As autoridades costeiras de Marrocos detiveram sete pessoas e apreenderam sete toneladas de haxixe no interior de uma embarcação a caminho da Europa, a cerca de 40 quilómetros de Rabat, foi ontem (05) anunciado.
Em comunicado, a Direção-Geral de Segurança Nacional explicitou que a apreensão de estupefacientes resultou de uma operação coordenada e na sequência de informações “precisas” sobre uma rede de narcotráfico que envolvia os sete pescadores detidos.
Durante a intervenção da polícia, os tripulantes da embarcação, que estava a 54 quilómetros da costa marroquina, tentaram desfazer-se do haxixe, dividida em vários pacotes.
Um fonte das forças de segurança disse à agência espanhola Efe que a embarcação tinha como destino um país europeu, mas as autoridades ainda não dispõem de informações que permitam saber qual o destino exato.
Marrocos é um dos principais produtores de haxixe, uma droga processada, principalmente na região montanhosa do país, onde há cerca de 47 mil hectares dedicados à canábis, segundo informações oficiais, mas que não são verificadas há mais de uma década.
Milhares de pessoas regressaram ontem (05) aos protestos nas ruas de várias cidades argelinas, incluindo a capital, Argel, para exigir a queda do regime militar que domina o país desde a guerra de independência com a França.
Ontem (05) foi a segunda sexta-feira consecutiva em que o movimento popular de oposição, o designado , voltou às ruas, desde que os protestos foram interrompidos há cerca de um ano devido à pandemia do novo coronavírus.
Apesar das restrições sanitárias e da presença policial, os manifestantes protestaram em Argel e cidades como Bejaia, Tizi Ouzou, Constantina, Annaba e Orán com a frase habitual “Querermos um Estado civil, não militar”, “Que a máfia do poder se vá embora” e “Liberdade opara todos os presos de consciência”.
Em Argel, vigiados por unidades antimotim, polícias, agentes dos corpos especiais da polícia e centenas de agentes secretos, infiltrados à paisana, os manifestantes percorreram o centro da capital, como o faziam todas as terças e sextas-feiras, desde o início dos protestos em fevereiro de 2019, para impedir que o então presidente, Abdelaziz Bouteflika, concorresse a um quinto mandato consecutivo.
Conseguido este objetivo, as manifestações prosseguiram e viraram-se contra o regime, que as procurou reprimir por todos os meios. Às reivindicações habituais, os manifestantes acrescentaram hoje a denúncia de torturas praticadas sobre os presos. Ontem mesmo o Alto Comissariado para os Direitos Humanos (ACDH) da ONU exigiu às autoridades argelinas que terminem de imediato a violência contra os manifestantes pacíficos e o fim das detenções arbitrárias.
“Estamos muito preocupados pela deterioração da situação dos direitos humanos na Argélia e pela contínua repressão contra os membros do movimento pró-democrático do ‘Hirak'”, declarou Rupert, um porta-voz do Alto Comissariado na habitual conferência de imprensa da ONU em Genebra.
O porta-voz aludiu a “relatórios credíveis” que indicam que perto de mil pessoas foram perseguidas por terem participado no movimento do ‘Hirak’ ou por terem publicando nas redes sociais mensagens críticas face ao Governo.
Os familiares de Okuyama Natsuko mostraram-se “extremamente felizes” por terem sido encontrados os seus restos mortais. A mulher estava desaparecida desde o sismo e subsequente tsunami que atingiu o Japão.
Os restos mortais encontrados numa praia da região de Miyagi, no Japão, no passado dia 17 de fevereiro foram identificados como sendo de uma mulher que desapareceu após o tsunami que atingiu o país em março de 2011.
A análise de ADN e os registos dentários permitiram identificar os restos mortais como sendo os de Okuyama Natsuko, uma mulher de 61 anos, que vivia em Higashimatsushima, referiu um porta-voz da polícia japonesa.
A mulher foi dada como desaparecida após Higashimatsushima ter sido fortemente atingida pelo tsunami.
A agência de notícias Kyodo falou com o filho de Okuyama Natsuko, que agradeceu à pessoa que encontrou os restos mortais da sua mãe. “Estou extremamente feliz que a minha mãe tenha sido encontrada com o 10º aniversário a aproximar-se. Isto vai permitir-me pôr as minhas emoções em ordem e seguir em frente”, realçou.
O total de óbitos confirmados após o sismo de magnitude 9,0 na escala de Richter, do tsunami e do acidente nuclear de Fukushima era de 15.899 em dezembro do ano passado. Mas, 10 anos depois, ainda há mais de 2.500 pessoas que estão dadas como desaparecidas.
O Instituto de Bolsas de Estudo garante que os mais de mil estudantes bolseiros no estrangeiro estão bem e a ter aulas normalmente. A informação foi avançada hoje, durante o lançamento da página web da instituição.
A pandemia da COVID-19 trouxe uma outra maneira de olhar o processo de ensino e aprendizagem no mundo. Questionada sobre a situação dos estudantes moçambicanos no estrangeiro, a directora-geral do IBE garantiu que os 1.593 bolseiros estão bem.
“Mensalmente as embaixadas têm-nos reportado a situação dos nossos estudantes. Até este momento, não temos o reporte de nenhum estudante infectado com a COVID-19. A informação que podemos avançar é alguns estão a ter aulas presenciais e outros através de plataformas online, isso dependendo da situação de casa país”, garantiu Carla Caomba, directora-geral do IBE.
Mesmo com a COVID-19, o Instituto de Bolsas disse que o número de solicitações de pedido de bolsas tem vindo a aumentar. Entretanto, com o lançamento, esta sexta-feira, da página web e da secretária electrónica do organismo, espera-se que os candidatos concorram às bolsas sem ter que sair de casa.
“Com estas plataformas estamos convictos de que os cidadãos, onde quer que estejam, podem ter informação útil sobre a nossa instituição e sobre as bolsas disponíveis”, disse a fonte, explicando que “neste momento, temos as bolsas da Rússia, cujas candidaturas vencem na próxima semana, da Austrália, da ProAfri que serão abertas ainda este mês, a 31 de Março, e brevemente, iremos abrir as bolsas internas.
A instituição espera receber mais bolsas, “dependendo da disponibilidade das existentes nos países ofertantes”.
O ministro da Saúde francês, Olivier Véran, escreveu na sexta-feira (05) aos médicos, enfermeiros e auxiliares hospitalares, incentivando-os a vacinarem-se, tendo nas últimas 24 horas sido registada a morte de 439 pessoas no país devido à doença covid-19.
“Hoje, cerca de 40% nos lares e 30% do pessoal dos estabelecimentos de saúde estão vacinados. É um número encorajador, mas que progride pouco e não é suficiente, especialmente porque ainda há vacinas AstraZeneca disponíveis”, lamentou o ministro.
A carta foi publicada nas redes sociais do ministro, numa altura em que se discute em França a obrigatoriedade da vacina para os profissionais de saúde de forma a evitar novos focos de contágio nos lares e baixas de pessoal médico nos hospitais.
Das mortes registadas hoje, 238 aconteceram no hospital e 201 em lares, perfazendo um total de 88.275 óbitos desde o início da pandemia.
Há atualmente 24.785 pessoas internadas nos hospitais devido ao vírus e 3.680 desses pacientes estão nos cuidados intensivos, um aumento de 47 pessoas face à véspera.
O número de novos casos em França desde quinta-feira foi de 23.507, fazendo assim com que já tenham sido registados 3.859.102 casos positivos em todo o país.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.570.291 mortos no mundo, resultantes de mais de 115,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
O presidente do Conselho Municipal da Beira, Albano Carige, prometeu ontem (05) dar continuidade ao manifesto eleitoral do seu partido e às obras de Daviz Simango, com destaque para a reabilitação da protecção costeira e sistemas de saneamento.
“Aos nossos parceiros nacionais e internacionais vai o nosso apreço e a disponibilidade de prosseguirmos com vossa parceria na materialização de vários projectos em diversas áreas tendo em vista a solução de problemas que afectam os nossos munícipes e a nossa urbe tais como protecção costeira, reabilitação e revestimento de valas de drenagem, requalificação da zona do goto, construção da segunda bacia de retenção no estoril, trazer o saneamento do meio cada vez mais próximo do municipe contribuindo assim na promoção da edificação duma cidade cada vez mais resiliente às mudanças climáticas”, disse Carige.
O novo edil da Beira pediu de seguida aos órgãos autárquicos e munícipes, que se unam para honrar o seu legado e imortalizar os seus feitos, através da valorização e preservação das suas obras bem como do fortalecimento do modelo de exercício da cidadania à maneira Beirense.
“A nossa caminhada inicia numa altura em que sobre os nossos rostos ainda correm rios de lágrimas pelo duro golpe e perda do melhor filho que esta cidade gerou, referimo-me ao presidente Daviz Simango, percursor da boa gestão municipal em Moçambique. É uma grande honra servir os beirenses e que a vitória que obtivemos em 2018 continua a pertencer a todos os beirenses, incluindo aqueles que não votaram em nós por alguma razão. Sim, podemos desenvolver a nossa cidade com ajuda de todos. Sejamos firmes e coesos para que possamos ter mais conquistas e a forma mais adequada de discutirmos a solução dos nossos problemas é contribuir. Na continuação dos seus ideais, lembrar que as calúnias, intrigas nos destrõem na construção da nova ordem social que pretendemos, por isso temos que estar fortalecidos e disponíveis para outras batalhas, porque na nossa governação, pretendemos fazer maravilhas”, prometeu.
Ao Governo e a todos outros actores investidos de poderes de autoridade Carige garantiu que vai continuar a trabalhar de forma articulada visando à satisfação das necessidades colectivas dos munícipes.
Por seu turno a Ministra da Administração Estatal e Função Pública, Ana Comoana, em representação do Chefe do Estado, pediu ao novo edil para trabalahar em harmonia com os munícipes e outras instituições do Estado, com vista a garantir o desenvolvimento da urbe.
Os peritos da Organização Mundial da Saúde (OMS) enviados em Janeiro a Wuhan, China, para averiguar a origem do novo coronavírus vão divulgar o relatório final da investigação na semana de 15 de Março, foi ontem (05) avançado.
A informação foi referida na quinta-feira pelo director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, segundo avançaram as agências internacionais, durante uma intervenção dirigida aos delegados dos países-membros da agência que integra o sistema das Nações Unidas.
“A equipa está a trabalhar no relatório final, bem como num resumo, que segundo sabemos será divulgado simultaneamente durante a semana de 15 de Março”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus.
“Sei que muitos países-membros estão ansiosos para ver o relatório” e “eu também estou”, acrescentou o líder da OMS.
Na mesma intervenção, o director-geral da OMS prometeu uma antevisão do relatório aos Estados-membros, “antes da respectiva publicação”, bem como apresentar-lhes as conclusões do documento.
Inicialmente, a OMS tinha afirmado que a equipa de peritos ia disponibilizar um relatório preliminar, antes do documento final.
Esta intenção seria abandonada em Fevereiro, sem ter sido fornecida qualquer explicação concreta.
No final da missão, e durante uma longa conferência de imprensa realizada em Wuhan, cidade do centro da China onde foi detectado o novo coronavírus (SARS-Cov-2) em Dezembro de 2019, a equipa de peritos apresentou as várias hipóteses suscitadas ao longo da investigação sobre a forma como o vírus que provoca a doença covid-19 terá passado de um animal para o homem.
Na mesma ocasião, a equipa afastou a possibilidade de a actual pandemia ter origem numa fuga laboratorial, nomeadamente do Instituto de Virologia de Wuhan, como alegou a antiga administração norte-americana liderada por Donald Trump, tendo considerado então esse cenário como altamente improvável.
Mas, o director-geral da OMS viria a rectificar a situação, afirmando que “todas as hipóteses permaneciam em cima da mesa” para explicar a origem da pandemia.
Estas declarações de Tedros Adhanom Ghebreyesus causaram alguma confusão e aumentaram o cepticismo demonstrado por vários países em relação à missão de peritos, a começar pelos Estados Unidos.
Numa conferência de imprensa na quinta-feira, o porta-voz da diplomacia americana, Ned Price, apelou a Pequim para que mostrasse “transparência”.
“O que temos vindo a deixar de forma clara há várias semanas, é que temos profundas preocupações sobre a forma como foram comunicadas as conclusões iniciais da equipa de investigação sobre a covid-19 e questões sobre o processo subjacente para chegar a essas conclusões”, disse o porta-voz.
Numa carta aberta tornada pública na quinta-feira, 24 investigadores internacionais apelaram a uma nova investigação, independente e mais aprofundada, denunciando as “limitações estruturais” impostas ao trabalho dos peritos da OMS durante a sua deslocação à China.
A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 2.570.291 mortos no mundo, resultantes de mais de 115,5 milhões de casos de infecção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
O Primeiro-Ministro diz que o Governo continua em contactos com parceiros para que Moçambique tenha acesso a mais vacinas, nos próximos tempos.
Carlos Agostinho do Rosário deu a garantia, na sexta-feira (05) no lançamento do Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19.
“ Com vista a cobrir cerca de 17 milhões de pessoas com a vacina, o governo continua a envidar esforços para que o nosso país obtenha, a breve trecho, de mais vacinas contra a covid-19 junto de parceiros bilaterais e multilaterais, bem como no âmbito da iniciativa global Covax. O grande desafio do momento, a nível mundial, está na fraca capacidade produtiva em massa de vacinas e a respectiva disponibilização, num curto espaço de tempo, para responder as necessidades de estados os países”, disse.
À luz no Plano Nacional de Vacinação, cerca de 17 milhões de pessoas, com mais de 15 anos de idade, serão vacinadas contra a COVID 19, a partir da segunda-feira.
Mulheres grávidas e menores de 15 anos de idade não vão receber a imunização, uma vez não haver evidências científicas sobre a eficácia e segurança da vacina nestes grupos.
O ministro da Defesa Nacional, Jaime Neto, reconhece que a situação de segurança do país requer das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) a definição de estratégias cada vez mais eficazes para contrapor cabalmente as acções inimigas.
Jaime Neto falava na cerimónia de juramento à Bandeira Nacional pelos cadetes do 1º ano do Curso de Oficiais Militares da Academia Militar Marechal Samora Machel, em Nampula.
Na ocasião, Neto referiu que face aos ataques terroristas em Cabo Delgado e da Junta Militar da Renamo, em Manica e Sofala, é necessário uma força cada vez mais preparada para enfrentar os seus modus operandi.
“A partir de hoje, juntam-se ao grupo dos filhos mais leais da nossa nação, os militares. Significa que estão preparados para exercerem todo o tipo de sacrifício em benefício da vossa principal missão que consiste na defesa dos interesses supremos da nação “, disse.
O Ministro da Defesa Nacional anotou que os jovens cadetes que, hoje, juraram a bandeira e terminaram a prova de aptidão e instrução militar, estão prontos para qualquer comando com vista a defender a pátria.
O País registou mais 6 óbitos e 359 casos positivos do novo coronavírus.
Deste modo, o país passa a contar com um cumulativo de 61.529 infectados pela Covid-19, dos quais 45.884 recuperados e 680 óbitos.
São dados actualizados esta tarde, pelo Ministério da Saúde (MISU, em Comunicado de Imprensa.
De acordo com a entidade, nas últimas 24 horas, mais 1.602 recuperaram da Covid-19, 24 infectados foram internados em centros de isolamento e 16 receberam alta.
Pelo menos quatro pessoas morreram na sequência de confrontos entre a polícia e manifestantes no Senegal, durante um protesto pela libertação de um opositor do Governo, anunciou o executivo, que garantiu “restaurar a ordem” por todos “os meios necessários”.
“O Governo lamenta a perda de quatro vidas humanas”, durante uma ocorrência que o executivo considerou estar “relacionada com o crime organizado e a insurreição”, disse o ministro do Interior, Antoine Félix Abdoulaye Diome, durante uma declaração transmitida pela televisão, citada pela France-Presse (AFP).
O governante acrescentou que o Governo vai mobilizar “todos os meios necessários para restaurar a ordem”.
Os manifestantes reivindicavam a libertação de Ousmane Sonko, que o ministro do Interior acusou de “lançar apelos à violência” e à “insurreição”.
A capital senegalesa, Dacar, foi hoje palco de conflitos entre as forças de segurança e centenas de jovens, dois dias depois da detenção do principal opositor do Governo, Ousmane Sonko, cuja custódia foi hoje prolongada.
No distrito de Médina, no coração de Dacar, grupos de jovens atiravam pedras contra brigadas antimotim das forças policiais enquanto o som de granadas sonoras ecoava pelas ruas, segundo jornalistas da agência France-Presse (AFP).
A detenção de Sonko, terceiro nas eleições presidenciais de 2019 e visto como um dos principais concorrentes das eleições presidenciais de 2024, desencadeou também o saque e pilhagem de lojas. De acordo com o presidente da empresa de retalho francesa Auchan, Edgard Bonte, 14 supermercados da empresa foram “atacados” na quinta-feira em Dacar.
Além de ter provocado a ira dos seus apoiantes, os senegaleses assinalam que a detenção de Sonko foi o clímax da revolta no país, cuja população enfrenta dificuldades há mais de um ano, agravadas pela pandemia de covid-19.
Na avenida Blaise Diagne, uma das principais artérias de Dacar, dezenas de jovens que pediam a libertação de Sonko conseguiram, ainda que temporariamente, afastar a polícia, apesar da forte presença de gás lacrimogéneo.
Já em Mbao, nos subúrbios da capital, a existência de pilhagens foi também observada por um jornalista da AFP.
A custódia policial de Sonko, que começou na passada quarta-feira, foi prolongada hoje e deverá terminar no domingo, segundo os seus advogados.
Sonko foi formalmente detido sob a acusação de perturbação da ordem pública, quando se dirigia ao tribunal onde foi intimado a responder a acusações de violação.
Sonko, 46 anos, é alvo de uma queixa por violação e ameaças de morte, apresentadas no início de fevereiro por uma funcionária de um salão de beleza, onde o político recebia massagens para, segundo o próprio, aliviar dores de costas.
Personalidade com um perfil antissistema e discurso impetuoso, o deputado refuta as acusações e diz-se vítima de uma conspiração patrocinada pelo Presidente, Macky Sall, com o objetivo de o manter fora das próximas eleições presidenciais em 2024.
Sall negou estas insinuações no final de fevereiro, mas desde então tem mantido silêncio sobre o caso.
Uma prisão alemã foi obrigada a mudar as fechaduras de mais de 600 celas depois de um guarda estagiário inconsciente ter decidido enviar fotos das chaves aos amigos por WhatsApp.
A brincadeira custou mais de 50 mil euros… e o emprego do estagiário.
O Governo moçambicano deverá vacinar pouco mais de 16 milhoes e 800 mil cidadãos maiores de 15 anos de idade, contra a Covid-19, indica o Plano Nacional de Vacinação.
De acordo com a planificação, pouco mais de seis milhões de pessoa serão vacinadas no âmbito da Iniciativa Covax, através da qual, o país vai beneficiar de pouco mais de 12 milhões de doses.
O resto da população elegível, que totaliza 10.6 milhões, correspondente a 35 por cento, será coberto por um mecanismo complementa que prevê a aquisição de 21 milhões de doses.
Neste momento, Moçambique conta com 200 mil doses doadas por Pequim, que servirão para vacinar o primeiro grupo definido como prioritário, nomeadamente, profissionais da Saúde, num processo que indicia na próxima segunda-feira.
As autoridades não divulgaram datas de chegada de outros lotes de vacinas.
Moçambique tem agora 14.961 casos activos e 680 óbitos devido à COVID-19.
A organização não-governamental (ONG) Médicos Sem Fronteiras denunciou na sexta-feira (05) que muitos migrantes que tentam atravessar a fronteira norte de Itália, rumo a outros países europeus, vivem atualmente naquela região em condições desumanas e foram “abandonados” pelas instituições.
Segundo a ONG, muitas destas pessoas estão acampadas na zona dos Alpes, junto a cidades como Bolzano, Trieste ou Oulx, a enfrentar as duras condições meteorológicas do inverno, enquanto outras estão na cidade costeira de Ventimiglia, na fronteira entre França e Itália.
Estas pessoas não têm autorização para atravessar a fronteira e ficam retidas na zona.
Apesar dos números atuais serem inferiores em comparação aos dados de anos transatos, a Médicos Sem Fronteiras (MSF) defendeu hoje, num comunicado, que a situação destas pessoas não deve ser escondida, mencionando “as humilhações, a violência, as dificuldades e o assédio que sofrem homens, mulheres e crianças” que se encontram retidos na fronteira, depois de atravessar o território italiano em direção a norte ou depois de percorrer a denominada “Rota dos Balcãs” (integrada por países como a Macedónia do Norte, Sérvia, Croácia e Eslovénia).
A localidade de Ventimiglia, entre a cidade italiana de Génova (norte) e a cidade francesa de Nice (sul), conhece bem esta situação, segundo recordou a MSF.
Em 2015, centenas de migrantes ficarão ali retidos, porque as autoridades francesas impediram a passagem na fronteira.
Atualmente, os migrantes que chegam à região vivem nas ruas, procurando refúgio em edifícios abandonados ou na praia, uma vez que o único centro de acolhimento da zona foi encerrado em julho passado, denunciou a MSF, relatando que o pouco apoio prestado a estas pessoas é através de voluntários ou de vizinhos mais solidários.
Por outro lado, muitos migrantes procuram uma forma de passar para o território francês através dos Alpes, com a MSF a estimar que em três anos mais de 10 mil pessoas terão feito a travessia via a localidade italiana de Oulx.
A ONG referiu que a atualpandemia da doença covid-19 fez decrescer os números das travessias e, no verão, pelo menos 500 migrantes atravessaram as montanhas após terem entrado em Itália pela “Rota dos Balcãs”, muitos deles oriundos do Irão, Afeganistão ou do norte de África que optaram assim por evitar a travessia do Mediterrâneo Central (uma das rotas migratórias mais mortíferas, que parte da Líbia, entre outros países).
No mesmo comunicado, no qual a MSF relatou situações em outras localidades fronteiriças, a ONG lamentou “a quase total ausência de instituições estatais” para cuidar destas pessoas, recordando que é da “responsabilidade do Governo” adotar políticas migratórias que assegurem a proteção e reduzam o sofrimento destes migrantes que continuam a chegar.
“As condições de acolhimento desumanas, a violência e os abusos às mãos da polícia, e as rejeições reiteradas na fronteira não impedem as pessoas de continuarem a procurar uma vida digna, mas causam sofrimento”, advertiu a ONG, apelando às autoridades italianas para acabarem com as “repetidas rejeições” de migrantes intercetados.
A Guarda Revolucionária do Irão disse ontem (05) que as autoridades neutralizaram uma tentativa de sequestro de um avião de passageiros na noite de quinta-feira, mas forneceu poucos detalhes sobre o que aconteceu.
A ação de sequestro tinha como objetivo um voo comercial regional que fazia a ligação entre a cidade de Ahvaz, sudoeste do país, e a cidade de Mashhad no noroeste do Irão, refereo portal da Guarda Revolucionária.
A Guarda não identificou o pirata do ar mas referiu que o sequestrador pretendia desviar o voo para a costa sul do Golfo Pérsico.
A descrição da rota pode incluir países como o Baharain, Arábia Saudita e os Eirados Árabes Unidos.
O portal indica ainda que o voo fez uma aterragem de emergência na cidade de Isfahan, no centro do país, e que ” ninguém ficou ferido”.
Desconhece-se se o pirata do ar estava armado e onde se encontra neste momento.
O aparelho, um Fokker100, deveter levantadovoo de Ahvazem direção a Mashhad às 19:15 de quinta-feira, de acordo com o portal internacionalFlightRadar24.com.
A companhia IranAirtem três aviões deste tipo, todos com 30 anos.
Nos voos domésticos iranianos é costume a presença de seguranças armados com a missão de impedirem eventuais ataques de piratas do ar.
A última ação de pirataria aérea no Irão ocorreu no ano 2000.
A China aprovou a venda de três produtos de medicina tradicional chinesa para o tratamento da Covid-19, informou, na sexta-feira (05), a CNN.
O aval da Agência Nacional de Medicamentos e Produtos Medicinais foi anunciado ontem. A entidade usou “uma aprovação especial” para dar ‘luz verde’ a estes produtos, que “oferecem mais opções no tratamento da Covid-19”.
Os remédios naturais, feitos à base de ervas, são inspirados em “soluções ancestrais chinesas”, usadas com regularidade pela população chinesa.
Todos os produtos prometem “limpar e desintoxicar” os pulmões. Contudo, a segurança e a eficácia destes medicamentos naturais continua a ser debatida na China. Ainda que este tipo de produtos seja usado no país há centenas de anos, as vozes mais críticas denotam que ainda não existem evidências científicas que comprovem os seus benefícios.
De acordo com o Ministério da Ciência e da Tecnologia, milhões de doentes com Covid-19 receberam no país quer medicamentos antivirais, como estes remédios naturais.
O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo condenou ontem (05) duas pessoas a 20 anos de prisão pelo rapto do empresário moçambicano Manish Cantilal em fevereiro do último ano.
Trata-se de Ana Priscila e Adolfo Novela, ambos condenados a 20 anos de prisão pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo pelos crimes de rapto, associação para delinquir e porte de armas proibidas.
Segundo o Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, Ana Priscila, moçambicana de 38 anos, foi quem escolheu o cativeiro, uma propriedade registada no nome da sua mãe, e também era responsável pela alimentação da vítima.
Adolfo Novela, por sua vez, integrava o grupo de quatro homens que, empunhando uma arma, ameaçaram e raptaram o empresário moçambicano, sendo também responsável pelos atos de tortura que a vítima sofreu.
“A função de cada um dos réus foi indispensável para atingir o objetivo pretendido”, disse Efigénio Baptista, juiz da 7.ª Sessão do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, durante a leitura da sentença.
Além de Ana Priscila e Adolfo Novela, estava no banco de réus Benilde Chilengue, que foi absolvida por insuficiência de provas, embora seja acusada pelo Ministério Público de estar envolvida num outro rapto em Maputo.
Há outras três pessoas acusadas de envolvimento no rapto de ManishCantilal, mas estão agora em parte incerta.
Segundo as autoridades, o grupo que raptou ManishCantilal era composto por quatro pessoas, que o terão intercetado momentos após estacionar na garagem da sua habitação no bairro do Alto Maé (na cidade de Maputo) e, de forma violenta, o levado numa outra viatura.
Segundo o tribunal, trata-se de uma rede de raptores que atuam também na África do Sul e que, em Maputo, são suspeitos de também terem raptado duas outras pessoas, com destaque para o empresário e filantropo RizwanAdatia.
ManishCantial é sócio de um espaço de restauração inaugurado recentemente numa das principais avenidas de Maputo.
Em 2014, o empresário foi detido por suspeita de envolvimento em raptos ocorridos nas cidades de Maputo e Matola. Acabaria por ser libertado sob caução cerca de um mês depois.
Desde o início de 2020, as autoridades moçambicanas registaram mais de 10 raptos, cujas vítimas são empresários ou seus familiares.
Em outubro daquele ano, um grupo de empresários na cidade da Beira, província de Sofala, centro de Moçambique, paralisou, por três dias, as suas atividades em protesto contra a onda de raptos no país.
A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), maior agremiação patronal do país, também já exigiu por diversas ocasiões um combate severo a este tipo de crime e até o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, já pediu mais medidas.
O líder da Renamo, Ossufo Momade, convida a todos os membros da auto-proclamada Junta Militar, nas matas, para aderirem ao processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR), seguindo, assim, o exemplo de André Matsangaissa Júnior.
Momade formulou o convite esta semana, em Maputo, depois de receber em audiência André Matsangaissa júnior, que acaba de resignar à Junta Militar da Renamo para abraçar o DDR.
Na ocasião, Ossufo Momade felicitou-o pela iniciativa, convidando-o, de seguida, para se juntar à nobre missão de pacificar o país.
Matsangaissa Júnior apresentou-se ao líder da Renamo acompanhado por quatro membros da sua família e pelo enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para Moçambiquee presidente do grupo de contacto, Mirko Manzoni.
O Governo diz que ainda não harmonizou a estratégia sobre as aulas dos alunos do pós-laboral durante o período do recolher obrigatório na região do Grande Maputo.
A informação foi divulgada na sexta-feira pelo Ministro do Ensino Superior.
Esta quinta-feira, o Chefe de Estado em comunicação à nação, anunciou o regresso às aulas presenciais para as instituições de ensino primário, secundário, técnico-profissional, formação profissional e ensino superior. Com o recolher decretado para o Grande Maputo, a partir das 21 horas, os alunos do curso noturno podem estar impedidos de assistir às aulas.
Confrontado com esta situação, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disse que ainda é uma questão que está a ser harmonizada.
“Creio que é uma questão que se restringe apenas à cidade e a região metropolitana de Maputo, sendo assim, é um assunto que será harmonizado junto das instituições superiores abrangidas. O que é certo é que as aulas presenciais irão retomar porque temos esta orientação. Embora não possamos apresentar datas, esse processo terá que acontecer e logo que tudo estiver harmonizado, faremos a comunicação”, esclareceu Daniel Nivagara.
O governante falava à margem do lançamento da página web e secretária electrónica do Instituto de Bolsas de Estudos.
A Food for the Hungry Association, uma Organização Não-Governamental Cristã, sem fins lucrativos, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Tecnologias de Informação para Beira. Saiba mais.
A Fundação AVSI pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Em Desenvolvimento Socioeconômico/Coordenador (M/F) para Beira. Saiba mais.
A Associação para o Desenvolvimento das Comunidades Rurais (ADCR) pretende recrutar vinte e três (23) Formadores na Área de Género e Protecção dos Direitos da Mulher e da Rapariga. Saiba mais.
O Ministério da Saúde (MISAU) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Aquisições para Unidade Gestão do Fundo Global. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi.Saiba mais.
Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário de Saúde Sexual Reprodutiva do Projecto Ungumi. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Estagiário de Linha “Alô Adolescente Seguro” – NORAD (M/F). Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Psicólogo Clínico para Saúde Mental. Saiba mais.
A R.C.L Consultoria e Serviços, Lda está a recrutar para o seu Cliente que dedica-se a Medição de Seguros, nos ramos de “Vida” e “Não Vida”, um Assistente comercial. Saiba mais.
A RCL Consultoria e Serviços, Lda pretende recrutar para o seu cliente no ramo de seguros um (1) Assistente de Controle de Crédito e Sinistros. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo ”A”, pretende admitir para o quadro de pessoal um (1) Supervisor de operações/ Logístico. Saiba mais.
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