Internacional Africa Mais de 1.300 prisioneiros burundeses beneficiaram de indulto presidencial

Mais de 1.300 prisioneiros burundeses beneficiaram de indulto presidencial

Mais de 1.300 prisioneiros foram libertados ontem (26) no Burundi, no primeiro dia da aplicação de um perdão presidencial que visa desimpedir prisões sobrelotadas, segundo várias fontes.

Mais de 5.000 detidos perto de 40% dos prisioneiros do país beneficiam da medida, dos quais 3.000 serão libertados imediatamente. Os outros, cuja pena foi diminuída para metade, sairão em liberdade nas próximas semanas.

Previstas para início de março, as libertações foram adiadas devido a “erros” nas listas dos beneficiários.

Ontem, 972 detidos deixaram a prisão central de Mpimba em Bujumbura, a maior do país, numa cerimónia presidida pelo chefe de Estado do Burundi, o general Evariste Ndayishimiye, na presença de ministros, deputados e embaixadores ocidentais, segundo fontes administrativas e uma organização não governamental.

Outros 331 foram libertados simultaneamente da prisão de Gitega (centro), de acordo com fontes penitenciárias no local.

No início de março, um decreto presidencial anunciou o perdão de 5.255 detidos, indicando o seu número por cada um dos 11 estabelecimentos de detenção do país, para “desimpedir as prisões”, que contam atualmente com perto de 14.000 detidos adultos e uma capacidade de 4.100 lugares.

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