Face às denúncia e vários relatos que têm dado conta do roubo de alimentos e desvios de donativos destinados às vítimas do ciclone Idai, embora não haja registo de detenções relacionadas com a situação, o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) moçambicano anunciou que vai reforçar a fiscalização na distribuição de alimentos às comunidades afectadas pelo ciclone Idai.
A directora-geral do INGC, Augusta Maita, assumiu que colaboradores da instituição que dirige, são desonestos ao facilitarem o desvio de produtos que iriam beneficiar as pessoas que foram acolhidas nos centros de acomodação na província de Sofala.
Falta de seriedade
Numa conferencia de imprensa, Maita lamentou por outro lado, a falta de seriedade por parte do seu pessoal que dá apoio no processo de distribuição das ajudas aos carenciados albergados nos centros de acomodação mas destacou que se trata de uma situação muito complexo.
“As reclamações vão continuar sempre enquanto não conseguirmos optimizar aquilo que estamos a fazer. Como podem imaginar, este é um processo absolutamente complexo… temos estado a desdobrar em tudo que é possível para assegurar que estes mecanismos funcionem e que os produtos cheguem aquelas pessoas que precisam. Neste processo naturalmente algumas coisas que não estão ao nosso alcance podem acontecer. O que temos estado a apelar a sociedade é que nos ajudem a monitorar, ajudem-nos a controlar, ajudem-nos a vigiar e deem-nos informação concreta sobre se há elementos de prova que digam que as pessoas estão a roubar, que é para nós agirmos”, destacou.
Gestão independente das doações
As reclamações de vários reassentados sobre a falta de alimentos e mantimentos nos centros de acomodação, chegaram ao conhecimento do Presidente da República Filipe Nyusi, aquando a sua visita a Beira na semana passada.
Na ocasião Filipe Nyusi apelou a criação de uma entidade independente para a gestão das doações.
Em resposta, foi criada e vigora desde segunda-feira (01) uma comissão independente que nos próximos três meses vai liderar o processo de distribuição de mantimentos aos deslocados vítimas do ciclone. Fazem parte desta comissão uma empresa de ramo logístico contratada na Beira e o Programa Alimentar Mundial (PAM), que trabalha em coordenação com o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC).
“Já estamos a trabalhar com o PAM nesse sentido e temos uma entidade local contratada a partir da cidade da Beira que está a fazer esse processo em articulação com o PAM”.
Peritos internacionais na Beira
Depois das destruições do devastador ciclone Idai que a 15 de Março passou pela província de Sofala, peritos internacionais estão desde segunda-feira na Beira para aferir o nível de destruições na cidade.
O grupo de peritos, deslocou-se à região a convite do conselho autárquico da Beira, que pretende com o trabalho de peritagem criar um banco de dados sobre as destruições provocadas pelo ciclone Idai com vista a planificar os investimentos nas áreas prioritárias.
Recorde-se, que o número de mortos provocados pelo ciclone Idai e as cheias que se seguiram subiu para 598, segundo anunciaram esta terça-feira as autoridades moçambicanas. O número de pessoas afectadas pelo ciclone Idai em Moçambique já atinge 195.287 famílias.
O grupo de pessoas afectadas inclui todas aquelas que perderam as casas, precisam de alimentos ou de algum tipo de assistência.
Uma mulher foi absolvida em tribunal após ter atacado violentamente três homens que estavam a violar a filha, numa casa perto do local onde vive, na província de Eastern Cape, na África do Sul.
Nokubonga Qampi estava a dormir quando foi acordada por um telefonema de uma rapariga que lhe disse que a sua filha, Siphokazi, estava a ser abusada sexualmente.
De acordo com a BBC, a mulher ligou para a polícia, mas ninguém atendeu. Desesperada percebeu que a única pessoa que podia fazer algo pela filha era ela.
“Estava assustada, mas tive de ir porque era a minha filha”, recordou. “Pensei que quando lá chegasse ela poderia estar morta. Porque ela conhecia os atacantes”. Nokubonga pegou numa faca, ligou a luz da laterna do telefone e dirigiu-se à casa dos atacantes. Quando chegou ao local, um dos suspeitos estava a violar Siphokazi e os outros dois tinham as calças para baixo.
Ao verem Nokubonga foram em direção à mulher, que, sem pensar duas vezes, os esfaqueou. “Foi nessa altura que eu pensei que tinha de me defender. Foi uma reação automática”, contou. Dois dos abusadores ficaram feridos com gravidade e o outro acabou por morrer. Nokubonga, depois de cometer o crime, agarrou na filha e levou-a para casa de um amigo. Quando a polícia chegou ao local deteve a mulher e levou Siphokazi para o hospital.
A mulher foi acusada de homicídio pelo tribunal sul-africano. O relato que fez daquela noite encheu as páginas dos jornais e dividiu a opinião pública. Em muitas manchetes Nokubonga foi apelidada de “Mamã Leoa”.
Vários populares chegaram a angariar fundos para financiar a defesa de Nokubonga, afirmando que esta apenas defendeu e protegeu a filha.
A justiça sul-africana acabou por absolvê-la e os dois violadores que sobreviveram acabaram por ser condenados a 30 anos de prisão.
O Ministério Público (MP) do Estado brasileiro de São Paulo acusou hoje o ex-Presidente Michel Temer e uma das suas filhas, Maristela Temer, pelo crime de branqueamento de capitais, agravado por ser praticado por associação criminosa.
De acordo com o portal de notícias G1, o grupo de trabalho da Operação Lava Jato afirma que a reforma da casa da Maristela Temer foi financiada com dinheiro desviado das obras da instalação nuclear de Angra 3.
João Baptista Lima Filho, conhecido por coronel Lima, e Maria Rita Fratezi, são acusados dos mesmos crimes. Este é apontado como operador financeiro do suposto esquema criminoso alegadamente liderado por Temer.
A acusação do MP é um desenvolvimento do denominado “inquérito dos portos”, que investigou se o então chefe de Estado brasileiro Michel Temer tinha favorecido empresas do sector portuário com a publicação de um decreto.
O caso estava no Supremo Tribunal Federal (STF) e foi remetido para São Paulo em Janeiro, quando Temer deixou a Presidência e perdeu o foro privilegiado, um direito que é dado a algumas autoridades que ocupam cargos público, o que lhes permite que não sejam julgados pela justiça comum (primeira instância).
Ainda segundo o G1, o imóvel de Maristela Temer, que fica localizado num dos bairros mais valorizados da capital de São Paulo, passou por um grande processo de reforma em 2014.
A Polícia Federal avalia que essa reforma custou cerca de 1,6 milhões de reais (370 mil euros) e é apontada como uma das principais provas do crime de branqueamento de capitais praticado pelo antigo Presidente brasileiro.
No depoimento prestado à polícia, Maristela Temer negou que o pai tenha financiado a obra, afirmando que conseguiu a reforma da casa através da ajuda financeira da mãe e de um empréstimo bancário.
Em 2017, durante a Operação Patmos, uma continuação da Operação Lava Jato, a Polícia Federal encontrou notas fiscais e documentos que indicavam que o coronel Lima e a mulher trataram pessoalmente da reforma do imóvel.
Michel Temer, 78 anos, é o segundo ex-Presidente brasileiro a ser detido no espaço de um ano – o primeiro foi Lula da Silva, 73 anos, que cumpre pena de prisão.
Temer está a ser investigado em vários casos ligados àquela que é considerada a maior operação de combate à corrupção no Brasil, que investiga desvio de fundos da empresa petrolífera estatal Petrobras.
Desde o seu lançamento, em Março de 2014, a investigação Lava Jato levou à prisão empresários e políticos, incluindo Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), que foi Presidente do Brasil entre 2003 e 2011.
Temer, do partido Movimento Democrático Brasileiro, foi Presidente entre Agosto de 2016, na sequência da destituição de Dilma Rousseff (PT), e Janeiro de 2019.
Os transportes semi-colectivos de passageiros passam a circular 24 horas ininterruptas a partir de 1 de Maio próximo, para atender a demanda da zona metropolitana de Maputo, que abrange os municípios de Maputo, Matola, Boane e o distrito de Marracuene.
O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, explica que o ciclo nocturno da circulação desses transportes deverá iniciar às 21horas e terminar às 06 horas do dia seguinte.
Falando no briefing, terça-feira, minutos após o término da 11ª sessão ordinária do Conselho de Ministros, Carlos Mesquita disse que os operadores desses meios circulantes manifestaram interesse em operar 24 horas por dia.
“A clientela existe, ou estudantes, ou trabalhadores que trabalham em regime de turno e que saem tarde e que precisam de transporte”, disse o ministro, tendo explicado que para garantir a transparência do processo, no início de Março último, a Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMTM) lançou um concurso público para que a Federação Moçambicana de Transportadores (FEMATRO) possa disponibilizar os serviços a operarem durante o período nocturno.
A partir de Janeiro do corrente ano foram abertas na região metropolitana de Maputo 74 rotas de transporte semi-colectivos de passageiros.
Segundo o governante, a partir de Maio próximo deverão estar também operacionais os parques de estacionamento nas estações ferroviárias e rodoviárias. “A perspectiva desta acção é de que os concidadãos possam deslocar-se com as suas viaturas para as estações ferroviárias e dali apanharem os transportes ferroviários e, ou rodoviários públicos para se deslocarem aos seus locais de trabalho, de modo a evitar circulação excessiva de viaturas privadas nas redes viárias”, elucidou.
O adiamento deve-se ao facto do executivo de Couana ter reunido na noite de segunda-feira para traçar a melhor estratégia para a prova, tendo chegado à conclusão de que havia necessidade de envolver os clubes na decisão, que são os maiores intervenientes da competição.
Assim, como forma de dar espaço aos clubes que partem de longe de Maputo, local do referido encontro que devia ter acontecido na terça-feira, a Liga Moçambicana de Futebol definiu quinta-feira como a data para a definição da data.
Ademais, este tempo ainda pode ser determinante para aquilo que são as pretensões da colectividade que gere o campeonato nacional de futebol, nomeadamente de conseguir fundos para a realização de uma competição de todos contra todos em duas voltas, tal como vem acontecendo. Até ao momento, a Liga Moçambicana de Futebol continua a trabalhar com os seus parceiros para a angariação de valores complementares ao orçamento, estando ainda à espera de uma resposta da Heineken, empresa cervejeira, que ainda não respondeu ao pedido feito publicamente pelo presidente da República, Filipe Nyusi, no acto da inauguração da fábrica, em Bobole.
Para a materialização do Moçambola no modelo tradicional, de todos contra todos em duas voltas, integrando todas as 16 equipas, a Liga Moçambicana de Futebol necessita de 115 milhões de meticais, estando a esta altura com défice de cerca de 62 milhões de meticais, que espera angariar dos parceiros. Ainda assim, mesmo para o modelo alternativo do Moçambola 2019 que, em princípio, será disputado em duas séries de oito clubes divididos em duas regiões, a Liga Moçambicana de Futebol ainda não tem garantido todo valor orçamentado para as despesas de transporte aéreo, apresentando um défice na ordem de aproximadamente de 25 milhões de meticais.
Quinta-feira, na sede da Liga Moçambicana de Futebol, na presença de todos os clubes que vão disputar o Moçambola, será conhecida a data do arranque, bem como a possibilidade de retoma do modelo tradicional, caso haja cabimento orçamental para o efeito.
Seis funcionários do Serviço Nacional de Migração (SENAMI) de Moçambique vão a julgamento a partir de hoje, na 4ª Secção do Tribunal Judicial da cidade de Maputo.
Sobre eles pesa o crime de uso de um sistema paralelo de produção de passaportes e outros documentos de viagem falsos.
Entre os arguidos está Cidália dos Santos, detida em conexão com o caso de emissão do passaporte falso com o qual Momade Assif Abdul Satar (Nini) fugiu da justiça moçambicana, até ser capturado na Tailândia.
O esquema foi despoletado quando, no ano passado, foi flagrado um indivíduo conduzindo um “txopela” (moto-taxi) em direcção à fábrica, transportando vários processos para a emissão de passaportes, num esquema alheio à instituição que incluía a recepção dos documentos, o seu transporte e consequente produção do passaporte.
Os arguidos são membros afectos ao sector de atendimento público e à fábrica. Nos envelopes que continham os documentos transportados no referido “txopela” havia indicação de nomes dos remetentes de documentos e receptores na fábrica.
Este caso junta-se a um outro que envolve 20 arguidos, na sua maioria funcionários do SENAMI, que respondem pela emissão fraudulenta de vistos e atribuição de 42 passaportes falsos a igual número de cidadãos nigerianos. Tais nigerianos encontram-se actualmente detidos na China, onde foram surpreendidos pelas autoridades locais, fazendo-se passar por cidadãos moçambicanos.
O clube de futebol Racing de Avellaneda sagrou-se campeão argentino, no domingo, frente ao Clube Atlético Tigre. O insólito acabou mesmo por ser a forma de festejar de um dos adeptos da equipa argentina, o homem desenterrou o crânio do avô falecido para que este estivesse presente nos festejos.
Num jogo estatisticamente renhido à 24.ª jornada da Liga, o empate frente ao Tigre, por 1-1, não fez mossa na equipa de Avellaneda, que mesmo assim conquistou o campeonato com 56 pontos – mais quatro que o segundo classificado.
Na hora de festejar, Gabriel Aranda decidiu ir ao jazigo do avô e retirar-lhe a caixa craniana, para que este “estivesse presente” nos festejos do campeonato argentino de futebol.
O momento insólito ficou registado numa reportagem do canal TNT Sports.
A execução por apedrejamento e a mutilação de membros são punições baseadas na lei islâmica (sharia) que entram esta quarta-feira em vigor no sultanato do Brunei, motivando a condenação da comunidade internacional e campanhas de boicote.
A reforma legislativa do código penal representa uma viragem conservadora desta nação muçulmana do sudeste asiático, governada com mão de ferro pelo sultão Hassanal Bolkiah, que é o mais alto representante do Islão no país.
O novo código penal inclui o apedrejamento até à morte por delitos relacionados com a homossexualidade e o adultério; mutilação da mão ou do pé por roubo; pena de morte por blasfémia por difamar o nome do profeta Maomé e apostasia; e o açoitamento pelo aborto, entre outros.
A Alta Comissária para os Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, disse esta semana que a aplicação dessas leis “seria um grave revés para os direitos humanos no Brunei”.
“O novo código penal é brutal no seu núcleo, impondo esses métodos arcaicos de punição por alguns actos que não devem ser considerados crimes”, disse esta quarta-feira Phil Robertson, vice-director da Human Rights Watch (HRW) para a Ásia.
O gabinete do primeiro-ministro – cargo ocupado pelo sultão de 72 anos, famoso por ter uma vida opulenta e vários escândalos amorosos -, anunciou no sábado a medida num breve comunicado, no qual referiu que a sharia vai ajudar a manter “a paz e a ordem” e tem como objectivo “educar, respeitar e proteger os direitos legítimos de todos os indivíduos de qualquer raça e fé”.
O sultanato, próspero graças às suas vastas reservas de petróleo e gás, começou a introduzir punições com base na lei islâmica em 2014, com um primeiro conjunto de alterações às sentenças menos severas, num plano de dois anos que foi suspenso temporariamente pela campanha internacional de boicote contra empresas sob o patronato do país.
O fundador da organização Projecto Brunei, Matthew Woolfe, disse à agência de notícias espanhola EFE que as mudanças no sistema da justiça criminal criarão medo e ansiedade entre os habitantes, muitos dos quais não se atrevem a falar ou fazem-no em condição de anonimato.
“Obviamente, a apostasia, que acarreta pena de morte, aplica-se apenas aos muçulmanos. Entre a punição mais cruel, o adultério e a sodomia entre dois homens tem como pena o apedrejamento, que será aplicada se uma ou ambas as pessoas forem muçulmanas. No caso de não serem muçulmanos, não se aplicará”, ressalta Efe Woolfe.
O actor americano George Clooney apelou ao boicote de hotéis pertencentes a empresas do Brunei, uma medida que recebeu o apoio de outras celebridades, políticos e colectivos em favor dos direitos humanos.
Embora o actual código penal já preveja a pena de morte, o Brunei não realiza execuções desde 1957.
A nova legislação é aplicada principalmente aos cidadãos que professam a fé muçulmana, que representam 70 por cento da população do sultanato (300.000), embora em alguns casos, também possa ser aplicada a estrangeiros ou pessoas de outras crenças, principalmente budistas e cristãos.
Os não-muçulmanos já são proibidos, desde 2014, de utilizar 19 palavras islâmicas, incluindo “Alá”, assim como é proibida a impressão, divulgação, disseminação e distribuição de publicações contrárias aos ensinamentos islâmicos.
A homossexualidade já era ilegal no sultanato, enquanto a ofensa classificada como vestir roupas indecentes acarreta uma pena de até seis meses de prisão, e o consumo de álcool em locais públicos é punível com até dois anos de prisão.
O Brunei tem um sistema legal duplo que combina tribunais civis de base britânica – foi um protectorado britânico até 1984, – e tribunais islâmicos.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve, durante a última semana, à escala nacional, 1152 indivíduos, 965 dos quais por violação de fronteira e os restantes por prática de delitos comuns, segundo dados apresentados ontem no relatório semanal do Comando-Geral da PRM sobre a situação criminal no país.
Segundo o documento, no período de 23 a 29 de Março registou-se uma redução do índice de criminalidade, saldando-se em 112 delitos, contra 128 de igual período do ano passado.
Refere-se que a maioria dos crimes registados foi contra património, com 65 casos, seguido de delitos contra pessoas, com 25 ocorrências.
O comunicado aponta que as autoridades alcançaram uma operatividade de 87 por cento, com o esclarecimento de 97 dos 112 crimes.
Para além da detenção dos criminosos, a corporação destaca a apreensão de 15 armas de fogo ilegais, duas das quais do tipo pistola, seis caçadeiras, igual número de pressão de ar e outra da marca Mauser.
Em conexão com as apreensões feitas, 14 pessoas recolheram às celas, 11 das quais na cidade e província de Maputo e as restantes em Manica e Gaza.
Do trabalho efectuado, a Polícia recuperou 33 viaturas, 25 motorizadas, 40 telemóveis, entre outros bens das mãos dos criminosos.
O ex-primeiro-ministro da Malásia Najib Razak declarou-se hoje inocente de todas as acusações durante o julgamento do caso do fundo 1MDB, sobre o desvio muitos milhões de dólares que vários países estão a investigar.
Ao chegar ao tribunal da capital da Malásia onde hoje começou o julgamento sobre o seu papel na gestão do fundo soberano malaio 1MDB, o ex-líder de 65 anos declarou-se inocente das sete acusações a si imputadas e que estão ligadas à corrupção e ao branqueamento de capitais.
Este processo é o primeiro de uma longa série de procedimentos legais que a justiça malaia está a realizar sobre a “pilhagem” do fundo soberano da Malásia em muitos outros países, como os Estados Unidos, Suíça e França.
A justiça da Malásia acusa Najib Razak e os seus cúmplices de desvio de vários milhares de milhões de dólares do fundo 1MDB, criado originalmente para o desenvolvimento da economia da Malásia, e de ter usado esse dinheiro para gastos luxuosos, nomeadamente imobiliário, obras de arte e um iate.
O escândalo, que acabou por envolver o banco norte-americano Goldman Sachs – que é suspeito de ter ajudado no alegado desvio – contribuiu largamente para a derrota eleitoral da coligação liderada pelo político em Maio 2018.
A coligação que governou o país por seis décadas perdeu o poder para Mahathir Mohamad, antigo protector da Najib Razak, que se aproveitou da ira dos eleitores face ao escândalo financeiro.
Nos meses que se seguiram às eleições, as investigações encerradas contra Najib Razak foram reabertas e as acusações de corrupção começaram a recair sobre o ex-líder e os seus aliados.
O hospital de campo enviado pelo Governo da Espanha já está em funcionamento no distrito de Dondo, província de Sofala. O mesmo foi montado com a ajuda dos habitantes da vila.
Por outro lado, membros do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) concentraram esforços para pôr em funcionamento o hospital local, o mais rápido possível, num cenário onde os transportes e comunicações funcionam lentamente.
Entretanto, membros da equipa espanhola, denominada START, também conhecidos como “os coletes vermelhos”, fazem o seu trabalho e colaboram para cumprir o desejo de ajudar a população. Com o hospital de emergência, pretende-se oferecer capacidade cirúrgica e especializada a uma população, que não possui este serviço e que está a ser afectada por uma crise humanitária. Para além de cuidados médicos, a organização também espanhola “Médicos del Mundo” está a contribuir com dois postos de atendimento especializado em violência de género e cuidados psicossociais.
A zona de acampamento da equipa START está localizada ao lado do prédio da maternidade do centro de saúde de Dondo. Desde a chegada da equipa espanhola, na tarde do passado sábado dia 30 de Março, e até o momento, nasceram mais de 15 bebés graças à equipa de pediatras, parteiras e ginecologistas que estão a disponibilizar os seus conhecimentos.
Para além de partos estão a ser atendidos casos de violência sexual contra mulheres e meninas com idades compreendidas entre os 12 aos 24 anos.
Quase 900 mil doses da vacina contra a cólera começam a ser distribuídas na quarta-feira (03) às populações da província de Sofala, no centro de Moçambique, afectadas pelo ciclone Idai.
As vacinas a distribuir foram reunidas pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Duas pessoas – uma na Beira e outra no Dondo – morreram desde domingo devido à cólera, que, segundo as autoridades moçambicanas, afecta 1.428 pessoas, a maioria na Beira.
A distribuição das vacinas deverá arrancar na cidade da Beira e em distritos estratégicos onde se prevê que haja maior número de ocorrências, como Buzi, Dondo, Nhamatanda e Mutua, um processo que estará sob gestão do Ministério da Saúde.
De acordo com o director nacional de Assistência Médica de Moçambique, Ussene Isse, além dos postos de saúde, as equipas de saúde vão escalar pontos estratégicos com maior concentração de pessoas como mercados, escolas, quartéis para a realização das vacinas. Desta acção espera-se que sejam administradas vacinas a 884 mil pessoas, incluindo crianças a partir de um ano de idade – numa altura em que o total de pessoas afectadas pelo ciclone e cheias ronda 1,3 milhões.
Eficácia acima de 80 por cento
Noutras campanhas realizadas no país nos últimos três anos com a mesma vacina ficou “demonstrado” que “protege mais de 80% das pessoas” que a tomam, explicou à agência de notícias Lusa Ilesh Jani, director-geral do Instituto Nacional de Saúde.
A acção visa travar a doença típica da época das chuvas, mas que desta vez está a ter uma propagação muito acima do normal por causa do ciclone Idai.
O número de novos casos tem crescido de dia para dia, mas as organizações de saúde moçambicanas e internacionais envolvidas no combate têm conseguido curar 94% dos casos. Como resultado, há oficialmente 79 pessoas doentes.
A cólera é uma doença que provoca fortes diarreias, que é tratável, mas que pode provocar a morte por desidratação se não for prontamente combatida – sendo causada, em grande parte, pela ingestão de alimentos e água contaminados.
A administração da vacina é considerada fundamental pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para travar a cólera, pelo que vai haver dois tipos de postos de vacinação para tentar chegar a toda a população pretendida.
“Vamos ter pontos fixos ao nível das unidades sanitárias e centros de acomodação e brigadas móveis nos locais de maior concentração como escolas e mercados”, acrescentou Ilesh Jani.
“Estamos a trabalhar para apoiar o Governo, com outros parceiros, para vacinar a população para que possamos conter a epidemia de cólera”, afirmou Matshidiso Moeti, directora regional para África da OMS, na sequência de uma visita à Beira.
Para expandir a resposta de emergência no terreno, a OMS destacou uma equipa de 40 especialistas, incluindo epidemiologistas, técnicos de logística e especialistas em prevenção de doenças.
Sensibilização e tratamento das águas
Ao mesmo tempo, decorrem campanhas de mobilização social ao nível das comunidades.
A vacina cria imunidade aproximadamente uma semana após ter sido tomada e bloqueia ainda a transmissão ao nível do trato gastrointestinal.
Além da vacinação, as equipas no terreno, no centro de Moçambique, estão a investigar a qualidade das fontes de água nas comunidades.
“Primeiro, é preciso providenciar água potável e estamos a trabalhar nisso desde o segundo dia. O segundo ponto, claro, é a vacina. A terceira questão é o tratamento das pessoas com cólera, especialmente as crianças. Tudo isto requer a mobilização das comunidades – têm de estar cientes do que é a cólera, têm de se proteger da cólera e têm de procurar o tratamento quando a doença é identificada”, sublinha Jean Benoit Manhed, líder da equipa de resposta de emergência da UNICEF.
“Sabemos que um dos principais veículos de transmissão [de cólera] é a água contaminada. Temos equipas no terreno a recolher amostras de pontos de água nos bairros mais afectados para análise em laboratório”, adianta, por sua vez, Ilesh Jani.
As fontes onde for detectada cólera serão vedadas e deverão ser fornecidas alternativas à população.
Há igualmente equipas a trabalhar no restabelecimento de sistemas de tratamento de água e na distribuição de produtos de purificação.
Uma mulher de 25 anos de idade matou o filho por asfixia e enterrar o cadáver, para ocultar o crime, em Quelimane, Zambézia.
Segundo a Rádio Moçambique, a denúncia foi feita por vizinhos, que a terão surpreendido, a tentar enterrar o corpo do bebé.
O porta-voz do Comando provincial da Polícia da República de Moçambique (PRM) na Zambézia, Sidner Lonzo, disse que a corporação aguarda pelos exames médicos para se auferir o estado mental da jovem mãe, o que vai culminar com a abertura de um processo-crime.
“Depois de trazer todas as provas médicas possíveis sobre o envolvimento desta cidadã, poderemos fazer o levantamento do processo que terá o seu acompanhamento junto das entidades de justiça”, disse.
Os desastres provocados por fenómenos naturais são cada vez mais frequentes e mortíferos e, se se tiver em conta o problema das mudanças climáticas, é de esperar que calamidades como ciclones e cheias assolem Moçambique com mais violência.
O Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) tem agora melhores condições para fazer a análise e previsão do tempo, mas está claro que ainda falta equipamento para que possa realizar um trabalho mais eficaz.
Depois das devastadoras cheias do ano 2000, o Governo adquiriu, na Alemanha, dois radares, um montado na cidade da Beira, e outro em Xai-Xai, no sul de Moçambique, que, por vários motivos, não estão a funcionar e a sua tecnologia pode já estar ultrapassada.
Estudos feitos mostram que, para se ter uma cobertura efectiva, o país precisaria de pelo menos sete radares.
Mussa Mustafa, director-geral adjunto do INAM, diz que existe um Plano Estratégico que prevê a mobilização de 50 milhões de dólares americanos, para, entre outras coisas, comprar e instalar radares.
Mas apenas três a serem instalados em Nacala, Beira e Xai-Xai.
Mustafa diz que “os radares são caros e a sua instalação é um processo complexo.
Para uma cobertura mais eficaz do território nacional, Mussa Mustafa acrescenta que o INAM precisaria de ter pelo menos mais 114 estações meteorológicas automáticas, consideradas importantes para a navegação aérea.
Uma menina de 4 anos com síndrome de Down foi espancada até a morte pelo namorado da mãe, em San Bernardino, Califórnia, Estados Unidos.
Segundo a polícia, Adam Hughes estava cuidado de Kyle Willis, quando se irritou porque a garotinha teria interrompido uma conversa dele com outra pessoa. O rapaz, então, a agrediu durante horas.
Logo depois, decidiu colocar a criança na cama. Foi nessa hora que percebeu que a menina estava desacordada e com as mãos e os lábios roxos. Ainda de acordo com as autoridades locais, ele ligou para a mãe pedindo ajuda e, em seguida, para o serviço de emergência.
Os paramédicos chegaram no local e levaram Kyle para o hospital em estado crítico. Após alguns dias sobrevivendo com a ajuda de aparelhos, a menina não resistiu e morreu na última sexta-feira (29/3). Hughes foi indiciado por homicídio e preso. No entanto, pagou fiança e vai responder em liberdade. Ele e a mãe da criança estavam juntos desde maio do ano passado. A mulher não se pronunciou sobre o caso.
Em 2018, o número de pessoas em situação de insegurança alimentar diminuiu ligeiramente face a 2017, tendo alguns países sido menos expostos a riscos climáticos violentos, como secas, inundações ou chuvas.
“Este recuo no valor absoluto é um epifenómeno”, disse Dominique Burgeon, chefe de emergências da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), referindo que ocorreu “devido à ausência do fenómeno ‘El Nino’, que afectou muito as culturas na África Austral e no Sudeste Asiático em 2017”.
“Por causa dos violentos ciclones e tempestades em Moçambique e no Malawi este ano, já sabemos que esses países estarão no relatório do ano que vem”, previu Dominique Burgeon citado pelo Notícias ao Minuto.
O ciclone Idai atingiu a região centro de Moçambique, Malawi e o Zimbabwe a 14 de Março. O número de mortos provocados pelo ciclone e as cheias que se seguiram subiu para 598, anunciaram ontem as autoridades moçambicanas.
“É evidente no relatório global que, apesar de uma ligeira queda em 2018 no número de pessoas com insegurança alimentar aguda, o número ainda é alto demais”, declarou o director-geral da FAO, José Graziano da Silva.
De acordo com o responsável da FAO, é preciso agir em grande escala no âmbito do desenvolvimento, da ajuda humanitária e da construção da paz “para construir a resiliência das populações afectadas e pessoas vulneráveis”.
“Para realmente acabar com a fome, devemos atacar as causas básicas: conflito, instabilidade, o impacto dos choques climáticos. Rapazes e raparigas precisam ser bem nutridos e educados, as mulheres precisam de ser verdadeiramente fortalecidas, a infra-estrutura rural deve ser fortalecida para conseguirmos esse objectivo de fome zero”, sublinhou director-executivo do Programa Alimentar Mundial (PAM), David Beasley.
Os dados foram revelados ontem num documento apresentado conjuntamente pela União Europeia (UE), pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Programa Alimentar Mundial (PAM), entre outros organismos.
De acordo com este relatório, o Iémen, a República Democrática do Congo, o Afeganistão, a Etiópia, a Síria, o Sudão, o Sudão do Sul e Nigéria são os oito países do mundo que estão a sofrer as piores crises alimentares.
Os conflitos foram a principal causa de insegurança alimentar em 2018 no mundo. Cerca de 74 milhões de pessoas, ou dois terços da população total que enfrenta a fome aguda, estavam em 21 países ou territórios em guerra, um dado que permanece estável em comparação a 2017.
As conclusões do relatório pedem uma cooperação fortalecida que ligue a prevenção, a preparação e a resposta para atender às necessidades humanitárias urgentes e às causas profundas, que incluem a mudança climática, choques económicos, conflitos e deslocamentos.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Analista de Programa e Gestão de Informação. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar dois (2) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário – Educação de Resposta a Emergência IDAI.Saiba mais.
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A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Agente de Serviço (Servente). Saiba mais.
O Ministério da Juventude e Desportos (MJD) pretende contratar um (1) Técnico Especialista Júnior em Educação e Empoderamento de Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
O Ministério da Juventude e Desportos (MJD) pretende contratar um (1) Técnico(a) Especialista Júnior em Promoção de Oportunidades Económicas. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar três (3) CDAs de FSL (ASCAS e Actividades de Geração de Rendas) do Projecto FSL & MNCH. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar um (1) Oficial de Saúde e Segurança. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar Mecânicos Montadores. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar um (1) Inspector de Qualidade. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar um (1) Supervisor. Saiba mais.
A Reencontro – Associação Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança Órfã e Vulnerável, no âmbito do Projecto VIVA+, em parceria com a FDC pretende contratar quinze (15) Paralegais. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 1 – Unidade 2-6, pretende contratar dezoito (18) Pipe Fitters. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Assistente de Desenvolvimento Comunitário do Sposnorship para o Programa de ECCD. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Assistente de Desenvolvimento Comunitário do Sponsorship para o Programa de Saúde Escolar e Nutrição (SHN). Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor para Comunicação. Saiba mais.
A GIZ – Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GmbH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Profissional Administrativo. Saiba mais.
A KUWUKA JDA pretende contratar serviços de um/a (1) Consultor/a Individual, para facilitar o processo de desenvolvimento de um Plano e Ferramentas de Segurança de dados/informação da organização e seus colaboradores. Saiba mais.
A Competency & Human Capital Limitada, está a recrutar para o seu cliente, que opera na área de Óleo e Gás, um (1) Planner and Cost Controller. Saiba mais.
O autoproclamado Presidente interino da Venezuela desvalorizou a decisão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de ordenar à Assembleia Constituinte (composta unicamente por simpatizantes do regime) o levantamento da sua imunidade parlamentar.
“Isto é uma perseguição, ditadura (…). Não tenham dúvidas de que me querem ver preso. Claro que o querem fazer. Mas não há preocupação por isso”, disse Juan Guaidó.
Guaidó, que também é presidente da Assembleia Nacional (parlamento, onde a oposição detém a maioria), falava aos jornalistas à margem de uma assembleia de cidadãos que teve lugar segunda-feira em San Bernardino, próxima do centro de Caracas.
O aeroporto de Nacala, no norte de Moçambique, começará a receber voos internacionais este ano na sequência da reorganização do sistema aeroportuário do país, segundo o presidente da empresa Aeroportos de Moçambique.
Emanuel Neves recordou ao matutino Notícias, de Maputo, que a reorganização do sistema aeroportuário do país teve como resultado a redução para apenas três do número de aeroportos moçambicanos que passam a receber voos internacionais.
O presidente da Aeroportos de Moçambique assinalou que Nacala tem estado subaproveitado, porque a sua construção não foi acompanhada da edificação de outras infra-estruturas necessárias à atracção de voos internacionais, nomeadamente hotéis.
“As infra-estruturas não foram desenvolvidas à volta do aeroporto e, em consequência, o aeroporto não teve estes elementos para utilizar nas suas actividades promocionais”, frisou.
Construído pelo grupo brasileiro Odebrecht com financiamento do estatal Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) do Brasil e um custo de 125 milhões de dólares, o Aeroporto Internacional de Nacala dispõe de capacidade para receber 500 mil passageiros por ano, mas esse número não supera actualmente mais de 20 mil.
Os voos internacionais nunca chegaram e os que lá chegam são dois voos domésticos regulares da companhia Linhas Aéreas de Moçambique na rota Maputo-Nacala e dois particulares da mineira Vale Moçambique, todos operados com aviões da construtora brasileira Embraer.
O secretário-geral do Partido Frelimo, Roque Silva, quer a responsabilização de gestores que desviam comida destinado aos afectados pelo ciclone Idai.
Roque Silva diz que não faz sentido haver reclamações de falta de alimentos nos centros de acomodação, numa altura em que apoios neste sentido vêm de quase todos os cantos.
O secretário-geral da Frelimo que visitou, Domingo, o centro de acomodação de Matarara em Dombe diz que a questão de distribuição de comida sempre foi uma dor de cabeça.
“Esta parte de comida é sempre muito problemática, por essa razão que a melhor solução é ajudarmos as pessoas a refazer a vida e a agricultura para dependerem de si mesmas”, disse Roque Silva.
De acordo com o Jornal O País, Roque Silva citado não descarta a possibilidade de os alimentos estarem a ser desviados. Por isso apela a uma punição exemplar aos que se envolverem em tais esquemas.
Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram.
O incidente...
Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.
Essa informação foi disponibilizada...
O Fórum das Associações Moçambicanas de Pessoas com Deficiência (FAMOD) chamou a atenção para a necessidade urgente de adoptar respostas humanitárias mais inclusivas, enfatizando...