O embaixador César Francisco de Gouveia Júnior apresentou as cartas credenciais que o acreditam como alto-comissário da República de Moçambique na República de Malta, ao Presidente daquele país, George Vella.
As credenciais foram apresentadas a 23 de Julho, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, em nota enviada ao “O País”.
No documento, a instituição do Estado diz que César de Gouveia e o Presidente de Malta “abordaram as relações bilaterais e partilharam informações sobre a conjuntura político-económica e social dos dois países”..
Na ocasião, o Presidente maltês realçou a importância que o seu país atribui à cooperação com Moçambique e a necessidade de se identificar novas iniciativas de cooperação, particularmente nas áreas do turismo, transporte, educação vocacional, infra-estruturas, diplomacia, bem como a promoção de investimentos do sector privado dos dois países.
Além de Malta, César de Gouveia chefia as missões diplomáticas de Moçambique na Itália e Turquia, com residência em Roma.
A Management Sciences for Health (MSH) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor para Digitalização de internamentos da COVID-19. Saiba mais.
A Techzone, Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário em Desenvolvimento de Sistemas. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal um (1) Gestor de Redes Sociais. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Pagamentos e Formações. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul – ProAzul, FP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Administradores Executivos para Conselho de Administração. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes Distritais de Operações. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Oficial Sénior Provincial de Violência Baseada no Gênero. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Oficial Sénior para o DREAMS. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dois (2) Oficiais Séniores de APSS para Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dois (2) Oficiais de Programas de Engajamento Comunitário. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar duas (2) Enfermeiras DREAMS. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico de C&T para Adolescentes e Jovens . Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Comunicação. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento de Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Serventes de Unidades Sanitárias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Física e Reabilitação. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Protecção à Criança (Gestão de Casos). Saiba mais.
A Chikweti Forest of Niassa, SA empresa de direito moçambicano, com escritório e complexo residencial em Lichinga, Niassa pretende recrutar um (1) Gestor Social, Terra e Comunidade. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Sul). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Centro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Instrutor/ Técnico de Pedagogia N1 (Zona Sul). Saiba mais.
As autoridades norte-americanas anunciaram hoje que não aceitarão novos pedidos de proteção para os “sonhadores” (‘dreamers’ – jovens que chegaram ilegalmente ao país em crianças), mas que os que já beneficiam do programa poderão renová-lo por mais um ano.
OPresidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu em 2017 encerrar o programa DACA, adotado pela administração de BarackObama, que protege os “sonhadores” da expulsão e que permite que estes obtenham um “apoio valioso” de segurança social para estudar, trabalhar ou conduzir no país.
Mas o Supremo Tribunal dos EUA contrariou a decisão em meados de junho, julgando a decisão “arbitrária”, em particular porque o Governo não terá seguido as regras de procedimento.
A partir de hoje, o Governo não aceitará mais novos pedidos para ingressar no programa, mas renovará a permissão daqueles que já a obtiveram. Essa renovação pode ser feita por um ano e não dois, como antes, disse um destacado funcionário da administração norte-americana, sob condição de anonimato.
Cerca de 700.000 pessoas já beneficiam do programa DACA, a maioria provenientes da América Latina.
O laboratório francês Sanofi e o britânico GSK anunciaram hoje que chegaram a acordo com o Governo britânico para fornecer 60 milhões de doses de vacinas contra a covid-19, “sujeito à assinatura de um contrato definitivo”.
Os dois grupos, que afirmam que a vacina que estão a desenvolver poderia ser autorizada já na primeira metade de 2021, informaram em comunicado que “estão em curso conversações ativas com a Comissão Europeia, com França e Itália na equipa de negociação, e com outros governos, para garantir o acesso global”.
Apesar de reconhecer que “não há garantia” de que se encontre uma vacina contra o novo coronavírus, o ministro para os Negócios, Energia e Estratégia Industrial do Reino Unido, AlokSharma, citado no comunicado, defendeu que “é importante” garantir “acesso rápido a uma vasta gama de promissores candidatos a vacinas”.
Este é o quarto acordo deste tipo garantido pelo Reino Unido, após acordos semelhantes com a AstraZeneca, Valneva e BioNTech/Pfizer. O país assegurou já um total de 250 milhões de doses.
A Sanofi e a GSKpreveem iniciar a primeira fase do estudo em setembro, com a conclusão estimada até ao final de 2020.
Noutras partes do mundo, outras vacinas candidatas estão em fases mais avançadas, mas apenas quatro fórmulas estão na última fase, com a eficácia a ser medida em grande escala.
Governos de todo o mundo embarcaram numa corrida frenética para assegurar o fornecimento de vacinas, com enormes riscos financeiros e tensões políticas.
O Governo dos Estados Unidos encomendou inicialmente “100 milhões de doses por 1,95 mil milhões de dólares [1,66 mil milhões de euros] e poderia adquirir até 500 milhões de doses adicionais” do produto desenvolvido pela empresa de biotecnologia alemã Biontech e pelo laboratório norte-americano Pfizer.
A empresa Sanofi já tinha causado controvérsia quando, em maio, referiu a possibilidade de reservar as primeiras doses de uma possível vacina para os Estados Unidos.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 654 mil mortos e infetou mais de 16,5 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência de notícias France-Presse (AFP).
A doença é transmitida por um novo coronavírusdetetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.
A Rússia pretende ser o primeiro país do mundo a aprovar uma vacina contra o novo coronavírus, segundo a imprensa dos EUA. De acordo com os relatos de fontes russas, os pesquisadores trabalham para conseguir a aprovação até o dia 10 de agosto, daqui a duas semanas.
A pesquisa, no entanto, ainda não divulgou nenhum dado sobre eficácia ou segurança para análise independente, o que pode indicar um medicamento com pouca segurança. O estudo é realizado pelo Instituto Gamaleya, do governo russo e supostamente terá seus resultados divulgados em breve.
De acordo com fontes ouvidas pela CNN norte-americana, os trabalhadores da saúde da Rússia serão os primeiros a receber a nova vacina.
‘Momento como o do Sputnik’
“É um momento como o do Sputnik”, disse Kirill Dmitriev, diretor do fundo soberano russo que financia a pesquisa. Em 1957, a antiga União Soviética largou na frente na corrida espacial da Guerra Fria ao colocar em órbita o Sputnik, o primeiro satélite artificial do mundo.
“Os americanos ficaram surpresos quando ouviram os bipes do Sputnik. Vai ser o mesmo com esta vacina, a Rússia vai chegar primeiro”, afirmou ele.
A afirmação é arriscada e demonstra a pressão do governo russo para acelerar o processo de produção da vacina. Enquanto os estudos mais avançados estão na terceira fase, a de testes em larga escala para avaliar a eficácia do medicamento, a pesquisa russa está na segunda fase.
Essa etapa deve ser concluída na próxima semana. Com isso, os testes da terceira fase serão conduzidos ao mesmo tempo em que os trabalhadores de saúde russos receberão a vacina.
O governo russo negou rumores de que o presidente Vladimir Putin e membros da elite empresarial e política do país já tenham tomado a dose. A CNN afirma ter recebido uma declaração gravada de Alexander Ginsburg, diretor do projeto, dizendo que já teria tomado a vacina como parte dos testes.
A Rússia é o quarto país com maior número de casos de covid-19, mais de 822 mil já confirmados, e também teve mais de 13 mil mortes pela doença.
A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus já provocou a morte de pelo menos 654.477 pessoas e infectou 16.514.500 em todo o mundo, segundo o último balanço feito pela Agência France-Presse (AFP).
De acordo com os dados da AFP, que se reportam às 11:00 de hoje, há apelo menos 9.347.300 pessoas consideradas curadas.
O balanço indica ainda que, na segunda-feira, foram registados 4.418 mortes e 218.588 novos casos. Os países que registaram o maior número de novas mortes nos seus últimos balanços foram os Estados Unidos (679 óbitos), a Índia (654) e o Brasil (614).
Os Estados Unidos são o país mais afectado, tanto em mortes como em casos, com 148.056 óbitos em 4.294.770 casos registados, de acordo com a contagem da Universidade John Hopkins. Pelo menos 1.325.804 pessoas foram declaradas curadas.
Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 87.618 mortes em 2.442.375 casos, o Reino Unido, com 45.759 mortes (300.111 casos), o México, com 44.022 mortes (395.489 casos), e a Itália, com 35.112 mortes (246.286 casos).
Entre os países mais duramente atingidos, a Bélgica é aquele que tem o maior número de óbitos em relação à sua população, com 85 mortes por 100.000 habitantes, seguida pelo Reino Unido (67), Espanha (61), Itália (58) e Suécia (56).
A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente 83.959 casos (68 novos casos nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortes e 78.934 recuperados.
A Europa totalizava, às 11 horas de hoje, 208.412 mortes para 3.096.971 casos, a América Latina e Caraíbas 185.993 mortes (4.445.706 casos), os Estados Unidos e Canadá 156.975 óbitos (4.408.681 casos), a Ásia 58.743 mortes (2.576.309 casos), o Médio Oriente 25.983 óbitos (1.107.841 casos), África 18.173 mortes (861.970 casos) e a Oceânia 198 mortes para 17.029 casos do novo coronavírus.
Esta avaliação foi realizada utilizando dados recolhidos pelos escritórios da AFP junto das autoridades nacionais competentes e informações da Organização Mundial de Saúde (OMS).
A AFP sublinha que o número de infecções registadas reflecte apenas uma parcela do número real de casos, uma vez que muitos países não têm recursos suficientes para rastrear o SARS-CoV-2 em larga escala.
O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, admitiu hoje ter sido contaminado pelo novo coronavírus, cuja gravidade não deixou de minimizar, mas precisou que não teve sintomas.
O Presidente da Bielorrússia, é um dos únicos dirigentes do mundo que não ordenou medidas de confinamento obrigatório face à epidemia.
Anteriormente definiu-a como uma “psicose” e recomendou beber um pouco da vodka ou frequentar a sauna para evitar adoecer. Alexander Lukashenko, tem sido criticado pela sua gestão da pandemia.
A Bielorrússia, tem mais de 67.000 casos do novo coronavírus e 543 mortos, segundo os números oficiais.
O investigador moçambicano Salvador Forquilha considerou esta terça-feira a província de Nampula, norte de Moçambique, um “reservatório de recrutamento” de membros dos grupos armados que actuam em Cabo Delgado, assinalando que as duas províncias têm “dinâmicas semelhantes”.
Salvador Forquilha defendeu essa tese, durante um “webinar” sobre o tema “Pode Nampula ajudar a pensar no conflito em Cabo Delgado?”, promovido pelo Instituto de Estudos Sociais e Económicos (IESE) de Moçambique, uma entidade de pesquisa académica independente.
A insurgência em Cabo Delgado serve-se de Nampula como reservatório de recrutamento [de membros]”, declarou Forquilha, diretor do IESE e que está envolvido em trabalhos de pesquisa sobre a violência armada em Cabo Delgado.
O facto de Nampula ser vizinha da província de Cabo Delgado, a presença de várias formas de Islão em ambas as províncias e a extrema pobreza são fatores que podem ajudar a explicar o recrutamento de jovens para os grupos armados que atuam em Cabo Delgado.
Jovens pescadores de distritos costeiros de Nampula, numa situação de pobreza e em conflito com o Estado, veem perspetivas em migrar para Cabo Delgado, onde acabam ingressando na insurgência”, enfatizou Salvador Forquilha.
Sobre o facto de a violência armada não ter eclodido em Nampula, apesar de a província ter a maioria da população muçulmana em Moçambique, o investigador assinalou que o fenómeno ainda terá de ser estudado.
Lorenzo Macagno, professor associado do Departamento de Antropologia da Universidade de Paraná, Brasil, defendeu que a ação de grupos armados em Cabo Delgado pode ser entendida como expressão ‘jihadista’ de tensões que vêm marcando o Islão em Moçambique, há várias décadas.
Conheci na província de Nampula um Islão hospitaleiro e pacífico, mas sei que também tem sido marcado por tensões internas e que agora conhecem uma extrapolação ‘jihadista’ em Cabo Delgado”, referiu.
Este investigador, que fez um trabalho de campo sobre o Islão na província de Nampula, defendeu que os grupos que atuam em Cabo Delgado advogam o regresso a uma utopia de um Islão exemplar e anti-Estado laico.
[Os grupos armados] apresentam-se como messiânicos e com uma agenda de salvação de um Islão que combate muçulmanos considerados apóstatas e que colaboram com o Estado laico”, caraterizou o investigador.
Para o académico, a pobreza, repressão do Estado e presença de capital estrangeiro em projetos de gás natural em Cabo Delgado não são suficientes para explicar a insurreição armada na província, porque aqueles fatores estão presentes em várias partes de África e do mundo, mas não há “empreendimentos ‘jihadistas’”.
Lorenzo Macagno avançou que os moçambicanos não devem encarar o Islão como um fator de conflitualidade, mas como um património histórico a preservar, lembrando que a fé islâmica é anterior ao catolicismo transportado pelos colonizadores portugueses para o território que é atualmente Moçambique.
Por seu turno, Eric Morier Ginoud, investigador e docente da Universidade de Queen, Irlanda do Norte, alertou para o risco de diabolização do Islão por força do entendimento de que todo o desvio ao “Islão habitual” é violento.
Não há uma forma de fundamentalismo, há vários fundamentalismos e nem todos são violentos e nem todos se traduzem no ‘jihadismo’”, disse Eric Morier Ginoud, com estudos sobre Moçambique.
A compreensão de uma possível influência do Islão na violência em Cabo Delgado passa por compreender as dinâmicas desta religião fora das instituições islâmicas, nomeadamente o desenvolvimento de seitas, defendeu o investigador.
Cabo Delgado é desde outubro de 2017 palco de ações de grupos armados, que, de acordo com as Nações Unidas, forçaram à fuga de 250.000 pessoas de distritos afetados pela violência, mais a norte da província.
A capital provincial, Pemba, tem sido o principal refúgio para as pessoas que procuram abrigo e segurança em Cabo Delgado, mas há quem prefira fugir para outros lugares, incluindo Niassa e Nampula, províncias vizinhas.
O conflito armado naquela província já matou, pelo menos, 1.000 pessoas, e algumas das ações dos grupos armados têm sido reivindicadas pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico (EI)
Uma tecnologia pioneira, que consegue inactivar, num minuto, 99,97% das partículas de vírus SARS-CoV-2 no ar — e que chega aos 100% no espaço de cinco minutos –, acaba de ser desenvolvida em Portugal, foi hoje anunciado.
A nova tecnologia no combate à covid-19 foi criada no âmbito de um projecto liderado pelo Campus de Tecnologia e Inovação da BLC3, em Oliveira do Hospital, em parceria com a Universidade do Minho e as Faculdades de Farmácia das universidades de Lisboa e de Coimbra, disse hoje à agência Lusa o coordenador da investigação, João Nunes.
“Em um minuto, de 16.982 partículas de vírus SARS-CoV-2, numa amostra apenas cinco partículas não foram inactivadas (‘mortas’, no senso comum), o que deu um resultado de 99,97%. E, ao fim de cinco e 15 minutos, obteve-se uma inactividade total, 100%, e sem qualquer variação no comportamento do vírus”, sublinha João Nunes.
O ensaio foi efectuado em 27 amostras diferentes, sendo “todos os resultados validados cientificamente”, acrescenta o investigador e presidente da associação BLC3.
Para o trabalho, foi igualmente importante o contributo de médicos do Centro de Saúde de Oliveira do Hospital, no interior do distrito de Coimbra.
Ao estudarem o comportamento do vírus, os investigadores concluíram que “um dos pontos mais fracos [do vírus], que não conseguiu evoluir ao longo de milhares de anos, foi a resistência à radiação solar”, refere João Nunes.
A tecnologia agora desenvolvida, denominada AT MicroProtect, baseia-se num “conceito novo de ‘física inversa’, que integra um sistema de emissão de comprimentos de ondas, de forma controlada e orientada, muito mais eficiente do que a radiação solar (novo princípio da mecânica de fluidos aplicado ao escoamento e propagação do vírus em termos aéreos), com o desenvolvimento de algoritmo matemático e físico sobre o comportamento do vírus”, explicita.
O equipamento não recorre ao uso de químicos e apenas precisa de energia eléctrica.
“Uma das formas mais perigosas e menos controláveis” de o vírus que está na origem da pandemia da covid-19 (SARS-CoV-2) se transmitir entre as pessoas é pelo ar.
A tecnologia deve, assim, sustenta João Nunes, ser aplicada prioritariamente na protecção dos profissionais do sector da saúde, nos meios de transportes aéreos e terrestres e no interior de edifícios ocupados por um elevado número de pessoas, como aeroportos e centros comerciais ou lares de idosos.
Mas “também é possível aplicar à hotelaria e restauração e outros locais com o problema de qualidade do ar interior”, destaca ainda o cientista, adiantando que também foram desenvolvidos “um sistema e câmara de protecção entre profissionais de saúde e utentes”, e um modelo de criação de “zonas de antecâmara nos hospitais para a realização mais segura do processo de tiragem”.
O projecto já está, entretanto, a avançar na aplicação da tecnologia a outros vírus e bactérias multirresistentes.
A Organização Mundial de Saúde alertou recentemente para os perigos da transmissão por via aérea do novo coronavírus, mas isso, frisa, já faz parte da preocupação do consórcio liderado pela BLC3 “desde o início da pandemia” — o projecto AT MicroProtect nasceu em 14 de Março.
Em três semanas, foi desenvolvido o conhecimento e tecnologia, tendo sido depois necessário algum tempo para aceder a estirpes do vírus SARS-CoV-2 isoladas e certificadas, para validar cientificamente todo o processo, relata João Nunes.
Para isso, foi muito importante o apoio do laboratório norte-americano que também fornece amostras de vírus para o desenvolvimento de vacinas a nível mundial.
O consórcio teve acesso a uma estirpe isolada de Hong Kong (início da pandemia), outra dos EUA (fase final) e uma terceira de Itália (fase intermédia), esta em colaboração com uma universidade deste país.
“O vírus por si só não tem inteligência e nós, os humanos, temos inteligência e conhecimento e estas são as melhores armas que podemos usar contra ele”, afirma João Nunes, defendendo que “não se pode esperar só por uma resposta de vacinas e medicamentos perante uma situação de vírus aéreos”.
Os resultados comerciais da tecnologia serão “aplicados para a investigação”, acrescenta.
“Temos de aprender a estar preparados de outra forma, temos de ganhar capacidade rápida de agir”, tanto mais que “ainda não é certo quando existirá vacina”, realça o investigador, apontando este trabalho como um exemplo no sector da saúde em formato multidisciplinar (envolveu conhecimento das áreas da engenharia mecânica, da física, da microbiologia e da virologia).
“Hoje, temos um conhecimento científico de base muito aprofundado sobre o comportamento deste vírus”, que permitirá, destaca João Nunes, “o desenvolvimento de mais tecnologia e conhecimento e expandir aplicação a outros vírus e bactérias alvo de interesse para a segurança e saúde pública”.
Dois indivíduos estão privados da liberdade, desde ontem, na 13.ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), no bairro do Triunfo, na cidade de Maputo, um dos quais indiciado de furto de bens em residências e o outro por se apoderar de uma viatura alheia, após simular interesse em adquiri-la.
As detenções ocorreram depois de denúncias das vítimas e da investigação das autoridades.
O indiciado de roubo em mais de 30 residências, no bairro do Triunfo e outros da cidade da Matola, confessa os crimes e afirmou que se dedica a furtos, há quatro anos, para sustentar os seus dois filhos.
O jovem, de 30 anos de idade, natural da cidade da Beira, indicou que se submeteu a um tratamento tradicional para não ser neutralizado, durante as suas incursões. Entretanto, antes de ser detido, foi baleado por uma das suas vítimas.
Por sua vez, Abreu Mahumane, de 23 anos de idade, indiciado de apoderar-se de um carro, após fingir interesse em comprá-lo, nega as acusações que recaem sobre si.
“Eu levei o carro a fim de vendê-lo. Mas os clientes não gostaram da viatura, pelo que continuei com o mesmo na expectativa de encontrar um interessado. Porém, alguém denunciou-me à Polícia, por estar a vender um veículo sem documentação”, contou.
O porta-voz da PRM, a nível da cidade de Maputo, Leonel Muchina, afirmou que os indiciados são reincidentes no mundo criminal.
Muchina contou que Mahumane aliou-se a outros dois cadastrados, ora a monte, eprotagonizavam assaltos ao longo da avenida da Marginal, sendo os ginastas as principais vítimas.
O CONSELHO Municipal da Beira está a investir 20 milhões de meticais para a reabilitação de estradas danificadas pelo ciclone “Idai”, na província de Sofala.
Os trabalhos contemplam, numa primeira fase, os bairros Palmeiras, Ponta Gêa, Chaimite e Matacuane, os mais fustigados pelo desastre natural.
O vereador para a Construção no Conselho Municipal da Beira, Albano Gariz, disse que, nessas zonas, o asfalto será substituído por pavês, dadas as condições dos solos. Cerca de cinco quilómetros de estradas já estão a ser intervencionados.
Miguel Fernando Naciala, Sub-Inspector da Polícia em serviço na província de Manica, foi detido, sob suspeita de ter emprestado fardamento a um cidadão para extorquir a população, no distrito de Sussundenga, província de Manica.
Naciala ingressou na corporação em 1988. Disponibilizava a sua farda a um jovem do policiamento comunitário para cometer crimes.
O chefe do Departamento das Relações Públicas no Comando da PRM, em Manica, Mário Arnaça, confirmou ontem, em Chimoio, a detenção do membro da Polícia, explicando que já foram abertos processos criminal e disciplinar para responsabilização.
Entretanto, nas últimas 48 horas, um cidadão perdeu a vida vítima de acidente de viação, ao longo da Estrada Nacional número Sete (EN7), quando um camião de longo curso colheu o jovem, de 21 anos de idade.
No mesmo período, a PRM deteve um motorista de uma viatura de passageiros, acusado de corrupção activa, que excedeu a lotação e, para se livrar da Polícia, tentou subornar um agente com 100 meticais.
O número de crianças que sofrem de desnutrição no mundo poderá atingir, nos próximos meses, os 54 milhões por causa da crise económica e social provocada pela actual pandemia da doença covid-19, alertou a ONU.
Esta estimativa avançada pela organização internacional representa um aumento de sete milhões de crianças face aos números actuais.
Antes da pandemia do novo coronavírus, 47 milhões de crianças em todo o mundo já sofriam de problemas de desnutrição, perda de peso e de magreza extrema, segundo sublinhou o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).
Com a pandemia, este número “poderá atingir os quase 54 milhões nos primeiros 12 meses da crise”, o que “poderá resultar em 10 mil mortes adicionais de crianças por mês”, principalmente em países da África subsariana e na Ásia, indicou a agência da ONU, num comunicado.
“Passaram sete meses desde que foram relatados os primeiros casos de covid-19 e é cada vez mais claro que as consequências da pandemia estão a prejudicar mais as crianças do que a própria doença”, afirmou a directora-executiva da UNICEF, Henrietta Fore.
“A pobreza e a insegurança alimentar aumentaram. Os serviços essenciais e as cadeias de abastecimento de alimentos foram interrompidos. Os preços dos alimentos dispararam. O resultado é que a qualidade dos regimes alimentares das crianças diminuiu e as taxas de desnutrição vão aumentar”, prosseguiu a representante.
As conclusões da UNICEF são sustentadas numa análise publicada pela revista médica “The Lancet”, na qual vários investigadores alertaram para as consequências da pandemia da covid-19 na alimentação das crianças e para as potenciais carências alimentares.
“O impacto profundo da pandemia da covid-19 na nutrição das crianças mais novas poderá vir a ter consequências intergeracionais”, declararam os investigadores no artigo publicado na revista especializada, advertindo que tal situação poderá prejudicar “o crescimento e o desenvolvimento dessas crianças”.
A análise destes investigadores abrangeu um conjunto de 118 países de baixo e médio rendimento.
Segundo estes peritos, a crise alimentar causada pela pandemia da covid-19 poderá aumentar em 14,3% a prevalência de perda de peso moderada ou grave em crianças com menos de 5 anos de idade.
Numa carta aberta igualmente publicada pela revista “The Lancet”, a UNICEF e outras três agências do sistema da ONU — a OMS (Organização Mundial da Saúde), a PAM (Programa Alimentar Mundial) e a FAO (Fundo da ONU para a Alimentação e a Agricultura) — apelaram para “uma acção imediata”.
Estas agências estimam que serão necessários 2,4 mil milhões de dólares (cerca de dois mil milhões de euros) para conseguir os meios necessários para proteger as crianças que se encontram em situações mais vulneráveis.
“Precisamos de pôr em prática acções e investimentos substanciais para a nutrição, de forma a enfrentar a crise da covid-19 e as suas repercussões na fome e na desnutrição infantil”, defenderam as agências da ONU.
Desde que o novo coronavírus foi detectado na China, em Dezembro do ano passado, a pandemia da doença covid-19 já provocou mais de 654 mil mortos e infectou mais de 16,5 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo o balanço mais recente feito pela agência France-Presse (AFP).
As autoridades municipais de Maputo, em nome da reorganização dos mercados e da prevenção da COVID 19, afastaram vendedores informais nas ruas e descongestionaram os principais pontos do comércio a retalho.
No mercado de Xipamanine, um dos maiores da capital de Moçambique, e alvo de uma das maiores ofensivas, um mês depois, o espelho mostra que pouco mudou e de forma tímida, o comércio informal volta aos passeios.
De todos os que retornam aos passeios, a justificação é a mesma: A organização desorganizou as suas vidas e as bancas prometidas não passaram disso mesmo.
Vitória Macamo, 63 anos de idade, viu a sua banca, com o rendimento da qual criou os seus cinco filhos, a ser destruída. Não teve colocação e voltou à rua de onde diz, “daqui não saio”.
E a vida no Xipamanine voltou a ser à moda antiga, ou seja, um dumba-nengue – pernas para quê vos quero – o mesmo que estar em prontidão para fugir da perseguição da polícia municipal.
E as autoridades municipais alertam que não vão hesitar em recorrer ao poder da força para impor a nova postura.
O Presidente da Assembleia Provincial de Nampula, Amisse Mahando, afirma que os ataques terroristas em Cabo Delgado não são de natureza religiosa, mas sim actos criminosos associados à pilhagem de recursos naturais e tráfico de drogas.
Em declarações feitas na abertura da primeira sessão ordinária do órgão deliberativo local que, nos próximos dois dias, irá apreciar o Programa Quinquenal do Governo Provincial (2020/2024), o Plano Económico e Social (PES) e o respectivo Orçamento para o presente ano, Mahando repudiou, ainda, os ataques perpetrados por homens armados da junta militar da Renamo contra populações indefesas, nas províncias de Manica e Sofala.
“Os ataques terroristas em Cabo Delgado não são de natureza religiosa, mas sim actos criminosos associados à pilhagem de recursos naturais e tráfico de drogas”, ressaltou.
Segundo a fonte, Cabo Delgado vive momentos de tristeza, caracterizados por assassinatos de pessoas indefesas e destruição de infra-estruturas públicas e privadas, ocupação de aldeias e vilas, raptos, entre outras barbaridades.
Dezenas de sucatas de viaturas abandonadas em várias ruas da capital do país têm estado a dificultar a mobilidade de automobilistas e peões.
Trata-se de carros,alguns dos quais sofreram avarias e outros simplesmente foram abandonados depois de se envolver em acidentes.
Os proprietários dos referidos veículos preferiram abandoná-los, alguns sem recursos para suportar a sua reparação, e outros viram as ruas como lugar para depositar o seu “ferro-velho”, uma atitude que, a todos os títulos,fere a estética e dificulta o trânsito automóvel na capital moçambicana.
Diversas quantidades de bebidas alcoólicas importadas da África do Sul foram apreendidas pela Autoridade Tributária de Moçambique (AT), por falsas declarações e violação da lei de selagem obrigatória.
A apreensão ocorreu na fronteira de Ressano Garcia, distrito de Moamba, na província de Maputo.
Da mercadoria contrabandeada, constam cervejas não justificadas com base numa factura no valor de 200 mil rands, constatadas no acto do desembaraço da mercadoria, segundo a nota da AT.
“O importador da mercadoria em causa declarou, para efeitos de desembaraço, somente a importação de cerveja, numa factura de compra com o valor de 200 mil rands, tendo pago de imposições aduaneiras cerca de 500 mil meticais”, disse a directora da Área Operativa das Alfândegas na Província de Maputo, Ludovina Uache.
A fonte referiu que a AT só conseguiu aperceber-se da situação, depois de um trabalho aturado, na última sexta-feira, o que obrigou as autoridades a fazerem uma revista geral na viatura contentorizada, o que permitiu aferir a gravidade da infracção cometida.
Trata-se de 428 caixas de Amarula, 416 caixas de Gin, 224 de vinho de marca Nedburg, 200 de vinho de marca Street Sweet, 120 de vinho de marca Celar Cask, 100 de vinho de marca Drostdy hof, 56 de vinho de marca Autum e 50 de vinho de marca Graça.
A Empresa Cimentos de Moçambique garante que está reposta a produção de cimento para abastecimento aos principais mercados na região sul do país.
A garantia foi dada recentemente, pelo director-geral da empresa Cimentos de Moçambique, Edney Vieira, sublinhando que a mesma poderá recrutar técnicos estrangeiros para garantir a manutenção dos equipamentos, sempre que necessário.
Segundo ele, a retoma da plena produção resulta do facto de relaxamento de algumas medidas na vizinha África do Sul, o que permite a entrada de acessórios e outros equipamentos para o normal funcionamento das máquinas essenciais para produção de cimento.
A primeira pedra para a construção da infra-estrutura foi lançada em 2019 mas as obras não avançaram devido à falta de fundos. Todavia, as mesmas foram retomas recentemente, mercê do financiamento do Banco Islâmico de Desenvolvimento, do Fundo de Solidariedade para o Desenvolvimento e do Governo moçambicano.
A infra-estrutura está a ser edificada no povoado de Mongessa. Ela poderá ter três blocos com um total de 12 salas de aula, um bloco multiuso, sala de informática, laboratório, reprografia, três sanitários, uma cantina, um campo multidisciplinar e o muro de vedação, segundo uma nota enviada ao “O País”.
As obras decorrem no âmbito do Projecto Vila Sustentável de Molumbo. Cerca de 2.500 estudantes serão beneficiárias. “Trata-se da primeira escola secundária construída de raiz após a independência e que poderá beneficiar a comunidade dos 20 povoados abrangidos” por aquele projecto.
A nova escola secundária vem para melhorar e garantir a qualidade de ensino naquela parcela do país, visto que neste momento Molumbo não possui nenhuma escola secundária. “Os alunos que terminam o ensino primário são obrigados a recorrer a outros distritos e percorrer longos quilómetros para dar continuidade aos seus estudos”, refere o documento a que nos referimos.
Entretanto, devido à pandemia da COVID-19, a data da entrega da unidade de ensino à comunidade sofreu alteração, de Novembro próximo para o próximo ano.
Refira-se que o Projecto Vila Sustentável de Molumbo, lançado em 2014 e vai até 2020, é implementado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional (MCTESTP), através do Centro do Investigação e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento Comunitário (CITT) e conta com o financiamento do Banco Islâmico de Desenvolvimento (BID), do Fundo de Solidariedade Islâmica para o Desenvolvimento (FSID) e do Governo de Moçambique.
Trata-se de um projecto que actua no sector de educação, saúde e construção de infra-estruturas como uma escola secundária-geral; um centro de saúde; um armazém comunitário para o armazenamento de insumos agrícolas; sistemas de abastecimentos de água; reabilitação e manutenção de estradas terciarias e pontes.
A empresa de biotecnologia Moderna, em colaboração com o governo dos Estados Unidos, iniciou na segunda-feira um dos maiores ensaios do mundo para testar em 30 mil voluntários a eficácia de uma vacina experimental contra a Covid-19.
O teste vai ser feito em pessoas recrutadas em 89 lugares nos Estados Unidos.
Esta é a primeira vacina experimental fora da China a alcançar este ponto crítico para comprovar a sua eficácia e segurança antes da distribuição em massa.
Em conferência de imprensa, o principal epidemiologista nos EUA, Anthony Fauci, explicou que a primeira injeção da vacina experimental da Moderna foi administrada a um voluntário em Savannah, Geórgia, às 06:45 de segunda-feira (11:45 em Lisboa).
A vacina de Moderna entrou assim na fase 3, com o objetivo de ser testada numa grande amostra da população.
A Moderna, com sede em Massachusetts, é a primeira empresa americana a atingir este nível de investigação e a segunda no mundo, atrás da empresa chinesa Sinopharm.
O Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, afiliado da Sinopharm, e a Academia Chinesa de Ciências começaram a testar a sua vacina em 15 mil voluntários em julho, com o apoio dos Emirados Árabes Unidos (EAU).
Nos EUA, a vacina da Moderna será testada em 30 mil voluntários, que receberão duas doses com 28 dias de intervalo.
Metade dos participantes receberá uma injeção de placebo para que possa ser feita uma avaliação estatística da eficácia da vacina, disse Fauci.
Nem os voluntários nem os médicos que administram a vacina terão qualquer informação sobre quem recebe o placebo e quem recebe a vacina.
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