O Facebook removeu das suas plataformas de redes sociais várias contas com ligações a grupos de extrema-direita que planeavam infiltrar-se nos protestos contra a violência policial nos EUA.
O Facebook anunciou esta sexta-feira que removeu das suas plataformas de redes sociais várias contas com ligações a grupos de extrema-direita que planeavam infiltrar-se nos protestos contra a violência policial que decorrem há vários dias nos Estados Unidos.
Intitulados “Proud Boys” e “American Guard”, os grupos online agora apagados, e que estavam associados a movimentos supremacistas brancos, eram constituídos por dezenas de contas nas redes sociais Facebook e Instagram.
“Estávamos já a trabalhar nestes grupos e nas páginas associadas, com a ideia de removê-los dentro de uma semana ou duas”, explicou o diretor da unidade de combate contra organizações perigosas no Facebook, Brian Fishman.
“Mas quando vimos que estavam a publicar conteúdos relacionados com os protestos e que estavam a organizar-se para participar presencialmente, em alguns casos com armas, tivemos de acelerar a nossa investigação e a remoção das contas”, precisou o representante, numa conferência de imprensa.
Brian Fishman não deu pormenores sobre o número de utilizadores que seguiam estes grupos online, nem mesmo indicou o número de visualizações dos conteúdos agora removidos.
Esta unidade do Facebook decide remover contas em função dos conteúdos publicados, que neste caso em particular promovia um “discurso de ódio”.
Em Las Vegas, no estado do Nevada, três militantes de extrema-direita foram indiciados na quarta-feira por incitar à violência durante marchas pacíficas.
Segundo os serviços do procurador-federal do Nevada, Nicholas Trutanich, os três homens pertenciam ao movimento “Boogaloo”, um termo conotado ao ‘aceleracionismo’, tendência associada à extrema-direita que defende uma “aceleração” do capitalismo e o caos para “derrubar” a ordem existente e para “construir” uma “nova sociedade”, baseada na supremacia branca.
Nicholas Trutanich indicou que os três homens estavam na posse de ‘cocktails molotov’.
“Elementos violentos sequestraram os protestos pacíficos em todo o país, incluindo no Nevada, explorando a raiva real e legítima suscitada pela morte de Floyd ao serviço das suas agendas extremistas”, afirmou o procurador federal, num comunicado.
O Facebook também removeu um grupo intitulado “Identity Europe”, que, segundo a rede social Twitter, se apresentava “de modo falso” como sendo anti-fascista.
O Facebook garantiu não ter detetado sinais de uma eventual interferência estrangeira nestes grupos e nos protestos.
O procurador-geral dos Estados Unidos (o equivalente ao ministro da Justiça), Bill Barr, afirmou na quinta-feira que “agentes estrangeiros” estavam a tentar “exacerbar a violência” nos protestos ocorridos no território norte-americano nos últimos dias.
Trump diz que os Estados Unidos “superaram largamente” a pandemia de Covid-19, apesar de se continuarem a registar mais de mil mortes diárias provocadas pelo novo coronavírus no país.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta sexta-feira que o seu país “superou largamente” a pandemia de Covid-19, apesar de se continuarem a registar mais de mil mortes diárias com esta doença nos Estados Unidos.
Comentando a surpreendente queda do desemprego, em maio, o Presidente norte-americano elogiou a “pujança” da economia, que atribuiu à superação da crise sanitária.
Essa pujança permitiu superar esta terrível pandemia. Já a superámos largamente”, disse Trump, durante uma conferência de imprensa, na Casa Branca.
“Tomámos todas as decisões necessárias”, disse o Presidente, referindo-se à sua gestão da crise sanitária, que tem sido muito criticada pelos seus opositores.
Para Trump, os Estados Unidos “deram um grande passo” para a recuperação da sua economia, antecipando que nos próximos meses ficará demonstrado o seu vigor e a sua capacidade de regeneração, depois do impacto da pandemia.
O Presidente dos EUA convocou os governadores dos estados onde as medidas de confinamento ainda estão em vigor, para lhes pedir que as levantem.
“Queremos o fim das medidas de contenção total nesses estados”, disse Trump, assegurando que os estados onde isso já aconteceu estão em situação muito favorável.
O Presidente do Grupo de Contato e Enviado Pessoal do Secretário-Geral das Nações Unidas para Moçambique diz que o grupo está motivado com a retoma das actividades de processo de desarmamento, desmobilização e reintegração dos homens da Renamo, que teve lugar, esta sexta-feira 05, no distrito de Dondo, provincia de Sofala.
Mirko Manzoni diz que o acto marca o início de um novo capítulo na vida dos ex-guerrilheiros da Renamo e representa um momento de esperança em tempos desafiantes.
O Presidente do Grupo de Contato e Enviado Pessoal do Secretário Geral das Nações Unidas para Moçambique indica que apesar do Estado de Emergência decorrente da Covid-19, Moçambique está empenhado em levar a bom porto o processo de desarmamento, desmobilização e reintegração, tornando-se um exemplo em África e no mundo.
Mirko Manzoni refere que pela frente há muito trabalho para assegurar que todos os ex-guerrilheiros da Renamo possam regressar à casa e a comunidade internacional está pronta a apoiar Moçambique neste importante processo.
O líder da Renamo, Ossufo Momade, distancia-se dos ataques armados protagonizados pela auto-proclamada Junta Militar, na zona centro do país.
Ossufo Momade apela os autores dos ataques nas províncias de Sofala e Manica para que parem com a violência armada.
“ Parar com as atrocidades son pena de estarem a martirizar o nos povo e pôr em causa a vontade genuína do nosso saudoso presidente que queria o restabelecimento da paz e estabilidade social. Lembramos aos país e ao mundo que as nossas forças residuais encontram-se em bases bem identificadas, pacientes e organizadas e sob comando do nosso estado-maior general a guardando por este processo de desmobilização, desarmamento e reintegração que esperamos ser condigno e humanizado” frisou o líder da Renamo, Ossufo Momade, distanciando-se dos ataques armados protagonizados pela auto-proclamada Junta Militar, na zona centro do país.
Dezenas de milhares de malianos manifestaram-se esta sexta feira 05, na capital, Bamako, para pedir a demissão do Presidente do país, Ibrahim Boubacar Keita, criticando o que consideram ser a insegurança e injustiça social no território.
De acordo com a agência noticiosa Efe, os manifestantes agruparam-se junto à Praça da República, em resposta a um apelo lançado pelo líder religioso Mahmoud Dicko e entoaram cânticos para o afastamento do chefe de Estado, a demissão do Governo e a dissolução da Assembleia Nacional.
Os manifestantes acusam Presidente, Governo e parlamento de má governação.
Entre os manifestantes encontrava-se o xeque Dicko, antigo presidente do Alto Conselho Islâmico Maliano, criado em 2002 como uma plataforma independente com o objectivo de unir e representar as várias tendências da região muçulmana — partilhada por cerca de 90% dos cidadãos do país.
O Mali é palco regular de manifestações e motins desde o mês passado, após o Tribunal Constitucional ter garantido a vitória, nas eleições legislativas, à coligação do partido do chefe de Estado.
O descontentamento surgiu depois do anúncio dos resultados definitivos das eleições legislativas realizadas em Março e Abril, que deram ao partido no poder mais 10 lugares que o previsto nos resultados provisórios.
A tensão política no Mali foi também estimulada pelo sequestro de Soumaila Cissé, um líder da oposição, poucos dias antes das eleições, sendo que este continua desaparecido.
A instabilidade que afecta o Mali começou com um golpe de Estado em 2012, quando vários grupos rebeldes e organizações fundamentalistas tomaram o poder do norte do país durante 10 meses.
Os fundamentalistas foram expulsos em 2013 devido a uma intervenção militar internacional liderada pela França, mas extensas áreas do país, sobretudo no norte e no centro, escapam ao controlo estatal e são, na prática, geridas por grupos rebeldes armados.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 4.000 pessoas foram mortas em ataques terroristas em 2019 no Mali, Burkina Faso e Níger, tendo o número de pessoas deslocadas aumentado 10 vezes, ficando próximo de um milhão.
Além de uma força conjunta do G5 Sahel – composta por militares de Mali, Burkina Faso, Níger, Chade e Mauritânia -, a região conta também com a operação Barkhane, uma missão das Forças Armadas francesas no Mali, e da Minusma, a missão da ONU no Mali.
O Serviço Nacional de Migração (SENAMI) repatriou na semana finda, 43 cidadãos estrangeiros por entrada e permanência ilegal no país.
Daquele número, 22 são cidadãos de nacionalidade malawiana e 21 de nacionalidade zimbabweana.
Os dados foram apresentados esta quinta-feira em Maputo, pelo porta-voz do SENAMI, Celestino Matsinhe que falava numa conferência de imprensa.
“Os emigrantes de nacionalidade malawiana foram interpelados na província de Tete, tendo sido repatriados para o seu país de origem, através do posto de travessia de Zóbuè e os cidadãos de nacionalidade zimbabweana foram interpelados na província de Manica e repatriados através do posto de travessia de Machipanda para o Zimbabwe”, frisou.
O Provedor de Justiça diz que ainda não produziu algo sobre os relatos de violação dos direitos humanos pelas Forças de Defesa e Segurança, na província de Cabo Delgado. Isac Chande limitou-se a lamentar os ataques terroristas naquele ponto do país.
Apesar do estatuto do Provedor de Justiça prever que a actividade do Provedor de Justiça pode ser exercida por iniciativa própria, nos casos de violação dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos pela administração pública, Isac Chande reconheceu que nunca teve uma intervenção directa quanto aos relatos de violação de direitos humanos em Cabo Delgado.
Sobre os ataques terroristas em Cabo Delgado, Isac Chande diz apenas que tem a lamentar e reconhece o empenho das Forças de Defesa e Segurança.
Face ao Estado de Emergência em vigor devido ao coronavírus, o Provedor diz ainda estar atento aos relatos sobre violações que têm sido reportadas.
Isac Chande falava esta sexta-feira 05, em Maputo, no balanço das actividades que realizou nos últimos dois anos. Entre as principais constatações citou avanços na repercussão da imagem do provedor, antes pouco conhecida, e os pedidos de intervenção na defesa do cidadão que registaram aumento.
A Federação Moçambicana de Voleibol (FMV) decidiu não fazer regressar aos treinos os atletas que estão na rota de qualificação aos Jogos Olímpicos Tokyo 2020, apesar de estarem abrangidos pelo relaxamento das medidas do Estado de Emergência anunciadas pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, a 15 de Maio último, na sequência da pandemia da Covid-19.
Sem a previsão de competições antes de Setembro, o voleibol de praia vai mesmo esperar pela evolução da pandemia da Covid-19 para regressar aos treinos.
Mesmo com atletas ainda na corrida pelas olimpíadas de verão, e estarem abrangidos com as medidas de relaxamento anunciadas pelo Presidente da República, os voleibolistas só regressam às areias da praia da Costa do Sol quando estiverem criadas condições para o efeito, explicou Khalid Cassmo, Presidente da Federação Moçambicana de Voleibol.
A Morgue do Hospital Central de Maputo ainda não recebeu nenhum óbito vítima da COVID-19. Entretanto reforça medidas de biossegurança para melhor responder as eventuais solicitações causadas pelo novo coronavírus protegendo os profissionais de saúde e seus familiares.
O Serviço de anatomia patológica do Hospital Central de Maputo, a maior unidade sanitária do país onde se encontra a morgue recebeu esta sexta-feira da “Lin Limpezas” vários materiais de protecção para os profissionais que estão na linha da frente no tratamento de pessoas falecidas por várias causas. Fernando Cossa é um desses profissionais que depois de vestir-se do referido material acabado de chegar deu seu depoimento ao Jornal “O País” tendo dito o seguinte “ sim durante o trabalho vai-me proteger, assim quando entrar e usar este equipamento vai-me beneficiar”. Era uma imagem de um astronauta que Fernando Cossa apresentava, mas o acento tónico está na necessidade de proteger a aquela classe de profissionais.
Mesmo sem receber ainda corpos vítimas da COVID-19 há necessidade de reforçar as medidas de biossegurança para o pessoal que trabalha na morgue. Disse a Directora do serviço de anatomia patológica do Hospital Central de Maputo, Carla Carrilho. “No contexto actual embora os óbitos não tenham ocorrido em grande número, com os óbitos irão lidar provavelmente com pacientes que poderão falecer por covid-19 também, todo cuidado é pouco. Os profissionais que estão na linha da frente que cuidam dos vivos, estes também estão na linha da frente porque cuidam das pessoas que nós queremos muito e que faleceram, por isso que a questão de biossegurança é extremamente importante, não só para eles como profissionais de saúde, mas também eles próprios têm suas famílias nas suas próprias casas e precisam de protegê-los”. Disse a professora Carla Carrilho que igualmente agradeceu aos apoios chegados ao sector que dirige.
O Director do hospital Central de Maputo Mouzinho Saide recebeu das mãos do Director Geral da Lin limpezas máscaras, luvas, desinfectantes, tocas e macacões. Lineu Candieiro disse ao “O País” que os apoios daquela natureza vão chegar às outras unidades sanitárias do país. “Continuamos de alguma forma a apoiar o Hospital Central e queremos também passar para os outros hospitais do país visto que a Lin Limpezas neste preciso momento está praticamente em doze Distritos e praticamente em todas as províncias do país. Vamos juntos trabalharmos para apoiarmos a quem neste momento precisa mais do que todos nós”.
A prevenção continua a ser a melhor arma de combate contra o novo coronavírus.
O governo moçambicano, vai criar reservas alimentares na presente campanha de comercialização para reduzir os índices de importação de produtos agrícolas.
Para o efeito está em curso a mobilização de recursos financeiros por forma a injectar aos intervenientes comerciais que operam na cadeia de comercialização agrícola.
A iniciativa vai contar com diversos parceiros destacando o sector privado, que apoiam o governo na materialização dos projectos de redução da importação de diversos produtos e retendo todo o excedente agrícola no mercado interno.
A garantia foi dada esta quinta-feira 04, na cidade de Tete, pela vice-ministra da Indústria e Comércio, Ludovina Bernardo, no quadro da visita de monitoria das indústrias produtivas existentes nesta Província.
As Forças Democráticas Sírias (FDS) anunciaram esta sexta-feira 05, o lançamento de uma perseguição aos ‘jihadistas’ do grupo Estado Islâmico no leste do país, em coordenação com a coligação internacional anti-EI, dirigida por Washington, e as forças iraquianas.
“Em cooperação com as forças da coligação internacional (…) e o exército iraquiano, as nossas forças lançaram uma campanha designada ‘Dissuasão do terrorismo’ para encontrar as células da organização terrorista Daesh (acrónimo árabe do EI) no leste do país, ao longo do rio Khabur e da fronteira sírio-iraquiana“, anunciaram num comunicado as FDS, dominadas pelos combatentes curdos.
Os ataques do EI “aumentaram recentemente, o que representa uma ameaça real (…) para a estabilidade e segurança” nesta região, adianta o comunicado.
Após ter autoproclamado em 2014 um “califado” numa parte da Síria e do Iraque, o EI foi acumulando derrotas até à perda do seu último bastião na Síria em março de 2019.
Mas os ‘jihadistas‘, que voltaram à clandestinidade, continuam a realizar ataques mortíferos, nomeadamente no vasto deserto do centro da Síria, que se estende da província de Homs (centro) à de DeirEzzor (leste).
Os ataques têm como alvo o exército sírio e aliados, assim como as forças curdas, há muito tempo apoiadas pelos Estados Unidos na sua luta contra o EI.
Desde março de 2019, as forças curdas, com apoio da coligação anti-EI, continuaram a perseguir as células adormecidas de ‘jihadistas‘ sem conseguir conter a sua ação.
Na quinta-feira, os Estados Unidos exortaram os aliados a continuarem a ajudar financeiramente a luta contra o EI apesar da crise económica provocada pela pandemia do novo coronavírus.
Procuradores suíços iniciaram uma investigação sobre o escândalo de empréstimos de dois biliões de dólares que levou Moçambique a uma crise financeira, reporta a Reuters, citando um comunicado do Gabinete do Procurador Geral da República.
O comunicado, desta sexta-feira, 5,confirma que o processo criminal foi aberto, em Fevereiro deste ano, “por suspeita de lavagem de dinheiro em conexão com a concessão de empréstimos a empresas estatais em Moçambique” e que o procedimento é “conduzido contra pessoas desconhecidas”.
O Credit Suisse disponibilizou parte do dinheiro dos empréstimos garantidos pelo governo em 2013 para iniciativas, entre outros, de protecção costeira, e pesca de atum, que não foram materializadas.
Centenas de milhões de dólares foram desviados num esquema envolvendo antigos banqueiros do Credit Suisse, fornecedores de equipamento naval e de segurança, ex-membros do governo moçambicano e intermediários.
A Procuradoria Suíça diz que faz esta investigação após ter recebido “vários relatórios de atividades suspeitas” das autoridades que controlam a lavagem de dinheiro, além de um pedido de assistência jurídica de Moçambique e uma queixa criminal.
Tal como reporta a Reuters, os procuradores suíços dizem que o resultado do processo aberto continua incerto, e o Credit Suisse disse que coopera com todas as autoridades que investigam o caso.
O escândalo das dívidas ocultas tem também processos em Nova Iorque, Londres, Joanesburgo e Maputo.
O Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, cancelou o recolher obrigatório para o fim de semana que tinha sido decretado na sexta-feira 05, pelo Ministério do Interior para 15 províncias do país.
Através da rede social Twitter, Erdogan disse que o “recolher obrigatório conduz a diferenças sociais e económicas”.
O chefe de Estado turco não aprofundou o assunto, mas a declaração através do Twitter provocou confusão no país, onde muitas pessoas tinham cancelado viagens de comboio e avião.
“Do fundo do coração não encontro razões para não deixar que os cidadãos comecem a reorganizar a vida após dois meses e meio”, afirma Erdogan que urge os cidadãos a usarem máscaras de proteção sanitária e a manterem distância de segurança.
Antes da mensagem do Presidente, as autoridades tinham anunciado o novo recolher obrigatório durante o próximo fim de semana para conter a propagação da pandemia de covid-19.
O novo recolher obrigatório, tinha sido anunciado hoje pelo Ministério do Interior e aplicava-se a 15 das 80 províncias turcas, que no conjunto integram cerca de 50% da população e as maiores cidades: Istambul, Ancara e Esmirna.
Desde que declarou o primeiro caso de contágio, em meados de março, a Turquia regista 4.630 mortos e 167.410 infetados por covid-19.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 382 mil mortos e infetou mais de 6,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
O contrato que une Lionel Messi ao Barcelona termina já dentro de pouco mais de um ano, e, de acordo com informações veiculadas, esta sexta-feira, pelo jornal espanhol Marca, as negociações tendo em vista a renovação deverão arrancar já na próxima semana.
Para já, refere a publicação, o diálogo entre ambas as partes será meramente exploratório, e será assumido pelo presidente do conjunto blaugrana, Josep Maria Bartomeu, e pelo pai e representante do internacional argentino, Jorge Messi.
A expetativa é de que seja possível fechar um acordo já no decorrer da próxima temporada, até porque, neste momento, o clube catalão pretende que o jogador esteja plenamente focado na luta por La Liga e pela Liga dos Campeões.
No entanto, ‘La Pulga’ já deixou bem clara a sua principal exigência: uma cláusula que lhe permita rescindir contrato ano após ano sem qualquer tipo de compensação monetária, tal como tem vindo a fazer até agora.
Lionel Messi completa 33 anos já no próximo dia 24 de junho, e pretende ter a liberdade para gerir a fase final da carreira da melhor maneira, uma vez que apenas pretende continuar em Camp Nou enquanto se sentir em condições físicas de jogar ao mais alto nível.
A Premier League está de regresso já no próximo dia 17 de junho e esta sexta-feira 05, foi revelado o calendário das três primeiras jornadas, sendo que há dois jogos (Everton-Liverpool e Manchester City-Liverpool) cujo local do encontro ainda não está confirmado.
O Presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, na oposição, Ossufo Momade, retomaram nesta sexta-feira, 5, na província de Sofala o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) dos antigos guerrilheiros daquele partido que estava parado há um ano.
Eles foram às matas de Savane para acompanhar a entrega das armas de dezenas de guerrilheiros do maior partido da oposição.
O antigo negociador-chefe da Renamo do Acordo Geral de Paz em Moçambique, Raúl Domingos, saúda o início deste processo, mas diz esperar que não seja uma acção para dar sinal de que alguma coisa está a acontecer.
Domingos adverte, no entanto, que sem um calendário claro, com ações muito concretas, o processo poderá fracassar tal como aconteceu no passado, com a Operação das Nações Unidas em Moçambique (ONUMOZ).
“É preciso que haja um calendário claro e que os termos da desmobilização também sejam claros, para evitar aquilo que aconteceu no passado porque a parte mais frágil da paz é, exactamente, esta questão da desmobilização, desmilitarização e reintegração”, considera o líder do Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (PDD).
Para Raúl Domingos, trata-se de um grupo de pessoas vulneráveis, que sempre viveram com armas, e a sua desmobilização “não deve ser feita nos moldes do processo da ONUMOZ, em que cada guerrilheiro recebia um cheque para sobrevivência durante 18 meses, um balde com semente e uma catana, e dizia-se vai para casa, e no fim de 18 meses, a pessoa não tinha capacidade de sobrevivência”.
Por seu turno, o sociólogo Moisés Mabunda, considera o início da desmobilização, desmilitarização e reintegração dos militares da Renamo um desenvolvimento político-militar bastante importante, mas não sabe como é que vai reagir a ala dissidente de Mariano Nhongo.
Contudo, para António Sitoi, líder da igreja zione em Moçambique, desta vez, “as coisas vão andar”.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Mossurize. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Machaze. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de M&A e Comunicação Estratégica. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurment & Logística. Saiba Mais.
A Global Alliance Seguros, com sede em Maputo, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente
Financeiro, para trabalhar em Maputo. Saiba Mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A WASI Metallic Works uma empresa de construção metálica e sistemas de alumínio, encontra-se a recrutar um (1), Chefe de montagem de fachada de alumínio . Saiba mais.
A Solenta Aviation Mozambique SA, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) de Gestor/a de Base (Oficial de Operações de Aeronaves). Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cinco (5) Oficiais Distritais de Género e Protecção. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/(a) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos Distritais de Campo. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar um (1) Técnico de Procurement. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion, pretende recrutar para Sofala, um(a) especialista de
saúde no contexto da pandemia da covid-19. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Técnico Jurídico. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Software. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Sistemas . Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Redes. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Gestor Comercial. Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e quatro (164) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e oitenta e quatro (184) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e cinquenta e dois (152) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar trezentos e vinte e nove (329) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar duzentos e vinte e cinco (225) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e dois (162) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
Um grupo de hackers que já teve como alvo organizações de saúde executou um ataque de ransomware bem-sucedido nesta semana contra a Universidade da Califórnia, São Francisco.
A UCSF confirmou que foi alvo de uma “invasão ilegal”, mas não explicou qual parte da rede de TI pode ter sido comprometida. Pesquisadores da universidade têm realizado testes de anticorpos e ensaios clínicos de relevância para possíveis tratamentos para o coronavírus. Entre eles, um estudo recente sobre um medicamento contra a malária promovido pelo presidente dos EUA, Donald Trump, como possível tratamento, mas que foi posteriormente refutado por cientistas.
A universidade alertou especialistas em segurança e a polícia sobre o ataque, que não afetou suas operações de atendimento aos pacientes, disse Peter Farley, diretor de comunicação da UCSF.
“Com a assistência deles, estamos realizando uma avaliação completa do incidente para determinar quais informações, se houver alguma, podem ter sido comprometidas”, afirmou Farley em comunicado. “Para preservar a integridade da investigação, precisamos limitar o que podemos compartilhar no momento.”
Os hackers do NetWalker assumiram a autoria do ataque em seu blog na darkweb. O post dedicado à UCSF parecia ter sido copiado e colado da home da universidade, que explica o trabalho da instituição em assistência médica.
Grupos de ataque geralmente publicam amostras de dados para provar o sucesso da invasão. Nesse caso, o blog dos hackers publicou quatro capturas de tela, incluindo dois arquivos acessados por eles. Os nomes dos arquivos, vistos pela Bloomberg na darkweb, contêm possíveis referências aos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA e departamentos dedicados à pesquisa de coronavírus da universidade.
O blog inclui um cronômetro vermelho que ameaça a “publicação de dados secretos” até 8 de junho, horário do Pacífico, se um pagamento não for recebido. O post não menciona o valor do resgate exigido.
Na maioria dos casos de ransomware, o pagamento é seguido pela troca de uma chave de descriptografia que permite às vítimas obter acesso aos arquivos. Quando o pagamento não é realizado, o que geralmente ocorre quando existem cópias de backup para restaurar os dados, os hackers às vezes publicam os dados mais sensíveis na esperança de obter o pagamento.
Hackers têm cada vez mais escolhido como alvo instituições como a UCSF, não apenas pelos pagamentos de ransomware, mas também por propriedade intelectual possivelmente rentável, como pesquisas valiosas sobre a cura do Covid-19.
“O uso de iscas do Covid-19 e ataques a entidades do setor de saúde indicam que operadores do Netwalker estão aproveitando a pandemia para ganhar notoriedade e aumentar sua base de clientes”, de acordo com relatório de pesquisa da Crowdstrike.
O Ministério da Economia e Finanças (MEF) divulgou esta quinta-feira, a evolução da dívida pública de Moçambique entre 2017 e 2018 (um atraso de dois anos na publicação, que se pressupõe que seja anual). No período, houve um aumento de 11% do nível de endividamento do país.
O stock da dívida pública no final do exercício económico de 2018 foi de 12,094.58 milhões, contra 11,317.07 milhões de dólares no ano anterior, tendo a componente externa e interna registado o aumento de 8% e 30% respectivamente, como resultado do aumento da dívida bilateral e multilateral, emissão das obrigações do tesouro e de outros créditos.
Afinal quem são os donos da dívida moçambicana? China é o maior credor bilateral absorvendo 39% (cerca de USD 2.1 mil milhões), segue-se o Credit Suisse com 13% (USD 726.52 milhões), Portugal com 11% (USD 602.86 milhões), Japão com 5% (USD 296.53 milhões) e Líbia com 5% (USD 253.38 milhões), que fecham o top cinco dos que mais emprestaram dinheiro a Moçambique em 2018.
Em termos de distribuição dos credores por continente, os europeus são os que mais deram crédito ao Executivo de Maputo, um total de 11 países, seguindo-se a Ásia. A nível africano, apenas a Angola e Líbia emprestaram dinheiro a Moçambique. Do continente americano, apenas o Brasil.
“90% do stock da dívida pública externa foi contratada a taxas de juro fixa e os restantes 10% a taxas de juro variáveis, registando-se o aumento de cerca de 2% do stock da dívida pública externa a taxas de juro fixa e a redução na mesma proporção do stock a taxas de juro variáveis comparativamente a 2017”, refere o relatório do Ministério da Economia e Finanças, a que “O País” teve acesso.
Mais 36 indivíduos testaram positivo para a Covid-19, elevando para 352 o número de infectados pela doença. No mesmo período, houve recuperação de 5 pessoas, o que sobe para 114 recuperados.
As autoridades da Saúde testaram 529 pessoas suspeitas de infecção, resultantes da vigilância activa em curso nas unidades sanitárias e no rastreio de contactos de casos de indivíduos infectados pelo novo coronavírus.
Assim, o nosso país passa a contar com 352 casos positivos para a Covid-19, 114 recuperados, dois mortos e um doente internado no hospital da cidade de Inhambane, informou Rosa Marlene, Directora Nacional de Saúde Pública.
Dos 36 novos casos, 33 são nacionais e três estrangeiros, a cidade de Maputo com três casos, distrito de Marracuene (2), um caso em Tete, no distrito de Changara, a cidade de Nampula com 26 infectados e a cidade de Pemba com quatro novos infectados.
Deste modo, a província de Cabo Delgado passa a contar com 150 infectados, 73 recuperados e um morto, Nampula (87 e um morto), Niassa (2), Zambézia (2), Tete (5), Manica (1), Sofala (12), Inhambane (3), Gaza (3), província de Maputo conta com 24 e 18 recuperados, enquanto a cidade tem 60 casos e 22 recuperados.
O corpo do pescador desaparecido na sequência do naufrágio da sua embarcação, ocorrido no passado sábado, foi encontrado na tarde de ontem, nas águas...
O Hospital Central de Nampula (HCN) anunciou a realização de uma cirurgia bem-sucedida que resultou na remoção de uma gigantesca massa abdominal de 20...
A Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Maria Lucas, tem agendado um encontro de trabalho com o seu homólogo russo, Serguei Lavrov....