O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, deu o sinal de partida da campanha eleitoral conservadora para as Legislativas de Dezembro com a promessa de “efectivar o Brexit”. Lançou igualmente as primeiras ‘farpas’ ao rival trabalhista, comparando Jeremy Corbyn com o ditador soviético Josef Estaline.
“Confiem em nós e levem o Brexit até ao fim e o país para a frente, ou passem o ano de 2020 num espectáculo de horror, de indecisão e adiamento”, afirmou Johnson, diante do Nº 10 de Downing Street, residência oficial do primeiro-ministro britânico.
O líder conservador garantiu que, se for eleito no dia 12 de Dezembro, retirará o Reino Unido da UE logo em Janeiro de 2020 (Corbyn prometeu fazê-lo também, mas em seis meses e só após um novo referendo). Para cumprir a promessa, Johnson precisa de reforçar a maioria parlamentar conservadora, a fim de ratificar o acordo que firmou com Bruxelas em Outubro.
Sobre a antecipação das eleições, o chefe de governo garantiu que não a desejava, “especialmente em Dezembro” (desde 1923 que os britânicos não votam no inverno), mas diz não ter tido escolha, devido à intransigência trabalhista.
Acusou ainda Corbyn de querer “adiar o Brexit” e destruir as bases da economia ao atacar os mais ricos, “como Estaline fez aos ‘kulaks’”, os soviéticos que possuíam terras.
“Represento ambos os lados do Brexit”
Acusado de ambiguidade sobre a saída do Reino Unido da UE, o líder trabalhista, Jeremy Corbyn, quis esclarecer tudo esta quarta-feira, na abertura da campanha eleitoral.
“Acusam-me de tentar representar ao mesmo tempo os que votaram pela saída e os que votaram pela permanência. E é verdade”, afirmou, explicando: “Quem aspira a ser primeiro-ministro não representa só 52% ou 48%, mas sim 99%. Queremos unir um país dividido.”
Homens armados atacaram um camião cisterna no distrito de Gondola em Manica. No ataque onde foram disparados mais de 20 tiros não houve registo de vítimas humanas.
O ataque contra a viatura transportando óleo não processado ocorreu por volta das 05 horas e 10 minutos na região de Zimpinga, posto administrativo de Amatongas, em Gondola ao longo da estrada nacional número seis.
O condutor, do veículo que fazia o trajecto Porto da Beira a Zâmbia, contou ao “O País” como tudo aconteceu.
“Eles começaram a disparar contra o tanque, daí eu pensei que só podiam ser ladrões, parei o carro, parquiei e me escondi na cama por uns 40 minutos, a população local apareceu e pensou que eu tivesse morrido”, explicou.
Depois do ataque ocorrido quarta-feira em Pindanganga no qual resultou em um óbito e três feridos, a Polícia teria atribuído o mesmo a auto-proclamada Junta Militar da Renamo.
Contactado pela nossa reportagem, o líder do grupo Mariano Nyongo desmentiu a autoria dos ataques.
“Deixe esses polícias falarem o que eles não sabem eles me viram?, eu não ataquei nenhum carro, eles sabem onde eu estou?. Tem bases que ainda estão nas mãos do Ossufo não comem nem dinheiro tem, eles podem fazer isso”, disse Nyongo.
Juíza ordena Presidente dos EUA a doar dois milhões de euros a ONGs. Foi a solução encontrada num acordo judicial em que Trump era acusado de ter usado indevidamente dinheiro da sua fundação.
Uma juíza do estado de Nova Iorque ordenou o Presidente Donald Trump a distribuir cerca de dois milhões de dólares por várias organizações sem fins lucrativos, como resultado de um acordo judicial a propósito do uso indevido de fundos da sua Fundação, dissolvida em Dezembro de 2018, segundo revela a Associated Press.
A juíza, Saliann Scarpulla, decidiu aplicar a multa de 1,8 milhões de dólares (cerca de 1,6 milhões de euros) depois de o próprio Presidente ter admitido uma série de episódios de má conduta à frente da Fundação, na sequência de um processo judicial aberto pela procuradoria de Nova Iorque.
Na acusação, a que o Washington Post teve acesso, pode ler-se que a Fundação Donald J. Trump teria tido uma “conduta persistentemente ilegal”. Numa declaração assinada pelo advogado do Presidente, este admite não ter tido uma supervisão adequada das acções da Fundação e aponta sete incidentes em que os fundos do organismo foram utilizados indevidamente.
Entre eles, contam-se vários incidentes em que o dinheiro da Fundação não foi usado para fins beneméritos, mas sim para promover interesses pessoais de Donald Trump como uma recolha de fundos relacionada com a campanha presidencial de Trump, pagamento de acordos judiciais relacionados com outras empresas de Trump (como um dos seus clubes de golfe ou o seu resort em Mar-A-Lago) ou até a compra de um retrato de Donald Trump no valor de dez mil dólares, que foi depois exposto num dos seus hotéis, na Florida, de acordo com o New York Times.
A Fundação acabou por fechar portas em Dezembro de 2018, seis meses após a procuradoria de Nova Iorque ter aberto a investigação. Na decisão desta quarta-feira, a juíza Saliann Scarpulla afirmou que Trump “quebrou o seu dever fiduciário” ao usar a Fundação para promover a sua carreira e os seus interesses.
Os três filhos mais velhos do Presidente (Ivanka, Donald Jr. e Eric Trump) também foram inicialmente acusados, por fazerem parte do conselho da Fundação, que tinha como objectivo supervisionar as acções da instituição, mas que não se reuniu uma única vez entre 1999 e 2018, como aponta o Washington Post. Os três foram obrigados a fazer uma formação sobre os deveres de um membro de conselho, mas não foram condenados.
A solução encontrada é surpreendente já que, em Junho de 2018, o Presidente tinha garantido no Twitter que não iria aceitar nenhum entendimento em tribunal, por considerar que a acusação tinha motivações políticas. “Não vou chegar a acordo neste caso!”, prometeu.
Uma criança morreu e pelo menos 100 pessoas encontram-se ao relento devido ao incêndio, agravado pelo vendaval, no distrito de Mocuba, província da Zambézia. Vinte habitações construídas com base em material precário foram reduzidas a cinzas em diferentes postos administrativos.
O incêndio foi originado por queimadas descontroladas, na última semana do mês de Outubro, segundo testemunhas.
Segundo apurou “O País”, no posto administrativo de Namanjavira, o fogo destruiu sete casas e um celeiro de milho, aumentando ainda mais a pobreza das famílias. Muitas delas estão ao relento, sem alimentos e privados de outros bens essenciais à sobrevivência.
Os estragos aconteceram “de repente”, por volta das 13h00 de sexta-feira passada, e não houve tempo para salvar alguma coisa. “O fogo foi intenso”, disse Esteves Adérito, uma das vítimas.
Quem também está em situação difícil é Regina Sentinela. “Eu não sei como tudo ocorreu mas o certo é que perdi tudo e estamos a viver sem condições de miséria”, disse a senhora com o seu bebé ao colo.
No posto administrativo de Mugeba, oito casas foram destruídas, das quais cinco por fogo que partiu de um curto-circuito, duas por queimadas descontroladas e uma por vendaval. Neste último fenómeno, uma criança perdeu a vida ao ser atingida por uma árvore.
Na cidade de Mocuba, duas casas foram transformadas em escombros, também por vendaval, e outras três na localidade de Munhiba.
Os eventos agravaram a pobreza das famílias. “Quer o fogo, quer o vendaval fizeram destruições. As queimadas descontroladas continuam a preocupar e o que vimos desta vez é que precisamos de tomar alguma dianteira no cuidado com o fogo”, disse Arlindo Isaías, delegado do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) do distrito de Mocuba.
Face aos estragos, Pio Matos, membro da Frelimo, e eleito governador da Zambézia, nas eleições de 15 de Outubro, prestou solidariedade às famílias assoladas. Ofereceu diversos produtos, dos quais alimentares e dinheiro. “O que aconteceu” com aquela gente “também pode acontecer com cada um de nós”, disse Matos.
O candidato nas presidenciais da Guiné-Bissau de 24 de Novembro e Presidente cessante do país, José Mário Vaz, disse não ter medo de ninguém e que entrega a sua cabeça “à Virgem Maria” e aos guineenses.
Falando num comício em Canchungo, localidade perto da terra onde nasceu, em Caliquisse, José Mário Vaz acusou o actual primeiro-ministro guineense, Aristides Gomes, natural de Canhungo, de estar a pedir à comunidade internacional que sancione o Presidente cessante.
Na sexta-feira, também em comício de campanha eleitoral, na localidade de Farim, norte da Guiné-Bissau, o Presidente cessante guineense afirmou que alguns políticos do país, incluindo o próprio, poderiam ser alvo de sanções por parte da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO).
Hoje, em Canchungo, José Mário Vaz disse não ter medo de ninguém e alertou que a Guiné-Bissau “é uma terra sagrada”.
“Entregamos a nossa cabeça à Virgem Maria e ao povo da Guiné-Bissau”, sublinhou, recebendo palmas dos seus apoiantes.
O político guineense disse não ter ódio e nem querer vingar-se de ninguém, que apenas quer ficar na história da Guiné-Bissau, daí que pede um segundo mandato para desenvolver o país.
José Mário Vaz voltou a avisar que a Guiné-Bissau “está ameaçada” e desta vez acusou “um filho de Canchungo” (Aristides Gomes) de ser um dos culpados pela situação.
A captura de cerca de duas toneladas de droga pela polícia guineense, no passado mês de Setembro, parte dela numa numa casa em Canchungo, foi outro dos temas da intervenção crítica de José Mário Vaz.
“Porque é que a droga não foi descarregada noutro lado? Querem é estragar o bom nome de Canchungo. Isso não é normal. Não vamos aceitar isso”, declarou José Mário Vaz, sem nunca se referir ao nome de Aristides Gomes.
José Mário Vaz afirmou ainda que “os adversários já estão com medo” depois de terem dito que era ele quem temia ir às eleições presidenciais.
“As eleições deviam ser já amanhã”, preconizou José Mário Vaz, salientando o que disse ser “grande adesão popular” à sua candidatura.
A Guiné-Bissau realiza eleições presidenciais a 24 de Novembro e a segunda volta, caso seja necessária, está prevista para 29 de Dezembro.
Na campanha eleitoral, que começou no dia 2 e vai decorrer até 22 de Novembro, participam 12 candidatos aprovados pelo Supremo Tribunal de Justiça.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) sentenciou a 30 anos de cadeia o congolês Bosco Ntaganda, um “senhor da guerra” conhecido como “O Exterminador”, na sequência da sua condenação por crimes de homicídio, violação e escravatura sexual.
A sentença é uma das maiores alguma vez proferida por um tribunal internacional.
Bosco Ntaganda foi considerado culpado, em Julho, de 18 acusações de crimes de guerra e contra a humanidade pelo seu papel nas atrocidades durante um conflito étnico sangrento numa região rica em minerais na República Democrática do Congo entre 2002-2003.
Ntaganda não demonstrou qualquer emoção quando o juiz-presidente do TPI, Robert Fremr, leu a sentença, que inclui penas entre os oito e os 30 anos de prisão por crimes individuais e uma condenação global de 30 anos.
A pena máxima atribuída pelo TPI são 30 anos, mas os juízes podem decretar sentenças de prisão perpétua.
A Universidade São Tomás de Moçambique (USTM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Comunicação e Marketing. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende admitir cinco (5) Motoristas para o preenchimento do quadro de pessoal. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Programa de Emergência para área de Protecção. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Emergência para Educação e Segurança Alimentar. Saiba mais.
Empresa especializada em Engenharia em Projectos de Construção Civil, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Fiscalização. Saiba mais.
Empresa especializada em Projectos de Construção Civil, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Business Development Manager. Saiba mais.
A P.E.S Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista em Jacto de Areia (Sand Balster) para Área de Construção. Saiba mais.
A P.E.S Moçambique pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Controlador de Documentos para Área de Gerenciamento de Projectos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação Juventude e Tecnologia pretende recrutar três (3) Docentes N1 (ETP), na especialidade de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, quatro (4) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia de Minas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Engenharia Civil (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Engenharia Civil (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Geologia (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Geologia (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Arquitectura e Planeamento Físico (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, três (3) Docentes para o curso de Informática Gestão (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Informática de Gestão (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Engenharia, Arquitectura e Planeamento Físico, dois (2) Docentes para o curso de Matemática Aplicada (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Contabilidade e Auditoria (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Economia Monetária e Seguros (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, um (1) Docente para o curso de Gestão Financeira e Bancária. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão Financeira e Bancária (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Empresas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Economia e Ciências Empresariais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão de Empresas (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão de Recursos Humanos (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Psicologia Social e do Trabalho (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, dois (2) Docentes para o curso de Gestão Turística (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, um (1) Docente para o curso de Gestão Turística. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, quatro (4) Docentes para o curso de Gestão Turística (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Ciências Sociais, três (3) Docentes para o curso de Administração Pública (MSc). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, três (3) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (PhD). Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas. Saiba mais.
A Universidade Wutive (UniTiva) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal na faculdade de Direito, dois (2) Docentes para o curso de Ciências Jurídicas (MSc). Saiba mais.
Os ataques aéreos da Rússia mataram pelo menos três crianças na província de Idlib, no Norte da Síria. Um dos alvos dos bombardeamentos de Moscovo foi um hospital de mulheres e crianças.
Nos últimos dias os ataques têm atingido mercados e zonas residenciais, matando e ferindo dezenas de civis. As vítimas do último bombardeamento foram assistidas pelos capacetes brancos, mas neste momento não há hospitais onde tratar os feridos.
Na região – último reduto da resistência ao regime sírio – vivem três milhões de pessoas, muitas deslocadas de outras zonas do país em guerra há oito anos.
O Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário, empossou ontem (07), dois “reforços” para o combate ao crime de branqueamento de capitais e tráfico de pedras preciosas usadas para o financiamento de actividades terroristas.
Em dois diplomas separados, o Primeiro-ministro moçambicano conferiu posse a Amorim Virgílio Bila e Carlos José Elias, para os cargos de director-geral adjunto do Gabinete de Informação Financeira de Moçambique (GIFiM) e secretário-executivo da Unidade de Gestão do Processo Kimberley, respectivamente.
Os dois “reforços” terão como missão evitar que o país tenha uma imagem externa beliscada. O combate ao crime organizado é a grande batalha.
No seu discurso, o Primeiro-ministro, apontou a globalização socioeconómica que vem ocorrendo no mundo, nos últimos anos, que traz consigo muitos desafios, incluindo a criminalidade transnacional, “um fenómeno nocivo e que se vai sofisticando cada vez mais”.
“A criminalidade transnacional afecta negativamente os sistemas económicos e financeiros dos países e está, geralmente, associada ao tráfico de drogas e de pessoas, raptos, corrupção, evasão fiscal, entre outros crimes que geram para os seus actores muitos recursos financeiros de forma ilícita”, referiu Carlos Agostinho do Rosário.
Para o governante, essas elevadas somas de dinheiro, geradas ilicitamente, são posteriormente canalizadas de diferentes formas aos sistemas económicos e financeiros, de modo a ocultar a sua origem criminosa, um fenómeno denominado por branqueamento de capitais ou lavagem de dinheiro.
“A não prevenção e combate enérgico a estes fenómenos de lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo põem em causa a credibilidade do sistema financeiro de qualquer país”, anotou.
Acrescentando, que “a emergência de novas formas de criminalidade e de difícil detecção exige maior capacidade de resposta e coordenação entre instituições internas relevantes, bem como uma cooperação mais estreita entre os diferentes Estados, a nível regional, continental e mundial”.
Diante destes desafios, ao recém-empossado director-geral adjunto do GIFiM, o Primeiro-ministro desafiou-o a elevar a qualidade de informação produzida por esta instituição.
“Estamos certos que com um GIFiM mais actuante e bem articulado com outras instituições relevantes, o nosso país irá, de forma eficaz, responder aos desafios da criminalidade e, desse modo, assegurar um sistema financeiro credível, a nível interno e internacional”, frisou.
Sobre a venda de pedras preciosas em circuitos ilegais, com destaque para os chamados “diamantes de sangue”, usados para financiar actividades terroristas, Carlos Agostinho do Rosário, espera que secretário-executivo da Unidade de Gestão do Processo Kimberley, assegure a implementação da legislação vigente no país, referente a exploração, processamento e comercialização dos minérios preciosos.
“Recomendamos ao secretário-executivo e a sua equipa a garantirem que a produção das mineradoras artesanais siga o circuito legal de comercialização, o que irá contribuir para o crescimento da economia nacional”, realçou.
Lembrando, que para desencorajar e impedir que pedras e metais preciosos sejam usados para financiar o terrorismo, conflitos armados e desestabilizar governos legitimamente eleitos, a comunidade internacional adoptou várias medidas, de entre as quais o Processo de Kimberley.
O Processo de Kimberley, do qual Moçambique faz parte, visa igualmente assegurar que os rendimentos que advêm dos recursos minerais preciosos contribuam, efectivamente, para o desenvolvimento económico dos países.
Analistas dizem que apesar de vários esquemas para que seja difícil descobrir a corrupção e toda a trama das dívidas ocultas, as coisas vão sendo descobertas e aclaradas, mercê de evidências vindas do exterior, perante a passividade da justiça moçambicana.
O Presidente do Tribunal Administrativo, Machatine Munguambe, diz que o órgão já “reuniu elementos suficientes para acusar, com segurança, no processo relacionado com as dívidas ocultas”.
Mas o economista João Mosca considera estranho que os tribunais moçambicanos, incluindo o Administrativo, tenham precisado de cerca de dois anos para tratar desta questão.
“Os tribunais moçambicanos tiveram cerca de dois anos sem praticamente mexer no assunto, mas os processos na África do Sul e nos Estados Unidos da América, foram dando evidências de claras situações de corrupção, envolvendo não só dirigentes como também familiares desses dirigentes”, afirma.
Para João Mosca, “neste processo existe um “timing” jurídico que está muito relacionado com o “timing” político, pelo que é muito natural o que está acontecendo, na medida em que só agora, após as eleições, é que começam a aparecer os tribunais dizendo que existem mais do que evidências”, relativas às dívidas ocultas.
O político Raúl Domingos diz que sem a ajuda externa, nada se saberia sobre este assunto, “porque todos nós sabemos que o assunto ganhou outros contornos por causa da detenção de Manuel Chang, na África do Sul”.
Por seu turno, o analista Alberto Ferreira, diz que esta questão das dívidas ocultas é desumana, “porque prejudicou toda a nação moçambicana”.
Emanuel Ferro, treinador adjunto do Sporting, recusou haver qualquer receio dos leões na visita ao Rosenborg, para o grupo D da Liga Europa, e assegurou que a derrota em Tondela, para o campeonato, está ultrapassada.
“Não temos receio de nada. Não temos receio do frio, do adversário, nem de nós próprios. Temos muitas horas de trabalho e de treino, e isso dá-nos confiança para encarar qualquer momento competitivo”, afirmou o adjunto de Jorge Silas, em conferência de imprensa, admitindo que “o jogo em Alvalade foi muito difícil”. “O Rosenborg é um adversário forte e competitivo, com valências a nível físico e qualidade individual de alguns dos seus jogadores, que nos vão criar dificuldades, mas estamos preparados para elas”, disse.
O Sporting defronta o Rosenborg na ressaca da derrota em Tondela (1-0), para a I Liga, e, embora tenha admitido que o desaire causou mossa, Emanuel Ferro garantiu que está tudo ultrapassado: “É indesmentível que qualquer derrota pesa, porque queremos ganhar muitas vezes. Depois do jogo tem impacto, mas quem está a este nível tem de pensar e mobilizar rapidamente, e a nossa equipa está motivada. A ideia não é padecer de uma derrota, mas sim iniciar um ciclo diferente, com um jogo diferente. Estamos mais envolvidos no jogo de amanhã do que no último jogo para a Liga”, referiu.
O técnico assumiu que o Sporting continuará a utilizar “diferentes sistemas tácticos” ao longo da época, mas salientou que “isso não muda a ideia de jogo, nem a intenção e o perfil de domínio do Sporting, independentemente de quem seja o adversário”. “Queremos ser efectivos em termos defensivos e aumentar os níveis de concentração em certos momentos do jogo. Ofensivamente, pretendemos concretizar a nossa posse de bola e sermos mais capazes nos momentos de criação e finalização”, explicou.
Sobre o regresso de Wendel às opções, depois de o médio brasileiro ter sido afastado por problemas disciplinares, disse tratar-se de “um elemento do grupo e nunca deixou de o ser. Está integrado na comitiva e está disponível para ser utilizado”.
Na conferência de imprensa realizada no Estádio Lerkendal esteve igualmente o defesa central Tiago Ilori, que deixou a receita para o jogo: “Há coisas que poderemos aproveitar com o nosso estilo de jogo e com o que temos trabalhado. O mais importante vai ser sempre a nossa forma de jogar. Vamos tentar atacar, rematar muitas vezes, defender muito alto e tentar reduzir o espaço no meio campo”, disse.
Sobre o frio, afirmou: “A temperatura não é tão importante como parece. Apesar do frio, depois de aquecer, vai ser sempre igual no decorrer do jogo. O nosso objectivo vai ser o mesmo.”
O Sporting, segundo classificado do grupo D, com seis pontos, visita o Rosenborg, último, sem qualquer ponto, na quinta-feira, a partir das 17.55, num encontro que será arbitrado pelo escocês Kevin Clancy.
O antigo banqueiro do Credit Suisse Surjan Singh disse, na quarta-feira, como testemunha num tribunal de Nova Iorque, ter sido “demasiado leal”, quando guardou segredo de “pagamentos inapropriados” em negócios ligados às dívidas ocultas de Moçambique.
Surjan Singh afirmou que o também banqueiro do Credit Suisse Andrew Pearse lhe contou, em 2013, ter negociado “pagamentos inapropriados” de dois milhões de dólares com o arguido Jean Boustani, negociador da empresa Privinvest.
Singh lembrou a relação profissional e de amizade que mantinha há 15 anos com Andrew Pearse, quando Pearse confidenciou ter pedido dois milhões de dólares a Boustani para reduzir a subvenção que a empresa Privinvest tinha de pagar ao banco Credit Suisse num contrato de empréstimo.
Em 2013, o projecto moçambicano Proindicus arrancou com um empréstimo de 350 milhões de dólares para a Privinvest fornecer serviços e produtos à zona costeira de Moçambique.
Nesse empréstimo, organizado pelo banco Credit Suisse, a Privinvest iria receber directamente o dinheiro e tinha de devolver uma subvenção de 49 milhões de dólares ao banco.
Surjan Singh recordou que Andrew Pearse disse a Jean Boustani que a Privinvest “não tinha negociado bem” e ofereceu uma descida da subvenção, para 38 milhões de dólares, em troca de um pagamento de dois milhões de dólares para enriquecimento pessoal.
No depoimento de quarta-feira, Surjan Singh admitiu ter guardado segredo sobre estes acordos indevidos que o seu chefe estava a fazer discretamente em nome do Credit Suisse.
“Eu era muito leal, talvez demasiado leal” disse a testemunha, depois de admitir que escondeu uma informação importante às comissões responsáveis pela aprovação de empréstimos do Credit Suisse.
“Misturei a lealdade à instituição com a lealdade ao meu chefe”, acrescentou.
Segundo o depoimento de Singh em tribunal, Jean Boustani recusou uma proposta de um outro homem, chamado Adel Afiouni, idêntica à de Pearse para reduzir as subvenções devidas pela Privinvest ao Credit Suisse a troco de um pagamento para uso pessoal.
O ex-dirigente do Credit Suisse Global Financing Group Surjan Singh admitiu ainda ter ajudado Andrew Pearse nos cálculos para a redução da subvenção devida pela Privinvest em 11 milhões de dólares.
Singh confessou também ser culpado de esconder informações relevantes, a nível interno no grupo financeiro, para que o projecto da Privinvest em Moçambique recebesse um empréstimo de 622 milhões de dólares, com garantia do Governo de Moçambique.
Dos 350 milhões de dólares inicialmente previstos, o projecto da Proindicus em Moçambique obteve vários aumentos com ajuda do “lobby” de Singh.
A testemunha disse ter cedido às pressões de Pearse e Boustani para que o Credit Suisse aprovasse as alterações ao empréstimo organizado para a zona marítima pertencente a Moçambique.
Após o empréstimo inicial em Fevereiro de 2013, a Proindicus obteve, em Agosto, um aumento de 132 milhões de dólares, e em Novembro foram adicionados outros 118 milhões de dólares.
Para estes empréstimos, o Credit Suisse procurou investidores internacionais para financiar 622 milhões de dólares.
Segundo a acusação norte-americana, o empréstimo sindicado afectou investidores dos Estados Unidos, que pagaram quantias ainda por devolver.
O Governo norte-americano escreveu na acusação que “a Proindicus nunca conduziu operações significativas ou gerou receita significativa e entrou em incumprimento em relação aos pagamentos do empréstimo em 21 de Março de 2017”.
Surjan Singh admitiu ter recebido 5,7 milhões de dólares da Privinvest pelo papel na aprovação de transacções irregulares pelo Credit Suisse.
As restantes acusações que pesam contra Singh, que se declarou culpado de conspiração no crime de branqueamento de dinheiro e está a cooperar com a Justiça norte-americana, vão ser retiradas.
O caso está relacionado com as garantias prestadas pelo anterior executivo moçambicano, entre 2013 e 2014, a favor de empréstimos de 2,2 mil milhões de dólares para as empresas Ematum, MAM e Proindicus.
A justiça moçambicana e a justiça norte-americana consideram que parte desse dinheiro foi usado para o pagamento de subornos a cidadãos moçambicanos e estrangeiros.
O partido extraparlamentar Nova Democracia (ND) lançou um apelo internacional para a libertação dos 18 membros daquela formação política detidos no dia da votação na província de Gaza, sul do país.
“Estamos em contacto com organismos internacionais e já há várias instituições dos direitos humanos que se estão a juntar à nossa causa. Queremos a libertação dos nossos delegados de candidatura, que estavam apenas a fazer o seu trabalho”, disse à Lusa Quitéria Guirengane, mandatária nacional do Nova Democracia (ND).
Os 18 membros do partido, 17 dos quais delegados de candidatura e um mandatário distrital, foram detidos em 15 de Outubro, no dia do escrutínio, em postos de votação distribuídos pelo distrito de Chókwè, alegadamente por falsificação de credenciais.
Entre os detidos, parte considerável são jovens em idade escolar, que, segundo a mandatária da ND, correm o risco de perder os exames finais e, consequentemente, o ano lectivo.
“São jovens que só ousaram lutar e sonhar com um Moçambique diferente”, acrescentou Quitéria Guirengane.
O ND submeteu no dia 01 de Novembro um recurso junto do Conselho Constitucional exigindo a libertação dos seus membros, após um primeiro documento ter sido rejeitado pelo Tribunal Distrital de Chokwé.
A ND é um partido composto maioritariamente por jovens e que concorreu, pela primeira vez este ano, apenas para as eleições legislativas.
Foi na província de Gaza que a Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo) teve a vitória mais expressiva nas eleições gerais e provinciais de 15 de Outubro.
O candidato à presidência, Filipe Nyusi, arrecadou 94,74% dos votos e a Frelimo chegou a 94% nas eleições para a Assembleia da República e ficou com 81 dos 82 mandatos da assembleia provincial.
A quase duplicação do número de eleitores recenseados em Gaza, bastião da Frelimo, foi questionada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e por missões de observação, entre elas a União Europeia e EUA, mas tal não interferiu na validação dos resultados pelos órgãos eleitorais.
Na mesma província, Anastácio Matavel, um dos dirigentes locais de observação eleitoral, foi abatido a tiro uma semana antes das eleições por um grupo de polícias que está agora a ser investigado pelas autoridades.
A nível nacional, os resultados eleitorais anunciados pela CNE, no domingo, em Maputo, deram larga vantagem à Frelimo, cujo candidato foi reeleito à primeira volta para um segundo mandato como Presidente, com 73% dos votos.
Para o parlamento, a Frelimo conseguiu eleger 184 dos 250 deputados.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal força de oposição, contestou os resultados e apresentou um recurso junto do Conselho Constitucional (equivalente ao Tribunal Constitucional), apontando alegadas irregularidades no processo eleitoral.
Também o MDM, terceira força política parlamentar, declarou não aceitar os resultados, alegando fraude generalizada e exigindo uma auditoria aos órgãos eleitorais.
O município de Chiúre, em Cabo Delgado, poderá não cumprir com o plano previsto devido a alegada sabotagem do anterior governo e a exclusão na atribuição de fundo de investimento autárquico por parte do governo central.
Além da alegada sabotagem na anterior governação, o edil de Chiure, Alicora Intutunha, denunciou uma suposta exclusão na atribuição do fundo de investimento autárquico, que o município não recebe desde que iniciou o presente mandato, em Fevereiro deste ano.
A Direcção Provincial de Economia e Finanças confirma alocação de fundos para os municípios de Mueda e Mocimboa da Praia, alegadamente por terem sido afectados pelo ciclone Kenneth, mas nega que seja uma exclusão.
Para este ano, os cinco municípios de Cabo Delgado deveriam receber cerca de 100 milhões de meticais.
Um ataque contra um “chapa”, viatura ligeira usada para transporte colectivo, provocou a morte de duas pessoas e ferimentos em outras três, numa estrada terraplanada no interior de Gondola, centro do país.
Um passageiro morreu “crivado” de balas quando o veículo foi “metralhado”, por um grupo armado, durante a emboscada, pelas 11:00.
A viatura foi depois incendiada numa estrada de argila, cerca de 60 quilómetros a nordeste de Chimoio, capital de Manica.
Uma mulher morreu atingida por balas quando foi surpreendida na sua quinta.
“Os tiros saíam dum cemitério, o primeiro atingiu o pneu de frente do carro e o segundo atingiu o meu pé direito, o que fez o carro despistar” contou à Lusa Chiringa Taimo, condutor, enquanto recebia tratamento no banco de socorro do Hospital Provincial de Chimoio.
Na viatura seguiam quatro passageiros, “um deles levou tiros” no carro “e perdeu a vida”, avançou ainda o condutor, adiantando que escapou após se conseguir arrastar de joelhos, durante meio quilometro, para a mata.
“Eram quatro homens, que depois me seguiram [para o esconderijo], e eu pedi para não me matarem e levaram todos os meus documentos”, acrescentou.
Albano Nhampenza, um morador que a Lusa encontrou enquanto tentava retirar a família da zona do ataque, disse que após a emboscada à viatura, vários tiros foram disparados contra uma área habitada.
“Primeiro ouvimos tiroteios, mas continuámos a cultivar e depois mais tiros foram ouvidos, logo pensamos que é guerra” contou o camponês, adiantando que foram os tiros para as machambas (pequenas hortas) “que mataram a mulher”.
Uma fonte médica do Hospital Provincial de Chimoio confirmou a entrada dos feridos vitimas do ataque ao veículo.
Contactado pela Lusa, o porta-voz do comando da Polícia de Manica prometeu pronunciar-se na quinta-feira.
Com este ataque, sobe para dez o número de mortos desde Agosto devido a incursões armadas, primeiro contra veículos, mas que, entretanto, se tem intensificado contra alvos civis e das forças de defesa e segurança – aumentando também o raio de actuação.
A zona Centro do país foi historicamente palco de confrontação armada entre forças governamentais e a Renamo até Dezembro de 2016, altura em que as armas se calaram, tendo a paz sido selada num acordo subscrito em 06 de Agosto.
Permanecem na zona guerrilheiros, em número incerto, que formaram uma autoproclamada Junta Militar para contestar a liderança da Renamo por Ossufo Momade e defender a renegociação do seu desarmamento e reintegração na sociedade.
O grupo de guerrilheiros liderado por Mariano Nhongo já ameaçou por mais que uma vez recorrer às armas caso não seja ouvido – mas, por sua vez, também se diz perseguido por outros elementos desconhecidos.
A polícia tem acusado a Renamo de ser responsável pelos ataques devido à farda verde de alguns agressores, sem distinguir grupos dissidentes dos que permanecem fieis ao partido.
A direcção da Renamo considera a posição da polícia caluniosa e diz estar a respeitar o processo de desarmamento.
O mesmo tipo de violência naquela região aconteceu em 2015, em período pós-eleitoral, quando Afonso Dhlakama (antigo líder da Renamo) rejeitou a vitória da Frelimo, mas negando o envolvimento nos confrontos.
Manchester City teve uma noite invulgar na Liga dos Campeões, em Milão, frente à Atalanta, ao terminar o jogo com o defesa-direito Keylor Navas depois da expulsão de Claudio Bravo, que tinha entrado ao intervalo a substituir o lesionado Ederson Moraes. Ainda assim conseguiu segurar o empate 1-1, que mantém a equipa na liderança do grupo C.
Tudo apontava para que fosse um jogo tranquilo para a equipa de Pep Guardiola, que contou com João Cancelo e Bernardo Silva como titulares, afinal Raheem Sterling abriu o marcador logo aos sete minutos. Contudo, o azar começou à beira do intervalo quando Gabriel Jesus falhou de forma escandalosa um penálti, com um remate que saiu bem ao lado da baliza defendida por Gollini.
Na segunda parte, já sem Ederson, o croata Mario Pasalic fez o empate para a Atalanta, que aos 81 minutos ficou em vantagem numérica em campo, quando Claudio Bravo saiu da baliza para tentar cortar a bola e derrubou Josip Ilicic, que seguia isolado. A expulsão do guarda-redes obrigou Guardiola a fazer entrar Kyle Walker para a baliza, substituindo Riyad Mahrez. Só que o livre saiu direitinho para as mãos do guarda-redes improvisado, que nunca mais foi incomodado no jogo, pois os jogadores do Manchester City seguraram a bola nos dez minutos que se jogaram.
No outro jogo do grupo também não faltaram incidentes. O Shakhtar Donetsk treinado por Luís Castro foi à Croácia empatar 3-3 como Dínamo Zagreb e até se colocou em vantagem com um golo do brasileiro Alan Patrick aos 13 minutos. Só que ainda antes do intervalo a equipa da casa empatou por Bruno Petkovic.
Os últimos 15 minutos foram de loucos com uma expulsão para cada lado e Ivanusec e Ademi a marcarem para o Dínamo aos 83 e 89 minutos. Quando os croatas pareciam ter garantido os três pontos, Júnior Moraes (90’+3) e Tetê (90’+8) na cobrança de um penálti acabaram por conseguir um empate milagroso. As duas equipas mantêm-se assim empatadas no segundo lugar com cinco pontos, quando faltam cumprir duas jornadas.
Há cinco meses, a nossa equipa reportou o caso de uma menina de 12 anos com albinismo que foi barbaramente assassinada por dois homens, no distrito de Murrupula, na província de Nampula.
Durante a campanha de julgamentos, a 6ª secção criminal do Tribunal Judicial da Província de Nampula julgou o caso que tinha três arguidos, onde um foi absolvido por insuficiência de provas e dois pegaram uma pena de 20 anos de prisão maior.
Uma pena considerada branda por tratar-se de um crime hediondo.
Foram os mesmos argumentos que levaram o Ministério Pública a recorrer da decisão, segundo soube o “O País” de uma fonte daquela instituição em Nampula.
Até porque exemplos não faltam. Outros dois homens cumprem penas de 40 anos de prisão no Estabelecimento Penitenciário Regional-Norte por terem assassinado um albino em 2016.
Para a Associação Amor à Vida, estas condenações estão a ajudar a devolver a tranquilidade depois de meses de terror que as pessoas com problema de pigmentação da pele viveram.
O rapto e assassinato de albinos está ligado ao crime de tráfico de partes de órgãos humanos, um fenómeno que por sua vez associa-se a crenças de magia negra.
O Governo de Moçambique assegurou que o país dispõe de jazidas de diamantes com qualidade comercial e está empenhado na criação de mecanismos de venda legal para impedir a utilização do minério no financiamento de actividades ilícitas.
“Há garantias [de que o país dispõe de diamante comercial], porque temos algumas amostras tiradas em Mavue, na província de Gaza, que precisam ainda de testes adicionais, mas tudo indica que é diamante comercial”, disse Carlos José Elias, secretário executivo da Unidade de Gestão do Processo de Kimberley, que segue os padrões internacionais.
Carlos José Elias falava após ser investido no cargo da entidade governamental moçambicana pelo primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
À Unidade de Gestão do Processo de Kimberley cabe a responsabilidade de certificação e controlo de pedras preciosas.
Mais de 40 operações de prospecção de diamantes estão em curso nas províncias de Gaza (Sul), Manica, Tete (Centro) e Niassa (Norte), o que mostra a confiança dos investidores no potencial do diamante moçambicano, afirmou Carlos José Elias.
Para impedir a venda ilegal de pedras preciosas e semipreciosas, o Governo moçambicano criou entrepostos em Maputo e em Nampula e vai mobilizar os garimpeiros para o licenciamento da sua actividade e certificação do produto extraído.
“Nós registamos em Moçambique a saída de muitos minerais [e metais]: basicamente estamos a falar de ouro, pedras preciosas e semipreciosas”, assinalou Carlos José Elias.
Nesse sentido, prosseguiu, o país deve estancar o fluxo ilegal de minérios preciosos, juntando-se ao esforço internacional de combate ao financiamento de guerras e criminalidade transnacional.
Ao operacionalizar a unidade de gestão, Moçambique dá um passo para o cumprimento do chamado Processo de Kimberley, um mecanismo internacional que define as directrizes de venda de pedras preciosas visando impedir a entrada no comércio dos chamados “diamantes de sangue”, extraídos em zonas de guerra.
O interesse no subsolo moçambicano surge em vários países.
Em Outubro, à margem da cimeira África-Rússia, a empresa russa de mineração de diamantes Alrosa manifestou interesse em avaliar o potencial diamantífero de Moçambique para um possível investimento.
Pelo menos 48 pessoas morreram e cerca de 144 mil foram afectadas devido às chuvas das últimas semanas, que provocaram inundações repentinas e deslizamentos de terra em 25 condados.
No Quénia, pelo menos 48 pessoas morreram e cerca de 144 mil foram afectadas pelas inundações causadas por chuvas torrenciais constantes, de acordo com o Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (OCHA).
As chuvas das últimas semanas provocaram inundações repentinas e deslizamentos de terra em pelo menos 25 condados, principalmente no norte do país, matando pelo menos 48 pessoas e destruindo infraestruturas importantes.
Segundo o Centro Nacional de Gestão de Catástrofes (NDOC) queniano, há 17 mil pessoas desalojadas, sendo que o centro de refugiados em Dabaab, o maior do mundo e situado na fronteira com a Somália, foi também atingido pelas chuvas, afectando a vida das 200 mil pessoas que abriga.
Após meses de seca, a segunda temporada das chuvas sazonais trouxe chuvas torrenciais, inundando zonas da África Oriental e do Corno de África, onde cerca de 2,5 milhões de pessoas foram afectadas. Na Somália, país vizinho, entre Outubro e Novembro morreram 17 pessoas e 370 mil ficaram desalojadas de acordo com os dados do OCHA que registam 580 mil pessoas afectadas pelo temporal. No Sudão do Sul, país mais afectado desde Julho, mais de 900 mil pessoas foram afectadas pelas chuvas, enquanto na Etiópia contam-se cerca de 570 mil e no Sudão 364 mil.
O brasileiro marcou três golos e deu uma assistência na vitória merengue, por 6 a 0, sobre o Galatasaray, pela Liga dos Campeões. O treinador francês elogiou também a postura táctica.
O Real Madrid atropelou o Galatasaray, na quarta-feira (07), pela Liga dos Campeões, em noite especial para Rodrygo. O brasileiro marcou três golos, deu uma assistências e foi o grande destaque da vitória por 6 a 0. Após a partida, Zidane pediu calma e rasgou elogios ao jovem atleta.
Ele tem tudo, mas, para destacar algo, fico com a inteligência dele. Aprende muito rápido, quer melhorar e tem tudo porque é muito bom tecnicamente. Quando acompanhado pela parte física, que precisa melhorar, ele faz o que faz em campo. Ele é inteligente porque coloca momentos de pausa no seu jogo quando a equipe precisa dele e, tecnicamente, ele sabe fazer tudo com a bola – elogiou o francês, e completou: “Hoje foi uma partida fantástica e esperamos que no sábado (contra o Eibar, no Espanhol) também seja, com uma vitória nossa. Vamos acolhê-lo e fazer com que se sinta importante, mas ele precisa manter os pés no chão. Ele é um jogador incrível, com um potencial maravilhoso” finalizou.
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Moçambique iniciou os preparativos para o novo ciclo eleitoral, tendo aprovado um orçamento de 72,6 milhões de...