Governante Delcy Rodríguez supervisionava o início desta nova etapa de vacinação contra o vírus.
A Venezuela iniciou na segunda-feira a vacinação de 3,5 milhões de crianças entre os 2 e 11 anos com a vacina cubana Soberana II, anunciou a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez.
“Na Venezuela, autorizou-se a vacina Soberana II para vacinar crianças entre os 2 e 11 anos” disse a governante à televisão estatal venezuelana.
Delcy Rodríguez falava no Instituto Psicopedagógico El Ávila, em Caracas, onde supervisionava o início desta nova etapa de vacinação contra a covid-19.
Responsáveis políticos, empresários e dirigentes mundiais debatem e apresentam em Glasgow, Reino Unido, soluções de energia limpa, um dia em que a cimeira mundial do clima (COP26) debate a ciência e a inovação.
A ciência e a inovação são consideradas fundamentais para apoiar as soluções necessárias para limitar o aquecimento global, sendo a produção de energia um dos principais fatores que leva à emissão de gases com efeito de estufa.
Líderes mundiais iniciaram na semana passada em Glasgow, Reino Unido, duas semanas de debates que têm como objetivo principal impedir que o aquecimento global vá além de 1,5 graus celsius em relação à época pré-industrial.
Hoje, a três dias das conclusões da cimeira da ONU, os trabalhos incidem no que a ciência e inovação podem fazer para apoiar uma ação climática urgente, e demonstrar como os humanos podem viver, e prosperar, num planeta com alterações climáticas e em mudança.
Esta terça-feira é também em Glasgow dedicada à igualdade de género e à participação das mulheres na ação climática. Serão discutidas questões como as mulheres e pessoas marginalizadas serem desproporcionadamente afetadas pelas alterações climáticas, ou a importância da sua liderança e participação em soluções para fazer face ao aquecimento global. E vão ser divulgados alguns dos melhores e mais brilhantes exemplos de igualdade de género na ação climática, de acordo com a programação oficial da COP26.
Porque as alterações climáticas são “a maior ameaça à saúde pública e ao bem-estar global no século XXI”, os responsáveis que participam na sessão vão apresentar os argumentos de saúde para uma ação global ambiciosa em matéria de alterações climáticas.
Também hoje a delegação parlamentar portuguesa presente em Glasgow reúne-se com organizações não governamentais do ambiente nacionais, e tem também encontro marcado com o ministro português do Ambiente e Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes.
Mais de 120 líderes políticos e milhares de especialistas, ativistas e decisores públicos reúnem-se até 12 de novembro, em Glasgow, na Escócia, na 26.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26) para atualizar os contributos dos países para a redução das emissões de gases com efeito de estufa até 2030.
A COP26 decorre seis anos após o Acordo de Paris, que estabeleceu como meta limitar o aumento da temperatura média global do planeta a entre 1,5 e 2 graus celsius acima dos valores da época pré-industrial.
Apesar dos compromissos assumidos, as concentrações de gases com efeito de estufa atingiram níveis recorde em 2020, mesmo com a desaceleração económica provocada pela pandemia de covid-19, segundo a ONU, que estima que, ao atual ritmo de emissões, as temperaturas serão no final do século superiores em 2,7 ºC.
O sector de saúde no país aumenta a eficácia no tratamento do cancro do colo do útero com a introdução de uma nova técnica, designada termoablação.
O Ministério da Saúde recebeu, na segunda-feira, setenta e dois aparelhos para o tratamento da doença, donativo de uma organização norte-americana, CDC- Centro de Controle e Prevenção de Doenças.
O ministro da Saúde, Armindo Tiago destacou, no acto de recepção do equipamento, as vantagens da introdução do novo procedimento ao tratamento do cancro do colo do útero.
“Tem a vantagem de, comparativamente as formas anteriores, levar menos tempo em relação a outras técnicas e abranger mais lesões, para além de ser o equipamento de fácil transporte e manuseio. Assim, com a introdução da termoablação, o país irá fazer uma transição gradual da trioterapia para a termoablação, facto que permitirá não apenas acelerar o despiste e como dissemos, a melhoria da qualidade do tratamento”, disse.
Alexandre Nhampossa, da AMVIRO, defende a dotação de mais recursos, bem como ações de fiscalização para acabar com a estrada da morte em Manhiça. Em seis meses, pelo menos três grandes acidentes mataram 60 pessoas.
Após um trágico acidente rodoviário no sábado (06.11), que matou 17 pessoas, o governo provincial de Maputo reuniu-se num encontro extraordinário no domingo (07.11.), juntamente com diversas autoridades, para debater medidas extraordinárias.
No final do encontro, deram conta de um reforço de fiscalização ao longo da estrada nacional 1 (EN1), no distrito da Manhiça, em Maputo. Foi ainda anunciada a revisão da sinalização e dos limites de velocidade na mesma via, obras nalguns locais e campanhas de sensibilização para uma condução segura.
Neste contexto, falámos com Alexandre Nhampossa, presidente da Associação Moçambicana para as Vítimas da Insegurança Rodoviária (AMVIRO), que frisou que numa altura em que se aproxima mais uma quadra festiva, “onde o nível de trânsito é sempre muito intenso”, todas as melhorias nas estradas são bem-vindas.
Inicia a recolha de lixo “ponto por ponto” na cidade da Beira, uma medida que tem em vista melhorar o sistema de saneamento do meio, sobretudo nos bairros periféricos, onde o maior problema é a escassez de espaço para a colocação de contentores.
Trata-se duma iniciativa promovida pelo Conselho Municipal da Beira, através da Vereação de Gestão Urbana e Equipamento, e financiada pela organização não-governamental Consórcio Associações com Moçambique.
O vereador para a área de Gestão Urbana e Equipamentos, Manuel Joaquim, acrescentou que, numa primeira fase, o projecto-piloto vai ser implementado no bairro do Esturro, pelo facto de este enfrentar sérios problemas de saneamento.
Com efeito, os camiões de carregamento estarão alocados em quatro quarteirões, todos os dias, entre 16 e 20 horas, na esperança de que todos tenham depositado o lixo durante o dia.
A fonte acredita que, com a implementação deste projecto, seja melhorado o saneamento do meio, no âmbito do slogan “lixo no chão não”, estabelecido pelo Conselho Municipal.
Espera-se que a recolha de lixo tenha um efeito multiplicador, cujo projecto-piloto vai depois escalar os bairros dos Pioneiros e Matacuane, por apresentarem as mesmas características do Esturro.
Antes do início deste tipo de actividades, o município da cidade da Beira promoveu campanhas de sensibilização porta-a-porta junto dos moradores locais.
Foram localmente recrutados 20 jovens que transmitiam mensagens de incentivo para a adesão à campanha de recolha de resíduos sólidos, no Esturro, exortando a todos no sentido de aderirem massivamente no processo, evitando conflitos desnecessários.
O Conselho Municipal conta, actualmente, com 262 contentores para a recolha de resíduos sólidos, para uma cidade que produz, em média, 900 toneladas de lixo por mês.
Populares no Huambo insurgiram-se contra as autoridades tradicionais por causa da falta de chuva. Governo foi obrigado a intervir, explicando que a “chuva é uma questão natural” influenciada pelas alterações climáticas.
Superstições e crenças ditam a perceção de grande parte da população mundial em relação aos fenómenos atmosféricos. O assunto voltou à ribalta, no Huambo, em Angola, por causa dos prejuízos causados pela seca nas últimas duas campanhas agrícolas – 2019/2020 e 2020/201 – que arrasaram toda a produção.
A falta de alimento trouxe fortes consequências sociais e económicas para a comunidade, que se vê amiúde com casos de fome e desnutrição severa.
O fenómeno da escassez de chuva é justificado pela ciência como sendo resultante das alterações climáticas. Mas nas comunidades rurais, o fenómeno foi sempre visto como uma ação perpetrada pelas autoridades tradicionais para reforçar o seu nível de influência junto das comunidades.
Há mesmo relatos de sobas que ameaçam travar a chuva caso a comunidade não cumpra determinada exigência, por exemplo.
Há duas semanas, no município do Ucuma, na província do Huambo, a população revoltou-se contra o poder tradicional e partiu para atos de vandalismo contra instituições governamentais, bem como contra residências de sobas, causando danos materiais e humanos.
Um pai decepou a cabeça da filha para vender a um milhão de meticais, no distrito de Filé, província da Zambézia.
Em conexão com o crime, o pai e outro indivíduos encontram-se detidos nas celas do comando distrital da Polícia da República de Moçambique (PRM), em Gile, norte da Zambézia.
Os detidos são indiciados no crime de assassinato do menor confirmou o chefe das Relações Públicas no Comando provincial da PRM na Zambézia, Miguel Caetano.
A pandemia de covid-19 “ressuscitou” a retórica antissemita e deu origem a “novos mitos e teorias conspirativas, culpando os judeus” pela atual crise sanitária, de acordo com um relatório da União Europeia (UE).
O antissemitismo, especialmente na internet, aumentou durante a pandemia”, apontou a Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA), num relatório realizado com base em estatísticas oficiais e elementos recolhidos por organizações civis, citado pela agência France-Presse (AFP).
Na Alemanha, segundo a rede de associações RIAS, 44% dos incidentes antissemitas registados nos primeiros meses da pandemia foram “associados ao coronavírus”.
Na República Checa, a Federação das Comunidades Judaicas registou “um aumento do discurso de ódio” na internet, alimentado pelo movimento conspiracionista contra as vacinas para combater a covid-19 e as restrições impostas para travar a pandemia.
A situação pode ainda ser mais grave que a revelada pelos dados disponíveis, apontou a agência, afirmando que “as lacunas” de informação “continuam a mascarar a realidade”, com poucos países da UE a registarem de forma “eficaz” os incidentes antissemitas.
Alguns, como Portugal e a Hungria, não dispõem de quaisquer números oficiais sobre o fenómeno, apontou a agência, com sede em Viena.
“O antissemitismo é um problema grave, mas sem dados não sabemos quão grave é”, disse o diretor da agência, Michael O’Flaherty, citado em comunicado, apelando aos países europeus para “intensificarem esforços” para recolher mais dados.
Cápsula operada pela empresa privada SpaceX para a NASA aterrou no Golfo do México.
Quatro astronautas regressaram esta terça-feira à Terra, no final de uma missão de seis meses, iniciada na primavera, na Estação Espacial Internacional, de acordo com uma transmissão da agência espacial norte-americana NASA.
A cápsula operada pela empresa privada SpaceX para a NASA aterrou no Golfo do México às 03h33 de Lisboa, ao largo da costa de Pensacola, na Florida, oito horas depois de os astronautas deixarem a Estação Espacial Internacional (EEI).
Os astronautas norte-americanos da NASA Shane Kimbrough e Megan McArthur, o japonês Akihiko Hoshide e o francês Thomas Pesquet chegaram à estação espacial em 24 de abril, tendo passado 200 dias no espaço.
Ex-presidente dos EUA Barack Obama na COP26, em Glasgow
08/11/2021
REUTERS/Dylan Martinez
O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama criticou na segunda-feira aqueles que fazem política para evitar agir contra a mudança climática, colocando Rússia e China ao lado dos políticos republicanos dos EUA.
O ex-presidente democrata, falando no palco principal da cúpula do clima COP26, também se dirigiu aos parlamentares do Partido Republicano dos EUA.
Obama disse que tanto ele quanto o atual presidente, o também democrata Joe Biden, haviam sido “limitados em grande parte pelo fato de um de nossos dois principais partidos ter decidido não apenas ficar à margem, mas expressar hostilidade ativa em relação à ciência climática e fazer da mudança climática uma questão partidária”.
Centenas de pessoas foram escoltadas por militares armados até à fronteira, onde foram travadas por soldados polacos.
Militares bielorrussos armados escoltaram na segunda-feira centenas de migrantes até à fronteira com a Polónia, tentando forçar a sua entrada naquele país e na UE, numa grave escalada do conflito entre o regime de Minsk e Bruxelas.
Varsóvia, que mobilizou mais de 12 mil soldados e polícias para proteger a fronteira, acusou a Bielorrússia de querer provocar um “incidente grave”.
O Departamento de Estado dos EUA oferece 10 milhões de dólares (8,6 milhões de euros) por informações que conduzam à identificação ou localização de pessoas com posições relevantes no grupo russófono de pirataria informática Sodinokibi, também conhecido por REvil.
Esta notícia, avançada hoje pelo porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, é conhecida no mesmo dia em que a Europol anunciou a detenção de sete piratas informáticos em vários países.
Na mira das autoridades norte-americanas está, em particular, o ramo daquele grupo do crime organizado internacional que se dedica à obtenção de resgates com os ataques informáticos.
Outra recompensa de cinco milhões de dólares está a ser oferecida por informação conducente à detenção e/ou condenação, em qualquer país, de qualquer pessoa que participe ou queira participar em qualquer ação de pirataria do Sodinokibi para procurar obter um resgate.
Este grupo — que ataca os sistemas informáticos de entidades, impedindo-lhes o acesso que só volta a permitir depois do pagamento de um resgate — foi responsável pelo incidente que envolveu a JBS Foods, um fornecedor de produtos agrícolas à Austrália e aos EUA, o que causou uma rutura importante no processamento e fornecimento de alimentação.
O Sodinokibi também atacou a Kaseya, uma empresa de gestão de tecnologias de informação, que fornece serviços de redes, aplicações e infraestruturas a milhares de pequenas empresas. O ataque afetou a empresa e os seus clientes no mundo.
Hoje mesmo, a agência europeia de polícia (Europol) anunciou, em comunicado, a detenção de sete pessoas e o desmantelamento de uma rede criminosa, durante uma operação em vários Estados contra piratas informáticos autores de um ataque do tipo mencionado, através do designado ‘ransonware’.
As pessoas detidas pertencem ao grupo russófono REvil / Sodinokibi e ao GandCrab, avançou a Europol.
Mais de 100 terroristas foram mortos e pelo menos 350 civis resgatados pelas forças militares ruandesas, incluindo mulheres e crianças, na região norte de Cabo Delgado, disse o embaixador do Ruanda em Moçambique.
Claude Nikobizanzwe, que falava por videoconferência num seminário do Instituto de Estudos de Segurança (ISS) de Pretória, sobre o combate aos ataques em Cabo Delgado, referiu que a intervenção militar bilateral era “inevitável para estancar a insurgência terrorista” no norte do país vizinho.
Na sua intervenção, o diplomata explicou que a intervenção militar do Ruanda na região de Cabo Delgado acontece em resposta a um pedido do Governo moçambicano no âmbito de um acordo de segurança assinado com Moçambique, em 2015.
De acordo com a mesma fonte, cerca de 50.000 deslocados internos foram reassentados em Palma e aldeias vizinhas.
Sobre os termos do acordo bilateral de intervenção militar no norte de Moçambique, o embaixador ruandês remeteu para o Governo moçambicano a sua divulgação pública.
Todavia, o porta-voz da Defesa Nacional de Moçambique, Omar Saranga, que participou no evento em representação do ministro Jaime Neto, escusou-se a precisar o mandato temporal da intervenção das várias forças militares estrangeiras na região norte de Moçambique, assim como a quantificar o modelo de financiamento, incluindo bilateral e multilateral.
Nesse sentido, questionado pela Lusa sobre a compra direta de armamento pelo Governo de Moçambique à África do Sul, o porta-voz da Defesa moçambicano frisou: “é meu entendimento de que não faz parte deste tema”.
Mais de 20 países ajudam Moçambique na luta contra o terrorismo na província de Cabo Delgado, região norte do país, segundo o Instituto de Estudos de Segurança de Pretória (ISS).
Um estudo do Instituto de Estudos de Segurança (ISS) de Pretória, divulgado ontem, adverte que a coordenação entre as várias missões militares estrangeiras e a adaptação da formação a ser fornecida às Forças Armadas moçambicanas “é vital para garantir respostas eficazes”.
O Governo de São Tomé e Príncipe prometeu abastecer ainda esta semana o sistema nacional de saúde com medicamentos e consumíveis, após o anúncio de greve do setor, a partir de 22 de novembro, por falta de condições.
A reunião surge três dias depois dos profissionais da saúde anunciarem a paralisação geral do setor, a partir de 22 de novembro, por falta de condições de trabalho, medicamentos e consumíveis.
O responsável do Hospital Ayres de Menezes considerou que as sucessivas ruturas de materiais e consumíveis no setor da saúde, não resultam da “falta de abertura”, nem na “falta de sensibilidade” dos decisores políticos.
Pouco mais de 1,1 milhão de alunos, do ensino primário e secundário, serão submetidos a exames finais do presente ano lectivo, a partir do dia 25 de Novembro corrente.
Segundo a porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), Gina Guibunda, a primeira chamada do exame da 7ª classe vai decorrer nos dias 25 e 26 de Novembro e a segunda de 2 a 3 de Dezembro.
As avaliações finais do ensino secundário (10ª e 12ª classes) vão decorrer de 29 de Novembro a 3 de Dezembro, na sua primeira época e a segunda de 6 a 10 de Dezembro. Gina Guibunda observou que a segunda chamada, destes dois níveis de ensino, só será feita por alunos que, por razões de força maior, devidamente justificadas, não tenham realizado a prova na primeira época.
“A reprovação ao primeiro exame, por falta indevida, desconhecimento do júri e notas baixas não justifica a recorrência à segunda época”, sublinhou Guibunda.
Em todo o país serão examinados no ensino primário 582.501crianças da 7ª classe. A nível do ensino secundário serão examinados 360.765 alunos da 10ª classe e 201.473 da 12ª classe.
Guibunda afirmou ainda que as províncias de Nampula e Zambézia são as que têm maior número de candidatos. Em contrapartida, a província de Gaza regista o menor número de examinandos.
O governo assegurou que os alunos que se encontram nos distritos afectados pelo terrorismo, em Cabo Delgado, vão realizar as provas finais em escolas seguras, nas quais foram integrados.
Sobre as medidas para evitar casos de fraude, Guibunda alertou que os exames partilhados, através das redes sociais são, maioritariamente de anos anteriores e outros produzidos por indivíduos de má conduta, com vista a ludibriar os alunos.
De acordo com o MINEDH, na mesma altura também serão examinados alunos da sétima classe do currículo anterior. Reiterou que foi automaticamente extinto o exame da 5ª classe, pois a perspectiva é que os exames sejam feitos na última classe de cada nível de ensino.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Recursos Humanos e Administração. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor Administrativo. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Custos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Contabilista de Contas a Receber. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Negócios. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Atendimento ao Cliente. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Autocarros. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Secretária Executiva. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Gestor de Restaurante. Saiba mais.
O Lycée Français International Gustave Eiffel, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Director Administrativo e Financeiro (Código DAF 2021). Saiba mais.
A Save the Children International (SCI) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Especialista Técnico de Educação e Escolas Seguras em Emergências. Saiba mais.
Recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros face à intensificação dos combates entre forças de segurança e rebeldes Tigray.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros desaconselha todas e quaisquer viagens para a Etiópia face à degradação progressiva das condições de segurança no país com a intensificação dos combates entre as forças do Governo e os rebeldes Tigray.
A guerra entre os rebeldes da região etíope do Tigray e o executivo central da Etiópia começou há um ano, em 04 de novembro de 2020, quando o primeiro-ministro etíope ordenou uma ofensiva contra a Frente de Libertação do Povo Tigray (TPLF) como retaliação por um ataque a uma base militar federal e na sequência de uma escalada de tensões políticas.
Os rebeldes de Tigray anunciaram, no início desta semana, que tinham tomado o controlo das cidades de Dessie e Kombolcha na região de Amhara, a apenas 400 quilómetros da capital da Etiópia, Adis Abeba, ao que governo etíope respondeu com a declaração de estado de emergência em todo o país, numa fase inicial por seis meses.
O Orgulho LGBTIQ+ regressou às ruas de Buenos Aires para a tradicional marcha anual, desta vez centrada num apelo para que seja aprovada uma lei abrangente para pessoas transgénero.
A 30.ª Marcha do Orgulho LGBTIQ+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Intersexo e ‘Queer’) decorreu entre a Praça de Maio, em frente ao edifício do executivo argentino, e a Praça dos Dois Congressos, com palcos em ambos os extremos do percurso para os grupos musicais atuarem.
A manifestação de rua, que no ano passado se realizou virtualmente por causa da pandemia de covid-19, tem como lema este ano “Lei trans abrangente agora”, embora também tenha expressado outras exigências, tais como a aprovação de novos regulamentos que deem uma resposta abrangente às doenças sexualmente transmissíveis.
A mobilização é organizada por cerca de 60 entidades sociais e políticas, incluindo federações e associações com representação a nível nacional.
A marcha, que se realiza na Argentina desde 1992, encerra a “Semana #OrgulloBA”, que incluiu um extenso programa de atividades sociais e culturais em Buenos Aires, centrado no tema da diversidade e igualdade de direitos para as pessoas LGBTIQ+.
A lista de exigências para esta edição da marcha inclui também a implementação efetiva da lei sobre educação sexual abrangente e um pedido de “respeito” pela “diversidade sexual arromântica”.
Além disso, são expressas críticas contra o Fundo Monetário Internacional (FMI), a organização com a qual a Argentina está a negociar o refinanciamento de dívidas multimilionárias, um dos quinze pontos incluídos na lista de reivindicações elaborada pelo comité organizador da marcha.
O movimento pede também a legalização do cultivo e consumo de marijuana, a descriminalização da simples posse de droga e uma nova lei dos narcóticos.
A Áustria registou nas últimas 24 horas um total de 9.943 novas infeções de covid-19, um novo máximo desde o início da pandemia, tendo as autoridades decidido proibir os não vacinados de ir a cafés, restaurantes ou cabeleireiros.
Esse número, divulgado pelo Ministério da Saúde, já representa um aumento de 388% em relação às novas infeções diárias registadas há apenas um mês.
O Governo anunciou na sexta-feira que a partir de segunda-feira os não vacinados ficarão proibidos de aceder a cafés, restaurantes e eventos de lazer, culturais e desportivos, bem como a determinados serviços, como cabeleireiros ou massagens.
A Áustria, com 63%, tem a menor percentagem da população totalmente imunizada contra a doença na Europa Ocidental.
Apesar de a pressão hospitalar estar a aumentar e de as camas hospitalares estarem no nível mais alto desde maio, o número de mortes nas últimas 24 horas, 31, é quatro vezes menor do que as mortes diárias de há um ano, quando o nível de contágio era semelhante.
Até agora, os não vacinados podem utilizar estes serviços e entrar nos espaços de lazer com um teste negativo, que na Áustria são gratuitos.
O Governo austríaco planeou um período de transição de quatro semanas, durante o qual a primeira dose combinada com um teste de PCR será suficiente para obter acesso a esses espaços de lazer e serviços.
Ativistas pró-democracia começaram, no domingo (07.11), dois dias de desobediência para obrigar os militares a cumprirem a promessa de instituição de um governo civil e da realização de eleições livres e democráticas.
As forças de segurança sudanesas dispersaram, no domingo (07.11), com gás lacrimogéneo, manifestantes que se concentravam na capital Cartum no primeiro dia de uma campanha de desobediência civil.
De acordo com relatos feitos à agência France-Presse (AFP), dezenas de professores convergiram durante a manhã para o Ministério da Educação, em Cartum, “para um protesto silencioso”, tendo sido dispersados pelas forças de segurança com recurso a granadas de gás lacrimogéneo.
O sindicato dos professores denunciou violência e relatou várias detenções de manifestantes nas suas fileiras, mas sem registo de feridos.
Antes da manifestação, jovens tinham bloqueado estradas com tijolos e pedras de calçada, enquanto as lojas permaneciam fechadas.
Os ativistas pró-democracia começaram, no domingo (07.11), dois dias de desobediência para obrigar os militares a cumprirem a promessa de instituição de um governo civil e da realização de eleições livres e democráticas.
Desde a dissolução pelo general Abdel-Fattah al-Burhan de todas as instituições do país e a prisão de quase todos os civis com quem partilhava o poder, as ruas do Sudão voltaram a ser palco de movimentos de resistência.
Até agora, porém, as conversações não levaram à formação de um novo governo, nem ao regresso do anterior, bruscamente demitido pelo general Burhan, nem mesmo à adoção de uma posição clara sobre a retoma da transição democrática.
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