Numa entrevista, o procurador-geral dos EUA reconheceu que historicamente as instituições norte-americanas foram explicitamente racistas, mas que esse não é o caso atual na polícia do país.
O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, disse este domingo que não há racismo sistémico no seio das autoridades norte-americanas, numa altura em o país completa a segunda semana de protestos diários contra a violência policial sobre os cidadãos afro-americanos, depois da morte de George Floyd às mãos de quatro agentes da polícia da cidade de Minneapolis.
Numa entrevista à estação norte-americana CBS, William Barr negou a existência de racismo estrutural na polícia dos EUA. “Penso que ainda há racismo nos Estados Unidos, mas não acredito que o sistema policial seja sistematicamente racista. Compreendo a desconfiança da comunidade afro-americana, dada a história deste país. Temos de reconhecer que, durante grande parte da nossa história, as nossas instituições foram explicitamente racistas”, disse Barr.
“Desde a década de 60, penso que estamos numa fase de reformar as nossas instituições e de assegurar que elas estão em sintonia com as nossas leis e que não estão a lutar na retaguarda para impor desigualdades”, acrescentou William Barr, defendendo que esta reforma “é uma tarefa difícil”, mas que “está a funcionar e tem havido progressos”.
Porém, questionado sobre se concordaria com o levantamento da imunidade policial para permitir a investigação a casos de discriminação racial, Barr recuou. “Não penso que tenhamos de reduzir a imunidade para ir atrás dos polícias maus, porque isso significaria certamente uma retirada da polícia. O policiamento é o trabalho mais difícil do país”, disse.
O governo moçambicano garante para além do apoio alimentar, a assistência psicológica para os deslocados de Cabo Delgado, na sequência de ataques armados protagonizados por grupos terroristas.
A garantia foi dada, este sábado 06, pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, que visitou o posto administrativo de Namialo, em Nampula, região onde se encontram os deslocados de Cabo Delgado.
Armindo Tiago chamou atenção ao grupo de cidadãos deslocados de Cabo Delgado para observarem as medidas de prevenção da Covid-19.
Polícia acusado de ter morto o afro-americano George Floyd, deve comparecer esta segunda-feira no tribunal de Minneapolis, nos Estados Unidos. Dereck Chauvin é acusado de assassinato em segundo grau.
O polícia acusado de ter morto o afro-americano George Floyd, asfixiando-o com o joelho, em Minneapolis, nos Estados Unidos, deve comparecer esta segunda-feira em tribunal naquela cidade.
Dereck Chauvin é acusado de assassinato em segundo grau (intencional, mas não premeditado), depois de inicialmente apenas ter sido acusado de assassinato em terceiro grau (involuntário).
Dois dos outros polícias que estavam no local onde George Floyd foi assassinado foram já presentes a tribunal, na quinta-feira, tendo-lhes sido aplicada uma caução de pelo menos 750 mil dólares (cerca de 700 mil euros).
Dereck Chauvin enfrenta a possibilidade de uma pena até 40 anos de prisão, depois de os procuradores terem revisto a acusação ao polícia responsável por ter asfixiado, durante de cerca de oito minutos, o afro-americano.
A presença de Chauvin em tribunal coincide temporalmente com a chegada do corpo de George Floyd a Houston, no Texas, a sua cidade de origem, onde será feito um serviço fúnebre público, no Cape Fear Conference, depois de uma série de outras cerimónias, que se realizam desde quinta-feira. Floyd será enterrado em Houston, na terça-feira, numa cerimónia reservada aos familiares.
George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.
Com o tratado aprovado pelo regime comunista de Hanói, 71% das exportações vietnamitas para a UE vão passar a ser livres de direitos aduaneiros, com mais reduções nos próximos 7 anos.
A Assembleia Nacional do Vietname ratificou esta segunda-feira o acordo de livre comércio com a União Europeia (UE), que nos próximos dez anos eliminará 99% dos direitos aduaneiros nas trocas comerciais entre as duas partes.
O tratado foi esta segunda-feira aprovado pelo regime comunista de Hanói com 94% dos votos e entrará em vigor a partir de julho, tendo já recebido a aprovação do Parlamento Europeu em fevereiro. Quando entrar em vigor, 71% das exportações vietnamitas para a UE estarão livres de direitos aduaneiros, com mais reduções nos próximos sete anos.
Em sentido contrário, 65% dos direitos aduaneiros aplicáveis aos produtos exportados pelos países da UE para o Vietname desaparecerão, enquanto os restantes serão reduzidos para 99% nos próximos dez anos. No caso de alguns produtos agrícolas vietnamitas, como o arroz, o alho ou os ovos, as exportações sem direitos aduaneiros serão limitadas.
A UE é o segundo maior destino das exportações vietnamitas, depois dos Estados Unidos, e é também o segundo maior exportador de produtos para o país asiático, também atrás dos EUA.
Segundo um relatório recente do Banco Mundial, o tratado permitirá ao país asiático aumentar o seu produto interno bruto em 2,4% durante a próxima década, graças a um forte aumento das exportações (12%), e ajudará a tirar dezenas de milhares de pessoas da pobreza.
O acordo foi saudado pelos economistas vietnamitas como um impulso para combater a recessão económica resultante da pandemia de Covid-19, uma crise em que o Vietname está a tentar traduzir o seu sucesso na área da saúde para o setor económico, já que o país não registou quaisquer mortes até agora.
As negociações entre a UE e o Vietname começaram em 2012, mas passaram-se vários anos sem avanços, devido à recusa de Hánoi em aceitar cláusulas sobre o respeito dos direitos humanos e do ambiente.
Embora o acordo inclua uma secção dedicada a estas questões, um grupo de 28 organizações não governamentais (ONG) criticou o documento, acusando a União Europeia de não comprometer o regime vietnamita com objetivos concretos.
A economia moçambicana cresceu 1.68% no primeiro trimestre de 2020, muito longe do registo de 3.7% do igual período do ano anterior, indica o Instituto Nacional de Estatística.
O desempenho da actividade económica entre Janeiro e Março deste ano, é atribuído em primeiro lugar ao sector secundário que cresceu 3.16%, com maior destaque para o ramo da electricidade, gás e água com cerca de 6.5%, seguido pelo ramo da indústria transformadora com 2.46%.
Ocupa a segunda posição o sector terciário com um crescimento de 1.29%, contra um decréscimo de 0.31 negativo do ramo primário, indicam as contas nacionais do Instituto Nacional de Estatística.
Concretamente, a economia moçambicana acelerou 1.68% no primeiro trimestre de 2020, antes da pandemia da covid-19, contra 1.51% do trimestre anterior (4º trimestre de 2019) e muito longe do registo de 3.7% dos primeiros três meses de 2019.
Ainda no período em análise, o ramo da agricultura, pecuária, caça, silvicultura, exploração florestal, teve maior participação no Produto Interno Bruto nacional, com um peso de 22.4%, seguido do comércio e serviços de reparação com 10.4%.
Ocupa o terceiro lugar os ramos dos transportes armazenagem e actividades auxiliares dos transportes, informação e comunicações com uma contribuição conjunta de 10.2%, seguido do ramo da indústria transformadora (8.6%), indústria de extracção mineira (5.5%), educação, aluguer de imóveis e serviços prestados as empresas, administração pública, pesca e aquacultura com pesos de 5.9%, 5%, 3.4% e 1.2%, respectivamente.
O Movimento Democrático de Moçambique (MDM) congratulou e encorajou ao Governo e a Renamo por terem retomado o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) das forças residuais da perdiz.
O presidente do Movimento Democrático de Moçambique, Daviz Simango, mostrou-se, neste sábado, um dia depois da retomada do Desarmamento, Desmobilização e Reintegração das forças residuais da Renamo, bastante satisfeito com o acto.
Mas, de seguida, Daviz Simango, que falava numa conferência de imprensa, disse que estava preocupado pela pouca informação para o cidadão comum.
O início dos primeiros contactos com a auto-proclamada Junta Militar da Renamo, através do representante especial das nações unidas, deixou igualmente satisfeito Daviz Simango.
A Polícia deteve no distrito de Mossurize em Manica um suposto cabecilha de um grupo que se dedicava a roubo de gado bovino. Os animais eram vendidos no Zimbabwe.
De algum tempo a esta parte, criar gado bovino tornou-se um exercício penoso no distrito de Mossurize, na província de Manica. É que indivíduos munidos de instrumentos contundentes escalavam os currais à calada da noite para se apoderarem dos animais que posteriormente eram vendidos no vizinho Zimbabwe.
Apercebendo-se desta actuação, a Polícia lançou as suas linhas operativas e deteve o suposto cabecilha do grupo, este que refuta as acusações que pesam sobre si, alegando ser um simples comprador de bois.
Para a Polícia não restam dúvidas que se trata do homem que semeava desgraça nos criadores de gado bovino em Mossurize, e diz que além deste ponto da província de Manica, as suas incursões estendiam-se até Massangena, na província de Gaza.
Ainda em Mossurize, a Polícia desmantelou uma suposta quadrilha que dedicava-se a assaltos em residências e na sua posse foram recuperados electrodomésticos.
A Federação Moçambicana de Futebol quer melhorar a qualidade do futebol moçambicano e por isso procura ajuda de todos os cantos. Em Janeiro passado contactou a Federação Internacional de Futebol, FIFA, para pedir consultoria, concretamente para uma análise e estudo minucioso do campeonato nacional da I divisão, o Moçambola.
Na altura, Feizal Sidat, presidente da Federação Moçambicana de Futebol, demonstrou a urgente necessidade de se procurar melhores soluções sobre o modelo competitivo do futebol moçambicano, a valorização do espectáculo desportivo, os direitos televisivos, a sustentabilidade financeira da competição, e a melhoria de organização nas áreas operacionais no campeonato nacional do Moçambola.
Esta iniciativa enquadra-se na preocupação da Federação Moçambicana de Futebol com o estágio actual do futebol profissional do país, que precisa introduzir factores de sustentabilidade e rentabilidade, havendo também a necessidade de se garantir uma melhor visibilidade do Moçambola ao nível nacional e internacional.
Na sua qualidade de gestora dos interesses do futebol em Moçambique a todos os níveis, e tendo um papel importante na busca de mais qualidade e sustentabilidade do futebol moçambicano, a Federação Moçambicana de Futebol procurou assessoria sobre as medidas a adoptar para garantir essa qualidade e sustentabilidade ao campeonato nacional de futebol, o Moçambola, como forma de ver a prova a andar com os próprios pés.
O pedido de consultoria da FIFA foi feito com conhecimento da Liga Moçambicana de Futebol, depois do encontro havido entre as duas instituições que gerem o futebol moçambicano, após a tomada de posse do actual elenco directivo da Federação Moçambicana de Futebol, em Janeiro passado. E só agora a Federação Moçambicana de Futebol teve a resposta da FIFA, que designou Pedro Correia como consultor para esta missão.
Esta consultoria é conduzida pelo Departamento de Futebol Profissional da FIFA e caberá à própria FIFA fazer uma análise do estado actual do futebol profissional em Moçambique, com vista a providenciar recomendações claras para que se possa implementar a curto prazo.
Jair Bolsonaro confirma que apenas números diários do novo coronavírus serão informados. Segundo Ministério da Saúde, mudança retrata melhor o momento do país. Alteração gera preocupação sobre manipulação de dados.
Com o avanço da covid-19 no Brasil, o governo de Jair Bolsonaro vem diminuindo a transparência dos dados sobre a epidemia, passando a atrasar a divulgação dessas informações, e nesta sexta-feira (05/06) simplesmente deixou de informar o número total de mortes e de casos. O boletim diário divulgado pelo Ministério da Saúde mostrou apenas as infecções e óbitos confirmados nas últimas 24 horas.
A mudança aparentemente veio para ficar e foi confirmada neste sábado pelo próprio presidente, que repostou uma nota divulgada pelo Ministério da Saúde que diz ter adequado a divulgação dos dados. Na nota, é alegado que a divulgação apenas dos dados das 24 horas “permite acompanhar a realidade do país”.
O PAIGC acredita no Tribunal de Justiça da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (Cedeao) para anular o reconhecimento de Úmaro Sissoco Embaló como Presidente da Guiné-Bissau, pela organização sub-regional.
O partido, vencedor das eleições legislativas de março de 2019 e que suportou a candidatura de Domingos Simões Pereira nas últimas eleições presidenciais intentou recentemente duas ações judiciais naquela instância judicial.
O coordenador da equipa de advogados do PAIGC, Carlos Pinto Pereira, disse à VOA acreditar numa decisão favorável:
“É evidente que quem vai à guerra vai convencido que vai ganhar, mas também admito perder, no entanto, tenho de sair de lá convencido de que o Tribunal funcionou de forma correta e independente, com base na Lei”, disse o advogado.
O PAIGC também aponta o dedo aos presidentes do Senegal, Nigéria, Gâmbia e Níger que receberam com honras do Estado o então candidato Úmaro Sissoco Embaló, “enquanto não tinham sido divulgados os resultados definitivos das eleições presidenciais”.
A estes, Pinto Pereira quer que o Tribunal de Justiça da Cedeao os impeça de se pronunciarem sobre qualquer assunto ligado à Guiné-Bissau porque, salientou, “é uma sanção também prevista pelo tratado da Cedeao”.
Ainda na esfera da crise pós-eleitoral, no passado dia 15 de maio, três membros do Movimento de Cidadãos Conscientes e Inconformados (MCCI), uma organização cívica na Guiné- Bissau, intentou também uma ação judicial contra a Cedeao na mesma instância.
No pedido, cuja cópia a VOA aceso, o MCCI exige que sejam dados “sem efeito todos os atos praticados pela Cedeao que reconhecem o candidato declarado vencedor pela Comissão Nacional de Eleições como Presidente da República, condenar a Cedeao a impor medidas de segurança que garantam o retorno à normalidade constitucional, que permitam os juízes conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça e os membros do Governo constitucional, liderado por Aristides Gomes, a exercerem as suas funções em plenitude, aplicar sanções ou condenar a organização, que assim proceda, contra todos os indivíduos que tiveram a participação direta ou indireta na subversão da ordem constitucional da Guiné-Bissau e das normas internacionais violadas”.
O presidente do MCCI, Sana Canté, que já apresentou dois processos no Tribunal da Cedeao, reconhecue haver muita influência política no órgão.
“Pelas jurisprudências do tribunal e pela experiência que tivemos na nossa sessão de audiência de julgamento, podemos constatar que houve muita influência diplomática das entidades políticas para influenciar, negativamente, a nossa ação. Mas, mesmo assim, conseguimos ganhar na questão previa”, lembrou Canté, reconhecendo que “o processo ficou bloqueado, até agora, por essa suspeita da ingerência política na nossa ação.
Mesmo assim, na conversa com a VOA, o presidente do MCCI, admitiu que o PAIGC possa ganhar o processo.
“Acreditamos que há bastante matéria jurídica para demandar na corte e consequentemente para ganhar a causa contra a CEDEAO”, concluiu.
A Cedeao reconheceu Úmaro Sissoco Embaló Presidente da Guiné-Bissau a 22 de abril e deu-lhe um prazo até o passado 22 de maio para nomear um novo Governo, de acordo com os resultados das legislativas de março de 2019, ganhas pelo PAIGC com maioria simples, e que foi demitido a 29 de fevereiro por Embaló, dois dias após a cerimónia de posse, dirigida pelo então segundo vice-presidente da Assembleia Nacional Popular, Nuno Gomes Nabian.
A continuação, Nabian foi nomeado primeiro-ministro.
O Chefe de Estado deu ao presidente do Parlamento, Cipriano Cassamá, um prazo até ao dia 18 para encontrar uma solução entre os partidos com assento parlamentar, caso contrário ameaçou dissolver a Assembleia Nacional Popular e convocar eleições legislativas antecipadas.
Nem a Presidência da República nem o Governo reagiram, até agora, às ações do PAIGC junto do Tribunal de Justiça da Cedeao.
A empresa de telecomunicações sul-africana MTN enfrenta novas alegações de ajuda a grupos militantes no Afeganistão, incluindo o pagamento de dinheiro para protecção, numa acção alterada movida em nome de centenas de famílias de soldados dos Estados Unidos da América, escreve a Reuters.
O processo original visava pelo menos oito multinacionais – incluindo MTN, a empresa de segurança G4S, o grupo americano de infraestruturas Louis Berger e a empresa de consultoria Janus Global – que tinham operações no Afeganistão e no Irão, entre 2009 e 2017.
O processo, aberto em dezembro de 2019 num tribunal de Washington DC, alega que as empresas violaram a Lei Antiterrorismo dos Estados Unidos, ao pagar dinheiro de proteção à Al-Qaeda e ao Talibã.
A nova queixa, apresentada na sexta-feira, por escritórios de advocacia sediados em Washington, alega que a MTN teve uma “conduta direcionada aos Estados Unidos”, ao implementar uma estratégia de domínio de mercados em países instáveis não aliados de Washington.
Segundo a Reuters, o documento alega que o MTN violou a Lei Antiterrorismo ao pagar dinheiro de proteção de mais de 100 milhões de dólares à Al-Qaeda e ao Talibã, para que as suas torres de telefonia móvel não sejam alvo de destruição. A MTN, detalha a queixa, desativou as torres à noite, impedindo as operações da inteligência americana.
A MTN, gigante africana de telefonia móvel, negou as alegações.
Cabo Verde e Moçambique passam, desde este domingo, 7, a ter respectivamente 554 e 424 casos de Covid-19. Os 12 novos casos de Cabo Verde foram na capital Praia, 11, e outro na Ilha da Boa Vista, que há 40 dias não registava casos positivos.
A cidade da Praia continua epicentro da pandemia com 461 casos e 179 recuperados. Boa Vista, que não tinha casos positivos desde finais de abril, passa a ter um cumulativo de 57 casos, dos quais 53 recuperaram.
A Covid-19 matou cinco pessoas em Cabo Verde.
Transmissão comunitária em Nampula
Com o registo de 15 novas infeções, Moçambique passa a ter 424 casos da Covid-19, dos quais 127 recuperados.
Onze das novas infeções são de Nampula, província que passa a ter 126 casos, quatro dos quais de profissionais de saúde. Cabo Delgado é o epicentro com 163 casos. A capital, cidade de Maputo, é a terceira com província mais casos, 62.
A situação mais preocupante é a da cidade de Nampula, que foi declarada primeiro ponto do país com transmissão comunitária, em virtude de ter uma positividade três vezes
As autoridades dizem que em todo o país há apenas três doentes internados, dois em Nampula e um em Inhambane. Foram registadas duas mortes.
Homem mata esposa e depois suicida-se na Matola, província de Maputo no sul do país. O facto ocorreu depois duma briga que começou alegadamente porque a enteada de 12 anos não lavou o carro, o que enfureceu o padrasto que depois da briga com a mulher pegou na arma disparou para a esposa e de seguida para si. O casal deixa uma filha de três anos de idade.
Numa fotografia cedida pela família é possível ver o casal Tânia Neves e Júlio Matsinhe felizes depois de contrair o matrimónio a 25 de Junho de 2016. Ambos morreram na noite de 6 de Junho de 2020 nas vésperas de completar quatro anos de casados.
Na fatídica noite, último sábado, o casal completava duas semanas depois de mudar para casa própria no bairro Mali, Município da Matola onde ocorreu o crime. O casal vivia em brigas constantes devido a alegados ciúmes do Júlio Matsinhe, segundo contou a filha da malograda.
O homem que era agente da PRM mandou a enteada para lavar o seu carro, ela não o fez porque segundo contou à reportagem de “O País” não havia água na torneira e no tanque, o que não convenceu ao padrasto tendo este partido para discussão e agressão à esposa.
Durante a luta entre o casal o agente da polícia tirou a pistola alvejou a esposa e de seguida suicidou-se. A filha de 12 anos diz estar traumatizada.
“A briga começou porque eu não lavei o carro. Eu vi quando meu pai tirou pistola e apontou para minha mãe, eu ouvi quando a minha mãe gritou, fomos a correr pedir ajuda e a polícia veio e fez questões para mim. Os meus pais desde o dia do casamento discutiram no carro, meu pai disse que tinha que terminar o casamento porque não ia dar certo”, contou a menina que falava entre soluços e lágrimas, totalmente abalada com a tragédia que abalou a sua família.
Stélio Neves, irmão da mulher conta ainda que foram várias as vezes que sentaram para resolver problemas do casal, mas não esperava um fim trágico.
“Depois de eles estarem relacionados dum jeito muito bonito recordo-me de umas duas ou três vezes que a minha irmã voltou para casa porque ele batia nela e ameaçava, fazia tudo isso aí. Mas que pudesse chegar nesse extremo nunca pensei estou realmente muito triste”.
Os vizinhos contam que a noite do último sábado parecia normal e mudou depois dos disparos saídos do interior da casa. Alfredo Manhiça é chefe de quarteirão “9” foi uma das primeiras pessoas a chegar naquela noite.
“Quando entramos lá encontramos os corpos já estatelados e com a arma de fogo já no chão. Infelizmente e pela primeira vez isso a acontecer aqui no nosso bairro”.
Avó Guida, uma das vizinhas conta que depois dos disparos deu abrigo as duas crianças que saíram as corridas devido a briga dos seus pais.
“Foi um pouco chocante, foi de repente, as coisas foram de repente, prontos, chamamos a polícia, o fogão estava aceso, a polícia apagou o fogão, depois veio SERNIC que veio remover o corpo e foram-se embora.
“A família da mulher questiona porquê desapareceram os vestígios do crime? Enquanto isso a família do homem prefere por enquanto não se pronunciar acerca deste assunto.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Mossurize. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Campo para Machaze. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de M&A e Comunicação Estratégica. Saiba Mais.
A Associação Nacional para o Desenvolvimento Auto-Sustentado (ANDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Procurment & Logística. Saiba Mais.
A Global Alliance Seguros, com sede em Maputo, pretende admitir para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente
Financeiro, para trabalhar em Maputo. Saiba Mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A WASI Metallic Works uma empresa de construção metálica e sistemas de alumínio, encontra-se a recrutar um (1), Chefe de montagem de fachada de alumínio . Saiba mais.
A Solenta Aviation Mozambique SA, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) de Gestor/a de Base (Oficial de Operações de Aeronaves). Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cinco (5) Oficiais Distritais de Género e Protecção. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/(a) Assistente de Monitoria e Avaliação. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos Distritais de Campo. Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, pretende contratar um (1) Técnico de Procurement. Saiba mais.
A Handicap International/Humanity & Inclusion, pretende recrutar para Sofala, um(a) especialista de
saúde no contexto da pandemia da covid-19. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Técnico Jurídico. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Software. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Sistemas . Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Engenheiro de Redes. Saiba mais.
A Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia (ENPTM), Empresa Pública, torna público que encontra-se aberto um concurso público, para o provimento de uma (1) vaga para Gestor Comercial. Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e quatro (164) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e oitenta e quatro (184) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e cinquenta e dois (152) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar trezentos e vinte e nove (329) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e trinta e dois (132) Agentes de Extensão Rural (médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar duzentos e vinte e cinco (225) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER) pretende recrutar cento e sessenta e dois (162) Agentes de Extensão Rural (Médios). Saiba mais.
Na sua biografia Luka Modric recordou a relação entre José Mourinho e Cristiano Ronaldo, na altura em que o técnico português orientava o Real Madrid.
O médio croata recorda que Mourinho teceu críticas a Ronaldo durante uma partida, levando o craque português às lágrimas, num jogo a contar para a Taça do Rei.
“Fiquei surpreso com a reação de Mourinho. Estávamos a vencer por 2-0. Ronaldo não foi atrás dos adversários quando perdeu a bola e Mourinho ficou furioso com ele. Os dois discutiram durante um bom tempo em campo e quando ao intervalo voltamos para o balneário vi o Ronaldo desesperado, à beira das lágrimas. E ele disse: ‘Faço o meu melhor e ele continua a criticar-me'”, refere.
Modric revela ainda que, Mourinho era particularmente crítico para com os jogadores portugueses.
“Mourinho entrou e começou a criticar os portugueses pela sua responsabilidade durante o jogo, ficaram tão quentes que apenas a intervenção dos companheiros evitou uma verdadeira luta entre eles”, recorda no seu livro.
Quando a polícia chegou ao local, a mulher estava sentada no seu alpendre, coberta de sangue, a beber café e a fumar um cigarro.
Uma mulher é acusada de ter matado um amigo durante uma festa na sua casa. A mulher, conhecida apenas como Natalia, foi surpreendida pela polícia a tomar um café no alpendre da habitação, enquanto o corpo da vítima estava a apenas a alguns metros de distância.
Segundo o The Sun, a mulher, de 45 anos, atacou o amigo na sequência de uma discussão numa festa que esta organizou na sua casa, na aldeia de Loboikivka, na Ucrânia.
Natalia esfaqueou o homem por diversas vezes com uma faca de cozinha, antes de lhe dar um golpe na cabeça com um machado
O crime terá sido cometido na presença da sua filha, de 16 anos, que foi entretanto entregue a uma instituição de acolhimento e estará a receber apoio psicológico.
Terá sido depois a própria mulher a dar o alerta à polícia. Quando as autoridades chegaram ao local, esta ainda apresentava marcas de sangue no corpo. Imagens ali registadas foram partilhadas pela polícia.Natalia foi detida por homicídio depois de ter confessado o crime. Contudo, diz não se lembrar qual foi o motivo da discussão.
Abdelmalek Droukdel, líder da Al-Qaida no Magrebe Islâmico (AQMI) filial do grupo terrorista no norte de África, foi morto pelas tropas francesas no Mali, segundo anunciou a ministra da defesa de França. A informação ainda não foi confirmada pela Al-Qaida.
Esta é uma vitória para as forças francesas que há vários anos combatem a Al-Qaida nesta região, em particular na África Ocidental.
No twitter, a ministra Florence Parly anunciou a morte de Droukdel e vários colaboradores, numa operação das tropas francesas e aliados.
A AQMI é conhecida pelos sequestros de ocidentais e tem espalhado o terror a ponto de ter tornado a região demasiado perigosa para as ONG que operam no terreno.
Enquanto discursava sobre a descida do desemprego em maio, o presidente dos EUA disse que é “um grande dia para George Floyd”. Críticas já se fizeram ouvir. Biden fala em declarações “desprezíveis”.
A conferência de imprensa convocada esta sexta-feira pelo presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, era para falar sobre os números do desemprego — que desceu de 14,7% para 13,3% em maio, no país — e para assinar um programa destinado a proteger os pequenos negócios. Trump elogiou a descida “inesperada” do desemprego e defendeu que os dados mostram que “é um grande dia em termos de igualdade”. Depois, veio a referência a George Floyd: “Esperemos que o George esteja a olhar para baixo agora e a dizer: ‘Isto é uma ótima coisa que está a acontecer para o nosso país. É um grande dia para ele, um grande dia para todos. Este é um grande dia para todos”.
A frase de Trump, que já está a levantar indignação, seguiu-se a elogios aos números de desemprego — em maio, foram criados 2,5 milhões de postos de trabalho — e a um discurso preparado sobre como a justiça deve ser igualitária.
Justiça igualitária, nos termos da lei, deve significar que todos os americanos recebem tratamento igual perante as forças da lei, independentemente de raça, cor, género, crença. Todos têm de receber um tratamento justo pela polícia. Todos vimos o que aconteceu na semana passada, não podemos deixar isso acontecer. Esperemos que o George esteja a olhar para baixo agora e a dizer: ‘Isto é uma ótima coisa que está a acontecer para o nosso país. É um grande dia para ele, um grande dia para todos. Este é um grande dia para todos.”
Os jornalistas ainda pediram a Trump para que esclarecesse se a “grande coisa” a que se referia, e que seria “ótima” para George Floyd, era a recuperação do emprego, mas o presidente dos EUA não respondeu concretamente. Aliás, frisou que os números do desemprego “são a melhor coisa que pode acontecer às relações raciais”. Mais: quando questionado por uma jornalista sobre como é que pode considerar uma vitória que o desemprego da comunidade afro-americana tenha subido 0,1% e da ásio-americana 0,5%, Trump limitou-se a responder: “Você é qualquer coisa” [you are something].
A lenda da liga norte-americana de basquetebol (NBA) Michael Jordan anunciou, na sexta-feira 05, que vai doar 100 milhões de dólares (mais de 88 milhões de euros) a organizações que trabalham em prol da igualdade racial.
“Michael Jordan e a marca Jordan vão doar 100 milhões de dólares ao longo dos próximos 10 anos para organizações dedicadas a garantir a igualdade racial, justiça social e melhor acesso à educação”, explicita um comunicado divulgado, citado pela agência France-Presse.
O anúncio é a maior promessa de uma doação feita por um antigo desportista para instituições sem fins lucrativos.
A fortuna pessoal de Jordan — que incluiu a marca -, considerado uma das maiores figuras da história do basquetebol mundial, é estimada em mais de dois mil milhões de euros.
“Estamos em 2020 e a família Jordan quer incluir todos aqueles que aspiram ao nosso modo de vida. Embora muita coisa tenha mudado, os piores comportamentos persistem”, sublinhou Jordan, na mesma nota.
George Floyd, um afro-americano de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis (Minnesota), depois de um polícia branco lhe ter pressionado o pescoço com um joelho durante cerca de oito minutos numa operação de detenção, apesar de Floyd dizer que não conseguia respirar.
Desde a divulgação das imagens nas redes sociais, têm-se sucedido os protestos contra a violência policial e o racismo em dezenas de cidades norte-americanas, algumas das quais foram palco de atos de pilhagem.
Pelo menos 10 mil pessoas foram detidas desde o início dos protestos, e as autoridades impuseram recolher obrigatório em várias cidades, incluindo Washington e Nova Iorque, enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, já ameaçou mobilizar os militares para pôr fim aos distúrbios nas ruas.
Os quatro polícias envolvidos foram despedidos, e o agente Derek Chauvin, que colocou o joelho no pescoço de Floyd, foi acusado de homicídio em segundo grau, arriscando uma pena máxima de 40 anos de prisão.
Os restantes vão responder por auxílio e cumplicidade de homicídio em segundo grau e por homicídio involuntário.
A morte de Floyd ocorreu durante a sua detenção por suspeita de ter usado uma nota falsa de 20 dólares (18 euros) numa loja.
O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, ameaçou na sexta-feira 05 retirar o país da Organização Mundial da Saúde (OMS), após acusar a entidade de atuar de forma “política”, “partidária” e “ideológica” num momento de pandemia de Covid-19.
“Eu adianto aqui, os Estados Unidos saíram da OMS. Nós estudamos isso, no futuro… ou a OMS trabalha sem viés ideológico, ou saímos de lá também. Não precisamos de gente de lá de fora a dar palpite na saúde aqui dentro”, afirmou Bolsonaro a jornalistas e apoiantes à entrada do Palácio da Alvorada, a sua residência oficial em Brasília.
“Ou a OMS realmente deixa de ser uma organização política e partidária ou nós estudamos sair de lá”, acrescentou.
Bolsonaro aproxima-se assim da posição tomada pelo seu homólogo norte-americano, Donald Trump, que no final de maio afirmou que os Estados Unidos iriam deixar de financiar a OMS e “redirecionar os fundos para outras necessidades urgentes e globais de saúde pública que possam surgir”.
Donald Trump alegou que a OMS não soube responder de forma eficaz ao seu apelo para introduzir alterações no seu modelo de financiamento, depois de já ter ameaçado cortar o financiamento norte-americano a esta organização das Nações Unidas.
No início deste mês, o Presidente norte-americano tinha feito um ultimato à OMS, ameaçando cortar a ligação à organização se não fossem feitas reformas profundas na sua estrutura e no seu ‘modusoperandi‘.
Nessa altura, Trump suspendeu temporariamente o financiamento à OMS, no valor que está estimado em cerca de 400 milhões de euros anuais, o que corresponde a 15% do orçamento da organização.
A declaração de Bolsonaro sobre uma eventual saída do Brasil da entidade, acontece um dia após a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), vinculada à OMS, ter cobrado uma dívida de 24,2 milhões de dólares (21,4 milhões de euros) referente a pagamentos que o Governo brasileiro tem em atraso para com a entidade, segundo o jornal O Globo.
“O Trump cortou a grana [dinheiro] deles [OMS] e eles voltaram atrás em tudo. É só tirar a grana que eles começam a pensar diferente”, acrescentou Bolsonaro na sexta-feira, fazendo referência ao facto de a Organização ter retomado estudos clínicos com hidroxicloroquina para tratamento da covid-19.
Bolsonaro é um confesso admirador de Donald Trump, com quem tem fortalecido relações desde que chegou ao poder, em janeiro de 2019.
O chefe de Estado brasileiro esteve nos Estados Unidos em março, tendo regressado ao seu país com várias pessoas da sua comitiva infetadas pelo novo coronavírus, mas não restringiu viajantes norte-americanos de entrarem no país.
Contudo, Donald Trump decretou, em 24 de maio, a proibição de entrada nos Estados Unidos de todos os estrangeiros que tenham estado no Brasil nos 14 dias anteriores.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (109.042) e mais casos de infeção (mais de 1,9 milhões) pelo novo coronavírus, segundo a Universidade Johns Hopkins.
Já o Brasil contabiliza 35.026 vítimas mortais e 645.771 casos confirmados.
A nível global, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 394 mil mortos e infetou mais quase 6,7 milhões de pessoas em 196 países e territórios.
Mais de 2,8 milhões de doentes foram considerados curados.
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