O Ferroviário da Beira aproximou-se de conquistar o título nacional de basquetebol masculino época 2021/2022, ao vencer, na noite de ontem, novamente o seu homónimo de Maputo por 56-43, no Jogo-2 da série de cinco da final.
É que, com a vitória de ontem, contando que na passada segunda-feira já haviam derrotado este mesmo adversário, por 70-61, os “locomotivas” de Chiveve aumentaram para 2-0 a vantagem na final dos “play-off” e podem, em caso de novo triunfo esta noite, a partir das 18.00 horas no mesmo pavilhão, sagrar-se campeões nacionais, reconquistarem um título que lhes foge desde 2017 e, acima de tudo, ganharem o direito de voltar a representar o país nas eliminatórias de acesso à Liga Africana de Basquetebol.
Num jogo de fraca pontuação, destaque pela negativa vai para a expulsão do extremo norte-americano do Ferroviário de Maputo Jelan Kendrick, por agressão ao base canadiano do homónimo da Beira William Perry.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Psicólogo Clínico para Saúde Mental. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Coordenador do Projecto. Saiba mais.
A Solidar Suiça pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Técnicos especializados para Treinamento em Técnicas de Agricultura Ecológica. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Oficial de Comunicação para Mudança de Comportamento Social do Projecto She Belongs in School. Saiba mais.
A Save the Children Internacional (SCI) está a recrutar um (1) Oficial de Participação, Protecção e Salvaguarda da Criança do Projecto She Belongs to School (SBIS). Saiba mais.
A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda, é uma empresa profissional de reparação e manutenção de automóveis pretende recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.
Uma Empresa de Gestão de Resíduos Sólidos e Ambiente do Grupo “A”, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Técnico de Controlo Interno. Saiba mais.
Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cozinheiros e Ajudantes de Cozinha. Saiba mais.
A Fundação Aga Khan (AKF) pretende recrutar um (1) Coordenador/a do Projeto – Avançando a Igualdade de Género através da Sociedade Civil (AGECS). Saiba mais.
Filipe Nyusi e Ossufo Momade concordaram que o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR) será retomado “nas próximas semanas”, com o objectivo de encerrar as restantes cinco bases da Renamo e criar as condições necessárias para que os combatentes regressem às suas casas.
Segundo o Notícias, o facto foi acordado num encontro, em Maputo, entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Ossufo Momade, onde as partes reiteraram o seu empenho visando garantir que o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional de Maputo seja implementado na íntegra.
Nyusi e Ossufo Momade reafirmaram o seu compromisso no sentido de criar um grupo de trabalho conjunto para estudar a questão das pensões para os elegíveis, sem prejuízo dos processos anteriores, por reconhecerem que esta é uma componente central para uma reintegração sustentável em prol da reconciliação nacional.
Como tem vindo a acontecer até à data, a Comissão de Assuntos Militares e os Grupos Técnicos Conjuntos para DDR e Monitoria e Verificação irão orientar as actividades no terreno. Expressaram total confiança na sua capacidade de trabalhar em conjunto de forma coordenada, unidos por uma visão comum de paz para todos os moçambicanos.
Durante o encontro, os dirigentes reconheceram o apoio dos parceiros diplomáticos, de desenvolvimento e do sector privado, que contribuíram para os recentes progressos na área da reintegração. Reconheceram a necessidade de apoio por parte de todas as partes interessadas no país, para assegurar que o processo de reintegração chegue a todos os beneficiários de DDR.
Ao mesmo tempo, e reconhecendo que esta é uma componente central para uma reintegração sustentável que irá contribuir para os esforços de reconciliação nacional, os dirigentes reafirmaram o seu compromisso, no sentido de criar um grupo de trabalho conjunto para estudar a questão das pensões para os elegíveis, sem criar prejuízo aos processos anteriores.
Outrossim, os dirigentes concordaram que o diálogo continua a ser a única linha de acção para ultrapassar as diferenças e manifestaram a sua satisfação com a cultura de paz que muitas regiões do país estão, agora, a viver.
São necessários cerca de 750 milhões de dólares (47,8 mil milhões de meticais) para a reabilitação e manutenção da Estrada Nacional Número 1 (N1), Segundo disse recentemente o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, Carlos Mesquita.
Os 750 milhões de dólares estão ser mobilizados junto do Banco Mundial, prevendo-se que este mês possam estar disponíveis os primeiros 450 milhões de dólares (28,7 mil milhões de meticais) para iniciar com alguns troços muito críticos.
Assim sendo, dentro de duas semanas serão lançados concursos públicos para manutenções localizadas da via vital que liga o país do Rovuma ao Maputo, numa extensão de 2477 quilómetros.
O valor será aplicado para a reabilitação dos troços Pambara-Save, Save-Inchope, Inchope-Caia, Caia-Nicoadala e Metoro-Pemba, que precisam de intervenção profunda nas províncias de Inhambane, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado, respectivamente.
Segundo o ministro, apesar de apresentar algum nível de qualidade, os restantes troços da EN1 serão também intervencionados.
O Presidente do Zimbabwe garantiu estar sempre ao lado de Moçambique na luta que o país trava contra o terrorismo, durante um banquete oficial, no Palácio da Ponta Vermelha, em Maputo, em sua honra oferecido pelo seu homólogo moçambicano.
Emmerson Mnangagwa frisou que o problema do terrorismo não é apenas uma ameaça para Moçambique mas para toda a região Austral de África.
Por seu turno, o chefe de Estado Moçambicano agradeceu o apoio prestado pelo Governo de Harare e pediu o levantamento das sanções económicas e financeiras impostas ao Zimbabwe.
Filipe Nyusi falou de várias áreas nas quais o dois países pretendem colocar um acento tónico mais acentuado e agradeceu todo o esforço que o Governo de Harare está a fazer para ajudar a combater o terrorismo.
“Mais uma vez gostaria de enaltecer o apoio incondicional que a República do Zimbabwe tem estado a prestar a Moçambique, através da formação das forças especiais moçambicanas que, de forma intensa e com sucesso, combatem o extremismo violento em Cabo Delgado. A nossa pátria sabe reconhecer os seus heróis mas também sabe memorizar e imortalizar os países heróicos que nos apoiam nos momentos difíceis, e o Zimbabwe, para nós, faz parte da linha dianteira desses países”, disse Nyusi.
Como disse em Fevereiro, quando Mnangagwa visitou a cidade da Beira, Nyusi voltou a enfatizar o desejo do seu Executivo em ver aliviadas as sanções económicas e financeiras impostas ao Zimbabwe.
O Presidente zimbabweano ficou satisfeito com o discurso feito por Nyusi e, também ele, fez questão de agradecer tudo o que Moçambique e os moçambicanos fizeram para libertar o Zimbabwe e continuam a fazer em prol do desenvolvimento.
“Eu sobremaneira, dou os parabéns a si, Sua Excelência, meu irmão, pela liderança exemplar na sua procura de terminar e ou erradicar o terrorismo e a violenta extrema em Cabo Delgado. Isto não é apenas uma ameaça para o seu país mas para toda a região. O Zimbabwe irá sempre manter e ter, estar em solidariedade com o povo e o governo de Moçambique para garantir paz, segurança e estabilidade nesta região e de modo que esta seja restaurada”, afirmou Mnangagua.
O Zimbabwe é um dos países que têm tropas integradas na SAMIM, a missão militar da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral destacada para apoiar as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique nos esforços de combate ao terrorismo, em Cabo Delgado
O edil Albano Carige considera que houve erro no estudo de impacto ambiental para a construção da estrada, o projeto de construção da estrada eliminou condutas de água, construídas no tempo colonial, com diâmetro maior para permitir a comunicação das águas pluviais até ao oceano Índico.
Os moradores de alguns bairros da cidade da Beira são ciclicamente afetados por fortes inundações, principalmente nas épocas chuvosas.
No final de março, por exemplo, após chuvas torrenciais, muitas famílias foram evacuadas de emergência para centros de acomodação e zonas habitacionais continuaram alagadas
“Temos um cenário que vai ser um cenário crónico. Na altura da reabilitação da EN6 provavelmente isto passou a todos nós, quer as estruturas centrais, quer municipais. Estamos perante mudanças climáticas, a quantidade de chuva que cai neste momento, em muito pouco tempo, é bastante maior e as seções de esvaziamento de água de uma margem para outra são bastante pequenas”, admite.
O autarca da Beira diz que para corrigir os erros do passado vai ter de recorrer ao Governo central. “Temos de começar a tentar desenhar projetos de como ir buscar dinheiro junto ao Governo central. Como sabem, a estrada nacional número seis é do âmbito central”.
De acordo com a DW África o estudo de viabilidade que permitiu a edificação desta empreitada foi concluído em 2012, ou seja, três anos antes do arranque das obras. De lá para cá, a ocupação de solo urbano para habitação e implantação de indústrias aumentou significativamente na região.
O líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder em Angola, disse hoje que a oposição angolana está fragilizada, por isso recorre a “golpes baixos”, como mobilizar jovens para vandalizar bens públicos e privados.
“Eles estão fragilizados, estão a dar sinais evidentes de que estão fragilizados, quando alguém recorre a golpes baixos é porque está fragilizado, essa mobilização dos jovens radicais para o vandalismo é um golpe baixo”, disse João Lourenço, quando discursava na província do Cunene, onde lançou a pré-campanha eleitoral do MPLA, citado pela DW.
“Em vez de se preocuparem em conceber um bom programa de governação, preocuparem-se em disseminar o conteúdo desse mesmo programa, para que os eleitores o conheçam e o defendam, o que eles estão a fazer é tudo errado”, afirmou.
“O único programa de governação que eles têm é mobilizar alguns jovens radicais nas cidades, dar-lhes meia dúzia de tostões para irem comprar uma cerveja, se calhar algo mais droga do que isso, para cometerem atos de vandalismo, este é o programa de governação que, infelizmente, a nossa oposição tem”, complementou.
João Lourenço citou os atos de destruição de comités do MPLA em janeiro deste ano, em Luanda, na sequência de uma greve de taxistas, e mais recentemente no município de Sanza Pombo, na província do Uíge.
Segundo João Lourenço, o recurso da oposição a “uma simples comissão instaladora, que não está reconhecida como partido político, mas que age como tal, em desrespeito ao Estado” é igualmente sinal dessa fragilização da oposição.
O presidente do MPLA referia-se ao projeto político PRA-JA Servir Angola, do político Abel Chivukuvuku, que não foi reconhecido pelo Tribunal Constitucional, integrando agora a plataforma política Frente Patriótica Unida (FPU), constituída pelos partidos União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) e o Bloco Democrático (BD), criada para a alternância do poder nas eleições gerais prevista para a segunda quinzena de agosto deste ano.
Apesar das debilidades apresentadas pela posição, prosseguiu João Lourenço, o MPLA não pode ser triunfalista “ao ponto de dizer já está”, tendo aconselhado a que esta expressão fosse abandonada.
“Temos de nos preparar convenientemente, temos de trabalhar, continuar a trabalhar, quer os militantes do MPLA que estão no Executivo, quer os militantes no geral, os nossos amigos, os nossos simpatizantes, os angolanos no geral que acreditam no nosso projeto de governação, todos nós temos de nos preparar até ao último minuto”, disse.
João Lourenço disse que ainda que “como bons alunos” considera que o partido está suficientemente preparado para enfrentar as eleições, ou seja, “o júri, que é o povo soberano”.
“Mas, como todos nós sabemos, quando se aproxima um exame há aqueles alunos que ficam muito perturbados, muito inquietos, porque não se prepararam, então têm medo do júri, sabem que vão reprovar, porque ao longo do ano, quando deviam estar a estudar, faziam gazeta, não estudavam, faziam coisas feias, praticavam atos de banditismo e outras coisas e o professor não vai perguntar nada sobre banditismo, essa matéria não existe”, referiu.
O Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários, Ocha, anunciou que a violência no norte do Mali levou milhares de pessoas a buscar refúgio no vizinho Níger.
Segundo a africanews, citando a ONU, mais de 400 civis foram mortos durante os combates.
A maioria dos refugiados está se instalando em localidades na região de Tahoua, de acordo com Ocha. Alguns já estão recebendo assistência do Programa Alimentar Mundial (PAM).
Por trás da crise está a deterioração do contexto humanitário, juntamente com uma crise alimentar.
O Níger, particularmente sua parte ocidental, é atingido por uma grave crise alimentar causada pela seca e pela violência jihadista que impediu os agricultores de cultivar seus campos, segundo a ONU e as autoridades nigerinas.
Desde 2017 que grupos armados ligados à Al-Qaeda e extremistas do Estado Islâmico estão ativos na região.
Em 2021, supostos jihadistas cometeram os piores massacres de civis no Níger: em janeiro de 2021, 100 pessoas foram mortas em duas aldeias em Tillabéri e em março, 141 foram massacradas em várias aldeias e campos em Tahoua.
A Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation (EGPAF) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Psicólogo Clínico para Saúde Mental. Saiba mais.
A Associação Moçambicana para o Desenvolvimento da Família (AMODEFA) pretende recrutar para o seu quadro de pessoal cinco (5) Enfermeiras de Saúde Materno Infantil (ESMI). Saiba mais.
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A empresa Centro Reparações de Veículos de Moçambique Lda, é uma empresa profissional de reparação e manutenção de automóveis pretende recrutar um (1) Motorista. Saiba mais.
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Uma Empresa especializada em catering e prestação de serviços, pretende recrutar para o seu quadro de pessoal Cozinheiros e Ajudantes de Cozinha. Saiba mais.
A Fundação Aga Khan (AKF) pretende recrutar um (1) Coordenador/a do Projeto – Avançando a Igualdade de Género através da Sociedade Civil (AGECS). Saiba mais.
A ALIADAS pretende recrutar para o seu quadro de pessoal um (1) Consultor – Assistência Técnica para Evento de Reflexão Iniciativa para Empoderamento da Mulher com Deficiência. Saiba mais.
A Reencontro, Organização Moçambicana para Apoio e Desenvolvimento da Criança órfã e Vulnerável, pretende contratar para seu quadro do pessoal um (1) Consultor. Saiba mais.
Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, ameaçou a Coreia do Sul com um ataque nuclear, pela segunda vez em três dias, após Seul ter garantido que conseguiria lançar “um ataque preventivo” contra o Norte.
De acordo cm o Sapo 24, um comunicado divulgado hoje pela agência de notícias central coreana oficial da Coreia do Norte, Kim Yo Jong chamou os comentários do ministro da Defesa da Coreia do Sul, Suh Wook, sobre um ataque preventivo um “sonho mirabolante” e a “histeria de um lunático”.
A irmã de Kim Jong Un sublinhou que Coreia do Norte não quer outra guerra, mas garantiu que Pyongyang irá retaliar com armas nucleares se Seul atacar, o que deixaria os militares sul-coreanos “à beira da destruição total e da ruína”.
Kim Yo Jong garantiu ainda assim que “a Coreia do Sul não é o nosso principal inimigo”, referindo-se de forma implícita aos Estados Unidos.
“Se os exércitos dos dois lados lutarem entre si, toda a nação coreana sofrerá um desastre como o de meio século atrás, que poderia ser mais terrível, não importa qual lado ganhe ou perca em uma guerra ou combate”, sublinhou.
No domingo, Kim Yo Jong já tinha chamado Suh Wook de “canalha”, avisando a Coreia do Sul de que poderia enfrentar uma “séria ameaça” por causa dos comentários do ministro da Defesa.
As tensões entre as duas Coreias estão altas, após Pyongyang ter acelerado este ano os testes de armas, incluindo o primeiro teste de um míssil de longo alcance desde 2017, a 24 de março.
Especialistas acreditam que a Coreia do Norte pode reforçar os testes nos próximos meses, possivelmente testando mísseis sobre o mar do Japão ou retomando os testes nucleares.
Durante uma visita ao comando estratégico de mísseis do país na semana passada, Suh Wook disse que a Coreia do Sul tem a capacidade e prontidão para lançar ataques de precisão contra o Norte se detetar que Pyongyang pretende disparar mísseis contra o Sul.
O Centro de Integridade Pública exigiu ontem que o Governo elabore e publique um relatório de balanço sobre o uso dos fundos alocados por parceiros para fazer face à covid-19 em Moçambique.
“O Ministério da Economia e Finanças deve elaborar e publicar o relatório de balanço do uso dos fundos da covid-19, apresentando informação detalhada sobre os montantes desembolsados e a sua execução (especificando os setores e os locais de aplicação)”, refere uma nota distribuída pela organização, escreve a Carta.
Em causa está o pedido de um total de 700 milhões de dólares (637 milhões de euros, no câmbio atual) apresentado pelo Governo moçambicano aos parceiros internacionais em 23 de março 2020, um valor que serviria para cobrir o buraco fiscal provocado pela pandemia no Orçamento do Estado (OE) de 2020, bem como para financiar o combate à doença e dar apoios para os mais pobres.
Segundo o Centro de Integridade Pública (CIP), que cita um relatório do Ministério da Economia e Finanças, Moçambique recebeu 95% do valor até janeiro de 2021 e, ainda segundo a organização, o país terá gastado 55%, pelo menos nos documentos disponibilizados para o público pelo executivo moçambicano.
“Até janeiro de 2021, executou-se 55,89%, ou seja, apenas 373 milhões de dólares [339 milhões de euros], faltando por executar 294 milhões de dólares [267 milhões de euros], até ao período em referência”, acrescenta o documento.
A ONG questiona sobre o destino do fundo remanescente, exigindo do Governo um balanço que descreva os setores em que os fundos foram aplicados.
“Adicionalmente, insta-se ao Tribunal Administrativo, como auditor das contas do Estado, a auditar as contas e os setores recetores dos desembolsos dos parceiros, especificamente em relação ao Plano de Resposta à pandemia”, acrescenta o documento da organização.
Uma vez mais, o defesa central moçambicano, Mexer Sitoe, não foi opção no empate a zero (0-0) do Girondins de Bordéus na visita ao Lille( antiga equipa de Reinildo Mandava).
Em desafio da jornada 30 da Ligue-1, Mexer voltou a não ser convocado, num embate em que apesar do empate, os girondinos permanecem na última posição da tabela classificativa com 23 pontos os mesmos que o Metz, e correm o risco de descer de divisão, escreve o Folha de Maputo.
O Bordéus tem oito jogos para reverter o mau momento em que atravessa e quiçá garantir a manutenção, onde deverá medir forças com Clermont, Lorient-Bretagne, Saint-Étienne, Metz, (concorrentes directos na luta pela permanência da I Divisão), Lyon, Angers, Nice e o Stade Brestois.
Lembrar que Mexer disse em entrevista ao Notícias estar desavindo com a Direcção do seu clube.
Num relatório, o Comité de Combate ao Terrorismo (CTED, sigla em inglês) da ONU deixou vários alertas sobre a situação terrorista em África, entre eles “estratégias de saída inadequadas e de apoio fornecido a ex-terroristas depois de deixarem os programas de reintegração, levando-os a considerar a reintegração a grupos terroristas”.
De acordo com o Notícias ao Minuto, entre os alertas das Nações Unidas está ainda a falta de compensação e apoio às vítimas e populações locais – particularmente mulheres, que são afetadas desproporcionalmente pelo terrorismo e contraterrorismo, a insuficiência da justiça criminal na maioria dos Estados afetados pelo terrorismo, ou uma coordenação insuficiente nos programas destinados a prevenir o extremismo violento entre os níveis nacional e comunitário.
Denominado “Perspetivas da Sociedade Civil: Estado Islâmico em África — Principais Tendências e Desenvolvimentos”, o relatório reflete os resultados de duas mesas-redondas virtuais, convocadas pelo CTED em outubro e novembro de 2021, e com a presença de mais de 50 representantes de organizações da sociedade civil africana, de 15 Estados-membros, e mostra as suas perceções sobre lacunas e desafios na capacidade dos países africanos de implementar resoluções relevantes do Conselho de Segurança.
Entre os casos abordados está o de Moçambique, em que o CTDE, citando um estudo, revelou que etnia, herança e identidade cultural foram fundamentais para impulsionar o recrutamento de membros para as organizações afiliadas ao Estado Islâmico naquela região.
“Grupos étnicos que já estavam representados no grupo terrorista tiveram mais sucesso no recrutamento da mesma etnia. Em Cabo Delgado, queixas étnicas históricas entre diferentes grupos também ajudaram a aumentar a vulnerabilidade face ao recrutamento terrorista”, disse o documento.
Face às perceções recebidas, o relatório compila uma série de recomendações destinada a governos e autoridades dos vários países africanos, como “proteger e respeitar consistentemente os direitos humanos em iniciativas de combate ao terrorismo” ou “criar programas de apoio psicológico para vítimas e pessoas associadas ao terrorismo”.
O Comité recomendou ainda aos governos que forneçam habilidades significativas e equitativas a homens e mulheres para capacitá-los a reintegrarem-se com sucesso nas comunidades e a envolverem-se no diálogo com combatentes e grupos terroristas, inclusive através da comunidade local e líderes religiosos respeitados, em áreas onde existe uma maior desconfiança face ao governo.
Já à ajuda internacional e parceiros de capacitação, o CTED recomendou que estes forneçam informações e treino sobre respeito pelos Direitos Humanos, incluindo evidências claras sobre as implicações práticas dessas violações, visando facilitar uma mudança de cultura dentro das forças de segurança.
A província de Cabo Delgado, em Moçambique, é aterrorizada desde 2017 por rebeldes armados, sendo alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico.
Há 784 mil deslocados internos devido ao conflito, de acordo com a Organização Internacional das Migrações, e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.
A Eletricidade de Moçambique (EDM) deve aos seus fornecedores cerca de 150 milhões de dólares (cerca de 9,5 mil milhões de meticais), segundo avançou o administrador de Electrificação e Projectos, Joaquim Ou-chim.
Ou-Chim fez este pronunciamento na terça-feira a jornalistas depois do encontro entre a direcção da EDM e a Comissão do Plano e Orçamento da Assembleia da República (AR).
A dívida foi contraída em instituições públicas e privadas e decorrem constantes negociações para a sua amortização, escreve o Notícias.
“Temos do nosso lado uma dívida com os nossos fornecedores, sobretudo com os de energia. Como é sabido, cerca de 80 por cento daquilo que são os nossos custos (de operação) advêm da aquisição de energia eléctrica. Tínhamos uma dívida de 400 milhões de dólares (25,5 mil milhões de meticais) com os fornecedores de energia, que, neste momento, está em cerca de 150 milhões. Está a ser feito um esforço de gestão para a amortização desta dívida”, disse.
O Presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir e o vice-Presidente Riek Machar concordaram em formar um comando unificado das forças armadas, uma das várias questões não resolvidas que bloqueavam a implementação do pacto de 2018 para pôr fim a cinco anos de guerra civil, este acordo surge após mediação do vizinho Sudão, segundo a agência AFP., citada pela RM.
“A paz é uma questão de segurança e hoje (alcançámos) um marco importante”, disse Martin Abucha, que assinou o acordo em nome do partido de oposição de Machar, o SPLM/A-IO.
“Trata-se de informar todos que somos pela paz e que todos temos de trabalhar pela paz”, acrescentou Tut Gatluak, conselheiro de segurança do Presidente Kiir.
As tensões entre as forças leais a Kiir e o antigo líder rebelde Riek Machar aumentaram recentemente, suscitando receios internacionais de um regresso a um conflito em grande escala na nação mais jovem do mundo.
Os dois homens fortes estiveram presentes na cerimónia de assinatura do acordo na capital Juba, que prevê uma divisão – 60% para o campo do presidente e 40% para Machar – em posições de liderança no exército, na polícia e nas forças de segurança nacional.
Mohamed Hamdan Daglo, atualmente número dois no conselho governamental sudanês, após o golpe de 25 de Outubro em Cartum, chegou a Juba na sexta-feira para tentar encontrar soluções no âmbito das disposições de segurança do acordo de paz.
Esta mediação ajudou a alcançar um consenso, enquanto Kiir tinha emitido um decreto presidencial, a 25 de Março, sobre a formação da estrutura de comando, rapidamente rejeitada pelo Sr. Machar, denunciando uma iniciativa “unilateral”.
Desde a independência do Sudão do Sul, em 2011, o país tem sido flagelado pela violência político e étnica e pela instabilidade crónica, que o tem impedido de recuperar da guerra civil sangrenta que provocou quase 400.000 mortos e quatro milhões de deslocados entre 2013 e 2018.
O comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael, anunciou, na sexta-feira, no distrito da Moamba, província de Maputo, que o ingresso na Polícia da República de Moçambique (PRM) passa, a partir de 2024, a ser mediante apresentação do certificado da 12.ª classe e a formação terá a duração de doze meses, contra os actuais seis a nove meses.
Segundo o Notícias, as medidas constam de um pacote de reformas do sistema de formação policial anunciado pelo comandante-geral da Polícia, Bernardino Rafael, na abertura do primeiro curso de formação psicopedagógica dos membros da PRM, já no quadro das mudanças em preparação.
Conforme explicou o comandante-geral, a formação em técnicas psicopedagógicas envolve 550 agentes que, em parceria com a Universidade Pedagógica, frequentam o curso de Mestrado em Docência e Instrução para dar aulas nas escolas PRM a partir de 2024.
Nas reformas anunciadas, figura o modelo de recrutamento, que passará a ser feito directamente nas escolas de nível secundário ou equivalentes, tudo para evitar o ingresso de candidatos que não tenham feito a 12.ª classe.
A SANDF pensa em envolver empresas de segurança do sector privado, nas missões de formação em Cabo Delgado, por forma a trazer algum dinheiro.
A SANDF foi enviada para a província do norte de Moçambique, dominada pelo conflito, nos últimos nove meses, mas está tendo dificuldades para ajudar os soldados moçambicanos e da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral a derrotar os terroristas da ASWJ – falta apoio aéreo adequado, mão de obra, alimentos, papel higiênico e outros essenciais. Os relatórios sugerem que os soldados estão usando manteiga para lubrificar suas armas e passaram a usar chinelos porque os suprimentos não estão disponíveis, escreve a Carta.
De acordo com o porta-voz da SANDF, Almirante Andrews Mayhapen, o orçamento de defesa continua sendo reduzido enquanto as responsabilidades da SANDF crescem cada vez mais, forçando os militares a serem criativos quando se trata de arrecadar fundos.
“Se a terrível situação de financiamento continuar, teremos que renomear nossa organização como Farsa de Defesa Nacional da África do Sul”, disse o frustrado Comissário de Comunicações Corporativas de Defesa (CDCC) ao DefenceWeb.
“Uma das muitas intervenções que estamos lançando é envolver o sector privado. Empresas de segurança, guardas de carros, até a polícia – especialmente a polícia – precisam de treinamento de combate e nós podemos oferecer a eles o melhor. Por uma quantia relativamente modesta de dinheiro, vamos levá-los connosco em patrulhas de combate a Cabo Delgado e eles podem ganhar uma valiosa experiência no mundo real lutando contra inimigos do mundo real. Quando – ou se – retornarem, receberão um certificado e uma medalha de serviço.”
Mayhapen não divulgou quanto a SANDF cobrará por suas ‘excursões de experiência de combate’, mas disse que o modelo de preços seria bastante lucrativo para a SANDF, especialmente porque as empresas de segurança privada e outras partes interessadas também teriam que alugar armas, veículos blindados e outros equipamentos da SANDF. Pilotos fazendo hora de construção poderão alugar helicópteros Oryx por hora, e capitães que esperam obter sua licença poderão alugar barcos Namacurra da Marinha.
O chefe do DCC disse ao DefenseWeb que há um interesse muito forte nesta nova iniciativa.
John Stallone, chefe da vigilância de bairro de Brakpan, disse ao DefenseWeb que se inscreveu imediatamente quando soube da oportunidade. “Mal posso esperar para ter algum tempo de disparo lá em cima – quando voltar, terei mais facilidade em patrulhar minhas próprias ruas. Se eu puder sobreviver aos terroristas que tentam me decapitar, posso fazer qualquer coisa!”
Caso o projeto em Moçambique seja bem-sucedido, a SANDF planeia implantá-lo na República Democrática do Congo, onde o pessoal sul-africano está destacado nas Nações Unidas e ativamente engajado no combate a grupos rebeldes.
Os trabalhadores do Conselho Municipal de Angoche, em Nampula, estão deste sábado em greve, em reivindicação do pagamento do décimo terceiro salário referentes a 2021.
O porta-voz dos grevistas, Libertino Raúl, diz que esta é a única forma encontrada para exigir o referido vencimento após fracasso de conversações.
“ Todos os municípios do país pagaram o décimo terceiro e ficando eles, uma coisa que não é possível. Os municípios pagaram, menos Angoche. Ele sempre prometeu. Após meses, nós cumprimos e último mês foi o de Março, mês passado” , disse.
Segundo o RM, o presidente municipal de Angoche, Ossufo Rajá, reconhece a legitimidade das reivindicações e disse haver motivações políticas nas reivindicações.
O investigador-chefe da Rússia ordenou nesta segunda-feira (4) um exame oficial do que chamou de “provocação” ucraniana depois que Kiev acusou os militares russos de massacrar civis na cidade de Bucha.
Alexander Bastrykin, chefe do Comitê de Investigação da Rússia, ordenou que uma investigação fosse aberta com base no fato de que a Ucrânia havia espalhado “informações deliberadamente falsas” sobre as forças armadas russas em Bucha, disse o comitê em comunicado, citado pela CNN Brasil.
Além disso, o Kremlin negou, nesta segunda-feira, quaisquer acusações relacionadas ao assassinato de civis na cidade ucraniana de Bucha e disse que as alegações ucranianas sobre o assunto devem ser tratadas com dúvida.
Autoridades ucranianas disseram no domingo que estão investigando possíveis crimes cometidos por forças russas depois de encontrar centenas de corpos espalhados por cidades na região da capital Kiev após a retirada russa da área.
Falando a repórteres em uma teleconferência, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que os fatos e a cronologia dos eventos em Bucha não apoiam a versão dos eventos da Ucrânia e instou os líderes internacionais a não se apressarem em julgar.
Peskov disse que os diplomatas russos continuarão com seus esforços para convocar uma reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir o que Moscou chamou de “provocações ucranianas” em Bucha, apesar de seu primeiro esforço para organizar tal reunião ter sido bloqueado.
Peskov se recusou a comentar se o furor sobre Bucha afetaria as negociações de paz entre Moscou e Kiev, que deveriam ser retomadas por videoconferência nesta segunda-feira.
O Papa Francisco pediu hoje que a Europa seja tão generosa com aqueles que chegam da outra parte do Mediterrâneo, numa referência à migração africana, como está a ser com os refugiados ucranianos.
O Sumo Sacerdote falava numa conferência de imprensa que realizou no voo de regresso da sua visita de dois dias a Malta e em que um dos principais temas foram os fluxos migratórios para os países do sul da Europa.
“A Europa está a receber com muita generosidade os ucranianos que batem à sua porta e espero que também receba aqueles que chegam da outra parte do Mediterrâneo”, observou Francisco, citado pelo Notícias ao Minuto.
No seu último ato em Malta, o chefe da Igreja Católica visitou um centro de acolhimento de migrantes e reiterou que “os migrantes são sempre bem-vindos”, mas “que cada governo deve dizer o que pode receber e para isso é necessário um acordo na Europa”.
Lamentou ainda “que nem todos estejam dispostos”, apesar de a história da Europa ser feita pela migração.
Mais uma vez, o Papa pediu uma política de migração partilhada na Europa para que países como Malta, Espanha, Itália ou Grécia “não tenham de carregar todo o peso”.
Francisco disse que os migrantes com quem falou em Malta contaram-lhe “coisas terríveis” e o que sofrem quando são devolvidos aos “campos de concentração nas margens da Líbia”.
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