O Presidente da República, Filipe Nyusi, participou, esta terça-feira, em Harare, República do Zimbabwe, na reunião da troika da SADC, nas áreas de Política, Defesa e Segurança.
No encontro, os Chefes de Estado e de Governo membros da troika do órgão da SADC analisaram o estágio actual da situação política e de segurança da região Austral e do Continente.
No final do encontro, o Presidente da República, Filipe Nyusi, disse que o evento esteve virado essencialmente para a situação de Moçambique, devido aos ataques terroristas, que o país sofre.
“Eu tive, como sabem muito bem, a reunião a menos de dez dias em Chimoio, com o Presidente Mnangagwa e daí ele quis saber, então houve a ideia de que temos que comunicar mais com os colegas, precisa-se compreender o mudus operandi, como as coisas acontecem. Este problema começou lá em cima, passou por Quénia, Tanzânia já tinha muito antes de nós termos e depois vierem para nós, de vez em quando entram e saem. Então é preciso, com muita antecipação, podermos partilhar as experiências e as realidades e ver quais são os tipos de apoios e aqui de facto recebemos grande solidariedade, grande encorajamento, juntos tentamos trocar informações sobre as realidades de cada país”, disse o Presidente da República Filipe Nyusi.
Além de Moçambique, os participantes discutiram a situação sócio-política do Lesotho e do Malawi, entre várias matérias.
O presidente do Zimbabwe, Emmerson Mnangagwa, disse que qualquer ataque a um estado-membro da SADC, é ataque à organização regional.
Fazem parte da troika do órgão de cooperação nas áreas de Política, Defesa e Segurança da SADC o Zimbabwe, Botswana, e a Zâmbia
A Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) comprometeu-se esta terça-feira a apoiar Moçambique no combate a grupos armados em Cabo Delgado, onde, pelo menos, 550 pessoas morreram devido às incursões registadas desde outubro de 2017.
A ‘troika’ do órgão de Política, Defesa e Segurança da comunidade sub-regional “comprometeu-se e instou os Estados-membros da SADC a apoiar o Governo de Moçambique na luta contra os grupos terroristas e armados que atuam em alguns distritos de Cabo Delgado”, lê-se numa nota emitida após uma reunião em Harare, capital do Zimbabwe.
A situação de insegurança em Cabo Delgado foi abordada pelo chefe de Estado moçambicano, Filipe Nyusi, durante um encontro que juntou também os Presidentes Emmerson Mnangagwa (Zimbabwe, que lidera o órgão), Mokgweetsi Masisi (Botswana, vice-presidente) e Edgar Lungu (Zâmbia, líder cessante).
“A ‘troika’ do órgão de Política, Defesa e Segurança da SADC condenou veementemente os ataques armados e os actos de sabotagem perpetrados pelos terroristas e grupos armados em alguns distritos da província de Cabo Delgado”, lê-se ainda no comunicado.
Cabo Delgado, região onde avançam megaprojectos para a extração de gás natural, vê-se a braços com ataques de grupos armados classificados como uma ameaça terrorista desde Outubro de 2017.
As autoridades contabilizam um total de 162 mil pessoas afectadas pela violência armada. No final de Março, as vilas de Mocímboa da Praia e Quissanga foram invadidas por um grupo, que destruiu várias infra-estruturas e içou a sua bandeira.
Na ocasião, num vídeo distribuído na Internet, um alegado militante ‘jihadista’ justificou os ataques de grupos armados no norte com o objectivo de impor uma lei islâmica na região.
Foi a primeira mensagem divulgada por supostos autores dos ataques que ocorrem desde Outubro de 2017 na província de Cabo Delgado, gravada numa das povoações que invadiram.
O Burundi, um dos mais pequenos países africanos, vai esta quarta-feira a votos, ao final de cinco anos de crises políticas, sem a presença de observadores internacionais e protegido pela “graça de Deus” contra a covid-19.
O país, localizado na região dos Grandes Lagos, com 11 milhões de habitantes e 5,1 milhões de eleitores, decidiu manter as eleições gerais – presidenciais, legislativas e locais – de quarta-feira apesar dos riscos de propagação da covid-19, doença que, em larga medida, tem sido desvalorizada pelas autoridades.
Concorrem às presidenciais sete candidatos, mas a chefia do Estado deverá ser discutida entre Evariste Ndayishimiye, que se apresenta pelo partido do Governo(CNDD-FDD) após a decisão de não recandidatura do controverso chefe de Estado cessante, Pierre Nkurunziza, no poder desde 2005, e Agathon Rwasa, histórico líder da oposição no país (Palipehutu-FNL).
Ndayishimiye surge como o sucessor natural de Nkurunziza e Rwasa como o candidato da mudança, mas os analistas políticos encontram poucas diferenças entre os dois homens, que apresentam programas centrados no desenvolvimento económico do país.
Os dois homens têm um passado comum de combatentes rebeldes durante a guerra civil de 1993 a 2005, que opôs a maioria hutu (85% da população) à minoria tutsi, que controlava as forças armadas.
O país vive uma grave crise política desde as últimas eleições, em 2015, de que já resultaram pelo menos 1.200 mortos e mais de 400 mil refugiados, acontecimentos alvo de uma investigação do Tribunal Penal Internacional.
A violência, desencadeada pela contestação ao terceiro mandato de Pierre Nkurunziza, considerado inconstitucional pela oposição, fizeram ressurgir o espetro da guerra civil, que causou mais de 300 mil mortes e durou 11 anos.
O chefe de Estado cessante, Nkurunziza surpreendeu ao anunciar, em junho de 2018, que não se recandidataria, apesar de a nova Constituição, aprovada por referendo nesse mesmo ano, lhe permitir ficar até 2034.
Pierre Nkurunziza deixa a cena política depois de o parlamento lhe ter atribuído uma mansão de luxo e uma pensão vitalícia e o ter elevado a “guia supremo do patriotismo”, vantagens consideradas “indecentes” pela oposição.
Ao contrário da Etiópia, que adiou as suas eleições de agosto devido à covid-19, o Burundi decidiu mantê-las, com o Governo a alegar estar protegido pela “graça divina”.
O país registou oficialmente 42 casos positivos, incluindo uma morte, mas as autoridades são acusadas por médicos e pela oposição de esconder casos de covid-19, atribuindo-os a outras doenças, como a pneumonia.
O Burundi não impôs o confinamento da população e a campanha eleitoral mobilizou grandes multidões, com a distribuição de baldes de água e sabão como medida preventiva.
O Governo ordenou mesmo, sem dar qualquer explicação, a expulsão dos quatro principais peritos da Organização Mundial de Saúde (OMS) que aconselhavam sobre a epidemia e que abandonaram o país no sábado.
Por outro lado, não foi autorizado que observadores internacionais assistam às eleições, incluindo da União Africana (UA), algo considerado como pouco habitual num Estado-membro da organização.
Os únicos observadores autorizados inicialmente eram os da Comunidade da África Oriental, que organizou o envio de cerca de 20 elementos, no entanto as autoridades burundinesas anunciaram que estes teriam de ficar de quarentena durante 14 dias após a sua chegada devido à covid-19, o que inviabilizaria a sua ação no dia da votação.
Em consequência, a comissão eleitoral anunciou que não haverá observadores externos. Também a Igreja Católica e a sociedade civil anunciaram que não terão observadores no terreno.
Entre a população, são poucos os que acreditam em eleições justas e livres e crescem os receios de que possa haver uma contestação violenta dos resultados, depois de a campanha eleitoral ter sido marcada por confrontos entre membros de partidos rivais e detenções de opositores.
O Burundi está entre os três países mais pobres do mundo, segundo o Banco Mundial, que estima que 75% da população vive hoje abaixo do limiar da pobreza, contra os 65% quando o Nkurunziza chegou ao poder em 2005.
A taxa de desemprego dos jovens é de 65%, segundo o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), e seis em cada dez crianças são raquíticas devido à subnutrição.
Nos Estados Unidos da América os primeiros testes em humanos de uma vacina contra o coronavírus tiveram resultados positivos. É um sinal de esperança, de que a cura para a Covid-9 pode estar próxima.
Enquanto o Coronavírus continua a disseminar-se, países do mundo ficam cada vez mais ansiosos pela descoberta de um fármaco ou uma vacina que possa por fim a toda esta crise. Enquanto isso, equipes de cientistas do mundo inteiro trabalham rapidamente para encontrar uma vacina que possa acabar com a pandemia.
O desenvolvimento de uma vacina pode por vezes levar décadas, no entanto especialistas afirmam que os cientistas estão a trabalhar a toda a velocidade sendo este um verdadeiro marco.
No entanto, depois de apenas 3 meses, entre as mais de 90 equipes científicas que trabalham com uma vacina contra a Covid-19, já existem 6 candidatas que atingiram uma meta importante nesta corrida: testes em humanos.
Entre as 6 candidatas, encontra-se a Moderna Inc que informou esta segunda-feira que a sua vacina experimental contra a covid-19 mostrou potencial em um estudo de estágio inicial, já que produziu anticorpos neutralizadores do vírus semelhantes àqueles encontrados em pacientes recuperados, o que fez o preço das acções dispararem 25%.
Nos EUA bem como na China, mais de 2 empresas testaram vacinas esperando os seus resultados positivos.
No mesmo dia em que a Moderna iniciou os seus testes em humanos, a 16 de Março, a empresa chinesa de biotecnologia CanSino Biologics na China, iniciou a deles.Sua vacina AD5-nCoV usa uma versão de um adenovírus, o vírus que causa a gripe comum, como vector. Esse vector transporta o gene da proteína da superfície do coronavírus e, assim, tenta provocar a resposta imune para combater a infecção.
O primeiro ensaio clínico na Europa começou em 23 de Abril, testando a vacina desenvolvida pela equipe do Instituto Jenner da Universidade de Oxford, Inglaterra.É uma vacina recombinante semelhante à da empresa chinesa CanSino. Mas a equipe de Oxford está usar uma versão atenuada de um adenovírus.
Enquanto não se descobre a solução para acabar com a pandemia, especialistas apelam a população para continuar a seguir à risca as medidas de prevenção para evitar mais contaminações e para que rapidamente se possa voltar ao que era conhecido como vida normal.
As cidades de Maputo e Matola vão se beneficiar do projecto Alimentando a Esperança, este Projecto prevê abranger cerca de 3000 famílias onde cada vai receber uma cesta básica de produtos de primeira necessidade, incluindo produtos de higiene e máscaras de protecção contra coronavírus.
Segundo o Director do projecto Alimentando a Esperança, Xavier Nhaule, as famílias abrangidas pela iniciativa vão receber 2Kg de Farinha de Milho, 2Kg de Açucar, 5 barras de sabão, máscaras de preotecção, 10Kg de Arroz e 2 litros de óleo cada. Para a realização deste desejo os mesmos ainda encontram se na busca de mais parceiros.
A fonte referiu que neste momento em que o mundo e Moçambique em particular estão a ser assolados pela Covid-19, os movimentos de apoio directo às famílias devem crescer e existir para à semelhança do ALIMENTANDO ESPERANÇA minimizar a propagação da doença, auxiliando as pessoas mais vulneráveis, com alimentos e kits de higiene pessoal.
“Neste sentido, movidos pelo espírito de solidariedade, um grupo de voluntários se uniu com algumas entidades de modo a responder a esta pandemia na busca de soluções imediatas que possam aliviar a população carente e sem fonte de renda na comunidade, que vai beneficiar numa primeira fase os distritos Municipais da cidade de Maputo e da Matola”, revelou Xavier.
O Director do Projecto Alimentando a Esperança, avançou que as actividades de recolha e distribuição serão realizadas pelos voluntários em parceria com as Administrações Distritais, Autoridades Comunitárias, Estruturas da Igreja e dos Bairros, de modo a facilitar a identificação, localização e alocação de produtos às famílias carenciadas, sendo pontos primários as Cidade de Maputo e Matola.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/a (1) Auditor Interno & Compliance. Saiba mais.
A Moz Bulders e Engineering, lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Engenheiro Civil Júnior. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Women’s Voice and Leadership – ALIADAS Pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor Para Concepção de um Landing Page e BootCap do programa WVL-ALIADAS.. Saiba mais.
A Women’s Voice and Leadership Pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor de Concepção e Gestão de um Espaço Virtual Para o Programa WVL-ALIADAS. Saiba mais.
A Lar construções e Engenharia, empresa de construção civil pretende contratar para o seu quadro um/a (1) Recepcionista/ Assistente Administrativa. Saiba mais.
A Associação Moçambicana de Promoção de Cooperativas Modernas (AMPCM) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Agronegócios. Saiba mais.
A Empresa Moçambicana de Dragagens – Empresa Pública – EMODRAGA EP, com sede na Cidade da Beira pretende
recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Procurement. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Jardineiros Profissionais. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Babá Residente. Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Cuidadoras de Idosos (Não Residentes). Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Cuidadoras de Idosos (Residentes). Saiba mais.
A MECO Empreendimentos é uma agência de Emprego com foco de agenciamento de staff doméstico, Consultoria e RH está a recrutar para o seu quadro de pessoal Barbeiros & Cabeleireiras Profissionais. Saiba mais.
A Super Steel, Lda., empresa do ramo de transportes e logística, sedeada na cidade de Maputo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Estagiários de Recursos Humanos, baseados na província de Maputo, cidades de Maputo e Matola. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imoveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) fiel de Armazém. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imoveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão Patrimonial. Saiba mais
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imoveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão Patrimonial. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar uma (1) Contabilista Sénior. Saiba mais.
A Friends in Global Health (FGH), pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Sistemas de Informação para Saúde (Programador). Saiba mais.
A AMODEFA – Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família, uma organização não-governamental de carácter não-lucrativa, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultoria para Mapeamento de Parceiros em Advocacia para Direitos e Saúde Sexual e Reprodutiva. Saiba mais.
A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Técnicos de Medicina Geral para Matutuíne. Saiba mais.
A RHDC Consultoria & Serviços Lda – RHDC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos de Medicina Geral para Namaacha. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz),procura um(a) profissional para o posto de Assistente do Projecto Parceria para Prestação Social de Contas para Área de Saúde Sexual e Reprodutiva, que estará baseado(a) em Maputo. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Para a Promoção do Emprego e do Desenvolvimento. Saiba mais.
A Cooperação Alemã para o Desenvolvimento (GIZ) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador – Componente Saúde e Género. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Gestão e Administração Hospitalar. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor/ Líder de Equipa (Caldeireiro). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro três (3) Docentes N1 – Electricidade Industrial. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gerente de Recursos Humanos baseado em província de Nampula. Saiba mais.
A Futuro Mcb, S.A, instituição financeira, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de Cliente Individual baseado em Namutequeliua na província de Nampula. Saiba mais.
José Mourinho ainda não foi convencido por Tanguy NDombélé, o francês que no verão passado se transformou na contratação mais cara da história do Tottenham, pelo que a venda do médio está em cima da mesa.
Caso o jogador de 23 anos acabe mesmo por sair (tem o Barcelona atento), Mou deve virar-se, avança o ElGolDigital, para William Carvalho, que será negociado numa verba a rondar os 30 milhões de euros.
O Bétis não irá fazer grande esforço para manter o português sempre que uma oferta rentável chegue aos escritórios em Sevilha, grande parte como consequência do elevado salário do internacional português.
FUTEBOL - Eusebio, jogador do Benfica, com as duas Tacas dos Campeoes Europeus conquistadas pelo clube em 1961 e 1962. Foto datada de 1968. (ASF/PRESS PHOTO AGENCY)
O Benfica registou a marca Eusébio no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) e tem o exclusivo da comercialização de diversos produtos e serviços até 14 de agosto de 2028. O pedido entrou no IPNI a 30 de maio de 2018 e demorou mais de nove meses a ser deferido. Nove dias depois de ter sido apresentado o requerimento houve logo uma contestação formal que teve de ser apreciada e até obteve uma recusa provisória. A decisão final, em favor do Benfica, seria concedida a 7 de março de 2019.
O registo da marca Eusébio permite ao Benfica vender diversos produtos e serviços com a imagem do pantera negra que o processo que pode ser consultado no IPNI especifica, de joalharia a trelas e vestuário para animais, de videojogos a decorações para árvores de natal. A saber: metais preciosos e suas ligas; joalharia, bijutaria, pedras preciosas e semipreciosas; relojoaria e instrumentos cronométricos; papel e cartão; produtos de impressão; artigos para encadernação; fotografias; artigos de papelaria e de escritório, exceto mobiliário; adesivos (matérias colantes) para papelaria ou para uso doméstico; materiais de desenho e materiais para artistas; pincéis; materiais de instrução e de ensino; folhas, películas e bolsas em matérias plásticas para acondicionamento e embalagem; clichés de impressão, blocos de impressão; couro e imitações de couro; peles de animais; bagagens e malas de mão; chapéus de chuva e chapéus de sol; bengalas; chicotes, arreios e selaria; coleiras, trelas e vestuário para animais; vestuário, calçado e chapelaria; jogos, brinquedos e artigos de jogar; aparelhos de videojogos; artigos de ginástica e desporto; decorações para árvores de natal, educação; formação; divertimento; atividades desportivas e culturais.
Família envolvida
Será, pois, o Benfica a comercializar os produtos de Eusébio, mas, segundo o clube, contactado por A BOLA, também a família retirará proveitos financeiros. Figura maior do Benfica, no qual jogou 15 temporadas, conquistou 16 troféus (uma Taça dos Campeões Europeus, 11 Campeonatos Nacionais e cinco Taças de Portugal) e somou 440 jogos e 473 golos, Eusébio é, claro, figura maior da Seleção Nacional (64 jogos e 41 golos) e do futebol português.
Os encarnados explicam que o início do processo do registo da marca Eusébio começou ainda quando o king estava vivo (morreu a 5 de janeiro de 2014). Foi conduzido pelo diretor comercial e marketing, Miguel Bento, por Eusébio e pelo advogado dele, Rogério Alves, e, ainda de acordo com o Benfica, «com o objetivo de proteção futura da família do Eusébio». Para os encarnados «a iniciativa do Benfica visou ajudar a perdurar a marca do Eusébio». As águias reclamam também que tiveram a «iniciativa de fazer a proposta do contrato com benefícios para os seus herdeiros» e fazem questão de assinalar: «E, como é óbvio, sempre e quando a família, com os pressupostos descritos em cima, quiser a marca de volta, o Benfica assim o fará naturalmente.»
A babá Leah Cordice, de 20 anos, foi julgada culpada por fazer sexo com um adolescente de 13 anos. O trabalho da moça era cuidar do garoto. A mulher, do Reino Unido, teve relações sexuais em pelo menos cinco ocasiões com o adolescente e chegou a engravidar dele. As informações sobre o julgamento foram divulgadas pela BBC News.
Em julho de 2018, a vítima contou à polícia sobre os contatos sexuais, mas Cordice negou as acusações. Segundo a BBC, o filho da jovem, nascido em 2017, passou pelo teste de DNA. O exame comprovou que o adolescente é o pai da criança.
Moçambique não tem registo oficial de qualquer morte devido à pandemia. A vítima, com idade entre 40 e 50 anos, teve um diagnóstico positivo para a Covid-19 no dia 15 de maio e deu esta terça-feira (19.05) entrada, inconsciente, numa unidade saúde de Palma, em Cabo Delgado, norte do país.
Poucos minutos depois foi registado o óbito, acrescentou a diretora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene, falando durante a conferência de imprensa diária de atualização de dados da pandemia.
“Cumpria isolamento domiciliar e esteve sempre assintomático. O quadro clínico apresentado sugere que a causa da morte tenha sido outra patologia e não diretamente relacionada com a Covid-19”, afirmou.
Primeiro internamento de doente
Segundo Rosa Marlene, ainda nas últimas 24 horas, Moçambique registou o primeiro internamento de um doente com Covid-19, num caso que diz respeito a um moçambicano com idade entre 60 e 70 anos, diagnosticado com o novo coronavírus na segunda-feira na cidade de Maputo.
“O mesmo encontra-se em observação para o diagnóstico final”, frisou a diretora nacional de saúde Pública.
Nas últimas 24 horas, Moçambique registou mais um caso de covid-19, elevando o total de 145 para 146.
Os seis arguidos suspeitos de terem assassinado o activista Anastácio Matavel apostam na estratégia de atirar a responsabilidade aos colegas ausentes, nomeadamente o foragido Agapito Matavel e dois agentes da polícia que morreram num acidente de viação.
O julgamento decorre, na cidade de Xai-Xai, capital de Gaza, onde Matavel foi morto a 7 de outubro de 2019, uma semana antes das eleições gerais.
O pesquisador Adriano Nuvunga, do Centro de Democracia e Desenvolvimento (CDD), e o jornalista Fernando Lima, dizem que a esta estratégia era de todo esperada.
“Como eles não estão cá para responder e para contar aquilo que aconteceu, é fácil numa estratégia de defesa fazer e montar este cenário (…) em relação à condenação aí não há nenhuma dúvida, porque todos eles são autores matérias confessos do crime”, diz Fernando Lima.
Nuvunga diz que “o depoimento das pessoas que estão lá mostra claramente que são estes que devem ser responsabilizados”.
A família do ativista exige uma indemnização ao Estado moçambicano de cerca de 35 milhões de meticais (cerca de 540 mil dólares americanos), mas a procuradoria moçambicana contestou o pedido.
Nesta primeira etapa do julgamento “não há qualquer evidência de o Estado ter patrocinado o assassinato, ou seja há agentes do estado envolvidos mas não está provado que eles agiram a mando do Estado ou a mando de um comando hierárquico,” diz Lima.
Mas para Nuvunga, “o processo em julgamento não está completo, porque os polícias estão a ser julgados na sua capacidade individual de pessoas, mas essas pessoas agitam vestindo uniforme policial do estado, com as insígnias, as armas do estado moçambicano por isso este crime é crime do Estado.”
Muitos esperam que este julgamento possa revelar quem foram os mandantes do assassinato de Matavel, em pleno período de campanha eleitoral.
“A expectativa do CDD é de que naquilo que ainda sobrou no processo, no que sobrou ainda de dignidade do processo haja justiça,” diz Nuvunga.
A Procuradora-Geral da República (PGR), Beatriz Buchilli vai hoje ao parlamento apresentar o seu informe anual, que, pela primeira vez, traz detalhes sobre as dívidas ocultas.
Pela primeira vez desde que foi despoletado o caso das chamadas dívidas, o informe que Beatriz Buchilli leva este ano para o parlamento, avança com detalhes consideráveis sobre o caso. Um dos detalhes tem a ver com a luta pela extradição do antigo Ministro das Finanças, Manuel Chang, sob custódia da justiça sul-africana, onde a PGR revela que aposta todas as fichas no seu repatriamento para Moçambique.
Depois de ver as suas intenções esbarrarem na complexidade do processo legal no país vizinho, a PGR decidiu jogar por fora, de modo a tentar acelerar a decisão do actual ministro da justiça sul -africana. Uma das cartadas foi a retirada dos dois pedidos pendentes em tribunais sul-africanos, um dos quais, visava autorização para um recurso directo ao Tribunal Superior de Recurso “de modo a dar oportunidade ao Ministro da Justiça para analisar o caso com brevidade e com base nos novos desenvolvimentos”.
Segundo o informe que Buchilli leva ao parlamento, “a Procuradoria-Geral da República espera que a retirada dos dois recursos irá concorrer para a celeridade e esclarecimento efectivo do caso, e que os fundamentos apresentados ao Ministro, contribuam para a reanálise do pedido e tomada de decisão favorável”. Depois da absolvição de Jean Boustani, considerado o arquitecto das dívidas em causa, que esteve em julgamento no tribunal de Brooklyn, em Nova York, nos Estados Unidos da América, a PGR reclama legitimidade exclusiva para julgar o caso.
“Face a decisão proferida pelo tribunal norte-americano no processo contra Jean Boustani, que culminou com a sua absolvição , a A Procuradora Geral da República (PGR), Beatriz Buchilli vai hoje ao parlamento apresentar o seu informe anual, que, pela primeira vez, traz detalhes sobre as dívidas ocultas.
Procuradoria-Geral da República reforça vê reforçado o seu entendimento de que nenhum outro país tem a jurisdição para julgar e responsabilizar Manuel Chang, senão Moçambique” realça o informe. A PGR frisa, no informe que hoje vai ao consumo parlamentar, que a demora no processo de extradição de Chang está a ter “implicações negativas sobre os vários processos que correm termos dentro e fora do país, relacionados com as dívidas contraídas com garantias do Estado”.
Com o arranque da presente legislatura, Chang deixou de ser deputado e perdeu a imunidade parlamentar que o protegia, o processo autónomo que corre contra o antigo ministro “passou imediatamente a ser instruído na Procuradoria da República da cidade de Maputo, onde é co-arguido juntamente com outras nove pessoas, das quais, quatro de cidadania estrangeira.
O processo das chamadas dívidas ocultas conta actualmente com 19 arguidos detidos em prisão preventiva, dos quais, 17 interpuseram recurso, no passado dia 15 de Novembro de 2019, ao Tribunal Superior de Recurso de Maputo.
Trata-se uma jovem de 21 anos de idade, recém-regressada da vizinha África do Sul e com diagnóstico positivo do novo Coronavírus, no último domingo, no distrito de Zavala, província de Inhambane.
A jovem devia estar em quarentena domiciliária em Zavala, porém, desrespeitou a medida e foi para casa do namorado em Inharrime, outro distrito da mesma província.
Desde domingo passado que as equipas de saúde tentavam localizar a jovem infectada, mas sem sucesso, uma vez que o celular que ela disponibilizou às autoridades não estava a funcionar.
Depois de um trabalho exaustivo, a equipa chegou até à casa da jovem. Para o espanto e preocupação de todos, ela não estava e a mãe na sabia sobre o seu paradeiro.
Nem nenhum outro familiar da jovem sabia dizer onde a mesma estava, até que um dos conhecidos da jovem deu a conhecer às autoridades de saúde sobre a existência de um namorado da paciente, no distrito de Inharrime.
Nem mesmo essa busca foi fácil, uma vez que o namorado e a mãe deste não colaboravam com as autoridades. Foi necessário o envolvimento da Polícia para localizar a paciente na casa do referido namorado e colocá-la em quarentena institucional, vigiada 24 horas por dia.
A decisão foi tomada pelo facto de a jovem e os familiares não terem colaborado com as autoridades. E por receio de a mesma não cumprir a quarentena domiciliária, conforme as recomendações das autoridades. Ela encontra-se no Hospital Distrital de Quissico, sob vigilância da Polícia da República de Moçambique (PRM).
Em resultado da desobediência à quarentena domiciliária, a jovem manteve contactos com diversas pessoas, das quais pelo menos 27 já identificadas. A equipa da saúde colheu amostras para análises no laboratório do Instituto Nacional de Saúde (INS), em Maputo.
Refira-se que, neste momento, a província de Inhambane tem mais de 200 pessoas em quarentena domiciliária, grande parte delas recém-regressadas da África do Sul.
Os Estados-membros da OMS deram luz verde a uma avaliação à resposta da organização à pandemia. Documento fala de investigação “no terreno”. Decisão surge depois de Trump ter ameaçado sair.
A Assembleia Mundial da Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou esta terça-feira por unanimidade uma resolução que supõe uma avaliação à resposta da OMS à pandemia da Covid-19. A decisão surge no mesmo dia em que o Presidente norte-americano, Donald Trump, divulgou uma carta enviada à organização onde ameaça retirar os Estados Unidos da OMS e acabar com o seu financiamento, por considerar que a OMS tem “falta de independência” face à China.
Os 194 países-membros da OMS reunidos por teleconferência concordaram em que se lance uma avaliação “imparcial, independente e completa” ao papel da organização, como se tinha comprometido na segunda-feira o seu diretor-geral, Tedros Ghebreyesus.
“Para ser verdadeiramente completa, essa avaliação deve incluir a resposta de todos os atores, de boa fé. Iniciarei uma avaliação independente, o mais brevemente possível, para analisar a experiência que se ganhou, as lições aprendidas e para fazer recomendações para melhorar a preparação e a resposta nacional e global à pandemia”, afirmou Ghebreyesus na abertura da 73.ª Assembleia Mundial da Saúde.
No texto preliminar da resolução aprovada defende-se que se “inicie, no momento apropriado mais breve, e em consulta com os Estados-membros, um processo faseado de avaliação imparcial, independente e completa que inclua os mecanismos existentes para rever a experiência ganha e as lições aprendidas da resposta internacional de saúde coordenada pela OMS”.
Os parâmetros a avaliar incluem “as ações da OMS e os tempos de ação em relação à pandemia da Covid-19” e “a eficácia dos mecanismos ao dispor da OMS e o funcionamento dos Regulamentos Internacionais de Saúde”. Defende-se ainda que dessa avaliação saiam “recomendações para melhorar a preparação global para as pandemias e capacidade de resposta, tal como o fortalecimento do Programa de Emergências Sanitárias da OMS”.
A informação foi divulgada esta terça-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, que relatou que o advogado Victor Granado Alves prestou serviços ao PSL em 2019 a pedido de Flávio Bolsonaro, num contrato que custou 500 mil reais (79,7 mil euros) aos cofres públicos. O PSL foi o partido pelo qual Jair Bolsonaro se elegeu Presidente do Brasil e Flávio Bolsonaro senador (membro da cámara alta parlamentar), em 2018. Ambos romperam com a legenda no ano passado.
A Folha de S. Paulo citou que a contratação de Victor Granado Alves constava em notas fiscais da prestação de contas do PSL no Rio de Janeiro. O advogado, que também trabalhou no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), foi citado pelo empresário Paulo Marinho como uma das pessoas que receberam informações sigilosas sobre uma operação da polícia.
Marinho, que cedeu a sua casa no Rio de Janeiro para a estrutura de campanha presidencial de Jair Bolsonaro, afirmou publicamente que Flávio Bolsonaro lhe disse que fora informado da operação Furna da Onça dois meses antes dela acontecer, entre o primeiro e o segundo turnos das eleições de 2018, por um delegado simpatizante da candidatura de seu pai à Presidência.
O informador teria aconselhado Flávio Bolsonaro a demitir Fabrício Queiroz, um assessor apanhado pelos órgãos de controlo financeiro, com somas de dinheiro incompatíveis com seus rendimentos.
O caso envolvendo Queiroz gerou uma investigação sobre um suposto esquema de “rachadinha” – prática ilegal em que funcionários devolvem parte dos seus salários pagos pelo Estado a quem os contrata – no gabinete de Flávio Bolsonaro quando ele era deputado estadual na Alerj.
Índia e Bangladesh estão na rota do pior ciclone a atingir o Golfo de Bengala. Regiões costeiras foram evacuadas. Autoridades tentam pôr milhões de pessoas em abrigos, mantendo distanciamento social.
O super ciclone Amphan que ameaça atingir, em menos de 36 horas, a Índia e o Bangladesh com enxurradas está a obrigar à retirada de milhões de pessoas das zonas costeiras. Uma tarefa que se revela ainda mais difícil por causa das medidas em curso relacionadas com a pandemia de Covid-19.
Esta poderá ser a pior tempestade alguma vez registada no Golfo de Bengala, com ventos a atingir os 270 quilómetros por hora, uma força equivalente a um furacão de categoria 5 na escala Saffir–Simpson.
De acordo com o Centro de Desastres do Pacífico, citado pela CNN, mais de 33,6 milhões de pessoas na Índia e 5,3 milhões no Bangladesh poderão estar expostas aos ventos fortes do Amphan.
Este super ciclone poderá provocar ondas enormes e largar grandes quantidades de chuva, provocando várias inundações. Neste momento, as autoridades dos dois países lutam contra o tempo para evacuar as regiões costeiras.
Na Índia, em situações normais, há espaço para alojar até 500 mil pessoas em abrigos, mas por causa das regras de distanciamento social impostas devido à pandemia, esse número terá agora que ser reduzido para 200 mil. Além disso, as autoridades vão também disponibilizar autocarros para a evacuação da população, mas alertam que muitos vão ter que se deslocar a pé para os abrigos.
Já no Bangladesh, há planos para evacuar cerca de 2 milhões de pessoas das zonas mais próximas da costa para 12 mil abrigos, com capacidade para alojar de forma segura pelo menos 9,1 milhões, assegurando o distanciamento social.
A tempestade aproxima-se numa altura de grande dificuldade para ambos os países devido à pandemia de Covid-19. A Índia registava na segunda-feira mais de 100 mil infectados, enquanto o Bangladesh contabilizava quase 24 mil casos positivos.
O anúncio aconteceu após um momento de tensão, devido ao avanço dos planos israelitas para anexarem parte do território ocupado da Cisjordânia, uma hipótese contemplada no plano de paz de Washington.
O presidente Autoridade Palestiniana, Mahmud Abbas, anunciou na terça-feira o fim de todos os acordos com Israel e Estados Unidos, e realçou que os israelitas, como potência ocupante, são responsáveis pelos territórios que ocupam.
Segundo noticia a agência Efe, as declarações aconteceram após um momento de tensão, devido ao avanço dos planos dos israelitas para anexarem parte do território ocupado da Cisjordânia, uma hipótese contemplada no plano de paz proposto por Washington em janeiro.
A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e o Estado da Palestina estão a partir de hoje [terça-feira] libertos de todos os acordos e entendimentos com os governos americano e israelita, e de todas as obrigações contempladas neles, incluindo as de segurança”, afirma a decisão presidencial, divulgada pela agência estatal Wafa.
Mahmud Abbas desafiou ainda Israel a assumir as suas obrigações como potência ocupante “com todas as consequências e repercussões baseadas nas leis internacionais e humanitárias, em particular na IV Convenção de Genebra”, relativa à proteção de civis em tempo de guerra.
Abbas recordou que esta norma estabelece responsabilidades de segurança sobre a população ocupada e as suas propriedades, veta o castigo coletivo, o roubo de recursos, a anexação de terras e transferências de população do ocupante para o ocupado. E acrescentou que a quebra destas regras “supõe graves violações e crimes de guerra”.
O presidente Autoridade Palestiniana reforçou a rejeição da proposta de paz dos EUA e condenou a transferência da embaixada para Jerusalém e reconhecer a cidade como a capital israelita, contra o consenso internacional reconhecido até recentemente.
Mahmud Abbas insistiu no pedido de apoio para um Estado palestiniano independente e soberano com as fronteiras de 1967, com Jerusalém Oriental como a sua capital, para “uma paz justa e abrangente, baseada numa solução de dois Estados”.
O Presidente norte-americano está a considerar proibir os voos provenientes do Brasil, porque não quer pessoas a infetar o seu povo, frisando que está a ajudar o país com ventiladores.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou na terça-feira que considera proibir voos provenientes do Brasil, declarando que “não quer pessoas” a deslocar-se para os Estados Unidos para “infetar” o seu povo.
“Estamos a considerar isso [proibir voos do Brasil]. (…) Não quero pessoas a virem para cá e a infetarem o nosso povo. Também não quero que as pessoas fiquem doentes por lá. Estamos a ajudar o Brasil com ventiladores, estamos a enviar ventiladores para lá. O Brasil está a ter problemas, não há dúvida sobre isso”, disse Donald Trump em conferência de imprensa.
Esta não é a primeira vez que o Presidente norte-americano avalia a suspensão de voos a partir do Brasil. No final do mês passado, Trump afirmou que “acompanha de perto” o “surto sério” do novo coronavírus no país sul-americano, dizendo ao governador da Florida, Ron DeSantis, que seria possível a suspensão dos voos.
“Se precisar [de interromper voos do Brasil], avise-nos”, afirmou Trump a Ron DeSantis, citado pela imprensa.
O Brasil é o epicentro da Covid-19 na América Latina e ocupa o terceiro lugar a nível mundial de países com maior número de casos ativos, apenas atrás dos Estados Unidos da América, que ocupa o primeiro lugar, e da Rússia, segundo o portal Worldometer, que compila quase em tempo real informações da Organização Mundial da Saúde, dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, de fontes oficiais dos países, de publicações científicas e de órgãos de informação.
Até segunda-feira, o Brasil totalizou 16.792 óbitos e 254.220 casos diagnosticados com Covid-19 desde a chegada da pandemia ao país, informou o executivo brasileiro.
Já os Estados Unidos têm o maior número de infeções e mortes pelo vírus, com 1,5 milhões de infetados e mais de 90.000 óbitos associados à Covid-19.
A procura de informação sobre bicicletas disparou durante o período de confinamento em toda a Europa. Nalguns países, essa tendência já se traduziu num aumento das vendas. Muitos europeus preferem deslocar-se de bicicleta em vez de usar os transportes públicos. E alguns governos promovem a prática.
Em França, o executivo criou um fundo que prevê um subsídio de 50 euros para reparar bicicletas antigas e um financiamento até 500 euros para a compra de bicicletas elétricas novas.
Jean-Christophe Wintz, gerente de uma loja francesa, conta que as vendas duplicaram face ao mesmo período do ano passado. A procura é sobretudo de material de gama baixa, diferente do que costumavama vender a clientes mais sofisticados.
No Reino Unido, as autoridades estão a criar novas ciclovias e a autorizar a circulação das duas rodas nos corredores de transportes públicos para acomodar os novos ciclistas.
Nas contas da Associação britânica de retalhistas, gastaram-se mais de 67 milhões de euros em bicicletas no último mês – um novo pico de consumo.
Para Lincoln Romain, diretor de uma oficina britânica, os clientes são mais e muito diversos: ciclistas habituados à estrada, novos ciclistas e pessoas que trazem a bicicleta que estava há muito tempo arrumada na garagem.
A região da Lombardia, no norte de Itália, foi uma das mais afetadas pela pandemia de Covid-19. Ali foi criado o programa “Estrada aberta” com novas pistas para ciclistas e caminhantes.
Na capital italiana, as autoridades foram mais longe e criaram 150 quilómetros de ciclovias. Uma decisão que deixa os adeptos das duas rodas satisfeitos. Enzina Fasano, presidente da Associação Salvem os Ciclistas, diz que é a concretização de uma reivindicação de há muitos anos.
À semelhança de Roma, outras cidades como Lisboa lançaram programas de incentivo aos ciclistas. Portugal tem também em vigor um programa de apoio à compra de bicicletas elétricas, promovido pelo Ministério do Ambiente.
A China respondeu a Donald Trump. A diplomacia de Pequim acusa a administração norte-americana de difamar o país e de atacar a Organização Mundial de Saúde como forma de desviar a atenção da sua própria má gestão da crise do coronavírus.
O Presidente dos EUA acusou a China de encobrir o surto inicial de coronavírus no final do ano passado.
Na segunda-feira chamou à OMS “fantoche da China”, antes de uma carta que publicou no Twitter, em que ameaçou retirar permanentemente o financiamento se não alterar as operações no prazo de 30 dias e reconsidera própria adesão à OMS.
Zhao Lijian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, disse: “A carta aberta que o líder americano escreveu é muito vaga e usa métodos falaciosos para enganar o público e alcançar os objetivos de difamar os esforços antivírus da China e fugir à responsabilidade pela insuficiente resposta dos próprios Estados Unidos. Isto é inútil”.
Na sequência da ameaça do Trump, os Estados-Membros da União Europeia aprovaram uma resolução de apoio à Organização Mundial de Saúde.
A China respondeu a Donald Trump. A diplomacia de Pequim acusa a administração norte-americana de difamar o país e de atacar a Organização Mundial de Saúde como forma de desviar a atenção da sua própria má gestão da crise do coronavírus.
O Presidente dos EUA acusou a China de encobrir o surto inicial de coronavírus no final do ano passado.
Na segunda-feira chamou à OMS “fantoche da China”, antes de uma carta que publicou no Twitter, em que ameaçou retirar permanentemente o financiamento se não alterar as operações no prazo de 30 dias e reconsidera própria adesão à OMS.
Zhao Lijian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, disse: “A carta aberta que o líder americano escreveu é muito vaga e usa métodos falaciosos para enganar o público e alcançar os objetivos de difamar os esforços antivírus da China e fugir à responsabilidade pela insuficiente resposta dos próprios Estados Unidos. Isto é inútil”.
Na sequência da ameaça do Trump, os Estados-Membros da União Europeia aprovaram uma resolução de apoio à Organização Mundial de Saúde.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, agradeceu este apoio: “Agradeço aos Estados-Membros a adoção desta resolução, que apela a uma avaliação independente e abrangente da resposta internacional, incluindo, mas não exclusivamente, os desempenhos da Organização Mundial de Saúde”, referiu.
A China respondeu a Donald Trump. A diplomacia de Pequim acusa a administração norte-americana de difamar o país e de atacar a Organização Mundial de Saúde como forma de desviar a atenção da sua própria má gestão da crise do coronavírus.
O Presidente dos EUA acusou a China de encobrir o surto inicial de coronavírus no final do ano passado.
Na segunda-feira chamou à OMS “fantoche da China”, antes de uma carta que publicou no Twitter, em que ameaçou retirar permanentemente o financiamento se não alterar as operações no prazo de 30 dias e reconsidera própria adesão à OMS.
Zhao Lijian, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, disse: “A carta aberta que o líder americano escreveu é muito vaga e usa métodos falaciosos para enganar o público e alcançar os objetivos de difamar os esforços antivírus da China e fugir à responsabilidade pela insuficiente resposta dos próprios Estados Unidos. Isto é inútil”.
Na sequência da ameaça do Trump, os Estados-Membros da União Europeia aprovaram uma resolução de apoio à Organização Mundial de Saúde.
O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, agradeceu este apoio: “Agradeço aos Estados-Membros a adoção desta resolução, que apela a uma avaliação independente e abrangente da resposta internacional, incluindo, mas não exclusivamente, os desempenhos da Organização Mundial de Saúde”, referiu.
A Comissão Europeia disse ainda que a cooperação global é “a única opção eficaz e viável para vencer esta batalha”.
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