O Presidente do Haiti, Jovenel Moïse, foi assassinado durante a madrugada da quarta-feira. A notícia, que começou a ser divulgada pelos jornais locais, foi entretanto confirmada pelo gabinete do primeiro-ministro interino.
Jovenel Moïse foi morto por um grupo de indivíduos não identificados, alguns falantes de espanhol, que invadiram a sua residência privada nos arredores da capital haitiana, Port-au-Prince, pela 1h da quarta-feira. A mulher do Presidente, Martine Moïse, sofreu ferimentos, tendo sido hospitalizada. Não foi divulgado o seu estado de saúde.
Classificando o homicídio como um “ato odioso, desumano e bárbaro”, Claude Joseph, que substituiu Joseph Jouthe como primeiro-ministro interino em abril depois de este apresentar subitamente a demissão após três meses no cargo, apelou à calma da população.
Joseph, que deveria ser substituído esta semana e que é agora a mais alta figura do Estado, garantiu que a segurança do país está assegurada e que todas as medidas foram tomadas para garantir a “continuidade do Estado”.
O ex-presidente Jacob Zuma entregou-se às autoridades policiais na África do Sul para cumprir uma pena de prisão de 15 meses por desrespeito à Justiça, foi hoje anunciado.
Informamos que o Presidente Zuma decidiu cumprir a ordem de prisão. Ele está a caminho de um estabelecimento prisional dos Serviços Correcionais no KwaZulu-Natal”, referiu a Fundação Jacob Zuma nas redes sociais citada pela imprensa sul-africana.
Jacob Zuma entregou-se às autoridades minutos antes da meia-noite local, o prazo limite para a sua detenção ordenada pelo Tribunal Constitucional, tendo sido escoltado pelos serviços de proteção presidencial.
Um porta-voz do Ministério da Polícia, Lirandzu Themba, confirmou que Jacob Zuma se entregou às autoridades policiais na noite de hoje.
O antigo chefe de Estado enviou horas antes uma carta à mais alta instância judicial do país a solicitar a proibição da execução da ordem de detenção enquanto aguarda o resultado de todos os processos judiciais, segundo a Fundação Jacob Zuma.
O Tribunal Constitucional da África do Sul condenou em 29 de junho o ex-Presidente Jacob Zuma a 15 meses de prisão por desrespeito ao tribunal, ao recusar repetidamente cumprir a citação que lhe exigia o testemunho em investigações de corrupção.
O Centro Médico e de Treinamento em Segurança e Saúde (CMTSS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Laboratório. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Supervisor de HIV Pediátrico. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Procurement de Matching Grants. Saiba mais.
O Ministério da Economia e Finanças pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Provincial de Planeamento e Infra-Estruturas Públicas. Saiba mais.
O Centro de Desenvolvimento do Sistema de Informação Financeira (CEDSIF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Administradores Executivos. Saiba mais.
A entrada em funcionamento do galpão semi-aberto destinado a acomodar viaturas com mercadorias, no Mercado Grossista do Zimpeto, na cidade de Maputo foi adiada para Outubro.
A prorrogação do prazo para a entrega da infra-estrutura, cuja empreitada iniciou em Agosto do ano passado com conclusão prevista para Junho último, deveu-se ao atraso na conclusão da obra.
Audêncio Machonisse, director da Zaida Construções, empreiteiro responsável pelas obras, o incumprimento deveu-se ao impacto da Covid-19, que condicionou a importação dos materiais da África do Sul.
Esta situação também resultou no agravamento dos preços no mercado. As obras da instalação do alpendre, com capacidade para 34 camiões, estão orçadas em cerca de 30 milhões de meticais, desembolsados pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo.
De acordo com Machonisse, os trabalhos estão a 67 por cento de realização. Explicou que neste momento estão a ser montadas as últimas vigas, para depois proceder-se a cobertura e por fim a montagem de pavê.
Nas últimas semanas, a repressão policial marcou as manifestações no eSwatini. A Amnistia Internacional relata dezenas de mortos e mais 150 feridos. Mas o movimento pró-democracia promete continuar os protestos.
Os protestos das últimas semanas foram marcados pela repressão e violência das forças de segurança contra os manifestantes.
Mlungisi Makhanya, líder do Movimento Democrático, afirma que depois de testemunhar a brutalidade policial contra os manifestantes, o grupo decidiu continuar com protestos de rua, apesar da repressão.
Segundo o ativista, o hospital principal de Mbabane amputou 16 pessoas. “Mas também vi cadáveres de pessoas que foram alvejadas, porque o que estes soldados andaram a fazer, estavam a executar pessoas e a despejá-las na morgue mais próxima. Não temos como tirar os corpos da morgue. Consideramos o Rei Mswati como principal responsável por estes massacres contra o nosso povo”, acusou Makhanya.
Desde que começaram os protestos, várias lojas estão fechadas e há pouca movimentação de pessoas nas ruas perante o agravar da tensão social que se vive no terreno.
Os manifestantes acusam o rei Mswati de nomear apenas os seus camaradas, de promover a corrupção, de silenciar as vozes críticas e também de usar o sistema monárquico como instrumento de opressão.
Maxwell Dlamini, um dos ativistas responsáveis pelos protestos, acusa a monarquia de ostentar uma vida de luxo, enquanto o povo passa fome.
Um total de 42 garimpeiros ilegais foram condenados em 29 de junho último a penas entre oito e 14 meses de prisão, mais multas, depois de apanhados em flagrante junto ao Parque Nacional da Gorongosa (PNG), anunciou segunda-feira (05) esta instituição.
O tribunal decidiu reverter todo o material apreendido a favor do Estado e para a área de conservação.
O caso resulta de uma operação conjunta de fiscalização do parque com a polícia, no dia 24 de Junho, onde os indivíduos foram encontrados, “a fazerem extracção ilegal de recursos minerais”, em Nhandzeia, distrito de Gorongosa, zona tampão da reserva natural.
O desflorestamento e garimpo ilegal em busca de diversos recursos, como ouro, são problemas que afectam várias zonas do interior do país, provocando destruição de terras e rios que atravessam a área protegida.
Segundo um comunicado do Parque Nacional da Gorongosa, os garimpeiros já tinham sido alertados verbalmente “para que abandonassem aquele local e actividade”.
“Prometeram abandonar, mas não o fizeram: optaram por intensificar a sua actividade, adquirindo nova maquinaria e produtos tóxicos e nocivos ao meio ambiente, usados no processo de garimpo”, descreve o parque.
O ex-Presidente da África do Sul pediu que o Tribunal Constitucional anule a ordem de prisão contra si por desacato. A polícia diz que só vai fazer cumprir a sentença quando Zuma esgotar os recursos judiciais.
Jacob Zuma foi à Justiça mais uma vez na terça-feira (06.07) para tentar suspender a ordem de prisão por desacato, emitida na semana passada pelo Tribunal Constitucional da África do Sul. O ex-Presidente sul-africano foi condenado a 15 meses de prisão por não ter cumprido as citações judiciais que o obrigavam a testemunhar em investigações.
A principal autoridade judicial do país analisa o pedido de suspensão da pena, que foi apresentado depois de a polícia anunciar que não fará nenhum movimento para prender Zuma até que o ex-Presidente esgote todas as possibilidades de recorrer da sentença.
Zuma deveria ter-se apresentado às autoridades até a meia-noite de domingo (04.06), mas não obedeceu às ordens. Na sequência, a polícia foi instruída a prendê-lo num prazo de três dias, até esta quarta-feira (07.07), mas anunciou que vai aguardar o fim do litígio.
O advogado de Zuma elogiou a polícia por ter levado em consideração a “situação agravada no país em torno deste assunto”, apontando para a “segurança volátil” em torno da condenação do ex-Presidente. No final da semana passada, a defesa de Zuma pediu ao tribunal que a polícia não fosse autorizada a prender o ex-chefe de Estado até à próxima audiência, marcada para 12 de julho.
A polícia de Hong Kong informou que deteve nove pessoas suspeitas de envolvimento em atividades terroristas, afirmando que estariam a tentar fabricar explosivos para colocar bombas em toda a cidade.
O grupo estava a tentar fabricar o explosivo triperóxido de triacetona (TATP) num laboratório caseiro, num ‘hostel’.
A polícia disse que planeavam utilizar o material para bombardear tribunais, túneis, caminhos-de-ferro e fazer explodir caixotes do lixo na rua, “para maximizar os danos causados à sociedade”.
Os nove detidos, cinco homens e quatro mulheres, têm entre 15 e 39 anos de idade, segundo o superintendente sénior Li Kwai-wah, do Departamento de Segurança Nacional da Polícia de Hong Kong, citado pela agência de notícias Associated Press (AP).
As autoridades apreenderam aparelhos e matérias-primas utilizados para fazer o explosivo, além de manuais de instruções e cerca de 80.000 dólares de Hong Kong (8.670 euros).
A polícia disse que o grupo planeava deixar Hong Kong e sabotar a cidade antes da partida. Desde 2019, a polícia de Hong Kong prendeu várias pessoas pelo fabrico de bombas, incluindo de TATP.
Em dezembro de 2019, as autoridades desativaram duas bombas numa escola católica local. Uma bomba caseira telecomandada explodiu perto de um carro da polícia em 2019, durante os protestos antigovernamentais.
Estradas praticamente intransitáveis, algumas das quais interrompidas, é o cenário que se vive no Bairro da Manga, um dos principais da cidade da Beira.
A situação agrava-se no tempo chuvoso, em que os automobilistas e peões recorrem a manobras para poderem movimentar-se, tais são os buracos e covas que proliferam pela zona!
Na Rua 2, por exemplo, os condutores são obrigados a andar devagar, subindo passeios, porque os buracos no centro da via são enormes.
Os presidentes de Moçambique e Angola estão entre os 20 chefes de Estados africanos que vão reunir-se com o Banco Mundial para defender um aumento significativo do capital da Associação para o Desenvolvimento Internacional (IDA).
“Esta reunião de alto nível, a ter lugar no dia 15, segue-se ao pedido dos líderes africanos, feito durante a cimeira sobre o financiamento das economias africanas, em Paris, em Maio, na qual defenderam o aumento do apoio a uma reconstrução melhor e mais verde a seguir à pandemia de covid-19”, lê-se numa nota do Banco Mundial, segunda-feira (05) distribuída em Washington.
“Num contexto em que os países africanos estão a lidar com o impacto devastador da pandemia, o apoio contínuo do Banco Mundial, particularmente da IDA, é crítico para ajudar estes países a atingir as necessidades de financiamento, que já estavam altas antes da pandemia”, acrescenta o texto.
A IDA é o braço do Banco Mundial para o financiamento aos países mais pobres, garantindo doações e empréstimos com taxas de juro muito baixas, e já forneceu mais de 420 mil milhões de dólares (26,6 biliões de meticais), para investimentos em 114 países, 39 dos quais em África, o continente mais apoiado.
“O reabastecimento vai apoiar uma recuperação resiliente da crise da Covid-19 e ajudar o continente a continuar a sua transformação económica”, aponta-se ainda no comunicado.
Entre os chefes de Estado que o Banco Mundial acolher na reunião, constam os dirigentes de Moçambique, Angola, Benim, Burkina Faso, Camarões, República Democrática do Congo, Etiópia, Gana, Guiné, Quénia, Libéria, Mauritânia, Madagáscar, Níger, Nigéria, Ruanda, Senegal, Sudão, Tanzânia, Togo e Uganda, segundo a lista divulgada no comunicado, que conta também ter na reunião os líderes das instituições regionais e parceiros para o desenvolvimento.
As autoridades sul-africanas deportaram, na segunda-feira (05.07), perto de 60 moçambicanos que estavam naquele país ilegalmente, sem avisar os Serviços de Migração de Moçambique, anunciou fonte oficial em Maputo.
Quando recebemos o grupo, a primeira coisa que fizemos foi manifestar o nosso desagrado junto das autoridades sul-africanas por violação dos entendimentos entre os dois países sobre a matéria”, declarou Celestino Matsinhe, porta-voz do Serviço de Migração de Moçambique, à margem de uma reunião entre as autoridades dos dois Estados em Maputo.
Os cidadãos moçambicanos, com idades entre 16 e 42 anos, foram deportados através da fronteira de Ressano Garcia, a principal entre Moçambique e África do Sul, e são oriundos das províncias do centro e sul do país.
De acordo com Celestino Matsinhe, este é o terceiro episódio em que as autoridades sul-africanas violam os entendimentos entre os dois Estados num caso em que se deportam moçambicanos encontrados em situação ilegal.
“Estes entendimentos são para ser observados”, frisou o porta-voz dos Serviços de Migração de Moçambique, acrescentando que a notificação prévia em casos similares permite que as autoridades organizem meios “condignos” para levar as pessoas às suas províncias de origem.
Para fugir dos altos índices de pobreza em Moçambique, a população, principalmente a mais jovem das zonas rurais do sul do país, emigra ilegalmente para a África do Sul, à procura de melhores condições de vida no país vizinho, que é uma das economias mais avançadas do continente.
O primogénito do antigo presidente republicano, Dr. Kenneth Kaunda, Kaweche e seus irmãos processaram o governo ao tribunal por causa da decisão do enterrar os restos mortais do Dr. Kaunda no “Embassy Park”.
Kaunda, que faleceu há três semanas, deverá ser exumado e renterrado ao lado de sua esposa, Betty Kaunda, em sua fazenda em New Kasama.
Kaweche e seus irmãos representados por Simeza, Sangwa e Associados citaram o Secretário do Gabinete como o réu em seu processo.
Moçambique registou, nas últimas 24 horas, um novo máximo de infectados pelo novo coronavírus, ao testar positivamente 1.458 indivíduos, de um total de 4.594 casos suspeitos. O anterior máximo era de 1.275 infectados, registado no dia 29 de Janeiro de 2021.
Dos novos casos reportados, 759 são do sexo feminino e 669 do sexo masculino todos de transmissão local, sendo que a cidade de Maputo registou quinhentos e dois (502) casos, seguida pelas províncias de Maputo, com 393 e Tete 262 casos positivos.
De acordo com o comunicado de actualização de dados da Covid-19, o país notificou mais 11 mortos vítimas da covid-19, o que eleva o total para 912 óbitos. Trata-se de sete homens e quatro mulheres, entre 45 e 76 anos de idade.
No período em análise, o sector da Saúde internou 53 doentes, concedeu 30 altas hospitalares e permanecem acamados 251 pacientes nos centros de internamento de covid-19.
O documento refere que 237 pessoas recuperaram da Covid-19, o que eleva o cumulativo para 72.404 indivíduos livres do novo coronavírus e 9.015 casos activos.
Um jornalista holandês especializado em crime organizado foi hoje baleado na cabeça no meio de uma rua em Amesterdão, nos Países Baixos, encontrando-se hospitalizado em estado grave, adiantou a polícia local, acrescentando que foram disparados vários tiros.
O ataque a Peter R. De Vries, de 64 anos, ocorreu na Lange Leidsedwarsstraat, uma rua no centro de Amesterdão, havendo já várias imagens a circular nas redes sociais que mostram o jornalista caído no chão com ferimentos na cabeça.
A polícia holandesa indicou que está à procura de homem caucasiano e de constituição magra, vestindo um casaco de camuflagem verde-escuro e um boné preto, que será o presumível autor do tiroteio e que se encontra em fuga.
Peter R. De Vries é um jornalista conhecido nos Países Baixos devido às suas investigações sobre crimes e questões de crime organizado, tendo já atuado como informador em casos mediáticos no país, como o caso Marengo, que envolve assassínios e tráfico de droga.
Quando se soube que estava na lista negra do traficante de droga e líder da máfia holandesa Ridouan Taghi (que está em fuga), em 2019, Peter R. De Vries passou a ser protegido pela polícia após receber ameaças de morte.
O tiroteio de hoje provocou comoção nos Países Baixos.
O líder da extrema-direita, Geer Wilders, segundo a EFE, considerou o ato como “terrível”, enquanto o secretário-geral da Associação de Jornalistas dos Países Baixos, Thomas Bruning, chamou-o de “soco no jornalismo”.
Avião russo An-26 em Petropavlovsk-Kamchatsky, na Rússia
06/07/2021 Ministério de Emergência da Rússia/Divulgação via REUTERS
Um avião com 28 pessoas a bordo, sendo 22 passageiros e seis tripulantes, caiu na terça-feira (06) no mar próximo ao aeroporto de Palana, localizado na região de Kamchatka, na Rússia. Não há sobreviventes.
Restos da aeronave, um Antonov An-26 fabricado em 1982, foram localizados a cerca de 3,8 quilômetros do local do pouso, segundo informaram fontes à agência de notícias estatal russa Tass. “Um grupo de 26 socorristas está no local com todos os veículos possíveis”, informou a agência.
Ainda conforme a Tass, a Agência Federal de Transporte Aéreo ressaltou que a operação será “bastante complicada” por conta da geografia da região do acidente.
O voo partiu de Petropavlosk-Kamtchatsky e se dirigia a Palana. Entre as vítimas, estava a prefeita da cidade de destino, Olga Mokhireva.
Pouco antes do pouso, os pilotos perderam contato com a torre de controle local. Ainda conforme a mídia russa, as condições climáticas na hora do acidente eram bem ruins, com baixíssima visibilidade.
Manifestantes detidos num protesto por melhores condições de saúde em Angola foram absolvidos do crime de desobediência às autoridades pelo Tribunal de Comarca Provincial de Benguela. Críticas ao processo continuam.
23 ativistas manifestavam-se sob o lema “Direito à vida: queremos saúde, não morte nas camas dos hospitais”, no sábado (03.07), quando foram detidos pela Polícia Nacional e acusados de desacato às autoridades. Na terça-feira (06.07), acabaram por ser absolvidos pelo Tribunal da Comarca Provincial de Benguela, mas criticam a forma como o processo foi conduzido.
Frederico Gabriel Chiyaya, um dos advogados de defesa, fala mesmo num julgamento político e diz que foram violados alguns princípios. “Foram acusados pelo crime de desobediência às autoridades, termo do artigo 300 do Código Penal, e em fase de julgamento demos conta que os agentes queriam remeter para outros crimes”, como os de ofensas morais e desrespeito, o que não corresponde “aos factos que foram produzidos em fase de julgamento”.
Ainda assim, acrescenta, “tudo ficou bem claro, nada mais nada menos, e fez-se justiça” com a absolvição dos ativistas. No entanto, os ativistas e familiares continuam indignados com a forma como o processo foi conduzido – a começar no momento da detenção.
Milhares de pessoas foram vítimas de um esquema fraudulento de venda de vacinas contra a Covid-19 na Índia.
Os organizadores deste amplo esquema, que teve pelo menos 12 centros de vacinação em Mumbai ou perto desta cidade, cobravam a vacinação às pessoas, que depois eram injetadas com água salgada.
O responsável da polícia de Mumbai, Vishal Thakur, sublinhou que cerca de 2.500 pessoas foram inoculadas com vacinas falsas. “Eles usavam água salgada e injetavam-na. Faziam isto em todos os centros de vacinação falsos que tinham”, frisou.
Os organizadores deste esquema arrecadaram 24 mil euros no total. Até ao momento foram detidas 14 pessoas, incluindo médicos e profissionais de saúde. “Eles estavam a usar um hospital que estava fornecer os certificados falsos, os frascos, as seringas”, acrescentou Thakur.
Os 14 detidos foram acusados de conspiração criminosa, tentativa de homicídio, entre outras acusações.
A Índia foi devastada por uma segunda vaga do coronavírus entre abril e o princípio de junho. Estes centros de vacinação falsos injetaram 2.500 pessoas com água salgada entre o final de maio e o início de junho.
Um jovem de 22 anos de idade está detido desde segunda-feira (05) na 8ª Esquadra da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Beluluane, indiciado no crime de violação de uma menor de 12 anos.
O indiciado e a criança, sua prima, viviam na mesma casa naquela localidade do distrito de Boane, província de Maputo.
Segundo a Polícia, desde Abril que o jovem vinha forçando a menina a manter relações sexuais. O caso foi descoberto na última segunda-feira (05)e denunciado pela mãe da vítima.
Segundo a porta-voz do Comando da PRM na província de Maputo, Carmínia Leite, o jovem confessou os actos cometidos e exames médicos também confirmam a penetração.
“A mãe descobriu que a sua filha foi abusada, quando viu como esta caminhava com dificuldade, tendo depois confirmado o pior ao verificar que a menina apresentava sangramento nos órgãos genitais”, explicou.
Indicou que a menor não denunciava os abusos porque o primo ameaçava matar a sua irmã mais velha caso falasse. O jovem suspeito é casado e a esposa tem uma gravidez de dois meses.
Membros da família de Kenneth Kaunda, que morreu em Junho, foram hoje a tribunal contestar o local de sepultamento daquele que é considerado o pai da independência da Zâmbia, que deverá ser enterrado na quarta-feira.
O Governo tinha planeado colocá-lo num cemitério na capital, Lusaca, reservado aos chefes de Estado, em frente à sede do Governo.
No entanto, membros da família de Kaunda requereram a um tribunal na capital zambiana a suspensão do enterro oficial, marcado para as 10h00 de quarta-feira, para que este pudesse ser enterrado junto da sua esposa, Betty Kaunda, que morreu em 2012, noticia a agência France-Presse (AFP).
Uma carta anexa ao pedido foi assinada por vários dos seus filhos e netos, onde estes referem que tal era vontade do antigo Presidente zambiano.
Kenneth Kaunda conduziu a antiga Rodésia do Norte à independência sem derramamento de sangue em outubro de 1964. Socialista que esteve próximo de Moscovo, governou o país durante 27 anos. Após violentos tumultos, aceitou eleições livres em 1991 e foi derrotado.
Desde a sua reforma em 2000, esteve envolvido na resolução de crises no continente africano no Quénia, Zimbabué, Togo e Burundi, bem como na luta contra a sida, depois de ter anunciado publicamente que um dos seus filhos tinha morrido da doença.
A sua saúde agravou-se após a morte da sua mulher em Setembro de 2012, com quem teve nove filhos.
O Fundo Nacional de Desenvolvimento Sustentável (FNDS) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista de Procurement de Matching Grants. Saiba mais.
O Ministério da Economia e Finanças pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assessor Provincial de Planeamento e Infra-Estruturas Públicas. Saiba mais.
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