Um ataque brutal em um estado do oeste da Nigéria resultou na morte de pelo menos 162 pessoas, tornando-se um dos massacres mais mortais dos últimos meses no país, que é o mais populoso da África.
As autoridades locais afirmam que as vítimas, oriundas das aldeias de maioria muçulmana de Woro e Nuku, foram alvejadas por se recusarem a aderir à ideologia extremista promovida por supostos membros do grupo islamista Boko Haram.
Os homens armados não apenas perpetraram os assassinatos, mas também arrasaram casas e saquearam lojas, deixando um rastro de destruição no estado de Kwara, que se tem tornado um novo foco de violência. Este ataque é mais um capítulo sombrio em uma onda de violência que afecta a região, mesmo com o apoio militar recente dos Estados Unidos.
A situação na Nigéria é alarmante, com várias partes do país assoladas por gangues armadas que saqueiam aldeias e sequestram pessoas para obter resgates. Além disso, a violência intercomunitária continua a ser um desafio significativo nos estados centrais, enquanto grupos jihadistas permanecem activos no norte, exacerbando a instabilidade em uma nação já marcada por conflitos.















