Uma criança de nove anos morreu depois de uma prima se ter sentado em cima dela como forma de castigá-la, na Florida, nos EUA.
A prima de Dericka Lindsay, de 147 quilos, sentou-se em cima da criança para a castigar porque esta estaria “fora de controlo”, explicou a mulher de 64 anos.
A menina ter-se-á queixado de que não conseguia respirar mas Green Poseu não lhe deu ouvidos.
Quando se apercebeu que a criança estava inconsciente ligou para o 112 e tentou fazer manobras de reanimação. Dericka foi ainda transportada para o Hospital Baptist onde acabaria por ser declarado o óbito.
Green Posey foi detida e acusada de homicídio. A polícia deteve também os pais da menina – Grace Joan Smith, de 69 anos e James Edmund Smith, de 62 – por negligência.
O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Arquitecto ou Engenheiro Civil (M/F). Saiba mais.
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O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Civil Jr. Nacional (M/F). Saiba mais.
O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (UN-Habitat) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Arquitecto Nacional (M/F). Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Distrital de Actividades Colaborativas TB/HIV e DOTS-C. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro pessoal, um (1) Assistente de Programas. Saiba mais.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Recursos Humanos. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Especialista de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Oficial de Finanças e Administração. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Director Financeiro e Administrativo. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma consultoria estratégica de Recursos Humanos, que está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área mineira profissionais. Saiba mais.
A polícia queniana matou entre 33 e 50 pessoas e feriu outras centenas nalgumas partes de Nairóbi, em resposta aos protestos ocorridos após as eleições de Agosto, revela um relatório conjunto da Amnistia Internacional e da Human Rights Watch, citado pelo Observador.
O relatório, “Matem esses criminosos: Violações das Forças de Segurança nas eleições de Agosto de 2017 no Quénia”, divulgado, documenta o uso excessivo de força pela polícia e, em alguns casos, por outros agentes de segurança, contra manifestantes e moradores de alguns bastiões da oposição.
Os investigadores descobriram que, embora a polícia se comportasse adequadamente em alguns casos, em muitos outros matou ou espancou manifestantes até à morte.
Outras vítimas morreram por asfixia devido à inalação de gás lacrimogéneo e gás pimenta, ao serem atingidas por lâmpadas de gás disparadas de perto, ou esmagadas por multidões em fuga.
De acordo com o relatório, a polícia esteve directamente envolvida nas mortes de pelo menos 33 pessoas. Outras 17 foram presas e mortas, a maioria delas em Kawangware, mas os investigadores não conseguiram confirmar os casos.
“As autoridades quenianas devem assegurar urgentemente que todos os responsáveis pelo uso ilegal da força sejam responsabilizados e que a polícia cumpra as leis e normas internacionais sobre o uso da força durante o próximo período de repetição de eleições”, defende o documento.
A investigação anterior da Human Rights Watch tinha documentado 12 assassinatos da polícia durante os protestos no oeste do Quénia. A Comissão Nacional de Direitos Humanos do Quénia, por seu lado, documentou 38 mortes, cinco das quais são complementares as 33 referidas no relatório.
Jornalistas da rádio comunitária de Morrumbene, na província de Inhambane, dizem ter recebido ameaças de morte da comandante distrital da polícia e estão agora em parte incerta. MISA-Moçambique está a acompanhar o caso.
A perseguição de jornalistas começou depois da Rádio Comunitária Millennium FM ter divulgado uma informação sobre roubos protagonizados por uma quadrilha que alegadamente integrava um agente da Polícia da República de Moçambique (PRM) afecto ao comando distrital.
O grupo actuava nos distritos de Maxixe e Morrumbene, onde assaltava residências e instituições do Estado. Na semana passada, um dos integrantes da quadrilha foi apanhado na posse de vários electrodomésticos, roubados na cidade de Maxixe, e acabou por denunciar o agente. Os bens furtados eram guardados na residência de um membro da PRM em Morrumbene, segundo revelou.
A notícia divulgada pela rádio irritou Rachel Júnior, comandante da PRM, facto que levou os jornalistas a abandonar a estação emissora e as suas residências com medo de represálias, contaram fontes contactadas pela DW África e que solicitaram o anonimato. Esses jornalistas encontram-se actualmente em parte incerta.
Traficantes fortemente armados invadiram de madrugada uma UPA, Unidade de Pronto Atendimento, numa favela da zona norte do Rio de Janeiro e raptaram um médico de plantão para atender em outro local um criminoso que havia sido baleado e estava em estado grave.
Os criminosos também roubaram a ambulância da UPA, na qual levaram o médico e o criminoso ferido rumo a local ainda desconhecido esta segunda-feira, provavelmente uma clínica ou hospital clandestino criado para atender traficantes.
O médico raptado ficou quase seis horas em poder dos criminosos e foi deixado ao amanhecer numa cidade da chamada Baixada Fluminense, na área metropolitana do Rio de Janeiro. Ele está tão apavorado que se recusa terminantemente a dar esclarecimentos à polícia, pois teme ser assassinado se cooperar com as investigações.
A odisseia do médico, cuja identidade está a ser preservada, começou pouco depois da uma da madrugada de domingo, na UPA da favela da Maré, zona norte da capital fluminense, onde ele dava plantão nas urgências.
Cerca de 50 homens armados com fuzis de guerra invadiram e dominaram a UPA e exigiram que os médicos salvassem o comparsa, que sangrava muito.
O criminoso fora ferido apenas num braço, supostamente durante um confronto com a polícia ocorrido pouco antes na Avenida Brasil, mas uma das balas atingiu uma artéria e provocou uma hemorragia de grandes dimensões.
Os médicos disseram que na UPA, um posto de saúde onde apenas podem ser dados os primeiros socorros, não havia condições para o atendimento de que ele precisava e que, por isso, o ferido tinha de ser transferido com a máxima urgência para um hospital maior, para ser operado imediatamente.
Os bandidos não aceitaram ir para um hospital oficial, onde poderiam ser alvo de uma acção policial, e disseram que iam levar o ferido para um local da confiança deles mas que um médico da UPA tinha de acompanhá-los, para dar atendimento ao ferido durante a transferência e ajudar depois na cirurgia.
Forçando o motorista da ambulância da UPA a entregar-lhes as chaves da viatura e as roupas, obrigaram um dos médicos a entrar no veículo e a seguir com eles. Só depois das sete da manhã o médico foi libertado, provavelmente após ter operado o ferido num hospital clandestino a serviço do crime, uma situação comum no Rio de Janeiro.
A ambulância usada na transferência do criminoso ferido foi deixada no mesmo local de onde fora roubada, à porta da UPA da favela da Maré, no final da manhã de domingo, numa outra demonstração da ousadia dos criminosos. Wellington Vieira, o delegado (inspector) responsável pela investigação do caso, acredita que o criminoso ferido possa ser o traficante Thiago da Silva Folly, conhecido como “TH”, que comanda o tráfico de droga no Complexo de Favelas da Maré, face à verdadeira operação de guerra montada pelos criminosos para o salvar.
A polícia tenta agora, através dos quilómetros rodados pela ambulância, cujo localizador GPS foi bloqueado pelos criminosos com um equipamento próprio para isso, estabelecer os destinos possíveis de atingir pelo veículo, para tentarem localizar o local para onde o médico e o ferido foram levados.
Pelo menos 27 pessoas morreram em Portugal em incêndios que devastam, desde domingo, várias regiões do país, segundo um balanço actualizado divulgado nesta segunda-feira (16) pela Defesa Civil.
“Podemos confirmar a morte de 27 pessoas nos distritos de Coimbra, Castelo Branco, Viseu e Guarda”, no centro e norte de Portugal, afirmou em uma entrevista colectiva a porta-voz da Defesa Civil, Patricia Gaspar.
O fogo foi propagado por rajadas de vento de até 90 km/h, provocadas pelo furacão Ophelia, que avançava pelo norte da costa espanhola em direcção à Irlanda. As chamas se propagaram rapidamente durante o fim de semana em uma paisagem afectada por um verão quente, e alguns focos na região espanhola da Galícia continuavam fora de controle nesta manhã, afirmaram autoridades locais.
No domingo, Portugal tinha 440 incêndios declarados, “o pior dia desde o início do ano”, de acordo com Patricia. O primeiro-ministro português, Antonio Costa, declarou “estado de catástrofe” no país, onde durante toda a noite 3,7 mil bombeiros lutaram para apagar 26 incêndios de grandes proporções.
A região da Galícia registrou três mortes. Os corpos de duas vítimas, ambas mulheres, foram encontrados por bombeiros dentro de um carro queimado em uma estrada. O terceiro, um homem de cerca de 70 anos, morreu enquanto tentava salvar os animais de sua fazenda, relatou a imprensa local.
O governador da Galícia, Alberto Núñez Feijóo, afirmou que 15 focos de incêndio estavam activos no domingo e qualificou a situação como “crítica”, com direito a zonas urbanas sob ameaça.
Milhares de bombeiros foram enviados à área e contam com o apoio de soldados e moradores. De acordo com a previsão meteorológica, a temperatura deve cair nesta segunda-feira e chuvas devem ajudar os bombeiros a controlar as chamas.
A Polícia da República de Moçambique (PRM), em Tete, retirou, compulsivamente, mais de quatro mil mineiros estrangeiros que exploravam ouro, ilegalmente, no distrito de Macanga.
A operação foi desencadeada depois de esgotados os meios pacíficos de negociação entre as autoridades governamentais e os referidos garimpeiros estrangeiros para a sua retirada.
O administrador de Macanga, Hassane Ussene, disse à Rádio Moçambique que os recursos naturais moçambicanos, não devem enriquecer de forma ilícita os estrangeiros.
Ussene explicou que aos garimpeiros ilegais nacionais, foi feita uma sensibilização para organizarem-se em associações de forma que sejam licenciadas para exercerem as suas funções de acordo com a lei vigente no país.
“Não é proibido extrair mas é necessário legalizar, então de modo que o governo e a comunidade também ganhem a partir desta extracção”, disse.
O administrador de Macanga disse que as comunidades devem denunciar junto das autoridades polícias, casos de estrangeiros que extraem ilegalmente recursos minerais
As famílias que viram as suas casas serem demolidas no bairro de Tchumene, município da Matola, encontram-se a viver em condições precárias, ao relento.
Algumas assumem que receberam aviso do Conselho Municipal da Matola, porém, não tinham para onde ir nem o que fazer.
Genito Romão foi um dos visados. Entretanto, dois dias depois, teve de erguer uma barraca para garantir tecto à filha e esposa. A louça e os poucos bens que possui estão ao relento. As chapas que cobriam a casa, hoje são as quatro paredes que dão estrutura à casa improvisada.
“Estamos a dormir ao relento, conforme vê. Não é nada seguro, estamos a tentar improvisar. Se aparece chuva ou ventania, não teremos alternativa. Com crianças e idosos aqui, não há como, se mesmo nós passamos mal”, lamentou. Genito diz, porém, que teve informação prévia da edilidade, mas não tinha para onde ir. “Tivemos um aviso por parte do Conselho Municipal, o prazo foi de 15 dias”.
À semelhança de Genito, Olga Matavele diz que foi avisada, mas as condições não permitiram que se retirasse do lugar. Há nove anos que Olga mora naquele local, junto com os filhos. Quando a noite cai, as chapas servem de abrigo. “Tivemos aviso, mas não temos como. Não tenho dinheiro para me mudar. No mês passado, vieram dar papéis a dizer que tínhamos 15 dias para sair, porque aqui enche água. Agora, nós dormimos debaixo das chapas que sobraram. Sofrimento eu já estou acostumada”, afirmou.
No sábado, membros do MDM dirigiram-se ao local, para se inteirar da situação. Silvério Ronguane, membro do partido, considera que a decisão do Conselho Municipal devia ter sido melhor pensada, pois demolir casas sem antes garantir espaço para as famílias abrangidas torna ainda mais vulnerável a sua situação. “O que se nota é que as famílias estão perto de uma zona propensa a inundações. Isso concordamos, mas quando se retiram famílias vulneráveis, é preciso transferi-las para um lugar mais seguro”, afirmou.
Já a edilidade da Matola diz que as famílias se instalaram naquele local sem autorização das autoridades, mas que o diálogo sempre foi uma prioridade por parte do Município.
Refira-se que a situação de construções proibidas em zonas de risco é recorrente no município da Matola. “O que pretendemos é que isso não se torne um ciclo vicioso, pois encarece as despesas do Município. Além de que pode ser que haja um nexo de causalidade com a crescente onda de crimes, porque, por detrás de residências formais, existem essas obras proibidas. É preciso referenciar que, muitas vezes, as tentativas de regularização de espaços impróprios nós indeferimos, para evitar que aconteçam cenários como os que vimos”, disse Edson Ussaka, vereador de Planeamento Territorial e Urbanização no Município da Matola.
Neste momento, o improviso é regra para as famílias abrangidas pelas demolições, as suas casas foram substituídas por pequenas barracas. Todas elas, algumas compostas por idosos, aguardam o reencaminhamento do Município, já que não têm condições para o fazerem por si. Mulheres e crianças são a maioria naquela comunidade do bairro Tchumene.
Famílias afectadas pelas demolições serão reassentadas nos próximos dias
A edilidade da Matola diz que, a partir desta semana, vai dar início à transferência das oito famílias afectadas pelas demolições para uma zona segura, onde poderão fixar novas residências. Reagindo às preocupações dos moradores da zona de Tchumene, onde foram demolidas residências, o Conselho Municipal assegurou que a edilidade está a trabalhar numa solução para as famílias desalojadas. “As famílias serão reencaminhadas. A vereação municipal de acção social já está a fazer um trabalho, desde o primeiro momento do sucedido. Já há espaços identificados. As oito famílias que estão em situação crítica serão removidas para duas zonas habitáveis, em princípio no bairro Siduava ou Godloza”, assegurou fonte do Conselho Municipal.
Entretanto, a vereação da área de urbanização na Matola adverte as populações para não construírem em zonas de risco, pois o reassentamento não é responsabilidade da edilidade. De referir que esta não é a única zona habitada propensa a inundações no município da Matola e avança que pretende demolir cerca de 50 casas ilegais construídas nessas zonas.
O Presidente do Brasil, Michel Temer, enviou uma carta aos deputados do país em que afirma ser vítima de uma conspiração que visa retirá-lo da Presidência da República.
“Tenho sido vítima desde maio de torpezas e vilezas que pouco a pouco, e agora até mais rapidamente, têm vindo à luz. Jamais poderia acreditar que houvesse uma conspiração para me derrubar da Presidência da República. Mas os fatos me convenceram. E são incontestáveis“, afirma na carta divulgada pela imprensa brasileira.
O chefe de Estado brasileiro, que foi denunciado pela segunda vez em Setembro pela Procuradoria-Geral da República (PGR) do país acusado da suposta prática dos crimes de obstrução da Justiça e organização criminosa, enfrenta um pedido de abertura de processo que será decidido pelos deputados em votação no plenário ainda sem data marcada.
Para se defender na carta enviada aos parlamentares, Temer cita um áudio em que executivos da empresa JBS falam sobre o seu acordo de delação premiada.
“No áudio vazado por acidente da conversa dos dirigentes da JBS, protagonizado por Joesley e Ricardo Saud, fica claro que o objetivo era derrubar o Presidente da República. Joesley diz que, no momento certo, e de comum acordo com o [procurador-geral da República] Rodrigo Janot, o depoimento já acertado com o [agente financeiro] Lúcio Funaro fecharia a tampa do caixão. Tentativa que vemos agora em execução“, critica o Presidente.
O Presidente também diz que o ex-deputado Eduardo Cunha, preso e condenado por participação nos desvios de dinheiro da Petrobras, negou uma série de factos relatados pelos delatores da JBS e por Lucio Funaro, que confessou ter participado em crimes investigados pela PGR e que citou Temer como um dos políticos do Brasil que ele ajudava a cometer ilegalidades.
“O ex-deputado Eduardo Cunha disse que a sua delação não foi aceite porque o procurador-geral exigia que ele incriminasse o Presidente da República. Esta negativa levou o procurador [Rodrigo] Janot a buscar alguém disposto a incriminar o Presidente. Que, segundo o ex-deputado, mentiu na sua delação para cumprir com as determinações da PGR. Ressaltando que ele, [Lucio] Funaro, [nem] sequer me conhecia“, diz.
No fim da carta, Temer repetiu que “afirmações falsas, denúncias ineptas alicerçadas em fatos construídos artificialmente e, portanto, não verdadeiros, sustentaram as mentiras, falsidades e inverdades que foram divulgadas. As urdiduras conspiratórias estão sendo expostas. A armação está sendo desmontada“.
“É preciso restabelecer a verdade dos fatos. Foi a iniciativa do governo, somada ao apoio decisivo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, que possibilitou a retomada do crescimento no país“, conclui o Presidente brasileiro.
A organização extremista Al-Shabab foi apontada pelo governo da Somália como responsável pela explosão que deixou pelo menos 276 mortos e mais de 300 feridos na capital do país, Mogadíscio.
O ataque, que aconteceu no sábado em uma movimentada área da cidade, é o mais letal da história do país desde que o grupo surgiu, há cerca de dez anos.
A explosão foi tão forte que destruiu hotéis, edifícios do governo e restaurantes.
“Foi a maior explosão que eu já vi na vida. Destruiu toda a área“, disse uma testemunha à agência de notícias AFP.
Um dos mortos foi uma estudante de medicina que colaria grau no dia seguinte.
Seu pai havia viajado a Mogadíscio para comparecer à solenidade, mas acabou participando de seu enterro.
“O incidente foi um ataque horrível do Al-Shabab contra civis inocentes“, disse o presidente Mohamed Abdullahi Mohamed à imprensa local.
Somalis foram às ruas protestar contra o grupo e pedir doação de sangue. Os hospitais estão superlotados de feridos e há falta de medicamentos e de bolsas de sangue.
Um avião militar da Turquia chegou com ajuda médica. Horas depois, voltou ao país carregando 40 feridos.
Nenhum grupo ainda reivindicou a autoria do atentado.
O Al-Shabab, que tem ligações com a Al-Qaeda, vem realizando ataques violentos, em especial no Quênia, há anos.
A organização extremista chegou a controlar parte da Somália, mas foi expulsa das principais cidades que dominava no sul e no centro do país.
Ainda assim, o grupo permanece como uma ameaça em potencial ao governo local, que conta com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas) e da União Africana (UA), e a países vizinhos.
Quem é o Al-Shabab?
Al-Shabab significa ‘A Juventude’ em árabe. O grupo surgiu como uma ala radical da hoje extinta União das Cortes Islâmica da Somália em 2006, enquanto combatia forças etíopes que invadiram o país para apoiar o fraco governo interino.
Nas áreas sobre seu controle, impôs uma versão rígida da sharia (lei islâmica), desde o apedrejamento até a morte das mulheres acusadas de adultério, passando pelo amputamento dos acusados de roubo.
Estima-se que, actualmente, o grupo tenha de 7 mil a 9 mil combatentes, incluindo estrangeiros.
Qual é a orientação religiosa do Al-Shabab?
O Al-Shabab defende a versão wahabista do islã, inspirada pela Arábia Saudita, enquanto a maioria dos somalis segue a linha do sufismo.
Por destruir um grande número de santuários sufistas, o grupo insuflou o descontentamento popular.
Quanto da Somália o Al-Shabab controla?
O Al-Shabab foi expulso da capital do país, Mogadíscio, em Agosto de 2011.
Apesar de ter perdido o controle das principais cidades e povoados, o grupo ainda tem influência sobre áreas rurais da Somália.
Analistas acreditam que a organização extremista vem se focando cada vez mais em tácticas de guerrilha para conter o poder de fogo das forças da UA.
Mas o grupo está sob pressão de várias frentes, tanto na Somália quanto no Quénia e na Etiópia.
Em Agosto deste ano, Mukhtar Robow Mansuur, porta-voz da organização e um de seus ex-líderes, se entregou ao governo da Somália e pediu aos integrantes do Al Shabab para abandonarem a organização.
Quem é o líder do Al-Shabab?
Por anos a fio, Ahmed Abdi Godane liderou o grupo. Também conhecido como Mukhtar Abu Zubair, ele era originário da região separatista da Somalilândia, ao norte do país.
Godane, uma figura reclusa que era amante de poesia e assumiu o comando do grupo, foi morto em 2014 em um ataque aéreo americano assim como seu antecessor, Moalim Aden Hashi Ayro, morto 2008.
Ahmad Umar, que também é conhecido como Abu Ubaidah e teria cerca de 40 anos, é apontado como um dos cabeças da organização. Em 2014, ele foi indicado por unanimidade entre os comandantes para liderar o Al-Shabab.
Quais foram os principais ataques do grupo?
Antes do atentado na capital da Somália, as acções do Al-Shabab que haviam recebido mais cobertura internacional foram ataques no país vizinho Quênia.
Em Abril de 2015, o Al-Shabab atacou o campus de uma universidade na cidade de Garissa, no noroeste do Quénia, e deixou mais 147 estudantes mortos.
Dois anos antes, o grupo havia assumido a responsabilidade pelo ataque que deixou dezenas de mortos num shopping de Nairóbi, também no Quénia.
Anteriormente, foi responsabilizado por um ataque suicida duplo na capital de Uganda, Kampala, que matou 76 pessoas que assistiam pela televisão à final da Copa do Mundo de futebol, em 2010.
O ataque aconteceu porque Uganda – junto com o Burundi – forneceu grande parte das tropas da UA na Somália antes de o Quênia entrar no conflito.
Quem são os apoiadores do Al-Shabab?
A Eritreia é o único aliado regional, mas nega prover armas para o Al-Shabab. A Eritreia apoia o grupo para conter a influência da arquiinimiga Etiópia, de que se tornou independente em 1993.
Com o apoio dos Estados Unidos, a Etiópia enviou tropas para a Somália em 2006 para combater os islamistas. As forças etíopes se retiraram em 2009 após sofrer fortes baixas.
Num vídeo de 2012, o ex-líder da organização disse que obedecia ao comando da organização terrorista Al-Qaeda. Analistas acreditam que por anos os dois grupos actuaram juntos.
Há ainda a suspeita de que o Al-Shabab tenha ligação com outros grupos extremistas da África como o Boko Haram, da Nigéria. Contudo, não se sabe qual o nível de relacionamento do Al-Shabab com o autoproclamado Estado Islâmico.
Quais são as redes de recrutamento?
Assim como outros grupos extremistas, o Al-Shabab também usa redes sociais como o Facebook e o Twitter para recrutar combatentes e disseminar informações sobre as actividades da organização.
A editora do serviço africano da BBC, Mary Harper, afirma que o Al-Shabab é muito activo na internet e usa vídeos com rap e imagens de campos de treinamento na tentativa de atrair seguidores.
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Autoridades da Índia detiveram 29 pessoas no Aeroporto Internacional de Madurai, em Tamil Nadu, depois de descobrirem que escondiam quantidades grandes de ouro em seus retos. Os passageiros chegaram ao país em dois voos diferentes, ambos vindos da capital do Sri Lanka, Colombo.
Segundo as autoridades do aeroporto internacional afirmaram ao jornal The Guardian , mais de 10 kg de ouro foram encontrados em pelo menos 37 passageiros, sendo que algumas pessoas levavam as barras em malas de mão, enquanto outras guardaram no local “mais escondido”, ou seja, em pacotes colocados no ânus, ao que a Direcção de Inteligência de Receita da Índia (DRI), agência de aplicação da lei que interceptou os passageiros, chamou de “forma engenhosa de ocultação”.
Assim, depois de revistar os passageiros e suas bagagens, todo o metal precioso foi confiscado pelos oficiais da DRI. De acordo com a agência, o material encontrado vale cerca de 30 milhões de rúpias – algo em torno de R$ 145 mil.
Os traficantes foram liberados após o confisco do ouro, pois nenhum deles estava levando o suficiente para cumprir o limite penal estabelecido pelo país indiano.
A justiça sul-africana confirmou nesta sexta-feira (13) que o presidente Jacob Zuma pode ser processado por corrupção e lavagem de dinheiro em um caso de vendas de armas no qual esteve envolvido há 10 anos.
Segundo uma decisão lida pelo juiz Eric Leach, o tribunal de apelações de Bloemfontein rejeitou um recurso de Zuma contra a determinação de retomar 783 acusações contra ele por corrupção, fraude fiscal e extorsão.
Em um comunicado, o escritório de Zuma disse que a decisão é “decepcionante”. O chefe de Estado sul-africano é acusado de ter recebido, quando era vice-presidente, subornos por um contrato de armas de 4,2 bilhões de euros assinado em 1999 pela África do Sul com várias empresas europeias. Na ocasião, ele foi indiciado, mas o processo foi arquivado em 2009 porque, de acordo com a Procuradoria Geral, tinha motivações políticas.
Uma mulher foi publicamente estuprada, espancada, decapitada e teve seu sangue ingerido por rebeldes do Congo após servir um “peixe proibido” a eles.
O caso aconteceu em Abril, mas só foi divulgado na última terça-feira (10), ocorreu nas ruas da cidade de Luebo, onde uma multidão acompanhou e incentivou, com aplausos, os ataques do grupo.
Segundo informações do portal Metro , a mulher e seu enteado foram condenados por servir, no restaurante de sua família, uma refeição que continha carne de peixe em sua composição. O ingrediente, entretanto, só se tornou um problema porque os membros da milícia anti-governo Kamuina Nsapu, do Congo, seguem regras rígidas que, segundo eles, servem para protegê-los durante batalhas.
Dentre as normas, que incluem abstinência sexual e não tomar banhos, destaca-se a directriz que os proíbe de comer qualquer tipo de carne, incluindo peixes. Desta forma, ao perceberem a presença do componente na refeição, os homens condenaram a mulher e seu enteado, que estava trabalhando no restaurante naquele dia, a cometerem um ato incestuoso em público.
Uma multidão se aglomerou ao redor dos dois para acompanhar o episódio de estupro. Com aplausos, o grupo incentivou a acção dos rebeldes enquanto as vítimas eram espancadas, decapitadas e tinham seu sangue ingerido pelos membros da milícia. Seus corpos ficaram expostos no centro da cidade antes de serem removidos para o cemitério local.
Os aplausos da população, entretanto, possuem uma explicação, de acordo com o portal France 24. Um dos moradores de Luebo, que pediu para não ser identificado, declarou que a mulher executada era muito conhecida e querida pelas pessoas. Porém, a crença dos congoleses nos poderes satânicos dos rebeldes os obriga a ter certas atitudes. “Nós não temos escolha: ou apoiamos suas acções ou morremos“.
A Organização dos Trabalhadores de Moçambique-Central Sindical (OTM-CS) fez uma contundente denúncia sobre a alegada perseguição aos seus líderes protagonizada por empresários moçambicanos e acusa o Governo de nada fazer para acabar com esta situação.
Os secretários dos comités sindicais são vítimas de despedimentos quando defendem os interesses da classe trabalhadora, precisou fonte da organização.
O presidente da OTM-CS, Samuel Matsinhe, que falava à comunicação social nesta sexta-feira depois da deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis moçambicano por ocasião das celebrações do 41º aniversário da criação desta organização, disse que o patronato vê os sindicatos como inimigos e que por isso procura combate-los, perseguindo-os como se de um movimento opositor se tratasse.
“Há muitos dirigentes sindicais da base que estão a ser demitidos pelo patronato por defender os interesses dos trabalhadores e consequentemente os trabalhadores sentem-se intimidados sem representação e sem direitos”, disse, evitando mencionar nomes das empresas cujos líderes sindicais já passaram por esta situação.
Diz ele que o país está a atravessar um momento extremamente grave, particularmente para os trabalhadores em que no espaço para o exercício de sindicalismo está completamente minado e qualquer tentativa nesse sentido pode custar o emprego de alguém.
Samuel Matsinhe diz que muitas vezes estes fenómenos (perseguições dos sindicalistas) já foram denunciados ao Governo, através do Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, mas, até agora nada foi feito para estancar este mal que frustra o movimento sindical.
“O Governo está a distanciar-se de exercer a função controladora e assegurar o cumprimento da legislação laboral. Estamos a verificar em muitas empresas, despedimento de trabalhadores sem justa causa”, frisou.
O presidente da Organização dos Trabalhadores de Moçambique-Central Sindical acusou ao patronato de não querer dar espaço para qualquer tipo de negociação ou diálogo com a massa laboral, culpando o Governo por essa atitude.
“A maioria dos empresários não se dispõe para o diálogo e o Governo quando não cumpre o seu papel de fiscalização nada se pode fazer porque a função do movimento sindical torna-se apenas apelativa”, vincou.
Despedimentos sem justa causa, criação de emprego precário, más condições de trabalho, falta de respeito para com os trabalhadores são, entre outros, “fantasmas” que apoquentam a classe.
Um homem que queria se ‘exibir’ ao fazer um vídeo com uma tartaruga foi postado nas redes sociais e viralizou na última terça-feira (10).
Segundo o site R7, nas imagens ele queria dar um beijo no bicho, mas a tartaruga, parece que não gostou e deu uma mordida no homem.A publicação afirma que a postagem teve milhares de compartilhamentos. O rapaz chora e grita, ele foi levado às pressas para o hospital, mas não teve salvação. Perdeu um pedaço generoso da língua
A jovem britânica Connie Whitton, de 19 anos, viveu um grande susto nesta semana. Ela descobriu que seria mãe poucas horas antes de dar à luz ao filho Seth. Até então, durante nove meses, ela nem sequer desconfiou sobre a gestação.
Connie, que mora em Barnsley, no Reino Unido, comentava nas redes sociais que estava ganhando peso mesmo fazendo exercícios e seguindo uma religiosa e balanceada dieta. A jovem só descobriu que teria um bebê após ir ao hospital e relatar as dores que vinha sentindo nas costas.
Ao desconfiar de uma infecção urinária, o médico que atendeu Connie fez exames e ouviu os batimentos cardíacos de Seth durante um exame de bexiga. A descoberta veio a poucas horas de Connie entrar em trabalho de parto.
“Não tinha nenhum sintoma (de gravidez), nenhuma ‘barriguinha’, nenhum enjoo matinal. As pessoas me perguntam se eu não sentia ele se mexendo e eu honestamente não senti”, contou Connie ao jornal The Mirror.
Após o susto, ela comentou que “aquelas quatro horas foram os nove meses inteiros para mim”.
Duas cidadãs estrangeiras encontram-se detidas na cidade de Maputo indiciadas da prática do crime de parto suposto e substituição de recém-nascido, bem como falsas declarações relativas ao nascimento e descaminho de menor, previstos nos artigos 208, 209 e 212 do Código Penal em vigor em Moçambique.
Conforme soube o domingo, a história inédita envolveuma cidadã de origem nigeriana, residente em Moçambique há cinco anos, que terá supostamente dado de “aluguer” a sua barriga para a gestação de uma criança, através de inseminação artificial, “contratada” por uma mulher sul-africana.
Conta-se que, através de um sítio de Internet, a nigeriana terá anunciado a sua disposição de servir de “barriga de aluguer”, tendo atraído as atenções de um casal sul-africano que pretendia ter mais um filho, mas que a esposa não pode mais conceber.
A nigeriana, mãe de quatro filhos e há algum tempo abandonada pelo respectivo marido, com a mesma nacionalidade, terá viajado para a vizinha África do Sul a fim de receber os espermatozóides.
Um banqueiro terminou a relação com a namorada, uma modelo russa. Insatisfeita a jovem vingou-se e conduziu o Mercedes do ex-namorado para dentro da piscina.
A modelo, Kristina Kuchma ficou furiosa com Guy Gentile por ter acabado a relação durante um jantar, em vez de financiar o seu negócio de marketing como havia prometido, conta o New York Post.
“Mentiroso”, acusou Kristina por mensagem de telemóvel depois do incidente. “Disseste que me ias ajudar a começar um negócio! Foram as tuas palavras! Agora queres ser um investidor??? Bem investidor, tenho uma surpresa para ti no quintal, começa com essa ideia de investimento primeiro”, disse.
Guy Gentile voltou para casa na manhã seguinte para encontrar o seu Mercedes S400 submerso em cloro.
“Eu larguei-a. Ela largou o meu carro”, explicou.
O jantar era para ser um jantar casual, até que Kristina disse estar grávida. Gentile concordou em ajudar a criar a criança, mas Kristina mudou de tom e afirmou estar grávida não de um bebé mas de uma ideia. A modelo queria começar um negócio de marketing e esperava que ele a ajudasse a financiar com cerca de 50 mil dólares.
Depois de vários presentes de valor elevado – uma mala gucci, um novo iPhone, uns headphones da Beats – Guy Gentile considerou que este era um pedido exagerado, decidindo assim terminar a relação de ano e meio.
Depois de lhe atirar chá quente, Kristina saiu do restaurante e levou as chaves do carro, sem que Gentile soubesse o desfecho.
Segundo as autoridades foram precisas mais de quatro horas para tirar o carro de dentro de água.
A ex-candidata presidencial norte-americana Hillary Clinton afirmou este sábado que a anunciada ameaça do Presidente Donald Trump de sair do acordo nuclear iraniano é “perigosa”.
Numa entrevista gravada para a cadeia de televisão CNN que deverá ser divulgada no domingo, Hillary Clinton diz acreditar que o seu antigo adversário está a “minar a validade dos compromissos dos Estados Unidos para com outros países”.
A antiga secretária de Estado norte-americana considera que Trump, na sua insistência de retirar a certificação ao acordo nuclear iraniano faz os EUA parecerem “tontos e pequenos, jogando o jogo dos interesses iranianos”.
Na sexta-feira, Donald Trump acusou o Irão de violar o acordo de 2015, advertindo os iranianos para a correcção de uma série de “falhas” naquele compromisso, embora não tenha avançado com uma proposta de sanções. Juntamente com a Alemanha, França, Grã-Bretanha, Rússia, e China, os EUA assinaram um acordo com o Irão, em 2015, para que o país travasse o seu programa nuclear.
O Presidente dos EUA pode recusar “certificar” o cumprimento de Teerão dos compromissos assumidos no âmbito do tratado, apesar das garantias da Agência Internacional de Energia Atómica. Caso Trump não certifique, cabe ao Congresso dos EUA decidir se as sanções levantadas em 2015 devem voltar a vigorar. O regresso das sanções ditaria o fim do acordo.
O Presidente da República, Daniel Chapo, instou a Inspecção-Geral do Estado (IGE) a agir com rigor e imparcialidade, durante a cerimónia de posse da...