O líder norte-coreano, Kim Jong-un, afirmou na terça-feira (28) que o seu país está livre de guerras graças ao seu arsenal nuclear. De acordo com a agência estatal de notícias do país, a KCNA, Kim referiu que, apesar da pressão internacional e das ameaças militares, as armas garantem a segurança e o futuro dos norte-coreanos.
“Agora somos capazes de nos defender perante qualquer forma e intensidade de pressão ou ameaças militares de forças hostis e imperialistas. Graças à nossa efetiva e confiável dissuasão nuclear auto defensiva, não haverá mais guerra e o futuro do nosso país está garantido para sempre”, disse o líder norte-coreano no discurso perante um grupo de veteranos que celebraram o cessar fogo da Guerra da Coreia, que aconteceu a 27 de julho de 1953.
O discurso de Kim ocorreu num dos feriados mais importantes do seu país: o aniversário da “vitória do povo coreano na grande Guerra de Libertação da Pátria”, a forma como a Coreia do Norte se refere à Guerra da Coreia.
Durante anos, a Coreia do Norte definiu a sua procura por armas nucleares como puramente defensiva e destinada a impedir tentativas de invasão ou mudança de regime. Mas alguns especialistas dizem que as armas nucleares encorajarão Pyongyang, permitindo que o regime de Kim adote políticas mais hostis e bélicas.
O alemão Jürgen Klopp, treinador que levou o Liverpool à conquista da Primeira Liga inglesa de futebol esta época, 30 anos depois do último título, ganhou esta segunda-feira o prémio Sir Alex Ferguson, da Associação de Treinadores da Liga (LMA).
Estou absolutamente encantado por ser nomeado o vencedor deste maravilhoso prémio anual, que tem o nome de um homem que eu muito admiro. É ainda mais especial ganhar este prémio porque são os meus companheiros de profissão que votam”, realçou Klopp durante a cerimónia de entrega da distinção.
E acrescentou: “Tudo o que conquistámos este ano pelo Liverpool não teria sido possível sem o soberbo contributo do meu ‘staff’. Eles fazem-nos um punhado realmente especial de cérebros futebolísticos. Adoro trabalhar com os meus técnicos, os meus jogadores, e todos os outros elementos do Liverpool. Claro que também estou agradecido ao apoio de todos os espetaculares adeptos do Liverpool”.
Por seu turno, o presidente da LMA, Howard Wilkinson, sublinhou a “enorme satisfação de reconhecer os feitos de Jürgen no final desta temporada extraordinária”, destacando que, pelo trabalho desenvolvido no comando dos ‘reds’, o alemão de 53 anos “merece figurar na galeria dos icónicos antigos vencedores” desta distinção.
Marcelo Bielsa, que conduziu o Leeds United à ‘Premier League’, também foi distinguido, como melhor treinador do segundo escalão.
O Liverpool conquistou 99 pontos em 38 jornadas, terminando o campeonato com mais 18 pontos do que o Manchester City, segundo classificado.
O grupo de media norte-americano WarnerMedia está a investigar as condições de trabalho nos bastidores do programa televisivo de Ellen DeGeneres depois de um artigo do Buzzfeed ter denunciado práticas abusivas, incluindo racismo e intimidação, da apresentadora norte-americana e de vários dos responsáveis do programa perante os funcionários.
De acordo com o The New York Times, os membros da equipa responsável pela produção do “The Ellen DeGeneres Show” (que já recebeu dezenas de Emmys e valeu a Ellen DeGeneres o estatuto de estrela internacional) receberam esta semana uma carta da WarnerMedia e da produtora Telepictures a explicar os detalhes da investigação.
Segundo a carta, a investigação será conduzida pelo departamento de recursos humanos da WarnerMedia em conjunto com elementos de uma auditora externa, que pretendem ouvir os testemunhos de todos os profissionais que passaram pela produção do programa.
Na origem da investigação está um artigo publicado na semana passada pelo Buzzfeed, no qual vários ex-funcionários do programa de Ellen DeGeneres dão conta de práticas abusivas por parte da apresentadora. No artigo, Ellen é acusada de usar a sua faceta caritativa (os programas incluem frequentemente donativos e apoios aos mais carenciados) apenas para aumentar a sua popularidade — e de não corresponder, nos bastidores, à ideia criada em público.
Vários funcionários acusam mesmo a apresentadora e os produtores de práticas racistas e discriminatórias nos bastidores do programa.
O “The Ellen DeGeneres Show” encontra-se, neste momento, suspenso devido à pandemia da Covid-19, não havendo ainda detalhes sobre como e quando será o regresso do programa mais visto dos Estados Unidos, que já conta com 16 temporadas.
A China anunciou na terça-feira (28) a suspensão de acordos de extradição entre Hong Kong e três países ocidentais – Canadá, Austrália e Reino Unido -, que criticaram a imposição por Pequim de uma lei de segurança nacional na região semiautónoma.
A medida de retaliação adoptada por Pequim é sobretudo simbólica, visto que os três países já tinham suspendido unilateralmente os tratados, para protestar contra a nova legislação, em vigor desde 30 de junho passado.
“Estas decisões erróneas (…) minaram gravemente os fundamentos da cooperação judicial”, disse Wang Wenbin, porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros da China, em conferência de imprensa. “A China decidiu suspender os tratados de extradição entre Hong Kong e o Canadá, Austrália e Reino Unido, além de acordos de cooperação em justiça criminal”, afirmou.
Vários países ocidentais, liderados pelos Estados Unidos, pediram à China que reverta a lei de segurança nacional em Hong Kong. Esta nova legislação faz com que a oposição pró-democracia na cidade tema um sério declínio das liberdades em vigor neste território de 7,5 milhões de habitantes, retornado à China em 1997 pelo Reino Unido.
Para Pequim, esta lei é oficialmente uma forma de garantir a estabilidade, de pôr fim ao vandalismo que marcou as manifestações pró-democracia de 2019 na região, bem como de suprimir vozes que defendem a independência do território.
Desde 1997, Hong Kong desfruta de ampla autonomia face à China continental, que é liderada pelo Partido Comunista Chinês. Os seus habitantes beneficiam em particular da liberdade de expressão, liberdade de imprensa e uma justiça independente.
Depois do anúncio da existência dos primeiros casos de COVID-19 no país, em Março último, o Executivo moçambicano informou que para fazer face aos impactos da doença eram necessários 700 milhões de dólares. Entretanto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) enquanto parceiro do Estado moçambicano aprovou um pacote de 309 milhões. Desde lá até aqui, no entender do Fórum de Monitoria do Orçamento, o Governo devia informar como está a ser feita a aplicação deste valor.
“Vimos muita movimentação na altura que era para se conseguir o dinheiro. Mas desde que se conseguiu, observa-se um silêncio”, disse em conferência de imprensa Adriano Nuvunga, director do Centro para Democracia e Desenvolvimento (CDD), organização que actualmente hospeda o FMO.
“Já não há discussão com a sociedade e, com a civil, em particular, sobre o que se está a fazer com o dinheiro para se mitigar, em primeiro lugar, os efeitos da pandemia, e em segundo, para se conter a propagação que atingiu a transmissão comunitária”, acrescentou Nuvunga, para quem a preocupação se estende também sobre o dinheiro que o Governo vem recebendo de outros parceiros. “Precisamos de transparência”, manifestou.
Por outro lado, o FMO diz estar a acompanhar as adjudicações directas a empreiteiros para a reabilitação de algumas infra-estruturas, mas sem alguma explicação.
“Já começaram os ajustes directos de valores exorbitantes. Isto é uma grande preocupação, porque nos outros países os recursos para a resposta da COVID-19 têm sido roubados pelos dirigentes. Em toda África há esta preocupação”, expressou o representante da organização não-governamental, tendo acrescentado: “resta saber se não é uma preparação para mais uma vez a elite se apropriar do dinheiro da população como as dívidas ocultas”.
No contexto sobre essa suposta nebulosidade que o Executivo tem apresentado quanto à gestão dos fundos que tem recebido para fazer face à pandemia no país, o FMO diz ainda querer saber de “quem são as empresas que estão a ter os ajustes directos”, o que pode constituir um elemento para a transparência.
Para os próximos dias, o FMO garante desdobrar-se às outras províncias do país com vista a monitorar os principais desenvolvimentos no quadro da resposta que o Governo tem dado à COVID-19.
Parte dos moçambicanos que se encontra no exterior poderá chegar ao país, esta quarta-feira 29, através de um voo que parte de Lisboa, em Portugal com destino a Maputo.
Trata-se de um voo disponibilizado no âmbito de uma parceria entre as empresas Linhas Aéreas de Moçambique, PETROMOC e Puma Energia, visando apoiar aos concidadãos que enfrentam dificuldades de regressar ao país, devido ao novo coronavírus.
O facto foi anunciado, esta segunda-feira 27, na cidade de Maputo, pelo director-geral da Puma Energia Moçambique, Danilo Correia, numa conferência de imprensa que contou com presença dos representantes das empresas LAM e PETROMOC.
O voo que parte, de Lisboa, tem capacidade de 275 passageiros, e vai trazer material médico diverso doado ao Ministério da Saúde.
Pio Matos Júnior, base, de um metro e oitrenta e cinco centímetros, ao serviço da equipa primcipal de basquetebol do Clube Ferroviário de Maputo, integra a lista dos dez jogadores africanos mais destacados ao serviço das selecções e de clubes, de 2010 a 2020.
A distinção foi feita pela equipa editorial da Federação Internacional de Baquetebol Associado, FIBA-África.
Da relação, escreve o site do órgão eleitor no continente, constavam cinquenta e cinco atletas africanos.
Os critérios para a escolha foram, a conquista de títulos colectivos e as performances individuais alcançadas por cada atleta, ao longo da dévcada em referência.
Segundo a FIBA-África, não foi tarefa fácil escolher dez jogadores, de uma lista de cinquenta e cinco, que poderiam facilmente fazer parte desse grupo, em particular.
Publicada em partes Um e Dois, e sem obedecer a uma ordem específica de qual dois nomeados é o melhor, consta da segunda lista, Pio Matos Júnior de 29 anos de idade.
O atleta disse estar satisfeito pela escolha e que a escolha resulta do apoio dos seus pais e colegas de trabalho, além dos treinos aturados.
Carlos Morais e Eduardo Mingas, ambos de Angola, e Ívan almeida de Cabo Verde, são outros jogadores lusófonos exaltados.
A ONU recomenda políticas de resposta à covid-19 para as áreas urbanas de todo o mundo, visando condições socioeconómicas, oferta de serviços públicos e resiliência para o futuro, segundo um documento publicado esta terça-feira 28.
O documento, um sumário de políticas intitulado ‘Covid-19 num mundo urbano’, dá conta de políticas a serem seguidas nas cidades, com recomendações de máxima cooperação entre governos locais e nacionais.
As medidas recomendadas são divididas em três áreas principais: desigualdades e défices de desenvolvimento; capacidades dos governos locais; e recuperação económica resiliente, inclusiva e ecológica.
“Com uma estimativa de 90% de todos os casos da covid-19, as áreas urbanas tornaram-se os epicentros da pandemia”, sendo os motivos principais de vulnerabilidade a dimensão da população urbana e a “interconectividade local”, lê-se no documento.
Numa mensagem vídeo publicada hoje, o secretário-geral da ONU, António Guterres declara que a pandemia de covid-19 trouxe uma visão sobre as cidades como “centros de comunidade, inovação humana e engenhosidade”.
“Hoje temos a oportunidade de refletir e redefinir como vivemos, interagimos e reconstruímos as nossas cidades”, incentiva António Guterres.
Nesse sentido, a organização considera que as cidades se podem preparar para o futuro concentrando investimentos em “setores com potencial para alta transformação ecológica, digital e criação de emprego”.
Entre as prioridades políticas, destaca-se a obrigação de garantir “abrigos seguros” para todos.
Para a ONU, a “crise mundial da habitação urbana piorou a pandemia” de covid-19, com cerca de 1,8 mil milhões de pessoas a viverem em espaços superlotados, inadequados, em condições de favela ou sem-abrigo.
Os dados da ONU constatam que cerca de 24% da população mundial vive em favelas e assentamentos informais.
“Os investimentos públicos em larga escala, a médio e longo prazo, em habitação acessível e económica e para modernização de favelas” são essenciais, destaca o documento.
Segundo o resumo de políticas da ONU, as áreas ou bairros com riscos mais elevados devem ser alvo de medidas especiais, integrando como “parceiros” as comunidades vulneráveis e marginalizadas, designadamente migrantes e refugiados.
Os especialistas entendem que “o mapeamento desagregado da vulnerabilidade e pontos de risco (…) é fundamental”, a nível subnacional e a nível das cidades, para informação precisa.
A organização defende uma necessidade de “garantir capacidade fiscal local suficiente para sustentar serviços públicos críticos” e descentralizar os planos de resposta à pandemia.
As receitas locais sofreram grandes reduções, devido ao encerramento de negócios que pagam impostos ao Estado ou encerramento de serviços públicos que requerem pagamentos dos utilizadores.
Segundo dados do Banco Mundial, as receitas dos governos locais vão registar reduções entre 15 e 25% em 2021.
Os pacotes de estímulos económicos adotados a nível local e nacional são incentivados pela ONU.
As empresas locais e trabalhadores são uma parte importante da vida económica das cidades e necessitam de mais apoios, acrescenta a ONU, pedindo também “investimentos significativos” para o setor dos cuidados de saúde.
A organização quer que se reconheça que “cidades mais compactas são mais saudáveis”, ao adotar medidas para “desencorajar a expansão urbana”, lê-se no documento publicado hoje.
Entre os exemplos indicados, referencia-se a eliminação de subsídios aos combustíveis fósseis e a implementação de preços mais elevados para a utilização do carbono.
Relativamente ao último trimestre de 2019, o número de horas de trabalho em todo o mundo reduziu-se em cerca de 14% no segundo trimestre de 2020, devido às medidas de confinamento, um resultado “equivalente à perda de 400 milhões de empregos a tempo inteiro”.
Os trabalhadores da economia informal, na sua maioria mulheres, são os mais severamente afetados: na América Latina e em África, terão perdido cerca de 80% dos seus rendimentos, alerta a ONU.
Já com a aceleração da digitalização, o aumento de trabalho em casa (‘home office’) e a prestação de serviços ‘online’, a ONU receia uma aceleração da segregação urbana e migração: “pessoas com maiores rendimentos procuram novas formas de morar e trabalhar fora das cidades”.
“A recuperação é uma oportunidade de repensar a vida urbana para enfrentar a crise climática e adaptar à realidade desta e de futuras pandemias”, declara a ONU.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 650 mil mortos e infetou mais de 16,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para quadro de pessoal um (1) Gestor de Redes Sociais. Saiba mais.
Vagas de emprego ainda abertas
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Pagamentos e Formações. Saiba mais.
O Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul – ProAzul, FP pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Administradores Executivos para Conselho de Administração. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes Distritais de Operações. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Oficial Sénior Provincial de Violência Baseada no Gênero. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar um (1) Oficial Sénior para o DREAMS. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dois (2) Oficiais Séniores de APSS para Adolescentes e Jovens. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar dois (2) Oficiais de Programas de Engajamento Comunitário. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades, a Fundação pretende recrutar duas (2) Enfermeiras DREAMS. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Clínico de C&T para Adolescentes e Jovens . Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Provincial de Comunicação. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Técnicos de Medicina Preventiva e Saneamento de Meio. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Serventes de Unidades Sanitárias. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Saúde Mulher e Acção Social pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Medicina Física e Reabilitação. Saiba mais.
A Click Auto pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Técnicos de Tecnologias e Electrónica para sua extensão em Niassa e Cabo Delgado. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Protecção à Criança (Gestão de Casos). Saiba mais.
A Chikweti Forest of Niassa, SA empresa de direito moçambicano, com escritório e complexo residencial em Lichinga, Niassa pretende recrutar um (1) Gestor Social, Terra e Comunidade. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Sul). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Centro. Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Formadores de Pedreiros (Zona Norte). Saiba mais.
O Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Instrutor/ Técnico de Pedagogia N1 (Zona Sul). Saiba mais.
Os Chefes de Estado da África Ocidental, que se deslocaram à capital, Bamako, semana passada, não chegaram a um acordo com os líderes do movimento de protestos, que exigem a demissão do Presidente Ibrahim Boubacar Keita.
A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental reúne-se hoje para aproximar posições, visando um acordo entre as partes em conflito no Mali.
O movimento de protestos, designado 5 de Junho, acusa o Presidente Ibrahim Boubacar Keita de corrupção, fraude eleitoral e insegurança, agravada pelos ataques jihadistas, que afectam aquele país há mais de oito anos.
Na África do Sul, o Congresso Nacional de Estudantes critica a decisão do Presidente da República, Cyril Ramaphosa, de encerrar as escolas públicas do país, exceptuando as privadas.
O Congresso entende que as escolas privadas são independentes e que os salários dos professores e outros funcionários provêem do pagamento das propinas, mas defendem que a decisão presidencial deve ser cumprida por todos, por uma igualdade de acesso à educação para todos.
O Presidente Cyril Ramaphosa anunciou, semana passada, uma pausa de quatro semanas para os alunos das escolas públicas de todo o país, mas as escolas particulares foram autorizadas a permanecer abertas.
A Nova Zelândia suspendeu o tratado de extradição com Hong Kong devido à “profunda preocupação” sobre a nova lei de segurança que a China aplicou ao território.
“A adoção pela China da nova lei de segurança nacional destruiu os princípios do Estado de Direito” e “violou os compromissos da China junto da comunidade internacional”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros neozelandês, Winston Peters.
Esta suspensão, que pode desencadear uma resposta de Pequim, o parceiro comercial mais importante de Wellington, foi justificada por “a Nova Zelândia ter deixado de confiar na independência do sistema judiciário de Hong Kong relativamente à China”, acrescentou.
Peters indicou que a Nova Zelândia ia reforçar as restrições sobre as exportações de material militar para Hong Kong e advertiu os neozelandeses em relação a viagens para a antiga colónia britânica.
Três parceiros da Nova Zelândia na aliança dos serviços de informações “Five Eyes”, o Canadá, o Reino Unido e a Austrália, também suspenderam o tratado de extradição, enquanto os Estados Unidos indicaram já que vão fazer o mesmo.
Até ao momento, Pequim não reagiu, mas a diplomacia chinesa tinha já advertido que qualquer pressão contra a China relativamente a esta lei são consideradas uma “ingerência grosseira nos assuntos internos” do país.
Para opositores e críticos, a lei de segurança é vista como uma erosão dos direitos cívicos e humanos na região administrativa especial chinesa.
A lei da segurança nacional criminaliza atos secessionistas, subversivos e terroristas, bem como o conluio com forças estrangeiras para intervir nos assuntos da cidade.
O documento entrou em vigor a 30 de junho, após repetidas advertências do poder comunista chinês contra a dissidência em Hong Kong, abalado em 2019 por sete meses de manifestações em defesa de reformas democráticas e quase sempre marcadas por confrontos com a polícia, que levaram à detenção de mais de nove mil pessoas.
Hong Kong regressou à soberania da China em 1997, com um acordo que garante ao território 50 anos de autonomia a nível executivo, legislativo e judicial, bem como liberdades desconhecidas no resto do país, ao abrigo do princípio “Um país, dois sistemas”, também aplicado em Macau, sob administração chinesa desde 1999.
A agência Reuters compilou várias imagens que mostram como foi o regresso às aulas em tempos de pandemia. Apesar das diferenças, há algo comum que se destaca nas escolas um pouco por todo o mundo: o distanciamento entre os alunos.
Em Portugal, o ano letivo terminou e a preocupação está já focada no próximo, ao qual também não ‘faltará’ a pandemia. Devido à atual crise sanitária que o mundo atravessa, em meados de setembro o regresso às salas de aulas não será igual ao que era.
Se no curto regresso que aconteceu por cá em meados de maio, nem todos marcaram presença, o mesmo não acontecerá no arranque do próximo. Nessa altura, quer as escolas, quer os alunos, funcionários e professores terão de adaptar-se a novos hábitos. A máscara será um adereço essencial e o distanciamento social dentro e fora da sala de aula tem de ser garantido.
E é assim por cá e lá fora. Aliás, há até algumas escolas que optaram por aplicar acrílicos nas sala de aula e até em cantinas para assegurar que os contactos físicos são evitados.
Percorra as imagens acima, captadas pela câmara da agência Reuters, e fique com uma ideia do que se está a passar nas escolas um pouco por todo o mundo
Cerca de 6,7 milhões de crianças com menos de cinco anos correm o risco de sofrer níveis perigosos de desnutrição este ano devido à pandemia do novo coronavírus, alertou a Unicef.
Apartir de uma análise publicada na revista The Lancet, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) observou que 80% das crianças em risco vivem na Áfricasubsaariana e no sul da Ásia.
“Faz sete meses desde que os primeiros casos da covid-19 foram relatados e é cada vez mais claro que as repercussões da pandemia estão a prejudicar as crianças mais do que a própria doença”, afirmou, em comunicado, a diretora executiva da Unicef, Henrietta Fore.
A mesma responsável lembrou que as taxas de pobreza das famílias e a insegurança alimentar aumentaram, com cortes nos serviços essenciais de nutrição e nas cadeias de abastecimento, e com acentuados aumentos nos preços dos alimentos em alguns lugares.
“Como resultado, a qualidade da dieta das crianças piorou e a taxa de desnutrição aumentará”, salientou.
A análise publicada no The Lancet apontou para um possível aumento do desperdício, uma forma de desnutrição que põe em risco a vida das crianças, deixando-as muito magras e fracas.
Como a agência lembrou “desperdiçar não só pode causar a morte, mas também causa deficiências no crescimento, desenvolvimento e aprendizagem”.
A Unicef estimou que cerca de 47 milhões de crianças sofreram com esse problema em 2019, antes da pandemia, e alertou que, se não houver ações urgentes, esse número poderá chegar aos 54 milhões em 2020.
Isso, sublinhou a agência da ONU, colocaria o lixo global em níveis nunca vistos até agora neste século.
O aumento do desperdício nos países em desenvolvimento como resultado da covid-19 pode chegar a 14,3%, o que se traduz em mais de dez mil mortes infantis por mês, mais de 50% delas na Áfricasubsaariana, de acordo com a Unicef.
Além disso, a mesma responsável sublinhou que o agravamento da dieta e a interrupção dos serviços de nutrição vão piorar outras formas de desnutrição em crianças e mulheres, como o nanismo, deficiência de micronutrientes, sobrepeso e obesidade.
Segundo a Unicef, nos primeiros meses da pandemia houve uma redução geral de 30% na cobertura de serviços vitais de nutrição, com alguns países a registarem uma interrupção muito maior.
Entre outros, no Haiti, o medo de contágio e a falta de equipamento de proteção para os profissionais de saúde levaram a uma redução estimada de 73% nos internamentos para tratar subnutrição grave em crianças.
De acordo com as estimativas da UNICEF, mais de 250 milhões de crianças em todo o mundo não estão a receber suplementos de vitamina A devido à covid-19.
A pandemia de covid-19 já provocou mais de 650 mil mortos e infetou mais de 16,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
O ex-primeiro-ministro da Malásia Najib Razak foi hoje condenado em todas as sete acusações de corrupção apresentadas no primeiro processo do escândalo relacionado com o fundo de investimento 1MDB.
“O acusado é culpado e condenado em todas as sete acusações” de corrupção, declarou o juiz do tribunal superior de Kuala Lumpur, Mohamad Nazlan Ghazali.
“Após o exame de todas as provas neste processo, considero que o Ministério Público foi bem sucedido na apresentação do dossiê”, acrescentou o juiz, que demorou duas horas a ler a decisão.
Najib Razak, que arrisca vários anos de cadeia, e vários próximos são acusados de terem delapidado o fundo de investimento 1Malaysia Development Bank (1MDB), criado para o desenvolvimento económico da Malásia, numa fraude de vários milhares de milhões de dólares com ramificações por todo o mundo.
Um dos poucos líderes do Sudeste Asiático a ser processado após perder o cargo, o ex-primeiro-ministro malaio, de 67 anos, enfrenta cinco casos criminais que cobrem 42 acusações de quebra de confiança, corrupção, abuso de poder e branqueamento de capitais relacionadas com o fundo 1MDB.
Este primeiro julgamento começou em abril de 2019, com sete acusações relacionadas com uma transferência de 42 milhões de ringgit (cerca de nove milhões de euros) para as contas de Najib Razak da SRC International, antiga subsidiária do 1MDB, entre 2011 e 2015.
Najib Razak criou o fundo estatal 1MDB quando assumiu o poder em 2009, para promover o desenvolvimento económico do país, mas o fundo acumulou vários milhões em dívidas e está a ser investigado nos Estados Unidos e em vários outros países por alegado desvio de verbas e branqueamento de capitais.
O escândalo levou à derrota da coligação governamental de Najib Razak nas eleições de 09 de maio de 2018, na primeira mudança de poder desde que a Malásia conquistou a independência do Reino Unido em 1957. Najib Razak chefiava o Governo malaio desde 2009.
Na manhã desta terça-feira, um numeroso grupo de apoiantes de Najib esperava a chegada do ex-primeiro-ministro ao tribunal. A maioria envergava roupa vermelha, cor do partido Organização Nacional Unida Malaia (UMNO, na sigla em inglês).
Numa mensagem publicada na rede social Facebook, na segunda-feira, o ex-primeiro-ministro, que sempre negou qualquer culpa neste caso, afirmou estar pronto para o veredito.
“Quero justiça. Quero restabelecer a minha reputação”, escreveu Najib Razak, acrescentando que iria recorrer em caso de uma decisão desfavorável.
No dia seguinte à conquista do título de campeão italiano pela Juventus, Cristiano Ronaldo recebeu rasgado elogio por parte de Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido por Pelé.
«O Cristiano é o atleta moderno, que mostra a todos que o sucesso sempre chega para quem é dedicado e ama o que faz. Ao lado dele, quero homenagear os incríveis jogadores Douglas Costa, Alex Sandro e Danilo Luiz. Parabéns pelo campeonato italiano, Juventus!», escreveu aquele que para muitos é o melhor jogador da história do futebol.
O internacional português Renato Sanches utilizou as redes sociais para anunciar que está recuperado da infecção do novo coronavírus.
A 18 de julho, o médio do Lille, que se encontra em Portugal, tinha tido um teste positivo mas teve, poucos dias depois, um novo teste com resultado negativo. Face ao protocolo em vigência da Direção-Geral da Saúde, Renato Sanches apenas podia ser dado como ‘recuperado’ após um segundo teste negativo, o que aconteceu nas últimas horas.
O jogador, 22 anos, está, assim, autorizado a viajar para França para se juntar à pré-temporada do Lille. «Feliz por estar de volta, estou bem de saúde e isso é o mais importante», anunciou no Twitter.
Vinícius sagrou-se melhor marcador do campeonato nacional, com 18 golos, mas tem mais cinco em todas as competições (quatro na Taça de Portugal e um na Liga dos Campeões), num total de 46 jogos.
O avançado brasileiro tem ainda mais um jogo antes do final da temporada, a final da Taça de Portugal, diante do FC Porto, no próximo sábado, mas nesta altura tem melhores números que os habituais avançados da seleção brasileira: Gabriel Jesus (22 golos), Neymar (19), Richarlison (15) e Roberto Firmino (12).
A FoxSports vai ainda mais longe e estabelece a comparação com Lionel Messi. O avançado do Benfica teve média de um golo a cada 99 minutos na Liga, enquanto o craque argentino, que marcou 25 vezes pelo Barcelona Liga espanhola, regista média de 115,2 minutos.
Visitantes de um safari no Reino Unido estariam redobrando a atenção por causa do ataque de animais. Mas engana-se quem pensa que a preocupação seria por causa de tigres ou leões: macacos armados com facas – e até furadeiras – estão atacando as pessoas no Knowsley Safari Park, localizado em Merseyside.
De acordo com o relato de diversos funcionários, os animais armados têm causado danos aos veículos dos visitantes. Os macacos estariam até mesmo levando as placas de carros e quebrando vidros e espelhos.
Em entrevista ao portal The Mirror, um dos funcionários do Knowsley Safari Park disse que não se sabe se os animais estão recebendo essas armas dos visitantes que querem que eles ataquem os carros. Leia mais no portal Mais Goiás, parceiro do Metrópoles.
Ex-presidente da Tanzânia, Benjamin Mkapa, estava sofrendo de malária e morreu de ataque cardíaco, informou sua família no domingo, com rumores de que ele sucumbiu ao coronavírus.
“Mkapa foi encontrado com malária e foi admitido para tratamento desde quarta-feira”, revelou o membro da família William Erio durante uma transmissão em massa na televisão estatal TBC1.
Mkapa, que governou o país da África Oriental por dois mandatos de 1995 a 2005, morreu na sexta-feira, aos 81 anos, em um hospital de Dar es Salaam, mas o governo não revelou a causa da morte.
“Ele estava se sentindo melhor na quinta-feira e eu estava com ele até 20:00 daquele dia”, disse Erio.
“Depois de assistir ao boletim da noite, ele morreu de parada cardíaca”, acrescentou Erio, dizendo que desejava dissipar os rumores espalhados nas mídias sociais de que Mkapa havia contraído o novo coronavírus.
O presidente John Magufuli participou da missa fúnebre junto com seu vice-presidente e primeiro-ministro no estádio nacional.
A oposição acusou o governo de Magufuli de falta de transparência em relação ao tratamento de uma pandemia que o presidente disse na segunda-feira passada não estar mais presente no país, ao pedir aos turistas que retornassem.
A Tanzânia deixou de publicar estatísticas oficiais sobre o vírus em 29 de abril e, ao contrário de seus vizinhos, não tomou medidas específicas para impedir sua propagação.
Oficialmente, a Tanzânia registrou apenas 509 casos COVID -19 até o momento, enquanto vizinhos como Quênia e RD do Congo registraram, respectivamente, mais de 16.000 e mais de 8.000.
Surgiram perguntas sobre a causa da morte de Mkapa depois que Magufuli não fez imediatamente um anúncio oficial sobre o horário, local e causa, de acordo com a legislação de 2006.
Mkapa, que foi o terceiro presidente do país após a independência da Grã-Bretanha em 1962, será enterrado em sua vila natal na região sudeste de Mtwra na quarta-feira.
Depois de deixar o cargo, ele permaneceu ativo, participando de conversações de mediação no Quênia após a violência nas eleições de 2007-08.
Ele também tentou, sem sucesso, mediar entre o governo do Burundi e os grupos de oposição depois que uma disputa disputada em 2015 mergulhou o país em crise.
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