Um casal de espiões estadunidenses foi preso há um mês depois de tentar vender informações secretas ao Brasil sobre submarinos nucleares dos Estados Unidos. O caso foi divulgado pelo New York Times na terça-feira (15).
O engenheiro naval Jonathan Toebbe teve acesso, durante anos, a documentos secretos sobre a tecnologia dos submarinos nucleares da Marinha norte-americana. Aos poucos, juntou informações confidenciais. Assim, ele e a esposa, Diana, resolveram vender o conhecimento obtido, o que configura espionagem industrial.
Por isso, pensaram em países que fossem ricos o suficiente para pagar pelos documentos mas que tivessem alinhamento não-hostil em relação aos EUA. Resolveram, então, que o alvo seria o governo brasileiro.
Contudo, a operação deu errado desde o início. Isso porque assim que a ABIN (Agência Brasileira de Inteligência) recebeu o comunicado, entrou em contato com o FBI (serviço de investigação dos Estados Unidos). Foi preciso uma operação conjunta para prender os criminosos. Agentes se passaram por autoridades brasileiras para fingir uma negociação.
A Ucrânia e a Rússia fizeram “avanços significativos” nas negociações de um acordo de paz que inclui um compromisso de neutralidade futura por parte do Governo ucraniano em troca de garantias de segurança internacionais e a retirada das tropas russas de todos os territórios ocupados desde o início da invasão.
De acordo com o ‘Financial Times’, que cita três fontes envolvidas nas negociações, os enviados dos dois lados estão desde segunda-feira a discutir um plano de paz concreto, de 15 pontos, que prevê a renúncia expressa da Ucrânia a uma futura adesão à NATO em troca de garantias de segurança de países aliados como os EUA, Reino Unido e Turquia. No âmbito desse futuro estatuto de neutralidade, a Ucrânia poderia manter um Exército próprio, embora limitado, mas não poderia acolher bases ou material militar de outros países.
Em troca, a Rússia compromete-se a cessar as hostilidades e a retirar as suas tropas de todos os território ucranianos ocupados desde o início da invasão. A notícia do ‘Financial Times’ não faz qualquer referência ao reconhecimento pela Ucrânia da anexação da Crimeia e da independência das regiões separatistas do Donbass, duas das condições exigidas pela Rússia para acabar com a guerra.
Ucrânia terá ‘devolvido’ a Moscovo nove militares russos capturados durante a guerra no país, em troca da liberdade do presidente da Câmara de Melitopol, Ivan Fedorov. A informação foi avançada pela agência noticiosa ucraniana Interfax, que cita um alto funcionário governamental.
Na quarta-feira, o gabinete de Volodymyr Zelensky tinha dado conta da libertação do autarca de Melitopol – que, segundo as autoridades ucranianas, teria sido raptado, na passada sexta-feira, pelas forças militares russas.
As informações divulgadas até ao momento davam apenas conta da realização de uma “operação especial ucraniana”, que terá resultado no resgate de Ivan Fedorov. No entanto, pouco mais se sabia acerca dessa mesma intervenção.
Segundo a informação anteriormente avançada pelo gabinete presidencial ucraniano, Ivan Fedorov deverá voltar “em breve” às suas funções de presidente da Câmara de Melitopol. Mas lembre-se que, após o ‘rapto’ do autarca, as tropas russas nomearam uma nova presidente da Câmara para Melitopol, Galina Danilchenko.
A Empresa Electricidade de Moçambique (EDM) contabiliza até ao momento prejuízos de cerca de cinco milhões de dólares, em consequência dos danos causados nas suas infra-estruturas na província de Nampula, pelo Ciclone tropical Gombe.
O director de Protecção de Receita e Controle de Perdas na Electricidade de Moçambique, Amilton Álisson, indicou que os dados são preliminares, visto que decorrem trabalhos para apurar o total das perdas.
Amilton Álisson, disse que face aos danos causados pelo mau tempo, alguns distritos da província de Nampula continuam sem energia eléctrica.
Morte de detidos numa esquadra policial no município angolano de Cacuaco, em Luanda, continua a levantar dúvidas. Os números são contraditórios. Dados oficiais falam em três mortes, mas a comunidade local contabiliza 10.
Os factos ocorreram no dia 10 deste mês, no distrito urbano do Kicolo, município do Cacauco, em Luanda.
Mas o Comando Provincial de Luanda da Polícia Nacional fala em apenas três mortes e a afirma que os detentos teriam sido vítimas de doença. O porta-voz da corporação na capital angolana. Nestor Goubel, diz que os detidos sentiram-se mal na esquadra, facto que motivou a sua evacuação para o hospital onde acabariam por falecer.
As investigações, acrescenta a polícia, estão em curso para se determinar as reais causas das mortes. “Em função desta ocorrência, foi aberto um inquérito e, nessa altura, decorrem diligências no sentido de junto do corpo clínico do referido hospital se determinar o que está na base da morte dos três elementos. Mais informações voltaremos a prestar tão logo sejam conhecidos os resultados da autópsia”, disse Nestor Goubel.
Os dois réus ouvidos pelo tribunal que julga o caso do desvio de cerca de 113 milhões de meticais da Direcção do Trabalho Migratório (DTM) confirmam a emissão de documentos, nomeadamente facturas, recibos e guias, além da assinatura de contratos, sem nunca ter prestado serviços à instituição.
Durante a sessão de produção de prova, o réu Hermenegildo Nhatave, proprietário da empresa Vetagris-Agro-Pecuária e Serviços, sediada em Magude, província de Maputo, disse ter sido convencido a emitir documentos para justificar a saída de dinheiro na DTM.
Perante a juíza da 10.ª secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, Ivandra Uamusse, o réu referiu que a sua empresa emitiu facturas e recibos no valor de 14 milhões de meticais, mas não chegou a fornecer nenhum bem, muito menos prestar serviço. Em contrapartida, tal como indicou, recebeu dias depois cerca de 375 milhões na sua conta bancária.
Explicou que, em 2014, José Monjane, funcionário daquela firma, tê-lo-á o contactado e se deslocado a Magude com um contrato para ele assinar, com a promessa de ganhar trabalhos no futuro.
A uma pergunta de Armando Parruque, representante do Ministério Público, o réu Hermenegildo Nhatave respondeu que ficou a saber que os documentos por si emitidos eram apenas para justificar a saída de valores na DTM.
Por seu turno, o réu Baltazar Mungoi, co-proprietário da empresa Bela Eventos, nega ter recebido dinheiro da DTM em 2017, sendo que a emissão de facturas e recibos a favor desta instituição foi para “safar” a esposa do seu amigo Maurício Xirinda, igualmente réu nos presentes autos.
Explicou que Maurício Xirinda o terá contactado solicitando tais documentos (recibos e facturas) para ajudar a sua esposa, Anastácio Zitha (também ré), directora financeira na DTM, que estava a responder a um processo.
Pela concessão das facturas e recibos, Baltazar Mungoi explicou que não recebeu nenhuma contrapartida financeira nem material. A sua conduta, segundo suas palavras, foi somente por amizade e confiança que tem com o seu amigo de longa data e colega.
No entanto, Mungoi confirma ter falsificado a assinatura da sua esposa Bela da Graça Mungoi, igualmente co-proprietária da Bela Eventos, numa favor da DTM no valor de seis milhões e duzentos meticais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Distritais/ Regionais de Laboratório. Saiba mais.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dois (2) Oficiais Distritais/ Regionais de Laboratório. Saiba mais.
A Sociedade Económica de Produtores e Processadores Agrários (SEPPA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quarenta e um (41) Técnicos Distritais de Campo. Saiba mais.
A Organização Comunitária para Saúde e Desenvolvimento (OCSIDA) pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente de Administração e Finanças. Saiba mais.
A Quality Management of waste & Transportes Hanha Laissa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Oficial Sénior de Contabilidade e Finanças. Saiba mais.
A Quality Management of waste & Transportes Hanha Laissa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal quatro (4) Técnicos De Gestão De Resíduos Sólidos. Saiba mais.
A Quality Management of waste & Transportes Hanha Laissa pretende recrutar para o seu quadro de pessoal dezoito (18) Colectores de Resíduos Sólidos. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Electrecista Auto. Saiba mais.
A empresa Centro de Manutenção e Reparação de Veículos de Moçambique Lda, pretende contratar para o seu quadro de pessoal um (1) Mecânico de Viaturas Ligeiras. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Assistente Administrativo e Financeiro. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Enfermeiras de SMI. Saiba mais.
A Reencontro, Organização Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável, pretende contratar para seu quadro do pessoal um (1) Consultor. Saiba mais.
A Italsec Mozambique, Lda, empresa a actuar no Ramo de segurança privada de bens e instalações, pretende recrutar um (1) Inspector de Segurança. Saiba mais.
A imagem correu o mundo. Uma jornalista do maior canal de televisão russo interrompeu o noticiário, empunhando um cartaz contra a guerra na Ucrânia. Presidente ucraniano elogiou a coragem. Ataques continuam no país.
“No war” – não à guerra – era uma das frases escritas em letras garrafais no cartaz de Marina Ovsyannikova, em que estavam também pintadas as bandeiras da Ucrânia e da Rússia. “Não acreditem na propaganda”, “estão a mentir-vos”, podia ler-se ainda em russo.
Na segunda-feira (14) à noite, a editora do “Canal Um” interrompeu o noticiário televisivo, o mais visto na Rússia, segurando o cartaz e gritando “não à guerra!”, “parem a guerra!”.
Na Rússia, usar o termo “guerra” para descrever o conflito na Ucrânia é ilegal, de acordo com uma lei de 4 de março, que proíbe a disseminação de notícias falsas e desinformação. Moscovo refere-se à invasão da Ucrânia como “operação especial” para “desmilitarizar” o país. Os prevaricadores incorrem numa pena de até 15 anos de prisão.
Segundo dados da União Europeia, mais de 14 mil cidadãos foram detidos “em mais de 140 cidades” russas por se oporem à guerra. Devido ao conflito, o bloco impôs duras sanções à Rússia.
Marina Ovsyannikova foi detida após o protesto. Numa mensagem de vídeo pré-gravada, a jornalista disse que o seu pai é ucraniano e a sua mãe russa, e “nunca foram inimigos”. Referiu ainda que, nos últimos anos, tem ajudado a “disseminar propaganda do Kremlin”.
O número de menores desacompanhados que cruzaram a fronteira entre o México e os Estados Unidos em fevereiro aumentou em 37%, informou na terça-feira (15) a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês).
As autoridades americanas contabilizaram 12.011 crianças desacompanhadas na fronteira sul durante o mês de fevereiro, em comparação com 8.760 em janeiro.
No final da semana passada, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) decidiram que a norma sanitária conhecida como Título 42, que permite a expulsão de migrantes, não pode mais ser aplicada a menores desacompanhados, embora permaneça em vigor para adultos e famílias.
A regra, imposta pelo ex-presidente republicano Donald Trump, permite que migrantes sejam expulsos em razão da pandemia sob o argumento de que podem estar infectados pela covid-19.
O método começa a ser conhecido. Passam poucos minutos das cinco horas da manhã e a artilharia russa dispara contra posições civis já dentro do perímetro urbano da capital ucraniana.
Esta terça-feira, pelo segundo dia consecutivo foram disparados mísseis ofensivos pelas forças de Moscovo contra zonas residenciais em Kiev que causaram quatro mortos e um número indeterminado de feridos, nomeadamente nas zonas de Podilsk, a dez quilómetros do coração da cidade e junto à Estação de Metro de Lukganivska, uma área localizada apenas a quatro mil metros do centro da capital.
Dezenas de chapas voaram dos telhados e espalharam o caos pela zona de Lukganivska, onde existe um mercado e o hospital principal da polícia ucraniana. Não é claro que seria o alvo exato deste ataque. A circunstância de ter ocorrido muito cedo na manhã e da a cidade estar deserta devido ao recolher obrigatório em vigor até às 7h00 minimizou a existência de vítimas.
Em Podilsk, o impacto do míssil russo provocou incêndios em cinco apartamentos e muita destruição nas restantes. No sétimo andar morava Olga Khomenko, o marido e um casal de filhos. A casa ficou reduzida a escombros. A meio da manhã, Olga retirava a água e o negro que manchavam o apartamento sem conter a indignação. “São uns assassinos, quem faz isto não respeita a vida”, dizia com voz embargada e lágrimas de raiva a escorrer pelo rosto.
Em Hostomel, cidade a norte de Irpin onde se desenrolam violentos confrontos desde há dias, uma explosão feriu uma menina que, segundo a primeira-dama da Ucrânia, teve o braço amputado.
A ofensiva russa está a intensificar-se e o medo instalou-se entre os habitantes de Kiev. Esta terça-feira à noite, poucos dormiram na capital ucraniana. Entre a realidade e os rumores que se multiplicam todos esperavam um ataque à capital. O presidente da Câmara Municipal de Kiev, Vitali Klitschko, decretou um recolher obrigatório total entre as 20h00 desta terça-feira e as 7h00 de quinta-feira. “Hoje é um momento difícil e perigoso”, disse Klitschko, antigo campeão de boxe, numa declaração publicada na rede Telegram.
Congressistas republicanos eleitos pela Florida acusaram o chefe de Estado norte-americano, Joe Biden, de “trair” a luta pela liberdade na Venezuela e de colocar em risco a segurança dos Estados Unidos ao negociar com o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Para María Elvira Salazar, Mario Díaz-Balart e Carlos Giménez, republicados da Florida, as recentes conversações de representantes da Casa Branca em Caracas representam um golpe “para a segurança nacional” dos Estados Unidos e são uma “traição” para o povo venezuelano.
Segundo a Casa Branca, as negociações tiveram como objetivo discutir questões como “segurança energética” após a subida do preço do petróleo e do gás desde o início da invasão russa da Ucrânia.
A polémica levantada pelos republicanos teve eco mesmo dentro do Partido Democrata e levou a administração de Joe Biden a esclarecer que “por agora” não mantém contactos nem lança qualquer plano para a importação de petróleo desde a Venezuela.
Os três congressistas da Florida, Estado do sul dos Estados Unidos onde vive a maior comunidade de venezuelanos, acrescentaram que o petróleo não passa de “uma desculpa” para que o governo democrata se aproxime de Maduro que, paradoxalmente, os norte-americanos não reconhecem como presidente legal daquele país.
Mario Díaz-Balart foi mais longe e referiu que Biden está “determinado” em ajudar “todos os ditadores antiamericanos” do mundo. Também a autarca do condado de Miami-Dade, a democrata Daniella Levine Cava, concordou com as críticas e salientou que “em nenhuma circunstância” os EUA devem negociar ou comprar petróleo venezuelano.
Os três congressistas republicanos revelaram ainda que estão a trabalhar para apresentar um projeto de lei bipartidário para impedir estas negociações. E apelaram a Biden para que promova a extração de gás e petróleo no país para alcançar a independência energética e não ter que depender de países como Venezuela ou Rússia.
O encontro EUA-Venezuela, em Caracas, resultou na libertação de dois norte-americanos detidos naquele país. Mas Mario Díaz-Balart referiu que este “guião” em que governos estrangeiros usam “reféns” para pressionar os EUA já foi utilizado por outras administrações, como Cuba.
Na reunião anual com o Serviço de Investigação Criminal, Beatriz Buchili disse que Moçambique não pode continuar a ter “assaltos à mão armada, raptos, violações, perpetradas por indivíduos que ingressam no SERNIC”.
A procuradora-geral de Moçambique manifestou na terça-feira (15) a sua preocupação com a “infiltração de criminosos” no seio da polícia, exigindo novos mecanismos para a seleção de membros da corporação.
Para a procuradora-geral moçambicana, as estratégias de seleção de quadros devem ser reformuladas a partir de critérios “concretos e objetivos”, baseando-se em fundamentos de uma polícia criminal de natureza científica.
Está interrompida desde ontem a circulação de viaturas entre a vila-sede de Nametil ao posto administrativo de Nanhupo rio no distrito de Mogovolas, e o distrito de Angoche, em Nampula, devido ao arrastamento da estrutura metálica montada sobre o rio Mutacazi, pela fúria da água das chuvas.
O arrastamento desta estrutura metálica deixou a população residente no posto administrativo de Nanhupo rio isolada da vila-sede de Nametil, no distrito de Mogovolas, região onde os habitantes de Nanhupo rio dependem para fazer compras de produtos alimentares básicos, entre outros.
O secretário de Estado da Província de Nampula, Mety Gondola, que visitou o local, interditou a população de fazer a travessia do rio com pequenas embarcações, porque pode causar perda de vidas humanas, uma vez haver registo de forte corrente da água da chuva.
Gondola explicou que da informação que teve, a estrutura metálica que se encontra isolada do local onde havia sido fixada pode ser reaproveitada. Neste momento, para a população chegar ao distrito de Angoche deve recorrer à via alternativa que dá acesso ao distrito de Moma, percorrendo uma distância de mais de 200 quilómetros.
Começou o julgamento de mais um escândalo de corrupção em Moçambique. Maria Helena Taipo, antiga ministra do Trabalho, está entre os arguidos.
O julgamento de Maria Helena Taipo, ex-ministra do Trabalho e antiga embaixadora de Moçambique em Angola, começou na terça-feira (15.03) à porta fechada.
À saída do tribunal, Inácio Matsinhe, advogado da ex-ministra, também não disse muito: “Não se comenta o despacho da acusação”, afirmou apenas. “Estamos a arrumar a mesa, a guardar os pratos e vamos começar a comer a partir de amanhã.”
Maria Helena Taipo e outros 11 arguidos são suspeitos de um rombo financeiro de 113 milhões de meticais (cerca de 1,6 milhões de euros) na Direção do Trabalho Migratório, em 2014. Segundo a acusação, o dinheiro foi usado para comprar carros, casas e cabazes de alimentos e bebidas alcoólicas.
Noutro caso, Taipo é também acusada caso de ter recebido 100 milhões de meticais (cerca de 1,4 milhões de euros) em subornos, que corresponderiam a contrapartidas pelo favorecimento de empresas de construção civil e de uma gráfica em contratos com o Instituto Nacional de Segurança Social (INSS).
O Alto-Comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os refugiados, Filippo Grandi, advertiu hoje, em Cabul, que a guerra na Ucrânia não deve fazer “esquecer” a crise humanitária no Afeganistão, “onde atenção e recursos são necessários”.
Toda a atenção do mundo está neste momento virada para a Ucrânia”, comentou, em declarações à Agência France-Presse na capital afegã, onde começou, na segunda-feira, uma visita de quatro dias ao país, onde a fome ameaça 23 milhões de afegãos, 55% da população.
Grandi salientou que o propósito da visita é chamar a atenção para outras situações de crise no mundo, onde são necessários recursos, “e o Afeganistão é um deles”. Desde a chegada ao poder dos talibãs em agosto do ano passado, o Afeganistão mergulhou numa profunda crise financeira, agravando uma situação humanitária que já era desastrosa após quatro décadas de conflitos e secas.
A ajuda internacional, que financiava cerca de 75% do orçamento afegão, começa a retomar lentamente, depois ter sido completamente congelada com a situação política do país.
Em fevereiro, a ONU lançou o maior apelo de sempre de ajuda para um só país, no valor de cinco mil milhões de dólares, para evitar uma catástrofe humanitária no Afeganistão. Desde o verão de 2021, cerca de 200 mil pessoas foram deslocadas no interior do território e voltaram às suas casas graças à melhoria da segurança, acrescentou o responsável da ONU.
As mulheres são alvo de fortes restrições pelo regime talibã, sendo excluídas dos empregos no setor público.
Aumento da incidência de casos na Europa está a deixar os especialistas preocupados. DGS ajustou medidas.
O aumento da incidência de infeções pelo SARS-CoV-2 em Portugal (e na Europa) está a deixar os especialistas preocupados com a possibilidade de uma eventual sexta vaga de Covid-19. O último relatório do Instituto Superior Técnico (IST) sublinha que a pandemia está a “agravar-se de forma significativa” em Portugal.
O Senado dos Estados Unidos aprovou na terça-feira (15), resolução condenando o presidente russo, Vladimir Putin, como criminoso de guerra. Com a Casa profundamente dividida, a unanimidade foi considerada um evento extremamente raro.
A resolução encorajou o Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia e outras nações a atacar os militares russos em qualquer investigação de crimes de guerra cometidos durante a invasão russa da Ucrânia.
No 20º dia de guerra, os acordos de paz continuam em negociação. Segundo o presidente ucraniano Zelensky as conversas têm se tornado “realistas”. Contudo, o negociador ucraniano aponta “contradições fundamentais”, mas diz enxergar possibilidade de acordo.
Além disso, Zelensky admitiu que o país não deve entrar para a Otan.
Qualidade do ar vai piorar a partir desta quarta-feira em todo o País.
As poeiras do deserto do Saara chegaram na terça-feira a Portugal. A qualidade do ar vai piorar a partir desta quarta-feira em todo o País e a Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiu um alerta em que recomenda a permanência em casa.
“Este poluente (partículas inaláveis – PM10) tem efeitos na saúde, principalmente na população mais sensível, crianças e idosos, cujos cuidados devem ser redobrados durante a ocorrência destas situações”, divulgou a autoridade de saúde.
Pelo menos 15 pessoas desapareceram, na sequência de um aluimento de terras no norte do Peru, disseram na terça-feira as autoridades.
As autoridades indicaram que pelo menos três crianças estão entre os desaparecidos. Em vídeos filmados por moradores da vila de Retamas é possível ver toneladas de terra a cair do topo da encosta e a engolir dezenas de casas.
Várias pessoas enterradas na lama e na rocha foram resgatadas por vizinhos, que perfuraram os telhados e paredes das casas, informou a imprensa local. O Presidente do Peru, Pedro Castillo, garantiu que o governo vai ajudar as famílias afetadas pelo desastre.
Utentes do Hospital Provincial de Xai-Xai queixam-se da falta de materiais médico-cirúrgicos. Doentes são obrigados a comprar seringas e cateteres para serem tratados. Mas autoridades afirmam que o estoque está a ser reforçado.
Uma cidadã, que prefere manter o anonimato, diz que, além da falta de material médico-cirúrgico, os profissionais de saúde do Hospital Provincial de Xai-Xai atendem mal aos doentes.
Explica que há três semanas não consegue atendimento porque o seu médico tem urgências na clínica privada onde também trabalha. E acrescenta que denunciar profissionais que atendem mal e ou que fazem cobranças ilícitas é colocar em perigo a sua própria vida.
Mais de 300 pessoas sequestradas em diversos ataques foram resgatadas numa operação conjunta das forças de segurança nigerianas, marcando uma das maiores acções recentes...
O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) anunciou que o número de mortes atribuídas ao Ébola subiu para 1.801, enquanto os casos confirmados...