O Primeiro Ministro moçambicano, Carlos Agostinho do Rosário, consolou a família do malogrado presidente do conselho municipal da cidade de Nampula, Mahamudo Amurane, morto a tiro na sua residência particular em pleno 04 de Outubro, dia da paz.
“Viemos nos solidarizar com a família. Ficamos bastante chocados com o que aconteceu. Ninguém tem direito de tirar a vida a outras pessoas. A forma como o nosso colega, amigo e irmão partiu foi muito trágica. Condenamos bastante este acto“, disse.
“Faremos esforços para que as autoridades competentes possam esclarecer o que se passou e que as pessoas mentoras do acto sejam julgadas e punidas“, afirmou o Primeiro-Ministro.
Aliás, no discurso que proferiu durante a abertura da IV conferencia Nacional Religiosa, perante cerca de 700 participantes, Carlos do Rosário disse que o encontro realiza-se num momento de dor e luto para os munícipes, população de Nampula e todos moçambicanos.
Entretanto, a Policia moçambicana (PRM) anunciou esta semana existirem dois arguidos, indiciados de envolvimento no assassinato de Amurane.
Amurane foi eleito edil de Nampula pelo Movimento Democrático de Moçambique (MDM) nas autárquicas de 2013, e, nos últimos tempos, andava de costas voltadas com esta formação política liderada por Daviz Simango.
O malogrado já havia manifestado a intenção de concorrer nas autárquicas de 2018 fora da bandeira do MDM.
Duas mães apresentaram queixa na polícia contra a professora dos filhos, acusando-a de colocar as crianças dentro de um saco do lixo como castigo, em Restinga, São Paulo, Brasil.
As mulheres afirmam que a docente castigava as crianças obrigando-as a entrar para dentro de um saco do lixo. Depois fechava-o e pedia aos outros alunos para contar até 10 para que o saco fosse aberto.
Caso a criança chorasse a docente abria-o. Uma das mães conta que soube do “castigo” porque o filho de 3 anos se recusou a ir à escola dizendo que não queria ir para dentro do saco.
O caso aconteceu na Escola Municipal de Ensino Básico Célia Teixeira Ferracioli e a professora foi suspensa.
No entanto, o advogado da suspeita afirma que as mães fizeram queixa por estarem chateadas por serem chamadas à escola pela indisciplina dos filhos. As autoridades estão a investigar.
O cantor norte-americano Aliaune Thiam Damala, mais conhecido por Akon, em parceria com a Machel Fidus, uma Associação moçambicana constituída por jovens empreendedores, injectou cerca de 50 milhões de dólares num projecto que visa electrificar as zonas rurais das províncias centrais de Sofala e Manica, através de energia solar.
Moçambique é o primeiro país da África Austral a estabelecer a parceria com Akon neste projecto denominado Akon Lighting África in Mozambique, que numa fase inicial de cinco anos está orçado em cerca de 50 milhões de dólares.
O lançamento do projecto coube ministra moçambicana dos Recursos Minerais e Energia, Letícia Klemens, que, na ocasião, disse que a parceria deverá dar um contributo em aumentar a disponibilização de energia para as comunidades do país, sublinhando que os intervenientes na iniciativa tem demonstrado um empenho em desenvolver actividades para o bem-estar dos moçambicanos e não só.
A governante reconheceu que a falta de energia afecta o rendimento nos sectores vitais para desenvolvimento do país.
“A saúde, educação, gestão e controlo do sistema de abastecimento de água necessitam de energia para o seu funcionamento e que a falta de energia traz um baixo nível de desenvolvimento“, afirmou.
Klemens encorajou a Machel Fidus e a Akon Lighting África in Mozambique para continuarem com as actividades engajadas nos planos governamentais, bem como nos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável (OMS), das Nações Unidas.
Intervindo no evento, Akon, que esteve na cerimónia de lançamento, disse que Moçambique, tal como outros países africanos, necessitam de um sistema de energias renováveis, sobretudo nas zonas rurais, o que, segundo o cantor, poderá criar oportunidades para a juventude.
De acordo com o cantor, de origem senegalesa, o projecto pretende responder aos desafios energéticos dos países africanos, através da implementação de uma solução inovadora que deverá criar os alicerces para o desenvolvimento sustentável das zonas rurais.
Destacou a educação dos jovens de África como uma aposta séria para que o continente possa dar seguimento aos caminhos do desenvolvimento sustentável.
“Nós podemos mover África. Podemos mudar e estarmos em posições cimeiras. E a minha ideia para Moçambique é implementar mudanças na área de energias“, vincou Akon.
Para o Presidente da Machel Fidus, Malenga Machel, para o real cumprimento do programado, o projecto Akon Lighting África in Mozambique deverá contar com uma parceria do Fundo Nacional de Energia, bem como da Electricidade de Moçambique.
Malenga Machel, que é filho do primeiro Presidente de Moçambique independente, Samora Machel, frisou ser necessário uma cooperação com as entidades moçambicanas para que o projecto seja um sucesso para o país.
“Acredito que cada um de nós tem em mente os trabalhos desenvolvidos pela Machel Fidus. Nós introduzimos novas tecnologias e nossas acções são incríveis, graças ao apoio e colaboração. Por isso, para esta actividade que será lançada, vamos todos trabalhar para desenvolver Moçambique“, disse Machel.
O projecto Akon Lighting Africa está a ser implementada em 11 países africanos, incluindo Gâmbia, Gabão, Guiné-Conacri, Quénia, Senegal, Mali, entre outros.
A iniciativa agrega-se aos Objectivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, adoptados em Setembro de 2015.
As autoridades do Vietname elevaram para 68 o número de mortos na sequência das cheias e deslizamentos de terras provocados por uma depressão tropical que atingiu, esta semana, a região norte e centro do país, causando fortes chuvas.
Existem ainda pelo menos 32 feridos e 34 desaparecidos, segundo a Autoridade de Gestão de Desastres do Vietname.
A intempérie provocou danos em infraestruturas e estragos em colheitas, causando ainda a morte de mais de 230 mil animais nas regiões do centro e norte do Vietname.
O organismo interrompeu a ajuda a Moçambique após a descoberta de dívidas secretas de pelo menos dois mil milhões de dólares.
A retomada da ajuda financeira a Moçambique pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) carece da clarificação do uso do dinheiro das dividas ocultas que o país contraiu ao Credit Suisse e VTB da Rússia, reafirma a organização.
O corte de apoio ao orçamento de Estado moçambicano foi na sequência da descoberta de empréstimos secretos – de pelo menos dois mil milhões de dólares – que o governo contraiu com os referidos bancos.
“Neste momento, nas nossas projecções, não temos em conta que haverá um programa no próximo ano”, disse, dia 13, em Wahsington DC, o director da divisão africana do FMI, Abebe Aemro Selassie.
Selassie clarificou: “Não há conversações sobre o programa antes da satisfação das lacunas de informação identificadas pelos auditores. Aguardamos a conclusão disso”.
Entre os pontos críticos das exigências, consta a clarificação do destino dado a 500 milhões de dólares e a divulgação dos nomes reais dos funcionários governamentais citados no relatório de auditoria da Kroll.
Não menos importante, os doadores e sociedade civil moçambicana exigem a responsabilização dos envolvidos no processo, que ocorreu nos últimos anos do mandato do presidente Armando Guebuza.
Além de ter violado as normas que os estados membros acordam com o FMI, o acto transgrediu a legislação moçambicana, uma vez que as dividas não foram autorizadas pelo parlamento.
A posição apresentada pelo FMI poderá representar um duro golpe ao ministro moçambicano da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, que terá manifestado a esperança de sair de Washington com o bloqueio do FMI resolvido.
Sobre o encontro com a delegação de Maleiane, Selassie disse que “o diálogo foi útil, com informação melhorada sobre a situação macroeconómica, e realçaram que mais deverá ser feito, em particular, no tocante à reformas fiscais”.
A Deputada da Assembleia da República,Helena Da Glória Muando, eleita pelo Círculo eleitoral de Manica, pela bancada Parlamentar da Frelimo, faleceu na quinta-feira (12), no Hospital Central de Maputo, vítima de doença.
Natural do posto administrativo de Caniçado, distrito de Guijá, na província de Gaza, a deputada Muando cumpria o seu segundo mandato como representante do povo na Assembleia da República.
O funeral da deputada Helena da Gloria Muando terá lugar na segunda-feira próxima (16), no Cemitério de Lhanguene, em Maputo, e será antecedido de Velório de corpo presente, pelas 11h00, na Sala dos Grandes Actos da Assembleia da República.
Na VII Legislatura do Parlamento moçambicano, a deputada era membro da Comissão dos Assuntos Sociais, do Género, Tecnologia e Comunicação Social.
Até a data da sua morte a deputada Helena da Gloria era Vice Relatora na Comissão das Relações Internacionais, Cooperação e Comunidades.
Portuguese legislative elections Socialist Party (PS) candidate, Jose Socrates, during his speech after the results giving the defeat of PS in today`s Legislative Elections, in Lisbon, Portugal, 5 June 2011. Portugal's faced today Legislative Elections to elect a new government, with near nine million voters reportedly expected to participate. MIGUEL A. LOPES/LUSA
A Procuradoria-Geral da República (PGR) anunciou na manhã desta quarta-feira que o Ministério Público (MP) deduziu acusação na Operação Marquês contra 28 arguidos, entre eles o ex-primeiro-ministro José Sócrates, a quem são imputados 31 crimes.
Neste caso foi acusado um total de 19 pessoas singulares e nove empresas, incluindo o ex-banqueiro Ricardo Salgado, os gestores Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, o fundador do Grupo Lena Joaquim Barroca e o antigo ministro socialista Armando Vara.
Num comunicado enviado minutos depois das 10h30 à comunicação social a Procuradoria-Geral da República anunciou que José Sócrates está acusado de 31 crimes: três de corrupção passiva, 16 de branqueamento de capitais, nove de falsificação de documento e três de fraude fiscal qualificada. O Ministério Público especifica que o antigo primeiro-ministro acumulou na Suíça 24 milhões de euros “com origem nos grupos Lena, Espírito Santo e Vale de Lobo”.
Ricardo Salgado é acusado de 21 crimes (entre eles corrupção activa), Zeinal Bava de cinco e Henrique Granadeiro de oito. Armando Vara, por sua vez, é acusado de cinco crimes.
Acusação com mais de 4000 páginas
O Departamento Central de Investigação e Acção Penal precisa que o despacho final da Operação Marquês tem mais de 4000 páginas e além da acusação integra nove despachos de arquivamento “em relação aos arguidos João Abrantes Serra [advogado], Joaquim Paulo da Conceição [administrador executivo do Grupo Lena] e Paulo Lalanda e Castro [empresário]”. Relativamente a este último, adianta a nota, “foi extraída uma certidão para investigação de factos relativos a sociedades que controlava“. A PGR explica que o Ministério Público extraiu 15 certidões que lhe vão permitir continuar a investigar suspeitas de crimes relacionadas com este caso em novos processos, agora abertos.
Sobre o conteúdo da acusação, a PGR diz que a investigação se debruçou sobre factos ocorridos entre 2006 e 2015. O Ministério Público considera ter reunido provas de que “José Sócrates, na qualidade de primeiro-ministro e também após a cessação dessas funções”, cometeu vários crimes, tendo sido corrompido em três ocasiões.
Um dos corruptores activos terá sido o fundador do Grupo Lena, Joaquim Barroca, o que, segundo a acusação, “permitiu a obtenção”, por parte daquele grupo, “de benefícios comerciais”. Carlos Santos Silva, amigo próximo do antigo primeiro-ministro, “interveio como intermediário de José Sócrates em todos os contactos com o referido grupo“, afirma a PGR, que considera o empresário um testa-de-ferro de Sócrates.
Um avião despenhou-se na Costa do Marfim. A Reuters, que cita testemunhas no local, está a avançar que o aparelho caiu no mar pouco depois de descolar no aeroporto internacional de Abidjan e que o acidente terá provocado quatro vítimas.
De acordo com a agência marfinense Koaci, as equipas de resgate já terão recuperado dois corpos dos destroços que deram à costa de Port-Bouët e já terão visto pelo menos mais dois corpos no meio dos destroços.
Ainda não há muitas informações sobre este acidente mas aparentemente o avião terá descolado no meio de uma tempestade com chuva muito forte trovoada.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo acusa a antiga directora-geral do Instituto de Promoção de Exportações –IPEX, de ter celebrado contrato com a empresa que organiza a Feira Internacional de Maputo (FACIM), sem concurso público.
Esta quinta-feira, Cecília Candrinho, foi ouvida na Terceira Secção. Ela é acusada do crime de abuso de função.
Com a passagem da responsabilidade da organização da Feira para o IPEX, a entidade não recebeu o orçamento para esse fim. A então direcção liderada pela IPEX, viu se obrigada a usar parte dos fundos da venda das instalações da Baixa da Cidade para garantir a organização da FACIM desde 2012 a 2015, aliada a exiguidade dos fundos atribuídos pelo Estado.
A defesa de Cecília Candrinho, disse a Rádio que o parceiro encontrado, foi a solução para a viabilização da FACIM, pois caso contrário, Moçambique incorria no risco de pagamento de multas a instâncias internacionais.
Com efeito, o IPEX estabeleceu um memorando de entendimento que permitiu que se organizassem as feiras.
Entretanto, quando a Inspecção das Finanças ordenou que se alterasse, fez um contrato que foi recusado pelo Tribunal Administrativo.
O advogado da arguida, Alexandre Chivale, disse que o posicionamento da sua constituinte foi de que tudo foi feito a bem do Estado.
A empresa recebeu 127 milhões de meticais em quatro anos, com a promoção das feiras.
A sentença do caso será proferida no próximo dia 24 do corrente mês.
De acordo com os dados preliminares divulgados pela Comissão Nacional de Eleições, Weah tem o maior número de votos nas 14 das 15 províncias do país, enquanto o actual vice-presidente, Joseph Bokai, lidera na província de Lofa, onde nasceu.
No total, 20 candidatos concorrem às presidenciais na Libéria.
O presidente da Comissão Nacional de Eleições, Jerome Korkoya, alertou que os primeiros resultados divulgados representam ainda uma pequena percentagem do número total de votos e pediu cautela aos candidatos quanto a eventuais declarações de vitória que podem ser extemporâneas.
A Libéria escolhe o sucessor de Ellen Johnson Sirleaf, a presidente que liderou o país após o final da guerra civil e durante a crise sanitária provocada pelo vírus Ébola que matou cindo mil liberianos.
Na quinta-feira, um dos maiores partidos políticos da Libéria pediu a paragem da contagem dos votos alegando irregularidades e fraudes durante a votação.
Os apoiantes do Partido da Liberdade afirmam que a hora de início da votação começou tarde e referiu-se a falta de condições em, pelo menos, uma assembleia de voto em Monróvia.
A comissão eleitoral já disse, entretanto, que está disposta a receber todos os protestos e queixas, mas deixou claro que a contagem dos votos não vai ser suspensa.
“Temos um mandato constitucional para organizar as eleições e declarar os resultados definitivos daqui a 15 dias“, disse Henry Boyd Flod, porta-voz da Comissão Nacional de Eleições.
O Carter Center, um dos observadores às eleições presidenciais na Libéria, já sublinhou o “ambiente de calma” durante a votação e, apesar de ter detetado “falta de condições” em alguns centros de voto, remeteu a declaração final sobre as eleições para o dia em que forem divulgados os resultados definitivos.
“Qualquer que seja o resultado, estas eleições vão resultar na transferência de poder um órgão democraticamente eleito para outro, pela primeira vez na vida dos liberianos“, disse o Carter Center, através de um comunicado.
Uma criança de um ano de idade, que sofre de albinismo, foi raptada por pessoas ainda não identificadas, na semana finda, no distrito de Mecanhelas, província do Niassa.
Um cidadão está detido por se suspeitar que tem alguma conexão com os presumíveis criminosos.
O roubo do miúdo aconteceu à noite, no povoado de Maico, quando ele estava a dormir junto da sua mãe. Não é a primeira vez que um caso similar acontece naquele ponto de Moçambique, e as restantes ocorrências ainda não foram esclarecidas pelas autoridades policiais e da justiça.
Segundo a Polícia da República de Moçambique (PRM), no Niassa, o cidadão ora preso albergava gente de considerada de conduta duvidosa na sua residência.
O albinismo é uma doença que se caracteriza por ausência ou grande falta de pigmento na pele, nos olhos, nos pêlos e no cabelo.
Em Janeiro deste ano, no Niassa, um miúdo de sete anos de idade, também que sofre de albinismo, foi roubado por quatro indivíduos desconhecidos, depois de arrombaram a porta de casa onde a vítima estava com a família, a dormir.
O caso deu-se no distrito de Ngaúma. Nunca mais se soube, publicamente, se o rapaz foi ou não resgatado, nem se os raptores foram detidos.
O informe anual da PGR é deveras vago em relação a este problema. O mesmo refere que o Plano de Acção Multissectorial criado pelo Governo, em 2015, para lidar com o mal acima exposto, permitiu que o tráfico e/ou assassinato de albinos reduzisse de 51, em 2015, para 15, em 2016.
Um preso de 26 anos morreu na quinta-feira (12) no interior de São Paulo, após passar mais de uma semana com três telefones celulares em seu estômago.
Segundo o site do Sistema Globo, o detento ficou internado em um hospital por dois dias. Ele foi ao sector de enfermagem da penitenciária afirmando que engoliu três celulares durante uma revista com intuito de burlar a vigilância e pretendia expelir os telefones. Porém, depois de uma semana nenhum aparelho saiu e passou a sentir fortes dores de barriga.
Em um exame raio-X é possível ver os aparelhos em seu estômago. Ele foi medicado com laxantes e voltou à cadeia, mas não conseguiu expelir. Ao retornar ao hospital para fazer uma cirurgia de retirada, passou mal e acabou morrendo.
O Município de Boane, na Província de Maputo, destruiu, na manhã, barracas de vendedores de Campoane.
A acção do Conselho Municipal abrange 15 barracas e visa dar espaço a pavimentação de uma estrada com uma extensão de cerca de dois quilómetros.
As destruições visam dar lugar à pavimentação de uma das principais vias de acesso que atravessa alguns bairros da vila. Os proprietários das barracas mostraram-se inconformados com a atitude e disseram que as barracas feitas e oferecidas pelo Município não oferecem segurança.
Por sua vez, o Presidente do Conselho Municipal, Jacinto Loureiro, afirmou que a negociação com os vendedores data desde o início do ano, e que os mesmos concordaram com as condições oferecidas, que incluiu a construção de um bloco de quinze barracas.
Loureiro reconhece a reclamação dos vendedores mas garantiu que as barracas serão concluídas em paralelo com as obras de estrada para não demorar com a sua conclusão.
Kwon Oh-hyun, CEO da Samsung Electronics, anunciou em carta aos funcionários sua renúncia ao comando da empresa, em movimento que surpreendeu o mercado, já que a companhia espera um lucro recorde de US$ 12,8 bilhões para o terceiro trimestre.
“Felizmente estamos tendo receita recorde agora, mas isso é fruto de decisões e investimentos feitos no passado”, afirmou.
Maior fabricante global de chips de memória, smartphones e TVs, a Samsung deve bater seu recorde anual de receita, graças a alta na demanda por chips. A venda de semicondutores, estimada em US$ 7,2 bilhões, também puxou a alta no trimestre.
Segundo o comunicado oficial da empresa, Kwon Oh-hyun, funcionário desde 1985, deve permanecer como presidente do Conselho de Administração até o fim do seu mandato, em Março de 2018. “Enquanto somos confrontados com uma crise sem precedentes, creio que chegou a hora de a companhia começar de novo, com novo espírito e nova liderança”, disse o executivo.
Nem mesmo o bom resultado foi suficiente para aplacar a crise pela qual a companhia passa desde o início do ano, quando Jay Y. Lee, herdeiro da empresa, foi preso, acusado de envolvimento em um escândalo que levou ao impeachment da presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye.
Jay Lee foi preso preventivamente em Fevereiro, um mês antes da destituição da presidente, e condenado a cinco anos de prisão no fim de Agosto. Entre as acusações estavam crimes como corrupção, desfalque, ocultação de recursos no exterior e lavagem de dinheiro. O bilionário ainda deve apelar para a Suprema Corte.
Atualmente, a companhia é o principal conglomerado sul-coreano, com mais de 60 empresas afiliadas e activos que ultrapassam US$ 320 bilhões. A empresa também é a maior fabricante global de smartphones, com mais de 20% de participação nas vendas, bem à frente de sua maior rival, a Apple.
A soma do valor de mercado das empresas da Samsung com capital aberto representa hoje aproximadamente 30% do valor de mercado do índice da bolsa de valores sul-coreana Kospi.
Pelo menos duas pessoas morreram e outras 22 foram encaminhadas ao hospital devido à intoxicação alimentar, no passado domingo (08), no distrito de Pebane, província da Zambézia.
A desgraça aconteceu na localidade de Maiaia. Os sobreviventes foram atendidos no Hospital Distrital de Pebane, onde alguns tiveram alta no mesmo, pois o seu estado clínico não apresentava complicações.
Segundo, Atanásio Mentiroso, médico do Hospital Distrital de Pebane, as vítimas consumiram feijão alegadamente não bem preparado numa feira realizada em Pebane.
Por conseguinte, as vítimas sofreram vómitos e diarreia, o que lhes causou desidratação grave. Aliás, dos 22 pacientes, pelo menos quatro estavam sobremaneira desidratados, Atanásio Mentiroso.
A polícia do Quénia anunciou que matou a tiro dois manifestantes da oposição que alegadamente tinham invadido uma esquadra da polícia, munidos de ferramentas agrícolas e pedras, num dia de manifestações anti-governo em vários pontos do país.
As autoridades usaram gás lacrimogéneo para dispersar comícios na capital do país, Nairobi, e noutros pontos. Os manifestantes exigiam reformas no Quénia, que realiza novas eleições a 26 de Outubro.
Três outros manifestantes ficaram com ferimentos de bala no condado de Siaya, afirmou o chefe da polícia do Bondo, Paul Kiarie.
As manifestações realizaram-se num ato de desafio contra a decisão do governo de proibir os protestos da oposição nos bairros empresariais das três maiores cidades do Quénia.
Na capital, Nairobi, a polícia disparou gás lacrimogéneo contra a oposição e em Kisumu, a terceira maior cidade do país, a televisão local mostrou uma batalha campal com jovens a atirarem pedras contra agentes das autoridades.
A polícia também usou gás perto de Mombasa, a segunda cidade do país, informou o deputado da oposição Abdulswamad Shariff Nassir.
O governo justificou o facto de ter proibido as manifestações nas zonas empresariais das três cidades com o “perigo iminente de violação da paz”, indicou o ministro do Interior, Fred Matiangi, acrescentando que os manifestantes tinham pilhado empresas e atacado esquadras de polícia.
As organizações dos direitos humanos protestaram contra a proibição, com algumas delas a referir que a polícia matou pelo menos 37 pessoas no decorrer dos protestos que recomeçaram após o anúncio dos resultados das eleições em Agosto.
O supremo tribunal anulou a votação, alegando várias irregularidades, e convocou uma nova eleição, a 26 de Outubro.
Os líderes da oposição apelaram à realização de manifestações diárias até ao dia da votação. O candidato Raila Odinga, o mais votado dos candidatos da oposição em Agosto, anunciou esta semana que se afastou da corrida à presidência porque não foram feitas quaisquer reformas na comissão eleitoral.
Foi Odinga quem avançou com o procedimento legal – considerado válido pelo Supremo queniano – para anular a reeleição do Presidente Uhuru Kenyatta.
A comissão eleitoral disse que a votação avança com os oito candidatos que havia em Agosto e que Odinga ainda é considerado como candidato, uma vez que não se afastou formalmente. Nenhum dos candidatos – sem contar com Odinga e Kenyatta – obteve mais de 1% dos votos.
A TJ Consultants é uma Consultoria estratégica de Recursos Humanos que está a recrutar para seu cliente um (1) Analista Sénior de Compras (Procurement). Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Especialista de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Oficial de Finanças e Administração. Saiba mais.
A Management Systems International (MSI) iniciou o projecto de Mecanismos de Monitoria e Avaliação (MMEMS) pretende recrutar um (1) Director Financeiro e Administrativo. Saiba mais.
A PATH pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Nacional do Programa de Integração de Desenvolvimento da Primeira Infância na Saúde e de Advocacia. Saiba mais.
A TJ Consultants é uma consultoria estratégica de Recursos Humanos, que está a recrutar para uma empresa cliente que actua na área mineira profissionais. Saiba mais.
Os Estados Unidos da América vão abandonar a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), avança esta quinta-feira a imprensa internacional.
A informação foi avançada por fontes governamentais americanas à Associated Press (AP), na sequência de várias críticas às resoluções das Nações Unidas, que o governo norte-americano considera serem anti-Israel.
A UNESCO reagiu a esta notícia com um comunicado em que lamenta a decisão da Administração Trump. “Depois de recebermos uma notificação oficial do secretário de Estado dos Estados Unidos, o Sr. Rex Tillerson, como Diretora-Geral, gostaria de expressar o meu profundo desagrado com a decisão dos EUA de se retirarem da UNESCO“, disse Irina Bokova. A responsável sublinha que a saída dos americanos representa uma “perda de multilateralismo”.
Em 2011, os EUA tinham cortado uma parte substancial da sua contribuição para o orçamento da UNESCO, em protesto com a decisão de dar aos palestianos o estatuto de membros em pleno da organização. Estatuto de observador Em comunicado, o Departamento de Estado diz ter notificado a directora-geral da UNESCO, Irina Bokova, da decisão de se retirar da organização e de procurar, em vez disso, “um estatuto de observador” para contribuir com as perspectivas e conhecimentos dos EUA em alguns assuntos que considera importantes, como o património mundial, a defesa da liberdade de imprensa e a promoção da colaboração científica e educação.
“Esta decisão não foi tomada de ânimo leve e reflecte as preocupações dos EUA com os atrasos crescentes na UNESCO, a necessidade de uma reforma fundamental da organização e o permanente preconceito anti-Israel” na organização, pode ler-se no comunicado.
O Departamento de Estado diz que a saída entrará em vigor a 31 de Dezembro de 2018, permanecendo como membro de pleno direito até então. Os Estados Unidos suspenderam em 2011 o seu financiamento da UNESCO devido à votação da organização para incluir a Palestina como membro.
Actualmente, Washington deve cerca de 550 milhões de dólares (465 milhões de euros) à instituição. Washington tinha avisado no início de Julho da sua intenção de reexaminar a sua ligação à UNESCO após a decisão de declarar a cidade velha de Hébron, na Cisjordânia ocupada, “zona protegida” do património mundial.
A embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, qualificou então a decisão de “afronta à História” e considerou que lança “ainda mais descrédito sobre uma agência da ONU já altamente discutível”.
Rússia lamenta e considera “triste notícia” retirada dos Estados Unidos da UNESCO
A Rússia disse “lamentar” a retirada norte-americana da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em plena eleição do seu próximo dirigente, e considerou a decisão uma “triste notícia”. “Lamentamos a decisão das autoridades americanas”, referiu em comunicado a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova. Washington “abandona a organização num momento difícil, agravando a sua situação pelos seus actos”, assinalou. “É uma triste notícia”, considerou por sua vez o porta-voz do Kemlin, Dmitri Peskov, citado pela agência oficial Tass.
O governo dos Estados Unidos, o principal aliado de Israel, anunciou hoje a retirada do país da UNESCO, acusando a organização de ser “anti-israelita”.
A polícia deteve, no distrito de Vandúzi, em Manica, um falso agente da corporação. Na sua posse foram encontrados pares de uniforme e outros instrumentos policiais que eram supostamente usados para a prática de crimes.
Trata-se de um indivíduo de 34 anos de idade, que está detido no comando distrital de Vandúzi após ter sido neutralizado com fardamento da guarda fronteira. O indiciado, que alega ser antigo formador da Escola Prática da Polícia em Matalane, nega que tenha usado fardamento policial para cometimento de crimes. Mas a Polícia diz não ter dúvidas que o mesmo usava a farda para aterrorizar populares em Vandúzi.
Este é segundo caso de detenção de falso agente da Polícia em menos de duas semanas no distrito de Vandúzi.
No primeiro trimestre deste ano, dez agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), actuando no Comando Provincial da Zambézia, foram responsabilizados criminalmente por...
O executivo moçambicano admitiu, na manhã de hoje, a existência de várias irregularidades no circuito de distribuição de combustíveis e no sector dos transportes...