Um total de 42 garimpeiros ilegais foram condenados em 29 de junho último a penas entre oito e 14 meses de prisão, mais multas, depois de apanhados em flagrante junto ao Parque Nacional da Gorongosa (PNG), anunciou segunda-feira (05) esta instituição.
O tribunal decidiu reverter todo o material apreendido a favor do Estado e para a área de conservação.
O caso resulta de uma operação conjunta de fiscalização do parque com a polícia, no dia 24 de Junho, onde os indivíduos foram encontrados, “a fazerem extracção ilegal de recursos minerais”, em Nhandzeia, distrito de Gorongosa, zona tampão da reserva natural.
O desflorestamento e garimpo ilegal em busca de diversos recursos, como ouro, são problemas que afectam várias zonas do interior do país, provocando destruição de terras e rios que atravessam a área protegida.
Segundo um comunicado do Parque Nacional da Gorongosa, os garimpeiros já tinham sido alertados verbalmente “para que abandonassem aquele local e actividade”.
“Prometeram abandonar, mas não o fizeram: optaram por intensificar a sua actividade, adquirindo nova maquinaria e produtos tóxicos e nocivos ao meio ambiente, usados no processo de garimpo”, descreve o parque.














