O Banco Mundial e o Governo do Egipto entregaram, na sexta-feira 18, ao Ministério da Saúde moçambicano diverso material médico para o combate à pandemia do novo Coronavírus. A oferta inclui dinheiro.
Foram entregues ventiladores, ecógrafos, aparelhos de Raio X e equipamentos de protecção individual para os profissionais de saúde que estão na linha da frente de combate ao novo Coronavírus. A prioridade será dada aos centros de isolamento de pacientes com o vírus, mormente na cidade de Maputo, onde há cada vez mais pessoas infectadas.
Emre Ozaltin, do Banco Mundial, esteve no Armazém Central de Medicamentos de Zimpeto, em Maputo, para testemunhar a entrega do material médico. Disse que foram mobilizados 270 milhões de dólares para apoiar Moçambique na resposta à COVID-19.
No geral, “o apoio do Banco Mundial ao Ministério da Saúde é de cerca de 22 milhões de dólares americanos”, valor que “inclui o apoio a várias áreas que envolvem procurment, recursos humanos e operacionalização da resposta à COVID-19”, explicou Emre Ozaltin, para quem o valor inclui ainda “materiais de testagem, rastreio de contactos”, entre outras finalidades.
“Nós disponibilizamos esse dinheiro para o Ministério da Saúde que vai decidir o melhor caminho a aplicar na resposta à COVID-19 em Moçambique”, afirmou Emre Ozaltin.
O Egipto, através do embaixador acreditado no país, Hatim Elalfy, fez a entrega ao ministro da Saúde, Armindo Tiago, de 150 mil dólares. O montante é igualmente destinado à luta contra o novo Coronavírus.
Por sua vez, Armindo Tiago disse que com a ajuda do Banco Mundial e do Egipto, Moçambique eleva a capacidade de resposta à COVID-19.
O equipamento vai melhorar a capacidade de enfrentar o vírus nos locais de internamento por causa da COVID-19 “em todo país, mas a prioridade vai ser para a cidade de Maputo”.
Refira-se que os equipamentos oferecidos já estão a ser enviados às unidades sanitárias.
Moçambique tem 6.264 casos da COVID-19, dos quais 2.613 na cidade de Maputo e 1.071 na província de Maputo. Estes são os dois locais do país com maior número de pacientes infectados, seguidos Cabo Delgado, com 686, Nampula, com 568, e Zambézia, com 310.
O aumento da capacidade de produção de água da ETA (Estação de Tratamento de Água) de Chilembene é resultado da reabilitação e ampliação da antiga infra-estrutura, uma iniciativa do Governo, através do Projecto Pravida.
Antes, o sistema beneficiava cerca de 11.500 habitantes, durante 15 horas por dia, mas, com a intervenção, o sistema passa a ter capacidade de abranger 32 mil pessoas 24 horas por dia.
Neste momento, o sistema está a abastecer água a 12. 240 habitantes, sendo que até 2024 o FIPAG – dono da obra – espera atingir 22. 700 habitantes. Porém, toda a infra-estrutura tem capacidade de alimentar até 32 mil habitantes.
As obras foram inauguradas na sexta-feira 18, pelo Presidente da República, estão orçadas em 151 milhões de meticais.
No seu discurso, Filipe Nyusi defendeu que a iniciativa poderá melhorar a qualidade de vida das comunidades beneficiadas “neste contexto difícil da COVID-19, que impõe intensificação das medidas de higiene através da lavagem das mãos”.
Na ocasião, o Chefe de Estado exortou à população e aos gestores das infra-estruturas para que possam garantir uso sustentável daquele recurso.
Além de Chilembene, o sistema irá melhorar a produção e distribuição de água das comunidades de Chalucuane, Chiguidela, Malhazine, Hókwe e Mapapa.
O líder do MDM, Daviz Simango, manifestou-se preocupado com as declarações do antigo Presidente da República, Armando Guebuza, sobre a sua falta de confiança na Procuradoria-Geral da República (PGR).
As declarações do antigo estadista, que reagia a posição da PGR de convocá-lo para audição, em torno do esclarecimento das chamadas dívidas ocultas, são para o líder do segundo maior partido da oposição, um precedente muito mau para o país.
“Quando um estadista que ajudou a fundar esta Nação, que foi governante, desde o primeiro dia, e construiu esta instituição chamada PGR, e hoje não confia naquilo que ao longo dos anos foi construindo, imaginem um outro cidadão qualquer que não participou, como é que fica”, questionou em jeito retórico, numa entrevista à imprensa, na cidade de Maputo.
Simango, que é membro do Conselho de Estado, órgão que na quarta-feira reuniu para analisar o pedido da PGR para audição a Guebuza, escusou-se de comentar matérias em torno da sessão, mas disse que perante aquelas declarações do antigo estadista, não podia ficar indiferente.
“Se tu construíste uma instituição, com alegação de que estamos a construir pilares para assegurar a justiça, e hoje ficamos a saber que não funciona”, disse, manifestando-se incrédulo.
Já António Muchanga, antigo membro do Conselho de Estado, recordou a sua detenção, após uma sessão convocada por Armando Guebuza, no último ano do seu mandato e considera que o antigo estadista, está agora “a colher o que plantou”.
“O modus operandi desta PGR começou em Julho de 2014 com a minha prisão, quando o Procurador (Geral) Augusto Paulino renunciou, quem montou e fez crescer foi Armando Guebuza, portanto, está agora a colher o que plantou” disse, numa conferência de imprensa em Maputo.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) torna público que pretende recrutar para o seu escritório Provincial de Sofala Coordenador de Advocacia, Comunicação e Relações com o Governo. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF), no âmbito das suas actividades pretende recrutar um (1) Ponto Focal Clínico da Unidade Sanitária, para Gaza. Saiba mais.
A CARE Internacional, uma organização de desenvolvimento e humanitária em Moçambique deste 1986 com escritórios em mais de 70 países e parte duma grande federação internacional pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assistente de Distribuição de Abrigo baseado em Nampula para o projecto de Resposta à Emergência ao Ciclone Kenneth. Saiba mais.Vagas de emprego ainda abertas
A Food For The Hungry Association pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assistente Administrativo e de Recursos Humanos referência: (Ref: FH/GF/MX/OAHR/01/20). Saiba mais.
A Food For The Hungry Association pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Oficial de Procurement e Logística com a referência: (Ref: FH/GF/MX/PLO/01/20). Saiba mais.
Uma empresa do Grupo A, com sede em Maputo, que actua na área de Limpezas e Manuteção, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico de RH. Saiba mais.
O Istituto Oikos pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Inquiridores, no âmbito do projecto financiado por GAIN (Global Alliance For Improved Nutrition). Saiba mais.
A Belutécnica S.A., Empresa de Engenharia e Manutenção Industrial, sita no Parque Industrial de Beluluane, Lote 25, Unidade 2-6, pretende contratar para o seu quadro de pessoal Pedreiros, para a divisão de Refratários. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico Relações com empresas, com a referência: Ref:37/Técnico Relações com Empresas/09/2020/AVS. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Supervisor Actividades Sociais e Económicas, com a referência: Ref:38/Supervisor Actividade Sociais e Económicas/09/2020/AVSI. Saiba mais.
A General Steel Work (GSW) empresa sediada na cidade de Maputo que opera na área de serralharia e construção civil está a contratar Decorador. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Oficial de Educação, com a referência: Ref:35/Oficial de Educação/09/2020/AVSI. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Oficial de Monitoria e Avaliação, com a referência: Ref:36/Oficial de Monitoria e Avaliação/09/2020/AVSI. Saiba mais.
A Imovisa S.A, Empresa de Gestão de Imoveis, Limpeza e Manutenção de Instalações, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico de Gestão Patrimonial. Saiba mais.
A Associação ActionAid Moçambique (AAMoz) pretende recrutar um(a) Gestor(a) de Direito à Educação & Ambiente Sem Violência e Programas Locais de Direito (PLDs). Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestor Multimédia Designer. Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico Comercial. Saiba mais.
A On Time Investment ‘’VIVA TAXI’’, empresa moçambicana de prestação de serviços de táxi por aplicativo, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnico de Marketing. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Coordenador Provincial de Envolvimento e Parceria Comunitária – STAR-G MN-VG 19/2020. Saiba mais.
A Food For The Hungry Association pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Gestor de Desenvolvimento de Programas e Mobilização de Recursos. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, Parceiro(a) de Negócios de Recursos Humanos – Compensação e Benefícios. Saiba mais.
Associação para o Desenvolvimento da Capacidade Comunitária-ADECC, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA Agro-negócio e Consultoria Lda) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um/(a)Assistente de Informatica. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal, parceiro(a) de Negócios de Recursos Humanos – Recrutamento e Integração. Saiba mais.
A General Steel Work (GSW) empresa sediada na cidade de Maputo que opera na área de serralharia e construção civil está a contratar um (1) Decorador. Saiba mais.
A Aldeias das Crianças SOS Kinderdorf International pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Administração e Finanças. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para uma Distribuidora um (1) Pré-representante de vendas . Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Educação Visual. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Eng. Processamento de Alimentos. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Docente N1 – Mecanização Agrícola. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Produtor de Rádio Novela. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Ciências de Informação Geográfica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes – Economia/ Gestão e Relações Internacionais. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Termotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Docentes – Engenharia Civil/Construção Civil. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
O Instituto Superior Politécnico de Songo (ISPS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes – Engenharia Eléctrica/Electrotécnica. Saiba mais.
A Comissão Técnico-Científica sobre a Covdi-19 equaciona a possibilidade de recomendar o escalonamento dos horários de funcionamento dos estabelecimentos públicos e privados, na cidade de Maputo, para diminuir a pressão nos transportes públicos de passageiros e reduzir os níveis de infecção da pandemia.
A Comissão Técnico-Científica esteve reunida, na quinta-feira 17, em Maputo, num encontro dirigido pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, alargado a outros sectores.
Na abertura, Nyusi explicou que o encontro era alargado a outros sectores para se buscar mais sensibilidades sobre as medidas de prevenção da Covid-19.
“ Pedi este encontro porque esta comunidade acho que pode ser, pode mais uma vez ajudar a reflectirmos sobre a situação da pandemia em Moçambique porque, exactamente para resolvermos aquele binómio que temos vindo a discutir nós como governo, nós como sociedade, nós como moçambicanos. Portanto o binómio vida, neste caso saúde, ma também a economia ou desenvolvimento. Sem saúde não se pode desenvolver mas também com fragilidade económica não podemos prover água, energia ou habilitação, comunicação, incluindo a própria produção” , disse.
A revista financeira Forbes noticiou que este ano o futebolista mais bem pago do mundo é Leonel Messi.
Ganhou ou vai ganhar até ao final do anos 126 milhões de dólares incluindo 96 milhões em salários pagos e prémios pagos pelo seu clube, Barcelona e 34 milhões em parcerias e patrocínios.
Messi tornou se no segundo futebolista da história a ultrapassar os mil milhões de dólares em receitas durante toda a sua carreira. Nesse clube muito restrito de bilionários do desporto já lá estava Cristiano Ronaldo do Juventus que este ano fica atrás de Messi com um total de rendimentos de 117 milhões de dólares.
O brasileiro Neymar do Paris St. Germain fica em terceiro lugar com 96 milhões.
No clube de bilionários do desporto estão lá para além de Messi e Ronaldo o golfista Tiger Woods, o ex-pugilista Floyd Mayweather e o ex-basquetebolista Michael Jordan.
O Sindicato dos Enfermeiros e Técnicos de Saúde da Guiné-Bissau iniciou na quarta-feira 16, uma greve de sete dias para exigir a regularização da carreira, pagamentos de dívidas em atraso e melhores condições de trabalho.
E nas primeiras horas do dia, registaram-se os primeiros impactos.
Vários pacientes não foram atendidos no Hospital Nacional Simão Mendes, o maior centro hospitalar do país, e mulheres grávidas tiveram de recorrer a clínicas privadas e ao Hospital Militar.
“A minha filha está doente, estamos aqui e não fomos atendidos, agora não sei como fazer”, disse à VOA uma mãe, enquanto outra lamentou que “temos crianças e adultos doentes, viemos com os nossos filhos para fazer o tratamento”.
Yoio João Correia, presidente do Sindicato Nacional de Enfermeiros e Técnicos de Saúde e Afins, explica que “independemente das situações acordadas, há falta de condições de trabalho e pessoas colocadas desde 2014/2015, mas que não se efetivaram”.
Ele justificou a adesão à greve com o fato dos técnicos de saúde quererem “uma mudança social e a dignificação da classe, sobretudo um sistema de saúde melhor para que possa dar respostas na hora de acordo com as demandas da população guineense”.
Frente a esta situação, o sociólogo Infali Donqui aconselha o Governo a encontrar uma solução rápida porque “a greve no setor de saúde vai ter um impacto negativo, sobretudo no momento em que o mundo está preocupado com situação da pandemia de Covid-19”.
A paralisação no setor de saúde acontece numa altura em que o país regista 2.303 casos de coronavírus, dos quais 1.472 recuperados e 39 óbitos.
A Polícia Nacional (PN) de Angola deteve na quinta-feira17, 10 ativistas no município de Calandula, a 85 quilómetros a norte da cidade de Malanje, na província de mesmo nome, quando se preparavam para iniciar uma manifestação para exigir a exoneração do administrador local Pedro Dembué.
Félix Francisco Mundo um dos subscritores da reivindicação, precisou que os ativistas estão retidos no Comando Municipal da Polícia, para onde foram conduzidos pouco depois das 13 horas.
Não há por agora, qualquer posicionamento das autoridades.
O ex-presidente de Moçambique Armando Guebuza será ouvido, em data ainda não determinada, pela Procuradoria Geral da Republica (PGR) num processo relacionado com o escândalo das dívidas ocultas.
O diario “O Pais” de Maputo escreve que Guebuza prometeu prestar os esclarecimentos solicitados, mas reclamou que está a ser vítima de uma tentativa de assassinato politico”.
O jornal cita Guebuza afirmando que “iremos prestar os esclarecimentos solicitados, sem no entanto, deixar ficar a nossa desconfiança em relação à constante e desconforme actuação da Procuradoria-Geral da República”.
Guebuza disse ainda que “temos razões de sobra para a falta de confiança no nosso Ministério Público”.
Tal desconfiança deriva, entre outros factores, da citação do seu nome num processo que a PGR move em Londres, também relativo às dividas ocultas, no qual o ex-estadista deve ser ouvido.
Quanto a isso, Guebuza disse que “é estranho que a nossa Procuradoria-Geral da República tenha preferido atravessar a África sub-sahariana, o deserto de Sahara, o Mar Mediterrâneo, a Europa continental e o Canal da Mancha, para obter esclarecimentos de um cidadão nacional e aqui residente”.
O pedido da PGR no sentido de ouvir Guebuza foi apreciado, esta semana, pelo Conselho de Estado, num encontro marcado pelo presidente Filipe Nyusi. Além do próprio Guebuza, fazem parte deste órgão personalidade como que Graça Machel, Alberto Chipande, Alberto Vaquina e Daviz Simango.
As chamadas dívidas ocultas, de pelo menos dois mil milhões de dólares, foram contratadas no segundo e último mandato de Armando Guebuza.
Foi argumento dessa contratação – ao Credit Suisse e VTB da Rússia – a realização de ambiciosos projectos de pesca de atum e proteção costeira, o que veio a ser denunciado como esquema de enriquecimento ilícito envolvendo membros e funcionários do Governo e seus familiares, banqueiros e empresas de fornecimento de serviços navais.
O filho mais velho de Armando Guebuza, Ndambi Guebuza, e a sua ex-secretária particular, Inês Moiane, estão detidos em Maputo, alegadamente por terem beneficiado do esquema.
E na África do Sul, continua detido, desde 2018, o ex-ministro das Finanças, Manuel Chang, procurado pelos Estados Unidos para responder a crimes financeiros relacionados com a movimentação de fundos resultantes das referidas dívidas.
A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) denunciou o homicídio de uma mulher acusada de feitiçaria por um grupo de atacantes e pediu às autoridades da Guiné-Bissau medidas concretas.
Em comunicado, divulgado na rede social Facebook na quarta-feira 16, a organização dos direitos humanos refere que a mulher, de 50 anos, foi morta a 11 de setembro com “paus e catanas” por um grupo de populares de uma aldeia do setor de Buba, na região de Quinara.
“Após a consumação deste crime hediondo, os suspeitos profanaram o corpo da vítima”, refere a LGDH.
Segundo a organização, o comissariado da polícia de Buba deteve quatro pessoas por alegado envolvimento na morte da mulher.
“Esta é a segunda morte ocorrida no país em menos de um mês, em consequência de agressões brutais motivadas pelas acusações de praticas de feitiçaria”, salienta.
Dados da Liga Guineense dos Direitos Humanos indicam que nos últimos dois anos 49 pessoas foram mortas depois de acusadas de feitiçaria e que os autores daqueles crimes não foram condenados.
“Estes indicadores preocupantes, exigem a necessidade de adoção de medidas concretas para fazer face a estas práticas obscurantistas que continuam a ceifar vidas humanas e a pôr em causa a paz e harmonia no seio da população, sobretudo nas zonas rurais”, sublinha a organização.
A diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu na quinta-feira 17, que se pare de subsidiar os combustíveis fósseis, apontando que o seu uso tem consequências mortais.
“Deixem de pagar 400 mil milhões em subsídios aos combustíveis fósseis e comecem a investir esse dinheiro em coisas que não nos matem”, defendeu a médica espanhola María Neira na sua intervenção na cimeira climática “Austrian World Summit”, organizada pelo ator e ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger.
María Neira apontou que era uma questão de tempo até uma doença altamente infecciosa como a covid-19 passar dos animais selvagens para os seres humanos por causa da destruição a ritmo acelerado de ecossistemas e da biodiversidade.
“A maior parte das doenças infecciosas provem de animais selvagens, foi o caso de 60% dos agentes infecciosos de epidemias anteriores, como o ébola ou o zika”, indicou.
Junta-se à “relação destrutiva” dos humanos com o seu ambiente condições que favorecem a transmissão de vírus, destacou, referindo que “cidades muito contaminadas, com alta densidade populacional” são “condições perfeitas” para tornar as pessoas vulneráveis às doenças.
María Neira recomendou numa mensagem em vídeo que se mude a relação das sociedades com a natureza para que seja menos destrutiva e a aposta em garantir aos cidadãos serviços básicos como água limpa e saneamento e acesso a energias renováveis.
A consultora NKC considerou na quinta-feira 17, que a inflação em Moçambique deverá ficar nos 2,9% e que o banco central deverá cortar as taxas de juro de referência em 1,5 pontos percentuais até final do ano.
“Prevemos que a taxa de inflação média deverá aumentar ligeiramente este ano, de 2,8% para 2,9%, e vemos margem para o Banco de Moçambique baixar a taxa de juro em mais 150 pontos base até final do ano, dada a previsível fraqueza económica e o valor relativamente elevado da taxa”, escrevem os analistas num comentário à inflação no país.
No documento, lê-se que “a reduzida procura interna e os preços baixos do petróleo internacional vão ajudar a conter a inflação, mas os riscos são ascendentes”.
O metical desvalorizou-se 13% face ao dólar desde o princípio do ano, tendo a inflação ficado abaixo dos 3% nos últimos três meses, de acordo com os dados oficiais.
Mesmo sem terem efectuado nenhum jogo este ano, os Mambas subiram um lugar no ranking da FIFA, passando da 106ª para a 105ª posição com os mesmos 1200 pontos, de acordo com a actualização feita na quinta-feira 17, pelo órgão reitor do futebol mundial.
Ao nível do continente africano, a selecção nacional de futebol encontra-se no 24º lugar, numa lista que é liderada pelo Senegal com 1555 pontos.
Quanto aos seus adversários na fase de qualificação ao CAN-2021, Camarões estão melhor posicionados em 53º lugar com 1413 pontos. O Ruanda, que caiu um degrau, passou da 131ª para 132ª posição com os mesmos 1089 pontos. Por último, Cabo Verde, adversário com o qual os Mambas empataram a duas bolas na segunda jornada do grupo “F”, está no 78º lugar com 1318 pontos.
Nesta actualização, destaque para Portugal que subiu duas posições no ranking da FIFA, ocupando agora o quinto lugar, depois das vitórias sobre a Croácia (4-1) e a Suécia (2-0) na abertura da Liga das Nações.
O ranking da FIFA continua a ser liderado pela Bélgica com 1773 pontos, seguido da França com 1744.
A próxima actualização do ranking da FIFA será feita no próximo dia 22 de Outubro.
O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, disse que é hora de a Nação sul-africana voltar ao seu “novo normal” e reduziu o nível de alerta para 1, com efeitos a partir da meia-noite de 20 de Setembro. A partir de 01 de Outubro, serão permitidas viagens para dentro e fora da África do Sul para negócios, lazer e outras finalidades.
O Chefe de Estado sul-africano começou o seu discurso lembrando que “meio ano passou” desde que declarou estado de desastre nacional em resposta à pandemia do novo Coronavírus.
Até ao momento, mais de 15 mil sul-africanos perderam a vida, devido à doença, e mais de 650 mil foram confirmados como infectados.
Por causa disso, a economia e a sociedade sul-africana “sofreram grande devastação”, mas mesmo assim foi possível suportar essa “tempestade violenta e destrutiva”.
“Permanecendo juntos, permanecendo decididos, nós resistimos a isso”, disse Cyril Ramaphosa, para quem há dois meses, “no auge da tempestade”, a África do Sul registava cerca de 12 mil novos casos por dia.
Essa tendência baixou significativamente e, agora, o país regista, em média, menos de dois mil casos por dia. “Hoje temos uma taxa de recuperação de 89% (…)” e houve um declínio gradual e constante nas novas infecções, hospitalizações e mortes.
A demanda por camas hospitalares, ventiladores, oxigênio e outros requisitos médicos essenciais também reduziu de forma constante, seguindo o Presidente sul-africano. “Conseguimos superar a pior fase desta epidemia, protegendo a capacidade do nosso sistema de saúde”.
Neste contexto, “é hora de voltarmos para o que se tornará o nosso novo normal enquanto o Coronavírus estiver entre nós”.
Embora grande parte da actividade económica tenha sido retomada a partir de Junho, agora é hora de remover o máximo de restrições remanescentes à actividade económica e social, uma vez que é razoavelmente seguro fazê-lo, disse o Presidente da África do Sul.
Uma das primeiras medidas tomadas para “conter a propagação do vírus foi restringir severamente as viagens internacionais e fechar as fronteiras”, disse o Chefe de Estado sul-africano.
Mas com a mudança do nível de alerta para 1, haverá redução gradual e cautelosa das restrições sobre as viagens internacionais, disse o Presidente da África do Sul.
As viagens para dentro e fora da África do Sul para negócios, lazer e outras finalidades, com efeitos a partir de 01 de Outubro, estão sujeitas a várias medidas de contenção e mitigação da doença. As viagens podem ser restritas de e para determinados países com altas taxas de infecção.
Uma lista de países será tornada pública com base nos dados científicos mais recentes, disse Cyril Ramaphosa.
Na chegada à África do Sul, os viajantes deverão apresentar um resultado negativo do teste para a COVID-19, com validade até 72 horas a partir da hora de partida.
Se um viajante não tiver feito teste da COVID-19 antes da partida, deverá permanecer em quarentena obrigatória por conta própria.
Todos os viajantes serão examinados à chegada e aqueles que apresentarem sintomas deverão permanecer em quarentena até que haja repetição do teste da COVID-19.
Em preparação para a reabertura de nossas fronteiras, as missões sul-africanas no exterior serão abertas para os pedidos de visto.
“O sector de turismo é um dos nossos maiores motores económicos. Estamos prontos para abrir as portas novamente para o mundo e convidar os viajantes a desfrutarem” as montanhas, as praias, as cidades e a vida selvagem da África do Sul, “em segurança e confiança”, disse Ramaphosa.
Os protocolos de saúde, como a lavagem ou higienização das mãos, o distanciamento social e o uso da máscara devem ser estritamente observados.
Serão permitidos encontros sociais, religiosos, políticos e outros, desde que o número de pessoas não exceda 50% da capacidade normal do local.
Para as reuniões internas, o número máximo de participantes é de até 250 pessoas e 500 pessoas para as reuniões ao ar livre.
O número máximo de pessoas que podem assistir a um funeral aumentou de 50 para 100, disse Cyril Ramaphosa, alertando para ao maior risco de transmissão viral em funerais, daí a necessidade de observar as medidas de prevenção.
A venda de álcool nos locais para o consumo doméstico será permitida de segunda-feira a sexta-feira, das 09h00 às 17h00.
As restrições existentes sobre os eventos desportivos permanecem em vigor.
Sete pessoas ficaram feridas, três das quais em estado grave, em consequência de dois ataques armados ocorridos na quinta-feira 17, na região de Inchope, província de Sofala. A incursão é atribuída à Junta Militar da Renamo.
As vítimas viajavam em dois autocarros atacados entre a região do Inchope e a ponte sobre o rio Púnguè, em Sofala. Os autocarros partiram na manhã desta quinta-feira da cidade da Beira, em Sofala, para Quelimane, na Zambézia.
A viagem ficou temporariamente interrompida, pois, a cerca de 40 quilómetros de Gorongosa, as viaturas foram emboscadas e metralhadas por homens armados.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) confirmou os ataques e disse que foram protagonizados por “bandidos armados da Junta Militar da Renamo, liderados por Mariano Nhongo”.
“Do ataque temos a registar sete feridos, sendo três em estado grave. Os feridos graves foram transferidos para o Hospital Provincial de Manica. Nos dois autocarros foram registados danos ligeiros”, ou seja, “vidros das janelas quebrados”, explicou Dércio Chacate, porta-voz da PRM em Sofala.
O primeiro autocarro foi atacado por volta das 07h45 e o segundo às 10h00.
A Polícia garantiu que, apesar dos ataques, a circulação de pessoas e bens ao longo da Estrada Nacional número seis (EN6) decorre normalmente.
O antigo governador da província angolana da Lunda Sul e ex-vice-governador do Cuando Cubango, Ernesto Kiteculo, foi detido na quarta-feira 16, por suspeita dos crimes de crimes de peculato, associação criminosa, tráfico de influências, participação económica em negócio, recebimento indevido de vantagem, violação das regras de execução do plano e orçamento e abuso de poder.
Os crimes, segundo a Rádio Nacional de Angola, aconteceram quando era vice-governador para o sector económico e produtivo do Cuando Cubango, de 2012 a 2017.
Kiteculo, que dirigiu a Lunda Sul entre outubro de 2017 e setembro de 2018, viu a prisão preventiva declarada depois de oito horas de interrogatórios e encontra-se na cadeia de Viana, em Luanda.
Mais de quatro milhões dos 29 milhões dos casos de covid-19 em todo o mundo são profissionais de saúde, afirmou na quinta-feira 17, a Organização Mundial de Saúde (OMS), que apela aos governos para os proteger e manter em segurança.
“Globalmente, cerca de 14 por cento dos casos de covid-19 comunicados à OMS são profissionais de saúde, uma percentagem que atinge 35% em alguns países”, afirmou o secretário-geral daquela agência das Nações Unidas, TedrosAdhanomGhebreyesus, admitindo que não é certo se foram infetados no trabalho ou em casa.
Por isso, a OMS dedica quinta-feira 17, o Dia Mundial da Segurança dos Pacientes aos profissionais de saúde, assinalando que “estão sujeitos a ‘stress’, exaustão, estigmatização e até violência” e salientando que “uma em cada dez pessoas que são hospitalizadas sofrem uma falha de segurança ou adversidade”.
“Este é um problema de todos os países, sejam ricos ou pobres”, afirmou Ghebreyesus.
Focando-se nos profissionais de saúde, a organização indica que a pandemia da covid-19 colocou “níveis extraordinários de ‘stress’ psicológico” sobre eles por estarem sujeitos a “ambientes altamente exigentes durante longos períodos, em receio constante de estarem expostos à doença, ao mesmo tempo que estão separados das famílias e em risco de serem estigmatizados” pelo resto das pessoas.
Num relatório recente da OMS, verificou-se que um quarto dos profissionais inquiridos revelou sinais de depressão e ansiedade e um terço sofre de insónia desde que começou a pandemia.
Aumentaram também os relatos de discriminação, violência física e insultos dirigidos a profissionais de saúde.
Os governos “têm a responsabilidade moral e legal de garantir a saúde, segurança e bem-estar dos trabalhadores do setor da saúde”, defende a OMS, apelando a todos os seus membros para pensarem na segurança quer dos pacientes quer dos profissionais de saúde.
Pede que sejam criados “programas nacionais de saúde ocupacional e saúde” dos profissionais, que sejam protegidos da violência no local de trabalho e que se aposte na sua “saúde mental e bem-estar psicológico” e na proteção de “riscos físicos e biológicos”.
“Nenhum país, hospital ou clínica pode manter os seus pacientes seguros se não mantiver seguros os seus profissionais de saúde”, afirmou TedrosGhebreyesus.
A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 936.095 mortos e mais de 29,6 milhões de casos de infeção em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Vários eurodeputados portugueses exortaram na quinta-feira 17, a União Europeia a não ignorar a situação que se vive em Cabo Delgado, durante um debate no Parlamento Europeu sobre a situação humanitária no norte de Moçambique.
“É grave, muito grave, o esquecimento a que a comunidade internacional e a União Europeia em particular votou a situação de Moçambique. A pandemia não desculpa tudo, não pode ser o véu que tapa aquilo que se está a passar no norte de Moçambique”, declarou o líder da delegação do PSD, Paulo Rangel.
No mesmo sentido, o líder da delegação do PS, Carlos Zorrinho, dirigindo-se à comissária responsável pelas Parcerias Internacionais, JuttaUrpilainen, que representou o executivo comunitário no debate, defendeu igualmente que a UE não pode “refugiar-se na desculpa da complexidade [da situação], nem da pandemia para abandonar o povo de Cabo Delgado”.
Também a deputada Marisa Matias, do Bloco de Esquerda, disse ser necessário “denunciar o que se está a passar e acabar com o silêncio”, sustentando que “condenar os atentados terroristas e o ‘jihadismo‘ é fundamental, mas não chega”, pois também “é preciso denunciar e parar a exploração dos recursos naturais”, que tem levado multinacionais “a competir como abutres para ter acesso à região”, quase “como se nada estivesse a acontecer” no norte de Moçambique.
Primeiro interveniente no debate, Rangel insistiu que a UE não pode “deixar Moçambique e os moçambicanos no esquecimento”, apontando que “há neste momento um drama humanitário terrível no norte de Moçambique, na província de Cabo Delgado”.
“Há já mais de 1.500 mortos, há centenas de milhares de deslocados, há terrorismo nas aldeias e nas vilas de Moçambique. Muitas das jovens mulheres têm sido raptadas ou escravizadas sexualmente, muitos dos jovens homens reforçados à força para milícias e para exércitos temporários. É uma ofensiva claramente inspirada no ‘jihadismo‘ islâmico, no extremismo, com ligações já comprovadas ao Daesh“, disse.
Para o deputado social-democrate, “este não é apenas um problema para os moçambicanos que estão a sofrer e que precisam de ajuda humanitária”, mas “também um problema regional, porque se está a espalhar o ‘jihadismo‘ islâmico pelos países à volta”.
“Já veio do Sahel, do Corno de África, são surtos vários em toda a África a que nós não estamos a dar atenção. E por isso é fundamental o apoio da UE, o envolvimento da União Africana, o envolvimento da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral. Nós temos que envolver todos estes parceiros para salvar estas pessoas que estão em desespero, e que para além do desespero estão totalmente esquecidas e abandonadas pela comunidade internacional”, disse.
Rangel argumentou que “ninguém fala de Moçambique, nem nos países mais próximos, como Portugal ou como a Itália, que têm responsabilidades especiais relativamente a Moçambique”.
Na intervenção imediatamente a seguir, o deputado socialista Carlos Zorrinho respondeu a este ‘reparo’ afirmando que Portugal tem desempenhado um papel ativo, designadamente através do chefe da diplomacia Augusto Santos Silva.
“E sim, senhor deputado Paulo Rangel, os Estados-membros também têm um papel a desempenhar. E, felizmente, Portugal, através do seu ministro dos Negócios Estrangeiros, tem desempenhado esse papel. Que sirva de exemplo e que sirva também de motivador para o trabalho que é necessário prosseguir”, afirmou.
Relativamente à crise humanitária, notou que é resultado de “pobreza endémica, ganância económica, fragilidade institucional e catástrofes naturais”, a que se juntou o “terrorismo sob a capa da intolerância religiosa”.
“Senhora comissária, não podemos refugiar-nos na desculpa da complexidade nem da pandemia para abandonar o povo de Cabo Delgado. Temos de agir de forma articulada sobre as raízes do problema, mas, no imediato, temos que responder à urgência humanitária com que nos confrontamos”, defendeu.
A província de Cabo Delgado é há três anos alvo de ataques por grupos armados, alguns reivindicados pelo grupo ‘jihadista‘ Estado Islâmico, mas cuja origem permanece em debate, provocando uma crise humana com mais de mil mortes e 250.000 deslocados internos.
Estima-se que 374.000 pessoas tenham sido ainda afetadas em 2019 e no início de 2020 por intempéries e inundações, com destaque para o ciclone Kenneth, em abril do último ano, que provocou 45 mortos e arrasou diversas povoações, deitando por terra inúmeras infraestruturas públicas, como escolas e unidades de saúde.
Uma jovem brasileira, de 15 anos, chora sangue e os médicos não conseguem encontrar explicação para que tal aconteça. A mãe, Juliana Miranda, de 36 anos, explicou ao site G1 que tudo começou no passado dia 12, quando a adolescente se queixou com dores de barriga e foi encaminhada para uma unidade hospitalar.
“Foi atendida” e voltou para casa, em Adolfo. Contudo, no dia seguinte “acordou com lágrimas de sangue a sair de um dos olhos e veio conversar comigo, assustada com a situação”, contou a mãe.
Então regressaram ao médico e, sem quaisquer dores, foi-lhe dada alta. Horas depois, prossegue a mãe, o sangue começou a sair dos dois olhos, o que levou a uma nova ida ao hospital.
“Decidiram transferi-la para a Santa Casa de José Bonifácio, em São Paulo, onde outra médica a examinou e me disse que não poderia ajudar com o caso, porque a minha filha não estava sentindo nenhum tipo de dor. Em seguida, encaminharam-na para outro hospital”, disse Juliana à mesma publicação.
Aqui, e após exames, os médicos também não conseguiram chegar a nenhum diagnóstico concreto sobre o que estaria a causar esta estranha condição. Recebeu alta mas irá realizar novos testes e, quando os resultados chegarem, será de novo atendida.
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