O administrador de um “fórum on-line” onde foram expostos dados pessoais da família do presidente chinês assegura a inocência do jovem condenado a 14 anos de prisão pelo crime, secundando a família do mesmo.
A viver no Japão, o jovem Xiao Yanrui, que fundou o fórum “Esu Wiki”, afirmou à agência Kyodo que as informações sobre a família de Xi Jinping, incluindo da sua filha, não foram publicadas no site pelo administrador do mesmo, o jovem condenado pelo crime, Niu Tengyu.
Xiao assegura que a publicação, em meados de 2019, foi feita fora da China, por alguém que comprou a um agente policial chinês, por 6.000 yuans (cerca de 850 euros), as informações divulgadas, incluindo nome, endereço, data de nascimento, número de identidade, número de telemóvel e foto da filha do presidente chinês, Xi Mingze.
Também expostos foram dados sobre o cunhado de Xi Jinping, Deng Jiagui, uma figura influente do Partido Comunista Chinês.
Niu Tengyu, de 22 anos de idade, foi condenado no final de 2020 na cidade de Maoming, província de Guangdong (sul), juntamente com 23 outros alegados responsáveis por perturbação da ordem pública e uso inapropriado de informação pessoal.
Niu, o seu advogado e família afirmam que foi torturado e forçado a uma confissão.
Uma família norte-americana acusada de vender uma lixívia industrial tóxica como cura para a covid-19 através da sua igreja, na Florida, vai responder em tribunal por três crimes federais que poderão resultar em prisão perpétua.
As quatro pessoas – Mark Grenon, de 62 anos, e os seus filhos, Jonathan, de 34 anos, Jordan, de 26, e Joseph, de 32, foram acusados de conspiração para cometer fraude e de dois crimes de desrespeito, cujo objetivo é comparável a acusações de má-fé.
Se for condenada, toda a família enfrenta possíveis sentenças de prisão perpétua.
Mark Grenon é o arcebispo da Igreja Génesis II da Saúde e da Cura, situada na Florida, onde vende dióxido de cloro (lixívia) como “Solução Mineral Milagrosa”, disseram as autoridades.
Os Grenon afirmam que a solução pode curar uma grande variedade de doenças, desde cancro até autismo, malária e covid-19 e, apesar de, em abril passado, um juiz federal de Miami ter ordenado à igreja que parasse de vender a substância, ignoraram a ordem e mantiveram o esquema.
Segundo o organismo regulador dos medicamentos nos Estados Unidos, o Food and Drug Administration, a solução vendida pelos Grenon constitui uma lixivia usada habitualmente para tratamento de têxteis, celulose e papel e a sua ingestão pode ser fatal.
O líder daquela Igreja foi detido em setembro passado, na Colômbia, por fabricar, promover e vender esta solução como cura para a covid-19 e outras doenças, sendo que, a fraude rendia-lhe 100 mil euros mensais.
A solução também chegou a ser vendida noutros países, incluindo Portugal, onde a sua venda não está proibida já que se trata de uma lixívia e, por isso, foge à jurisdição da autoridade nacional do medicamento, o Infarmed.
Professores e educadores manifestam-se hoje em Lisboa para contestar a atuação do Ministério da Educação, que acusam de continuar sem resolver os problemas da profissão, como a aposentação e o rejuvenescimento da profissão.
O protesto é organizado pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof) que, acusa a tutela de inação no que toca a melhorias na carreira “que tem sido desvalorizada por decisão política”, impedindo a aposentação e o rejuvenescimento da profissão.
A federação acusa também o ministério de impor “décadas de precariedade, no quadro de um regime de concursos injusto” e de as condições de trabalho provocarem “um enorme desgaste físico e psíquico dos docentes”, até porque são muitos os que têm “horários que violam os limites legais em vigor”.
Segundo a Fenprof, a reunião com responsáveis do Ministério da Educação ocorrida na semana passada foi inútil: “A Fenprof tentou, mais uma vez, abrir portas à negociação de soluções para estes problemas. Contudo, os representantes do ME continuaram a rejeitar essa via, mantendo bloqueadas as portas do diálogo consequente e da negociação, a nada dando resposta positiva”.
A federação de professores critica o ministro por publicamente – “na Assembleia da República e, principalmente, em fóruns internacionais” – se assumir como adepto do diálogo social.
“É falso. O diálogo social, em particular na Educação em Portugal, não passa de conversa fiada ou produto de exportação, com raro consumo interno”, acusa a Fenprof, que justifica assim a decisão do protesto se realizar junto ao Centro Cultural de Belém, onde está sediada a Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia.
O objetivo é reinvindicar soluções para os problemas que afetam a profissão docente, mas também “alertar o estrangeiro para o facto de o que é dito pelos governantes em reuniões internacionais, serem aparências destinadas a criar ilusão”.
Segundo a Fenprof, existem atualmente cerca de 12.000 professores “precários” com 10 ou mais anos de serviço e inúmeros docentes que trabalham “mais de 46 horas semanais”.
A degradação de estradas na cidade Maputo deve-se à fraca manutenção, considera a edilidade, mas garante a reabilitação de vários troços esburacados antes da próxima época chuvosa, de inicia daqui a seis meses.
Não foi poucas as vezes que já reportamos a situação de estradas esburacas em algumas ruas e avenidas da cidade de Maputo. Aliás, são os buracos que dão boas vindas a todo aquele que prender entrar na metrópole.
Percorre-se pela 24 de Julho numa viagem considerada tranquila até se entrar numa luta com os buracos da Avenida Guerra Popular. Em vários troços da protocolar Avenida Julius Nyerere, há buracos de todos os tamanhos. Os utentes da via já se queixaram, inúmeras vezes, da situação.
Porém, soluções práticas e eficazes tardam chegar por parte do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, que diz estar ciente dos problemas nas vias sob sua alçada. Neste contexto, esta quinta-feira, o director do Ordenamento Territorial na edilidade, Silva Magaia, explicou que o tapamento de buracos não é solução.
“Não tivemos a suficiente atenção nas nossas intervenções em manutenções periódicas. As intervenções que vêm de rotina, de tapamento de buracos, tecnicamente não é a atitude correcta na gestão e manutenção de infra-estruturas”, criticou Silva Magaia, o vereador do Ordenamento Territorial, Urbanização e Ambiente do Conselho Municipal da cidade de Maputo.
Magaia explicou, ainda, que os buracos numa estrada surgem numa situação de acidente de viação “como é o caso em que uma viatura fogo e ela estraga o asfalto, criando ali uma situação rápida de degradação e no ciclo de manutenção periódica da estrada, que é de cinco anos, a expectativa é que o empreiteiro faça uma obra que evite danos, mas infelizmente não tivemos uma intervenção que provasse isso e vivemos no meio de buracos”.
Magaia prosseguiu garantindo que para acabar com o sofrimento dos munícipes, sobretudo dos automobilistas, por conta dos danos nas suas viaturas, o município vai reabilitar as vias degradadas, antes de Outubro, altura em que inicia a época chuvosa.
“Já foi lançado um projecto de intervenções periódicas que vão acontecer a partir de Junho deste ano, na expectativa de chegarmos a renovar algumas estradas porque não teremos capacidade para intervir em todas, mas temos uma lista das que são prioritárias, onde a reabilitação deverá acontecer antes da época chuvosa”, revelou Silva Magaia, referindo que “o troço que vai da Praça do Combatentes até à da Juventude e o trajecto de entrada para quem vem da Matola, através da EN4, e outras que dão acesso à cidade de Maputo são um problema para os utentes e teremos que achar uma solução para isso”.
Ao longo da Julius Nyerere, no bairro Polana Caniço A e B, a natureza chumbou a engenharia aplicada pela edilidade para conter a erosão e há casas estão em perigo de ruir. O Conselho Municipal da Cidade de Maputo reconhece que foi infeliz e vai rever a obra.
“Sabemos que há partes deste revestimento que ficaram ocas, não tem qualquer sustento e a solução vai ser uma obra nova. Portanto, vamos retirar aquilo que está lá e fazer um novo revestimento, como deve ser, eventualmente, não tão impermeável como está para permitir que cresça alguma vegetação, pois só assim o talude terá consistência”, avançou o vereador no Ordenamento Territorial, Urbanização e Ambiente do Conselho Municipal da cidade de Maputo. Para estas obras, o município ainda não datas para sua intervenção.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista para um Projecto de promoção da Igualdade e Equidade do Género. Saiba mais.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Salvaguarda, Género e Protecção da Criança. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Arquitectura. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Género e Inclusão Social. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Programa. Saiba mais.
Uma avaria num camião de transporte de carga está a condicionar o tráfego na EN1, junto ao cruzamento do Inchope, onde se interligam as estradas que ligam sul, centro e norte do país e alguns países vizinhos.
O incidente, ocorrido cerca das 9:30h desta manhã, quando o atrelado desligou-se acidentalmente do camião, que seguia em direcção à cidade da Beira, acabando por obstruir uma das faixas da rodovia.
Como consequência desta situação, a circulação de viaturas em ambos sentidos está a ser feita numa só faixa.
Devido ao intenso tráfego que caracteriza a via, sobretudo no período matinal, o movimento está a escoar-se com alguma lentidão no local, situação que poderá agravar-se caso não seja removido o atrelado.
O presidente do partido Renamo, Ossufo Momade, disse que mais de dois mil e seiscentos ex-guerilheiros do partido, já foram reintegrados na sociedade, no âmbito do processo de Desmilitarização, Desmobilização e Reintegração (DDR).
Falando em Nampula esta quarta-feira, após a sua chegada, ido da província de Cabo Delgado, Ossufo Momade disse que por enquanto o processo DDR está a decorrer à contento e muitos ex-guerilheiros estão a retomar gradualmente a vida civil nos seus distritos de origem.
O líder da Renamo disse, sem mencionar nomes, que há alguns administradores distritais que tentam criam dificuldades para a reintegração de antigos militares.
Os confrontos entre a polícia israelita e manifestantes palestinianos fizeram mais de uma centena de feridos durante a noite em Jerusalém, indicaram hoje fontes médicas e policiais.
O Crescente Vermelho palestiniano refere-se a 105 feridos, 20 dos quais foram transferidos para hospitais, enquanto a polícia israelita informou que 20 efetivos também ficaram feridos e que foram detidas 44 pessoas.
Tratam-se dos confrontos mais violentos na cidade de Jerusalém nos últimos anos e que eclodiram na sequência de uma marcha do movimento judeu de extrema-direita Lahava, um grupo abertamente hostil contra os palestinianos.
Na quinta-feira, as forças da ordem destacaram centenas de agentes e uma unidade de cavalaria perto da Porta de Damasco, para proteger “a liberdade de expressão” dos manifestantes.
De acordo com testemunhas, durante a marcha alguns membros do movimento Lahava gritaram “morte aos árabes” provocando o confronto com os palestinianos que se preparavam para a oração noturna do Ramadão, na Esplanada das Mesquitas.
Os jovens palestinianos organizaram uma contra manifestação para bloquear a marcha tendo os incidentes ocorrido junto à entrada da Cidade Velha, situada na parte oriental de Jerusalém, anexada por Israel.
O edil da cidade de Nampula, Paulo Vahanle, foi condenado hoje a uma pena de 18 meses de prisão e mais 12 meses de multas, pelo cometimento de dois crimes de abuso de cargo.
O réu Vahanle foi absolvido dos crimes de outros crimes, nomeadamente, peculato, peculato de uso, fraude, violação das normas de execução, desvio de aplicação e pagamento de remunerações indevidas, substituída por multas numa taxa diária de 500 meticais.
Edite, outra ré envolvida no processo foi condenada a 8 meses de prisão e 2 meses de multa e Rosário a pena de 5 meses de prisão e um de multa.
O Ministério da Saúde (MISAU) decidiu alargar o grupo alvo da segunda fase da vacinação contra a covid-19.
A informação foi dada pela directora do Programa Nacional de Vacinação no MISAU, Graça Matsinhe em Maputo.
As mexidas e flexibilização da vacinação foram tomadas na sequência das necessidades e demanda dos grupos alvo, em várias províncias do país.
“Todos os doentes com diabetes militus que tenham idade igual ou superior a 18 anos podem vacinar contra a covid-19. 1-Para o efeito, devem ser portadores de um documento de identificação de doente e comprovativo de doença e dirigir-se à unidade sanitária onde faz as consultas de seguimento. 2-Para os doentes que são assistidos nas clínicas privadas, deverão dirigir-se à unidade sanitária mais próxima e levar consigo os documentos referidos no ponto anterior. 3-A vacinação das pessoas que fazem parte dos grupos alvo envolvidos nesta fase, passa a decorrer todos os dias. 4-o grupo alvo dos doentes em terapia imunossupressora passa a incluir doentes com cancro, artrite rematóide, doenças inflamatórias intestinais, lupos eritematosos sistémico, entre outros”, disse.
O governo japonês vai recolocar Tóquio e três outras cidades em estado de emergência até 11 de maio, devido ao aumento do número de casos de covid-19 e hospitalizações, a três meses de o país receber os Jogos Olímpicos.
Além de Tóquio, também os distritos de Osaka, Kyoto e Hyogo voltarão ao estado de emergência a partir de domingo, prevendo-se que a decisão seja formalizada hoje pelo primeiro-ministro Yoshihide Suga, de acordo com fontes do governo japonês citadas pela agência Kyodo.
A decisão permitirá que as autoridades solicitem o encerramento temporário de restaurantes, de bares e de centros comerciais com uma área superior a 1.000 metros quadrados, de acordo com um plano elaborado pelo governo.
Os eventos deverão realizar-se sem espetadores e o governo poderá solicitar às autoridades locais que considerem o encerramento de locais públicos, como parques, e que solicitem aos restaurantes que evitem servir bebidas alcoólicas, adianta a agência japonesa.
As restrições irão manter-se durante os feriados da “Semana Dourada”, ao longo da próxima semana, e até 11 de maio.
Pela primeira vez desde 22 de janeiro, as autoridades de saúde detetam há vários dias seguidos mais de 5.000 novos casos em todo o país.
De acordo com um painel de especialistas do Ministério da Saúde, as variantes do coronavírus são responsáveis por cerca de 80 por cento das infeções nos distritos de Osaka e Hyogo, bem como por uma parcela de casos em rápido crescimento em Tóquio.
Além de um significativo aumento de casos de infeção, sobretudo nas grandes cidades, o Japão tem vindo a debater-se com uma campanha de vacinação lenta comparada com outros países da mesma dimensão.
Perante o aumento de casos de covid-19, têm vindo a aumentar as dúvidas sobre a possibilidade de realização das olimpíadas, que têm início agendado para Julho, e, na semana passada, o “número dois” do Partido Liberal Democrático do Japão (no poder), Toshihiro Nikai, admitiu o seu cancelamento.
O primeiro-ministro Yoshihide Suga prometeu realizar olimpíadas “seguras e protegidas”, dizendo que servirão como um símbolo do triunfo da humanidade sobre a pandemia.
Devido à pandemia de covid-19, que em Portugal já causou 16.899 mortos, os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio2020, previstos para o verão passado, foram adiados em cerca de um ano.
Os Jogos Olímpicos vão decorrer entre 23 de julho e 08 de agosto, enquanto os Paralímpicos entre 24 de agosto e 05 de setembro.
Já em abril, numa sondagem da Kyodo News, apenas 24,5% dos inquiridos se mostraram favoráveis ao evento já neste verão, com 39,2% a pedir o cancelamento dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos e 32,8% a julgarem melhor um novo adiamento.
O Departamento de Habitação e Desenvolvimento Urbano do governo dos EUA está a abandonar uma política de Donald Trump que permitia aos abrigos financiados com dinheiro público recusar albergar pessoas transgénero.
A decisão é particularmente simbólica, uma vez que a política nunca foi aplicada e continuava a ser discutida acaloradamente na última campanha eleitoral, em que Trump perdeu a corrida pela reeleição.
Uma das primeiras decisões de Joe Biden, enquanto presidente, foi assinar em 20 de janeiro uma ordem executiva sobre o combate à discriminação baseada no género ou na orientação sexual.
Um incêndio numa fábrica de produtos eletrónicos em Xangai, a “capital” económica da China, fez oito mortos, incluindo dois bombeiros.
O incêndio começou de madrugada na fábrica Shengrui Electronic Technology (Shanghai) Co., no distrito de Jinshan, segundo o comunicado do governo de Xangai.
As equipas de salvamento encontraram os corpos de seis funcionários e dois bombeiros que morreram no incêndio.
A causa do incêndio está a ser investigada, disse o governo da cidade.
Segundo o jornal oficial em língua inglesa China Daily, as autoridades afirmaram que não foram encontradas “anomalias” no ar e na água nas proximidades.
Segunda maior economia mundial, a seguir aos Estados Unidos da América, a China é o país que regista mais acidentes industriais fatais.
A artista colombiana Shakira terá defraudado o Estado espanhol em 14,5 milhões de euros entre 2012 e 2014 por não pagar impostos sobre arrendamento e património, anunciou a Agência Estatal de Administração Tributária do país.
A notícia é avançada pela agência espanhola Efe, que cita fontes jurídicas e explicita que os argumentos dos funcionários da agência tributária contradizem a defesa da cantora colombiana de 44 anos.
Os advogados de Shakira sustentam que a artista, entre concertos e a agenda associada ao showbiz, apenas permaneceu 184 dias em Espanha, e, por isso, não tinha obrigação de pagar impostos neste país.
Em Janeiro de 2020, dois inspetores da agência tributária espanhola declararam perante uma juíza de instrução que a artista não tinha feito o pagamento do Imposto de Renda entre 2012 e 2014, denúncia que foi reafirmada com um relatório produzido sobre o processo.
O processo foi instaurado em Dezembro de 2018 contra Shakira e o assessor fiscal da artista nos Estados Unidos, acusados de seis crimes contra a Agência Estatal de Administração Tributária, na sequência de um alegado “plano” para ‘fugir’ ao pagamento do Imposto de Renda e do imposto sobre o património, através de sociedades radicadas em paraísos fiscais que formalmente eram os titulares dos bens detidos por Shakira.
Concretamente, o Ministério Público espanhol sustenta que a cantora “canalizou os movimentos de capital gerado com a sua atividade profissional” – os concertos, a participação no programa de entretenimento norte-americano “The Voice” e os spots publicitários sobre os perfumes com o nome da artista – através de empresas sediadas nas Ilhas Virgens britânicas, as Ilhas Caimão, Malta, Panamá e Luxemburgo.
O Governo de Moçambique contratou uma consultora que está a estudar o modelo que deve seguir a reestruturação das empresas públicas, que, segundo analistas, representam um fardo bastante pesado para o Estado, com uma dívida acumulada de cerca de 500 milhões de dólares.
Numa primeira fase, a consultoria, cujos resultados deverão ser conhecidos até ao fim do presente ano, vai abranger quatro empresas que, na óptica do Instituto de Gestão das Participações do Estado (IGEPE), deixaram de ser estratégicas.
Refira-se que a dívida de 500 milhões de dólares de todas as empresas públicas e participadas pelo Estado, é, fundamentalmente, com a banca comercial e fornecedores de bens e serviços, sendo que companhias como as LAM, Electricidade de Moçambique, e Petróleos de Moçambique já atingiram um nível insustentável de endividamento, segundo o IGEPE.
Entre as abrangidas figura a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), que opera num mercado competitivo com outras seguradoras, gerando até um conflito de interesses, por ser Estado, que é regulador e, ao mesmo tempo, prestador de serviços.
“Eu sou da opinião de que o Governo devia pensar num outro modelo de gestão da companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), para que o Estado deixe de suportá-la”, afirmou o economista Lucas Ubisse.
Para o economista António Francisco este trabalho de reestruturação já devia ter sido feito há bastante tempo, porque as empresas públicas representam um fardo bastante pesado para o Estado.
“As empresas públicas devem trazer benefícios para o Estado e contribuir para receitas, a qualidade dos serviços e para forçar as outras empresas a tornarem-se concorrentes”, enfatizou aquele economista.
Ele referiu que cabe ao Estado conceber o papel das empresas públicas, clarificando a forma como as mesmas se devem tornar eficientes, sobretudo para deixarem de trazer mais encargos para o Estado.
Entretanto, o jurista Armando Nenane não sabe como é que isso vai ser feito, porque “há interesses instalados nas empresas pública e participadas pelo Estado”.
Para Nenane, “a corrupção nas empresas públicas é um fenómeno generalizado, e o facto de que as pessoas que dirigem essas empresas não são recrutadas por via da competência técnica, mas por via da cooptação e da confiança política, isso configura nepotismo na gestão”.
Um funcionário de um hospital italiano faltou ao trabalho por mais de 15 anos sem que tivesse sido alvo de medidas disciplinares ou sofrido cortes salariais, num caso que está a chocar o país.
O homem começou a faltar ao trabalho em 2005 e chegou a ameaçar a directora do hospital para não denunciar o caso.
No entanto, a direcção mudou e o caso caiu no esquecimento, possibilitando que ele recebesse mais de 500 mil euros sem trabalhar um único dia.
Um submarino militar indonésio com 53 pessoas a bordo desapareceu durante exercícios ao largo da ilha de Bali, temendo-se que se tenha afundado.
Aviões que sobrevoaram o local encontraram apenas uma mancha de óleo, o que poderá confirmar os piores receios das autoridades filipinas.
A última comunicação do submarino ‘KRI Nanggala-402’ ocorreu na madrugada de quarta-feira (21), durante um teste de lançamento de torpedos, quando a embarcação se encontrava a cerca de 100 quilómetros de Bali.
O alerta foi dado depois de o comando naval não ter recebido qualquer relatório da tripulação, como era suposto.
Aviões que sobrevoaram a última posição conhecida do submarino deram conta de uma mancha de óleo à superfície da água, o que poderá apontar para danos nos tanques de combustível. Dois navios equipados com sonar estavam esta quarta-feira a caminho do local, e as autoridades indonésias pediram ajuda à Austrália, Índia e Singapura.
A profundidade na zona onde o submarino desapareceu é de 600 a 700 metros. A embarcação, construída em 1977 na Alemanha, só está preparada para resistir à pressão até aos 250 metros. As autoridade dizem que ainda é cedo para especular sobre o sucedido e adiantam que o submarino pode ter sofrido apenas uma avaria nas comunicações.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador Provincial de Salvaguarda, Género e Protecção da Criança. Saiba mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal três (3) Assistentes de Desenvolvimento Comunitário. Sabia mais.
A Save The Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais de Protecção a Criança do projecto. Sabia mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Arquitectura. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Género e Inclusão Social. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Programa. Saiba mais.
O Programa Alimentar Mundial (PAM) alertou hoje que 3,2 milhões de pessoas estão à beira da fome em Myanmar (antiga Birmânia) nos próximos seis meses, devido à crise provocada após o golpe militar de 01 de Fevereiro.
O PAM especificou que a falta de acesso aos alimentos está a aumentar drasticamente no país devido ao golpe e às consequentes manifestações contra a junta militar, o que se soma ao enfraquecimento da economia provocado pela covid-19.
“Cada vez mais pessoas pobres vão perder os empregos e não podem comprar comida. Uma resposta concertada é necessária para aliviar o sofrimento imediato e prevenir uma deterioração alarmante na segurança alimentar”, afirmou Stephen Anderson, diretor do PAM em Myanmar.
O PAM, que recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2020, indicou que os habitantes urbanos são os mais vulneráveis à escassez de alimentos no país, cuja economia deve cair 10% este ano, segundo o Banco Mundial.
Numa análise recente, a agência das Nações Unidas assinalou que os preços do arroz e do azeite subiram em média 5% e 18% em média desde fevereiro, respetivamente, com os maiores aumentos em estados como Rakhine, Kachin e Chin.
Nesta conjuntura, o PAM aumentou a sua ajuda de cerca de 1,3 para 3,6 milhões de pessoas e fez um apelo aos países doadores para arrecadar 106 milhões de dólares (88 milhões de euros).
Antes da pandemia, um quarto dos 53 milhões de birmaneses estavam abaixo da linha da pobreza e, no auge da covid-19, cerca de 2,8 milhões de pessoas não tinham acesso seguro aos alimentos.
Em 01 de Fevereiro, os militares liderados pelo general Min Aung Hlaing derrubaram o Governo eleito da chefe de facto do país, Aung San Suu Kyi, a qual detiveram, assim como grande parte do seu gabinete.
Em reação, milhares de birmaneses iniciaram um movimento de desobediência civil com greves que impediu os militares de exercerem o controlo efetivo do país e paralisou parcialmente a economia, com o encerramento de várias entidades bancárias e fábricas têxteis.
No entanto, os militares responderam de uma forma brutal e usaram armas militares como fuzis de assalto ou até morteiros contra os manifestantes.
Pelo menos 739 pessoas, incluindo 40 crianças, morreram devido à repressão brutal das forças de segurança contra as manifestações, quanto mais de 3.300 permanecem detidas, segundo dados da Associação Birmanesa de Assistência a Presos Políticos (AAPP).
Os militares justificam o golpe por suposta fraude nas eleições de novembro passado, nas quais o partido de Suu Kyi foi largamente vencedor, tal como em 2015, com o aval dos observadores internacionais.
Homens armados raptaram um número indeterminado de estudantes de uma universidade privada em Kaduna, no noroeste da Nigéria, causando a morte de um funcionário da instituição.
O comissário para os Assuntos Internos e Segurança Interna do estado de Kaduna, Samuel Aruwan, confirmou o ataque na terça-feira à noite numa declaração, sem indicar o número de estudantes sequestrados e identidades.
Só após o início das operações de busca e resgate, as autoridades locais confirmaram a morte às mãos dos atacantes de Paul Ude Okafor, um funcionário da universidade.
Os últimos meses têm sido marcados por um aumento de sequestros de números elevados de estudantes em escolas do norte da Nigéria, uma prática que tem rendido aos seus autores resgates lucrativos. Mais de 800 estudantes foram raptados desde dezembro.
Embora muitos dos estudantes sequestrados tenham sido libertados, pelo menos 29 estudantes de um total de 39 raptados em Março no Igabi College of Forestry Mechanization, também no estado de Kaduna, continuam em paradeiro desconhecido.
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