A Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu agendou para esta quarta-feira um debate sobre a situação causada pelo terrorismo em Cabo Delgado.
O agendamento da sessão, na qual os eurodeputados irão trocar “pontos de vista sobre a situação em Moçambique”, aconteceu sexta-feira passada.
O debate surge após, há duas semanas, o Partido Popular Europeu (PPE), por iniciativa do eurodeputado do CDS-PP, Nuno Melo, ter pedido o agendamento de um debate na sessão plenária, semana passada, sobre a mesma questão, o que acabou por não acontecer, segundo escreve a Deutsche Welle (DW).
Na altura, Paulo Rangel referiu que organizar uma sessão na Comissão dos Assuntos Externos do Parlamento Europeu com audições a pessoas no terreno seria “muito vantajoso” porque poderia dar conta da situação de “urgência” e criar uma “consciência europeia”.
Neste contexto, ainda de acordo com a DW, o formato da sessão está “em avaliação”, segundo a delegação social-democrata no Parlamento Europeu, mas servirá para avaliar a deterioração da situação em Moçambique.
Desde Outubro de 2017 que Cabo Delgado é assolado pelo terrorismo, facto que além de mortes está causar crise humanitária. Mais de 500 mil pessoas foram forçadas a deslocar-se das suas comunidades neste momento vivem em condições de miséria.
O antigo médio Papa Bouba Diop, autor do primeiro golo do Senegal em mundiais, morreu no domingo (29), aos 42 anos, na sequência de doença prolongada, anunciou a Federação Senegalesa de Futebol.
Diop marcou o golo que permitiu aos senegaleses bater a França, então, como agora, campeã mundial em título, por 1-0, no jogo de abertura do Mundial de 2002, disputado na Coreia do Sul e no Japão. Embalado, o Senegal chegou aos quartos-de-final do campeonato do Mundo de 2002, fase em que caiu no prolongamento (1-0) frente à Turquia, que terminaria a prova no terceiro lugar.
Conhecido como a montanha, devido ao porte físico (1,94 metros e 88 quilos), Papa Bouba Diop distinguiu-se como uma das peças-chave do Senegal no Mundial-2002, tendo mesmo apontado três golos em cinco jogos.
Nascido em Dakar, em 28 de janeiro de 1978, o futebolista senegalês jogou na Suíça (Veveym Neuchâtel e Grasshoppers), França (Lens), Inglaterra (Fulham, Portsmouth, West Ham e Birmingham) e Grécia (AEK Atenas).
“A morte de Papa Bouba Diop é uma grande perda para o Senegal. Presto a minha homenagem a um bom futebolista, respeitado por todos pela sua cortesia e o seu talento. Nunca esqueceremos a odisseia de 2002. As minhas condolências à sua família e ao mundo do futebol”, ‘tweetou’ o presidente do Senegal, Macky Sall.
Centenas de apoiantes dos partidos da oposição foram detidos pela polícia antes de uma manifestação planeada com o objetivo de pedir a renúncia do primeiro-ministro do Paquistão, Imran Khan.
OGoverno defendeu as medidas tomadas pelas forças de segurança, que justificou com a política de combate à pandemia do novo coronavírus.
A polícia declarou ter detido mais de 370 pessoas, enquanto grupos da oposição estimam que cerca de 1.800 tenham sido detidas em Multan, uma cidade no centro do Paquistão onde as autoridades desligaram a rede de telemóveis da região.
As forças de segurança colocaram contentores nas principais estradas na noite de domingo para bloquear o caminho para um parque público onde a oposição planeava protestar contra o primeiro-ministro.
Apesar disso, os líderes da oposição marcharam até o parque, desencadeando confrontos que levaram às detenções.
Entre os presos estão Ali Musa Gillani, filho do ex-primeiro-ministro YousafRazaGillani.
As ruas continuam tensas hoje, antes da hora planeada para a manifestação.
O Governo de Khan referiu que a pandemia do novo coronavírus foi o motivo da interdição do protesto, embora as forças de segurança nos últimos meses tenham interrompido repetidamente os eventos da oposição e detido os seus líderes.
A pandemia até agora infetou cerca de 398.000 pessoas e matou mais de 8.000 desde fevereiro no país.
“A oposição está a fazer política à custa da vida das pessoas”, disse a porta-voz do Governo, FirdousAshiqAwan.
Esperava-se que a manifestação atraísse MaryamNawaz, filha do ex-primeiro-ministro NawazSharif, que vive no exílio em Londres desde 2019 depois de deixar o Paquistão com uma ordem judicial que permitiu que fosse realizar um tratamento médico no estrangeiro.
Na época, um tribunal permitiu que Sharif deixasse o país por quatro semanas, mas o ex-primeiro-ministro não voltou.
Os militares do Paquistão governaram o país de 220 milhões de pessoas – direta ou indiretamente – durante a maior parte da sua história.
As sucessivas tentativas de democracia foram interrompidas por golpes militares, o último em 1999.
Os paquistaneses foram às urnas em 2008 e elegeram o seu primeiro governo civil em 12 anos. Depois disso, houve três eleições consecutivas. Os militares e os serviços de informações mantêm um controlo rígido sobre a política do país e acredita-se que apoiem Khan, que assumiu o poder em 2018.
MaryamNawaz disse aos jornalistas hoje que não temia ser presa e que a manifestação da oposição acontecerá a todo o custo.
“Não há dúvida de que este Governo não estará mais no poder nos próximos dias, se Deus quiser, e não tenho dúvidas sobre isso”, disse MaryamNawaz.
As autoridades moçambicanas esperam construir cerca de 100 novas aldeias, nos próximos tempos, para as populações deslocadas devido à violência armada no Norte de Moçambique, anunciou o secretário de Estado da província de Cabo Delgado.
“Nós queremos garantir que as condições das populações nestas novas vilas sejam melhores em relação as que existiam nos locais da sua proveniência”, declarou Armindo Ngunga, citado hoje pela Rádio Moçambique.Segundo o responsável, na construção das novas aldeias, cujos prazos e orçamentos ainda são desconhecidos, as autoridades vão procurar garantir que todos os serviços básicos estejam disponíveis, havendo já o projeto de um modelo base, que inclui residências, escolas, espaços para lazer e hospitais.”Até este momento, o que nós estamos a fazer é encorajador: as pessoas já começaram a construir casas nas novas regiões onde se encontra e estão animadas”, acrescentou Armindo Ngunga, que reforça o apelo aos parceiros internacionais para a ajuda humanitária.
A violência armada em Cabo Delgado dura há três anos e está a provocar uma crise humanitária com cerca de 2.000 mortes e 500.000 pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na zona da capital provincial, Pemba.
O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, defendeu na segunda-feira (30), a unidade do país na luta contra os grupos armados que protagonizam ataques na província de Cabo Delgado, região norte, reiterando o compromisso com a consolidação da paz e da democracia.
Filipe Nyusi falava em Maputo por ocasião do encerramento de uma conferência promovida pelo Instituto para a Democracia Multipartidária (IMD), alusiva aos 30 anos do multipartidarismo.
“Apelamos aos nossos irmãos [da Resistência Nacional Moçambicana] para ultrapassarem as suas diferenças pela via do diálogo para que o país se possa unir na luta contra os terroristas”, sublinhou Nyusi.
A Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), principal partido da oposição, atravessa uma crise interna, com uma dissidência armada da sua guerrilha a contestar o presidente da organização, Ossufo Momade, e a protagonizar ataques armados nas províncias de Sofala e Manica, centro do país, contra alvos civis e que já provocou 30 mortos desde agosto de 2019.
No seu discurso, o chefe de Estado moçambicano assinalou que a ausência de “paz efetiva” no país é uma ameaça aos direitos e liberdades fundamentais alcançados com a implantação da democracia.
“Constatamos que ao longo destes 30 anos de democracia multipartidária, ainda persistem desafios que devem ser superados para o alcance de uma paz efetiva”, frisou o Presidente moçambicano.
Os atentados aos direitos humanos e as desconfianças em relação aos órgãos de administração eleitoral também são uma mancha à qualidade da democracia moçambicana, acrescentou.
Por seu turno, o embaixador da União Europeia (UE) em Moçambique, António Sánchez-Benedito Gaspar, disse que a organização está empenhada em ajudar o país a consolidar o Estado de Direito democrático.
“Estamos prontos a ajudar Moçambique a reforçar a capacidade de resposta aos múltiplos desafios que enfrenta, incluindo a situação em Cabo Delgado”, declarou Gaspar, falando no mesmo evento.
O diplomata assinalou a importância do respeito pelos direitos humanos, enfatizando que o compromisso com os valores fundamentais deve estar no “âmago” da cooperação entre a UE e os seus parceiros.
O embaixador da UE em Moçambique destacou o compromisso do Estado africano com o sufrágio universal, sublinhando que o país nunca falhou eleições gerais de cinco em cinco anos, desde a realização do primeiro escrutínio nacional em 1994.
António Sánchez-Benedito Gaspar reiterou o empenho da UE no apoio ao desenvolvimento social e económico de Moçambique.
A violência armada em Cabo Delgado dura há três anos e está a provocar uma crise humanitária com cerca de 2.000 mortes e cerca de 500 mil pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos e concentrando-se sobretudo na área da capital provincial, Pemba.
Por outro lado, as províncias de Sofala e Manica, centro do país, são palco de ataques da autoproclamada Junta Militar, uma dissidência armada da Renamo.
O grupo rejeita a liderança do presidente da Renamo, Ossufo Momade, acusando-o de trair as posições do seu antecessor Afonso Dhlakama nas negociações que levaram à assinatura do Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, a 6 de agosto.
Pelo menos 100 escolas que leccionam a sétima classe em Manica ainda não retomaram as aulas devido ao incumprimento dos requisitos exigidos no que concerne a higienização para a prevenção do novo Coronavírus.
Por conta da pandemia do novo Coronavírus as aulas de vários subsistemas de ensino foram interrompidas, tendo meses depois recomeçado gradualmente no quadro do novo normal que se vive.
Com o calendário escolar dos ensinos primário e secundário a apontar para o término das aulas no dia 26 de Fevereiro de 2021, muitas escolas da sétima classe em Manica ainda não reiniciaram as aulas presenciais, segundo avançou PARA “O País” a governadora de Manica.
Nas poucas escolas que já abriram, nota-se fraca afluência dos alunos por recearem a contaminação pelo novo Coronavírus.
O Presidente da República destacou na segunda-feira (30), a importância da Constituição de 1990 no desenvolvimento político e democrático que o país vem registando.
Falando num encontro que marcou o ciclo de palestras de celebração aos 30 anos da democracia multipartidária, Filipe Nyusi disse que apesar avanços, ainda há desafios prevalecentes para a sua consolidação.
“Há muitas razões para celebrarmos a implantação da democracia multipartidária no nosso país, no entanto, temos de reconhecer que apesar dos esforços empreendidos, as ameaças sucessivas à paz, movidas pela desconfiança em relação às instituições de coordenação eleitoral, a limitação dos direitos e liberdades dos cidadãos e os desafios sociais e económicos, contrastam com os progressos alcançados desde a adopção do modelo democrático” avaliou Filipe Nyusi.
De acordo com o Chefe de Estado, o país enfrenta ainda outros desafios que devem ser superados, para que os princípios lançados pela Constituição de 1990 e, aprimorados nas subsequentes revisões, sejam plenos, nomeadamente, através da paz efectiva em todo o território nacional.
“Não obstante todo o tipo de vicissitudes, podemos sublinhar que a democracia multipartidária colocou moçambique na trajectória da paz sustentável e criou a perspectiva de desenvolvimento económico” disse Nyusi.
“Estamos conscientes de que nestes 30 anos, as eleições não constituem o único processo de avaliação da democracia. Mas o sucesso com que temos vindo a realizar os pleitos eleitorais, como país, deve orgulhar-nos porque esta é uma prática já enraizada na nossa cultura democrática multipartidária” disse, realçando, no entanto, a necessidade de lutar pela sua plenitude.
“A democracia multipartidária plena é ainda um percurso e inacabado. Não podemos vacilar, pelo contrário, devemos sentir-nos encorajados a continuar o nosso caminho para a sua consolidação” frisou no discurso que encerrou o ciclo de palestras e reflexões alusivas aos 30 anos da Constituição de 1990.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes Estagiários de Engenharia de Construção Civil. Saiba mais. Saiba mais.
A Universidade Pedagógica (UP) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Estagiário de Economia Monetária e Seguros. Saiba mais.
A TJ Consultants, uma empresa de consultoria estratégica de Recursos Humanos, está a recrutar para seu cliente, um Operador de Empilhadeira. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Docentes N3 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Docentes N4 (Matola). Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Biologia. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – História. Saiba mais.
O Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia da Matola pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Docentes N1 – Português. Saiba mais.
A cidade de Nova Iorque, que fechou as escolas públicas devido ao aumento dos casos de infeção com o novo coronavírus, anunciou hoje que vai reabrir as escolas do ensino básico, a partir de 7 dezembro.
As escolas tinham sido encerradas há menos de duas semanas, mas depois de receber duras críticas por mandar alunos para casa, enquanto as lojas ou restaurantes estavam abertos, o Conselho da Cidade de Nova Iorque retrocedeu e apresentou um novo plano para que o ensino possa voltar a parte dos seus estabelecimentos.
A partir de 7 de dezembro, os alunos do ensino básico poderão regressar às aulas presenciais, enquanto os alunos dos níveis mais avançados continuarão com as aulas ‘online’.
As crianças com deficiências graves também voltarão às escolas a partir de 10 de dezembro, anunciou o prefeito Bill de Blasio, em conferência de imprensa.
A cidade de Nova Iorque tinha definido critérios rígidos de combate à pandemia, entre os quais o encerramento das escolas públicas e a transferência de todos os alunos para programas ‘online’, se a taxa de testes positivos na cidade chegasse a três por cento, um número menor do que decidido para o resto do Estado.
Quando os casos de infeção pelo novo coronavírus começaram a aumentar durante o mês de novembro, as escolas foram fechadas, apesar de o número de positivos nas escolas ser muito baixo.
O plano de reabertura exigirá que os alunos que voltem às salas de aula façam testes semanais para covid-19 e, ao contrário do que aconteceu até agora, permitirá que as crianças frequentem a escola cinco dias por semana.
Esta nova medida acabará praticamente com o modelo “híbrido” que Nova Iorque tinha implantado, em que os alunos frequentavam o centro dois ou três dias por semana e os demais acompanhavam as aulas por videoconferência, na tentativa de reduzir o número de pessoas presentes em todos os momentos nos edifícios.
Segundo De Blasio, esse novo modelo é baseado na “experiência” adquirida nos últimos meses, e será o que se manterá até que haja uma vacina que permita um certo retorno à normalidade.
Por enquanto, apenas os alunos que se inscreveram para o ensino presencial poderão regressar às aulas, enquanto os que optaram pelas aulas à distância continuarão nesse percurso.
As autoridades estimam que cerca de 335.000 alunos possam voltar à escola, pouco menos de um terço do total que estava matriculado no ano passado na rede pública da cidade, que é a maior dos Estados Unidos e uma das poucas, entre as grandes cidades do país, que optaram pelo ensino presencial.
Os Estados Unidos ultrapassaram hoje o número de 265.000 mortes por covid-19 e os 13 milhões de infetados, ao mesmo tempo que as autoridades alertaram para um aumento dos casos nos próximos dias após o feriado de Ação de Graças.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.453.074 mortos resultantes de mais de 62,5 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 4.427 pessoas dos 294.799 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Milhares de pessoas marcharam em Madrid, em defesa do sistema público de saúde e contra a construção do novo hospital de emergência Isabel Zendal, considerando que a cidade precisa de mais meios humanos e menos de instalções físicas.
Empunhando cartazes clamando por “100% saúde pública”, os manifestantes marcharam ao ritmo de tambores pelas ruas da capital espanhola, respondendo ao apelo da plataforma “Maré Branca” (Marea Blanca) que reúne várias organizações profissionais.
Eram quase 10.000 manifestantes, de acordo com os organizadores, e mais de 2.000, segundo as autoridades de Madrid.
De acordo com agências e a imprensa local, manifestantes defenderam em particular a preservação do sistema público de saúde, gerido pela região de Madrid, criticada pela sua falta de investimento, num dos epicentros da epidemia em Espanha.
Uma enfermeira, Lara García, protestou contra o peso de “funcionários em tempo parcial” e os “salários mais baixos do que noutras regiões [para não falar] noutros países”.
A manifestação acontece dois dias antes da inauguração do hospital pandémico de Madrid, construído em poucos meses pela região para aliviar o congestionamento nos hospitais da capital.
Muitos temem, porém, que esse novo estabelecimento, que pode acomodar até mil pacientes, capte recursos alocados para outros hospitais, em especial para o pessoal de saúde.
“O novo hospital é uma fraude absoluta para Madrid e para o povo de Madrid. Não é absolutamente necessário (…). Madrid tem leitos suficientes que poderiam ter sido usados”, disse a ex-enfermeira reformada Leonor Vallejo, 67 anos.
Segundo o jornal espanhol El Diario, os representantes dos 13 sindicatos e associações que convocaram o protesto exigem o aumento da contratação de pessoal de saúde, e criticam a construção do hospital Isabel Zendal.
“Eles querem abri-lo para tirar a fotografia e não têm pessoal de saúde”, censurou o secretário-geral das Comisiones Obreras de Madrid (CCOO Madrid), Jaime Cedrún, citado pelo jornal.
A porta-voz do movimento Sanitari@s Needari@s, Dora García, declarou que o Zendal é “um insulto à cidadania” e “uma despesa de dinheiro de milhões que riem da população”, e exigiu a melhoria das condições de trabalho dos profissionais de saúde.
“Temos de nos reforçar com mais profissionais e com mais meios para fazer face não só a estas contingências, mas também para o dia-a-dia”, afirmou o secretário-geral da organização sindical da região de Madrid CSIT – Unión Profesional, José Ángel Montero, citado pelo jornal El Diario.
Espanha continua a ser um dos países europeus mais afetados pela pandemia, com mais de 44.000 mortes e mais de 1,6 milhão de casos, somados desde o início da pandemia.
A covid-19 provocou pelo menos 1.453.074 mortos resultantes de mais de 62,5 milhões de casos de infeção, em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 4.427 pessoas dos 294.799 casos de infeção confirmados, segundo o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
A Sérvia anunciou que não expulsará o embaixador de Montenegro, numa tentativa de apaziguar a situação causada pelo anúncio feito na véspera por ambos os países de que os seus respetivos embaixadores tinham sido expulsos.
No sábado (28), Montenegro declarou o embaixador sérvio Vladimir Bozovic como “persona non grata” por “interferência nos [seus] assuntos internos”, dando-lhe 72 horas para deixar o país. A Sérvia anunciou imediatamente uma medida recíproca contra o embaixador do Montenegro, Tarzan Milosevic.
“Decidimos que a partir desta noite a Sérvia irá inverter a sua decisão de expulsar o embaixador montenegrino”, disse a primeira-ministra, Ana Brnabic, após uma reunião com o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic.
Belgrado quer, “mais uma vez, estender a mão da cooperação e da amizade”, acrescentou.
O conflito surgiu alguns dias antes da tomada de posse do novo governo pró-sérvio de Montenegro.
Em 22 de novembro, o primeiro-ministro designado do Montenegro, Zdravko Krivokapic, lamentou esta crise diplomática.
Tinha prometido, através de uma mensagem na rede social Twitter, que o seu Governo, que tomaria posse na quarta-feira, iria trabalhar para melhorar as relações entre os dois países.
“O governo cessante, até aos seus últimos dias, não hesita em polarizar a sociedade e aprofundar as divisões”, acrescentou.
Mas o Partido Democrático dos Socialistas de Djukanovic aprovou a expulsão do embaixador sérvio, argumentando que ele “denegria constantemente o Montenegro”.
O embaixador sérvio Vladimir Bozovic tinha descrito na sexta-feira como “libertação” a realização de uma assembleia em 1918 que tinha decidido que o Montenegro se juntaria à Sérvia e assim se tornaria parte do reino dos sérvios, croatas e eslovenos, perdendo a sua independência.
Num gesto simbólico, os legisladores montenegrinos adotaram uma resolução em 2018 que anulava as decisões da assembleia de 1918.
Montenegro declarou a independência da Sérvia em 2006, mas as tensões sobre a identidade nacional ainda assombram este pequeno país dos Balcãs.
De acordo com o censo de 2011, quase 30% dos 620.000 habitantes de Montenegro identificam-se como sérvios. Alguns deles foram contra o desejo do presidente de consolidar a identidade nacional de Montenegro.
O domingo foi de homenagens a Diego Armando Maradona no Camp Nou. O Barcelona goleou o Osasuna por 4 a 0 e somou pontos importantes em sua recuperação no Campeonato Espanhol. Coutinho, Griezmann, Braithwaite e Messi, com um golaço, marcaram os gols da vitória do time catalão.
Com o resultado, o Barcelona chegou aos 14 pontos e pulou para sétima posição no Campeonato Espanhol. A equipe de Messi volta aos gramados no próximo sábado, fora de casa, às 17h, diante do Cádiz.
O JOGO
O Barcelona começou a partida em uma intensidade muito alta, pressionando a saída de bola do Osasuna. Logo aos dez minutos, a primeira grande oportunidade. Messi lançou Griezmann na ponta esquerda. O camisa 7 passou pelo goleiro e cruzou para Coutinho. O brasileiro chutou cruzado, mas o zagueiro Unai García tirou em cima da linha.
A pressão era grande, mas a bola só balançou as redes aos 30 minutos, Messi novamente acionou Griezmann, que fez boa jogada na esquerda e cruzou para Coutinho chegar batendo. Herrera fez ótima defesa e, em cima da linha, no rebote, Braithwaite ganhou bate rebate com o goleiro e empurra a bola para o gol.
Após o gol, o Barcelona diminuiu a intensidade, mas, mesmo assim, ampliou o placar. Aos 40, Jordi Alba chegou na linha de fundo, cruzou na área e a zaga do Osasuna afastou de cabeça. Griezmann aproveitou o rebote, de fora da área, sem deixar a bola cair, e emendou uma bomba para fazer um golaço para o Barça.
Na volta para segunda etapa, o Barcelona continuou dominando o jogo. Logo aos 11, Griezmann roubou a bola na entrada da área e tocou para Coutinho. No bate rebate na área, abola sobra novamente nos pés de Griezmann, que rolou para Coutinho mandar para o fundo do gol e fazer 3 a 0 para o Barcelona.
Aos 27, um lance de gênio dedicado a outro gênio. Messi fez linda jogada individual, ao seu estilo, carregou a bola e soltou uma bomba no ângulo do goleiro. Golaço. Na comemoração, Messi tirou a camisa e exibiu uma camisa 10 do Newell’s Old Boys, time que o revelou e que Maradona jogou no começo da década de 90. Com o golaço, o Barcelona fechou com chave de ouro a goleada e iniciou sua recuperação na La Liga.
A COVID-19 fez mais duas vítimas mortais no país entre o sábado e domingo. As vítimas são da Zambézia e Maputo. O país soma agora 130 mortes causadas pela doença, sendo que há, por outro lado, cerca de 87% de pessoas que antes tinham o vírus mas que já estão totalmente recuperadas.
Uma mulher de 57 anos que estava internada num dos hospitais da província da Zambézia morreu vítima da COVID-19, anunciou o Ministério da Saúde (MISAU).
De acordo com o MISAU, no domingo, outra paciente de 40 anos também perdeu a vida na cidade de Maputo, vítima da doença.
As duas vítimas evoluíram para óbitos depois de terem registado agravamento no estado clínico, nas unidades hospitalares onde estevam internadas.
Maior parte das mortes continua a se verificar em Maputo.
Entre o sábado e domingo, o MISAU anunciou, igualmente, um total de 107 novos casos positivos da COVID-19, elevando o cumulativo para 15.613 casos. Todos frutos da transmissão local.
Dos novos casos, maioria continua, também, a ser proveniente da cidade de Maputo, que registou 17 casos só este domingo.
Entretanto, para além dos novos casos da doença, no último sábado mais 46 pessoas foram declaradas livres do Coronavírus no país, fazendo com que o cumulativo seja 13.677 pessoas, equivalente a 87.8% do global.
Em Moçambique, existe, até o momento, um cumulativo de 63 pacientes internados, dos quais 45 estão actualmente nos centros de internamento de COVID-19 e em outras unidades hospitalares. Maputo acumula grossa parte dos casos.
Os pacientes internados padecem de patologias crónicas diversas, sendo que as mais frequentes são a Hipertensão Arterial e as Diabetes.
Em Moçambique existe, até o momento, um cumulativo de 3.241.956 pessoas rastreadas para a COVID-19 nos diferentes pontos de entrada. Destas, 57.585 foram submetidas à quarentena domiciliar. Neste momento, 8.012 pessoas observam ainda a quarentena domiciliar e 3.395 contactos de casos positivos estão em seguimento.
O Governo de Canadá anunciou, ontem, um novo prolongamento, até 21 de Janeiro de 2021, do encerramento das suas fronteiras a estrangeiros cuja presença não é considerada essencial.
Segundo a Lusa, desde março deste ano, os viajantes que chegam ao Canadá, canadianos ou não, têm sido sujeitos a uma quarentena obrigatória de 14 dias para evitar a propagação do Coronavírus.
A fronteira do Canadá com os Estados Unidos da América permanece fechada até 21 de Dezembro, ao abrigo de um acordo bilateral com Washington. Só é permitido o comércio de bens e mercadorias e viagens consideradas essenciais, escreve o Notícias ao Minuto que cita a Lusa.
Em comunicado, citado pelo Notícias ao Minuto, o Governo diz que “estará em posição”, a partir de 21 de Janeiro, de harmonizar possíveis prolongamentos de fechos das fronteiras com os Estados Unidos e outros países em todo o mundo, bem como a ordem de quarentena obrigatória.
O Canadá regista u cumulativo de 360.000 casos de infecçã e mais de 12.000 mortes por COVID-19.
A ascensão de Darwin Núñez de águia ao peito chamou a atenção dos principais clubes da Europa, e começa a ser longa a lista de emblemas que manifesta intenção de poder reservar o internacional uruguaio para o futuro. Segundo o jornal inglês Telegraph o Manchester City, de Pep Guardiola, fixou o nome do avançado encarnado de 21 anos para a lista de compras de 2021 para possível sucessor do argentino Sérgio Aguero.
A notícia surge um dia depois de em Espanha o nome do dianteiro ter sido também associado ao Real Madrid, neste caso para ser opção para o lugar do ex-Benfica Luka Jovic.
Barcelona e Inter de Milão foram emblemas também já associados ao uruguaio que em 11 jogos apontou cinco golos e concretizou seis assistências de águia ao peito. Ao serviço da seleção do seu país leva dois golos, embora apenas um em jogos oficiais. Mesmo sem jogar, Darwin dá que falar.
Um ataque suicida numa geladaria em Mogadíscio, na capital da Somália, causou na sexta-feira à noite sete mortes e 10 feridos, informou o serviço de ambulâncias Aamin, citado hoje por meios de comunicação locais.
O atentado ocorreu na geladaria “Gelato Divino”, um estabelecimento “popular” localizado na “movimentada estrada” que leva ao aeroporto internacional da capital somali.
Segundo testemunhas, um homem entrou na loja e detonou os explosivos que levava agarrados ao corpo.
A maioria das vítimas são adultos e líderes comunitários, incluindo um funcionário da embaixada da Somália na Etiópia, informou a comunicação social local, apontando o grupo jihadista Al Shahab como possível responsável pelo ataque.
O ataque ocorreu horas depois de o secretário de defesa em exercício dos Estados Unidos da América (EUA), Christopher Miller, fazer uma visita surpresa a Mogadíscio.
O embaixador da União Europeia na Somália, Nicolás Berlanga, condenou hoje o que classificou de “bárbaro ataque” e enviou as condolências aos familiares das vítimas.
“Todos nós que trabalhamos por uma Somália próspera e estável estamos tristes pela perda de vidas humanas, mas a nossa esperança é mais forte do que a raiva cega”, disse Berlanga.
O primeiro-ministro da Somália, Mohamed Hussein Roble, também condenou o ataque e apelou à unidade na “luta contra o terrorismo” neste país, que prevê realizar eleições parlamentares em dezembro e eleições presidenciais em fevereiro de 2021.
Mogadíscio sofre frequentes ataques da Al Shabab, organização afiliada desde 2012 à rede terrorista Al Qaeda, que controla áreas rurais do centro e do sul da Somália.
Os insurgentes pretendem estabelecer um Estado Islâmico Wahhabi (ultraconservador) na Somália.
A Somália vive um estado de guerra e caos desde 1991 quando o ditador Mohamed Siad Barre foi deposto, deixando o país sem um governo efetivo e nas mãos de milícias islâmicas.
Aplaca metálica e brilhante encontrada há poucos dias no deserto do Utah (Estados Unidos) desapareceu tão misteriosamente como tinha aparecido. O monólito prateado, que tinha gerado as mais desvairadas teorias – como a de que fora ali colocada por seres de outros planetas – foi removida para uma “parte desconhecida”, declarou a agência de gestão de terras daquele estado, citada pelos media norte-americanos, num post do Facebook. .
“Foi uma das coisas mais estranhas com as quais me deparei em todos os anos que já levo como piloto”, assegura Bret Hutchings, que conduzia um helicóptero quando o misterioso monólito foi avistado pela primeira vez, a 18 de novembro. A bordo ia um biólogo que avistou do ar a estranha placa retangular metálica e espelhada no meio do nada. “Há algo ali, temos de ir ver o que é”, alertou o biólogo ao piloto do helicóptero, pouco antes de aterrarem junto do monólito.
A estrutura tinha 3,6 metros de altura e assemelhava-se ao monólito tornado célebre no filme “2001: Odisseia no Espaço”.
A CNN revela que a localização do monólito não foi divulgada porque as autoridades não queriam que os curiosos ficassem presos na paisagem remota correndo o risco de vierem a ser resgatados. Uma cautela que não impediu a expedição de algumas pessoas até ao escondido desfiladeiro situado no sul do Utah. Uma delas, quase se ia perdendo pelo caminho. Outras três viajaram pela escuridão do deserto para lá chegarem.
Já várias pessoas partilharam selfies nas redes sociais ao lado do estranho monólito agora desaparecido e cuja a autoria continua a ser desconhecida. As autoridades locais declararam que é proibida por lei a construção de obras de arte particulares, sem qualquer tipo de autorização, em terrenos que pertencem ao Estado “independentemente do planeta de que os seus autores sejam originários”.
O exército etíope bombardeou no sábado (28) com artilharia pesada a cidade de Mekele, a capital regional de Tigray, onde o Governo iniciou uma guerra com a Frente Popular de Libertação do Tigray (FPLT), disseram à EFE fontes diplomáticas.
“Até agora identificámos a presença de fortes explosões na parte central de Mekele e outra explosão na periferia”, disse o diplomata, que indicou que as instalações pertencentes à FPLT (na sigla inglesa) foram atacadas. De acordo com um comunicado do Governo Regional de Tigray, publicado pela Tigray Media House, “desde ontem, Abiy Ahmed e as forças da Eritreia estão a bombardear com artilharia pesada”, hoje “principalmente contra instalações e infraestruturas civis”.
Em 26 de novembro, o primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, ordenou o ataque final às autoridades rebeldes na região de Tigray e prometeu “grande cuidado” para não ferir civis durante as ações para tomar Mekele, com quase meio milhão de habitantes.
O tenente general Hassen Ibrahim, chefe do Departamento de Drenagem da Força de Defesa Nacional, disse, em comunicado, que o exército assumiu o controlo da cidade de Wukro, cerca de 50 quilómetros a norte de Mekele, e que controlará Mekele dentro de dias, conforme relatado hoje pelo portal etíope fanabc.com.
Os bombardeamentos à capital do Tigray acontecem depois do encontro de sexta-feira de Abiy Ahmed com os ex-presidentes Joaquim Chissano (Moçambique), Ellen Johnson-Sirleaf (Libéria) e Kgalema Motlanthe (África do Sul), enviados pela União Africana (UA) para mediar a guerra, depois de o primeiro-ministro ter rejeitado o diálogo como solução. O único diálogo que o presidente contempla é com “os partidos políticos que atuam legalmente na região” e com representantes da sociedade civil.
Por enquanto, o primeiro-ministro etíope, vencedor do Prémio Nobel da Paz em 2019, ignorou os apelos internacionais para a cessação ou redução das hostilidades contra o FPLT, o partido que governa o Tigray, região na fronteira com a Eritreia e com o Sudão. O primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, lançou em 04 de novembro uma operação militar na região de Tigray (norte do país), após meses de tensão crescente com as autoridades regionais da TPLF do Tigray.
Desde então, a região tem sido palco de ofensivas militares por ambas as partes, com o disparo de foguetes e de incursões para a captura de cidades. Mais de 40 mil pessoas abandonaram a região em direção ao Sudão e quase 100.000 refugiados eritreus em campos no norte de Tigray ficaram expostos às linhas de fogo. Organismos independentes relataram o massacre de pelo menos 600 civis.
A comunidade internacional, incluindo o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e a União Europeia, tem manifestado grande preocupação com o conflito e o seu impacto humanitário, enquanto insiste nos apelos ao diálogo. Abiy Ahmed tem rejeitado o que apelida de “quaisquer atos de ingerência indesejados e ilegais”, afirmando que o seu país irá lidar com o conflito sozinho.
O Ministério da Justiça moçambicano vai lançar campanha para dar novas certidões de nascimento aos deslocados do conflito armado em Cabo Delgado, que perderam tudo, incluindo documentos.
O Ministério da Justiça moçambicano vai lançar uma campanha para dar novas certidões de nascimento aos deslocados do conflito armado em Cabo Delgado, norte do país, que perderam tudo, incluindo documentos, anunciou a ministra, Helena Kida. “Quando fizemos o levantamento eram cerca de 300.000 pessoas” que o Governo pretende abranger, mas a ministra da Justiça reconhece que esse é um valor “base”, que “deverá aumentar”, referiu, citada hoje pela Rádio Moçambique.
Os últimos números do Governo apontam já para 500.000 deslocados, muitos dos quais fugiram da guerra, deixando tudo para trás, incluindo documentos de identificação, situação que a campanha pretende colmatar. “Estamos a preparar-nos para [atender] mais pessoas”, acrescentou.
A campanha vai consistir na entrega de certidões de nascimento, com as quais as vítimas do conflito poderão obter novos bilhetes de identidade e outros documentos, nomeadamente o Direito do Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT). “Se não tem BI, não pode aceder a outros direitos” e a atribuição do DUAT ganha especial relevância com o avanço de atribuição de terras pelo Estado aos deslocados, em locais onde possam recomeçar a vida, explicou. Helena Kida referiu estar em curso um trabalho em colaboração com os parceiros de cooperação, no sentido de enviar brigadas móveis para realizar a campanha.
A violência armada em Cabo Delgado dura há três anos e está a provocar uma crise humanitária com cerca de 2.000 mortes e 500.000 pessoas deslocadas, sem habitação, nem alimentos, concentrando-se sobretudo na zona da capital provincial, Pemba.
O Presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, recebe esta segunda-feira o seu primeiro ‘briefing’ classificado com a Administração de Donald Trump.
A25 deste mês, o conselheiro da equipa de transição Jen Psaki disse que o Presidente eleito receberá o primeiro ‘briefing’ presidencial diário, a reunião regular sobre as informações mais confidenciais oferecidas aos principais funcionários do Governo dos EUA.
Biden tem estado impedido de receber instruções de inteligência e elementos da sua equipa foram impedidos de entrar em contacto com colegas do Governo do Presidente cessante, Donald Trump, devido à recusa da Administração de Serviços Gerais em verificar se Biden ganhou as eleições presidenciais, perante os processos judiciais sobre a votação interpostos pela candidatura republicana.
A conselheira de transição Kate Bedingfield disse que a equipa de Biden iniciará ‘briefings’ com o Governo de Trump sobre a distribuição de vacinas, testes e cadeia de fornecimento de equipamentos de proteção individual.
Bedingfield disse que a equipa entrou em contacto com oficiais do FBI e do Departamento de Justiça sobre a coordenação de verificações rápidas dos antecedentes dos funcionários seniores propostos por Biden, assim como dos elementos já por ele esta semana indicados.
O novo Presidente dos Estados Unidos toma posse a 20 de janeiro de 2021.
O percalço do fim de semana. Biden torceu o pé
No sábado, quando brincava com um dos seus cães, o presidente eleito dos Estados Unidos torceu o pé direito. Ontem foi avaliado por um ortopedista na cidade de Newark, no estado de Delaware, informou o seu gabinete.
Segundo o médico, o exame radiológico inicial confirma que “não há fratura“. Contudo, por precaução, Biden, de 78 anos, irá fazer um outro exame, uma tomografia computorizada.
O ex-vice do Presidente BarackObama será empossado em 20 de janeiro, tornando-se o mais velho Presidente dos Estados Unidos.
“Major”, com o qual Joe Biden brincava quando torceu o pé, será o primeiro cão resgatado de um abrigo a viver na Casa Branca.
O cão foi adotado em 2018 pela família do Presidente eleito, que tinha desde 2008 um outro cão, “Champ”, que também irá para a Casa Branca.
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O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) deteve um jovem de 30 anos na capital moçambicana, acusado de incitamento à desobediência colectiva.
A detenção ocorreu...