Sete polícias afegãos de uma unidade de guarda a minas de cobre foram mortos numa emboscada dos talibãs numa província situada a sul de Cabul, anunciaram responsáveis do Afeganistão.
O ataque ocorreu na província de Logar na mesma altura em que o comandante das forças norte-americanas e da NATO no Afeganistão, o general Scott Miller, declarava que tinham começado os preparativos para a retirada das forças estrangeiras no país, como foi ordenado recentemente pelo Presidente Joe Biden.
“Sete polícias morreram e três outros ficaram feridos numa emboscada montada pelos talibãs” no distrito de Mohammad Agha, disse à agência France-Presse Dedar Lawang, porta-voz do governador da província de Logar, à qual pertence este distrito. A polícia da província confirmou o ataque.
O Afeganistão, cuja economia foi duramente afetada por décadas de conflitos e uma corrupção endémica, possui reservas de cobre, ferro, cobalto e lítio.
A violência continua em várias províncias afegãs, apesar das negociações entre o Governo afegão e os talibãs.
O Ministério do Interior indicou hoje que os talibãs realizaram seis atentados suicidas e no total cometeram 62 atentados à bomba nos últimos 10 dias, que causaram mais de 60 mortos e 180 feridos entre os civis.
Perante jornalistas em Cabul, o general Miller declarou que tinham começado os preparativos para retirar os soldados norte-americanos e entregar as bases sobretudo “ao Ministério da Defesa e às outras forças afegãs”.
O Governo norte-americano tem prevista a retirada de todas as tropas no Afeganistão até 11 de Setembro, quando se assinala o 20.º aniversário dos atentados de 2001, que conduziram à guerra no país.
Numerosos analistas temem que esta retirada permita uma nova guerra civil no Afeganistão ou o regresso dos talibãs ao poder, do qual foram expulsos no final de 2001.
A partida dos 2.500 militares norte-americanos ainda no Afeganistão inicia-se em 01 de Maio, juntamente com outros soldados da NATO. A Missão Apoio Resoluto da Aliança Atlântica junta 9.600 militares de 36 países, incluindo Portugal.
Moçambique volta a não registar óbito por Covid-19. “Congratulamo-nos em informar que, nas últimas 24h, o país não notificou óbito em pacientes infectados pelo novo Coronavírus”, lê-se na nota do Ministério da Saúde, enviada à nossa redacção.
Assim, o país continua com 807 mortes pela pandemia.
Dos 743 testes feitos nas últimas 24 horas, 22 tiveram o resultado positivo para a Covid-19 e todos os novos casos reportados têm nacionalidade moçambicana.
As novas infecções, segundo as autoridades de saúde, foram resultado de transmissão local.
Na região metropolitana do Grande Maputo, nomeadamente, as Cidades de Maputo e da Matola, Distrito e Município de Boane e Distrito de Marracuene, registou 13 casos, correspondendo a 59% do total dos casos novos hoje reportados em todo o país. Os restantes nove casos foram registados nas províncias de Inhambane e Sofala, com quatro casos cada e correspondendo a 18.2% e, ainda, na província de Manica com um caso, correspondente a 4.5%.
O país contabiliza 69.665 casos positivos registados, sendo 69.349 de transmissão local e 316 importados.
Em apenas 24h, quatro pessoas foram internadas e três tiveram alta, totalizando ,agora, X doentes hospitalizados.
Mais 49 pessoas estão recuperadas da COVID-19, totalizando 62.501. Os indivíduos recuperados são todos de nacionalidade moçambicana.
Actualmente, existem 6.353 casos ainda activos do novo Coronavírus no país.
Um professor de informática embriagado levou vários alunos a um clube de strip durante uma visita de estudo e acabou por ser proibido de dar aulas durante os próximos três anos.
O comportamento de Richard Glenn, de 55 anos, levou-o a ser mandado para casa mais cedo durante a viagem da escola ‘Longridge Towers School’ à Costa Rica.
O homem terá ainda ameaçado os alunos em tom agressivo. O código de má conduta da escola, citado pela BBC News, referiu que o comportamento do professor “colocou em risco vários alunos, uma vez que estavam aos seus cuidados”.
O homem admitiu que não havia “malícia ou intenção sexual” em levar os alunos para o clube de dança erótica, mas confessou que era “inapropriado” e que não se lembrava do que tinha acontecido “devido ao seu estado de embriaguez”.
Um jovem de 24 anos de idade foi raptado, na noite do último sábado, na cidade de Chimoio, em Manica. A vítima é filho de um empresário do ramo de panificação.
De acordo com testemunhas, Depesh Ramesh passou o dia numa residência e, por volta das 19h30, dirigiu-se à rua para trancar as portas da sua viatura.
Na ocasião, a vítima foi surpreendida por indivíduos armados, que dispararam dois tiros para o ar, a fim de dispersar as pessoas ao redor e levaram consigo o filho de um empresário influente na cidade de Chimoio, numa viatura ligeira.
Alguns empresários da cidade de Chimoio estiverem na casa de Depesh Ramesh para consolar a sua família, ainda em estado de choque.
A Polícia ainda não se pronunciou sobre este caso, o quarto em Chimoio, desde 2018
Esse foi o quarto rapto na mesma cidade. O primeiro rapto foi registado a 11 de Agosto de 2018. O segundo e o terceiro ocorreram em Fevereiro do ano passado. As vítimas foram empresários ou filhos desses. Nenhum caso foi esclarecido pela Polícia, mas “O País” apurou que as vítimas voltaram para as suas famílias sem intervenção das autoridades, após negociações com os seus raptores.
A Marinha da Indonésia informou, no sábado (24), que encontrou destroços do submarino desaparecido com 53 pessoas a bordo. O achado indica que o KRI Nanggala-402 está afundado e não há esperança de encontrar sobreviventes, de acordo com a agência Associated Press.
“Com base nos elementos que encontramos e que vêm do ‘KRI Nanggala’, mudamos a situação do submarino de ‘desaparecido’ para ‘afundado’”, declarou Yudo Margono, porta-voz da Marinha, em entrevista coletiva.
Além dos destroços, foi encontrada mancha de óleo na área em que o submarino naufragou, sugerindo que o tanque se rompeu e que houve problema técnico no aparelho.
De acordo com a Marinha, o submarino pode ter afundado aproximadamente 700 metros, profundidade maior do que ele pode suportar.
Resgate
O KRI Nanggala-402 perdeu contato com a Marinha indonésia na quarta-feira (21), enquanto realizava exercícios militares ao norte da ilha de Bali. O desaparecimento ocorreu após o submarino receber autorização para submergir. Desde então, deixou de responder aos sinais.
Equipes de resgate já haviam avisado que a reserva de oxigênio da tripulação poderia acabar às 15h de sexta-feira (23). Mais de 10 helicópteros e navios de busca foram mandados para a área onde o contato foi perdido, com ajuda dos Estados Unidos, de Cingapura, da Austrália, Malásia e Índia.
O submarino KRI Nanggala-402 pesa 1.395 toneladas e foi construído na Alemanha, em 1977. Incorporado à frota indonésia em 1981, passou por uma reforma de dois anos na Coreia do Sul, concluída em 2012.
O líder da Renamo, Ossufo Momade, defendeu o envio para a frente militar em Cabo Delgado de ex-guerrilheiros do braço armado do partido, entre 362 que aguardam reintegração.
“Nós já entregámos uma lista de 362 elementos nossos rangers”, como os descreveu Ossufo Momade, para reintegração nas Forças de Defesa e Segurança (FDS) no âmbito do processo de Desmilitarização, Desarmamento e Reintegração (DDR) em curso após a assinatura do acordo de paz de 2019.
“Estão lá, seria uma oportunidade de eles (autoridades) os enquadrarem” para “fazer um trabalho em Cabo Delgado”, reforçando o combate aos terroristas que há três anos e meio atormentam o norte do país.
“Porque é que esses 362 não são enquadrados”, questionou, reafirmando que os ex-combatentes podiam integrar os grupos de efetivos das FDS “que vão a Cabo Delgado”, mas em vez disso “estão lá nas bases” onde se aguarda o desfecho do processo de DDR, acrescentou, em declarações difundidas pelo canal de televisão STV.
Momade falava ontem aos jornalistas em Nicoadala, centro do país, durante uma visita em que fez doação de alimentos a uma comunidade deslocada de Cabo Delgado.
Grupos armados aterrorizam a província de Cabo Delgado desde 2017, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, numa onda de violência que já provocou mais de 2.500 mortes segundo o projeto de registo de conflitos ACLED e 714.000 deslocados de acordo com o Governo.
O mais recente ataque foi feito em 24 de Março contra a vila de Palma, provocando dezenas de mortos e feridos, num balanço ainda em curso.
As autoridades moçambicanas recuperaram o controlo da vila, mas o ataque levou a petrolífera Total a abandonar por tempo indeterminado o recinto do projeto de gás com início de produção previsto para 2024 e no qual estão ancoradas muitas das expectativas de crescimento económico de Moçambique na próxima década.
Pelo menos 82 pessoas morreram e 110 ficaram feridas após incêndio que atingiu um hospital de Bagdá, no Iraque, especializado em tratamento contra o Coronavírus. Segundo o Portal G1, entre as vítimas, estavam 28 pacientes intubados com Covid-19.
Pelo menos 200 pessoas foram resgatadas do local enquanto as chamas se espalhavam pelo segundo andar da unidade de saúde. Bombeiros e equipes da Defesa Civil ficaram no estabelecimento até a manhã de domingo (25) tentando apagar o fogo.
A causa do incêndio, que ocorreu sábado (24), teria sido a negligência por parte de alguns funcionários. Relatos iniciais sugerem que o fogo começou logo após um cilindro de oxigênio ter explodido em uma enfermaria de terapia intensiva.
Em resposta ao ocorrido, o primeiro-ministro iraquiano, Mustafa al-Kadhimi, demitiu os diretores gerais do hospital e o diretor de Engenharia e Manutenção da unidade de saúde. Além disso, ele deu às autoridades 24 horas para apresentar os resultados de uma investigação. Em sua conta no Twitter, comentou:“A negligência em tais questões não é um erro, mas um crime pelo qual todas as partes negligentes devem ser responsabilizadas”.
No Iraque, os casos de Covid somam cerca de 8 mil por dia. Até agora, pelo menos 15,2 mil pessoas morreram por causa da doença no país.
O Fundo das Nações Unidas para População (UNFPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal candidatos para a vaga de Associado de Finanças, GS6. Saiba mais.
A World Vision-Moçambique (WV-Moç) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista para um Projecto de promoção da Igualdade e Equidade do Género. Saiba mais.
A EA – Private Employment Agency pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Operações de OGC – Óleos, Gases e Químicos. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Sénior de Avaliação de Programa. Saiba mais.
A BVI Engenheiros Consultores Moçambique Lda pretende recrutar para o seu quadro de pessoal uma (1) Estagiária em Engenharia Civil/ Arquitectura. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Género e Inclusão Social. Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial de Monitoria, Avaliação e Aprendizagem (MEL). Saiba mais.
O Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director de Programa. Saiba mais.
Os casos foram identificados em três pessoas, sendo que duas têm menos de 50 anos. Investigação da situação ainda está a decorrer.
As autoridades australianas revelaram no dia 23 de abril, que foram identificados três novos casos de um tipo raro de coágulo de sangue “muito possivelmente” relacionados com a administração da vacina contra a Covid-19 da AstraZeneca.
De acordo com as entidades competentes, os três casos são referentes a uma mulher, de 35 anos, residente em New South Wales, um homem, de 49, de Queensland, e um idoso, de 80, que vive em Victoria.
Todos os pacientes encontram-se estáveis e a recuperar, adiantou também a Agência de Bens Terapêuticos, o regulador de medicamentos australiano.
Ainda sobre estes casos, foi também esclarecido que os coágulos terão ocorrido entre nove a 26 dias após a toma da vacina da AstraZeneca.
No total, a Austrália passa a contabilizar seis casos de coágulos raros reportados após a toma da AstraZeneca, sendo que um foi fatal. Cinco destes casos, foram identificados em pessoas com menos de 50 anos, quando a administração desta vacina ainda era permitida para esta faixa etária.
O Ministério da Saúde revelou que 1,5 milhões de pessoas não compareceram ao agendamento para a toma da segunda dose.
No Brasil, o esforço de vacinação está a ser posto em causa devido ao elevado número de pessoas que não comparecem para serem inoculadas com a segunda dose da vacina contra a Covid-19. O Ministério da Saúde brasileiro anunciou que 1,5 milhões de pessoas não apareceram para tomar a segunda dose da vacina.
As autoridades envolvidas no processo de vacinação argumentam que esta situação pode ser explicada pela má comunicação, com as pessoas a não compreenderem a importância de receberem a segunda dose ou então simplesmente a esquecerem-se de quando a deveriam tomar.
Os especialistas dizem que esta situação é particularmente preocupante no Brasil.
O Brasil é um dos países mais afetados pela pandemia no mundo. Contabiliza mais de 380 mil óbitos causados pela Covid-19, ficando apenas atrás dos Estados Unidos neste indicador.
Um falso alarme de bomba obrigou a um enorme aparato policial e aglomeração de pessoas no aeroporto cabo-verdiano da Praia, em Cabo Verde, que foi evacuado, com passageiros e visitantes a reclamarem de falta de informação.
Por volta das 14:30 locais (16:30 em Lisboa) tanto os passageiros como os visitantes e funcionários começavam a entrar no aeroporto e as bagagens começaram também a ser distribuídas.
A polícia não quis prestar esclarecimentos, mas garantiu que durante a tarde vai disponibilizar informações sobre o sucedido e sobre todo o aparato gerado no aeroporto da capital de Cabo Verde.
O ministro do Interior francês pediu reforço da segurança junto de esquadras da polícia e da guarda nacional após o ataque em Rambouillet, Paris, onde um tunisino degolou uma funcionária da polícia antes de ser morto.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, assegurou que o país não vai ceder “em nada no combate ao terrorismo”, na sequência do ataque do tunisino, que segundo fonte próxima do inquérito e citada pela AFP gritou ‘Allah Akbar’ (Deus é grande).
Previamente, o procurador antiterrorista de França anunciou que se vai ocupar do inquérito sobre o ataque do tunisino, e que foi abatido a tiro no local.
Em paralelo, e numa primeira reação no local do atentado, o primeiro-ministro francês, Jean Castex, considerou que “a República acaba de perder uma das suas heroínas do quotidiano, num gesto bárbaro e de uma infinita cobardia”.
A polícia identificou o agressor como um tunisino de 36 anos, desconhecido das autoridades francesas e que estava em território francês de forma ilegal.
Este ataque coincide com as medidas do Governo do Presidente Emmanuel Macron sobre o reforço da segurança das polícias, que consideram estar submetidos a crescentes perigos devido ao aumento da criminalidade.
A Força Aérea do Zimbabué informou que um dos seus helicópteros despenhou-se contra uma casa, e que em consequência do acidente morreram os três membros da tripulação e uma criança que se encontrava no local.
Ainda na sequência do acidente, uma jovem e uma mulher ficaram feridas, com queimaduras, sendo levadas de imediato para o hospital, adiantou um comunicado da Força Aérea.
O helicóptero Agusta Bell AB 412 caiu em Arcturas, uma aldeia a cerca de 30 quilómetros da capital do país, Harare, depois de ter levantado da base aérea Manyame, junto da cidade, para um voo de treino.
A Força Aérea acrescentou que já está a investigar a causa do acidente.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) contribuiu com 1,2 milhões de dólares (993 mil euros) para apoiar os deslocados internos que fogem dos ataques em Cabo Delgado, norte de Moçambique, anunciou o diretor-geral, António Vitorino.
A OIM divulgou ainda que quase 4.000 pessoas fugiram de Palma, no norte de Moçambique, na última semana, elevando o número total de deslocados para quase 25.000.
Segundo a OIM, mais de metade dos deslocados encontram-se nos distritos de Mueda (6.970) e Nangade (6.733), na fronteira norte com a Tanzânia. Outros deslocaram-se mais para sul na província de Cabo Delgado e 5.000 pessoas chegaram à cidade de Pemba, e outras 3.795 ao distrito de Montepuez.
A organização continua a prestar assistência psicossocial e de proteção a centenas de pessoas deslocadas de Palma, incluindo primeiros socorros psicossociais, aconselhamento de grupo, e assistência individual.
A OIM prestou assistência direta a mais de 40.000 pessoas afetadas pela insegurança em Cabo Delgado desde o início do ano.
Grupos armados aterrorizam Cabo Delgado desde 2017, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo ‘jihadista’ Estado Islâmico, numa onda de violência que já provocou mais de 2.500 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED, e 714.000 deslocados, de acordo com o Governo moçambicano.
O mais recente ataque ocorreu em 24 de março contra a vila de Palma, provocando dezenas de mortos e feridos, num balanço ainda em curso.
Três dos cerca de 20 estudantes raptados em Kaduna, no norte da Nigéria, na noite de terça-feira (20) foram executados pelos seus captores, relataram as autoridades locais, que estão preocupadas com a escalada da violência destes raptos.
Num ato diabólico e absolutamente cruel, os homens armados que raptaram estudantes da Universidade de Greenfield mataram três dos seus reféns”, anunciou o comissário para os Assuntos Internos e Segurança Interna do estado de Kaduna, Samuel Aruwan, que não especificou o número total de alunos raptados.
As autoridades do estado de Kaduna, que sempre rejeitaram a negociação com raptores no que se assemelha ao mais recente sequestro em massa em troca de resgate na região, não divulgaram o número exato de estudantes sequestrados.
Na terça-feira, por volta das 20:15 locais (mesma hora em Lisboa), homens armados invadiram a universidade e raptaram cerca de 20 estudantes, segundo fontes da instituição, sob anonimato.
Um funcionário foi baleado durante a invasão.
Os últimos meses têm sido marcados por um aumento de sequestros de números elevados de estudantes em escolas do norte da Nigéria, tendo mais de 700 estudantes sido raptados desde dezembro.
Durante esta semana, dezenas de aldeões foram mortos a tiro no estado de Zamfara.
Embora muitos dos estudantes sequestrados tenham sido libertados, pelo menos 29 estudantes de um total de 39 raptados em março no Igabi College of Forestry Mechanization, também no estado de Kaduna, continuam em paradeiro desconhecido.
Numa conferência de imprensa na semana passada, o presidente da associação de pais local criticou a inação das autoridades estatais de Kaduna, que proibiram qualquer negociação com os perpetradores.
A Pfizer está a preparar “para o verão” uma versão da sua vacina anti-Covid mais diluída e capaz de ser armazenada durante meses à temperatura de um frigorífico normal, anunciou o presidente executivo da farmacêutica.
Albert Bourla explicou que a nova versão visa facilitar o seu uso e armazenamento, que obriga atualmente a ficar num ambiente de -70º centígrados. A Pfizer também está a tentar modificar a fórmula atual para a tornar mais fácil de usar.
Numa altura em que duas das vacinas mais vendidas no mundo, a da AstraZeneca e a da Johnson&Johnson, têm sofrido limitações e até suspensões devido a alguns casos de coagulação sanguínea em pessoas a quem foram administradas, o presidente executivo da Pfizer mostra-se confiante na eficácia da sua fórmula.
O Exército israelita informou sexta-feira (23) que três ‘rockets’ foram disparados da Faixa de Gaza contra o sul de Israel, sem causar vítimas.
Um dos ‘rockets’, disparados já durante a noite, foi intercetado pelo escudo de mísseis israelita Iron Dome (“Cúpula de Ferro”) e os outros dois caíram perto da zona de segurança entre Israel e a Faixa de Gaza.
O ataque coincidiu com violentos confrontos entre judeus e árabes na cidade de Jerusalém, já considerados os mais graves dos últimos cinco anos, que já fizeram mais de uma centena de feridos e levaram a dezenas de detenções.
As autoridades norte-americanas vão retomar o uso da vacina Johnson & Johnson contra a covid-19, seguindo a recomendação de um painel de conselheiros do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
O anúncio da retoma da imunização contra o novo coronavírus usando a vacina de uma só dose Johnson & Johnson foi feito em comunicado conjunto do CDC e da Administração para Alimentos e Medicamentos (FDA).
Em linha com a recomendação dos peritos, as duas agências governamentais sustentam que o benefício do uso da vacina supera os riscos da sua administração, ligados a casos muito raros de coágulos sanguíneos, que levaram à suspensão do seu uso há 11 dias.
Entre quase oito milhões de pessoas vacinadas com Johnson & Johnson, antes da suspensão do uso da vacina, as autoridades de saúde identificaram 15 casos de um tipo raro de coágulo de sangue, três deles fatais.
Todos os casos deram-se em mulheres, a maioria com menos de 50 anos.
A decisão hoje divulgada pelos conselheiros do CDC refere que é fundamental que mulheres mais jovens sejam informadas sobre esse risco, em termos claros e compreensíveis, para que possam decidir se preferem escolher uma vacina alternativa.
Nos mais prolongados “jogos de guerra” informáticos de sempre, Taiwan começou hoje uma simulação de uma invasão da República Popular da China, que inclui a participação virtual dos mais modernos meios militares chineses, aéreos e navais.
A componente informática dos exercícios militares Han Kuang, que irá prolongar-se por oito dias, foi iniciada no centro de comando das Forças Armadas em Taipé, com a presença do Ministro da Defesa Chiu Kuo-cheng e do Chefe do Estado-Maior General Huang Shu-kuang, segundo comunicado do Governo.
De acordo com os militares, os exercícios de 24 horas diárias servirão para testar as capacidades de Taiwan de repelir ataques inimigos, nos cenários mais severos possíveis, contemplando o uso dos mais recentes meios do Exército de Libertação do Povo da China (ELC), incluindo o porta-aviões Shandong, os caças furtivos J-20 e alguns mísseis avançados.
Os exercícios, que envolvem todos os ramos militares taiwaneses, decorrem este ano em ambiente de tensão crescente na região, com incursões frequentes de meios aéreos e navais do ELC em Taiwan.
O território é autónomo desde 1949, altura em que o antigo governo nacionalista chinês se refugiou na ilha, após a derrota na guerra civil frente aos comunistas.
Formalmente chamada República da China, Taiwan tornou-se, entretanto, numa democracia com uma forte sociedade civil, mas Pequim considera a ilha parte do seu território e ameaça a reunificação pela força.
As recentes incursões do ELC são consideradas resposta a vendas de armas dos Estados Unidos a Taiwan, visitas de alto nível norte-americanas e maior apoio de Washington a Taipei com o ex-presidente Donald Trump e o seu sucessor, Joe Biden.
Os exercícios militares Han Kuang contam normalmente com a participação de milhares de efetivos militares, mas este ano apenas 300 puderam participar, devido às medidas de controlo da pandemia de covid-19.
A componente de fogo real dos exercícios Han Kuang terá lugar de 12 a 16 de julho, de acordo com o Ministério da Defesa taiwanês.
Na semana passada, a China alertou que está determinada a usar a força para impedir que Taiwan se aproxime dos Estados Unidos.
Ma Xiaoguang, porta-voz do Gabinete para os Assuntos de Taiwan, do Conselho de Estado chinês, avisou que os recentes exercícios militares junto a Taiwan foram um aviso a Taipé, de que aproximar-se dos EUA para conseguir a independência será um fracasso.
Zinédine Zidane foi oficialmente apresentado esta terça-feira como o novo seleccionador da selecção francesa de futebol. Philippe Diallo, presidente da Federação Francesa de Futebol...
A Procuradoria-Geral da República de Moçambique decidiu abrir um processo criminal para investigar o funcionamento de diversas plataformas digitais de microcrédito que operam no...