Um projecto habitacional no distrito de Marracuene causa desconfianças por avançar sem permissão e nem acompanhamento do Governo local.
“Pfuna Majove” que em tradução livre para português pode ser entendido como “Ajuda aos jovens” é um projecto habitacional que consiste na atribuição de terrenos a jovens mediante depósito de 35 mil Meticais na conta bancária de um indivíduo, facto que gera desconfiança de tratar-se de burla.
Um local em quem se vê mais mata, com pouca intervenção humana. Entende-se apenas que um indivíduo abriu um acesso e está a vender terrenos.
O mentor indica no documento de apresentação que o projecto de atribuição de terrenos com dimensões 20/40 metros quadrados é levado a cabo em coordenação com o Governo de Marracuene, mas contactado pela Miramar o executivo distancia-se.
Sérgio Sumbana desencoraja os cidadãos a aderirem ao projecto.
O Governo local recorda que vários casos de conflitos de terra começam desta forma, e o caso concreto do projecto “Pfuna Majove” toma contornos de venda de terrenos, um acto ilegal. Contactados telefonicamente, os mentores do projecto ”Pfuna Majove” disseram que só aceitariam encontro com a nossa reportagem mediante apresentação de um documento oficial para entrevista.
Em 2018, quase 71 milhões de pessoas em todo o mundo foram forçadas a deixar seus lares, abandonando as cidades e até mesmo os países em que viviam para escapar das consequências de guerras, perseguições ou conflitos violentos.
A estimativa é do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), agência da ONU. O relatório mostra que, em média, a cada dia do ano passado, 37 mil pessoas migraram, fugindo da violência e da intolerância.
Produzido anualmente pelo Acnur, a nova edição do relatório anual Tendências Globais aponta que, no ano passado, 70,8 milhões de pessoas tiveram que se deslocar, nacional ou internacionalmente, por força de perseguições, conflitos ou violência. Em números absolutos, é o maior volume de deslocamentos forçados em quase 70 anos de existência da agência. São 2,3 milhões de indivíduos a mais que o registrado em 2017, quando, segundo o Acnur, cerca de 68,5 milhões de pessoas fugiram de diferentes tipos de conflitos. Em 2016, já havia contabilizado cerca de 65,6 milhões de vítimas dos deslocamentos forçados. O novo relatório foi divulgado na quarta-feira (19), véspera do Dia Mundial do Refugiado.
Segundo a Convenção das Nações Unidas relativa ao Estatuto dos Refugiados, de Julho de 1951, o refúgio pode ser solicitado por indivíduos que, temendo ser perseguidos por motivos de raça, religião, nacionalidade, grupo social ou opiniões políticas, deixam os países onde nasceram ou viviam para viver em outra nação e que receiam regressar.
Em 2018, o número de refugiados chegou a 25,9 milhões de pessoas em todo o mundo. Foram 500 mil pessoas a mais que o estimado em 2017 e cerca de 3,4 milhões além do calculado em 2016, quando o Acnur indicou a existência de 22,5 milhões de refugiados. Além disso, em 2018, metade dos refugiados era criança, muitas delas inclusive viajando separadas de suas famílias ou desacompanhadas. Só em Uganda, a agência da ONU afirma ter recebido informações da existência de 2,8 mil crianças refugiadas que, com 5 anos de idade ou menos, foram separadas das famílias.
Os dados do ano passado apontam também que mais de dois terços dos 25,9 milhões de refugiados globais provêm de cinco países: Síria (6,7 milhões), Afeganistão (2,7 milhões), Sudão do Sul (2,3 milhões), Myanmar (1,1 milhão) e Somália (900 mil). Do total, apenas 16% foram acolhidos em países desenvolvidos, enquanto os países menos desenvolvidos receberam ao menos um terço dos refugiados. Em média, quatro em cada cinco refugiados viviam em países vizinhos aos seus.
Outras 41,3 milhões de pessoas tiveram que se deslocar dentro de seus próprios países. Além destes dois grupos (refugiados e deslocados internos), o Acnur contabiliza o total de pessoas que solicitaram refúgio após deixar seus países de origem, passando a receber protecção internacional enquanto esperam que seus pedidos sejam analisados e respondidos. Até o final de 2018, havia 3,5 milhões de solicitantes de refúgio espalhados por diversas nações.
O Acnur afirma que, em 20 anos, o total de deslocados em todo o mundo dobrou e já corresponde à população de países como Tailândia e Turquia – o equivalente a cerca de um terço da população total do Brasil. E, ainda assim, é uma “estimativa conservadora”, já que reflecte apenas parcialmente a crise na Venezuela, onde cerca de 4 milhões de cidadãos já deixaram o país desde 2015, transformando a situação venezuelana em uma das “maiores crises de deslocamento forçados no mundo”.
Em breve, o documento deverá estar disponível, na íntegra, na página do Acnur.
Brasil
Segundo dados do Ministério da Justiça, o país recebeu, em 2017, 33.866 pedidos de refúgio, sendo 17.865 de cidadãos venezuelanos e 2.373 de cubanos. Em seguida vieram os haitianos (2.362), angolanos (2.036), chineses (1.462), senegaleses (1.221), sírios (823), nigerianos (549) e outras nacionalidades. O total registrado em 2017 superou em mais de três vezes o de 2016, quando foram apresentadas 10.308 solicitações de reconhecimento da condição de refugiados. Entre 2011 e Dezembro de 2017, o Brasil recebeu 126.102 pedidos. Os dados de 2018 devem ser divulgados em breve.
Ainda em 2017, o Comitê Nacional para os Refugiados (Conare) reconheceu a condição de refugiado de 587 pessoas – dentre os quais houve 156 pedidos de extensão dos efeitos da condição de refúgio. Foram atendidas as solicitações de 310 sírios (o que representou 53% do total); 106 congoleses; 50 palestinos; 24 paquistaneses; 16 egípcios; oito iraquianos e de pessoas de várias outras nacionalidades.
De acordo com o Conare, a maioria dos imigrantes que buscaram refúgio no Brasil em 2017 é do sexo masculino (71%) e pertence às faixas etárias de 30 a 59 anos (44%) ou de 18 a 29 anos (33%). E a exemplo do relatório do Acnur, também os últimos dados divulgados pelo Conare apontam para a dimensão da crise migratória venezuelana. Enquanto, em 2010, apenas quatro venezuelanos solicitaram refúgio às autoridades brasileiras, em 2013 o total de pedidos salta para 43. A partir daí, a quantidade de pessoas que tentaram regularizar a condição de refúgio passou a aumentar exponencialmente: 201 em 2014; 822 em 2015; 3.375 em 2016 e 17.865 em 2017.
O General Mariano Nhungue Chissingue, da Renamo, negou ser um desertor, como anunciado pelo porta-voz do partido, e insistiu no pedido de demissão do presidente, Ossufo Momade.
“Eu não saí da Renamo (…) Porque não me pegam? Porque o objectivo é o mesmo. Nenhum soldado da Renamo me vai balear. Estamos juntos”, referiu numa conferência de imprensa na zona de Piro, nas encostas da serra da Gorongosa, na estrada entre a vila da Gorongosa e Casa Banana.
“Ele (Momade) não vai chegar ao dia 10 (de Julho)”, prazo dado por Chissingue para o líder da Renamo se demitir, reafirmou, ao apresentar-se juntamente com alguns guerrilheiros, tal como havia feito quando há uma semana pediu o afastamento do líder do principal partido opositor moçambicano.
“Estes comandantes é que vão eleger” o novo líder do partido, disse. “Não queremos mais a ala política”, disse, acrescentando: “Não tenho diálogo com Ossufo (…) O que ele quer mais connosco?”, questionou.
Chissingue foi um dos estrategas da Renamo que dirigiu a resposta armada às emboscadas de que Afonso Dhlakama, antigo líder do partido, foi alvo, em Manica, antes do cessar-fogo em 2016.
“Eu não quero guerra, não temos nada com o Governo, estamos em trégua”, disse está quarta-feira, classificando o que se passa como “um problema interno” da Renamo.
E com o figurino actual diz que “não há acantonamento, não há desmobilização e não há entrega das armas”, numa posição que diz ser comum a “todos os guerrilheiros da Renamo”.
“Decidimos: não queremos ser vendidos”, disse aos jornalistas, ao negar as propostas de desmobilização e reintegração negociadas por Ossufo Momade com o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, com vista a um acordo de paz que ambos querem assinar até início de Agosto.
Chissingue acusa Momade de entregar nomes de familiares e amigos sem ligação à Renamo para ocuparem cargos de chefia nas Forças de Defesa e Segurança (FDS) em detrimento de oficiais que estão nas bases da guerrilha.
“Queremos uma pessoa segura para ser nosso presidente” e “negociar com o Governo a desmobilização e entrega das armas”, porque o “destroçar dos quadros” como previsto pode criar “uma guerra”, que pretende evitar, referiu.
O comandante considera Ossufo Momade um “traidor” que tem destruído as estruturas do partido e que terá ordenado a morte de três brigadeiros – desafiando a Renamo a indicar onde estão.
“As famílias querem falar com eles e nós também”, referiu. Questionado sobre as declarações de Chissingue, José Manteigas voltou a referir aos jornalistas que o comandante da guerrilha é um desertor, tal como os homens que o acompanham.
Classificou ainda como uma “grosseira mentira” que algum oficial tenha sido assassinado. “Todos vão perceber que isto não passa de uma calúnia e um atentado à paz, à reconciliação nacional que todos os moçambicanos estão a tentar reconquistar”, concluiu.
O Iraque convidou oficialmente o Papa Francisco a visitar aquele país, depois de o pontífice ter manifestado recentemente a intenção de ir ao território iraquiano em 2020.
“Tenho a honra de convidar oficialmente a Sua Santidade a visitar o Iraque, berço da civilização e local de nascimento de Abraão”, escreveu o Presidente iraquiano, Barham Saleh, numa missiva endereçada ao Papa, a que a agência noticiosa francesa France Presse (AFP) teve acesso.
“A visita (…) será uma oportunidade para lembrar e esclarecer ao Iraque e ao mundo que esta terra deu à humanidade as suas primeiras leis, a rega agrícola e um legado de cooperação entre os povos do mundo de tradições confessionais diversas”, indica o texto redigido em inglês.
O Iraque tem sido cenário de uma sucessão de conflitos durante os últimos 40 anos, tendo enfrentado vários anos de embargo internacional, uma invasão norte-americana e, mais recentemente, três anos de ocupação por parte do grupo extremista Estado Islâmico (EI).
O país declarou vitória sobre os ‘jihadistas’ há menos de um ano e meio.
O clima de violência vivido no país fez aumentar o êxodo de milhares de pessoas, especialmente entre as minorias.
O número de cristãos no Iraque passou de 1,5 milhões, antes da queda do regime de Saddam Hussein em 2003, para cerca de 500 mil na actualidade.
O Papa Francisco menciona regularmente o Iraque, desejando que o país “não volte a cair em tensões”, tendo já expressado por diversas vezes a sua intenção de visitar o território iraquiano.
“Uma ideia insistente acompanha-me, pensando no Iraque, onde tenho o desejo de ir no próximo ano, para que possa seguir em frente, através da participação pacífica e partilhada na construção do bem comum de todos as componentes religiosas da sociedade, e não caia novamente em tensões que vêm dos conflitos intermináveis de potências regionais”, disse o pontífice este mês no Vaticano durante um encontro com representantes das comunidades católicas orientais.
O pontífice decidiu designar há cerca de um ano um novo cardeal para o Iraque, o patriarca da Igreja Caldeia no Iraque (líder da maior comunidade católica daquele país), Louis Raphaël Sako.
A nomeação foi descrita então como “um pensamento do Papa para os cristãos do Iraque”.
Depois de receber a alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, o governo da Venezuela disse estar disposto a “corrigir” o que for necessário para proteger a população. A afirmação foi feita na quinta-feira (20), pelo ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza.
“Queremos que o gabinete da alta comissária, de maneira construtiva, nos recomende, faça sugestões, nos oriente para que andemos de mãos dadas com eles (…), corrigindo o que é preciso corrigir, rectificando o que é para rectificar para poder preservar os direitos humanos dos venezuelanos”, declarou Arreaza.
Mais cedo, o presidente Nicolás Maduro disse em mensagem na TV esperar que a visita “seja para ajudar, ouvir recomendações, propostas de alto nível profissional (…), para que Venezuela melhore”.
Bachelet chegou nesta quarta-feira (19), à Venezuela para uma visita de três dias, durante os quais espera-se que ela avalie a crise no país petroleiro. Antes de sua chegada, o governo liberou 18 manifestantes presos desde Janeiro.
“Espero ouvir todas as vozes e trabalhar com todas as partes interessadas para promover e proteger todos os direitos humanos de todos os venezuelanos”, disse a alta-comissária no Twitter.
Durante sua estada, a alta-comissária se reunirá com o presidente da Venezuela e com o opositor Juan Guaidó, autoproclamado presidente interino.
Em uma declaração à televisão estatal, o ministro das Relações Exteriores acrescentou que também falou com Bachelet sobre o impacto prejudicial do “bloqueio financeiro e comercial”, se referindo às sanções dos EUA contra Maduro.
Arreaza disse que apontou para o alto comissário que essas medidas, que incluem a proibição da venda de petróleo venezuelano no mercado norte-americano, impedem o “avanço do modelo de protecção dos direitos humanos” do governo socialista.
Segundo Caracas, as medidas punitivas de Washington complicam a importação de alimentos, medicamentos e suprimentos hospitalares, e causaram à economia um prejuízo estimado em cerca de 30 bilhões de dólares.
O ministro das Relações Exteriores afirmou que trata-se de “bloqueio ilegal, que vai contra o direito internacional”. Ele também prometeu facilitar as reuniões que Bachelet planejou com funcionários do governo e outras autoridades públicas, bem como com organizações de direitos humanos.
INGC diz ser urgente a retirada de cerca de 800 famílias que estão em uma zona propensa a inundações no bairro Agostinho Neto, província de Maputo, antes da próxima época chuvosa.
Uma viagem ao ritmo da terra batida leva-nos a uma povoação recém-construído. As casas são recentes, algumas de construção precária e outras de material convencional. O solo é fértil, sempre húmido, o que faz com que a agricultura seja a actividade predominante.
O bairro Agostinho Neto, foi construído depois das cheias de 2000 em uma zona altamente vulnerável a inundações. E porque quem não arrisca não petisca, dona Helena arriscou e comprou o terreno, onde vive com seu marido e seus dois filhos, a 25 mil meticais e vive nesta zona há seis meses.
”É zona de risco, mas há um pouco de tudo, hospital, escolas, água e até energia, apesar de em algumas casas ser clandestina”. Afirmou Helena que não pensa em sair do local.
Mas mesmo contra sua vontade, através de uma placa o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades já havia identificado o local como zona de risco, até porque a placa não é recente.
O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, admitiu na quinta-feira que poderá concorrer para a reeleição em 2022, se “o povo quiser” e caso o Congresso não aprove “uma boa reforma política”.
“Se eles [membros do Congresso] não aprovarem uma boa reforma política e o povo quiser, estamos dispostos a continuar por mais quatro anos”, afirmou o chefe de Estado, numa entrevista, após participar num evento com milhares de evangélicos em São Paulo.
“Se eles aprovarem uma boa reforma política, eu posso renunciar à possibilidade de reeleição”, acrescentou o capitão do Exército na reserva.
Bolsonaro, um ex-crítico da possibilidade de reeleição e que na sua campanha eleitoral no ano passado disse que só aspirava a um mandato, admitiu duas vezes nesta quinta-feira a sua intenção de continuar no cargo.
A primeira alusão foi feita durante uma visita a Eldorado, a sua terra natal, na qual, ante centenas de apoiantes que foram recebê-lo, agradeceu aqueles que votaram na eleição presidencial de 2018 e aqueles que votarão “mais tarde”.
Esta é a primeira vez que Bolsonaro admite a sua intenção de tentar um segundo mandato, já que, durante a sua campanha eleitoral no ano passado, chegou mesmo a prometer apresentar um projecto de lei para extinguir a possibilidade de reeleição de um Presidente.
“Nesse caso, e se eu for eleito, serei o primeiro a não conseguir aspirar a um segundo mandato”, afirmou Bolsonaro, durante a campanha eleitoral.
Na conferência de imprensa, na quinta-feira, em São Paulo, o Presidente brasileiro reiterou que assumiu o Brasil com um “estouro financeiro”, mas que está a trabalhar para corrigir a situação, sendo por isso importante a aprovação de uma reforma para corrigir o deficit nas contas públicas do país, fundamental para atrair investimentos privados.
“Não há actos de corrupção no meu Governo, não é o Presidente que gera empregos, mas a iniciativa privada, e queremos que os investidores tenham confiança em nós e recuperem os seus investimentos”, afirmou.
Depois de participar na “Marcha para Jesus”, em São Paulo, um dos mais importantes eventos dos evangélicos no Brasil, agradeceu o apoio que teve deste grupo, que na sua opinião foi fundamental para vencer a corrida eleitoral.
O número de evangélicos no Brasil cresceu cerca de 60% na última década, para perto de 42 milhões de fiéis no último censo (2010), em comparação com 123 milhões de católicos, e a participação activa dos seus pastores na política tornou-se uma força importante no Congresso.
A Federação moçambicana de Futebol marcou para o dia 27 de Junho corrente o sorteio que vai definir os cruzamentos dos quartos-de-final e das meias-finais, da Taça de Moçambique.
O maior destaque desta fase nacional da segunda maior competição futebolistica do país, vai para a Associação Black Bulls, pela zona sul, e a Liga Desportiva de Sofala, pela zona centro, que se qualificam pela primeira vez para esta fase da prova.
A Black Bulls chega a esta fase após afastar o Ferroviário de Inhambane, por duas bolas sem resposta. Já a Liga Desportiva de Sofala teve que ir até às grandes penalidades para levar de vencida o Ferroviário de Bagamoio de Moatize, por 5-4, depois do nulo no tempo regulamentar e no prolongamento.
A estas duas equipas pode juntar-se o Baía de Pemba, caso vença o Ferroviário de Nacala na finalíssima da zona norte, que vai encontrar o representante daquela região do país, na fase nacional, uma vez que também seria a primeira vez a chegar à fase nacional.
Milhares de manifestantes tentaram invadir o parlamento georgiano em Tbilissi em protesto contra um deputado russo que se dirigiu à Assembleia Nacional do país a partir da cadeira do presidente da instituição num evento internacional.
Cerca de 10 mil pessoas, reclamando a demissão do presidente do parlamento da Georgia, conseguiram alcançar o pátio do edifício depois de terem forçado uma barreira da polícia anti-motim, testemunhou a agência France Presse. A polícia conseguiu depois afastar este grupo de manifestantes, quando alguns tentavam já entrar no edifício do Parlamento.
Pelo menos 52 pessoas ficaram feridas durante confrontos entre a polícia e os manifestantes, de acordo com o ministério georgiano da Saúde, numa nota em que especificou serem 38 dos feridos agentes de segurança e 14 civis. A imprensa local indicou, por outro lado, que entre os feridos se encontram vários jornalistas que faziam a cobertura noticiosa da manifestação, que foi dispersada com o recurso a gás lacrimogéneo e balas de borracha por parte da polícia anti-motim.
Dezenas de milhares de pessoas começaram por juntar-se no centro da capital georgiana para exigir a demissão do presidente da Assembleia Nacional, Irakli Kabakhidze, depois de um deputado russo ser ter dirigido ao hemiciclo sentado na principal cadeira da tribuna parlamentar.
O deputado comunista russo Sergei Gavrilov falava no parlamento georgiano no quadro de um encontro anual da Assembleia Interparlamentar sobre a ortodoxia, um fórum de deputados de países maioritariamente cristãos ortodoxos.
A presença de deputados russos começou por suscitar fortes protestos na ex-república soviética do Cáucaso, marcada por uma intervenção militar russa e uma curta guerra em 2008, que resultou na perda do controlo das duas regiões separatistas pró-russas da Abecásia e da Ossétia do Sul, na fronteira com a Rússia e onde ainda hoje se mantêm tropas russas.
Um grupo de deputados georgianos da oposição pediu que a delegação russa deixasse o Parlamento em Tbilissi.
Muitos manifestantes exibiram bandeiras da Geórgia e da União Europeia, assim como bandeirolas com o slogan “A Rússia é um ocupante”.
“Esta é uma mobilização espontânea de georgianos comuns, não foi organizada por nenhum partido”, declarou à France Presse Giga Bokeria, um deputado do Partido Europeu da Geórgia (oposição), participante na manifestação.
O milionário georgiano Bidzina Ivanichvili, considerado homem mais poderoso do país, que dirige o partido O Sonho Georgiano, declarou através de um comunicado “partilhar plenamente a indignação sincera dos cidadãos georgianos”.
“É inaceitável que o representante do país ocupante presida a um encontro no parlamento georgiano”, acrescentou, indicando ainda ter pedido ao presidente da Assembleia Nacional para suspender a sessão.
Zimbabwe mostra interesse na energia de Cahora Bassa para suprir o défice existente no seu país. O interesse foi manifestado durante uma audiência com Presidente da República, Filipe Nyusi, que na ocasião recebeu outros dirigentes africanos e a sub-secretária dos EUA.
O Zimbabwe está a enfrentar uma seca severa, que está a afectar a segurança alimentar e a produção de energia. Recebido em audiência pelo presidente da República, o presidente zimbabweano, Emmerson Mnangagwa, pretende ter acesso a energia de Cahora Bassa.
“Reduzimos a nossa produção de energia em 50 por cento, uma situação que afecta também a Zâmbia. A barragem de Cahora Bassa, mostra que está nos níveis de 45 por cento pelo que não foi afectada. Sentimos que temos que olhar para Cahora Bassa como fonte de acesso a energia para Zimbabwe.
Na mesma ocasião, o chefe de Estado recebeu, o Presidente da multinacional americana General Eléctrica África que mais do que mostrar interesse no gás pretende investir na área da saúde.
Vamos investir na área da saúde, é uma das nossas áreas chaves. Temos conhecimento do projecto lançado pelo presidente da República, “um distrito um hospital”e como tal gostaríamos de partilhar a nossa experiência em África. Para fortificar o sistema de saúde em Moçambique, trabalhando particularmente na área dos cuidados de saúde Primária.
A Margem da Cimeira Estados Unidos e África, Filipe Nyusi recebeu ainda na tarde de quarta-feira, em audiências separadas a Sub-secretaria do Estados Unidos da América, Karen Kelley, o presidentes de Namíbia, Hage Geingob, o primeiro Ministro de Lesotho, Tom Thabane, o vice-Presidente do Malawi Everton Chimulirenji.
Oito províncias ficarão sem energia eléctrica durante 11 horas no domingo. A EDM diz que o corte visa tornar possível, trabalhos de manutenção preventiva levadas a cabo anualmente em conjunto com a Hidroeléctrica de Cahora Bassa.
Através de um comunicado tornado público esta terça-feira, a EDM anunciou corte de fornecimento de energia na cidade de Maputo, no período das 6 da manhã até às 15 horas e das 5 às 16 horas nas províncias de Manica, Sofala, Tete, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado.
Na cidade de Nampula a falta de energia vai afectar o abastecimento de água potável, segundo avançou o Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água, FIPAG.
As empresas e instituições que não podem parar de funcionar são obrigados a recorrer a geradores
Em comício em Orlando, presidente ataca democratas, enaltece taxações comerciais e volta a se posicionar como um “outsider” em Washington: “Os democratas são movidos por ódio, preconceito e raiva.”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou oficialmente sua campanha à corrida presidencial de 2020 com um comício em Orlando, na Flórida, na terça-feira (18). Em seu discurso, Trump atacou adversários políticos, enalteceu taxações comerciais e afirmou que “o mundo inveja” a económica americana.
Trump não apresentou nenhuma proposta política, mas dedicou um tempo considerável para criticar sua rival na candidatura de 2016, a democrata Hillary Clinton, e o ex-presidente americano Barack Obama, embora ambos não estejam activos na política.
“Nossos oponentes democratas radicais são movidos por ódio, preconceito e raiva. Eles querem destruir você e querem destruir nosso país como o conhecemos. Não é aceitável”, disse Trump.
O presidente chegou a afirmar que os democratas restringiriam a liberdade de expressão caso retornassem ao poder. No entanto, muitos jornalistas americanos tem afirmado que seus frequentes ataques ao jornalismo têm obtido resultados na desestabilização da liberdade de imprensa.
Apesar de residir praticamente dois anos e meio na Casa Branca, Trump mais uma vez se posicionou como um “outsider” em Washington. Numa repetição de outros discursos, voltou a alegar que tem lutado contra a “máquina política” durante sua presidência, razão pela qual “o pântano está revidando de forma tão vil e violenta”.
Trump afirmou que sua campanha de 2016 acabou por se tornar o começo de um grande movimento político – um movimento formado por americanos que trabalham duro e acreditam que os EUA devem cuidar de seus próprios cidadãos primeiro. O sonho americano está de volta, mais forte do que nunca, proclamou Trump.
A companhia francesa Total venceu a disputa pela gestão da Anadarko, que detém a maior reserva de gás natural em África, localizada na Área 1 da Bacia do Rovuma, em Cabo Delgado (Moçambique).
A Total associou-se à Ocidental para disputar a compra da Anadarko, que lidera o consórcio de exploração de gás natural em Moçambique, Argélia, Gana e África do Sul, e anunciou um dos maiores investimentos em Moçambique, avaliado em mais de 20 mil milhões de euros. Um valor que representa o dobro do PIB daquele país.
A declaração oficial da Decisão Final de Investimento (FID) foi feita numa cerimónia em Moçambique, presidida pelo Presidente da República Filipe Nyusi.
O ministro dos Recursos Minerais, Ernesto Max Tonela, em representação do estado moçambicano, e o presidente-executivo da Anadarko, Al Walker, rubricaram o acordo de investimento.
O presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, considerou que este acordo poderá fazer de Moçambique um dos maiores fornecedores mundiais de energia limpa nas próximas décadas.
O INAM alerta para a descida da temperatura nos próximos dias, contudo no mês de Julho o inverno será ainda mais rigoroso. A previsão é de que a máxima não ultrapasse os 25 graus celsius.
É a chegada do período do inverno que não da tréguas nos últimos dias. Quase todas Províncias registam temperaturas baixas, uma tendência que terá o pico no mês de Julho onde as temperaturas não irão ultrapassar os 25 graus celsius.
Por conta das baixas temperaturas é nessa estação onde as doenças do fórum respiratório como a constipação, gripe, tosse e infecção das vias respiratórias superiores são mais frequentes.
Em média no Centro de Saúde de Xipamanine, que é referência da Cidade de Maputo, tanto na Triagem de adultos e na Pediatria, o total de doentes atendidos em média diária é de mais de 350 pacientes, maior parte apresenta algum problema do fórum respiratório.
Já que na maior parte dos casos as crianças é que são mais afectadas a Enfermeira-Chefe desta unidade sanitária alerta para medidas de precaução, que além dos petizes servem para adultos.
Nas ruas em estado dealerta estão as lojas, que investiram mais em roupas de tecido mais consistente mais adequadas para o frio.
Tanta montra equipada com artigos do inverno a procura só podia ser notória a cada hora pelo menos um cliente entra nesta loja.
O período do Inverno termina no mês de Setembro, mas até lá muito frio se fará sentir pela frente.
A Associação dos Bancos diz que as vandalizações das caixas automáticas na Cidade de Maputo está a criar prejuízos incalculáveis para reposição destas infra-estruturas. O reforço da segurança está entre as medidas a serem adoptadas pelos bancos.
Só no mês passado, 2 ATM’s foram vandalizadas, na Cidade de Maputo. Na última investida, no bairro Ferroviário, os bandidos roubaram pouco mais de 300 mil meticais.
E o alerta já soou nos bancos que falam de prejuízos incalculáveis.
Face a esta onda, a Associação dos Bancos recomenda o reforço da segurança sobretudo nas caixas localizadas em locais recônditos onde não existem agentes de segurança e câmera de vigilância.
O receio dos utentes é que sejam retiradas e por conta disso tenham que percorrer quilómetros até as caixas instaladas junto às agências, locais considerados mais seguros.
As duplas moçambicanas que participam no campeonato do mundo de sub-21, que decorre em Udon Thani, na Tailândia, em masculinos e femininos, alcançaram vitórias na estreia.
Em masculinos, a dupla Jorge Moiane e José Mondlane venceu o Equador, com a dupla dupla Leon e Jurado, no seu primeiro jogo por 2-0, com parciais de 21-19 e 21-14, respectivamente, entrando com pé direito na competição.
Esta quinta-feira, Jorge e José vão cruzar caminhos da dupla alemã composta por Lukas Pfretzschner e Robin Sowa, que também venceu na primeira jornada à dupla russa composta por Ivanov e Gorbenko, por 2-1, com parciais de 21-19, 18-21 e 15-13.
Já sexta-feira vai defrontar a dupla da Rússia, respectivamente Ivanov e Gorbenko, para conhecer sua posição na série C, devendo cruzar caminho de uma das duplas da série D, nas eliminatórias, onde estão as duplas da Áustria, China, Itália e Uruguai.
Para já, a dupla moçambicana lidera, junto com Alemanha, a sua série, com dois pontos, frutos de uma vitória.
Relativamente a dupla feminina composta por Leocádia Manhiça e Mércia Mucheza, também não teve dificuldades para despachar a dupla egípcia, Nada e Malak, por 2-0, com parciais de 21-14 e 21-8. A dupla moçambicana lidera com os mesmos dois pontos da dupla russa, Bocharova e Voronina, com a qual vai jogar hoje, quinta-feira. Esta dupla encerra a primeira fase defrontando a dupla do Canadá, constituída por Fletcher e Thorup. Depois saberá em que lugar vai se posicionar, para encontrar o adversário da fase à eliminar, nomeadamente com duplas da série D, onde estão dos Estados Unidos da América, Nova Zelândia e China.
Recorde-se que estas duas duplas moçambicanas disputam o mundial da categoria após conquistarem o Campeonato Africano, pela segunda vez consecutiva, em ambos os sexos.
O campeonato do mundo de vólei de praia decorre na Tailândia desde a passada terça-feira, devendo prolongar-se até domingo, onde se ficarão a conhecer os campeões, em ambos os sexos.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Procurement. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a Financeiro/a. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Garantia de Qualidade. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Técnico/a de Registo e Certificação. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente Administrativo e Logístico. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Assistente de Secretariado e Arquivo. Saiba mais.
O Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Motoristas. Saiba mais.
A FELDYG Diesel & Electrical Services, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnicos de Instalação, Manutenção e Limpeza de Cisternas de Combustível. Saiba mais.
A Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Júnior para Monitoria. Saiba mais.
Para o preenchimento de uma vaga no seu projecto de resposta a emergência Idai, a solidar Suiça lança o seguinte anuncio de uma (1) vaga para Gestor do Programa de Água & Saneamento e Segurança Alimentar. Saiba mais.
Para o preenchimento de uma vaga no seu projecto de resposta a emergência Idai, a Solidar Suiça lança o seguinte anuncio de duas (2) vagas para Técnicos de Água e Saneamento. Saiba mais.
A Direcção Provincial da Agricultura e Segurança Alimentar pretende recrutar quatro (4) Técnicos Superiores de Agro-Pecuária N1 (Médicos Veterinários). Saiba mais.
Vandalização de cabo de média tensão deixa a ponte Maputo – Katembe sem corrente eléctrica. Em menos de um ano, a infra-estrutura foi vandalizada 3 vezes.
A presença de técnicos da Electricidade de Moçambique é um indicativo de anormalidade junto à ponte Maputo-KaTembe.
Depois do insucesso, na madrugada de domingo, os ladrões voltaram na manhã desta terça-feira e vandalizaram cabo de média tensão.
A abertura do buraco levou os larápios ao cabo que uma vez vandalizado a ponte ficou sem corrente eléctrica.
Quem olha para a ponte Maputo-Katembe como uma infra-estrutura emblemática e que permite rápida mobilidade considera que é altura de se investir na segurança do empreendimento.
Para repor os danos na ponte, a EDM gastou cerca de um milhão de meticais, e dada onda de vandalismo só na Cidade de Maputo, no mês de Maio o prejuízo financeiro foi na ordem de cinco milhões de meticais. Cabos eléctricos, fusíveis e outros materiais tem sido procurados pelos ladrões.
A grande questão é que a saída de Eriksen, de 27 anos, volta agora a estar iminente, tendo o Real Madrid como destino, e os spurstêm o médio leonino como alvo bem definido caso os merengues cheguem aos €100 M pelo dinamarquês.
É tudo, pois, uma questão de tempo, sendo que tudo dependerá da forma como o Real Madrid ataque a contratação de Eriksen. Vão ser os espanhóis a ditar a lei, pois só depois deles avançarem é que o Tottenham pode, então, chegar-se à frente no sentido de contratar Bruno Fernandes, ainda que os valores de uma eventual proposta ainda não estejam claros – fica a ideia, porém, que os londrinos nunca vão chegar aos €80 M que o Manchester United parece apostado em oferecer.
E talvez por isso os red devils continuam a estar na linha da frente para contratar o internacional português.
Um dos governadores do centro de Moçambique anunciou a suspensão de actividades de empresas mineiras de capitais chineses e sul-africanos que exploram ouro devido à poluição que provocam e por não ajudarem a acabar com a pobreza.
“Vamos continuar a ser implacáveis para essas empresas: se não estão preparadas, vamos mandar fechar. Estes recursos não podem ser uma maldição”, referiu o governador da província de Manica, Rodrigues Alberto, num comício realizado na segunda-feira em Mavonde, aldeia do interior leste, junto à fronteira com o Zimbabué.
“A responsabilidade social é uma questão de cumprimento da lei, não é um favor”, precisou, anunciando uma suspensão de actividades de algumas mineradoras na região, mas sem avançar números e nomes.
As punições podem levar mesmo à retirada de licenças, referiu.
Aquele responsável considerou haver um contraste muito grande entre a intensidade da exploração de ouro e a pobreza que caracteriza a região.
A declaração de Rodrigues Alberto foi feita depois de a população se queixar de expropriação de campos agrícolas, poluição dos rios, degradação de estradas e falta de cumprimento de promessas de construção de escolas e centros de saúde pelas mineradoras.
Rodrigues Alberto assegurou que as autoridades “estão a apertar o cerco a estas empresas”.
Durante uma visita feita a várias mineradoras na região, foi verificado que a contribuição para o desenvolvimento das comunidades “era ínfima ou inexistente”.
O governante disse que vários rios estão poluídos com produtos tóxicos da actividade mineira – por exemplo, mercúrio, usado na lavagem do ouro, colocando em perigo a criação de gado e a agricultura, que são bases de subsistência da população.
“Que o negócio seja feito respeitando as comunidades locais, desenvolvendo-as e, acima de tudo, respeitando os valores mais elementares da conservação do meio ambiente”, referiu Rodrigues Alberto.
O distrito de Manica, fértil em recursos minerais, enfrenta uma forte actividade de extracção de ouro e bauxite por empresas nacionais e estrangeiras, a par de uma intensa actividade de garimpo, que envolve crianças.
Geralmente os garimpeiros vendem o ouro as empresas mineiras, com licenças de exportação, uma medida apoiada pelo governo para evitar o contrabando do minério.
Um acidente ferroviário ocorreu na aldeia de Bialosliwie, na região centro-oeste da Polónia, na tarde desta quinta-feira, quando dois comboios de passageiros colidiram.
O incidente...
Após os terramotos que abalaram a Venezuela na noite de quarta-feira (24), cerca de 40 mil pessoas estão registadas como desaparecidas.
Essa informação foi disponibilizada...