de financiamento a longo prazo nos projectos de investigação, inovação e transferência de tecnologia, para estimular maior participação de empresas e instituições de investigação científica no país.

A iniciativa, foi avançada na última quinta-feira (20) pelo Inspector-geral do Ministério da Ciência e Tecnologia, Jamisse Taimo, no decorrer do V Seminário Nacional de Divulgação dos Resultados dos Projectos, tendo sido marcado como uma oportunidade para se medir o pulsar da investigação científica e seus benefícios no país.

Entretanto, o inspector da MCT desafiou os actores do sector, concretamente, os coordenadores dos projectos financiados pelo FNI, para considerarem como é obrigatório trazer tais resultados alcançados em função dos objectivos definidos no projecto de financiamento.

“Como instrumento de financiamento aos projectos de investigação, inovação e transferência de tecnologia, é importante que se pretenda instaurar um padrão de financiamento de longo prazo, para estimular maior participação, benefício mútuo e acção conjunta de empresas com as universidades e instituições afins”, introduziu Taimo, acrescentando que, desde a criação do FNI, em 2006, o número de projectos financiados pelo pelouro tem vindo a crescer, sendo que até ao presente, 250 projectos já beneficiaram de financiamento a nível nacional e internacional.

Aliais, para o FNI, é notório que grande número de projectos financiados é da área de agricultura, o que de certa forma espelha aquilo que é a necessidade do nosso país, mais alimento e técnicas cada vez melhores para o aumento da produção, seguido de propostas da área da saúde, outra necessidade, de forma a garantir tratamentos eficazes no combate a várias enfermidades.

Ainda de acordo com inspector, constitui maior desafio dos cientistas moçambicanos, demonstrar com o impacto dos seus resultados a capacidade que a ciência, tecnologia e a inovação têm de dinamizar a criar novos produtos, a adoptar procedimentos mais céleres e eficazes na prestação de serviços, melhoramento de processos e agregação de valor ao longo da cadeia de produção.

Igualmente, os desafios colocam a prova a capacidade do nosso conhecimento, onde não basta o sucesso até agora alcançado, mas necessário aprimorá-lo ainda mais, com dedicação e afinco, para gerar soluções adequadas aos inúmeros problemas da população moçambicana. Como promotores do conhecimento, pesa sobre nós a necessidade de transformá-lo em acções práticas com vista a proporcionar resultados palpáveis a todos os níveis, com ênfase para a solução dos problemas nas zonas rurais.

Obama abre portas à legalização em massa de imigrantes ilegais

As famílias de imigrantes ilegais a viver nos Estados Unidos vão ter um acesso mais fácil à legalização. Foi o que anunciou o presidente Barack Obama.

O decreto presidencial que visa impedir a deportação de um grande número de imigrantes, que pode ultrapassar os quatro milhões, não é uma amnistia, mas sim uma reparação, como Obama explicou.

O decreto nasce depois da oposição dos republicanos, no Congresso, à criação de uma nova lei sobre o tema.

“Se está na América há mais de cinco anos, se tem filhos que são cidadãos americanos ou residentes legais, se registar, se passar por um controlo do cadastro criminal e se estiver disposto a pagar a sua quota-parte de impostos, então pode candidatar-se a ficar no país por um período temporário, sem medo de ser deportado. Pode sair da sombra e pôr-se de acordo com a lei. É disso que se trata”, disse Obama no discurso perante a nação.

Tudo apostos para a segunda edição da Feira Nacional de Empreendedorismo no país

Está tudo apostos para   a segunda edição da Conferência Nacional de Empreendedorismo organizada pela  Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE). Este ano, o evento será composto por várias actividades conjuntas como é o caso de workshops, conferências, feira do empreendedor e networking space.

Sob o lema “Por uma rede integrada e inclusiva de apoio ao empreendedor”, o evento pretende juntar empreendedores, empresários, sociedade civil e entidades governamentais para que seja definida uma estratégia e acções concretas para um apoio mais abrangente e eficiente a empreendedores e empresários.

Em entrevista ao MMO, o Director de Gestão e Planeamento da empresa Imobilis e membro da ANJE, Arcélio Tivane disse que a Feira tem como objectivo reunir num único espaço a rede de suporte ao empreendedorismo.

A Conferência Nacional de empreendedorismo pretende tornar possível a reunião de diversos intervenientes da sociedade (Governno, ONG’s, Universidades, Empresas), na busca de soluções e resoluções conjuntas; organizar e trazer propostas e directrizes a serem seguidas na promoção do empreendedorismo e inovação e ainda garante a participação do grupo alvo (Jovens e PME’s) na busca de soluções.

“Espera-se com o evento definir uma estratégia integrada para promoção da cultura e conceito de empreendedorismo, garantindo a participação, compromisso e a responsabilidades do poder público, sociedade civil  e empreendedores, contribuir para o surgimento de um ecossistema único de apoio ao empreendedorismo, estabelecer uma rede de contactos envolvendo empresários (incluindo mulheres e jovens), comunidade e outros bem como contribuir para implementação da Semana Nacional do empreendedorismo”, explicou.

Ainda de acordo com, o jovem empresário a ideia é explicar aos jovens que tencionam ser empresários como é que é gerir uma empresa, como lidar com as questões motivacionais dentro da própria empresa.

Segundo Arcélio Tivane ano passado participaram 1000 jovens empresários a nível nacional, e este ano o número de participantes deve aumentar, pois o número de empresários é maior, visto que o evento foi mais publicitado nas rádios, televisões e jornais por isso a conferência está a ser muito aderida.

A conferência de acordo com Tivane vai decorrer em quatro momentos nomeadamente conferências, workshops, Feira do Empreendedor e Networking Space.

Na Conferencia, é onde serão discutidos temas como cultura empreendedora no país e oportunidades de negócio.

Os workshops terão sessões de vinte minutos focados em temas práticos, como o caso do processo de ideação e inovação, como estruturar uma ideia num plano de negócios, como apresentar uma ideia a um investidor e opções de financiamento.

Por outro lado, a Feira do Empreendedorismo vai reunir empresas e entidades que irão promover os seus produtos e serviços transversais a qualquer pessoa que queira criar ou fazer crescer o seu negócio.

“Teremos reunidas empresas e entidades que irão promover os seus produtos e serviços transversais a qualquer pessoa que queira criar ou fazer crescer o seu negócio. Temos empresas de diversas áreas, tais como, banca, franchising, telecomunicações, consultoria de gestão, formação de recursos humanos, comunicação, multimédia, legalização de empresas, capacitação de empreendedores e empresários”, referiu.

Uma das inovações deste evento é a Networking Space será um espaço real de negócios que vai servir para pequenas reuniões que os visitantes possam querer fazer com potenciais clientes e parceiros.

A segunda edição da feira do empreendedorismo vai realizar-se nos dias 27 e 28 de Novembro, no Centro de Conferências Joaquim Chissano, a partir das 9 horas.

Este evento destina-se a potenciais empreendedores que necessitam de inspiração, novos conhecimentos e informação para criarem o seu negócio, empreendedores/ empresários já estabelecidos que querem investir no crescimento dos seus negócios sociedade civil e interessados no tema do empreendedorismo que querem estar envolvidos na discussão de políticas futuras para a melhoria do ambiente de negócio em Moçambique.

De referir que a Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE) é uma associação que há quatro anos representa institucionalmente os jovens empresários moçambicanos e os apoia na sua actividade empresarial. Conta actualmente com 600 jovens empresários.

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