A capital moçambicana, Maputo, vai acolher entre 14 e 17 de Julho próximo a terceira conferencia bienal da Associação dos Serviços Correcionais em Africa (ACSA, em ingles).

Sob o lema “construindo um sistema correccional sustentável e humano em África: Uma responsabilidade colaborativa”, a conferencia visa avaliar o grau de implementação das decisões e recomendações da segunda bienal daquele organismo realizada no Uganda.

O Coordenador Executivo da Comissão Preparatória da terceira bienal do ACSA, Luís Cezerilo, que falava esta quarta-feira em conferência de imprensa convocada para anunciar a realização do evento, disse que o mesmo ira igualmente avaliar o grau de implementação das regras mínimas de tratamento dos reclusos condenados e consciencializar os governos da necessidade de prestar maior atenção através de mobilização de investimentos para a melhoria das condições do sector penitenciário que foi, durante muitos anos, relegado ao último plano e promover o intercâmbio das boas práticas.

Estão previstas, de acordo com Cezerilo visitas a duas penitenciarias, nomeadamente a de Máxima Segurança da Machava, vulgo B.O e a cadeia feminina de Ndlavela para mostrar a realidade do sistema penitenciário moçambicano, apresentando as fraquezas e sucessos deste serviço em Moçambique.

Na referida conferência  de imprensa a fonte que temos vindo a citar disse que as cadeias nacionais estão lotadas a 200 por cento da sua capacidade, assunto que merecera maior atenção durante a conferencia